Adaptar-se

                                                                                   Por Glauber Marinho


Os dias chuvosos são como chamas na memória.
Lembranças de momentos guardados na história.
E vem o sol e manda pra longe a chuva,
a lua empurra o sol e a noite cai como uma luva.

Ao som de Pink Floyd o tempo é coadjuvante.
“Run rabbit, run. Dig that hole, forget the sun”
Não vale contar o tempo, os momentos ficam na estante.
Aquele velho hábito, that’s no more fun.

Agora quando vejo chuva, quando vejo sol.
Olho cada um com um olhar diferente.
Vejo que não tem como mudar um mol,
do que vem de dentro da gente.
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    “Vejo que não tem como mudar um mol,
    do que vem de dentro da gente.”

    Grauby, seguinte man, por mais que essas substituições sejam constantes, sejam nos astros, no tempo, nas coisas, nas pessoas… acho que a forma escrita em poesia com rimas está excelente, eu mesmo não conseguiria tanta sincronia, mas… creio haver uma contradição entre o falado e o título, pelo menos… pq pelo que pude entender de suas palavras, a adaptação é algo que nos faz a mudança, a adaptação ao ambiente, ao que nos rodeia e o mol é a quantidade de materia, qtdd de substancias, então isso, por mais que seja olhado diferentemente a cada momento, há sim uma visão de mudança do que vem de dentro da gente, por mais imperceptível que seja, isso é mutável a todo instante. 😉

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