2014, um ano intenso! (minha retrospectiva desordenada)

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Esse ano foi de muito trabalho e descobrimento. Em alguns momentos, precisei me reinventar e até fazer o jogo do contente. Pois assim como Poliana, tentei tirar sempre o melhor das adversidades que pintaram. Bebi muito. Amei, trabalhei muito, viajei. Vi shows de rock, escrevi muito e fotografei.

Desfilei pelo Piratão e na banda. Fui à barzinhos e curti muito Rock and Roll. Fiz uma porrada de doidices, sempre mal acompanhado pelos meus loucos e queridos amigos. Também um novo site, matei o antigo e amado blog e ‘croniquei’, divulguei cultura, agulhei e tal e coisa. E coisa e tal. Ah, fiz várias homenagens aos meus.

A Eleição foi disputada por eles e de muito trabalho pra nós, da Justiça Eleitoral. Ah, o Orkut, nosso primeiro hospício virtual, se foi de vez. E os times mineiros? Galos e raposas ganharam tudo. Ainda sobre futebol, vimos racismo imbecil e seus atos detestáveis.
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Perdi um amor e perdemos a Copa de 7×1, ambos dentro de casa. Assim como a lição que o país do futebol aprendeu, eu também, pois doeu. 2014 também teve tristeza. Assim como nos outros anos sem o Penha (pai), senti saudades e sempre sentirei.

Minha família cresceu, a Maitê chegou e virei tio (e ainda serei padrinho). Foi um dos grandes momentos de 2014. Fiz 38, festejei e recebi o carinho dos meus. Teve felicidade neste ano tão intenso. Ah, fiquei mais gordo (foda).

2014 teve brigas, discussões, abraços, festas, bebidas, comidas, muita comida (grato, God!). Por aqui ainda não choveu, mas nada como o que houve em Sampa, que sofreu com a seca. O ebola embolou, o ditador chinês é só garganta, os gringos do Tio Sam deram uma folga pra Cuba e o Papa ganhou meu respeito (égua, o padreco mor do mundo é gente fina mesmo!). Mas lá fora o Medina arrebentou e virou o melhor surfista do planeta. E o muro da vergonha caiu há 25 anos.
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Prenderam o médico estuprador. Morreu tanta gente legal: atores, escritores, amigos. Descobriram sujeira na estatal, soltaram os velhos de Brasília, mas o velho juiz negro se aposentou.

Tenho minhas cicatrizes e feridas abertas (que tão demorando pra sarar), mas encerro este ano com saldo positivo, apesar de mais gordo (rs). Meu sentimento em relação a 2014 é de dever cumprido no campo profissional e pessoal. Aprendi muito. Ajudei pessoas próximas e estranhas, fui ajudado por conhecidos e gente que nem me conhece. Estreitei importantes laços profissionais, alcancei reconhecimento na minha área de atuação. Fiz novos amigos e me afastei de gente que pensava que eram meus amigos. Minha família segue unida saudável e feliz. 395128_503048549719503_129524986_n

Como o amanhã não nos pertence, e ninguém que conheço saca de futurologia, a única coisa que peço pra mim e para todos que amo é saúde para que possamos escrever mais alguns capítulos da história tragicômica de nossas vidas.

Algumas vezes até me dei mal, mas fui bem na maior parte de 2014. Enfim, neste ano que já tá do meio dia pra tarde, tive mais motivos pra sorrir do que pra chorar. Como li hoje em uma imagem que encontrei na internet: somos feitos de instantes. Por isso, vale o que vier, como dizia, o Velho, Tim! Obrigado, Deus, universo, ou seja lá o nome da força que rege tudo isso aqui. Valeu!

Elton Tavares

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