Poema para o amigo – Alcinéa Cavalcante (@alcinea)

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Alcinéa Cavalcante

Poema para o amigo 

É possível que eu te conte
uma história de príncipes e fadas
que escutarás com o olhar perdido na infância.
Ou que te conte uma piada tão engraçada
que rolaremos de tanto rir.
Nossas gargalhadas contagiarão os passantes
e de repente todo mundo estará rindo
sem nem saber por que.

É possível
que eu faça um café com tapioca e te chame
pois café, tapioca e amigo tem tudo a ver.

É possível que eu chegue na tua casa sem avisar
só pra te ofertar uma rosa que acabara de nascer
e te oferecer um Johrei.

É possível que eu te ofereça uma música no rádio
ou te mande, pelo Correio,
uma carta numa folha de papel almaço.

É possível que eu te ligue
no meio da noite
no meio do dia
a qualquer hora
– mesmo na mais imprópria –
só pra dizer:

Amigo, eu amo você.

Alcinéa Cavalcante

Marimbondos e amigos

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Por Manoel do Vale

Sei que a vida que nos é dada tem prazo de validade. É justo. Assim podemos planejar melhor as ações, escolher um caminho a seguir, encontrar nossas vocações, amores, objetivo. E, principalmente, fazer um inventário do que sonhávamos e do que realizamos; do que fomos e do que nos transformamos.

A vida é um universo de possibilidades regido pela lógica do acaso. É nesse universo que nos perdemos e/ou nos encontramos. E dele não podemos fugir, sob o risco de irmos parar no limbo, que deve ser muito pior do que viver na lama.

A vida tem seus marimbondos para nos ensinar a necessidade de nos fortalecermos nos amigos e assim atacar as dificuldades que nos são comuns. Digo isso, porque dia desses, ao tentar livrar um cajueiro de uma trepadeira que a estava matando, fui atacado por um enxame de marimbondos, que me deu uma surra, que, igual, eu só tomei quando era menino, lá nas matas e igarapés da Marambaia, em Belém.

Da mesma forma, tive o apoio de um enxame (pequeno)de amigos quando da morte de minha cachorrinha, a Pinta, pra ficar num exemplo mais próximo.

Amigos se reúnem pra encarar um problema grande de forma coletiva, ou simplesmente para zoar umas canções, dançar e rir e comer e ser feliz, porque ser feliz não é coisa de cinema ou novela, mas da vida real.

Sejamos amigos marimbondos, pra ajudar nos momentos difíceis e pra fazer zoeira em volta de uma mesa farta.

Fonte: SelesNafes.Com

Os caminhos são muitos, mas as verdadeiras amizades sempre dão um jeito de se encontrar (crônica da @MarileiaMaciel sobre a nossa amizade )

 
Foi assim, entre trabalho, cervejas, pautas, noitadas, agenda, telefonemas, brigas, viagens, intrigas, corre-corre e todo o que compõe uma assessoria de comunicação, que quatro pessoas foram colocadas à prova, com momentos de prazer e bate-papo, mas também teste de nervos e de paciência, durante horas, entre paredes. 
 
Tínhamos que vencer as provas e tentar chegar ao fim do jogo, entre dois extremos, saboreando e suportando a convivência com gênios diferentes em pessoas que pareciam tão iguais. Os suspiros aconteciam nas noites de cervejas no Francês ou na Euda, onde diversas vezes passamos a limpo nossa história, pulamos as páginas sem importância, e destacamos com marca-texto os melhores lances, aqueles que ficariam para sempre. 
 
Foi nosso reality show, onde só os fortes sobrevivem. Nosso Reino do Cogumelo, e nós, vestidos de encanador, encarnamos o Super Mário e fomos atrás de moedas, blocos e, quando ficamos pequeninos, corremos atrás da Flor de Fogo, pra dar força e fazer crescer.
 
Deve estar escrito em algum lugar que a amizade verdadeiramente verdadeira nasce assim, sem a obrigação de ser 24 horas legal, de sempre estar sorrindo, e ter sempre uma frase de efeito na ponta da língua. Elas podem se formar entre as ladeiras e poças de lama das estradas, nos carros oficiais, escadas palacianas, janelas peliculadas, divisórias de gesso, velhos computadores, “cliks” e “recs”, gravadores e cadernos, cerimônias e hinos, calor e frio, sacos gelados e casaco em pleno verão equatorial. 
 
O que importa é que ninguém assinou documento se comprometendo em ser formal e obedecer etiqueta, de ser sempre gentil, quando a vontade era de chamar um bom palavrão, como tantas vezes nos dissemos. Na verdade, nós quatro já brigamos entre nós mesmos, a ponto de termos atitudes infantis, que hoje me fazem rir sozinha, como passar do lado sem falar, ou mandar recado por terceiros quando apenas uma mesa nos separava.
 
Nenhum de nós foi santo. Nem demônio. Também algum estudioso já deve ter escrito que a convivência entre pessoas que têm opinião própria, certeza do taco, e que brigam pelo que acham certo, mesmo quando estão errados, nem sempre é uma brisa. Está sujeito a temporais e trovoadas, e foi isso o que aconteceu. Pra explicar, poderíamos recorrer ao zodíaco, mas não aconselho, porque já fiz horóscopo em jornal e o destino alheio era de acordo com meu humor. Aos santos e orixás, porém estes talvez não queiram se envolver em polêmica de gente polêmica. Aos sonhos, mas não há como prever o imprevisível constante. Então, melhor não entender. Ficamos assim, sem receita, pra não ter ctr c + ctr v, porque tem coisas na vida que é melhor cada um viver pra ver e aprender, ou ver pra aprender a viver.
 
E foi caminhando, trabalhando, reclamando, rindo e brigando, e também chorando, que conseguimos ser responsáveis com nosso trabalho, mesmo que as noitadas acabassem com o nascer do sol e o dia fosse a base de red Bull e café; vivendo o dia-a-dia de serviço público comum em qualquer lugar; assinando em poucos minutos o ponto acumulado, reduzindo um mês em instantes, repetindo o nome 30 vezes; e arrumando as malas pra pegar estrada. Cada um cresceu mais um pouco, aprendeu, cultivou o respeito pelo trabalho do outro, e criou uma couraça protetora para suportamos as tormentas, que sempre virão. 
 
Seguimos outros caminhos, mesmo quem continuou no próprio ambiente onde fomos forjados e convivemos, ou em outros espaços físicos, mas com uma carrada de coragem a mais, sem medo da distância entre o novo e o que largamos pra trás, e torcendo para que cada um de nós, com nossa desobediência e rebeldia natural, tenha sempre uma cena pra descrever e registrar.
 
Hoje sabemos onde dói o calo de cada um, o ponto fraco e o forte. Isso é surpreendente, porque, mesmo que a cada dia a gente descubra algo novo em cada um de nós, saberemos sempre que somos humanos, mutantes e suscetíveis a erros e acertos. Mesmo que os desencontros aconteçam, nossos caminhos sempre se cruzarão e teremos motivos pra rir, histórias pra contar e um copo pra brindar, porque nossa vida só tem sentindo se as amizades feitas no batente, e que sobrevivem ao cotidiano, sejam, sempre que possível, festejadas e lembradas.
 
Obrigada Elton Tavares, Márcia do Carmo e Marcelo Lima, pela amizade de sempre. Falta o brinde…
 
Mariléia Maciel – Jornalista, assessora de comunicação, ilustre cidadã macapaense e grande amiga deste blogueiro. 

Camundongo ‘luta’ com cobra para salvar ‘amigo’

 
Ainda no começo de março um fotógrafo flagrou um camundongo do zoológico de Hagzhou, na China, tentando salvar outro camundongo do ataque de uma cobra. A tentativa não deu certo, mas acabou viralizando a imagem na internet.
 
Meu comentário: Já fiz muito isso, cair dentro de uma briga por causa de um amigo. E em algumas vezes, a figura nem era tão amigo assim. 
 

Feliz aniversário, Júlia Canto!

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Hoje (20), é aniversário da querida Júlia Canto. Julinha. Ela mora desde criança nos Estados Unidos da América (EUA), mas graças ao seu pai, Fernando, de vez em quando dá o ar da graça em Macapá. A moça costuma aparecer de repente. Tem o poder de reunir o pessoal em festas improvisadas, que sempre são muito legais.

Conheci essa figuraça em julho de 2001, foram férias memoráveis. A estada de Júlia já foi motivo de muitas festas porretas, cheias de amigos, regadas a rock e cerveja.

Julinha é linda, por dentro e por fora, uma pessoa cativante, sorridente, inteligente e muito querida por mim, nossos amigos e, é claro, sua família.

Os anos passam, a turmas mudam, mas minha amizade e consideração com Julinha continua a mesma de sempre. Desejo tudo de melhor para você, Júlia canto. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Ricardo Pereira! – @Ricobluesman

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Eu e Ricardo Pereira, o “Ricobluesman” – Foto: Alcides Nascimento

Há exatos 51 anos, nascia no Pará, o competente professor, pai e marido apaixonado por sua família, destacado músico, engenhoso compositor, sofrido torcedor do Vasco, intérprete de Jim Morrison, excelente vocalista e líder da Manoblues Band, Ricardo Pereira. O “Ricobluesman”.

Ricardo é inteligente, descolado, estudioso e conhecedor da história do Blues e amante deste nobre estilo musical (quem já viu alguma apresentação da Manoblues sabe que ele dá uns papos legais entre uma música e outra). Ele é um cara gente fina, além de talentoso pra caramba.

De suas 51 voltas em torno do sol, Rico dedicou 35 anos ao Blues. Ontem, na AABB, em um show memorável, provou mais uma vez o seu valor e talento. O cara é foda e gente fina. Não à toa o considero um amigo e me tornei fã do músico que ele é.

Enfim, mestre bluesman, que sigas com saúde, paz, amor e essa energia canalizada para o bem e para a música que tens. Como tu costumas dizer: abraços azuis pra ti. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Parabéns, Eline Santos!

Hoje também é aniversário da amiga Eline Santos. A moça é administradora de empresas e funcionária da Unimed Macapá. Uma pessoa muito inteligente e espirituosa, amada pela família e amigos. Ela é realmente uma figuraça, quem conhece, sabe.
 
Conheço Eline desde que ela era uma molequinha, meus primos eram vizinhos dela. A menina era uma praga de atentada desde aquela época. Eline talvez seja uma das pessoas mais engraçadas e extrovertidas que conheço, pois vive de bom humor e sempre faz rir quem convive com ela.
 
Eu e Emerson, meu irmão, a adoramos, pois ela possui um senso de humor parecido com o nosso. Já demos muitas gargalhadas e tomamos muitas cervas juntos na vida. Com o passar dos anos, nos distanciamos, mas a gente “se considera”.
 
Enfim, este post é só para ressaltar que, mesmo distante, Eline tem meu respeito, consideração e amizade. Querida, desejo tudo de melhor na sua vida, parabéns e feliz aniversário!
 
Elton Tavares
*Texto republicado, mas de coração.
 

Feliz aniversário, Alice Valena! ( @AliceValena )

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Na esquerda, eu irmão Emerson e Alice (anos 80). Na segunda imagem, eu com Alice (2014).

Hoje é aniversário da mãe do Artur, filha da tia Vera e do saudoso tio Aílson, irmã do Allison e Andrew, jornalista, servidora pública, torcedora do fluminense, humorista do twitter e minha prima, Alice Valena.

Alice não é minha prima de sangue, mas por afinidade, pois nossos pais são amigos desde que me entendo por gente e essa amizade passou pra nós, os filhos. Apesar de eu ser ausente da vida dela, Allison e Andrew, adoro todos e tenho muito apreço pelos três e tia Vera.

Alice é maluca, nada politicamente correta. Nem eu, assim como ela, curto a vida. Gosto de gente assim. Somos pessoas felizes.

Enfim, sem muita rasgação de seda, desejo tudo de melhor a você, Alice. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Anderson Miranda!

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Hoje é aniversário do filho mais velho da Sabá e Waldemir, gerente da Caixa Econômica Federal, marido da Adê, vascaíno, pescador, maluco disfarçado, amante de Rock and Roll, companheiro de viagens, boteco e shows de Rock (apesar dele ter feito eu perder a última turnê do R.E.M.), além de querido amigo deste jornalista, Anderson Miranda. Um cara inteligente, prestativo, bem humorado e de ótimo caráter. O figura é, acima de tudo, um homem de bem, que prima pelo bem estar de sua família e um competente profissional.

Também conhecido, nos anos 90, por “Latino”, “Macaco” ou The Clash, não consigo precisar o ano exato que conheci o Anderson, mas garanto que faz mais de 20 verões. O cara possui um grande coração e está sempre disposto a ajudar um familiar, amigo ou simples conhecido. Sempre que precisei deste amigo, ele me ajudou e sou grato por isso.

Ele também é culto como poucos e quem conhece sua história sabe que ele é um vencedor, pois batalhou muito para isso. Com ele, já vivi momentos memoráveis e fiz farras épicas. Algumas são totalmente impublicáveis, mas “tu sabes…”, Anderson (risos).

O Clash já me ajudou muito. Na época em que todos da velha turma eram doidos varridos, ele era a coerência. Pena que nem todos seguiram seu exemplo de trabalhar por uma vida menos ordinária. Tenho muito orgulho de dizer que o Macaco é meu amigo. Aliás, eu e meu irmão Emerson adoramos esse cara.

Clash, velho amigo. Que tu sigas a iluminar a vida de todos que lhe cercam. Que Deus (apesar de você ser o ateu mais cristão que conheço) te mantenha saudável por pelo menos uns 200 anos. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Há 58 anos, John Lennon e Paul McCartney foram apresentados

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A imagem do local exato onde aconteceu o encontro possui uma placa com as palavras de Lennon sobre a data: “Aquele foi o dia, o dia que eu encontrei Paul, que as coisas começaram a se mover”.

Há exatos 58 anos, no dia 6 de julho de 1957, John Lennon, com 17 anos e Paul McCartney, com 15 anos, foram apresentados em Liverpool (ING). Encontro, que originou a maior parceria da história da música, ocorreu na na igreja de São Pedro, antes do show da banda The Quarrymen.

Eles foram apresentados por Ivan Vaughan, que às vezes tocava com John.A imagem do local exato onde aconteceu o encontro possui uma placa com as palavras de Lennon sobre a data: “Aquele foi o dia, o dia que eu encontrei Paul, que as coisas começaram a se mover”.

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Atualmente, a igreja ainda está ativa com seu objetivo primário, mas é bastante visitada pelos fãs de música ter sido o local onde o primeiro embrião dos Beatles surgiu.

Dirigido por Vincent Haycock, Paul McCartney lançou um clipe em alusão ao encontro. Apesar de amar Led Zeppelin, Pink Floyd e Rolling Stones, para mim, os Beatles foram e sempre serão os maiores do Rock e da música mundial.

Assistam o vídeo em homenagem a data:

Fonte: Revista Rolling Stone.

Elton Tavares

Um ano de vida (e muito amor): feliz aniversário, Maitê!

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Há exatamente um ano, a parte do meu coração que mora em Belém aumentou de tamanho por conta do nascimento de Maitê Ferreira Tavares. Filha do meu irmão Emerson e da cunhada Andresa, Maitezinha é a primeira neta de minha mãe, minha linda sobrinha, afilhada e um dos amores eternos da minha vida.

Não tenho jeito com crianças, mas amo brincar, caducar e corujar a Maitê. Vê-la dar os primeiros passos com seu único dentinho na boca é uma benção. Amo até sua brabeza, pois a nossa princesa já tem muita personalidade.

Apesar de morar com seus pais em Belém (PA), “longe, longe, longe (aqui do lado), nada nos separa”, nem o maior rio do mundo. Quando a falta dela aperta, o whatssap ameniza nossas saudades.

Graças a Deus, nossa princesa tem muita saúde e é uma lindeza. Minha sobrinha chegou há um ano e veio reforçar nossos laços de amor. Obrigado, Deus, sindico, universo, ou seja lá o nome da força que rege tudo isso aqui. Meus parabéns, Maitê. Titio ama-te de forma desmedida. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Ricardo Primo!

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Hoje é aniversário do autônomo, pai de duas lindas meninas, cozinheiro de mão cheia, boêmio, cara apaixonado pela família e amigos, Ricardo Araújo. O popular “Ricardo Primo”. Um homem de bem, além de velho e querido amigo.

Ricardo é um cara ponderado, observador, prudente, caladão (sonso), inteligente, paciente, confiável, sossegado, sem estresse e possui bom papo. É um ser humano que respeita os outros e se puder, ajuda quem quer que seja. É, com toda certeza, um homem do bem.

Nos conhecemos em 1994. Eu com vontade de dar umas porradas dele por conta de uma amiga. Ele e ela tinham um lance na época e rolou discussão. Como tenho o defeito supremo de comprar briga dos amigos, me estranhei com Ricardo. (confesso que naqueles tempos, eu era um tanto marginal).

Logo depois, vi que o cara é gente boa. Tornamo-nos amigos. Uma conexão inusitada é verdade. A partir daí, só saíamos juntos. Naquela época, com uma trinca de amigos, batíamos ponto nos botecos e boites de Macapá.

Há tempos, Primo foi morar em Belém (PA) e perdemos o contato. Ele voltou para Macapá no ano passado, mas nos vemos bem pouco. Só que ressalto que meu respeito e amizade pelo cara não diminuiu. Ele continua a ser um brother querido.

Reencontrei Ricardo há pouco mais de um ano. Foi porreta revê-lo após anos, mas apesar de morarmos em Macapá, quase não nos vemos. Coisas da vida. Apesar da ausência, ele sabe o quanto o admiro, respeito e nutro aizade por sua pessoa.

Ricardo, meu amigo, sabes o quanto torço pelo seu sucesso. Que sigas com saúde e paz. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

HOJE rola o III “Jork and Roll”, em memória de Jorkdean Vilhena

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Por Fabiana Figueiredo

Sucessos do rock, conscientização e emoções não vão faltar no 3º “Jork’n’roll”, em Macapá. O festival, que vai reunir 8 bandas, marca homenagens a um músico amapaense que foi morto após uma briga no trânsito, em 2013. Hoje (27), a partir das 17h, a organização do evento espera reunir 5 mil pessoas na Praça da Bandeira, no Centro da capital.

Em memória ao baixista Jorkdean Silva, o “Jork’n’roll” propõe conscientizar a população para a redução de mortes no trânsito. O músico morreu aos 35 anos após ser agredido com um golpe de capacete na cabeça durante uma discussão no trânsito em Macapá. A programação é organizada por familiares e amigos do músico.

Vão se apresentar Zênite, banda de rock de São Paulo, e outras 7 do Amapá, tais como Além do Rádio, Stereovitrola, Motel 69, Obthus, Cerimonial Sombrio e Arsênyo. Jorkdean era o baixista de uma das bandas convidadas para o festival, a Sloth. Também estão programados covers dos Beatles e Raul Seixas no festival.jork3.jpg_-_valendo

“Jork’n’roll” surgiu como um evento organizado na casa da família do artista, em 2013, ano da morte do amapaense. No ano seguinte, a programação reuniu cerca de 2 mil pessoas na Praça da Bandeira.

Para ajudar a custear as despesas com o festival, familiares e amigos estão sorteando uma guitarra através de uma rifa, vendida ao preço de R$ 10.

 JorkMeu comentário: Conheci o Jork em 1991, quando cursamos juntos a 7º série juntos, na Escola Alexandre Vaz Tavares (AVT). O cara era um gozador, um sacana gente boa. Ele foi um dos melhores músicos que vi tocar, principalmente Heavy Metal.

Com a banda Sloth, Jork embalou piseiros memoráveis nas noites quentes de Macapá. Tempos bons aqueles. Figura nada ortodoxa, fazia miséria no baixo. Todos nós, os malucos da cidade, adorávamos aquele cara. Ele sempre viverá nos nossos corações. Enfim, o Jork and Roll será um evento não somente de Rock, mas um encontro de velhos amigos.

Serviço:

3º “Jork’n’roll”
Dia: 27 de junho
Hora: a partir das 17h
Local: Praça da Bandeira
Entrada: franca
Informações: (96) 99172-5792 ou 98123-3412

Fonte: G1 Amapá