UVA VULVA – Sobre o livro do escritor amapaense José Edson (contribuição de Fernando Canto)

SANTOS, José Edson. ACE Comunicação e Editora. 50 páginas. Capa e ilustrações de Lucas Freitas. Brasília, 2014.

Prefácio de Fernando Canto

UVA VULVA, de José Edson dos Santos, é o anti-vulgo em alta voltagem. Nesses nano textos o poeta suga o vinho e embebeda-se de uma Via-Láctea sexual ao cantar sua arte em versos-volumes invisíveis que impressionam, pois nascem e andam em velocidades que só ele sabe mani/etar, mani/festar.

É uma falsa valsa – temática – de sua experiência de mundo. Zé Edson acionou a chave da erupção vulcânica de sua fábula sintética. E fabricou conceitos e símbolos de uma linguagem urgente.

Textos do livro:

“Ivo viu vindima vulva abrir chuva vaga”
“Valva língua de válvula ígnea virtuosa”
“Valdevino clitóris espreguiçando vigília”
“Vício edênico como água veluda na voz”
“Uva vulva em fermentação dentro concha voraz”
“Volátil penumbra de sol no dedo de Ivo vulva”
“Ventríloqua Afrodite c’est la vie verdura”
“Ivo viu uva vulva endoidar a vida”.

No Villa Nova Shopping: Exposição Fotográfica Macapá 261 ANOS vai até 28 de fevereiro

História da música do Amapá será contada em série documental de cinco episódios

Aberta no último dia 9, no Villa Nova Shopping, a exposição fotográfica “Macapá 261 anos” reúne imagens produzidas por 15 fotógrafos que registram as belezas das paisagens e do cotidiano da capital do estado.

A visitação pode ser feita no horário de 10h às 22h, no Villa Nova Shopping (Piso 1). Os interessados poderão adquirir as obras e a exposição irá até dia 28 de fevereiro.

A iniciativa é promovida pelo Foto Nunes, Photocursos e tem o apoio da agência Catavento e do Villa Nova Shopping. A maior parte dos fotógrafos que assinam a exposição já foram alunos de cursos do Foto Nunes, completando esse time, há também fotógrafos convidados.

Serviço:

Exposição Macapá 261 anos
Período de visitação: de 9 a 28 de fevereiro
Hora: das 10h às 22h
Local: 1º piso do Villa Nova Shopping
Entrada gratuita
Mais informações: (96) 98118-3510

Assessoria de comunicação

Poeta da Fronteira será homenageado no Baile dos Artistas

No dia 28 de fevereiro, o escritor Marven Junius Franklin, conhecido como o poeta da Fronteira será homenageado como Destaque da Literatura do Extremo Norte, durante o XXXV Baile dos Artistas, em Belém (PA). Trata-se da maior premiação da cultura Paraense.

Marven já tem no currículo premiações importantes do cenário literário como o III Prêmio Henrique José de Souza de Literatura, Concurso Literário de Presidente Prudente, Concurso Nacional Novos Poetas e Concurso de Poesias da Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil de Mariana (MG), entre outros.

Autor do livro “Oiapoque in Blues”, o poeta retrata em seu trabalho a materialização de uma fronteira imaginária, que se concretiza aos olhos do leitor graças à sua. poética ficcional. Grato por ser reconhecido mais uma vez fora de seu estado, Marven ressalta que a homenagem é uma realização pessoal e uma contribuição para a literatura produzida no norte do país. “Estou grato por fazer parte de um evento que já é consagrado no cenário paraense. Essa é uma das muitas alegrias que a poesia me proporciona”, declarou Marven Franklin.

(Texto: Ana Anspach – Fotos: arquivo de Marven )

Meu comentário: Marven Junius Franklin é muito talentoso. Ele colabora com este site há cerva de dois anos, sempre com sua poesia refinada. A homenagem é justa. Sucesso, poeta!

Rock Amapaense: os cinco anos da banda Tia Biló (meus parabéns aos caras)

Tia Biló, no início, em 2014.

A música é minha expressão artística favorita. Principalmente o rock. E falando em “Roquenrôu”, nesta mesma data, em 22 de fevereiro de 2014, foi formada a banda Tia Biló. Com a proposta inicial de fazer covers de “rock alternativo”, o grupo era formado por Ozy Rodrigues (guitarra e vocal), Marcio Gama (baixo e vocal), Anderson Coutinho (Bateria) e Allan Barcellar (guitarra solo).

Em 2015, com a saída de Barcelar, a banda virou um “power trio”

O nome do grupo foi tirado de uma poesia da renomada poeta do Amapá, Alcinéa Cavalcante (fazendo referência à uma das pioneiras na disseminação da cultura do Marabaixo e do Batuque no Estado). Atualmente a formação da banda conta com Ozy Rodrigues (guitarra e vocal), Marcio Gama (baixo e vocal), Junior Caxias (Bateria) e Wylliame Barros (teclado).

Há cerca de dois anos a Tia Biló começou seu projeto autoral. Passada meia década, após tocarem nos melhores bares e eventos do Amapá e com apresentações sempre em alto nível, o grupo lançará o CD “Antes do apagar das luzes” (o primeiro do grupo).

O lançamento ocorrerá no dia 16 de março de 2019, no bar Donna Antônia (centro de Macapá). O álbum contará com nove canções autorais e uma versão, ainda surpresa para os fãs da banda. Uma das canções já foi lançada nas redes sociais e denominada “Gallahell”, em homenagem ao guitarrista amapaense Régis Sanches.

Com muito trabalho, empenho, descontração e talento, os caras ganharam notoriedade e lutam para marcar também na cena do rock autoral amapaense.

Tia Biló 2019 – Rock Autoral

Desejo sucesso ao “Forasteiro” Ozy e ao punk-indie Márcio Gama (ambos amigos meus), bem como aos outros dois músicos do grupo. Faço minhas as palavras de Bono Vox, que certa vez enviou um bilhete para Black Francis com a mensagem: “lindo show rapazes, mantenham o fogo”.

Parabéns pelos cinco anos de Rock e pelo trabalho autoral que chega. Continuem botando pra quebrar!!

Elton Tavares

Sesc Amapá credencia artistas para prestação de serviços – As inscrições poderão ser feitas até o dia 22 de fevereiro

O Sistema Fecomércio AP, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc), através do Edital 001/2019 estará fazendo o credenciamento de artista e profissionais de arte e cultura, para possível prestação de serviços como pessoa física ou jurídica, durante a programação da administração regional do Sesc amapá.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 22 de fevereiro de forma presencial na unidade do Sesc Araxá, rua Jovino Dinoá, nº. 4311, Bairro Beirol, no setor de cultura.

Os artistas poderão apresentar propostas de acordo com a especificação de cada projeto na linguagem artes cênicas (teatro, circo e dança) – espetáculos com classificação livre nos projetos: Sesc em Cena Amapá, Caravana Sesc das Artes e Aldeia de Artes Sesc Povos da Floresta.

Na linguagem literatura (contação de histórias e intervenção literária classificação livre) nos projetos: Movimento Literário e Caravana Sesc das Artes.

Linguagem música (voz e violão, bandas, orquestras, grupos de tradição) Projeto Música da Gente para atender Domingueira, Sesc Show, Sesc Verão, Jocomap e Sesc Geek.

É importante os artistas estarem atentos aos prazos e aos documentos necessários disponíveis no edital completo, que está disponível na página do Sesc Amapá, no endereço eletrônico: www.sescamapa.com.br

Serviço:

Sesc Amapá
Marcel Ferreira
Assessoria de Comunicação e Marketing
Email: [email protected]
Fone: (96) 3241-4440 (ramal 235).

Pelo quarto ano, festival no AP vai premiar o melhor espetáculo curto de teatro com R$ 3 mil

Experimento cênico ‘Nós entre Nós’ foi o vencedor do 3º Festival Curta Teatro — Foto: Captta/Divulgação

Por Carlos Alberto Jr

Já é tradição. Pelo quarto ano consecutivo vai acontecer no Amapá o Festival Curta Teatro, uma mostra competitiva que premia, com R$ 3 mil, o melhor espetáculo curto inédito de teatro, além de outras categorias que têm produções do estado. As inscrições, ao preço de R$ 50 por produção, estão abertas e seguem até 31 de março, na sede do Conselho Estadual de Cultura ou pelo e-mail [email protected]

As produções de companhias, coletivos, produtores e artistas independentes serão apresentadas no palco no Teatro das Bacabeiras, em Macapá, entre os dias 23 e 27 de abril. Mesmo com a proposta de ser uma programação para estimular o teatro local, artistas de todo o país também podem se inscrever na competição.

Em 2018, a “Cia de Artes Tucuju” venceu o concurso, com a peça “Nós Entre Nós”. Organizado pela Cia. Ói Nóiz Akí. O festival em 2019 também terá a apresentação de espetáculos convidados, de debates, seminários, mesas redondas e oficinas livres.

Curta teatral “Entre Seres”, da Cia. Trecos InMundos concorre no Festival Curta Teatro, no Amapá — Foto: Festival Curta Teatro/Divulgação

Podem participar da mostra competitiva produções autorais inéditas de curta duração, entre 10 e 15 minutos, de qualquer linguagem cênica.

O 4º Festival Curta Teatro também vai premiar os melhores em processo cênico, direção, concepção sonora, caracterização, dramaturgia, ator, atriz, ator coadjuvante e atriz coadjuvante. Os vencedores levam o Troféu Creuza Bordalo, mais certificado.

Outras informações sobre a mostra competitiva e a ficha de inscrição podem ser encontradas no regulamento do 4º Festival Curta Teatro.

Serviço:

4º Festival Curta Teatro
Dias: de 23 a 27 de abril
Inscrições: até 31 de março
Local de inscrições: Conselho Estadual de Cultura do Amapá (Avenida Cora de Carvalho, nº 1842, bairro Santa Rita), em horário comercial.

Fonte: G1 Amapá

Concurso premia artesãos e propõe a valorização do saber popular no Amapá

Inscrições para o ‘Concurso de Peças Artesanais’ serão abertas de 11 a 15 de março, em Macapá — Foto: Márcio Pinheiro/Divulgação

Por Ugor Feio

Três peças do artesanato amapaense serão premiadas em um concurso que visa incentivar a preservação das tradições do povo e divulgar o potencial criativo dos artistas regionais. Interessados em concorrer devem se inscrever na Casa do Artesão, localizada na orla de Macapá, entre os dias 11 e 15 de março, das 9h às 14h. O edital com o regulamento foi publicado no Diário Oficial do Estado no dia 12 de fevereiro

A proposta é da Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete) que anunciou premiação em dinheiro aos vencedores. O concurso integra a programação da Semana Estadual do Artesão, que ocorrerá de 19 a 24 de março.

Confira os valores:

1º colocado: R$ 600

2º colocado: R$ 400

3º colocado: R$ 300

Peças ficarão expostas na Casa do artesão para votação popular — Foto: Carlos Alberto Jr/G1

As peças serão escolhidas por votação popular, nos dias 29 e 30 de março, e devem representar a temática “Dia Estadual do Artesão do Estado do Amapá”. Os trabalhos ficarão expostos na Casa do Artesão e para votar basta preencher uma cédula e depositar em uma urna que ficará instalada no local.

Cada pessoa deve votar somente uma vez. Para isso é preciso a apresentação de documento de identificação com foto. A entrega da premiação aos vencedores será dia 31 de março.

Segundo a Sete, o concurso é voltado para artesãos maiores de 18 anos, que sejam registrados no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab) e identificados pela Carteira Nacional do Artesão, ou trabalhador manual cadastrado na Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete).

As obras devem ser confeccionadas em madeira, argila/cerâmica, fibras vegetais/palhas/cipós, sementes de frutos e plantas regionais, fios e tecidos. O peso máximo das peças é de 50 quilos e não podem constar nomes, imagens, símbolos, marcas ou demais indicadores que possibilitem aferir, durante a escolha, o autor. Apenas uma peça pode ser inscrita no concurso por cada participante.

Para participar, o candidato deve preencher uma ficha de inscrição, com declaração de aceitação dos termos do regulamento, ficha técnica da peça artesanal, apresentar original e cópia de RG, CPF, uma foto 3×4, carteiras nacional e local do artesão e fotos da peça artesanal de diferentes ângulos.

Fonte: G1 Amapá

Com três horas de sucessos, cantor Cley Lunna se despede do AP com show ‘Diz Que Fui Por Aí’

Cley Lunna vai apresentar show ‘Sinal’ com convidados de SP, RJ e do AP — Foto: Divulgação/Cley Lunna

Por Carlos Alberto Jr

Com um show de quase três horas, o cantor Cley Lunna aposta em um ambiente intimista para se despedir do Amapá. O show “Diz Que Fui Por Aí” está marcado para o sábado (16), a partir das 20h, na praça de alimentação do Museu Sacaca, localizado na Zona Central de Macapá.

Com apenas 20 mesas disponíveis, o show foi planejado para atender um público menor, para que a despedida do cantor, que irá para Portugal, tenha um clima familiar.

“O local [Museu Sacaca] é um dos principais símbolos do Amapá e o show terá apenas 20 mesas disponíveis, ou seja, tem tudo para que esse grande show de despedida tenha um clima de amigos próximos e de família”, contou.

O músico, conhecido pelas referências no MPB, também aposta no samba e em linguagens musicais da Amazônia. Entre as canções que não faltarão no repertório terá “Pérola”, cantor Zé Miguel, “Que Nem Maré”, de Jorge Vercillo, “Diz Que Fui Por Aí”, canção de Luiz Melodia, que dá nome ao show. Além de autorais, como “Clara”.

Cley Lunna mora em Santana, município a 17 quilômetros da capital, e tem 18 anos de carreira cantando em bares do Amapá e se apresentando em festivais pelo país.

Deixando um clima de suspense para a apresentação, o show contará com participações especiais, mas o cantor quer fazer surpresa para o público.

Aos interessados, o valor das mesas para quatro pessoas custa R$ 120 e as reservas devem ser feitas diretamente com a produção do show. Além da mesa, cada reserva tem direito ao CD “Sinal” do cantor.

Serviço:

Show Sinal
Dia: 16 de fevereiro (sábado)
Local: Museu Sacaca (na Avenida Feliciano Coelho, nº 1509, bairro Trem)
Hora: a partir das 20h
Mesas para quatro pessoas: R$ 120
Reservas de mesas e informações: (96) 98101-4446

Fonte: G1 Amapá

Nesta sexta-feira (15), rola sarau “De Janeiro a Dezembro” na Casa do Circo, em Macapá

Com o objetivo de difundir cultura, o Grupo AGIR Produções Artísticas percorrerá todos os bairros de Macapá com o sarau “De Janeiro a Dezembro”. O primeiro encontro, com música, poesia e demais vertentes artísticas, será na Casa do Circo, a partir das 19h, desta sexta-feira (15).

O Sarau contará com a participação de alunos na Casa Circo entre outras apresentações de artistas convidados.

Sarau “De Janeiro a Dezembro”

Em um ano acontece muita coisa. Muitas datas comemorativas. Eventos importantes do nosso patrimônio cultural. Em um ano vivemos muitas aventuras e emoções. São doze meses que passam rápido, especialmente em “De Janeiro a Dezembro”, sarau criado pelo AGIR Produções Artísticas, onde é possível vivenciar um ano repleto de poesias e histórias. Criado em 2018 por Allan Gomes e Ingrid Ranna, o trabalho literário homenageia importantes datas do calendário brasileiro usando textos de Paulo Master, Clarice Falcão, Giuseppe Ghiaroni, Juarês Alencar Pereira, Júlia Nicolau, lendas indígenas e textos autorais próprios. São doze momentos peculiares, que mesclam a declamação com o uso de uma diversidade de elementos cênicos simbólicos, como flores, confetes, máscaras, tecidos, projetor de desenho, entre outros. Neste evento todos são bem-vindos e podem ficar a vontade para mostrar seu talento.

Serviço:

Sarau “De Janeiro a Dezembro”
Local: Casa do Circo, localizada na Avenida Ernestino Borges, Nº 191, no bairro do Laguinho (em frente a Caesa).
Data: 15/02/2019
Horário: 19h
Ingresso: gratuita.
Contato: 99101-7831

https://www.instagram.com/agir.producoes.artisticas/
Facebook: @Agirproducoesartisticas

Assessoria de comunicação da AGIR Produções Artísticas

ARTEAMAZON REALIZA SHOW DE DESPEDIDA DO CANTOR AMAPAENSE CLEY LUNNA

Cantor vai deixar o Brasil para expandir carreira em Portugal. Sob o título “Diz que fui por aí”, o ARTEAMAZON.COM realiza o show musical do cantor e compositor amapaense Cley Lunna. Lunna se apresenta neste sábado (16), a partir das 20 h, na Praça de alimentação do Museu Sacaca, no bairro do Trem em Macapá/AP.

O show será uma despedida do cantor, que embarca dia 21 de fevereiro para Lisboa, onde pretende expandir sua carreira musical.

No repertório, o melhor do MPB, MPA pop rock e samba além da participação especial da Cia de Dança Passo a passo.

Sobre o evento:

Evento: Show musical “Diz que fui por aí”
Artista: Cley Lunna
Data: 16 de fevereiro de 2019 (Sábado)
Hora: 20 h
Local: Praça de alimentação do Museu Sacaca – Macapá/AP
Reservas de Mesas: 98101-4446

Fonte: ARTEAMAZON

O RISO DO CIRCO – O RISCO DO CICLO (Por Jhou Santos)

Por Jhou Santos

Muitas vezes somos vistos ou até mesmo considerados como “Rostos Confusos”…

Um sorriso desenhado no rosto não necessariamente quer dizer que estejamos felizes, bem como sua ausência em nossa face não deva significar a inexistência da própria felicidade.

É preciso esclarecer que estamos firmes em nossos sorrisos. Assim sendo eles: desenhados em nossos rostos, estampados através do brilho de nossos olhos ou até mesmo representados internamente em nossos estados de
espírito.

Não precisamos necessariamente sermos fortes só pelo enrijecimento de nossos músculos ou sequer pela falta de um sorriso em nossa face.
Nosso olhar aqui diz muito a respeito de nossa força. Porém, é necessário saber que isso não simboliza um rótulo ou algo extremamente fechado, há brechas para nossas fraquezas e não precisamos nos negar a isso.

Precisamos do caos na medida em que precisamos da sutileza!

Negamos demais a entender que ainda somos ‘‘muito’’ crianças perto desse “mundão” todo repleto de fatos e mistérios. E que talvez seja isso que realmente precisamos entender e fielmente nos aceitar enquanto crianças da vida.

É preciso que estejamos cientes de nossos medos, de nossas alegrias, de nossas aventuras e principalmente de nossa coragem. Isto nos tornará mais combustíveis e consequentemente mais alimentados.
Tempos bons e ruins permeiam nossas vidas o “tempo todo” e “no mundo todo” porque são necessários. E é preciso que saibamos disso porque muita das vezes nos deixamos enganar e acabamos não percebendo.

São ciclos! São círculos! São circos!

Tendo este entendimento estaremos nos fortalecendo cada vez mais e estaremos mais cientes desse (re)inventar para (re)existir e (re)viver!

É o constante entrelaçamento entre o ontem, o hoje e o amanhã que nos exige cada vez mais cultivar laços… Dividir experiências… Circularizar saberes… Partilhar e compartilhar momentos de criação…

Entender o ciclo é entender que esse círculo não necessariamente significa uma bolha! E se por um acaso vier a ser, estarmos atentos que precisaremos de nossa coragem para rompe-la. Então tornemo-nos inquietos com o que se torna vicioso e tendencioso.

Entender o CICLO é aceitar o RISCO! É entender o CIRCO e provocar o RISO! Pois somos fortes o suficiente para sorrirmos e chorarmos da felicidade ou da infelicidade de se viver!

Mais do que nunca é preciso arriscar, riscar e rabiscar novos rascunhos e desenhos de momentos, experiências e sorrisos. Estando sempre ciente de que como nesta imagem, necessitamos de inspirações para nossa arte e para nossa vida…

Mais uma vez e provavelmente sempre, é o momento de estarmos mais próximos. É o momento de nos encontrarmos e reencontrarmos mais.

Mais uma vez estamos em um momento delicado servindo de prova para um tempo que talvez não seja tão momentâneo assim. É preciso estarmos cientes que somos artistas da arte e da vida dos encontros. Infelizmente é um momento de morrer bem como felizmente é um momento de se viver, pois, dependendo da situação precisamos de muito ou precisamos de pouco.

Me parece óbvio, porém, bem objetivo, de que conseguimos fazer muito com muito, com pouco ou com muito pouco. Este, é o tempo do pouco na medida em que muitos caminhos diminuem e muitas portas são fechadas, mas também é o momento de juntarmos o pouco que temos e o pouco ou muito que somos para nos multiplicar! Para nos tornarmos do tamanho que almejamos ser e para que tenhamos a força que queremos ter! Para assim então, construirmos atalhos, caminhos, portas e janelas para este nosso tempo, para este nosso mundo.

Se parece fácil na medida em que se parece difícil. Porém, é possível fazer circo debaixo de uma lona bem como é possível fazer circo debaixo de uma árvore. Sendo assim, possível de se fazer com uma grande estrutura bem como praticável de se fazer em meio a escassez também.

Mas do que nunca este é um momento de movimento, de não parar, de não ceder, de não deixar para trás as nossas conquistas e os nossos direitos. Momento de não nos distanciarmos de nossa arte e de não nos acomodarmos com o nosso fazer!

Por mais que algumas vezes pareçam que estejamos distantes, e mesmo que estejamos, devemos mostrar que a distância e os momentos em questão podem tornar-se um estratégico motivo para a aproximação e para o fortalecimento. É preciso nos encontrarmos novamente com nossa essência, pois, mais do que nunca precisamos desse rosto de rostos e desse corpo de corpos!

É preciso arriscar, riscar e rabiscar novos rascunhos e desenhos de momentos, de experiências e de sorrisos. Estando sempre cientes de que como nesta imagem, necessitamos de inspirações para nossa arte e para nossa vida…

* Jhou Santos é ator, produtor cultural, diretor de teatro e coordenador da Cortejo – Produções Artísticas

Joca Monteiro, contador de histórias, fazedor de livros

Por Célio Alício

Na terça-feira (12) o ator, diretor, produtor, palhaço, professor, contador de “causos e estórias” Joca Monteiro divulgou seus trabalhos e falou da sua carreira na arte e na educação à jornalista Ana Girlene e seus ouvintes do programa “Café com Notícia”

Nascido Josias Monteiro e conhecido no mundo da arte como Joca Monteiro, talento amapaense que além de artista e professor, também produz artesanalmente, divulga e comercializa informalmente seus livros através de espetáculos, feiras, festivais, entre tantas outras andanças que ele empreende por todo o Amapá e outros lugares do Brasil de Palhaço, professor, ator, multifacetado, contador de histórias, Josias Monteiro, além de professor conhecido como Joca, de 37 anos, produz livros artesanalmente fabricados com material de alta qualidade. Os livros são de grande durabilidade e resistentes a água, uma forma também de se lidar com clima quente e úmido amazônico. Eles vem numa embalagem charmosa e colorida, ideal para os apaixonados por leitura, e são vendidos a R$20.

“Vamos contar e valorizar nossas histórias. O trabalho é todo ele autoral. Eu escrevo, produzo, ilustro e ainda conto com o apoio fundamental do meu pai, dos meus irmãos, enfim, de toda a minha família. A receptividade do público tem sido algo fantástico, andei por todo o estado, lancei os livros em municípios como Oiapoque e Laranjal do Jari”, participei de eventos em outros estados e não perco nenhuma chance de divulgar esse trabalho maravilhoso e que me traz muita alegria”, disse o artista.

Fonte: Diário do Amapá

Oportunidade para atrizes e atores amapaenses: produtora seleciona elenco para 1º telefilme de ficção produzido no Amapá

A produtora independente Castanha Filmes selecionará atrizes e atores para compor o elenco de “Super Panc Me”, que será o primeiro telefilme de ficção produzido no Amapá. Os interessados deverão se inscrever no link: https://goo.gl/forms/FZmVK8a0BGE4PIuP2

As vagas são para mulheres nas idades de 20 a 30 anos; 40 a 50 anos e de 60 a 80 anos. Homens na faixa dos 20 a 30 anos e 40 a 50 anos. A data limite para inscrições é esta terça-feira (12).

O filme foi selecionado no I edital de Audiovisual do Governo do Estado do Amapá. A iniciativa fruto de uma parceria entre governo estadual e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) cujo objetivo é impulsionar a produção audiovisual amapaense.

Mais informações sobre pelo e-mail: [email protected] e na fanpage da Castanha Filmes: https://www.facebook.com/castanhafilmes/

Vagas gratuitas para Cursos no SESC Amapá

O Sesc Amapá através do Programa de Comprometimento e Gratuidade – PCG, abre inscrições para os cursos de Artes Visuais, Ballet e Iniciação Musical na modalidades Violão e Teclado. Os cursos são voltados para crianças, adolescentes e adultos, com renda familiar que não ultrapasse o valor de 03 salários mínimos.

As inscrições do PCG/SESC poderão ser realizadas até o dia 15 de fevereiro no Sesc Araxá, localizado na rua Jovino Dinoá, Nº 4311, beirol. O atendimento está sendo realizado no setor de cultura. No ato da inscrição, o responsável do aluno deverá apresentar os originais e as cópias dos documentos:

· Cópia do RG do responsável e do menor de idade;
· Cópia a CPF do responsável e a do menor de idade a partir de 10 anos;
· Cópia certidão de nascimento
· Comprovante de escolaridade: histórico ou declaração de matricula;
· Cópia do comprovante de endereço atualizado;
· Cópia contracheque ou comprovantes de proventos (se tiver).

Será disponibilizado pela Central de Atendimento Sesc AP um formulário de auto declaração de renda familiar e autorização para participação do menor na atividade. E importante os pais e responsáveis atentarem para a faixa etária indicada para cada curso:

· 13 a 18 anos – Curso de Artes Visuais;
· 10 a 18 anos – Curso de Iniciação Musical (Violão e Teclado);
· 05 a 18 anos – Curso de Ballet;

O Programa de Comprometimento e Gratuidade – PCG/SESC disponibiliza gratuitamente os recursos materiais necessários aos alunos.

Serviço:

Sesc Amapá
Assessoria de Comunicação e Marketing
Email: [email protected]
Fone: (96)3241-4440 (ramal 235).
WhatsApp (96) 98407-9956