12ª Semana dos Museus tem pintura indígena, arqueologia e museu vivo em Macapá

Foto: Maksuel Martins

Por Victor Vidigal

Começou nesta segunda-feira (17) e segue até domingo (23) em Macapá, a 12ª Semana da Primavera dos Museus, projeto nacional desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que tem o objetivo de provocar na comunidade interesse por esses espaços de ensinamento.

Oficina de pintura corporal indígena, workshop de biojóias, exposição arqueológica, apresentação de dança, exibição de filmes e Museu Vivo estão entre as atrações que o público poderá vivenciar durante a semana. Todas as atividades são gratuitas.

Esse ano, o projeto aborda a temática “Celebrando a Educação em Museus”, no sentido de causar uma reflexão na sociedade brasileira a respeito da educação museológica e importância na cidadania, no patrimônio histórico e memória social do brasileiro.

Em Macapá, o evento acontece em três espaços: Biblioteca Pública Elcy Lacerda, Museu Sacaca e Museu de Arqueologia e Etnologia do Amapá. Visitas de alunos de escolas públicas e privadas estão programadas para a semana.

Programação:

Biblioteca Pública Elcy Lacerda
De 17 a 21 de setembro

8h às 18h – Exposição “O Museu é uma escola”
8h às 18h – Exposição “Aprender o olhar para a natureza!”
17 a 19 de setembro

9h às 11h – Performance “Celebrando repente”, com Verônica dos Tambores
17 a 18 de setembro

18h às 21h – Oficina de dança indígena
19 a 20 de setembro

9h às 17h – Oficina “Brindando a pintura corporal indígena”
9h às 17h – Workshop “Biojóias indígenas”
Dia 20 (quinta-feira)

15h às 17h – Encontro com o escritor – Dançando as memórias poéticas, com os poetas José Pastana, Ricardo Pontes, Alcinéia Cavalcante, Manoel Bispo, Jô Araújo, Ana Paula, Manoel Azevedo, Fernando Canto e Paulo Tarso.
15h às 17h – Workshop “Tocando com argila a iconografia Maracá e Cunani”
Dia 21 (sexta-feira)

9h às 11h – Exibição do filme “A Dança do Milênio” (história da dança)
16h às 18h – Roda de conversa “A educação através da dança”
17h30 às 19h30 – “Vivência: celebrando as tradições da capoeira”, com os mestres Davi Alves e Cabeleira
18h30 às 20h – Apresentação UniDança: “Dança das Palavras”

Museu de Arqueologia e Etinologia do Amapá — Foto: Lorena Kubota/G1

Museu de Arqueologia e Etnologia do Amapá
Dia 18 (terça-feira)

8h às 18h – Exposição “Acervo de réplicas arqueológica e etnológica” e baneres com fotografias das ações do MAE-AP, para alunos de escola pública
Dia 19 (quarta-feira)

8h às 17h30 – Apresentação de documentário com depoimento dos funcionários e visita mediada às exposições de réplicas arquelógica, etnológica e baneres com ações do MAE-AP, para alunos de escola pública
Dia 20 (quinta-feira)

8h às 17h30 – Apresentação de documentário com depoimento dos funcionários e visita mediada às exposições de réplicas arquelógica, etnológica e baneres com ações do MAE-AP, para alunos de escola pública
Dia 21 (sexta-feira)

8h às 17h – Apresentação de documentário com depoimento dos funcionários e visita mediada às exposições de réplicas arquelógica, etnológica e baneres com ações do MAE-AP, para alunos de escola pública
Dia 22 (sábado)

9h às 17h – Visitação às exposições de réplicas arquelógica, etnológica e baneres com ações do MAE-AP, para a comunidade
Dia 23 (domingo)

9h às 12h – Visitação às exposições de réplicas arquelógica, etnológica e baneres com ações do MAE-AP, para a comunidade

Museu Sacaca
Dia 21 (sexta-feira)

9h às 9h30 – Abertura oficial
9h às 10h30 – Oficina de caricatura e exposição
10h às 11h – Apresentação de danças com temáticas culturais locais, para alunos de escolas públicas e privadas
14h às 16h – Oficina de caricatura e exposição
14h às 16h – Oficina “Arqueologia no Amapá: um passado de vivas histórias”
Dia 22 (sábado)

9h30 às 11h30 – Oficina de pintura com a temática “Vida de Ribeirinho”. Técnica com pigmentos naturais
9h30 às 10h30 – Museu Vivo: produção artesanal de farinha, açaí, peças teatrais, performances musicais e exibição de filme
9h30 às 16h – Oficina “Roda de conversa: Educação Museal: saber formal x não formal – o confronto e as possibilidades”
Dia 23 (domingo)

9h às 17h – Museu Vivo: produção artesanal de farinha, açaí, peças teatrais, performances musicais e exibição de filme

Fonte: G1 Amapá

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