Adeus, Millor Fernandes


O escritor carioca Millôr Fernandes morreu aos 88 anos, às 21h de terça-feira (27), em casa, em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro. De acordo com o filho do escritor, Ivan Fernandes, sofreu falência múltipla dos órgãos e parada cardíaca.

Escritor, jornalista, desenhista, dramaturgo e artista autodidata, Millôr começou a colaborar com a revista O Cruzeiro aos 14 anos, conciliando as tarefas de tradutor, jornalista e autor de teatro.

No final dos anos 1960, tornou-se um dos fundadores do jornal O Pasquim, reconhecido por seu papel de oposição ao regime militar.

Escreveu nos anos seguintes diversos tipos de peças e se tornou o principal tradutor das obras de William Shakespeare no país.

Atualmente ele mantinha um site pessoal em que escrevia textos de humor e cartuns, além de reunir seus trabalhos dos últimos 50 anos.

Publiquei neste blog alguns escritos e frases de Millor Fernandes. O único livro do escritor que li por inteiro foi “A Bíblia do Caos”, além de dezenas de artigos. Infelizmente, o Brasil perde mais um de seus gênios. Adeus, Millor.     


Se

Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudade, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Millor Fernandes
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