Até quando jogaremos videogame?

Por Elton Tavares

Pensando cá com os meus botões, me pergunto: até quando jogaremos videogame? Minha geração, principalmente os caras, é viciada em jogos eletrônicos. Claro que existem as exceções. Agora convenhamos, o mundo midiático dos videogames é mesmo fascinante. Sabe lá Deus quantos livros e filmes legais deixei de ler ou assistir por conta deste vício.
 
Mas videogame não é só um passatempo, também é cultura. Jogos como os das séries “God of War” e Guitar Hero são cultura pura. Suas histórias giram, respectivamente, em torno de Mitologia e Música. Sem falar que toda superprodução cinematográfica lançada, ganha sua versão game em pouquíssimo tempo (e vice-versa). Como aconteceu com o filme “X-man Origem”.
 
Os lançamentos acontecem em ritmo frenético, seja para computador ou videogames. Outra febre são os jogos em rede pela internet, onde centenas de pessoas jogam simultaneamente. Fantástico né não?
 
No meu caso (e de meus amigos), somos viciados em “Pro Evolution Soccer” (antigo Winnig Eleven), jogo que retrata fielmente o futebol mundial. Quem gosta de bola, gosta deste jogo, é inevitável.
 
Reproduzimos os campeonatos, contratações nacionais e internacionais, tudo para o jogo se aproximar, ao máximo, da realidade. Sou do tempo do Atari, também tive Mega Drive, Super Nitendo, Play Station 1 e agora PS2 (que já está obsoleto).
 
Alguns defendem a tese que afirma que os jogos estimulam habilidades intelectuais, será? Pode ser. Enfim, é fato que jogos eletrônicos deixaram, há muito, de ser diversão de criança, o mundo midiático se tornou parte de nossas vidas. Tudo bem que não é um hobbie barato, mas é muito, muito divertido.
 
Minha pergunta é: até quando jogaremos videogame? Sei lá, mas com certeza é melhor do que ficar jogando canastra, quando estivermos velhotes (risos).
 
  • Eu jogarei para sempre. Acho que aprendi 80% do que eu sei com videogames, quadrinhos e muita tv.Escola foi segundária e vida social é descartavel.

  • Até quando jogarei videogame?
    hummm enquanto estiver viva!
    E pode crê é muito bom jogar guitar hero, Deus da guerra, futebol, mortal kombat e até hoje, MÁRIO! HAHA E prefiro nem pensar em quantos livros poderia ter lido se não estivesse na frente de uma TV jogando.

  • Videogame é excelente pros reflexos e inteligência, e ameaçador pra saúde e vida social. Ou seja, jogue com moderação, pratique esportes de verdade e viva a vida real mais que a virtual. =]

  • Eu acho que é bem construtivo sim, por exemplo no Guitar Hero tem que ter coordenação motora , por isso tenho uma até bacana, mas foi treinando e jogando que adquiri.rs E no top gear do nintendo jogo até hoje com a luiza, ou aqui em casa mesmo, nós duas somos fera..auehuaehea . Ah eu adoro jogos, e o prazer que eles nos proporcionam, nos levam para um mundo incrível!

  • Bem, eu sempre estive interligado nesse mundo maravilhoso dos games e meu tcc foi baseado neles. Posso afirmar que os jogos ajudam com o pensamento rapido e o desenvolvimento cognitivo do ser,além é claro de fazer com que a criatividade e o nível de estratégia cresçam tbm. Creio que jogaremos até o fim de nossas vidas, daqui a pouco qndo tivermos no God of War 10, tvz estaremos jogando no lugar de kratos, tvz aqueles sensores de movimento tomem o lugar dos controles e as CAMs captem os movimentos, assim como acontece com a substituição dos mouses de PCs ou com o próprio controle que, basta, pegar qlquer objeto e a cam detectar como sendo, exemplo, uma espada, uma raquete, um volante de carro, etc… tecnologicamente só estaremos cada vez mais inseridos,emulados,aos jogos.Nos jogos em rede, vc com certeza um dia não saberá se vc está enfrentando um ser real ou um criado pelo jogo, pelas respostas, pelas açoes… O mundo dos games são muito mais vastos do que muitas pessoas pensam e é um dos principais motores que movimentam a criação e desenvlvimento de novas tecnologias. É uma das maravilhas herdadas da guerra. 😉

  • Ontem mesmo fui questionada até quando jogaria (seja videogame ou no computador) e a resposta foi certeira: a vida toda! Trata-se de estímulo, é diversão, aprende-se a ter raciocínio rápido, fora que é uma diversão relativamente barata (mais do que vc ir para um bar encher a cara de cerveja e a pança de minduin!).
    Ora! Tive Atari, depois megadrive e fiquei um tempo sem console, até que me descobri louca por Wii e sua mobilidade. Como posso recusar meu passado?
    Brincar e jogar fazem parte do crescimento da criança e eu, já com meus 31, ainda não passei dessa fase!
    Ótimo o post!

  • Bem, acho que a nossa geração, que jogou desde o Atari (lembram do seaquest, river raid) passando pelos videogames de 8 bits (master sistem) 32 bits (mega drive) 64 bits (PS1) e por ai em diante, nunca vai deixar de jogar…a industria de games hoje, é mais forte e rentável que a industria cinematógráfica. Lancamentos como Modern Warfare 2 (PS3) ou Halo(Xbox) sao eventos de proporcoes gigantescas e os jogos sao magnificos. Estou jogando o God Of War 3 e as vezes, me pego rindo e embasbacado com a qualidade dos graficos, enrredo e momentos dignos de uma produção cinematográfica, realmente, impressionante. Os Games sao cada vez mais, voltados para adultos. Eu, sempre fui viciado em Winning Eleven, infelizmente, a falta de adversários a altura me fez parar por um tempo a espera que Elton, Gustavo e Bruno, atinjam um nivel que me ofereça ao menos um desafio…

  • Olá, amigos, bem, lendo aqui, não consegui deixar de responder ao post do Lênio, irmão do meu amigo André. Uma pequena correção: master system e nintendinho = 8 bits; mega drive e super nintendo 16 bits; 3DO, sega saturn, PS1 = 32 bits; N64 = 64 bits; PS2, game cube e xbox = 128 bits e por aí vai… Bem, mas o que eu queria dizer realmente é, eu joguei muito o winning Eleven de PS1 que foi onde eu parei a minha franquia de comprar video games, senão eu ia acabar me isolando do mundo externo ao quarto, não comprei, mas mesmo assim ainda curto os atuais, o wining eleven de ps2 joguei um pouco, queria só me eleger a um rival para os proximos encontros de VS no winning Eleven, não sou dificil, mas tbm não serei fácil… let’s play? :D~
    Pô, Lênio, eu babei de ver o trailer do GoW 3, imagine jogando… é um jogo sensacional que em breve deve ter a sua versão nas Telonas, espero, li algo sobre, mas não sei se tá sendo feito ou é projeto.
    Grande Abraço.

  • hj eu acompanho os jogos de video game como um observador, acho que a evolução dos games foi frenético demais pra minha cabeça, pois as coisas mudaram muito desde o pac man e enduro…a verdade é que o mundo dos games vem se tornando cada vez mais abrangente e isso pode ser observado na sua integração com outras formas de arte como no cinema e na musica, sem falar no recente dominio nas redes sociais na internet, como o orkut e o facebook… Quando eu penso no futuro, com relação ao videogame, só uma frase vem na minha cabeça “o céu é o limite” por isso eu acho que quem joga videogame vai continuar jogando sempre e quem não joga, como eu, é somente uma questão de tempo pra que comece a jogar, então nesse caso…cabe a nós humanos, segurar firme os nossos controles e continuar controlando o jogo e nunca deixar que a tal inteligencia artificial assuma o comando…senão logo logo..só o Neo ou o john connor poderão nos salvar…

  • Videogame é um mundo à parte. Mas que está completamente entrelaçado com o nosso mundo. Praticamente todos os que comentaram aqui falaram de conhecimentos apreendidos por conta desse mundo onde as pessoas têm normalmente mais que uma vida, e se conseguirem pular por cima daquela árvore impossível, cair sobre aquela nuvem que não para de se mexer, dar um giro e um salto depois de cair em cima daquele pássaro de cor estranha pra alcançar uma vida extra num lugar impossível, podem sempre continuar seguindo em frente com um pouco menos de preocupação com aquela fase da árvore FODIDA. Viajei. Falava do conhecimento adquirido através dos videogames. Eu mesmo aprendi a língua inglesa através deles… E do dicionário, livro que não larguei enquanto jogava: me era impossível saber onde catar a porcaria do “espelho do impossivel” no mundo das sombras para mandar uma mexirica pra um universo paralelo, para ela se auto-descascar e espirrar aquela merda de suco da sua casca nos olhos do deus gótico maluco que observava o tempo todo enquanto meu personagem procurava uma chance de passar pelo banheiro feminino de umas ETs pra pegar o diafragma do universo escondido no bolsinhozinho pequeno na bolsa pequena daquela ET com síndrome do pânico por humanos que andam por aí com capa preta e ar misterioso de quem comeu a última rosquinha da caixa. RPGs são jogos maravilhosos. Os únicos que realmente gosto de jogar: Aperto no máximo dois botões ao mesmo tempo. E, se depender da criatividade dos japas em criar situações tão emocionantes como costumam fazer nos jogos, não paro nunca.

  • Jogarei até o fim dos tempos! Começou como um passa tempo na época do street of rage, golden axe e até sonic do mega drive. Hj continua sendo, cm outros benefícios também. Concordo que cultura se aprende também com os jogos. Graças ao winnig eleven aprendi muito sobre futebol (cá pra nós… não perco de muito marmanjo nesse jogo). Jogos, jogos… além de estimular o raciocínio, diversas táticas e decisões que temos que tomar (graaaande God of Wor e Prince os Persia), estimulam também a vontade de desenvolver novas técnicas… maravilhoso Guitar Heros (quero aprender tocar bateria graças a ele). Enfim… salve salve o video game. Mas ainda estou no aguardo do lançamento de um jogo do melhor desenho de “RPG” de todos os tempos desenho: Caverna do Dragão. Tem que ser fiel ao desenho.

  • Aou uma fanática por games.. tudo beem que na grande e esmagadora maioria das vezes não ganho.. (=/), mas faz parte..(rios) Adorei!!!.. Mas acho que sou meio suspeita pra falar…
    Eu? Até quando vou jogar? Ah.. enqnto meus dedos deixarem.

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