A atriz Bárbara Castro

                                                                                                             Por Elton Tavares

A versatilidade da artista Bárbara Castro
Hoje falarei da minha amiga Bárbara Castro, um caso raro, uma atriz amapaense que conseguiu se destacar na arte cênica do Brasil. Bárbara, hoje com 28 anos, é paraense de nascimento e amapaense de coração. A artista é versátil, atua como atriz, educadora, produtora cultural e musicista. Nascida em Altamira (PA), veio para Macapá, ainda pequena, com seus pais. A moça possui três irmãos, todos músicos talentosos. Eu acho (sempre o meu velho “achismo”) que a pessoa já nasce com talento, o aprendizado somente o lapida, este é o caso de Bárbara Castro.

Bárbara destacou-se, na segunda metade dos anos 90, no Teatro amapaense, com o diretor Guiga (figuraça, outro amigo querido). Sempre me disse, na época que morava no centro de Macapá, na Avenida Cora de Carvalho, perto da casa do meu primo Marcelo, que seria uma grande atriz. Lançou-se á sorte quando viajou para o Rio de Janeiro, em meados de 2002 (eu acho). Lá, cursou a Escola de Teatro Martins Pena e o Instituto Tá Na Rua para as Artes, Educação e Cidadania, sob direção de Amir Haddad.

No teatro, participou da Semana Cultural em Caiena, Guiana Francesa (FRA), com o grupo Zapt Zupt (Intercâmbio Cultural Amapá-Caiena); Da peça História e Crítica da Arte (Sesc) com o historiador e crítico Rodrigo Naves da Universidade de São Paulo (USP). Além do “Encontro Artístico com Ivone Hoffmam e Ítalo Rossi”, no Teatro das Bacabeiras.

Atuou e participou da criação do roteiro do espetáculo “Dar Não Dói, O Que Dói É Resistir”, apresentado nas Lonas Culturais do no Circo Voador e no Largo da Carioca. Atuou nos espetáculos: “Mambembe Canta Mambembe”, texto Arthur Azevedo, no Teatro Villa-Lobos; “O Castiçal”, texto de Giordanno Bruno, no Teatro Carlos Gomes.

Realizou a performance Talibamba apresentada no Fórum Social Mundial de Porto Alegre (RS) e atuou nos espetáculos “Mas Que Nada Brasil”, pelo Projeto Encena Brasil, apresentados em Rio Branco(AC), Belém (PA), Macapá(AP); Participou do Encontro da Pedagogia GRIÔ-A reinvenção da Roda da Vida, em Lencois(BA).

Na televisão, participou da mini-série “Hoje É Dia De Maria”, direção Luiz Fernando Carvalho; Da novela “Alma Gêmea”, direção de Jorge Fernando; Do episódio “Por toda minha vida-Chacrinha”, dirigido por Pedro Vasconcellos e “A Grande Família”.

No Cinema atuou em “Cleópatra”, longa metragem de Julio Bressane; No curta matragem “República Tiradentes”, de Zózimo Bulbul; No documentário “Vou ficar a Pátria Livre”, de Silvio Tendle; “Operação Morengueira”, homenagem a Moreira da Silva, curta metragem de Godofredo Quincas; “O Poeta Da Vila”, homenagem a Noel Rosa, longa de Ricardo Vasnsteen; Do longa “Amazônia Caruana”, de Tizuka Yamazaki.Além do DOC-TV “Simaozinho Sonhador”, de Gavin Andress, no Amapá.

Bárbara é fundadora do grupo musical “Paideguará”, que realizou shows no Rio de Janeiro, em lugares como o Sesc Tijuca, Sesc Nova Iguaçú, Circo Voador (na Mostra Livre das Artes 2007); Casa Brasil-Mestiço, na Casa Tá na Rua, no Espaço Umbú; Na Mostra do Filme Livre 2008; No Espaço Cultural Recordatório; Na 5ª Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE); Projeto Escadaria, em Macapá, e em eventos populares como a Festa de São Tiago , em Mazagão Velho-AP.O grupo promoveu ainda Oficinas de Carimbó, ministradas no Espaço Mosaico Cultural Juliana Manhães.

Em Macapá, conheço muita gente talentosa, músicos, poetas, produtores, artistas e, como não poderia deixar de ser, jornalistas, mas poucos conseguiram o devido reconhecimento pelo talento. Por isto, a Bárbara é um exemplo, uma menina que saiu do Norte para ganhar espaço na arte cênica nacional. Sinto orgulho de ser amigo desta ilustre mulher. Ela é foda!











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    Um dos poucos contatos que tive com Bárbara foi em sua casa no fim da dec de 90, quando ainda morava na “jovino”, ela me impressionou quando ensaiava na guitarra com seus irmãos Geisom e Nego. Ela era diferente das jovens que conhecia daquela época….era seu talento exótico! Ultima vez que tive noticias dela foi no aniversário de geisom, quando seu pai, tbm artista, “corujou” um vídeo enviado por Barbara em uma apresentação musical no Circo voador (Rj). “Paidéqua”

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    Barbara?? tocando guitarra???? Ewerton acho que vc esta confundindo, quem ensaiava com os meninos era a Aline, na época a Barbara nunca parava em casa, estava sempre pro teatro…Ela bem que tentou arranhar uns acordes, isso eu lembro, e olha que eu não saia de lá.

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