A fotografia como profissão e paixão (mãe, tô no G1!)

O G1 conversou com alguns profissionais amapaenses que falaram sobre a arte de fotografar e mostram alguns dos melhores registros. Confira.

Alexandre Brito – “Gracejo”

Meu pai é fotógrafo e então cresci no ambiente da fotografia. Meus brinquedos eram as câmeras. Quando cresci, fiz o curso de comunicação social e descobri o lado da teoria da imagem e outras possibilidades. Hoje não fotografo tanto quanto eu queria, mas me dedico a incentivar a produção fotográfica no Amapá“.

Brito é formado em Jornalismo, e atualmente é professor de fotografia e produtor cultural da área.

Camila Karina – “Banda Anonymous Hate (AP)”

Lembro bem do nosso primeiro contato, foi despretensioso, mas a partir daquele momento, senti uma energia, uma conexão. Foi como se aquele encontro desse sentido para muitas coisas que sentia e pensava. E continua sendo assim até hoje. Já faz um bom tempo mas o amor só cresce. Fotografia é um dos grandes amores da minha vida e que também é um pouco de trabalho”.

Camila é jornalista, especialista em artes visuais e fotógrafa artística e de bandas de rock.

Elton Tavares – “Amanhecer no Rio Araguari”

Amo fotografia, sempre amei. Não costumo mais ter fotos impressas, somente digitais. Tenho uma câmera semi-profissional que levo sempre comigo para onde vou. Gosto de fotografar pessoas, paisagens, animais, objetos, etc. Para mim, são mini crônicas visuais, escritas a partir da percepção de cada um. Admiro quem tem técnica, mas o olhar é fundamental para uma boa foto. E uma boa foto é poesia visual”.

Tavares é jornalista e tem a fotografia como passatempo.

Márcia do Carmo – “Lá vem ela”

“A fotografia era um hobbie para mim, que depois virou minha profissão. Me especializei em fotografia publicitária, mas atualmente trabalho como fotojornalista. A fotografia é uma paixão”.

Márcia trabalha como fotojornalista na Prefeitura de Macapá.

Maksuel Martins – “Solidão”

“Um belo dia fotografando e andando de bicicleta, fiz a foto ‘Solidão’ que me deixou com mais vontade de querer ser fotógrafo. Antes nem pensava em ser profissional, mas nesse dia foi diferente”.

Martins é um dos fundadores do Fotoclube Fotógrafos Anônimos. Ele divide a profissão na fotografia e no cinema.

Max Renê

“Quando eu era motorista, batalhei e comprei minha primeira câmera para me dedicar à fotografia, e já estou há 5 anos trabalhando na área. Os amigos sempre me incentivaram e disseram que tenho ‘o olhar’ que diferencia minhas fotos. Fico fascinado com o pôr-do-sol e é o que mais gosto de fotografar”.

Renê é fotojornalista na Prefeitura de Macapá.

MR Fonseca – “Amanhecer na Orla”

“Eu tinha a fotografia como passatempo. Em 2013, me dediquei a estudar para me lançar no campo profissional. Gosto de retratar as paisagens e os pontos turísticos de Macapá”.
MR Fonseca está se especializando na fotografia de natureza e utiliza o Facebook como ferramenta para expor os trabalhos.

*Essa é só metade da matéria da colega Fabiana Figueiredo, do G1 Amapá, sobre o Dia Mundial da Fotografia. Ficou muito legal. Valeu, Fabiana. 

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