Cine Mairi estréia com documentário “Terra Deu Terra Come”

Cine Mairi – Foto: Sal Lima.
Neste sábado, 9, o Cine Mairi que funciona na Fortaleza de São José Macapá, dá início a sua nova temporada, tendo como filme de estréia a película “Terra Deu Terra Come”. Ele foi considerado pela crítica brasileira como o melhor documentário brasileiro, com um enredo cheio de encantos e surpreendente. Memória e ficção se misturam, de forma a tecerem uma história fantástica, que retrata um canto metafísico do sertão mineiro. A sessão será às 16h e a entrada é franca.

O Cine Mairi traz 12 novos programas, contendo filmes de comédias, ficção e documentários sobre a política brasileira, futebol e outros gêneros. A exibição será aos sábados, sempre às 16h, sendo um filme por sessão, nas categorias curta, média e longametragem.
O Prisioneiro da Grade de Ferro; Bola na Tela; Comédias Contemporâneas; Bicho de sete cabeças e O profeta das cores; Milagre em Juazeiro e Padre Cícero; Quase dois Irmãos e O prisioneiro; Os xeretas e A lasanha assassina; O Velho – a história de Luiz Carlos Prestes; Programa 99 Curta Criança; Programa 106 Os anos JK – uma trajetória política; Iracema; Uma transa amazônica; Carrego comigo e A pessoa é para o que nasce, são alguns dos filmes a serem exibidos durante a temporada.

A primeira temporada do Cine Mairi foi lançada no dia 12 de março deste ano. De lá para cá já foram exibidos mais de 40 sessões, com a exibição de 33 filmes e um público de 740 espectadores. Uma média de 18,5 espectadores por sessão. Quanto ao público, predominante 62,3% são de todas as idades; 21,31% são adultos e os demais se dividem entre crianças e jovens. O Cine exibe, principalmente, filmes da Programadora Brasil. São catálogos nacionais disponibilizados em pacotes trimestrais.

O coordenador do Cine Mairi, Thiago Cavalcante, acredita que o diferencial da nova temporada é a exibição das sessões no espaço das muralhas da Fortaleza de São José de Macapá. “O Cine Mairi é uma atividade cultural de suma importância para divulgar a produção cinematográfica brasileira. Além disso, desde que foi lançado, tem contribuído consideravelmente com o aumento de visitação da sociedade amapaense e também de turistas à Fortaleza de São José de Macapá. E esse é um dos nossos objetivos: conectar por mais tempo o cidadão ao nosso Patrimônio Histórico, mostrar-lhe o valor desta nossa riqueza, para a memória e a identidade da população amapaense”, destacou Thiago.

Iracilda Tavares
Assessora de Comunicação
Secretaria de Estado da Comunicação

Tropa de Elite 2

Estréia hoje (8), nos cinemas do Brasil, o filme Tropa de Elite 2. O longa promete imagens fortes como gente morrendo, tiros, porrada e bomba! E até o saco (aquele usado para sufocamento, tática de tortura vista no primeiro filme) está de volta. Mas tem mais: “Tropa de elite 2” toca em assuntos delicados. Fala não só de tráfico de drogas, mas de milícia, ligação da PM com traficantes, corrupção (não só na polícia, mas principalmente na política), e até conexão de chefe de Estado com bandidagem.

Agora,Wagner Moura (10 anos mais velhos) não é mais capitão e sim “coronel Nascimento” . O filme mostra também a relação de Nascimento com o filho (Rafael, interpretado por Pedro Van Held, o Artur de “Malhação”).

O ator Sandro Rocha, que no “Tropa de elite 1” foi o PM corrupto que soltou a pérola “quem quer rir tem que fazer rir”, volta em “Tropa 2” como um PM atuante e, ao mesmo tempo, chefe de milícia na Zona Oeste do Rio.

O Tropa de Elite 1 foi um sucesso de público e crítica, estou afim de ver qual é desta continuação. Vamos aos cinemas (isso se o “lançamento nacional” se estender a todos os cinemas de Macapá).

Curso de Atuação em Cinema e TV

Janisse Carvalho, além de talentosa, uma amiga querida.
O Museu da Imagem e do Som (MIS) inicia hoje (28) o “Curso de Potencialidade Criativa para Atuação em TV e Cinema”. A capacitação, que encerrará no dia 3 de outubro, será ministradada pela psicóloga e atriz Janisse Carvalho.O curso será certificado e será ministrado das 14h ás 17h, na sede do MIS, no segundo piso do Teatro das Bacabeiras. É mais uma oportunidade dos artistas da cidade se familiarizarem com linguagem cinematográfica.

O MIS auxiliará nos registro das performances dos alunos. O resultado dessas gravações irá iniciar a construção de um banco de imagens de atores do MIS.
“Esta proposta baseia-se na premissa de que, a linguagem teatral, inspirada nos estudos da bioenergética, biodança, teatro do oprimido e teatro de palhaços, apresenta-se como uma alternativa de sucesso para aprofundamento do autoconhecimento. O principal desafio na aplicação desse método no processo de qualificação para a apresentação em vídeo é reconhecer a possibilidade de realizar trocas democráticas de construção, interpelação e reflexão do saber em circulação no setting da apresentação”, explicou Janisse Carvalho.


Um museu de grandes novidades

Texto de Renato Flecha, publicado no Caderno Batuque, do jornal “Correio do Amapá” – Edição de 26.09.2010

Alexandre Brito, o administrador que fez o MIS funcionar
A promoção de cultura no Amapá acelera a passos largos e em todas as suas vertentes. Em 2010, o setor audiovisual do Estado ganhou força. O Museu da Imagem e do Som do Amapá (MIS-AP), que foi fundado em 2007, intensificou suas ações.

O Museu funciona no segundo piso do Teatro das Bacabeiras, no centro de Macapá, e tem como missão preservar, mapear e divulgar registros audiovisuais referentes à história e cultura do Amapá, por meio de ações de educação patrimonial, eventos que promovam elementos de nossa cultura e ações de formação de produtores audiovisuais.

Parafraseando o poeta Cazuza, no MIS “eu vejo um museu de grandes novidades”. O Museu é aberto à visitação pública, de segunda à sexta, no horário comercial, de 9h às 12h e de 14h às 18h.
O responsável pelas ótimas ações do MIS é o diretor do Museu, o fotógrafo, jornalista e professor universitário, Alexandre Brito. Durante sua gestão, que iniciou em novembro de 2007, o administrador tem buscado realizar ações mais contundentes, que permitam ao MIS, se tornar um museu mais conhecido e, consequentemente, mais útil aos cidadãos amapaenses. O MIS é, dos museus existentes no Amapá, o único que disponibiliza seu acervo na internet, para que a cultura amapaense seja conhecida e minimamente pesquisada por qualquer pessoa que tenha acesso à rede mundial de computadores.
De acordo com Alexandre Brito, essas ações afirmativas passam, inevitavelmente, por um tratamento adequado do acervo, como: catalogação, digitalização e facilitação do acesso às fotografias, slides, vídeos, filmes e áudios que compõem a reserva técnica do MIS-AP. Segundo ele, as ações do MIS buscam cuidar da memória de nosso Estado e estimular a sociedade a conhecer-se melhor e a registrar suas práticas cotidianas como uma forma de valorização de seus saberes.
“E aqui estamos nós, buscando, diariamente, atingir essas metas. A tarefa não é fácil, mas também reconhecemos como extremamente necessária. Imagens e sons possuem a propriedade de carregar consigo muitas memórias. A preservação e difusão delas representam a possibilidade de levar às gerações futuras a chance de conhecer os modos de viver, fazer e pensar de seus antepassados”, explicou Alexandre Brito.
Enfatizou ainda, “Cuidar dessas memórias é uma das finalidades de um Museu da Imagem e do Som. Partindo da interação com essas lembranças, memórias ou registros audiovisuais, temos a oportunidade também de entender melhor nosso próprio presente, fortalecendo nossos laços e vínculos identitários e, ao mesmo tempo, adquirir maiores referências para agir ativamente no processo dinâmico da história e da cultura”.
Acervo
O acervo do MIS é composto por uma infinidade de suportes. Alguns deles estão em excelente estado de conservação e outros precisam de um cuidado especial, por estarem em processo de desgaste avançado. Por isso, é necessário que a digitalização aconteça da forma mais ágil possível. É nessa fase que a equipe está trabalhando nesse momento.
A prioridade estabelecida é para a digitalização das fotografias. Isso se justificativa pelo fato de ser ela o item do MIS mais procurado por pesquisadores e alunos dos ensinos Médio e Superior. Após essa etapa, o MIS iniciará a digitalização dos VHS, segundo item das demandas encaminhadas para o Museu.

O acervo do MIS se constitui de 13.000 fotografias impressas; 1.000 horas de vídeo em VHS; 150 horas em MiniDV; Películas super 8mm; Películas 35mm; Slides; Fitas K7; CDs; DVDs; Livros.
Projetos
Entre os projetos do Museu estão o “Histórias Daqui”, “Clube de Cinema”, além da “Digitalização de fotos históricas” do Amapá e Upload do acervo de parte do acervo para internet. O projeto Histórias Daqui busca gravar, com os artistas e moradores mais antigos do Estado, vídeos que possam registrar as memórias dessas pessoas a respeito do cotidiano da cidade e de suas memórias afetivas em relação à nossa cultura. Já o Clube de Cinema do MIS, que acontece em parceria com o Serviço Social do Comércio (SESC-AP), realiza reuniões quinzenais nas quais se projeta filmes para que o público possa refletir sobre cinema e vídeo. Esta ação busca estimular o estudo e a profissionalização dos produtores independentes do Amapá.
Eventos
Vários eventos foram realizados pelo MIS, entre os quais, cursos cinema e vídeo, curso de Fotografia, Produção, Direção, Roteiro e Iluminação para cinema e vídeo. Além das capacitações, o Museu promoveu o II Colóquio Amapaense de Fotografia e a I Maratona Fotográfica do MIS.
Resumo da ópera: o MIS é um espaço de criação, resgate e exposição cultural. Possui profissionais capacitados e comprometidos com o audiovisual local. Setor de grande relevância e eficiência, que ascende dentro de vários segmentos no Amapá. Faça uma visita ao MIS e conheça mais de nossa história, através de sons e imagens, uma verdadeira viagem no tempo.
As informações sobre o MIS estão disponíveis no blog do Museu, no endereço eletrônico: www.museudaimagemedosom.blogspot.com e e-mail para contato é: [email protected].

Oitava reunião do Clube de Cinema

                                                                                Arte: JJ

Hoje (18), tem Clube de Cinema no MIS, Teatro das Bacabeiras, segundo piso, a partir das 18:30. A tela receberá imagens dos títulos:
Metropolis;
O vaso;
O homem com uma câmera;
Entrada franca, apareçam!!

Chico, Besouro e o Bem Amado

                                                                                            Por Wellington Silva

Depois de vermos tanta baboseira nacional, finalmente, eis que surge, muito comentadas no meio intelectual e nas massas, duas fantásticas produções cinematográficas para salvar a nossa ruinzinha imagem perante a comunidade internacional:A vida de luz e pura caridade cristã de Chico Xavier e a bela construção histórica da vida cultural dos capoeiristas e candomblecistas no recôncavo baiano, liderados por mestre Besouro, escolhido pelos Orixás para cumprir a sagrada missão de libertar da opressão toda uma cultura de resistência afrodescendente.
O primeiro, Chico Xavier, por mais que fosse uma produção de poucos recursos, em todos os níveis, por si só já seria uma bela obra justamente pela abordagem histórica daquele que foi em vida encarnada o Grande Luzeiro do espiritismo no mundo, de origem muito pobre, escarnecido e incompreendido por alguns e depois amado por uma grande multidão de brasileiros oriundos de todos os cantos do País.
Creio que Nelson Xavier, que brilhantemente interpreta Francisco Cândido da Silva Xavier, estudou profundamente todas as características gestuais de Chico, sua forma simples e angelical de comunicação, seu simples vestuário, costumes e hábitos.
O ator Tony Ramos, um mestre da dramaturgia brasileira, encarna um pai ateu desconsolado pela perda repentina e prematura do filho, filho que foi vítima do disparo acidental de uma arma de fogo, arma acidentalmente acionada por seu melhor amigo.
Ao seu lado contracena Cristiane Torloni, atriz que desempenha com muita competência e comoção o difícil papel de uma mãe sofrida com a perda irreparável do filho. O destino encarregara-se de cruzar o caminho do casal com o de Chico. O casal inicialmente vê o conhecido médium com muita resistência e desconfiança e custa a crer na autenticidade das cartas enviadas pelo filho desencarnado. As evidências são tão irrefutáveis, incontestáveis, que o casal depois resolve, numa decisão inédita da justiça brasileira, absolver o réu.
A comparação da assinatura do morto, assinada na carta psicografada por Chico Xavier, com a assinatura da sua carteira de identidade, é autenticada como verdadeira por especialistas. E assim Chico vai espalhando sua luz, libertando pessoas do mal e ao mesmo tempo contraindo perseguições de um padre que insiste em dizer que sua obra é do Satanás, assim como Jesus foi perseguido e acusado por sacerdotes exploradores da fé de obreiro do inferno.
A vida de Chico Xavier é um filme para crentes, descrentes, desesperançosos, pessoas angustiadas por algum motivo, para a família, para alguém em busca de respostas, enfim, a vida de Chico é um exemplo de caridade e amor para a humanidade.Besouro também é simplesmente fantástico. Dotado de bem elaborados efeitos visuais especiais, conta com apoios de peso tais como o da Petrobrás, Bradesco, Odebreth, TAM. Logo na abertura, a narração de Mauro Gonçalves emociona.
A luta de Besouro se passa no recôncavo baiano, em 1924, época em que estava proibida a exibição, organização e “ajuntamento” de capoeiristas e candomblecistas. Qualquer manifestação desse tipo sofria a imediata repressão coronelista da época.
Discípulo de mestre Alípio, Besouro, ágil e veloz na capoeira como um besouro, muito jovem é predestinado a provocar solitariamente o coronelismo e a combater seus abusos e excessos praticados contra seu povo. Através de efeitos especiais fantásticos, no filme Besouro recebe a força dos Orixás, de Iemanjá, Ogum e de seu próprio mestre desencarnado, mestre Alípio, covardemente assassinado pelos capangas de um coronel.
Besouro, portanto, é um filme para os amantes da capoeira, das artes marciais, dos cultos afros e de toda a beleza e magia que compõe o rico mosaico de nossa cultura brasileira.
A vida de Chico Xavier e Besouro são duas obras excelentes, que podem ser referenciadas em qualquer canto do mundo como Made in Brasil, aprovadas pelo Inmetro, por assim dizer, sem enganação. Tropa de Elite tem um outro foco: mostra a realidade da violência do tráfico, sem apelação, e o envolvimento de mauricinhos e patricinhas da elite carioca. Mostra principalmente o enraizamento da corrupção na polícia convencional e a ação independente do BOPE para combater todos esses vícios. É por essas e por outras que todos aguardam com ansiedade o lançamento nacional do Tropa de Elite II.
O que continua pegando muito mal para nossa imagem são as pornoporcarias e a violência da violenta avacalhação explícita da imagem do Brasil mostradas em produções de filmes de muito mal gosto. Produções que insistem em ganhar uma premiação que nunca chegará, sim porque lá fora qualquer mesa julgadora sabe discernir perfeitamente o que presta e o que não presta. E o que não presta nem vai a julgamento ou nem concorre a nada.
Será que não estaria na hora, com tantos recursos técnicos disponíveis e muito desperdício com baboseiras, de começarmos a focar seriamente nossa história, a começar por Tiradentes, ou que tal o descobrimento do Brasil, que já havia sido descoberto pelos tupis guaranis a muito tempo ?
O certo é que, enquanto muitos países estão focados em excelentes produções cinematográficas, com forte viés histórico, não tão caras assim, como os tailandeses, coreanos e indianos vem ultimamente fazendo, boa parte da produção cinematográfica brasileira ainda vive envolvida com temáticas de muito mal gosto, repetimos.
Se o cliente pode adquirir, através da Loja Submarino, o Bem Amado, obviamente louco de saudades para ver o autêntico Bem Amado com Paulo Gracindo e Lima Duarte, gênios/mestres/atores principais da fantástica obra de Dias Gomes, o primeiro, intérprete inimitável de Odorico Paraguassú e, o segundo, intérprete inimitável de Zeca Diabo, pergunto: Porque então, a própria Globo, associada com produtores e patrocinadores, não faz recortes bem elaborados da novela O Bem Amado para compor o filme O Bem Amado ?
Não consigo ver o Bem Amado sem o autêntico Odorico, brilhantemente interpretado pelo saudoso Paulo Gracindo, repito, e o Zeca Diabo, sem a interpretação fantástica de Lima Duarte. Não consigo ver o Bem Amado sem as autênticas Cajazeiras e o autêntico Dirceu Borboleta, o saudoso Nezinho do Jegue, e toda a beleza nostálgica que foi o autêntico Bem Amado. Se não for original, fica tudo muitíssimo sem graça, como um pouco sem graça está o humor brasileiro sem vermos na TV os arquivos do gênio nacional do humor, Chico Anysio, e de Jô Soares, criador do Viva o Gordo.
Gosto do humor popular do Casseta e Planeta, Pânico na TV e do QCV.Seria muito bom ressuscitar e repassar os bons e velhos programas humorísticos como a Escolhinha do Professor Raimundo ou a Praça é Nossa com Costinha, Rony Cócegas, Vera Verão, e tantos outros grandes talentos esquecidos. Seria um laboratório para muitos com audiência garantida justamente pela expressão de nostalgia e criativa e inteligente capacidade humorística dessas saudosas ou lendárias figuras do bom humor brasileiro.

Sétima reunião do MIS

Hoje (4) acontecerá a sétima reunião do Clube de Cinema. O tema da sessão é “Curtas-metragem de Jorge Furtado”. A projeção começa as 18:30h. Quem tiver disposto a ver filminhos legais e participar de uma troca de idéias sobre cinema é só ir até o Museu da Imagem e do Som (MIS), que funciona no segundo piso do Teatro das Bacabeiras. Prestigie!

Fonte: http://museudaimagemedosom.blogspot.com/

A Origem

                                       Por Elton Tavares
Hoje (15) assisti ao filme “A Origem”. Uma verdadeira viagem. A película fala de sonhos dentro de sonhos, em níveis distintos, uma doideira interessante. O filme mistura elementos de outra obra prima, Matrix. Além de sacadas geniais de arquitetura, tudo isso amarrado a efeitos especiais fascinantes. Enfim, é DO CARALHO! (palavrão faz parte do que entendo por liberdade de expressão, risos).

O filme desenvolve a idéia de compartilhamento de sonhos com as outras pessoas, nesse papo, segredos podem ser compartilhados ou desvendados. A Origem mostra que os sonhos podem ser maravilhosos ou um pesadelo horripilante, assim como na vida real, depende muito das nossas próprias paranóias, escolhas e atitudes.

Além de realidades paralelas, muita ação e tecnologia, o filme fala de demônios interiores do personagem principal, Cobb (Leonardo DiCaprio), que é atormentado por lembranças, culpa e remorso pela morte da esposa, que o ameaça, em seus sonhos, durante o desenrolar da história. É, assim como nossos fantasmas cotidianos.

Apesar do Cine Imperator ser um cineminha escrôto para cassete, o filme vale o sacrifício. Eu gostei e recomendo. Assistam e tirem suas próprias conclusões.

Ficha técnica:
A ORIGEM (Inception, EUA / Inglaterra, 2010).
Gênero: Ficção Científica.
Duração: 148 min.
Elenco: Leonardo DiCaprio, Marion Cotillard, Joseph Gordon-Levitt, Ellen Page, Ken Watanabe, Cillian Murphy, Tom Hardy, Tom Berenger, Michael Caine, Lukas Haas.
Compositor: Hans Zimmer.
Roteirista: Christopher Nolan.
Direção: Christopher Nolan.

Donnie Darko (Resenhas de Sexta-Feira 13)

Navegando pela net, li essa resenha sobre o filme “Donnie Dako”, um dos meus favoritos, pela história e trilha sonora. Como concordo com tudo que o autor disse, resolvi reproduzir aqui:

Um dos melhores filmes de terror que já vi, tem todos os ingredientes que completam um clássico do gênero. Nosso pequeno amigo Donnie Darko, personagem principal da trama, é sonâmbulo, pscicótico, tem como amigo imaginário um coelho gigante e sinistro que diz que o mundo acabará em 28 dias, seis horas, 42 minutos e 12 segundos. Viagens temporais, visual oitentista e trilha sonora animal. Fudido!!

Mostra Índio Brasil 2010 no Amapá

Macapá integrará um circuito de 111 cidades brasileiras que irão realizar a Mostra Índio Brasil -VIB 2010. O evento será realizado através de parcecia do projeto de extensão audiovisual da Unifap (Univercinema), com o Sesc-AP e será uma excelente oportunidade do público amapaense prestigiar o dinâmico e amplo universo indígena brasileiro.
Durante a programação, serão estimulados debates sobre as nuances da questão indígena nacional, com a participação de pesquisadores do tema. A VIB 2010 acontecerá de 21 de julho a 07 de agosto, sempre às 18h, na Sala Charles Chaplin, do Sesc Araxá (mesmo local onde acontecem as reuniões do Clube de Cinema).

MIS debate sobre documentários

                                    Por Elton Tavares
O Museu da Imagem e do Som (MIS/AP) realizará amanhã (10), ás 18h, na sala Charles Chaplin, do Sesc Araxá, uma reunião do Clube de Cinema do Amapá. O tema do encontro será “Documentários”. O objetivo do evento é debater e formular diretrizes do setor audiovisual amapaense.
Resumindo:
Dia: A reunião é amanhã (sábado 10/07).
Local Sesc Araxá.
Horário: 18h.
Tema: Documentários.

Festival de cinema e vídeo rural

O audiovisual tem conquistado um espaço interessante nos mais diversos setores de atuação. Cada vez mais segmentos entendem sua relevância e eficiência quando o assunto é fazer circular informação. Hoje recebi, em nome do FIM – Festival de Imagem-Movimento, a divulgação do II Festival Nacional de Cinema e Vídeo rural de Piratuba que acontecerá entre 22 e 25 de setembro deste ano que, por sinal, tá passando rápido, hein?

E olhem, esse festival tem um formato bastante interessante. Serão premiadas as categorias:

Melhor Filme de Ficção: R$ 3.000,00;

Melhor Documentário: R$ 3.000,00;

Melhor Reportagem de TV: R$ 3.000,00;

Melhor Produção Amadora: R$3.000,00;

Além dessas categorias, que achei bem inteligentes, acessíveis, principalmente as duas últimas, a organização do evento ainda vai colocar bala na agulha dos trabalhos que tiverem:

Melhor Fotografia: R$ 3.000,00;

Melhor Trilha Sonora: R$ 3.000,00;

Produção que mais contribui com a Melhoria da Vida no Campo: R$ 3.000,00;

Produção mais engajada com a Questão Ambinetal: R$ 3.000,00;

Produção mais engajada por Uma Causa Social: R$ 3.000,00;

E, só pra arrematar, o festival ainda traz o concurso fotográfico com o tema: “O cotidiano na Vida do Campo”. As imagens podem ser inscritas na categoria cor ou PB, com premiação para os três primeiros lugares em cada uma delas: R$ 1.000,00, R$ 700,00, R$ 500,00, respectivamente.
Como forma de aprimorar o nível técnico dos trabalho, o festival ofertará oficinais gratuitas para agricultores, profissionais e estudantes do meio audiovisual. As inscrições são na faixa até o dia 16 de agosto de 2010. Vai lá no site: www.festivaldecinemapiratuba.com. Boa sorte a todos!

500 dias com ela

                                                            Por Elton Tavares
500 Days Of Summer
Para aqueles que ainda não assistiram, recomendo o filme 500 dias com ela. Apesar do gênero, não é mais uma “comédia- romântica-água-com-açucar”. Com uma trilha sonora paidégua, a história de duas pessoas totalmente diferentes se entrelaça.
Uma curiosidade do filme é que o figura se interessa pela moça porque ela afirma gostar da banda inglesa “The Smiths”. Detalhe, ele é mais um nerd gente boa que se apaixona (e se fode) por uma maluca descoladíssima. É um prato cheio para quem gosta de rock e sarcasmo.

O diferencial do filme é o final inusitado e a maneira que ele descreve “dor de cotovelo”, que como a maioria de nós sabe, passa com o tempo. A história retrata, de forma legal, experiências com aquela primeira namorada (a), que você jurou ser o amor da sua vida, mas era só uma fase adolescente.
Vocês poderão baixar o filme no Torrente, no endereço:

http://www.4shared.com/file/164132371/ed4be031/500_Dias_Com_Ela__BDRip_Dual_u.html

Titulo Original: 500 Days Of Summer
Lançamento: 2009
Gênero: Comédia Romance
Tamanho: 435 Mb
Resolução: 704×384
Idioma: Inglês

Cinema

O Serviço Social do Comércio (SESC/AP), por meio do CineSESC Araxá – Clube de Cinema, realizará, durante todo o mês de março de 2010, sessões de cinema, de segunda a sexta, às 12h e 19h. A Entrada será franca. O SESC fica no bairro do Araxá, zona Sul de Macapá.

CineSESC Araxá – Clube de Cinema

12h

15/03 -Ziraldo: eterno menino maluquinho

16/03 – Kirikou e os animais selvagens

17/03 – O pequeno Narigudo

18/03 – Irmãos Grim

19/03 – Sem Destino

22/03 – Good Riddance

23/03 – O grilo feliz

24/03 – Tapete Vermelho

25/03 – Sob o céu do Líbano

26/03 – O Menino Maluquinho

29/03 – Um Rei em Nova York

30/03 – Cartola

31/03 – Narradores de Javé

19h

15/03 – Dançando no escuro

16/03 – Os imorais

17/03 – Arquitetura da Destruição

18/03 – A queda

19/03 – Primavera, Verão, Outono, Inverno

22/03 – O homem Sputinik

23/03 – Rebecca

24/03 – Jule e Jim

25/03 – O Segredo de Beethovem

26/03 – PIAF

29/03 – Por 30 dinheiros

30/03 – Pro dia nascer feliz

31/03 – Janela aberta/Entre quatro paredes

Fonte: Ascom/ Sesc Araxá