Nesta sexta-feira (31), rola apresentação musical da Barca do Iguarany, Laura do Marabaixo e convidados, no Sankofa

A Barca do Ricardo Iraguany, cara porreta que conheci pessoalmente há pouco tempo lá na casa da Clicia e Enrico (mas escuto falar há uma cara) completará cinco anos divulgando composições autorais e canções do cancioneiro brasileiro. Para celebrar, ele se juntou à Laura do Marabaixo e um especial time de convidados, que farão um sonzão lá no Sankofa, nesta sexta-feira (31), a partir das 21h.

O Projeto Barca do Iraguany mistura sonoridades e era realizado somente em outubro, por conta do Círio da Virgem de Nazaré. A imagem que ilustra a barca faz alusão aos milagres da santa.

Ricardo Iraguany é músico, compositor e poeta, ressalta que a Barca leva música, poesia e arte para as pessoas apreciarem. O artista reforça que a música regional e autoral é essencial, bem como abrir espaço para novos talentos.

A Laura sempre arrebenta cantando os “velsos bandaiados” (ladrões) e músicas do Marabaixo, maior e mais autêntica manifestação folclórica do povo tucuju. A artista também dança e compõe, pois a cantadeira é danada de talentosa.

Os convidados são mais que especiais, pois trata-se dos músicos e cantores: Enrico Di Miceli; Alan Yared; Eloá Cyrus; Nena Silva; Joatan Santarém; Geri Pinheiro da Silva; Banzeiro Brilho de fogo; Peterson Assis e Ronaldo Gomes.

O grupo Banzeiro do Brilho-de-Fogo abrirá o evento, às 16h, com muito Marabaixo. Lá pelas 20h, a Barca, Laura e convidados mandarão muito som para o público curtir.

Encontro de artista será realizado em um show na orla de Macapá (Foto: Ricardo Iraguany/Arquivo Pessoal)

Serviço:

Apresentação musical da Barca do Iguarany, Laura do Marabaixo no Sankofa e convidados, no Sankofa
Data: 31 de maio de 2019
Local: Sankofa, localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 16h
Ingressos: R$ 5,00
Mais informações pelo telefones: 981090563 981150902

Elton Tavares

Sesc AP promove espetáculos e oficinas na 13ª edição do Projeto Aldeia de Artes

 

A programação será nos dias 27/05 a 01/06, no Sesc Araxá, com diversas atrações artísticas.

A Fecomércio AP, por meio do Sesc AP realiza a 13ª edição do Projeto Aldeia de Artes com uma programação que contemplará espetáculos de Teatro, Dança, Circo e oficinas com artistas do Amapá, Rio de Janeiro e São Paulo.

O projeto Aldeia de Artes tem como objetivo incentivar a produção local através de suas produções em Artes Cênicas, na medida em que oportuniza através de outras produções da grade de programação, as trocas em conhecimentos para com as Artes Cênicas. Nessa edição, o evento contará com a presença de dois analistas em Artes Cênicas e Curadoria em projetos de ressonância nacional para emitir seus pareceres no tocante as Reflexões Cênicas sobre as produções locais, como forma de contribuição para as produções encenadas.

Confira a programação completa AQUI

Assessoria de comunicação do Sesc/AP

Governo Federal e grupos tradicionais elaboram políticas de disseminação do marabaixo

Imagem mostra tradicional roda de marabaixo — Foto: Prefeitura de Macapá/Arquivo

Por John Pacheco

Reconhecido no fim de 2018 como patrimônio cultural imaterial do Brasil, as origens e peculiaridades do marabaixo estão sendo discutidas em Brasília por grupos e representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O objetivo é elaborar estratégias para a promoção e disseminação de forma uniforme da manifestação típica das comunidades negras do Amapá.

O encontro reúne representantes dos grupos de marabaixo do estado e membros da Coordenação Geral de Promoção e Sustentabilidade do Departamento de Patrimônio Imaterial. A ação, chamada de salvaguarda, prevê identificar os aspectos que vão liderar as ações de difusão da cultura, seja em escolas, centros e programações alusivas.

O marabaixo é caracterizado pelos cantos e pela dança que narram a luta e a fé dos negros durante a urbanização da capital em paralelo com o avanço do cenário histórico-cultural.

Representantes do marabaixo reunidos com técnicos do instituto — Foto: Iphan/Divulgação

De acordo com o Iphan, os bens culturais e imateriais se caracterizam pelo saber popular através de crenças, ritos, práticas, além de manifestações musicais, plásticas e literárias.

As reuniões para elaboração da salvaguarda iniciaram na quarta (15) e seguem até a quinta-feira (16) na sede do Instituto. Seis representantes do Amapá participam do levante de informações, que foi divivido em quatro eixos:

Mobilização social e alcance da política
Gestão participativa no processo de salvaguarda
Difusão e valorização
Produção e reprodução cultural

Alunos de escola pública aprendem a tocar percussão no ritmo do marabaixo; iniciativa está incluída em política para a cultura — Foto: Rita Torrinha/G1

Para os grupos marabaixeiros, a proposta é difundir a cultura dentro do ensino escolar, além do fortalecimento dos membros fundadores e a expansão do ritmo e da formação nos 16 municípios do estado.

“Apesar de ser nosso, o marabaixo está muito centralizado em Macapá. Precisamos levar para todos os municípios através de um calendário cultural nas cidades, para depois trabalhar na formação de novos integrantes e formação de grupos”, argumentou Elísia Congó, líder do barracão Dica Congó.

O diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, Hermano Queiroz, destacou que foram adotadas a curto, médio e longo prazos pelo menos dez linhas de ação, que incluem identificação de comunidades, documentação e publicação de memórias e bibliografias dos mestres do marabaixo e a criação do Museu do Marabaixo.

Grupos tradicionais atuam na elaboração de estratégias para divulgação — Foto: Márcia do Carmo/Divulgação

Cultura do marabaixo

A origem do nome remete aos escravos que morriam nos navios negreiros; seus corpos eram jogados na água e os negros cantavam hinos de lamento mar abaixo e mar acima.

Os negros escravizados passaram a fazer promessas aos santos que consagravam, e quando a graça era alcançada se fazia um marabaixo. Sua herança é deixada de pai para filho, e está associada ao fazer religioso do catolicismo popular em louvor a diversos santos padroeiros.

“Os ‘ladrões’ são as músicas do Marabaixo cantadas pelas cantadeiras e pelos cantadores. Algumas pessoas têm a responsabilidade de cantar o ladrão colocando os versos, esses são os puxadores, enquanto outros respondem entoando o refrão, que geralmente é o primeiro verso de cada composição”, detalha o Iphan.

Fonte: G1 Amapá

Dia Estadual dos Cultos Afros terá rodas de conversas e Tambor de Mina

Foto: Márcia do Carmo

Por Gabriel Penha

Rodas de conversas e tambor de mina irão marcar o Dia Estadual dos Cultos Afros no Amapá, que é celebrado no dia 8 de maio (quarta-feira). Nas discussões, que acontecem no período da manhã, o tema central será o combate à intolerância religiosa. À tarde, acontece o Tambor de Mina, na sede da Associação Cultural Marabaixo do Pavão, no bairro Jesus de Nazaré, em Macapá.

A programação foi definida pelos representantes das religiões de matriz africana e pela Secretaria Extraordinária de Políticas para Afrodescendentes (Seafro). Mais uma vez, será prestada homenagem à saudosa Mãe Dulce Moreira, que introduziu o Tambor de Mina no Amapá. O titular da Seafro, Aluizo de Carvalho, incentiva a importância da data dizendo que a programação tem como objetivo reforçar o combate ao preconceito e à intolerância religiosa.

Foto: Cláudio Rogério

A data

Comemorado em 8 de maio, o Dia Estadual dos Cultos Afros foi instituído pela Lei nº 0933/2005. A data foi escolhida em homenagem à Dulce Costa Moreira, a “Mãe Dulce”, uma das precursoras da cultura afro-religiosa no Amapá e fundadora do Terreiro de Santa Bárbara. Ela teria tocado pela primeira vez o Tambor de Mina no Estado, no dia 8 de maio de 1963, depois que veio do estado do Maranhão.

Foto: Mariléia Maciel

Programação: 

8 de maio de 2019

Dia Estadual dos Cultos Afro

Local: Terreiro de Santa Bárbara (Mãe Dulce). Rua Professor Tostes, entre as avenidas FAB e Procópio Rola

8h – Café da manhã;

9h30 – Roda de Conversa: “O Tambor de Mina e suas origens”. Convidados: Pai Marcos (Ilê Ase Ibi Olufonnin Oloyê); Pai Salvino (Unzó Nlunda Kisimbi Junsara Tat’etu Omizangue); Mãe Socorro de Oxum (Mina Nagô Santa Bárbara); Mãe Iolete (Mina Nagô Nossa Senhora das Graças);

11h30h – Encerramento da Roda de Conversa.

Tambor de Mina – Toca do Pavão. Avenida José Tupinambá, entre as ruas Leopoldo Machado e Jovino Dinoá

19h – Abertura;

19h30 – Lançamento oficial do site da Seafro;

20h – Cerimônia religiosa (tambor);

0h – Encerramento/lanche.

Hoje é o Dia Mundial da Dança

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Hoje é o Dia Internacional da Dança, uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do Teatro e da Música.

Criado em 1982, pelo Comitê Internacional da Dança da Organização das nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), a data homenageia o mestre francês Jean-George Noverre (29/4/1727 – 1810), considerado o precursor do balé moderno, que sistematizou o seu método revolucionário, em um conjunto de cartas sobre esta manifestação artística, intitulado Letterssurladanse (amálgama de palavras, cujo significado é “cartas sobre a dança”).

Por feliz coincidência, a data é também a do nascimento de Márika Gidali, a revolucionária bailarina, nascida em Budapeste – Hungria, radicada em São Paulo, que, com Décio Oteo, fundou o Ballet Stagium em 1971, em São Paulo, que inaugurou no Brasil, em plena ditadura militar, uma nova maneira de se fazer e apreciar a dança.

Apesar de ser um grande perna de pau, admiro quem sabe dançar. Falando nisso, só Deus sabe o quanto sofri com as festas de escola, no auge na famigerada “Lambada”, era osso! Só de lembrar me dá asco.

Falo dos que sabem dançar o nosso Marabaixo, Samba, Salsa, Bolero, Balé, aquela parada que os russos dançam, Valsa, Dança de Salão, Break, Dança do Ventre e até o Forró (apesar de não ser tão fã do estilo, reconheço a importância dele para a cultura nordestina). Tango então? Apesar de achar os argentinos uns boçais, aquilo é bonito de se ver. Ah se é.

Lembro-me de uma antiga história da família, que é natural do município de Mazagão. Meus tios contam que o meu saudoso pai vinha para Macapá, nos anos 60, passar o fim de semana (ele era o mais velho de cinco irmãos) e voltava para a cidade natal dizendo que dançava Twist na capital, só para se gabar para as meninas de lá. O negão era figura mesmo.

Enfim, quem for de dança, que dance. E quem for de apreciar, como eu, tome sua cerva e observe. Tenham todos uma ótima semana. É isso.

Elton Tavares

Domingo rola Roda Bandaia no Norte das Águas

Neste domingo (21), a partir das 17h, no bar e restaurante Norte das Águas, será realizada mais uma edição da Roda Bandaia. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo, em novembro de 2015 e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

Vai rolar o som do Grupo Bandaia e convidados; Saião para as açucenas, Gengibirra e cerveja gelada.

Foto: Márcio Ferreira

A Roda de Bandaia é uma das coisas mais lindas que existem atualmente nesta cidade. É a balada de quem curte dançar ao som de música popular amapaense. Sob a força de uma energia linda, há quase três anos o músico João Amorim idealizou esse projeto e de lá pra cá vem fazendo acontecer e crescer ao lado de outros músicos e parcerias“, comentou a jornalista Andreza Gil.

Norte das Águas

O Norte das Águas é um dos mais conceituados pontos turísticos de Macapá, que fica situado às margens do rio Amazonas, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá). O estabelecimento serve boa comida, cervejas enevoadas e drink’s variados. Além do atendimento porreta. Tudo às margens ventiladas do Amazonas, o nosso riozão bonito.

Enfim, quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaia e Cacicó vai curtir. Recomendo!

Serviço:

Roda de Batuque Bandaia – Complexo do Araxá
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.
Data: 21/04/2019
Hora: a partir das 17h.

Elton Tavares

Laguinho celebra o Ciclo do Marabaixo

A partir do dia 21 de abril, o bairro do Laguinho, localizado na área urbana de Macapá, dará início a mais uma festividade em louvor a Santíssima Trindade e ao Divino Espírito Santo. É o Ciclo do Marabaixo, evento secular e tradicional do Amapá, realizado antes na frente da cidade de Macapá pelas famílias afrodescendentes que habitavam no local até o período de instalação do Território do Amapá a partir de 1943.

A festividade que segue o calendário litúrgico da igreja católica, tem seu início no sábado de aleluia com festividades nas comunidades da Favela (Santa Rita e Centro) e Campina Grande, e seu término no primeiro domingo após o dia de “Corpus Christi”, chamado de “Domingo do Senhor”, onde ocorrem as derrubadas dos mastros e a escolha dos festeiros para o próximo ano.

No bairro do Laguinho, os eventos lúdicos e religiosos são celebrados em duas casas de famílias tradicionais; A Casa do Mestre Pavão, na Avenida José Tupinambá de Almeida, e na Casa da Tia Biló, residência que morou o Mestre Julião Ramos.

A Tia Biló

Benedita Guilherma Ramos, popularmente e carinhosamente conhecida como Tia Biló, nasceu no dia 10 de fevereiro de 1925, na cidade de Macapá. De seus dez irmãos é única filha viva de Julião Tomaz Ramos (Mestre Julião Ramos) e Januária Simplícia Ramos.

Como dançadeira, cantadeira e compositora de marabaixo, Tia Biló tem dado continuidade ao legado de seus pais e avós de realizar as festividades do ciclo do marabaixo e hoje tornou-se uma das precursoras do marabaixo, transmitindo para as novas gerações como seu filho Joaquim Ramos (Munjoca) e sua neta/filha Laura Cristina da Silva conhecida como Laura do Marabaixo e Danniela Ramos (neta) este tradicional festejo do calendário cultural do Amapá.

Em 1988, Tia Biló, juntamente com sua família Ramos, fundaram a Associação Cultural Raimundo Ladislau.

Raimundo Ladislau foi uma das grandes personalidades negras do bairro do Laguinho, considerado um dos mestres da cultura do marabaixo e compositor do antológico e tradicional “ladrão de marabaixo”, mais conhecido no Estado e gravado por Luiz Gonzaga. “Aonde tu vai rapaz por esse caminho sozinho, vou fazer minha morada lá pros campos do Laguinho”.

De acordo com Laura do Marabaixo, festeira do ciclo em 2019, o evento atinge diretamente duzentas pessoas e indiretamente dez mil pessoas entre crianças, jovens e adultos de todo o Estado, populações de comunidades rurais, urbana e tradicionais, afrodescendente e quilombolas. “Dentre os objetivos da Associação Raimundo Ladislau está a manutenção e potencialização da cultura negra através da realização do ciclo do marabaixo no bairro do Laguinho como legítima manifestação cultural do Estado, e a preservação das tradições herdadas de precursores como Julião Ramos, Raimundo Ladislau e Tia Biló”. Enfatizou Laura do Marabaixo.

Em 2019, além das festividades tradicionais do evento, o ciclo do marabaixo terá em seu calendário, atividades pedagógicas com escolas e universidades, oficinas voltadas para o marabaixo, workshop, rodas de conversas, artesanato afro, comercialização de produtos da cultura afro, entre outros.

“Hoje o marabaixo tombado como patrimônio imaterial cultural do Brasil assume definitivamente a linha de frente da cultura amapaense e nós marabaixeiros e marabaixeiras do Amapá, temos a responsabilidade e o compromisso de darmos continuidade à esta herança e associarmos com isso, métodos de incentivos e valorização de nossa cultura”, finalizou, Laura.

Programação do Ciclo do Marabaixo:

Local: Centro Cultural Casa da Tia Biló
Rua Eliezer Levy, 632 – Laguinho

21/04 – 1º Marabaixo – Domingo de Páscoa – Marabaixo da Ressurreição – 16h
25/05 – Corte do Murta – Sábado do Mastro – No Curiaú – 09h
25/05 – Participação de alunos do IFAP e do Projeto “Macapá Mais Bonita sem dengue e sem zica”, em parceria com Ministério Público.
26/05 – 2º Marabaixo – Domingo do Mastro
29/05 – 3º Marabaixo – quarta-feira da Murta do Divino Espírito Santo – de 16h às 06h da quinta-feira (Levantação do Mastro)
29/05 – Participação dos alunos da EJA da Prefeitura.
30/05 – Início das Novenas do Divino Espírito Santo – 19h
31/05 – 1º Baile dos Sócios do Divino Espírito Santo – 21h
07/06 – Início das Novenas da Santíssima Trindade – 19h
08/06 – 2º Baile dos Sócios do Divino Espírito Santo – 21h
09/06 – Domingo do Divino Espírito Santo – Igreja São Benedito – 07h
09/06 – Domingo do Divino Espírito Santo – Café da Manhã
09/06 – 4º Marabaixo – Marabaixo da Murta da Santíssima Trindade – de 16h às 06h da segunda-feira (levantação do mastro)
10/06 – 1º Baile dos Sócios da Santíssima Trindade – 21h
15/06 – 2º Baile dos Sócios da Santíssima Trindade – 21h
16/06 – Domingo da Santíssima Trindade – Igreja São Benedito – 07h
16/06 – Domingo da Santíssima Trindade – Café da Manhã – 09h
20/06 – Marabaixo de Corpus Christi – 17h
23/06 – Domingo do Senhor – Derrubação do mastro – 17h

Serviço:

Cláudio Rogério (texto e fotos)
E-mail: [email protected]
Telefone: 96 99141 8420
Assessoria de Comunicação

Domingo rola Roda Bandaia no Norte das Águas

Neste domingo (14), a partir das 17h, no bar e restaurante Norte das Águas, será realizada mais uma edição da Roda Bandaia. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo, em novembro de 2015 e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

Vai rolar o som do Grupo Bandaia e convidados; Saião para as açucenas, Gengibirra e cerveja gelada. Será o retorno do projeto ao Norte das Águas.

Foto: Márcio Ferreira

A Roda de Bandaia é uma das coisas mais lindas que existem atualmente nesta cidade. É a balada de quem curte dançar ao som de música popular amapaense. Sob a força de uma energia linda, há quase três anos o músico João Amorim idealizou esse projeto e de lá pra cá vem fazendo acontecer e crescer ao lado de outros músicos e parcerias“, comentou a jornalista Andreza Gil.

Norte das Águas

O Norte das Águas é um dos mais conceituados pontos turísticos de Macapá, que fica situado às margens do rio Amazonas, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá). O estabelecimento serve boa comida, cervejas enevoadas e drink’s variados. Além do atendimento porreta. Tudo às margens ventiladas do Amazonas, o nosso riozão bonito.

Enfim, quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaia e Cacicó vai curtir. Recomendo!

Serviço:

Roda de Batuque Bandaia – Complexo do Araxá
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.
Data: 14/04/2019
Hora: a partir das 17h.

Elton Tavares

Neste domingo (14), rola Roda Gaia, Danças Circulares dos Povos, no Museu Sacaca

Neste domingo (14), de 10h às 12h, na Praça de Etnias do Museu Sacaca, vai rolar Roda Gaia, com o grupo de Danças Circulares dos Povos. A prática surgiu com a proposta de três amigos de difundir essa forma de contato cooperativista tão rica e graciosa que é dar as mãos e dançar. A entrada será franca.

Essa dança e gestos levam a um processo de troca de boas energias, relaxamento, reflexão, gratidão e alegria do individuo com ele mesmo e com o outro. Além do fato de também nos proporcionar conhecer uma extensa diversidade cultural das danças populares e regionais dos povos do mundo.

A missão é criar vastas relações de amizades com pessoas de qualquer raça, sexo, cor, idade, religião e/ou orientação sexual, elas são o grande diferencial que torna tudo possível, cultivando-as e proporcionando sempre nossos olhares um ao outro incentivando cada pessoa a buscar seus gestos e suas formas de se movimentar e a partir disso reinventando nossa relação com a natureza e o mundo.

Serviço:

Roda Gaia e o grupo de Danças Circulares dos Povos
Data: 14 de abril de 2019 (domingo).
Local: Museu Sacaca
Hora: das 10h às 12h.
Entrada: franca

Elton Tavares, com informações do Grupo Roda Gaia 

Prefeitura lançará Ciclo do Marabaixo 2019 neste sábado, 13

Foto: Chico Terra

Na noite de hoje (13), a Prefeitura de Macapá fará a abertura do Projeto Ciclo do Marabaixo 2019, com a entrega da comenda Marabaixo – A Arte Ancestral Tradição Cultural Afro-brasileira para 34 grupos tradicionais da capital amapaense. O objetivo é desenvolver as manifestações socioculturais das comunidades afrodescendentes, proporcionando a visibilidade desta manifestação cultural como instrumento de promoção social. Assim como também o fortalecimento da cultura tradicional e religiosa a partir da agregação de valores que promovam a preservação do patrimônio do povo negro.

Foto: Max Renê

A entrega da comenda aos representantes dos grupos tradicionais de Marabaixo do município é uma homenagem que a prefeitura faz em referência ao status que a cultura recebeu pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ao elevar o Marabaixo ao título de Patrimônio Imaterial do Amapá.

Serviço:

Data: 13/04 (sábado)
Hora: 19h
Local: Lions Club Macapá
Endereço: Rua Leopoldo Machado, esquina com Ernestino Borges – Jesus de Nazaré

Sávio Almeida
Assessor de comunicação/PMM
Contato: 98115 0853

Dança Circular vai unir público na Praça da Samaúma

Por Andreza Gil

Neste sábado (23), às 17h, a Praça da Samaúma será cenário para mais uma experiência coletiva com Dança Circular. A prática, que é realizada em grupo, favorece o desenvolvimento da consciência corporal, coordenação motora e sensibilização musical. Com o objetivo de celebrar a vida e incentivar os encontros em lugares públicos da cidade, a atividade será gratuita e sem restrição de idade. A focalizadora Aretha Araújo conduzirá a roda.

A Dança Circular, que também é conhecida como Dança Circular Sagrada ou ainda Dança dos Povos, é uma modalidade de dança em grupo que permite trabalhar a expressão corporal, transmitindo um estado de alegria, amor fraterno e conexão com o ser interior de cada um. A atividade é praticada com os participantes formando uma roda de mãos dadas, onde todos seguem os passos com naturalidade, mantendo atenção plena sobre si mesmo.

As danças circulares têm se espalhado por parques, praças, escolas e centros culturais por iniciativa de grupos independentes, sempre com o objetivo de promover a integração de pessoas para vivenciar coletivamente experiências que semeiam a cultura da paz através da multiplicidade de músicas e danças de diversas partes do mundo.

Sobre a Dança Circular

O movimento das Danças Circulares Sagradas, hoje difundido por vários países, foi criado em 1976 pelo bailarino profissional, coreógrafo, professor de dança e artista plástico alemão/polonês Bernhard Wosien. Em uma comunidade em Findhorn, na Escócia, Bernhard ensinou uma coletânea de números folclóricos de diferentes povos. No Brasil, a modalidade chegou na década de 80, com Carlos Solano, que após um período em Findhorn, tornou-se instrutor certificado.

Serviço

Dança Circular
Data: 23 de março (sábado)
Horário: 17 horas
Local: Praça da Samaúma, na frente do prédio do MP Araxá
Entrada: Gratuita

Vagas gratuitas para Cursos no SESC Amapá

O Sesc Amapá através do Programa de Comprometimento e Gratuidade – PCG, abre inscrições para os cursos de Artes Visuais, Ballet e Iniciação Musical na modalidades Violão e Teclado. Os cursos são voltados para crianças, adolescentes e adultos, com renda familiar que não ultrapasse o valor de 03 salários mínimos.

As inscrições do PCG/SESC poderão ser realizadas até o dia 15 de fevereiro no Sesc Araxá, localizado na rua Jovino Dinoá, Nº 4311, beirol. O atendimento está sendo realizado no setor de cultura. No ato da inscrição, o responsável do aluno deverá apresentar os originais e as cópias dos documentos:

· Cópia do RG do responsável e do menor de idade;
· Cópia a CPF do responsável e a do menor de idade a partir de 10 anos;
· Cópia certidão de nascimento
· Comprovante de escolaridade: histórico ou declaração de matricula;
· Cópia do comprovante de endereço atualizado;
· Cópia contracheque ou comprovantes de proventos (se tiver).

Será disponibilizado pela Central de Atendimento Sesc AP um formulário de auto declaração de renda familiar e autorização para participação do menor na atividade. E importante os pais e responsáveis atentarem para a faixa etária indicada para cada curso:

· 13 a 18 anos – Curso de Artes Visuais;
· 10 a 18 anos – Curso de Iniciação Musical (Violão e Teclado);
· 05 a 18 anos – Curso de Ballet;

O Programa de Comprometimento e Gratuidade – PCG/SESC disponibiliza gratuitamente os recursos materiais necessários aos alunos.

Serviço:

Sesc Amapá
Assessoria de Comunicação e Marketing
Email: [email protected]
Fone: (96)3241-4440 (ramal 235).
WhatsApp (96) 98407-9956

Hoje: Boêmios do Laguinho, 65 anos de história

 

A Universidade de Samba Boêmios do Laguinho festeja hoje (2), os 65 anos de fundação da agremiação que terá como temática “Ópera da Nação. A saga dos Malandros”. O evento será realizado no Theatro do Samba, sede da agremiação no Laguinho, a partir das 20h. A entrada é gratuita.

A programação irá contar com a apresentação dos pontos técnicos da Escola como: escolinha de passistas e de Mestre – sala e porta- bandeira, os intérpretes da Nação, Bateria Pororoca, comissão de frente e outros. O evento terá também a participação especial de grupos do segmento da dança, toada, teatro e quadra junina.

O diretor de Carnaval da Boêmios, Cláudio Rogério, explica que a apresentação irá fazer uma viagem no contexto histórico de Boêmios de Laguinho desde sua fundação até os dias atuais. “Vamos ressaltar as grandes conquistas que a escola teve. Em um formato musical a ideia é que cada ponto técnico conte pouco da trajetória da agremiação”, explicou.

Adryany Magalhães
Assessora de Comunicação/ AUSBL
Contato: 99144-5442

Escola de dança Petit Dance apresenta espetáculo “O Segredo dos Astros”, no Teatro das Bacabeiras

Há milhares de anos, no início da existência humana, quando a vida era dura, perigosa e incerta, mesmo assim, era cheia de maravilhas a serem descobertas. O ciclo da noite e do dia, a constante mudança da lua e do sol, a passagem das estações e como sobreviver às mesmas, ditavam o ritmo da vida ao longo dos dias, meses e anos.

Entretanto o universo precisava de um controle, um centro que pudesse manter o equilíbrio. Chronos, o deus do tempo chamou as suas guardiãs do reino da magia e da fantasia, a Fada da Lua e a Fada do Sol, e juntos construíram uma mandala.

Em seguida, ordenou que as fadas invocassem as deusas das 4 estações: primavera, verão, outono e inverno, percorrendo o universo celestial para encontrar os 12 tesouros preciosos em forma de insígnias dos signos.

Contudo Deméter, filha de Chronos, deusa das plantas, da terra cultivada, das colheiras e das estações, sentiu-se ofendida por não ter sido chamada para liderar a busca pelos tesouros.

Deméter, então, movida de ciúmes e inveja, enfeitiçou a Fada da Lua e aprisionou a Fada do Sol dentro de um cristal mágico para não avisar às deusas que ela iria também fazer suas buscas e impedir que cada deusa cumprisse sua missão de reunir as pedras em uma mandala.

As deusas das estações, primavera, verão, outono e inverno, entraram no portal do tempo e começara a viagem, cada uma para um canto do universo, passando por todos os zodíacos até juntarem as pedras preciosas da vida na mandala, equilibrando o universo e suas influências.

Sobre a escola de dança Petit Dance

A Companhia de Dança Petit Dance foi fundada em 2014 pelo professor José Cosme Carlisle, com o propósito de difundir o poder transformador da arte da dança, tendo como um dos pilares formadores a inclusão.

Anualmente, a escola realiza memoráveis espetáculos de dança, onde seus alunos colocam todos os conhecimentos e sensibilidade adquiridos durante um ano inteiro de preparação, no palco do Teatro das Bacabeiras, para o grande público amapaense que reconhece e apoia não somente a escola em si, mas a expressão artística que ela desenvolve.

José Cosme começou seus estudos de dança no Studio Rose, tendo como sua professora e incentivadora, Rose Borges. Participou de diversas companhias de balé Brasil afora, com os mais renomados professores, possuindo especializações em diversas áreas da dança, desde o clássico até as danças populares, inclusive para o público infantil e especial.

Serviço:

Local: Teatro das Bacabeiras
Data: 15/12/2018
Hora: 19h00
Ingressos: R$ 20,00

Contatos:
Escola Petit Dance
Av. Antônio Coelho de Carvalho, 2001 – Santa Rita
Diretor: José Cosme Carlisle
Telefone (Whatsapp) 96 99155-7345
Email: [email protected]
Instagram: @petitdancemcp
Facebook: petit dance