Aloísio Menescal o repórter do caos matinal

Em manhã de aurora insólita, a divina tela deixou de transmitir em cores.
Não foi muda devido ao sorround de buzinas e o bascular nervoso de limpadores de parabrisa,
Pois as lágrimas divinas desciam em ritmo não acompanhado pelas pequenas hastes de metal e látex.
Leptospirose e pó de asfalto diluídos no acúmulo pluvial banhavam transeuntes que ambulavam no passeio público.
A marcha lenta e sincopada não parecia levar ninguém de algum lugar a lugar algum.

Em breve, com mais notícias, seu repórter do caos matinal

Aloísio Menescal

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