Sesc AP realiza a 2ª edição do SESC GEEK com uma vasta programação

O Sistema Fecomércio AP, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc), apresenta no dia 1 de junho a 2ª edição do SESC GEEK, das 13:30 às 21h, no Sesc Araxá. O evento é pautado no universo Geek com uma programação voltada à diversão e entretenimento do público em geral e contará com atrações musicais, oficinas, workshop, palestras, batalha medieval, concursos Cosplay, balada Geek, entre outros.

Duas atrações nacionais estão confirmadas, Úrsula Bezerra, dubladora e diretora de dublagem brasileira, conhecida como a voz dos personagens Goku criança no anime Dragon Ball e Naruto Uzumaki no anime Naruto.

A YouTuber, Thais Genaro, do grupo EVE – Fogo e Ar, que já soma mais de 189 mil inscritos na plataforma. Ela participará de um bate-papo sobre K-pop, às 19h30. O evento ainda contará com espaços de Games Retrô, Realidade Virtual, Espaço RPG, Card Games e Stands de vendas de produtos Geeks.

Programação:

• Abertura com a banda Guerra Em Paz.
• Random play dance com músicas de k-pop.
• Oficina de RPG com Daniel Coimbra.
• Workshop de Mangá com Wellignton Moura.
• Bate-papo sobre dublagem com Úrsula Bezerra.
• Batalhas medievais.
• Concurso Cosplay.
• Bate-papo sobre K-Pop com Thais Genaro.
• Apresentação de grupos de K-pop.
• Balada Geek.
• Quiz e Desafios Geeks (durante a programação)

Serviço:

Sesc Geek 2019
Ingressos: R$ 10,00 (pulseira individual) e R$ 20,00 (pulseira + camisa) nas unidades do Araxá e Sesc Centro
Local: Rua Jovino Dinoá, Nº 4311, Beirol e Rua Tiradentes, Nº 998, Centro
Data: 01/06
Hora: 13h30 às 21h

Coordenadoria de Comunicação e Marketing do Sesc Amapá
E-mail: [email protected]
Fone: (96)3241-4440 (ramal 235)

Curso de teatro discute artes cênicas com workshops, oficinas e espetáculos no AP

Experimento cênico busca fazer pontes entre Macapá e São Paulo e seus problemas sociais — Foto: Coletivos Agrupamento Cynétiko e Frêmito Teatro/Divulgação

Por Carlos Alberto Jr

Iniciou na segunda-feira (21), no campus Marco Zero da Universidade Federal do Amapá (Unifap), o primeiro de três eventos dedicados às artes cênicas em Macapá. Promovidos pelo curso de licenciatura em teatro, as programações incluem palestras, workshops, apresentação de produções cênicas e acadêmicas.

Os eventos são: 4º Seminário de Artes Cênicas do Amapá, que segue até sexta-feira (24); 3º Encontro de Licenciaturas em Teatro da Região Norte, que acontece na quarta-feira (22); e o 6º Encontro Nacional de Pedagogia das Artes Cênicas, que acontece entre quinta-feira (23) e sábado (25).

Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público. Entre os convidas, a organização destaca a doutora em artes, Márcia Strazzacappa; a doutoranda em artes cênicas, Tainá Macêdo Vasconcelos e o ator e diretor carioca Dimir Viana.

A programação traz também performances artísticas como “Lugar da Chuva”, dos coletivos Agrupamento Cynétiko (SP) e Frêmito Teatro (AP) e Jornada Bufa, do Cortejo Produções Artísticas.

Ator e diretor Dimir Viana é um dos convidados para as programações — Foto: Divulgação

Confira as programações:

4º Seminário de Artes Cênicas do Amapá

Quinta-feira

8h: Credenciamento
Local: Anfiteatro da Unifap
19h: Performance “Porta – retrato”
Local: Anfiteatro da Unifap
20h: Espetáculo “Lugar da Chuva”
Local: Espaço Garden In Cena (Amapá Garden Shopping)
Sexta-feira

8h: Credenciamento
Local: Anfiteatro da Unifap
14h: Oficina “Intervenção Urbana: diálogos entre a mulher e a cidade”
Local: Núcleo Âmago (Rua General Rondon, 145º, Laguinho)
14: Apresentação de trabalhos acadêmicos
Local: Auditório do Departamento de Ciências e Exatas
19h: Performance “A cadeira do não é sempre branca”
Local: Auditório Central
20h: Espetáculo ” Jornada Bufa”
Local: Auditório Central
3º Encontro de Licenciaturas em Teatro da Região Norte

Quarta-feira

8h: Credenciamento
Local: Anfiteatro da Unifap
9h30: Os Cursos de Licenciatura em Teatro da Região Norte: Entre o Ensino, a Pesquisa e a Extensão – Mapeamento e Criação de Redes
Local: Auditório Central da Unifap
14h: Plenária: Que Associação Queremos?
Local: Auditório Central da Unifap
16h: Intervenção Educativa: Rotas Criativas em Arte
Local: Galeria Fátima Garcia
18h: lançamento de livros
Local: Auditório Central da Unifap
6º Encontro Nacional de Pedagogia das Artes Cênicas

Quinta-feira

8h: Credenciamento
Local: Anfiteatro da Unifap
9h15: Lançamento da Especialização em Estudos Teatrais Contemporâneos do Curso de Teatro da Unifap
Local: Auditório Central da Unifap
Palestra: A Base Nacional Comum Curricular e o Ensino de Arte
Local: Auditório Central da Unifap
Oficina: Dançando com os sentidos
Local: Núcleo Âmago (Rua General Rondon, 145º, Laguinho)
Oficina: Jogos do Teatro do Oprimido – Contextos e Intencionalidades
Local: Auditório Central da Unifap
Intervenção Educativa: Rotas Criativas em Arte
Local: Galeria Fátima Garcia

Sexta-feira

8h: Credenciamento
Local: Anfiteatro da Unifap
9h: Encaminhamentos para o Grupo de Trabalho da Pedagogia das Artes Cênicas e o XI Encontro da Abrace na Unicamp
Local: Auditório Central da Unifap
14h: Oficina: Drama e Adolescentes: Possibilidades para o Ensino do Teatro na Educação Básica
Local: Espaço Garden In Cena (Amapá Garden Shopping)

Fonte: G1 Amapá

Poema de Pat Andrade é selecionado para a 15ª edição da Revista Literalivre

A poeta Pat Andrade, colaboradora do Blog De Rocha!, teve seu poema “Pena perpétua” selecionado para a 15ª edição da Revista Literalivre, que é uma publicação brasileira de periodicidade bimestral, com distribuição eletrônica em PDF e totalmente gratuita.

Pat Andrade

A Literalivre trabalha com o intuito principal de dar espaço aos escritores e artistas de todos os lugares, amadores ou profissionais, publicados ou não, que desejam divulgar seus escritos e mostrar seu talento de forma independente e livre.

No momento, está no ar a 14ª edição. A 15ª será publicada até o final do mês de maio. Saquem aqui: http://cultissimo.wixsite.com/revistaliteralivre

Pena perpétua

o poeta aprisiona
não precisa
de corda,
grade ou algema…
o poeta prende
pela palavra
e sua pena.

(Pat Andrade)

Parabéns, Pat!

V Seminário de Artes Cênicas abre semana de eventos do curso de Teatro na Unifap

Está acontecendo desde esta segunda-feira, 20, o V Seminário de Artes Cênicas do Amapá – Múltiplos Territórios de ocupação. O evento, que é realizado pelo curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Amapá (Unifap), vai até esta sexta-feira, 24, no Campus Marco Zero do Equador, em Macapá (AP). De acordo com os organizadores, o objetivo é apresentar pesquisas na área de teatro, tanto as localmente produzidas como as discussões mais atuais da área, além de promover a interação com pesquisadores de várias partes do Brasil e de outros países como o pesquisador Lechby François, doutorando em ciências da educação na Université de Guyane.

No dia 22 as graduações da região Norte se reunirão no III Encontro de Licenciaturas em Teatro da Região Norte. O evento mapeará ações de ensino, pesquisa e extensão realizadas pelas licenciaturas em Teatro da região Norte com o intuito de estabelecer redes colaborativas para promover intercâmbio e divulgação das produções teóricas e artísticas para todo o Brasil. O encontro ocorrerá no anfiteatro da Unifap, em Macapá (AP).

A Unifap recebe ainda, de 23 a 25 de maio, o VI Encontro Nacional de Pedagogia das Artes Cênicas, no anfiteatro do campus Marco Zero do Equador. Com o tema “Artes Cênicas: como ainda (re)existir?”, o evento será organizado em grandes temas, como Políticas públicas (escola sem partido, reformas curriculares); Diversidade (gênero, étnico-racial); Acessibilidade Cultural; Formação de professores; e Espaços e tempos de formação em Artes.

Serviço

V Seminário de Artes Cênicas do Amapá. De 20 a 24 de maio de 2019. Informações:https://www.even3.com.br/artescenicasamapa/

III Encontro de Licenciaturas em Teatro da Região Norte. Dia 22 de maio de 2019. Informações:https://www.even3.com.br/teanorte/.

VI Encontro Nacional de Pedagogia das Artes Cênicas. De 23 a 25 de maio de 2019. Informações:https://www.even3.com.br/pedace/

Todos com entrada gratuita e abertos ao público em geral.

Ronaldo Rony apresenta hoje, na sede do Conselho de Cultura do Amapá, seu primeiro Stand-Up

Ronaldo Rony, meu candidato para conselheiro de Cultura do Amapá (Consec/AP), no segmento Artes Visuais, apresenta hoje (18), a partir das 17h, na sede do Consec, seu primeiro Stand-Up. Vá ou arrependa-se para sempre.

Serviço:

Primeiro Stand-Up de Ronaldo Rony
Local: Consec/AP, na Avenida Cora de Carvalho, em frente à Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), no bairro Santa Rita, em Macapá.
Hora: 17h
Entrada: franca.

17ª Semana dos Museus: Banda Placa disponibiliza acervo cultural e histórico do Amapá

Foto: Phillippe Gomes/Secom

Por Nathacha Dantas

O auditório da Biblioteca Pública Elcy Lacerda foi palco para troca de conhecimento entre gerações, durante a programação da 17ª Semana Nacional de Museus, em homenagem ao Dia Internacional dos Museus, celebrado neste sábado, 18 de maio. Estudantes das escolas estaduais Alexandre Vaz Tavares, Barão do Rio Branco e Antonia Silva Santos, localizada no município de Mazagão Velho, pela primeira vez tiveram acesso ao acervo histórico e cultural construído pelos fundadores do grupo amapaense Banda Placa que existe há quase quatro décadas e, acabou transformando suas músicas em projetos pedagógicos.

Foi proporcionado um bate-papo entre os integrantes da banda, estudantes, líderes de grupos tradicionais e demais visitantes que colheram informações, tiraram dúvidas e acompanharam a exibição da série “Diversidade Cultural do Amapá”, com mostra de vídeos, resultado de linhas de pesquisas sobre a cultura de pelo menos nove comunidades históricas que influenciaram os músicos, entre elas, Mazagão Velho, em Mazagão; Curiaú, em Macapá, e o Tambor de Criola, em Porto Grande e, suas festividades como do São Tiago, São Gonçalo, Divino Espírito Santo e Mãe de Deus da Piedade.

O fundador e vocalista do grupo, Carlos Augusto Gomes, o Carlitão, revela que o acervo contém mais de 400 produções que contam a cultura, tradição e peculiaridades das comunidades tradicionais.

Difusão cultural

Também foi apresentado ao público o livro “Luz” que, em um pouco mais de 200 páginas, retrata toda a trajetória da Banda Placa e as pesquisas de campo feitas nessas comunidades. “Nossa missão sempre foi contar a história do Amapá com conhecimento. E isso exige pesquisa e muito trabalho. Nos sentimos realizados hoje em poder compartilhar com tantos jovens e estudantes o nosso acervo que é uma produção independente. E poder deixar esse legado às gerações que virão”, enfatiza Carlitão.

De acordo com os autores, o livro levou três anos para ser finalizado e foi lançado oficialmente em março deste ano no Teatro das Bacabeiras. Dois exemplares foram doados para a Biblioteca Pública para consulta de usuários. Cada uma das nove comunidades pesquisadas também receberam entre cinco e oito exemplares da obra.

Banda Placa

A Banda Placa foi criada em 1983 por Carlitão e o irmão dele, o músico Álvaro Gomes, e entrou nas paradas de sucesso das rádios tocando canções como: “Minha Cidade”, “Placlarear”’ e “Amassadeira” e gravou seis Cd’s.

Ao longo de 36 anos, 67 músicos passaram pela banda e alguns continuaram no cenário musical e fazem sucesso na carreira solo, nomes como Joãozinho Batera, Osmar Júnior, Roneri, entre outros, que ajudaram a formar a identidade cultural do Amapá e o jeito de ser do povo tucuju, através de suas canções.

As músicas são produzidas e baseadas nas diversas peculiaridades que compõe a cultura e história do estado. “Nós temos uma música chamada ‘Levada do Bolão’, onde fazemos um registro do grupo do bolão muito famoso em Mazagão composto pela Tia Chiquinha, já falecida, o Velho Bolão. Outra música nossa é a ‘Tambores’ que fala da fundação do município de Mazagão”, relembra.

Além de cantar a cultura tucuju a Banda Placa realiza projetos culturais, sociais e educacionais, fomentando o legado da produção cultural amapaense e da história do povo, entre eles : A Vida e Obra de Paulo Diniz; Rock Luz; Carnaval do Povo; Música na Escola; Mazagão Velho dois séculos de Cultura; Ponto de Encontro; Placa Esporte Clube; Alé; Frutos e Sementes; Tambores; Nossos Ídolos e Aiô Folia.

A formação atual da Banda Placa possui 12 integrantes, são eles: Carlitão e Batan (vocalistas), Alan Gomes (baixo), Álvaro Gomes (guitarra), Macarrão (bateria), Diego Gomes (percussão), Grilo (percussão), Sinei Sabóia (trompete), Amilson (teclado), Nel (sax e flauta), Valério (percussão) e Xuxu (trombone).

“Ao longo desses 36 anos temos trabalhado para deixar um legado às futuras gerações. E em 2019, nós ainda vamos realizar mais dois eventos como esse, convidando os jovens e representantes das comunidades pesquisadas para prestigiar e interagir conosco”, releva o músico Carlitão.

Ele adianta que o último evento deve acontecer no mês de novembro, celebrado como o mês do músico, no Centro de Educação Profissional de Música Walkíria Lima, encerrando a turnê histórica de 36 anos da Banda Placa.

Cantores Hélio Cortes e João Amorim se apresentam no projeto “Música da Gente”, no Sesc Araxá, nesta sexta-feira (17)

Por Pérola Pedrosa

Esta noite de sexta-feira (17), o projeto Música da Gente recebe os músicos Hélio Cortes e João Amorim, com participação especial dos finalistas do Festival Music Macapá, tocando o melhor da MPB, a partir das 20h, no salão de evento do Sesc Araxá.

Com um repertório riquíssimo, o cantor, compositor e instrumentista amapaense João Amorim é uma das revelações da música popular da Amazônia nos últimos anos, seu estilo musical faz um mix de ritmos com o marabaixo, baião, batuque, salsa, funk soul, rumba e canções eruditas. Já Hélio Cortês, com voz e violão, toca clássicos da música popular brasileira com maestria.

E o talento continua no palco, com a participação dos músicos Arthur, Wanderson Lobato e Lilian França, finalistas do 3º Festival de Música que ocorreu no Macapá Shopping, que ocorreu no início deste mês de maio, eles darão uma grande “canja” para o público que for ao show.

João Amorim será acompanhados pela banda Bandaia, formado por grandes músicos do Amapá. O Projeto Música da Gente é mais um espaço que o Sesc disponibiliza para a cultura amapaense, buscando promover os artistas e formar plateias.

“Será uma noite para enaltecermos a música popular brasileira, com grandes músicos e conhecer os novos talentos do Amapá”, destaca Vânia Pena, coordenadora de Cultura do Sesc Amapá.

Serviço:

Projeto “Música da Gente MPB”, com os cantores Hélio Cortes e João Amorim
Data: 17/05/2019
Local: Salão de eventos do Sesc Araxá, na Rua Jovino Dinoa, 4311 – Beirol, zona sul de Macapá/AP.
Hora: a partir das 20h
Ingressos: R$ 5,00.

Fonte: Café com Notícias

Macapá Verão 2019: publicado edital de credenciamento de atividades artísticas e culturais

A Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) divulgou o Edital de Chamada Pública de credenciamento de atividades artísticas e culturais para o Macapá Verão 2019. O documento traz informações para a credenciação de atrações artística e/ou culturais, propostas por companhias, grupos, bandas, coletivos, artistas, produtores de arte e cultura, de renome local ou regional, consagrados pela crítica especializada ou pela opinião pública, para eventual contratação para compor a grade de programação do Macapá Verão deste ano, que ocorrerá no período de 4 de julho a 1º de agosto.

Os recursos orçamentários e financeiros necessários para o desenvolvimento desta ação serão oriundos do Programa de Trabalho Viver Cultura e do Tesouro municipal. Os proponentes credenciados do edital de chamada pública poderão prestar serviços artístico/culturais nos eventos do Macapá Verão 2019 e serão remunerados por transferência bancária, em favor do representante legal das atrações e/ou do próprio proponente.

Os critérios de participação e datas podem ser encontrados no edital, pelo link: https://fumcult.macapa.ap.gov.br/editais/edital-de-chamada-publica-macapa-verao-2019-002-2019/

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Fcumcult
Contato: 98104-9355
Fotos: Arquivo – Max Renê e Gabriel Flores

Secretaria de Cultura abre Chamada Pública para credenciamento de grupos e artistas

Foto: Maksuel Martins/Secom

Por Henrique Borges

A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) abriu inscrições da Chamada Pública n° 002/2019 para o credenciamento de companhias, grupos e artistas interessados em participar de programações culturais organizadas pelo Governo do Amapá em 2019. O edital foi divulgado na página 18 do Diário Oficial do Estado do dia 13 de maio.

Artistas individuais, companhias e grupos de teatro, dança, artes visuais e música estão aptos a participarem, para futuras contratações em eventos, projetos e atividades artísticas e culturais realizadas ou apoiadas pela Secult nos municípios amapaenses, de acordo com os critérios do edital.

A inscrição é presencial e online. Os interessados devem preencher uma ficha e enviá-la para o e-mail [email protected] e apresentar os documentos descritos no edital, até o dia 7 de junho, presencialmente na Secretaria de Cultura, localizada na Rua: Eliezer Levy, 2045, no Centro de Macapá. (Clique aqui para baixar o edital, onde também se encontra a ficha de inscrição no final do documento).

Evandro Milhomen, secretário de Estado da Cultura.

A Chamada Pública tem duração de um ano após a conclusão do certame, podendo ser renovado por até 12 meses. “Queremos desburocratizar o credenciamento e tornar as contratações mais viáveis economicamente, pois o quantitativo e os valores a serem pagos pela prestação dos serviços, já estão previamente estabelecidos, o que proporciona à Secult um melhor atendimento nos princípios da legalidade”, esclarece o secretário de Estado da Cultura, Evandro Milhomen.

As atrações credenciadas permanecem nesta condição até o final do período de vigência da Chama Pública, sendo permitida a realização de até, no máximo, cinco apresentações sequenciais, podendo ser renovada obedecendo a ordem classificatória do resultado do certame conforme o artigo 3° do edital.

Esta é a segunda Chamada Pública realizada em 2019. A primeira foi durante a Semana Santa e, a partir deste novo edital, a Secretaria de Cultura busca otimizar os serviços de contratações de artistas e grupos, para uma melhor organização do calendário de atividades e eventos.

Curso de Teatro da Unifap recebe nota 4 em avaliação do MEC

O curso de Licenciatura em Teatro, da Universidade Federal do Amapá (Unifap), obteve conceito 4 ̶ em uma escala que vai até cinco ̶ na avaliação de reconhecimento do Ministério da Educação (MEC ), o que atesta a qualidade do curso e torna a graduação apta a continuar funcionando e ofertando vagas. O MEC também avaliou este ano os cursos de Fisioterapia, Engenharia Civil e Licenciatura em Letras – Libras/Português e todos também alcançaram conceito quatro.

O coordenador da licenciatura, Raphael Brito, credita o conceito 4 à qualidade das produções (científicas, artísticas, técnicas, de extensão, de ensino e de pesquisa) que são realizadas pela graduação.

“O curso de Teatro é um curso pioneiro no Amapá, tem só seis anos de existência e, para nós, ter alcançado a nota quatro foi extremamente importante para mostrar o real significado do que a gente tem feito. Esse reconhecimento faz nós vermos que tem sido de grande valia o que tem acontecido no curso. [O conceito 4] nos impulsiona a continuar com a qualidade que a gente tem trabalhado, apesar das inúmeras dificuldades”, observa o coordenador do curso, Raphael Brito.

Para a pró-reitora de Ensino de Graduação, Elda Araújo, o resultado da avaliação do MEC engrandece institucionalmente a Unifap e mostra o compromisso do curso com as metas constantes tanto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Instituição como a execução do Projeto Político-Pedagógico da graduação.

Os cursos de educação superior passam por três tipos de avaliação do MEC: para autorização, para reconhecimento e para renovação de reconhecimento. A avaliação é conduzida pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O curso

A graduação em Licenciatura em Teatro existe desde 2013 e atualmente possui 139 alunos matriculados. O corpo docente é formado por 12 professores, sendo um doutor e 11 mestres ̶ dez deles cursando o doutorado.

Atualmente, a licenciatura realiza a gestão do Programa de Cultura da Unifap (Procult), com a execução de 13 projetos culturais e educacionais, e desenvolve quatro projetos de extensão: “Poéticas de Teatro de Grupo”; “Socializando a Cultura”; “A cena como lugar de discussão artisdocente”; e “Processo Educativo em Arte: Posicionamentos em Artes Visuais e Teatro”.

Na pesquisa, o curso tem oito projetos ativos e três grupos de pesquisa certificados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq): Núcleo de Estudos em Espaços Culturais, Inclusivos e Deliberativos (Necid); Grupo de Pesquisa em Artes Cênicas; e Grupo de Pesquisa Laboratório Nômade.

Política de Avaliação Interna – A Unifap estabeleceu uma política de avaliação interna dos cursos de graduação com o objetivo de realizar um diagnóstico preventivo das graduações, no intuito de sanar as deficiências e prepará-las para a avaliação do MEC. O acompanhamento dos cursos de graduação da Unifap é realizado pelo Departamento de Avaliação Interna (Deavi), que aplica a mesma sistemática de avaliação do MEC. Até março deste ano, 90% dos cursos já haviam sido avaliados.

Assessoria de comunicação da Unifap

EXPOSIÇÃO: TISNAS REMINISCENTES do artista J.Marcio, que ilustra diversos suportes com o uso de FUMAÇA

Relembrando personagens de sua vivência no Distrito de Bailique-AP, J.Marcio realiza uma bela exposição, que reúne técnica, literatura, pessoas, bichos e muita reflexão tendo como base a ECOART.

A exposição será na Galeria Antônio Munhoz – SESC ARAXÁ, dia 17/05, com abertura a partir das 19h. Às 17h haverá uma RODA DE CONVERSA com o tema “REFLEXÕES REMINISCENTES SOBRE O PROCESSO DE CRIAÇÃO”.

A exposição ficará até 17 de junho 2019.

Assessoria de comunicação

Espetáculo estimula sentidos com luzes, sons e aromas em bebês de até 3 anos de idade em Macapá

Peça de teatro ‘Voa’ estimula os sentidos sensoriais de crianças com luzes, sons e aromas — Foto: Sesc/Divulgação

Por Ugor Feio

Integrante do projeto nacional “Palco Giratório”, o espetáculo teatral “Voa” estimula os sentidos sensoriais com luzes, sons e aromas em crianças de até 3 anos e será apresentado em Macapá. A peça terá duas sessões, às 10h e às 16h de terça-feira (14), no Sesc Araxá, na Zona Sul.

A produção é uma realização do Coletivo Antônia, do Distrito Federal, com adaptação livre do conto infantil “A Menina e o Pássaro Encantado”, de autoria de Rubem Alves.

De acordo com a coordenação do Palco Giratório, que é uma realização do Serviço Social do Comércio (Sesc), a narrativa de “Voa” retrata o encantamento pela imensidão do mundo, os impulsos da criança em crescer com os riscos do “desconhecido”.

Espetáculo ‘Voa’ ocorre em duas sessões, às 10h e às 16h de terça-feira (14), no Sesc Araxá — Foto: Sesc/Divulgação

O texto percorre a trajetória da relação de cumplicidade e carinho entre uma dupla de crianças e um pássaro, e explora a perspectiva sobre as diferenças, abordando sentimentos profundos como a saudade e o medo da solidão.

O educador cultural do Sesc, Genário Dunas, detalha que a peça tem um caráter exclusivo, por ser voltada a bebês, e foge do contexto em que o público está acostumado a ver em espetáculos infantis.

“Possui uma linguagem única e ao mesmo tempo plural. É delicado e voltado para esse universo particular dos bebês, especialmente a questão sensorial. Resgata os cinco sentidos e desperta nos pequenos, através do teatro, esse dispositivo tão particular do ser humano”, detalhou.

“Voa” narra a trajetória da relação de cumplicidade e carinho entre uma dupla de crianças e um pássaro — Foto: Sesc/Divulgação

O ambiente da peça estimula a interação dos pequenos com as luzes, os barulhos e os cheiros da história, assim como a própria cenografia em si.

O coletivo brasiliense é um companhia de teatro que atua desde 2009, com trabalho focado em pesquisas de linguagem cênica para bebês e crianças de, no máximo, cinco anos de idade.

Serviço:

Espetáculo “Voa”
Dia: 14 de maio (terça-feira)
Local : Salão de Cultura do Sesc Araxá
Hora: 10h e 16h
Ingressos: R$ 10
Classificação: Crianças de até 3 anos (acompanhadas de apenas um responsável)

Fonte: G1 Amapá

O valor das artes e os artistas plásticos – Crônica porreta de Fernando Canto

Por Fernando Canto

O Amapá sempre foi muito injusto e ingrato com seus artistas plásticos. Talvez porque não vivem na mídia como os músicos e compositores ou, mais raramente, como os escritores quando premiados.

Há muito acompanho a evolução das artes amapaenses, pois sempre admirei a pintura e busquei incentivá-la, tentando valorizar cada novo artista que surgia e promover aqueles mais considerados, com exposições montadas dentro e fora de Macapá. Por acompanhar esse processo possuo uma razoável coleção de telas e esculturas de diversos artistas, iniciada na década de 70. Algumas figuram em catálogos, capas de livros e outros impressos e já participaram de mostras periódicas de arte.

Raríssimos são os fiéis que vão às missas na igreja mais antiga da cidade que sabem identificar a autoria dos belos painéis iluminados atrás do altar. “Fuga para o Egito” e “São José Carpinteiro”, exemplos clássicos de pintura acadêmica, são do padre Lino Simonelli, aquele padre italiano brincalhão de barba longa e branca, que a todos envolvia com sua simpática e humilde forma de ser. Poucos também deram o devido valor ao padre Fúlvio, um arquiteto italiano que projetou igrejas e outras obras importantes da Diocese de Macapá. Fúlvio também pintou dezenas de obras de arte com seu estilo bizantino, enriquecendo de detalhes o traje dos santos retratados, as cercaduras e coroas, sem contar que o tipo de tinta e as cores que usava davam um significado especial às telas e um valor estético fora do comum.

 

Uma das maiores expressões do modernismo brasileiro morou no Amapá. Pelo que conheço há apenas uma única obra de Aluísio Carvão em Macapá. Está na residência governamental. É uma pequena pintura da grade de ferro de um calabouço da fortaleza de Macapá em tons vigorosos de vermelho claro-escuro, adquirida provavelmente no primeiro governo do Território do Amapá. Carvão era cunhado de Janary Nunes. Premiadíssimo, ganhou bolsa de estudos para estudar pintura na França e se radicou no Rio de Janeiro, onde suas obras foram valorizadas e seu trabalho reconhecido.

Muitos dos nossos melhores artistas migraram para aperfeiçoar suas técnicas. R. Peixe, que pintava vasos e ladrilhos na antiga Olaria Territorial, estudou no Rio, voltou e se tornou um dos mais importantes artistas locais. Manoel Bispo, o mais fantástico surrealista que conheço, e Olivar Cunha estudaram na escola do Parque Lage, também no Rio. Já Manoel Costa, que misturou estilos de Bianco e Portinari nos seus trabalhos de temática amazônica, consagrou-se com seu talento e ainda hoje realiza exposições no Brasil e no exterior. Vicente Souza, o pintor dos bambus, premiado na Europa, era oriundo do município de Amapá. Infelizmente teve a carreira interrompida pelo seu brutal assassinato no Rio de Janeiro.

O. Cunha, que a todos surpreendeu com a confecção de painéis no programa televisivo “Roda Viva”, apresentado pelo jornalista Carlos Lobato na TV Band, vive em Vitória, no Espírito Santo, onde trabalha como pintor e restaurador de obras de arte e até de igrejas. Considero O. Cunha um dos mais talentosos artistas locais, de quem cultivo a amizade e adquiro telas há mais de trinta anos. São muitos os artistas amapaenses, antigos e novos, todos com brilho próprio que admiro pela criatividade e talento, e torço para que despontem nesse difícil cenário das artes plásticas nacionais. Entre eles estão o Dekko, Tom D.C., Limeira, Homobono, Grimualdo, Ivam Amanajás, Wagner Ribeiro, Irê Peixe, Ernandes, Josaphat e Herivelto. Agora só falta o poder público fazer a sua parte e valorizar esses extraordinários artistas que merecem ser reconhecidos pelo conjunto da sociedade. Porque de uma coisa tenho certeza: todos eles valorizam as coisas de nossa terra.

Hoje é o Dia do Artista Plástico – Minha homenagem aos profissionais

Hoje, 8 de maio, é o Dia do Artista Plástico. A data foi escolhida em homenagem ao pintor José Ferraz de Almeida Júnior, um dos artistas brasileiros mais importantes – século XIX. Nasceu em Itu (SP), no dia 8 de maio 1850. Aos 19 anos entrou para a Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, onde foi aluno de Jules Lê Chevrel, Victor Meirelles e Pedro Américo. Em 1876, recebeu uma bolsa de estudos do Imperador dom Pedro II e seguiu para Paris, onde participou da exposição arte mais badalada da época, o Salon Offíciel dês Artistes Français.

O pintor produziu cerca de 300 obras, e entre seus quadros mais famosos estão Violeiro, Picando Fumo e Caipiras Negociando, que retratam o dia-a-dia do homem do campo. Almeida Júnior morreu assassinado dia 13 de novembro de 1899, em Piracicaba (SP). Em 1950, 8 de maio foi oficializado como Dia do Artista Plástico Brasileiro.

Admiro gente inventiva e esses profissionais são verdadeiras usinas de criatividade. Portanto, parabéns aos pintores, escultores ou qualquer um que consegue manipular e produzir arte por meio materiais que revelem uma concepção estética ou poética.

Me vanglorio de ser amigo de músicos, escritores, jornalistas, poetas e artistas em geral, entre eles, os plásticos. Gente que foge da mesmice e não vivem vidas ordinárias.

Destaque para os artistas talentosos que também são brothers deste editor. Em nome deles, parabenizo todos os artistas plásticos do Amapá. Congratulações!

Elton Tavares

Fonte: Jambo