Amapá registra primeiro óbito por H1N1 e recebe autorização do MS para antecipar vacinação

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou nesta terça-feira, 5, o primeiro óbito causado por Influenza H1N1 no Amapá. A vítima é um bebê de oito meses que foi internado no Hospital da Criança e do Adolescente. O diagnóstico viral foi assinado pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), para onde são enviadas as amostras para realização do exame.

Outros dois casos de H1N1 são investigados pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde (CVS) e aguardam o resultado das amostras coletadas e encaminhadas para o IEC. Um de uma criança que se encontra internada em um hospital particular e outro de um paciente adulto que veio a óbito no início da noite desta terça-feira, 5, que estava internado no Hospital de Clínicas Alberto Lima (HCAL) desde o domingo, 3, com suspeita de pneumonia e H1N1. Ele chegou de Cuba há uma semana, onde passava férias.

Mesmo sem casos registrados em 2014 e 2015, na primeira suspeita da doença, a Secretaria Estadual da Saúde requereu ao Ministério da Saúde a antecipação da campanha no Estado. No início da noite desta terça, a Coordenação de Imunização do Estado recebeu a remessa com 177 mil doses da vacina contra a gripe, enviadas pelo Ministério da Saúde. O cronograma de entrega para os municípios iniciará na próxima quinta-feira, 7, assim que o setor separar o quantitativo de doses e seringas para cada um dos 16 municípios responsáveis pela execução da campanha.vacina-H1N1

As doses serão destinadas prioritariamente para a população alvo estabelecida pelo MS, crianças de 6 meses a menores de 5 anos; gestantes; puérperas; trabalhador de saúde; povos indígenas; indivíduos com 60 anos ou mais de idade; população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional; pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e pessoas portadoras de outras condições clínicas especiais (doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias).

A Sesa volta a alertar a população para que, além da vacinação, sejam adotados métodos de prevenção para evitar a infecção com medidas de higiene.

Assessoria de Comunicação da Sesa

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