12ª Mostra Cinema de Direitos Humanos (MCDH) chega às escolas

A 12ª Mostra Cinema de Direitos Humanos (MCDH) está na reta final, foram mais de 400 pessoas, entre estudantes, professores e sociedade civil que assistiram aos filmes deste o dia 26 de novembro, na abertura da Mostra, que continua até o dia 10, com exibição em escolas da Rede Pública do Estado.

O evento comemora os 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos, celebrado no dia 10 de dezembro, e está acontecendo em todas as capitais brasileiras. No Amapá, a MCDH é encabeçada pelos produtores do audiovisual, Ana Vidigal e Thomé Azevedo.

A mostra busca sensibilizar, questionar e debater temas como diversidade, direitos humanos, povos negros, indígenas, pessoas com limitações, direitos dos idosos, da mulher, à saúde, educação, diversidade religiosa e meio ambiente. Cerca de 40 filmes divididos em quatro temáticas, para atender todos os públicos, Temática, Panorama e Homenagem, que nesta edição é dedicada ao ator brasileiro Milton Gonçalves. Nesta edição de 2018, as crianças também ganharam a Mostrinha, com filmes só para elas.

A primeira semana ocorreu nos prédios do MP-AP Centro e Araxá, e esta semana estão sendo exibidos nas escolas públicas, Barão do Rio Branco, Sebastiana Lenir e Igarapé do Lago, além de uma sessão especial no Centro à Pessoa com Deficiência. A estudante Liliane Pereira, de 15 anos, do 9º ano da escola Barão do Rio Branco, gostou muito da Mostra e destacou o quanto o filme “Menina de Barro” pode combater o bullying na escola. “Como vemos no filme, a pessoa que comete o bullying acha que está fazendo uma brincadeira, mas não vê como isso pode magoar e afetar quem sofre, que pode levar a depressão, até mesmo ao suicídio. Quando eu era pequena eu já passei por isso, me apelidavam e eu não gostava. O bullying machuca muito”.

A produtora e gerente do Núcleo de Produção Digital, Ana Vidigal ressalta que essa é a primeira vez que a Mostra é levada para as escolas, e informou que em 2019 os filmes da Mostra irão percorrer várias escolas no Amapá, pois os filmes estão licenciados para a exibição, e que as instituições de ensino que estejam interessadas podem solicitar o agendamento. “A Mostra é um elo entre produções cinematográficas e conscientização, e a educação é uma ponte para isso, acredito que a escola é fundamental para desenvolver a temática dos Direitos Humanos, além de despertar o interesse nos alunos pela sétima arte”.

A Mostra conta com a parceria do Governo do Estado, Ministério Público do Amapá, Secretarias de Educação e Cultura, Núcleo de Produção Digital Equinócio, Museu da Imagem e do Som, Nagib Produções, Programa Canto da Amazônia, Sistema Diário de Comunicação e Blog de Rocha.

Assessoria de comunicação da 12ª MCDH

Festival de cinema amapaense chega a sua XV edição – O FIM está próximo!

A primeira semana de dezembro é um período especial para os amantes da 7ª arte no Amapá. Nela, há 15 anos, Macapá se transforma na capital do cinema na Amazônia e vira destino de filmes produzidos em diversos lugares do país que superam as fronteiras de seus estados para chegarem ao FIM, o Festival Imagem-Movimento, evento que nasceu em 2004 e se reinventou até se transformar no festival de cinema mais antigo da Região Norte do Brasil.

A abertura oficial do evento acontecerá no próximo dia 02/12, domingo, às 19h, com a já tradicional Mostra da Muralha, que há doze anos realiza uma projeção de filmes em tela gigante montada nas muralhas da Fortaleza de São José de Macapá.

A programação segue no dia 03/12, segunda-feira, no Auditório Mestre Oscar do Centro de Educação Profissional de Música Walquíria Lima a partir das 18h30. Todas as mostras realizadas pelo Festival são com entrada franca.

A partir do dia 04/12, terça-feira, até o dia 07/12, sexta-feira, a programação exibirá longas-metragens à tarde no Cine Imperator 3D do Villa Nova Shopping e à noite as mostras se concentrarão no auditório Mestre Oscar.

Terra em sangue

Com o mote “terra em sangue”, a edição deste ano faz uma homenagem aos 50 anos – completados em 2017 – do clássico filme do Cinema Novo, Terra em Transe, de Glauber Rocha e, ao mesmo tempo, faz uma crítica à exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas, a maior reserva de água doce do mundo, cuja prospecção está em fase de pesquisa, mas as áreas de exploração já foram leiloadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Prêmio Gengibirra de Audiovisual

Esse ano, 15 produções amapaenses disputarão entre si a 4ª edição do Prêmio Gengibirra de Audiovisual, que é concedido ao filme melhor avaliado pelo voto popular e pelo júri técnico do FIM. O nome da premiação é uma referência à bebida característica do Marabaixo, manifestação cultural amapaense de matriz africana que é marcada por músicas (ladrões), dança e vestimentas próprias.

Pela primeira vez, ao longo das 15 edições do FIM, o Amapá é o Estado que mais inscreveu trabalhos no evento, superando inclusive São Paulo, que tradicionalmente sustenta os melhores números nesse quesito.

O aumento de inscrições do Amapá fez com que a curadoria do FIM dividisse a Mostra Fôlego!, que é dedicada a produção local, em duas sessões, nos dias 6 e 7/12.

Gambiarra – a festa do FIM

Para encerrar a maratona audiovisual que tomará conta da cidade, o Festival realiza a Festa Gambiarra. Nela, bandas autorais, cartunistas, artistas circenses e de diversas outras linguagens terão espaço para interagir com o público e celebrar mais uma edição do FIM. O encerramento do evento acontecerá no dia 8/12, a partir das 19h, no Quintal Cultural Walô 54.

O ponto alto da festa será a divulgação do vencedor do 4º Prêmio Gengibirra de Audiovisual que leva para casa R $ 1.000,00 de incentivo e um troféu cujo desenho é de autoria do artista plástico paraense, Aog Rocha.

Fonte: FIM

12ª Mostra Cinema de Direitos Humanos inicia com a exibição de dois documentários no auditório do MP-AP

A abertura da 12ª Mostra Cinema de Direitos Humanos (MCDH) aconteceu nesta segunda-feira (26), no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), com a presença de alunos das escolas estaduais Nazaré Vasconcelos e Zolito Nunes, autoridades, produtores e militantes do segmento audiovisual no Amapá. A mostra está ocorrendo em todo o Brasil, para marcar os 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos. O procurador Jair Quintas representou o procurador-geral, Márcio Augusto Alves, e a promotora de justiça Ivana Cei também esteve presente no evento. O Ministério Público do Amapá (MP-AP) assim como o Governo do Estado (GEA) são parceiro do Ministério dos Direitos Humanos e do Instituto Cultura em Movimento (ICEM), que estão à frente da Mostra.

No total serão exibidos até o dia 5 de dezembro, 40 filmes com temas relacionados às lutas para garantir direitos, das mulheres aos negros, do meio ambiente e idosos à diversidade religiosa, divididos em quatro categorias, Temática, Panorama, Mostrinha, para crianças e adolescentes, e Homenagem, que nesta edição é dedicada ao ator brasileiro Milton Gonçalves. As escolas estaduais e auditórios do MP-AP serão transformadas em salas de exibição com acesso gratuito, desde que respeitadas os limites de idade. Todos os filmes são conhecidos pelo seu teor de conscientização sobre direitos e deveres.

O produtor, ator e diretor Thomé Azevedo fez a abertura falando dos caminhos percorridos pelo movimento do audiovisual no Amapá, para que se chegasse até a ter o reconhecimento e entrasse no circuito de programação nacional e respeito de instituições como o GEA e MP-AP. A professora Arlene Favacho discursou sobre a emoção de estar contribuindo para que adolescentes, jovens e adultos tivessem acesso à filmes e à produtores do audiovisual no Amapá. “É de uma enorme importância que estes alunos assistam e participem dos debates sobre direitos humanos”, disse a educadora.

O Procurador Jair Quintas ressaltou que tratar de direitos é um dos objetivos do MP-AP, e que esta mostra chega em um momento adequado, quando a violência, em todos os sentidos, que desrespeita os direitos das pessoas impera no Brasil. “Infelizmente o Amapá está inserido neste contexto da violação dos direitos. Hoje amanhecemos com a triste notícia de um assalto com muitos reféns no centro de Macapá, então reunir jovens para que sejam conscientizados quanto aos direitos humanos através do cinema é de grande utilidade pública. E o Ministério Público do Amapá é parceiro desta iniciativa”.

O público, que lotou o auditório, ficou encantando com a performance do contador de histórias Joca Monteiro, que interagiu sitiando sua realidade e de sua família para abordar o tema direitos humanos, e com a emocionante apresentação de pessoas portadoras de deficiência visual, que fizeram um número de dança, mostrando que acima de tudo está o respeito com as diferenças e opções. Dois filmes foram exibidos na abertura, “A Rua É Noiz”, documentário de Eduardo Cunha e Pedro Cela, e “Livre Enrolado na Raiz”, de Camila Caracol.

A programação segue com exibições gratuitas até o dia 5 de dezembro.

Mariléia Maciel – Assessora técnica
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

Programação 15º Festival Imagem-Movimento

DIA 2/12 – MOSTRA MURALHA

Largada oficial do 15º FIM. Momento de ocupação dos espaços públicos de Macapá, a tradicional Mostra na Muralha da Fortaleza de São José acontece há doze anos, e exibe curtas-metragens de diversos gêneros e técnicas. Uma forma tipicamente amapaense de exibir filmes. Uma celebração ao audiovisual e a Fortaleza de São José.
Data: 02 de dezembro
Horário: 19h
Local: Muralha da Fortaleza de São José
Duração: 1h30
Classificação: 12 anos

1-AS BALAS QUE NÃO DEI AO MEU FILHO

Direção: Thiago Gomes
Ano: 2018
Duração: 13’
Origem: Salvador/BA
Classificação: 10 anos
Sinopse: Ao chegar em casa do trabalho tarde da noite, o policial Jessé não encontra Martinho, seu filho adolescente. Jessé recebe mensagens no grupo de WhatsApp do pelotão relatando uma ocorrência na região onde eles moram. A tensão aumenta quando chegam fotos de jovens mortos durante a ação policial.

2- CASTIGO

Direção: Lucas Maia
Ano: 2017
Duração: 13’
Origem: Niterói/RJ
Classificação: 12 anos
Sinopse: Rose, doméstica negra, se vê obrigada a levar o filho para o trabalho.

3- EPÍLOGO

Direção: Bruno Conrado
Ano: 2018
Duração: 10’22”
Origem: São Bernardo do Campo/SP
Classificação: 10 anos
Sinopse: Em um dia no parque, Camila corre junto com seu namorado até ver, Pedro – seu ex – sentado ao longe. Camila decide perguntar como vão as coisas e a conversa se desenrola de uma maneira ao mesmo tempo familiar e cheia de estranhamentos, tal qual quaisquer duas pessoas que se estranham depois de um tempo longe.

4- ESSA VALSA É MINHA

Direção: Rene Brasil
Ano: 2018
Duração: 11’47’’
Origem: São Paulo/SP
Classificação: Livre
Sinopse: Um vigia noturno de um cinema no centro de São Paulo é apaixonado por uma estrela do filme que está em cartaz onde trabalha. Ele sonha com essa figura constantemente e acaba colocando seu emprego e casamento em risco.

5- NOME PROVISÓRIO

Direção: Bruno Arrivabene e Victor Allencar
Ano: 2018
Duração: 20’
Origem: Santos/SP
Classificação: 10 anos
Sinopse: Renata, enquanto aguarda a chegada de sua amiga em um restaurante, depara-se com uma família em festa pela gravidez de Márcia e seu marido. A descoberta do sexo do bebê traz à tona uma importante reflexão.

6- O MALABARISTA

Direção: Iuri Moreno
Ano: 2018
Duração: 10’55’’
Origem: Goiânia/GO
Classificação: Livre
Sinopse: Documentário em animação sobre o cotidiano dos malabaristas de rua, que colorem a rotina monótona das grandes cidades.

DIA 3/12

MOSTRA MISCELÂNEA

Apresenta produções de todos os cantos do país, trazendo em seu conceito a diversidade brasileira: uma mistura de sotaques, expressões, rostos e realidades que se estende para o audiovisual, com filmes de grande ou pequeno orçamento, produções de estúdio ou caseiras circulando livremente pelo mesmo espaço.
Data: 03 de dezembro
Horário: 18h30
Local: Auditório CEPM Walkíria Lima (Eliézer Levi nº 63, Centro)
Duração: 3h13
Classificação: 16 anos
Entrada franca

1- CARNE INFINITA

Direção: Isadora Cavalcanti
Ano: 2018
Duração: 14’07’’
Origem: Rio de Janeiro/RJ
Classificação: 10 anos
Sinopse: Alice é uma jovem de 13 anos que joga em seu tablet, quando sons estranhos vindos da máquina de lavar interrompem o seu jogo.

2- EXU REI – ABDIAS DO NASCIMENTO

Direção: Bárbara Vento
Ano: 2017
Duração: 23’
Origem: Rio de Janeiro/RJ
Classificação: Livre
Sinopse: Divindade africana que aportou no Brasil junto aos negros, Exu é conhecido como o orixá da comunicação, guardião das ruas e do comportamento humano. O curta-metragem de não-ficção Exu Rei – Abdias do Nascimento dialoga com a influência desse arquétipo pela cultura negra e sua assimilação pela arte brasileira. Em seu subtexto, o filme homenageia um de nossos grandes ativistas da causa negra – o ator, poeta, dramaturgo e político Abdias do Nascimento. O posicionamento do documentário procura incorporar o espírito de luta, expressivo e inquieto de Abdias: elo onipresente entre personagens, imagens e sons do filme.

3- FANTASIA DE ÍNDIO

Direção: Manuela Andrade
Ano: 2017
Duração: 18’
Origem: Recife/PE
Classificação: Livre
Sinopse: Desde criança, ouvia minha mãe falar da minha ascendência indígena. Há duas décadas atrás meu tio materno foi ao encontro dos Xukurus à procura de rastros desse passado, e eu resolvi dar continuidade a essa busca.

4- MERCADORIA

Direção: Carla Villa-Lobos
Ano: 2017
Duração: 15’20”
Origem: Rio de Janeiro/RJ
Classificação: 14 anos
Sinopse: A partir da chegada de uma novata, seis mulheres compartilham suas experiências, desejos e medos no trabalho com a prostituição.

5- O MISTÉRIO DA CARNE

Direção: Rafaela Camelo
Ano: 2018
Duração: 18’
Origem: Brasília/DF
Classificação: 16 anos
Sinopse: Desde 2016 o Papa Francisco permite a participação das mulheres na cerimônia de lava-pés. As adolescentes da igreja São Pedro Apóstolo, em Brasília, se preparam para participar pela primeira vez do ritual. Camila só espera poder encontrar Giovana.

6- ONZE MINUTOS

Direção: Hilda Lopes Pontes
Ano: 2018
Duração: 17’
Origem: Salvador/BA
Classificação: 14 anos
Sinopse: É noite. Uma mulher precisa ir ao aeroporto. No caminho, somente obstáculos.

7- PÃO DE ROSAS

Direção: Daniela Camila
Ano: 2018
Duração: 25’
Origem: Itaúnas/ES
Classificação: 16 anos
Sinopse: Uma família ribeirinha composta de mãe, filha e padrasto vivem de forma rústica em relativo isolamento no litoral do Brasil; num ambiente rodeado por Dunas, rio e mar. A mãe, Antônia, segue a tradição das mulheres de sua família, fazendo e vendendo pães após percorrer longas distâncias. Janaína, filha de Antônia, segue as ordens de uma mãe austera que descarrega nela suas frustrações. Ambas convivem com Jaime, um pescador da região que explora sexualmente, de forma velada, a companheira e a enteada. É nesse contexto opressor impregnado de ingredientes indigestos que mãe e filha tentam descobrir à sua maneira uma nova receita para a vida.

8- RAPAZ EM AMARELO

Direção: Lucas Hossoe
Ano: 2018
Duração: 20’
Origem: São Carlos/SP
Classificação: 16 anos
Sinopse: Brasil, 1981. Rodolfo sente os limites entre sua vida privada e profissional tornarem-se cada vez mais tênues quando o jovem Alberto é contratado na pequena Lima Advogados Associados.

9- RODA GIGANTE

Direção: Iomana Rocha
Ano: 2018
Duração: 22’
Duração: Recife/PE
Classificação: Livre
Sinopse: Uma avó e sua neta. Existências femininas que vagam no interior nordestino. Os ciclos, o que faz mover, o que faz parar, o que faz girar.

10- SARAH E LUÍSA

Direção: Lucas Moraga
Ano: 2018
Duração: 15’
Duração: Belém/PA
Classificação: Livre
Sinopse: Para as amigas Luísa e Sarah religião sempre foi algo muito importante, mas que jamais as separaria de alguma forma. Porém, os pais de Sarah não aceitam a amizade das garotas por Luísa seguir os preceitos da Umbanda. Assim, elas irão lutar com todas as forças para demonstrar que respeito e amor ao próximo existem independente de religião.

DIA 4/12

Longa-metragem: FABIANA
Data: 04 de dezembro
Horário: 18h30
Local: Auditório CEPM Walkíria Lima (Eliézer Levi nº 63, Centro)
Direção: Bruna Laboissière
Ano: 2018
Duração: 1h30
Origem: Goiânia/GO – São Paulo/SP
Classificação: 12 anos
Entrada franca
Sinopse: O documentário acompanha a última viagem de Fabiana, mulher trans e motorista de caminhão, às vésperas de se aposentar. A complexidade da personagem é potencializada por uma aposta no encontro filmado, fruto da persistente e afetuosa proximidade estabelecida pela protagonista com a realizadora (e, consequentemente, a câmera). Ainda que grande parte do filme transcorra na boleia de um caminhão, é forte o sentimento de liberdade que deriva das estórias ali narradas, e, principalmente, da potência da imagem de Fabiana, a recusar estereótipos e responder com inspiradora leveza aos desafios que a vida lhe reservou.

DIA 4/12

MOSTRA QUINTESSÊNCIA
Para a Cosmologia, a Quintessência seria um elemento de natureza desconhecida responsável pela expansão acelerada do Universo, um agente provocador de transformações e evolução. No audiovisual, ao adotar o experimental como norte, os realizadores propõem novos desafios a si mesmos e ao espectador. Novas e desconhecidas linguagens surgem do cruzamento das já existentes, indo além das classificações, movimentando a roda imaginária da imagem-movimento.
Data: 04 de dezembro
Local: Auditório CEPM Walkíria Lima (Eliézer Levi nº 63, Centro)
Duração: 1h30
Horário: 20h
Classificação: 18 anos
Entrada franca

1- ARQUITETURA DO ABISMO

Direção: Pietro Santurbano
Ano: 2018
Duração: 17’
Origem: São Paulo/SP
Classificação: 16 anos
Sinopse: Nos sonhos tudo é silencioso.

2- BOLHA

Direção: Mateus Alves
Ano: 2018
Duração: 15’
Origem: Recife/PE
Classificação: Livre
Sinopse: Produzido a partir de pinturas a óleo e acrílico do artista plástico pernambucano Daniel Araújo, a animação “Bolha” retrata um dia na vida de um jovem em dessintonia com o mundo a sua volta. Deparando-se com uma deformidade em seu corpo, ele busca uma saída.

3- GERÔNIMO

Direção: Anny Stone
Ano: 2018
Duração:15’
Origem: PE
Classificação: Livre
Sinopse: Gerônimo é o Sísifo contemporâneo. Abandonado e condenado por si mesmo, empurra o fracasso de se identificar, no plano individual ou coletivo. Entre o simbólico e o real, ele faz com que reflitamos: O que cada um carrega? Ou abandona pelo caminho? Que força faz mesmo a vida girar? A verdade? O amor? Nesse Mise en abyme, Gerônimo atravessa suas questões, mas muito mais as nossas.

4- IMPACTO

Direção: Clelia Mello
Ano: 2018
Duração: 2’27’’
Origem: Florianópolis/SC
Classificação: Livre
Sinopse: Em 14 de setembro de 2017 a Universidade Federal de Santa Catarina foi surpreendida com a invasão da Polícia Federal e a prisão de professores e servidores; inclusive o reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, que se suicidou duas semanas depois em decorrência da humilhação pública de um espetáculo midiático sem precedentes.
A partir da operação policial, por dois meses capturei imagens de manchetes, jornais, vídeos, sites e páginas da internet, onde as mesmos textos e imagens foram reproduzidos em grande quantidade. Editadas vertiginosamente, não há repetição na edição, nem tentativas de filtrar as mensagens ou impor um posicionamento a priori. Cada um é despertado a fazer seu próprio balanço e sua própria síntese dos elementos que se interligam na tragédia.

5- INTRAPROJEÇÃO

Direção: Camila Albrecht e Takeo Ito
Ano: 2017
Duração: 21’14”
Origem: Rio Grande do Sul
Classificação: Livre
Sinopse: Um ensaio sobre a visão e a imagem a partir de um encontro com a lucidez no sonho.

6- profanAÇÃO

Direção: Estela Lapponi
Ano: 2018
Duração: 25’
Origem: São Paulo/SP
Classificação: 18 anos
Sinopse: Cinco artistas – umx surdx, dXis com baixa visão, umx cadeirante e umx claudicante – se encontram para responder às perguntas que vasculham tudo o que há de bom e de ruim em Ser o que são. O tempo – um ritual de respostas – é gira, é poética, é artístico e vai além daquilo que se quer “ouvir”. profanAÇÃO é performance em experimento cinematográfico.
Este curta inicia uma pesquisa de inserção dos recursos de acessibilidade como parte da poética de obra artística.

7- Terra não dita, mar não visto

Direção: Lia Letícia
Ano: 2017
Duração: 9’
Origem: Recife/PE
Classificação: Livre
Sinopse: Um encontro entre seres intangíveis, por vezes visíveis. No encontro entre terra e mar.

DIA 5/12

Longa-metragem: BANDO, UM FILME DE
Data: 05 de dezembro
Horário: 17h
Local: Cine Imperator 3D (Villa Nova Shopping)
Direção: Lázaro Ramos e Thiago Gomes
Ano: 2018
Duração: 1h45
Origem: Salvador/BA
Classificação: Livre
Entrada franca
Sinopse: Um documentário poético sobre os 28 anos de trajetória do Bando de Teatro Olodum na construção de um teatro afrografado, político e social. Um baú de memórias, fotos e vídeos, além de entrevistas com o Bando, colaboradores e convidados.

DIA 5/12

MOSTRA MEMORABILIA

No dicionário, memorabilia é descrito como “fatos ou objetos, dignos de serem rememorados, que se guardam na lembrança ou como lembrança”. Os documentários, independente do tema, tendem a somar para a memória coletiva, enquanto registro dos mais variados aspectos da vida, preservando momentos, pontos de vista, realidades, personalidades, acontecimentos… A Memorabilia traz um rico recorte da produção audiovisual documental brasileira, com trabalhos inscritos no FIM 2018.
Data: 05 de dezembro
Horário: 18h30
Local: Auditório CEPM Walkíria Lima (Eliézer Levi nº 63, Centro)
Duração: 2h46
Classificação: Livre
Entrada franca

1- ADMIRÁVEL MUNDO DESTRO

Direção: Luiza Leal
Ano: 2017
Duração: 25’
Origem: Maceió/AL
Classificação: Livre
Sinopse: Em um mundo planejado para pessoas destras, a minoria canhota experimenta a vida ao contrário. O documentário visita cidades no Brasil e na Europa para mostrar o cotidiano em comum de quem nasceu à esquerda da sociedade e refletir sobre como o lado esquerdo tem sido associado ao mal na história da humanidade.

2- BALANCEIA

Direção: Juraci Júnior e Thiago Oliveira
Ano:2017
Duração: 7’40
Origem: Porto Velho/RO
Classificação: Livre
Sinopse: Uma viagem à Amazônia provoca uma fusão de sentimentos em um homem. Depois de vivenciar o festival folclórico em uma ilha, o viajante se surpreende com crianças ribeirinhas que desafiam a força das águas.

3- C(ELAS)

Direção: Gabriela Santos Alves
Ano: 2017
Duração: 18’
Origem: Vitória/ ES
Classificação: Livre
Sinopse: Os meses finais da gravidez e os primeiros após o nascimento de um bebê são experiências únicas na vida de uma mulher. E quando esse cotidiano é vivido dentro de uma penitenciária?

4- ELZA

Direção: Leandro Olímpio
Ano: 2018
Duração: 20’
Origem: Santos/SP
Classificação: Livre
Sinopse: A gente não presta atenção, mas o cineasta sempre escolhe quais cenas entram e quais ficam de fora do filme. Na vida não é diferente, vó. A memória é uma ilha de edição.

5- ENTREMARÉS

Direção: Anna Andrade
Ano: 2018
Duração: 20’
Origem: Recife/PE
Classificação: Livre
Sinopse: No chão de lama, mulheres compartilham os seus vínculos e vivências com a maré, a pesca, e a Ilha de Deus.

6- IMAGINÁRIOS URBANOS

Direção: Glauber Martins Freire Xavier
Ano: 2017
Duração: 24’40’’
Origem: Maceió/AL
Classificação: Livre
Sinopse: Imaginários Urbanos mixa arte, corpo e cidade, esboçando inquietações de um grupo de pesquisadores e artistas dispostos a estimular reflexões sobre as representações simbólicas sobre a cidade de Maceió.

7- MAJUR

Direção: Rafael Irineu
Ano: 2018
Duração: 20’
Origem: Rondonópolis/ MT
Classificação: Livre
Sinopse: Conheça Majur, chefe de comunicação de uma aldeia no interior de Mato Grosso. O documentário mostra um recorte de um ano de sua vida.

8- SIMBIOSE

Direção: Júlia Morim
Ano: 2017
Duração: 19’39’’
Origem: Recife/PE
Classificação: Livre
Sinopse: Uma conversa com Maria dos Prazeres de Souza, parteira tradicional, cuja trajetória de saberes é uma “simbiose” entre o tradicional e o contemporâneo, entre o popular e o biomédico. Dona Prazeres transita entre mundos e realidades contrastantes e assim mantém uma constante incorporação e construção de saberes.

9- UM LUGAR AO SUL

Direção: Gianluca Cozza
Ano: 2018
Duração: 11’48”
Origem: Pelotas/RS
Classificação: Livre
Sinopse: Dame, imigrante senegalês em Pelotas, conquista seu maior sonho: ser jogador profissional de futebol. Em uma viagem para defender seu novo clube, relembra os momentos difíceis que enfrentou: a saudade do Senegal, as dificuldades como vendedor ambulante, a ilegal viagem até o Brasil e a saudade de um amor que ficou para trás.

DIA 6/12

Longa-metragem: HÍBRIDOS – OS ESPÍRITOS DO BRASIL
Data: 06 de dezembro
Horário: 17h
Local: Cine Imperator 3D (Villa Nova Shopping)
Direção: Priscilla Telmon e Vincent Moon
Ano: 2017
Duração: 1h28
Origem: Brasil/França
Classificação: 14 anos
Entrada franca
Sinopse: HÍBRIDOS, OS ESPÍRITOS DO BRASIL desvela um dos grandes assuntos da nossa geração – a espiritualidade está em voga em nossa sociedade e o seu epicentro é o Brasil. Desde a maior procissão católica do mundo a um desconhecido ritual indígena no Mato Grosso, de passes de cura em centros espíritas a novos rituais com ayahuasca em São Paulo, o documentário revela os laços fraternos entre curandeiros, xamãs, místicos, devotos e iniciados. Sem comentários, o filme é uma jornada musical através dos diversos rituais, enquanto tece, aos poucos, um novo ritual – um ritual cinematográfico.

DIA 6/12

MOSTRA FÔLEGO!

+ Votação popular do 4º Prêmio Gengibirra de Audiovisual
Mostra que carrega o apelo de uma das mais fortes expressões amapaenses. A expressão “Fôlego!” é usada para denotar espanto, surpresa, admiração… E aqui ela dá nome à mostra que é dedicada à produção audiovisual amapaense. Uma forma de incentivar os realizadores e a produção local, uma busca por novas inspirações, novos ares. Após a primeira noite da “Mostra Fôlego!”, o público participa da votação popular do 4º Prêmio Gengibirra de Audiovisual.
Data: 06 de dezembro
Horário: 19h
Local: Auditório CEPM Walkíria Lima (Eliézer Levi nº 63, Centro)
Duração: 2h
Classificação: Livre

 

1- A ORLA DE MACAPÁ: O CONTRASTE ENTRE BELEZA E ABANDONO

Direção: Bianca Moro de Carvalho
Ano: 2018
Duração: 23’13’’
Origem: Macapá/ AP
Classificação: Livre
Sinopse: Produzido por alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNIFAP em parceria com o projeto de extensão Planejando com a Comunidade. Esta pesquisa propõe refletir sobre a importância do espaço público na vida dos cidadãos, denunciando a ausência do poder público em uma das áreas mais nobres da cidade de Macapá.

2- DE DOMINGO À DOMINGOS

Diretor: Marcus Vinicius de Oliveira
Ano: 2018
Duração: 10’
Origem: Macapá/ AP
Classificação: Livre
Sinopse: A poesia no dia a dia de Seu Domingos, um produtor agroecológico.

3- FOME DE QUÊ?

Direção: Ronaldo Rony
Ano: 2018
Duração: 2’48’’
Origem: Macapá/ AP
Classificação: Livre
Sinopse: A busca pela informação como alimento essencial para a compreensão da realidade é o tema deste curtíssima-metragem.

4- DESVENTURA

Direção: Djonathan Rabelo e Carlos Washington
Ano: 2018
Duração: 4’41’’
Origem: Macapá/AP
Classificação: Livre
Sinopse: Obra fictícia que aborda as vivências e dificuldades encontradas por um jovem artista independente da cidade.

5- UM FILME BONITO DE SE VER

Direção: André Cantuária
Ano: 2017
Duração: 35’
Origem: Macapá/AP
Classificação: Livre
Sinopse: Documentário fruto do Projeto Experimental apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo, apresenta um panorama sobre a produção de documentários independentes no estado do Amapá, mostrando desafios e perspectivas. Produção realizada por André Cantuária e Jhenni Quaresma sob orientação da professora doutora Isabel Regina Augusto.

6- COLORINDO

Direção: Josean Ricardo
Ano: 2018
Duração: 42’
Origem: Macapá/ AP
Classificação: Livre
Sinopse: O documentário trata da história de pessoas que passaram por estigmatizações por não serem percebidas como “normais” em relação aos seus gêneros e/ou sexualidades na cultura escolar do Amapá entre 1988 e 2018.

DIA 7/12

Longa-metragem: EX-PAJÉ
Data: 07 de dezembro
Horário: 17h
Local: Cine Imperator 3D (Villa Nova Shopping)
Direção: Luiz Bolognesi
Ano: 2018
Duração: 1h21
Origem: Brasil
Classificação: Livre
Entrada franca
Sinopse: Até o contato do povo Paiter Suruí com os brancos, em 1969, Perpera era um pajé poderoso. Após chegada dos brancos, um pastor evangélico afirma que pajelança é coisa do diabo e Perpera perde seu papel na tribo, passando a viver com medo dos espíritos da floresta. Mas quando a morte ronda a aldeia, o poder de falar com os espíritos pode novamente ser necessário…

DIA 7/12
MOSTRA FÔLEGO!

+ Votação popular do 4º Prêmio Gengibirra de Audiovisual
Após a segunda noite da “Mostra Fôlego!”, o público participa da votação popular do 4º Prêmio Gengibirra de Audiovisual.
Data: 07 de dezembro
Horário: 19h
Local: Auditório CEPM Walkíria Lima (Eliézer Levi nº 63, Centro)
Duração: 2h
Classificação: 10 anos

1- A CHAMADA

Direção: Evaldo Dias Matos
Ano: 2018
Duração: 2’’34’’
Origem: Macapá/ AP
Classificação: Livre
Sinopse: Um jovem está estudando em seu quarto quando recebe uma ligação misteriosa que o levará ao máximo de tensão.

2- HABITAÇÃO POPULAR NA AMAZÔNIA: O ELESBÃO

Direção: Bianca Moro de Carvalho e Marcos Ramon
Ano: 2017
Duração: 22’20’’
Origem: Macapá/ AP
Classificação: Livre
Sinopse: Realizado por alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNIFAP, através do Projeto de Extensão “Planejando com a Comunidade”. No bairro do Elesbão, em Santana, alguns elementos da arquitetura, do modo de vida e a coexistência da relação homem-natureza o tornam uma experiência peculiar: a construção das casas é realizada pela própria comunidade sem apoio do poder público; a importância do rio engloba desde as atividades de estaleiro até sua influência na alimentação, marcada pelo consumo do peixe e do açaí. As belezas e as dificuldades deste lugar são uma situação paradoxal, em que riqueza natural e descaso público são revelados pelos depoimentos que estão neste documentário.

3- ENGASGA, ENGASGA

Direção: Wenner George
Ano: 2016
Duração: 6’12”
Origem: Macapá/ AP
Classificação: 10 anos
Sinopse: Um jovem aventureiro que tem um fim inesperado.

4- INTERVENÇÃO URBANA – BAIXADA VIVE

Direção: Chyara Gomes
Ano: 2018
Duração: 12’20’’
Origem: Macapá/AP
Classificação: Livre
Sinopse: Um projeto de design gráfico e graffiti voltado para os moradores das áreas de ressaca.
Com o intuito de proporcionar uma reflexão voltada ao incentivo da cultura através do design gráfico, valorização da comunidade, o projeto torna-se também uma plataforma de reintegração e inclusão social, levando o design e todo o movimento que o graffiti prega para dentro das áreas de ponte. Bem-vindos ao projeto de intervenção urbana BAIXADA VIVE!

5- BOJACK

Direção: Djonathan Rabelo e Carlos Washington
Ano: 2017
Duração: 3’28’’
Origem: Macapá/AP
Classificação: Livre
Sinopse: inspirado na série de animação, Bojack faz um retrato de jovens que se perdem internamente com as responsabilidades, as pressões e dificuldades emocionais que interferem em sua compreensão da vida para além da superficialidade.

6- MEU CORPO FEMININO

Direção: Fernanda Lima
Ano: 2018
Duração: 12’40”
Origem: Macapá/AP
Classificação: 10 anos
Sinopse: Não é exagero dizer que toda mulher já foi assediada na vida. O documentário apresenta o desabafo de quatro mulheres sobre os diversos assédios cotidianos, depoimentos que mostram que o corpo feminino é sinônimo e alvo de pequenas e grandes violências diárias trazidas pelo emaranhado de experiências e vivências em uma sociedade que desumaniza as mulheres.

7- ROBOCOP

Direção: Djonathan Rabelo
Ano: 2018
Duração: 4’13’’
Origem: Macapá/AP
Classificação: 10 anos
Sinopse: Nas periferias de Macapá, moradores narram suas batalhas cotidianas por sobrevivência em uma sociedade que criminaliza seus corpos e suas vidas.

8- REVISITANDO BUDA

Direção: Sady Menescal
Ano: 2018
Duração: 01’43”
Origem: Macapá/AP
Classificação: Livre
Sinopse: Processo criativo

9- MAZAGÃO – PORTA DO MAR

Direção: Gavin Andrews
Ano: 2016
Duração: 52’
Origem: Macapá/AP
Classificação: Livre
Sinopse: “Mazagão – Porta do Mar” mergulha no imaginário e na história do povo de Mazagão em uma trajetória que atravessa 246 anos e o Oceano Atlântico. O documentário registra o encontro de dois mundos e tempos: o da cidade do passado e suas histórias de batalhas gloriosas, com a comunidade tradicional que está numa encruzilhada com o mundo moderno.

DIA 8/12

GAMBIARRA – a festa do FIM

+ Entrega do 4º Prêmio Gengibirra de Audiovisual
Data: 08 de dezembro
Local: Quintal Cultural Walô 54 (Av. José Antônio Siqueira, 1212, Jesus de Nazaré)
Horário: 19h
Entrada: R$10
+ 18 anos

Fonte: FIM

12ª MCDH no Amapá inicia segunda-feira e exibe filmes sobre direitos humanos

A 12ª Mostra Cinema de Direitos Humanos (MCDH) exibe de 26 de novembro a 5 de dezembro, filmes emblemáticos que falam de temas diversos, que retratam a luta para que os direitos do homem sejam respeitados e preservados. O evento comemora os 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos, celebrado no dia 10 de dezembro, e está acontecendo em todas as capitais brasileiras. No Amapá, a MCDH é encabeçada pelos produtores do audiovisual, Ana Vidigal e Thomé Azevedo, em parceria com o Ministério Público do Amapá (MP-AP) e Governo do Estado (GEA).

O enfoque da mostra é conscientizar, questionar e debater temas como diversidade, direitos humanos, povos negros, indígenas, pessoas com limitações, direitos dos idosos, da mulher, à saúde, educação, diversidade religiosa e meio ambiente. São 40 filmes divididos em quatro temáticas, para atender todos os públicos, Temática, Panorama, Mostrinha, para crianças e adolescentes, e Homenagem, que nesta edição é dedicada ao ator brasileiro Milton Gonçalves. Os filmes serão exibidos nos prédios do MP-AP das Zonas Norte e Sul, e escolas públicas, e a entrada é franca, com respeito à faixa etária.

A Mostra é considerada um marco na consolidação do movimento do audiovisual no Amapá, que nos últimos anos tem conquistado apoio e público, pela organização instituições, grupos organizados e produtores locais, que conseguiram inserir o Amapá no seleto segmento de estados que produzem filmes com qualidade, graças ao trabalho de inclusão e capacitação. Seminários, festivais, mostras, palestras, e outras atividades, popularizaram o audiovisual, e no processo natural, profissionais e talentos foram descobertos e hoje estão no mercado.

A produtora Ana Vidigal, contabiliza os avanços no setor no Amapá em 2018, que é a colheita de um intenso trabalho dos produtores. Ela cita a inauguração do Núcleo de Produção Digital Equinócio (NPD), que facilita gratuitamente a produção de filmes, propagandas e documentários por produtores locais. Outra conquista festejada é o edital de produção de Audiovisual do Amapá, lançada pelo GEA em parceria com a Agência Nacional de Cinema (Ancine), onde foi disponibilizado R$ 3 milhões para produção de 12 vídeos, sendo que 80% dos produtores devem ser de origem local, e 90% rodados no Amapá.

Ana Vidigal, que coordena o NPD, disse estar certa de que a Mostra é um elo importante para que os amapaenses tenham acesso à produções cinematográficas que sejam gatilhos para conscientização, e as parcerias foram fundamentais para o evento. “O público terá filmes com contextos atuais e que abalam muitas famílias e pessoas, e é muito importante que todos assistam para próprio conceito pessoal sobre os temas. Tivemos parcerias importantes que viabilizaram esta Mostra, como com o Ministério Público do Amapá, Governo do Estado, através das Secretarias de Educação e Cultura, que foram essenciais para a concretização deste projeto”.

Para Thomé Azevedo, produtor, ator e militante do audiovisual, a Mostra é importante para o movimento no Amapá, porque traz diversos formatos, do longa, ao curta e média metragem, com filmes de ficção, que retratam a realidade, que debatem politicas públicas e diversidade. “É hora de trazermos a comunidade, estudantes, donas de casa, professores, em torno de um tema que é debatido em todo o mundo, que é a garantis dos direito humanos, e o Amapá tem que estar inserido”.

A 12a Mostra inicia segunda-feira, 26, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça do Amapá, no Araxá, às 19h, com abertura e exibição dos filmes A Rua é Nóiz, e Enrolado na Raiz.

Mariléia Maciel
Assessoria de Comunicação

Ontem rolou esquenta do 15º FIM na Praça da Samaúma

Sessão especial do cineclube Clube de Cinema fazendo o esquenta do 15º FIM na Praça da Samaúma.

A “Mostra Auvaitisse” exibiu nove produções do acervo do Festival: Juventude é revolução” de gSé Silva; “A onda – festa na pororoca”, de Cássio Tavernard; “Matinta”, de Fernando Segtowick; “Guida”, de Rosana Urbes; “Próxima”, de Luiza Campos; “A retirada para um coração bruto”, de Marco Antônio Pereira; “Cores e botas”, de Juliana Vicente, “A noite dos palhaços mudos” de Juliano Luccas e “Macapá Quebrada”, videoclipe do Máfia Nortista dirigido por Malária.

Abertura e encerramento ao som de Jota Mambembe com a banda mágica Wi-Fi.

Fotos: Maksuel Martins Souza
Fonte: FIM

“Mostra Auvaitisse” celebra os 15 anos de FIM

Oito curtas-metragens produzidos em diversos locais do Brasil serão exibidos durante uma mostra aberta de cinema na Praça da Samaúma, zona sul de Macapá, no dia 24 de novembro a partir das 19h. A “Mostra Auvaitisse” é a quarta edição deste projeto realizado pelo FIM Festival Imagem-Movimento, por meio de seu cineclube Clube de Cinema, uma sessão especial de “esquenta”, que antecede a abertura oficial do Festival.

Este ano, em comemoração aos 15 anos do FIM, a curadoria selecionou alguns dos curtas-metragens que se destacaram em nossas programações, e que dialogam com questões bastante atuais no Brasil. Serão exibidas as seguintes produções: “Juventude é revolução” de gSé Silva; “A onda – festa na pororoca”, de Cássio Tavernard; “Matinta”, de Fernando Segtowick; “Guida”, de Rosana Urbes; “Próxima”, de Luiza Campos; “A retirada para um coração bruto”, de Marco Antônio Pereira; “Cores e botas”, de Juliana Vicente e “A noite dos palhaços mudos” de Juliano Luccas.

Encerrando a noite, o artista Jota Mambembe faz participação especial com violão e voz. A “Mostra Auvaitisse” acontece com apoio do SESC/AP, Ministério Público/AP, Fundação Municipal de Cultura – Fumcult e Casa da Floresta – Multimídia & Artes. A classificação indicativa é 12 anos.

O 15º FIM acontecerá de 02 a 08 de dezembro, em Macapá com entradas gratuitas em espaços que serão divulgados em breve. Estão confirmados 51 filmes durante a programação, de diversos gêneros. Quinze produções amapaenses serão exibidas no Festival durante a “Mostra Fôlego!”, e concorrem ao 4º Prêmio Gengibirra de Audiovisual, no valor de R$1.000.

Serviço:

Mostra Auvaitisse – Clube de Cinema especial
Dia: 24 de novembro (sábado)
Hora: 19h
Local: Praça da Samaúma (Rua do Araxá, 118)
Classificação indicativa: 12 anos
Entrada franca

Sinopses

Juventude é revolução
Direção: gSé Silva
Ano: 2015
Duração: 6 min
Classificação: Livre
As periferias de São Paulo estão cheias de jovens com sonhos destroçados. As dificuldades que o sistema impõe, acabam fazendo com que alguns deles entrem no mundo do crime, por diversas razões, mas muitas vezes é apenas para terem o que comer dentro de suas casas.
Na zona sul de São Paulo, num bairro do Distrito do Jardim São Luís, tido como um dos mais populosos e violentos da cidade, alguns jovens lutam para não seguir esse caminho. Eles são artistas, poetas, músicos e acima de tudo, sonham sim com um mundo melhor e mais justo.
Em “Juventude é Revolução”, entre as vielas e escadas de mais uma das tantas periferias de São Paulo, através de dois coletivos artísticos chamados “Sarau Preto no Branco” e “Sarau Verso em Versos”, eles fazem esse manifesto, um grito por justiça e igualdade.

A onda – festa na pororoca
Direção: Cássio Tavernard
Ano: 2005
Duração: 12 min
Classificação: 10 anos
Com roteiro original de Adriano Barroso, conta a história de uma festa que os bichos organizam no fundo do rio para esperar a passagem da Pororoca. Enquanto isso, na superfície, dois surfistas do Sul tentam a aventura de “domar” a onda da pororoca. Estas ondas nos rios da Amazônia são um fenômeno natural. No Pará, o principal município atingido é de São Domingos do Capim. No dialeto indígena do baixo Amazonas, o fenômeno da pororoca tem o seu significado exato: Poroc-poroc significa destruidor.

Matinta
Direção: Fernando Segtowick
Ano: 2011
Duração: 20 min
Classificação: 12 anos
Sinopse: Quem é daqui dos matos tem que ter muito cuidado com o encantado. Quem quer ter paz na vida não se mete com matinta, mesmo na morte a bicha é perigosa. Se responder o chamado dela, não tem reza que dê jeito, tá com fardo de virar MATINTA.

Guida
Direção: Rosana Urbes
Ano: 2014
Duração: 11 min
Classificação: 12 anos
Guida trabalha como arquivista há 30 anos e tem sua rotina modificada ao se deparar com um anúncio para aulas de modelo vivo.

Próxima
Direção: Luiza Campos
Ano: 2017
Duração: 15 min
Categoria: Livre
Aos doze anos, Carol percebe que o mundo ao seu redor está muito parecido: suas tias e primas, as amigas da escola, as mulheres nas lojas, as cantoras da internet, todas estão com o cabelo liso. Menos ela.

A retirada para um coração bruto
Direção: Marco Antônio Pereira
Ano: 2017
Duração: 15 min
Classificação Indicativa: Livre
Ozório é um senhor que vive sozinho onde o Judas perdeu as botas, na zona rural de Cordisburgo-MG. Passa seus dias ouvindo rock no rádio, enquanto vive o luto da sua companheira. Até que um movimento no céu quebra sua solidão.

Cores e botas
Direção: Juliana Vicente
Duração: 16 min
Ano: 2011
Classificação: Livre
O curta-metragem Cores e Botas fala de um sonho comum às meninas do final dos anos 80: ser paquita. Essa possibilidade, ainda que remota para todas as meninas, era extinta para Joana, uma menina negra, pertencente a uma família de classe média alta, que aparentemente vencera as barreiras do preconceito, com possibilidades que pareciam ser infinitas.

A noite dos palhaços mudos
Direção: Juliano Luccas
Ano: 2012
Duração: 15 min
Classificação: 10 anos
A adaptação para o cinema de uma história criada por um dos maiores cartunistas brasileiros: Laerte. Dois palhaços mudos passeiam à noite com a missão de resgatar um companheiro sequestrado de uma organização que tem como objetivo exterminar sua espécie. ‘A Noite dos Palhaços Mudos “é uma fábula contemporânea cheia de humor contra a intolerância.

Fonte: FIM

Assisti Bohemian Rhapsody duas vezes para escrever essa resenha (sobre um filme sensacional)

Assisti Bohemian Rhapsody, filme que conta a trajetória de Freddie Mercury (se você não sabe quem é, pare agora de ler isso) e da banda Queen, duas vezes para escrever essa resenha. Na primeira oportunidade, na semana passada e em Belém (PA), fiquei tão impactado que sabia que precisaria ver novamente. O que ocorreu ontem, já aqui em Macapá.

O longa, dirigido por Bryan Singer, é fantástico. São 2h15 de narrativa, mas a gente nem sente o tempo passar. Dizem que cinebiografias musicais jamais estão à altura das obras dos ídolos, mas Bohemian Rhapsody é um negócio a parte.

O filme mostra como Freddie Mercury (atuação Phodona de Rami Malek) conhece Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) e juntos formam uma das maiores bandas de todos os tempos.

A trama é uma mistura de excelentes canções (claro), boas atuações, semelhança dos shows, caracterização (figurino impressionante), produção, tomadas de cima, jogo de câmeras (com objetos se movendo ao invés dos personagens), Além do Queen ter uma história incrível, com seu líder e maior frontman que já existiu (com poderosa voz, performance rock perfeita e Mercury até regia multidões).

As curiosidades são outro atrativo, como a genial composição da música que nomeia o filme, Bohemian Rhapsody lançada em 1975 no álbum “A Night At The Opera”. (método, inspiração, gravação) e a ideia do início da música Will Rock You, de Brian, bem como a “dance” de Deacon e seu contrabaixo. Elementos que enriquecem a película.

Claro que a cronologia está errada (ano de discos e shows, é só ver aí no Google), mas isso é uma vírgula em um texto quase perfeito. Qualquer fã da banda chora (chorei na primeira vez que assisti). Bohemian Rhapsody emociona e empolga tanto que dá vontade de levantar e cantar junto com a banda (a amiga que assistiu comigo na segunda vez que fui ao cinema disse: parece que estamos no show).

Claro que pegaram leve quanto a sexualidade, drogas e demais cagadas de Fred, mas mesmo assim os caretas e héteros inseguros acharam ruim (disseram lá no “Feicebuque” que vaiaram algumas cenas). Um filme não só para fãs, mas para qualquer pessoa que gosta de música e cultura. Só é ruim para homofóbicos, mas estes não gostam de cultura (risos).

Assista ao trailer de Bohemian Rhapsody:

Ficha técnica:

Bohemian Rhapsody (Bohemian Rhapsody, 2018)
Direção: Bryan Singer
Roteiro: Anthony McCarten (com base na história escrita por ele mesmo e por Peter Morgan)
Elenco: Rami Malek, Lucy Boynton, Gwilym Lee, Ben Hardy, Joseph Mazzello, Tom Hollander, Mike Myers.

Realmente “A sorte favorece os audazes“, frase de Alexandre O Grande, usada pelo agente da banda, apelidado de “Miami”. A energia do Queen e o talento do grupo foram o combustível para esse filme sensacional. Como disse a poeta e escritora Lara Utzig (no Twitter), “faça um favor a si mesmo: vá assistir Bohemian Rhapsody”. É isso mesmo. Recomendo!

Elton Tavares, jornalista, fã de Rock e da obra do Queen.

Dia Internacional da Animação tem sessão gratuita com 18 curtas em Macapá

Por Carlos Alberto Jr

Hoje (28), em paralelo aos resultados do 2º turno das Eleições 2018, acontece mais uma edição do Dia Internacional da Animação (DIA) em Macapá. Ao todo são 18 curtas-metragens, que serão exibidos em duas sessões gratuitas, uma seguida da outra, na Biblioteca Pública Elcy Lacerda a partir das 19h.

A mostra com animações nacionais e internacionais tem classificação indicativa a partir de 12 anos. O DIA será comemorado em mais de 200 cidades de todos os estados do país mais o Distrito Federal.

O DIA tem como proposta sensibilizar o público, além de dar apoio à produção cinematográfica de animação. Essa também é uma forma de estimular o interesse do público pelas animações que estão fora do circuito comercial.

Desde 2004, a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) realiza o DIA, que é o maior evento de exibição simultânea do país. No Amapá, o evento é promovido pelo Festival Imagem-Movimento (FIM) e serve como uma “prévia” para a 15º edição do evento, que acontece de 2 a 8 de dezembro.

Para celebrar a data, em 2002, a Associação Internacional do Filme de Animação (Asifa) lançou o “Dia Internacional da Animação” contando com diferentes grupos internacionais filiados em mais de 30 países.

A comemoração também é realizada em dezenas de países, tais como, EUA, França, Portugal, Coreia do Sul, Egito, Austrália, Japão. O DIA, que aconteceu desde 2002, acontece sempre no dia 28 de outubro, data que marca a primeira exibição de imagens animadas no mundo, criada pelo francês Émile Reynaud em 1892.

Mostra vai exibir curtas animados brasileiros e internacionais em Macapá — Foto: Reprodução/Millie

Programação:

Mostra nacional
Piconzé
Direção: Ype Nakashima
Duração: 1 minuto (trecho do longa metragem de 1972)
Formato: 2D

O Homem na Caixa
Direção: Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr
Duração: 19 minutos

Millie
Direção: Israel Dilean
Duração: 5 minutos e onze segundos
Formato: 3D Digital

Insone
Direção: Débora Pinto e Breno Guerreiro
Duração: 2 minutos e 19 segundos
Formato: 2D

Trip
Direção: Péricles Ianuch
Duração: 2 minutos e 44 segundos

La Loba
Direção: Julia de Macedo Nicolescu
Duração: 3 minutos e nove segundos
Formato: 2D

8 Patas
Direção: Fabrício Eduardo Rabachim, Gabriel Barbosa, Pietro Leonardo Nichelatti Nicolodi
Duração: 2 minutos e 25 segundos
Formato: computação gráfica em 3D

Um Conselho Animador
Direção: Thiago Calçado
Duração: 37 segundos
Formato: 2D

Torre
Direção: Nádia Mangolini
Duração: 18 minutos
Formato: lápis sobre papel, tinta sobre papel em 2D

Mostra internacional
Los Aeronautas (MEX)
Direção: León Fernández
Duração: 11 minutos
Formato: stop motion

Luminaris (ARG)
Direção: Juan Pablo Zaramella
Duração: 6 minutos
Formato: stop motion/pixilation

High Wool (ALE)
Direção: Nikolai Maderthoner e Moritz Mugler
Duração: 3 minutos
Formato: stop motion

Mostra acontece em Macapá e em mais de 200 cidades brasileiras simultaneamente — Foto: Reprodução/60 Segundos de Oscuridad

El Empleo (ARG)
Direção: Santiago ‘Bou’ Grasso
Duração: 6 minutos
Formato: 2D

Serio (CAN/BRA)
Direção: Ana Gusson
Duração: 3 minutos e 22 segundos
Formato: 2D

60 Segundos de Oscuridad (ARG)
Direção: Pablo Conde
Duração: 4 minutos
Formato: 2D

The Short Story of a Fox and a Mouse (FRA)
Direção: Camille Chaix, Hugo Jean, Juliette Jourdan, Marie Pillier, Kevin Roger
Duração: 6 minutos e 14 segundos
Formato: 3D

Inercia (ARG)
Direção: Becho Lo Bianco e Mariano Bergara
Duração: 4 minutos
Formato: stop motion

Last Call (ING/POR)
Direção: Sara Barbas
Duração: 12 minutos
Formato: 2D

Serviço:

Dia Internacional da Animação (DIA) em Macapá
Data: 28 de outubro (domingo)
Hora: 19h
Local: Biblioteca Pública Elcy Lacerda (Centro)
Entrada: Gratuita
Classificação: 12 anos

Fonte: G1 Amapá

Macapá recebe 15ª edição do Dia Internacional da Animação

O Dia Internacional da Animação (DIA) é uma Mostra de curtas-metragens de desenhos animados nacionais e internacionais com entrada franca que acontece no dia 28 de outubro em centenas de cidades do Brasil.

COMO SURGIU O EVENTO NO MUNDO

Em 28 de outubro de 1892, Emile Reynaud realizou a primeira projeção pública de imagens animadas do mundo do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris, exibindo o filme Pauvre Pierrot. Para celebrar a data, em 2002, a ASIFA (Associação Internacional do Filme de Animação) lançou o “Dia Internacional da Animação” contando com diferentes grupos internacionais filiados em mais de 30 países.

NO BRASIL

No Brasil o evento é realizado pela Associação Brasileira de Cinema de Animação – ABCA. Em 2018 o DIA vai para a sua 15ª edição, conquistando, a cada ano, maior visibilidade e parceiros em diversos municípios brasileiros. A Mostra Oficial acontece no dia 28 de outubro às 19h00 simultaneamente em todas os locais participantes, contando com a adesão de centenas de cidades em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, sendo o maior evento simultâneo de animação realizado no Brasil.

Nesse ano o DIA é viabilizado pelo Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual via Fundo Nacional da Cultura.

COMO É:

A Mostra Oficial é composta por uma hora de curtas metragens brasileiros (Mostra Nacional) selecionados por um júri especializado de diretores escolhidos pela ABCA e uma hora de filmes estrangeiros (Mostra Internacional). Ambas possuem classificação indicativa de 12 anos.

Em Macapá, o Festival Imagem-Movimento (FIM) integra a rede de exibição do DIA como realizador local voluntário desde 2007, e ao longo desses doze anos de parceria o evento passou por diversos municípios, praças, aparelhos culturais e escolas. Este ano a Biblioteca Pública Elcy Lacerda recebe o evento, com entrada franca. Após a sessão acontece um bate-papo com o convidado Marcus Oliveira sobre Animação na Amazônia e perspectivas para o Amapá.

Marcus é graduado em Comunicação Audiovisual pela UNB. Pós-graduando em Gestão Cultural – cultura, desenvolvimento e mercado, pelo Senac. Editor e assistente de direção da série de animação “Icamiabas na Cidade Amazônia”, em exibição pela TV Cultura do Pará. Roteirista e editor da série “Brinquedonautas”, que estreia em 2019, na TV Brasil. Ambas do estúdio Iluminuras, de Belém/PA.

Confira a programação:

MOSTRA NACIONAL – Classificação indicativa 12 anos

Piconzé
Dir. Ype Nakashima
01’ (trecho do longa metragem) – 2D – 1972
Desde 2013, exibimos no início da Mostra Nacional um filme que faz parte da história da animação brasileira.
Nos 15 anos do DIA, a curadoria escolheu um trecho de Piconzé – primeiro longa-metragem colorido de animação produzido no Brasil, lançado em 1972.
SINOPSE: No pequeno vilarejo conhecido como Vila do Vale Verde vivem três grandes amigos: o jovem Piconzé, o papagaio Papo e o porco Chicão. Os três levam uma vida pacata e sossegada na pequena comunidade onde moram, mas, certo dia, tudo muda: Bigodão, um famoso bandido da região, ataca a cidadezinha e sequestra Maria, namorada de Piconzé, forçando os três amigos a partir em uma aventura cheia de perigos e emoções para resgatar a moça e derrotar Bigodão.

O Homem na Caixa
Dir. Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr
19’ – Animação 2D no Computador
SINOPSE: Preso há décadas em uma prisão de segurança máxima, um velho mágico-escapista tenta reviver os seus dias de glória, colocando em prática um plano de fuga perfeito, mas também muito arriscado.

Millie
Dir. Israel Dilean
05’ 11” – 2D Digital e 3D Digital
SINOPSE: Um monstro nascido da briga de um casal entra no quarto da filha deles para atacá-la mas seu urso de pelúcia faz o que pode para protegê-la.

Insone
Dir. Débora Pinto e Breno Guerreiro
2’19” – Animação 2D digital full
SINOPSE: Dois irmãos estão brincando em seu quarto usando diferentes roupas e itens imaginários numa luta interminável que transcende tempo e passa de mundo em mundo.

Trip
Dir. Péricles Ianuch
2’44” – 2D
SINOPSE: Um rapaz entediado tem uma viagem que vai mudar sua vida.

La Loba
Dir. Julia de Macedo Nicolescu
03’09” – 2D Tradicional (digital) e cut-out
SINOPSE: Em meio a um deserto escaldante, uma velha xamã se prepara para um misterioso ritual recolhendo ossadas. Baseado no conto de Clarissa Pinkola Estés.

8 Patas
Dir. Fabrício Eduardo Rabachim, Gabriel Barbosa, Pietro Leonardo Nichelatti Nicolodi
02’ 25” – Computação Gráfica
SINOPSE: Ao receber uma visita inesperada, Beatriz se vê dentro de seu pior pesadelo. A aparição de uma pequena aranha transforma o conforto de seu lar em uma sucessão de desventuras, que provará que o maior perigo a enfrentar é o seu próprio medo.

Um Conselho Animador
Dir. Thiago Calçado
37”– 2D
SINOPSE: Um conselho para meu filhos.

Torre
Dir. Nádia Mangolini
18’ – 2D, Lápis sobre papel, Tinta sobre papel
SINOPSE: Quatro irmãos, filhos de Virgílio Gomes da Silva, o primeiro desaparecido político da ditadura militar brasileira, relatam suas infâncias durante o regime.

MOSTRA INTERNACIONAL – Classificação indicativa 12 anos

Los Aeronautas
Dir. León Fernández
11’ – Stop Motion – México
SINOPSE: Em meio ao deserto, uma tribo sobrevive com o pouco que dá na terra. Soo’goh, o mais débil do clã, tentará vencer os obstáculos para chegar aos pomares do paraíso que todos desejam.

Luminaris
Dir. Juan Pablo Zaramella
06’ – Stop Motion / Pixilation – 2011 – Argentina
SINOPSE: Num mundo onde a luz reina e marca o ritmo da vida, um homem comum tem um plano que pode mudar o rumo das coisas.

High Wool
Dir. Nikolai Maderthoner e Moritz Mugler
03’ – Stop Motion – 2013 – Alemanha
SINOPSE: Um duelo em uma cidade feita de cordas.

El Empleo
Dir. Santiago ‘Bou’ Grasso
06’ – 2D – 2008– Argentina
SINOPSE: Um homem faz seu trajeto habitual até trabalho, imerso em um mundo onde o uso de personas é algo cotidiado.

Serio
Dir. Ana Gusson
03’22” – 2D – 2016 – Canadá/Brasil
SINOPSE: Em uma pequena cidade, Felicio cria sua família e trabalha como um sapateiro tradicional, sempre muito sério. Um dia, Guri, seu filho mais novo, quebra sua rotina de trabalho e juntos descobrem uma paixão em comum e um jeito mais leve de ver a vida.

60 Segundos de Oscuridad
Dir. Pablo Conde
04’ – 2D– 2018 – Argentina
SINOPSE: Uma nevada misteriosa, uma cidade visitada pela Morte. A loucura e os limites do suportável trazem suas consequências de mãos dadas com o desespero.
60 Segundos de Oscuridad é uma homenagem à história em quadrinhos argentino “El Eternauta”, de Héctor Germán Oesterheld e Francisco Solano López. É uma adaptação de um fragmento do trabalho, interpretado a partir da linguagem da animação.

The short story of a fox and a mouse
Dir. Camille Chaix, Hugo Jean, Juliette Jourdan, Marie Pillier, Kevin Roger
06’14”– 3D– 2015 – França
SINOPSE: Uma raposa solitária caça um rato e o seu relacionamento muda quando duas corujas interferem na caçada.

Inercia
Dir. Becho Lo Bianco e Mariano Bergara
04” – Stop Motion – 2012 – Argentina
SINOPSE: A inércia é a força que faz com que todas as coisas se mantenham no estado em que se encontram. É a resistência a mudança. A inércia afeta todas as coisas, incluindo as pessoas.

Last Call
Dir. Sara Barbas
12”– 2D – Inglaterra/Portugal
SINOPSE: Catarina (uma gata) encontra sua velha paixão, Diogo (um cão) na fila para a inspeção das bagagens no aeroporto. A conversa entre os dois acaba se tornando constrangedora. Eles são interrompidos por pequenos acidentes resultantes das medidas de segurança do embarque, enquanto percebem um enorme erro do passado.

SERVIÇO:

15º Dia Internacional da Animação
Data: 28 de outubro
Hora: 19h
Local: Biblioteca Pública Elcy Lacerda
Classificação indicativa: 12 anos
Entrada franca

Fonte: FIM.

COBERTURA COLABORATIVA do 15º FIM

Arte: Rogério Araújo

Se ligaê! Tá afim de somar com a gente participando da cobertura do nosso lindo festival nas seguintes áreas: Fotografia, design gráfico, Edição de imagem, Repórter, Cinegrafista, edição de vídeo, Produção, som direto, Social media, texto….

Nos dias 28/10 (Dia da Animação), 24/11 (Mostra Esquenta), 2 a 8/12 (15º FIM) essa é a hora!

LINK PARA INSCRIÇÃO: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSefJ3zkxsO5OM12NjzG2KT-i302rVUV-1BN9CgTyA71X9WkqA/viewform?usp=sf_link

Fonte: Fanpage do FIM

MP-AP e Tjap lançam projeto “Cinema Legal” para as crianças de Laranjal do Jari

A Promotoria de Justiça de Laranjal do Jari e a Vara da Infância da Comarca do sul do Estado lançaram na terça-feira (9), o Projeto Cinema Legal, com a realização da primeira sessão de cinema para difundir a cultura e propiciar lazer às crianças das escolas públicas e envolvidas em projetos sociais do município. Participaram da abertura a coordenadora das Promotorias de Justiça de Laranjal do Jari, promotora de Justiça Samile de Brito, a promotora de Justiça substituta Amanda Uchôa, os juízes Zeeber Lopes Ferreira e Marina Lorena Lustosa Vidal, a secretária Municipal de Educação, Tanira Barbosa, e representantes da sociedade civil.

Nesta quinta-feira (11), no plenário do Tribunal do Júri do Fórum da Comarca de Laranjal do Jari, foi realizada a segunda sessão de cinema, das seis que estão programadas para o mês de outubro, quando é celebrado o Dia da Criança (12). As exibições serão realizadas duas vezes por semana, às terças e quintas-feiras, e a partir de novembro serão uma vez por semana, oportunizado a participação do maior número possível de estudantes do ensino fundamental.

“Laranjal do Jari não possui cinema. Por essa razão, nós do Ministério Público do Amapá (MP-AP) e os magistrados que atuam aqui na Comarca resolvemos desenvolver este projeto para oportunizar uma experiência cultural diferenciada para essas meninas e meninos, de maneira que possam adquirir conhecimentos e valores que poderão servir para a vida toda, de uma forma lúdica e prazerosa”, justificou Samile de Brito.

São exibidos filmes infantis escolhidos de acordo com a faixa etária das crianças convidadas, para 80 (oitenta) crianças, capacidade do Plenário do Fórum de Laranjal do Jari, local das exibições. Durante a sessão, é feita distribuição de pipoca e refrigerante. Ao final, as crianças recebem uma sacolinha com doces e uma atividade para casa, no sentido de expor suas impressões sobre o filme.

PROGRAMAÇÃO – Mês de outubro:

Dia 09/10, às 09h – Escola Municipal Aturiá e Casa de Apoio de Laranjal do Jari
Dia 11/10, às 09h – Escola Municipal Tereza Teles
Dia 16/10, às 09h – Escola Estadual Prosperidade
Dia 18/10, às 09h – Escola Estadual Santo Antônio
Dia 23/10, às 09h – Escola Municipal Marilza Nascimento
Dia 25/10, às 09h – Escola Municipal Terezinha Queiroga

SERVIÇO:

Gilvana Santos
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

Diretor de cinema amapaense estreia série Brasileiros S/A, no canal CINEBRASiLTV (SKY 157)

O amapaense Célio Cavalcante Filho estreia hoje (04/10) na direção da Serie Brasileiros S/A, no canal CINEBRASiLTV (SKY 157). A série será exibida hoje, a partir das 21h, no Scorpion Snooker Bar, localizado na Avenida Cora de Carvalho, Nº 1812.

Descrição: Retrata o Brasil através de profissões marginalizadas, que fazem refletir sobre as diferentes realidades, percepções e modos de vida dos brasileiros. Ao longo dos treze episódios, a série viaja por diversos estados brasileiros onde o contraste estende-se à diversidade das paisagens, do garimpo no interior do Pará ao sertão cearense, passando pela floresta amazônica no Amapá, a capital mineira Belo Horizonte até os cânions do rio grande do sul, e a urbana São Paulo. A cada episódio, um personagem apresentará seu dia a dia, suas dificuldades e alegrias.

Classificação Etária Indicativa: Livre
Ano de Produção: 2018
País de Origem: Brasil

Ficha técnica:

Direção: Célio Cavalcante Filho, Leo Rapini e Rafinha Bastos
Uma produção associada: Crazy Monkey e Amora Filmes
Produção executiva: Rosana Oda e Tânia Oda
Roteiro: Célio Cavalcante Filho e Leo Rapini
Narração: Rafinha Bastos
Argumento: Juliana Kuleza
Direção de produção: Carol Collyer
Edição: Célio Cavalcante Filho e Ícaro Reis
Trilha sonora: Leo Chermont
Direção de fotografia: Lucas Escócio e Regis Robles
Eletricista: Marivaldo Rocha
Pesquisa: Ana Chinelli, Ana Vidigal, Carol Collyer, Leonardo dos Anjos e Tânia Oda
Abertura: Fábio Sciedlarkzyc
Edição e mixagem de som: Rodrigo Ferrante, ABC (Mix estúdios)

Próximas apresentações:

Quinta-feira, 04/10/2018, 21h00: Motoboy
Sexta-feira, 05/10/2018, 21h00: Agente funerário
Segunda-feira, 08/10/2018, 21h00: Agricultor
Terça-feira, 09/10/2018, 21h00: Condutor-socorrista de ambulância

* Informação (texto) do cineasta amapaense Thomé Azevedo.

Clube de Cinema: 2º Circuito Cineclubista Fincar #EleNão

No conturbado momento histórico e político pelo qual a sociedade brasileira passa, a 2ª edição do circuito cineclubista do Fincar em Macapá acontece aderindo ao movimento #Elenão, que se posiciona contra “aquele” candidato à presidência e a ameaça que este representa a nossos direitos, nossa liberdade e a nossas vidas.

A seleção que será exibida no Clube de Cinema é composta por 06 curtas-metragens brasileiros de ficção e documental, todos dirigidos por mulheres. A mostra é uma iniciativa de resistência a todo tipo de intolerância e violência, um espaço de diálogo e de encontro de diferenças.

A sessão do Clube de Cinema compõe a programação do Ato Político Cultural que acontecerá na Pç. Floriano Peixoto a partir das 16h30 também no dia 29/09.

Serviço:

Clube de Cinema realiza 2º Circuito Cineclubista Fincar #EleNão
Data: 29/09/2018 (sábado)
Hora: 19h
Local: Biblioteca Pública Elcy Lacerda, localizada na Rua São José, Nº 1.800, centro de Macapá.
Entrada franca