Secult/AP apoia Prefeitura de Tartarugalzinho na realização do “Arraiá Tartarugá”: após dois anos, tradição de festas juninas é retomada no município @secultamapa – #SECULT/AP #PrefeituradeTartatugalzinho

Após dois anos suspensas, as Festas Juninas voltam em 2022 ao calendário cultural do Estado. Em Tartarugalzinho, a Prefeitura Municipal realizará o “Arraiá de Tartarugá”. O evento ocorrerá durante os meses de junho e julho. E iniciará neste sábado (11), às 20h, na Praça Saturnino, no centro da cidade. A iniciativa é da Secretaria de Cultura tartaruguense, com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura do Amapá (Secult/AP).

De acordo com o prefeito de Tartarugalzinho, Bruno Mineiro, os festejos da quadra junina estão vivos nos corações dos cidadãos da cidade. O gestor da cidade ressaltou que o evento conta com o apoio estrutural da Secult/AP, para o lazer e valorização da tradição na cidade.

“O Arraiá Tartarugá fortalece nossa cultura, tradição e promove o lazer para nossa população, pois leva elementos das festas juninas Por meio da Secretaria de Cultura do Município e com o apoio da Secult/AP, conseguimos organizar e realizaremos uma bonita festa em junho e julho. Tartarugalzinho merece, após dois anos sem essa celebração, retomaremos esse importante evento de nosso calendário cultural. Além da tradição, o Arraiá gerará emprego e renda na cidade”, comentou o prefeito Bruno Mineiro.

Para a realização do evento, a Secult disponibilizará o palco, arquibancada, sonorização, iluminação e pagará os cachês das atrações. Segundo o secretário de cultura, Cléverson Baía, é um dever da pasta fomentar eventos que carregam as tradições artísticas e culturais do estado, como o Arraiá Tartarugá.

“Sabemos da importância dos ciclos festivos como a quadra junina e os trabalhadores dessa vertente cultural. Apoiaremos esse evento por conta da cadeia produtiva e a classe artística que faz o popular São João”, frisou o titular da Secult/AP.

O Arraiá Tartarugá contará com as apresentações de cantores, quadrilhas juninas, degustação e comercialização de comidas típicas regionais, bingos e escolha da miss caipira.

Veja a Programação completa (datas, horário e local):

Dia 11 de Junho – Abertura
• Abertura do Arraial com a entidade Sensação Junina, na Praça Saturnino;
• Escolha da Rainha da Quadra Junina;
• Vendas de comidas típicas;
• Bingo;
• Apresentações culturais;
Dia 17 de Junho
• Escola Municipal Raquel da Paz
• Vendas de comidas típicas;
• Bingo;
• Apresentações culturais com os alunos;
Dia 18 de junho
• Escola Municipal Analice;
• Vendas de comidas típicas;
• Bingo;
• Apresentações culturais com os alunos;
Dia 24 de Junho
• Escola municipal Raimunda Lobato;
• Vendas de comidas típicas;
• Bingo;
• Apresentações culturais com os alunos;
Dia 01 de Julho
• Cooperdrive (UBER) e Florece;
• Vendas de comidas típicas;
• Bingo;
• Apresentações culturais;
Dia 02 de Julho
• Associação LGBTQIA+ Arco Iris e Liga Desportiva;
• Vendas de comidas típicas;
• Bingo;
• Apresentações culturais;
Dia 08 de Julho
• Escola estadual Alzira de Lima
• Vendas de comidas típicas;
• Bingo;
• Apresentações culturais;
Dia 09 de Julho
• Escola estadual Alzira de Lima
• Vendas de comidas típicas;
• Bingo;
• Apresentações culturais;
16 de Julho – Encerramento
• Escola estadual Alzira de Lima
• Vendas de comidas típicas;
• Bingo;
• Apresentações culturais;

Assessoria de comunicação

Domingo da Murta da Santíssima tem programação do Ciclo do Marabaixo no Barracão da Tia Gertrudes, na Favela

O Ciclo do Marabaixo 2022 prossegue e as famílias festeiras e devotos cumprem o calendário oficial, que retorna neste final de semana. No barracão da Tia Gertrudes os festejos são para a Santíssima Trindade dos Inocentes, e a programação inicia domingo, 5 e segue até o final da novena, 11 de junho. A partir das 16h o barracão abre as portas para recepcionar o público que manifesta a fé e participa da roda de marabaixo e levantamento do mastro, em homenagem à Santíssima, que na doutrina cristã representa o mistério de um só Deus em três pessoas: Pai, Filho e Espirito Santo.

Iniciado no Sábado de Aleluia, o Ciclo do Marabaixo retornou neste ano de forma presencial, após os decretos liberarem com restrições eventos com público, e após estes dois anos de isolamento social em que os festejos foram realizados online, os barracões voltaram a ser frequentados. Os organizadores dos festejos do barracão da Tia Gertrudes, já afinam os tambores e a voz e preparam as bandeiras azuis e brancas, altar, velas,fitas e flores para o domingo, 5, quando será realizado o Marabaixo da Murta da Santíssima, e durante a semana com a novena, que será rezada a partir desta sexta-feira, 3 de junho, diariamente durante nove dias.

“O grupo Berço do Marabaixo da Favela, que organiza os festejos no Barracão da Tia Gertrudes está empenhado em preparar uma festa bonita e digna para saudar a Santíssima Trindade junto com os devotos e marabaixeiros, como fazemos há mais de 70 anos. O caldo e a gengibirra serão distribuídos, e a equipe da cozinha já está se preparando para mais este momento do Ciclo do Marabaixo”, afirma Valdinete Costa, da coordenação.

Festejos com respeito ao meio ambiente, pessoas e animais

Assim como mais de dez anos atrás, a coordenação do marabaixo no Barracão da Tia Gertrudes continua a prezar pelo respeito às leis ambientais e pelo bom entendimento com a vizinhança para garantir o direito ao sossego de pessoas e segurança de animais. Os fogos continuarão a ser disparados em horário permitido e somente nos momentos imprescindíveis para manter a tradição, o volume do som também obedece às leis ambientais, e o mastro a ser erguido é artificial, para não haver a retirada de árvore da natureza. E neste ano, por conta do decreto municipal de delibera sobre horário para eventos, o mastro não será levantado às 6h da manhã, após uma noite toda de roda de marabaixo, e sim às 18h.

A programação de domingo inicia às 16h, com o Cortejo da Murta, quando se percorre as ruas próximas ao Barracão com os ramos de murta que são usados para enfeitar o mastro que será erguido com a bandeira da Santíssima. Na chegada, o mastro da Santíssima é levantado e inicia a Roda de Marabaixo que segue até meia-noite. No dia 16 tem o Marabaixo de Corpus Christi, e no próximo final de semana o Ciclo do Marabaixo entra na reta final na Favela, hoje chamado de bairro Santa Rita. É o Domingo da Trindade, 12 de junho, que inicia com a missa e segue durante todo o dia com café da manhã, Almoço dos Inocentes e recreação para as crianças. No dia 19, Domingo do Senhor, tem a derrubada dos mastros nos quatro barracões de Macapá e no do distrito de Campina Grande, encerrando assim, os festejos para a Santíssima e Divino Espírito Santo.

Endereço do Barracão da Tia Gertrudes: Av: Duque de Caxias entre Professor Tostes e Manoel Eudóxio.

Programação de Domingo:
16h – Cortejo da Murta
18h – Levantamento do Mastro e início da Roda de marabaixo.

Novena:
19h, de sexta-feira, 3, até 11 de junho.

Assessoria de comunicação

Ciclo do Marabaixo continua hoje (21), na Favela – “Sábado do Mastro” rola no Barracão da Tia Gertrudes

Neste sábado (21), a partir das 17h30, no Barracão da Tia Gertrudes, rolará a continuidade do Ciclo do Marabaixo, em Macapá. A programação iniciou de manhã, com o corte dos troncos e às 17h30 sairá o Cortejo do Mastro, do Barracão da Tia Gertrudes. Às 18h, iniciará a Roda. A festividade terminará meia-noite!

Na Favela, o Ciclo do Marabaixo é uma herança deixada por Gertrudes Saturnino de Loureiro, que após a sua saída da frente da cidade, a pedido do governador da época, resolveu reconstruir sua história na Favela, onde criou seus filhos, filhas, netos e netas, deixando a eles e toda esta geração, o legado das festividades.

A neta de Gertrudes Saturnino, Valdinete Costa, marabaixeira, promesseira e festeira do ciclo do marabaixo, diz que “depois de dois anos sem a realização das atividades presenciais do ciclo do marabaixo, 2022 é um ano de reencontros e agradecimentos à Santíssima Trindade e ao Divino Espírito Santo pelas batalhas vencidas e de um recomeço para todos nós”

“Precisamos manter viva a tradição de nossos antepassados e preservar a memória de nossa gente que ajudou a construir nossa Macapá nos deixando a responsabilidade de darmos continuidade a este momento que une a nossa fé e a cultura” finalizou Valdi.

Serviço:

Roda de Marabaixo na Favela
Hora: 17h30
Local: Barracão da Tia Gertrudes, localizado na na Avenida Duque de Caxias, Nª 1203, no bairro Santa Rita.

Texto: Cláudio Rogério (adaptado por Elton Tavares).

Ciclo do Marabaixo começa neste sábado (16), na Favela

São pelos caminhos da Favela, Bairro de Santa Rita, que as caixas de marabaixo vão entoar seus primeiros toques de nosso ritmo tradicional, fazendo a abertura oficial de mais uma edição do Ciclo do Marabaixo.

Cumprindo o calendário litúrgico da igreja católica, os festejos em louvor à Santíssima Trindade começam neste Sábado de Aleluia,16 de abril, a partir das 17h, na avenida Duque de Caxias, 1203, no bairro de Santa Rita, no Barracão da Tia Gertrudes, com transmissão ao vivo pelas redes sociais e também presencialmente, com apresentação da carteira de vacinação contra a COVID-19.

Para este ano como parte da programação, na abertura do ciclo, os festeiros e promesseiros farão um debate com a “LIVE DOS BARRACÕES” tendo como temática “Ciclo do Marabaixo, valorizando o Patrimônio Imaterial do Amapá 2022” que será transmitido pelas redes sociais do Berço do Marabaixo.

Na Favela, o Ciclo do Marabaixo é uma herança deixada por Gertrudes Saturnino de Loureiro, que após a sua saída da frente da cidade, a pedido do governador da época, resolveu reconstruir sua história na Favela, onde criou seus filhos, filhas, netos e netas, deixando a eles e toda esta geração, o legado das festividades.

Esta manifestação realizada por famílias tradicionais dos bairros da Favela e do Laguinho, e na área rural de Macapá, em Campina Grande, começa no sábado de aleluia e tem seu encerramento no domingo, após o dia de “Corpus Christi”.

A neta de Gertrudes Saturnino, Valdinete Costa, marabaixeira, promesseira e festeira do ciclo do marabaixo, diz que “depois de dois anos sem a realização das atividades presenciais do ciclo do marabaixo, 2022 será um ano de reencontros e agradecimentos à Santíssima Trindade e ao Divino Espírito Santo pelas batalhas vencidas e de um recomeço para todos nós”

“Precisamos manter viva a tradição de nossos antepassados e preservar a memória de nossa gente que ajudou a construir nossa Macapá nos deixando a responsabilidade de darmos continuidade a este momento que une a nossa fé e a cultura” finalizou Valdi.

Serviço:

Texto: Cláudio Rogério
Fotos: Divulgação Berço do Marabaixo
Conteto: 99141-8420
Comunicação Berço do Marabaixo

Batuque, Cacicó e Marabaixo: neste sábado (19), rola Roda Bandaia no Norte das Águas

Foto: Roda de Bandaia/Divulgação

Neste sábado (19), a partir das 17h, no bar e restaurante Norte das Águas, será realizada mais uma edição da Roda Bandaia. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo, em novembro de 2015 e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

O evento contará com participações especiais de Osmar Júnior, Amadeu Cavalcante e Mayara Braga e de quem quiser entrar nessa festa.  A Roda de Bandaia conta com os músicos João Amorim (voz e percussão); Diego Bolão (percussão); Hian Moreira (baixo); Fabinho Costa (guitarra); e Gustavo (bateria).

Quem quiser pode participar cantando, tocando ou dançando na roda, o espaço é para todos que curtem o marabaixo, batuque, carimbó, e outros ritmos da Amazônia. Tem também o varal de saias coloridas para quem quiser ficar mais bonito ainda. E ainda convidados; Saião para as açucenas, Gengibirra e cerveja gelada.

Foto: Márcio Ferreira

Mais sobre a Roda Bandaia

A Roda de Bandaia foi iniciada nos bares Beira Rio e Nêgo, em 2016, na Orla de Macapá, ainda com o nome “Roda de Batuque”. O projeto teve continuidade no bar Norte das águas nos anos de 2018 e 2019. Passou pelo Sankofa em 2020 e retorna ao Norte das Águas em 2022.

O projeto Roda de Bandaia foi pensado para ecoar a música regional, à base de tambores e violões, atraindo ao seu redor gente que gosta de cantar, dançar e tocar, ou simplesmente curtir.

“A Roda de Bandaia é uma das coisas mais lindas que existem atualmente nesta cidade. É a balada de quem curte dançar ao som de música popular amapaense. Sob a força de uma energia linda, há anos o músico João Amorim idealizou esse projeto e de lá pra cá vem fazendo acontecer e crescer ao lado de outros músicos e parcerias“, comentou a jornalista Andreza Gil.

Norte das Águas

O Norte das Águas é um dos mais conceituados pontos turísticos de Macapá, que fica situado às margens do rio Amazonas, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá). O estabelecimento serve boa comida, cervejas enevoadas e drink’s variados. Além do atendimento porreta. Tudo às margens ventiladas do Amazonas, o nosso riozão bonito.

Enfim, quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaia e Cacicó vai curtir. Recomendo!

Imagem: Roda de Bandaia/Divulgação

Serviço:

Roda de Batuque Bandaia – Complexo do Araxá

Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.

Data: 19/03/2022

Hora: a partir das 17h.

Elton Tavares, com informações de João Amorim. 

Modelos amadoras fazem ensaio em pole dance sobre a Linha do Equador

Instrutora começou a ministrar as aulas durante a pandemia e hoje ensina mulheres a ‘resgatar a própria autoestima’ — Foto: Harold de Sena/Reprodução

Por Laura Machado

Poder, força e autoestima são três características marcantes na prática do pole dance. Com essa premissa, surgiu a ideia um projeto fotográfico do Amapá que registrou mulheres que nunca foram fotografadas profissionalmente antes pensando, justamente, no resgate do amor próprio.

O projeto “Arte na pele”, que existe desde 2020, é uma idealização do fotógrafo Harold de Sena Tavares, que já produziu ao todo 5 edições até o momento. A última ganhou grande repercussão nas redes sociais por criar uma cena bastante inusitada: um pole dance montado no monumento Marco Zero do Equador, em Macapá.

Modelos escolhidas para o ensaio tiveram apenas 1h de aula da modalidade para participar do projeto — Foto: Harold de Sena/Reprodução

O obelisco de 30 metros é um dos locais mais visitados no estado justamente por estar posicionado sobre a Linha do Equador, que divide os hemisférios norte e sul. Macapá, conhecida como a cidade do meio do mundo, é a única capital brasileira cortada pela marca.

“Reunir esses três elementos: o monumento, o corpo, e a fotografia, reforça a ideia de que o corpo fala e conversa melhor em ambientes que o estimule. O corpo feminino, que historicamente foi instrumento de posse masculina, nos ensaios ganha emancipação e capacidade de dizer o que estava represado nele: a liberdade”, detalhou Harold de Sena.

Instrutora começou a ministrar as aulas durante a pandemia e hoje ensina mulheres a ‘resgatar a própria autoestima’ — Foto: Harold de Sena/Reprodução

O ponto turístico virou palco de um ensaio fotográfico que uniu mulheres que não tinham experiência com a modalidade do pole dance.

O casamento perfeito entre a dança e a arte de captar momentos deu origem a 5ª edição do projeto. No início, Tavares pensava em registrar mulheres que nunca haviam sido fotografadas antes.

Aos poucos, os ensaios temáticos foram ficando cada vez mais conhecidos e ganhou novas adeptas que se aventuraram sob as câmeras. Os ensaios são gratuitos, e as modelos podem escolher o melhor registro, que passa por edição e é dado como presente à fotografada.

Ensaio durou 1 hora e chamou a atenção de pessoas curiosas que visitavam o monumento durante os registros — Foto: Harold de Sena/Reprodução

A 5ª edição do projeto foi produzida em parceria com a instrutora de pole dance Luciana Oliveira, que começou a praticar a modalidade há três anos e iniciou as aulas durante a pandemia, a pedido de algumas pessoas próximas.

“Ele me fez a proposta e nós chamamos duas pessoas que nunca tiveram contato com o pole. Elas tiveram uma aula de 1 hora, apenas para conseguir fazer os movimentos”, explicou Luciana Oliveira.

O pole dance é uma junção da dança com a ginástica. A atividade é praticada em uma barra vertical usada para a realização de acrobacias. Os benefícios do exercício variam desde força, agilidade, até ao desenvolvimento de elasticidade e controle do próprio corpo.

Thawanna de Paula foi uma das modelos escolhidas para o ensaio da 5ª edição do projeto “Arte na pele” — Foto: Harold de Sena/Reprodução

Para a instrutora, a prática dá liberdade e resgata a autoestima de mulheres, principalmente as mais tímidas, já que a dança possibilita soltar o corpo e liberar a tensão.

“O resultado do ensaio foi mais do que eu esperei. Esperava fotos muito bonitas, mas quando vi no final, foi surreal. O pole já é encantador, e poder se ver em um ensaio fotográfico no pole dance, é ainda mais bonito”, completou, emocionada.

“Muitas vezes não vemos a beleza que nós temos, a nossa força, e só de colocar a perna no pole, nos transformamos e enxergamos o nosso poder” ,afirmou a instrutora, ansiosa pelo próximo ensaio.

A paisagem foi cenário para os registros das modelos que vestiam lingeries fornecidas por uma empresa parceira da iniciativa.

Registros das edições anteriores do Arte na Pele — Foto: Harold de Sena/Reprodução

Encanto e autoestima

Para quem participou da experiência, dançar sem ter nenhum contato anterior com a modalidade, foi uma prática de autoconhecimento e resgate da própria beleza.

“Foi muito emocionante. Toda pessoa deveria passar por essa experiência, me senti viva e cheia de poder. Além disso, a valorização de um ponto turístico do meu estado fez esse momento ser magnífico”, contou com alegria uma das participantes da edição, Thawanna de Paula.

A bacharel em direito teve apenas uma aula com a instrutora para poder realizar o ensaio. “Se o 1º pole dance no meio do mundo foi com uma pessoa que nem eu, que com apenas uma aula conseguiu, qualquer pessoa pode encarar esse desafio”, finalizou.

O ensaio, com cerca de 1 hora, incluiu a montagem dos materiais e do pole dance. As edições anteriores seguiram os temas: renascença; princesas e coroas de flores; elfas nórdicas e célticas; musas da música clássica; e a última edição, sobre visibilidade feminina e arte da dança.

As inscrições para participar do projeto podem ser feitas gratuitamente através do preenchimento de um formulário de cadastro.

Fonte: G1 Amapá.

Batuque e Marabaixo: neste domingo (12), rola Roda Bandaia no Sankofa Quilombo Cultural

Foto: Roda de Bandaia/Divulgação

Neste domingo (12), a partir das 17h, no Sankofa Quilombo Cultural, será retomada (após dois anos de pandemia) e realizada mais uma edição da Roda Bandaia. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo, em novembro de 2015 e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros sempre foram sucesso de público e crítica. A entrada será gratuita.

A Roda de Bandaia conta com os músicos João Amorim (voz e percussão); Ismael Biluca (percussão); Taronga (baixo); Fabinho Costa (guitarra); e Paulinho Queiroga (bateria). Também estão confirmadas as participações especiais de mais de 10 artistas. Entre eles, Amadeu Cavalcante, Silmara Lobato, e Ariel Moura.

Quem quiser pode participar cantando, tocando ou dançando na roda, o espaço é para todos que curtem o marabaixo, batuque, carimbó, e outros ritmos da Amazônia. Tem também o varal de saias coloridas para quem quiser ficar mais bonito ainda. E ainda convidados; Saião para as açucenas, Gengibirra e cerveja gelada.

Foto: Roda de Bandaia/Divulgação

Mais sobre a Roda Bandaia

A Roda de Bandaia foi iniciada nos bares Beira Rio e Nêgo, em 2016, na Orla de Macapá, ainda com o nome “Roda de Batuque”. O projeto teve continuidade no bar Norte das águas nos anos de 2018 e 2019.

O projeto Roda de Bandaia foi pensado para ecoar a música regional, à base de tambores e violões, atraindo ao seu redor gente que gosta de cantar, dançar e tocar, ou simplesmente curtir.

Foto: Márcio Ferreira

“A Roda de Bandaia é uma das coisas mais lindas que existem atualmente nesta cidade. É a balada de quem curte dançar ao som de música popular amapaense. Sob a força de uma energia linda, há anos o músico João Amorim idealizou esse projeto e de lá pra cá vem fazendo acontecer e crescer ao lado de outros músicos e parcerias“, comentou a jornalista Andreza Gil.

Enfim, quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk, Bandaia e Cacicó vai curtir. Recomendo!

Serviço:

Roda de Bandaia
Data: 12 de dezembro (neste domingo)
Hora: a partir das 17h
Local: Sankofa Quilombo Cultural, localizado na Rua Beira Rio, N° 1.530, no bairro Santa Inês, na orla de Macapá.
Entrada gratuita

Elton Tavares

Prefeitura lança programa que insere o Marabaixo nas escolas municipais

Foto: Max Renê

A Prefeitura de Macapá lança nesta quarta-feira (6), o programa Afroamapaensises nas Escolas, que insere dentro da matriz curricular dos estudantes da rede municipal a cultura e a tradição dos povos tradicionais do Amapá. O lançamento ocorrerá às 18h, no auditório da sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), localizada na Rua Binga Uchoa, 26, Centro.

O programa é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Mobilização e Participação Popular (SMMPP), executada pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), em parceria com o Instituto Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Improir).

A iniciativa nasceu a partir da necessidade da implementação pedagógica de ações que tratem das questões étnico-raciais dentro das salas de aula. Nesta fase inicial, quatro escolas municipais receberão o programa, com foco na valorização do Marabaixo, manifestação cultural e religiosa muito presente na história dos povos tradicionais afroamapaenses.

SERVIÇO:

Lançamento do Programa Afroamapaensises nas Escolas
Quarta-feira, 06 de outubro de 2021 – Às 18h
Local: Auditório da sede da OAB em Macapá – Rua Binga Uchoa, 26, Centro

Lázaro Gaya
Contato: (96) 99171-1421
Assessoria de Comunicação

Voluntários buscam apoio para batizado de jovens capoeiristas do Novo Horizonte

Por JÚLIO MIRAGAIA

Para um grupo de professores de capoeira, da zona norte de Macapá, a prática esportiva pode mudar a vida de crianças e adolescentes que moram em áreas de ressaca. Eles estão buscando apoio para realizar o sonho de seus alunos: o primeiro “batizado”, que é o evento da troca de cordas no esporte.

Os professores Caio Jorge Souza e Silva, de 32 anos, e Benilson Silva Santos, de 35 anos, ofertam os treinamentos de forma voluntária e gratuita há cerca de 3 anos, na Associação de Moradores do bairro Novo Horizonte. No local, também ocorrem aulas de muay thai e jiu-jitsu.

Nas aulas de capoeira, cerca de 20 alunos, entre crianças e adolescentes participam. A garotada, segundo eles, tem retornado aos poucos, com a desaceleração da pandemia.

“Trabalhamos com essas crianças e adolescentes para trazer um futuro melhor a elas. Para tirá-las de perto do mundo do crime. Sempre incentivando o estudo, a gente prega muito a educação e o respeito”, explicou o professor Benilson.

Já o professor Caio Jorge conta que o trabalho voluntário vem do amor à capoeira.

“Já tivemos várias decepções e mesmo assim a gente não deixa a peteca cair. O que move a gente é a bandeira da capoeira”, disse.

Um dos alunos do projeto, Albert Lian, de 18 anos, conta que é aluno de professor Caio desde quando ele realizava treinos no bairro Jardim 2. O rapaz concluiu o ensino médio recentemente e conta que a prática esportiva o ajuda a ter disciplina e que está estudando para fazer concursos públicos.

“Não tenho como explicar o que significa para mim a capoeira. Ela ajuda a gente em muita coisa na vida”, disse o jovem.

Apoio

Sobre o apoio para o batizado, os capoeiristas fazem um apelo. O grupo chegou a realizar um torneio na semana passada para angariar fundos, mas o dinheiro arrecadado ainda não foi suficiente. A pretensão é realizar o evento no começo do mês de outubro.

“A maioria dos alunos são de áreas de pontes e não tem como pagar uma mensalidade, um uniforme. A única coisa que a gente cobra aqui é a disposição, e toda ajuda é bem vinda para que a gente dê continuidade a esse projeto”, completou Caio.

Quem tiver interesse em ajudar o projeto de capoeira, basta entrar em contato com o professor Caio Jorge, através do WhatsApp: 99171-9451.

Com apoio da Secult/AP: Grupo Axé Sókebrança encerra a circulação pelo Amapá com encontro no Mercado Central de Macapá

Com mais de 17 anos de fundação, o Grupo Axé Sókebrança no segmento da dança em estilos diversificados, dentre as ações realizadas destacam-se as aulas de zumba em espaços públicos, inclusive em condomínios populares e áreas periféricas da capital.

Durante a pandemia, as atividades ficaram restritas aos integrantes do Grupo que aos poucos retornam para o encontro com o público a partir da flexibilização dos protocolos de enfrentamento à nova covid-19. A retomada ocorre com a circulação de apresentações e oficinas de dança em cinco municípios do Amapá, projeto apoiado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult/AP) com recursos provenientes da Lei Federal nº 14.017 – Lei Aldir Blanc.

A “Circulação Sókebrança” já passou por localidades de Pedra Branca, Porto Grande, Santana (sede e Ilha de Santana). Neste sábado (18), a partir das 17h30, o Grupo e os professores convidados, Flávia (Porto Grande), Domingos (Pedra Branca) e Rodrigo Play (Santana) estarão em frente ao Mercado Central de Macapá para o encerramento deste projeto com uma grande aula de zumba para o público presente.

Além de difundir e socializar a dança no Amapá, com ações continuadas e gratuitas, as oficinas ao ar livre realizadas contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população e para a saúde física e mental tão necessários nesse período.

“A zumba sempre atraiu um grande público, porque nós trabalhamos com a positividade e a motivação dos nossos alunos, sempre com as nossas referências culturais influenciadas pelas danças e ritmos tradicionais. Nessa ocasião, a nossa identidade nortista colabora muito para a criação de momentos de convivência social e de fruição da nossa arte, a dança,” diz o professor Xandy Brandão coordenador do projeto.

Até o encerramento da circulação, o Grupo Axé Sókebrança deve envolver cerca de 2.500 pessoas atendidas diretamente com orientações de condicionamento físico, intercâmbios culturais entre grupos de dança, bailarinos e professores do segmento. O “aulão” é super concorrido e aberto gratuitamente para todas as faixas etárias, durante as atividades, os participantes devem utilizar equipamentos de proteção individual como máscara facial, álcool gel 70% e manter o distanciamento físico seguro.

A Zumba e seus benefícios

De origem colombiana e em franca expansão mundial, a Zumba mescla movimentos de danças latinas como o samba, salsa, merengue, mambo e reggaeton, ou mesmo outros estilos como hip hop e regionais. As atividades físicas associadas resultam em coreografias acessíveis que colaboram para o sucesso e para a presença desta modalidade em diversos espaços da cidade como academias e praças em aulas que conquistaram o gosto popular.

Estudos recentes publicados na Health Education Journal na Espanha demonstram que as práticas de zumba podem melhorar a qualidade de vida para os participantes como um todo, especialmente o aspecto emocional. A influência positiva da dança em alguns casos perdura por até dois meses após o término do experimento.

Serviço:

Projeto “Circulação Só Kebrança”
Local: Mercado Central de Macapá
Data: 18/09/2021 (Às 17h30)
Realização: Oca Produções e Grupo Sókebrança
Contatos: 96 91338314 (Washington)

Paulo Rocha
Contato: 96 98412-4600 (Claro)
Assessoria de comunicação

Secult/AP apoia realização do 12º Arraiá no Meio do Mundo em Macapá

Com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura do Amapá (Secult/AP), o 12º Arraiá no Meio do Mundo Acontecerá neste sábado (11), a partir das 18h30, na quadra poliesportiva do Centro Didático Adamor Picanço, localizada atrás do Superfácil do bairro Beirol.

Para a realização do evento, a pasta disponibilizará o palco, arquibancada, sonorização, iluminação e disciplinadores. A festividade acontecerá seguindo todos os protocolos de prevenção e combate à Covid-19, como disponibilização de álcool em gel e obrigatoriedade do uso de máscaras pelos participantes.

Para o secretário de cultura, Evandro Milhomen, é um dever da pasta fomentar eventos que carregam as tradições artísticas e culturais do estado, como o Arraiá, que vai para o seu 12º ano de realização.

“O Arraiá no Meio do Mundo é algo muito particular da nossa cultura, pois leva elementos que não são comuns em outras festas juninas pelo país. As vestimentas e os enredos remetem ao nosso folclore e às nossas raízes”, declarou.

A festa

Realizado pela Federação das Entidades Folclóricas do Amapá (Fefap), a festa conta com as disputas entres misses, mister e grupos, movimentando a quadra junina do Amapá.

Evento: 12º Festival Estadual do Arraiá do Meio do Mundo
Local: quadra poliesportiva do Centro Didático Adamor Picanço
Hora: 19h

Domingo vai rolar Hip Hop na Praça Floriano Peixoto

Com a pandemia, a efervescência cultural amapaense deu uma pausa nos eventos presenciais.

Felizmente, com o aumento do número de pessoas vacinadas, a vida vem, gradativamente, voltando à normalidade. E pra quem estava com saudades do Hip Hop e do Rap nas praças da cidade, vai rolar um bailão, no próximo domingo (5), às 16h, na praça Floriano Peixoto, com várias atrações do nosso estado.

Participações:

– DJ’S –

@fala_insane

@djlfoxnapista

@prod.dropanda

– ATRAÇÕES –

@maniva_venenosa

@jhimmyfeiches

@cl_cria

@bemderua_oficial

@fgomcs

@tiosann23

@yannamc_rapper

@jottaerremc

Serviço:

O HIP HOP NÃO MORREU!
Realização Dj Insane
Dia 5, domingo | 16h
Local: Praça Floriano Peixoto

Fonte: Blog da Mary.

‘Faz bem para o corpo e a mente’, diz casal participante do projeto Dança Comunidade da Prefeitura de Macapá

O Dança Comunidade, projeto da prefeitura de Macapá, vem sendo desenvolvido pelo Instituto Municipal de Turismo (MacapáTur) e está na terceira semana de atividades no Mercado Central, oferecendo aulas de dança nos ritmos brega, forró, arrocha, bolero, samba, bachata, cumbia, salsa e soltinho para a comunidade.

O projeto tem intuito de reestabelecer a socialização e convívio entre pessoas, que foi afetado com o isolamento social ocasionado pela pandemia de Covid-19.

O casal Elza Coelho, de 56 anos, e José Neto, de 61 anos, comenta a importância do convívio social que o projeto proporciona. “É maravilhoso conhecer e estar em meio a outras pessoas, poder conversar e se distrair com algo que faz bem para saúde do corpo e da mente, tirando o cansaço e estresse do dia a dia”, conta Elza.

“As aulas com a professora nos auxilia melhor, porque é diferente de como fazemos em casa. Aqui ela acompanha e corrige os erros de pertinho”, completa José Neto.

Turismo e diversão num só lugar

“O projeto Dança Comunidade é uma forma de trazer a população para um dos pontos históricos de cidade, juntando a novidade que está sendo a dança de salão com o prédio histórico e diversificando o público que frequenta o Mercado, dando mais essa opção de lazer para toda a comunidade de Macapá”, aponta Benício Pontes, diretor-presidente do MacapáTur.

Ao longo das três semanas de aulas do projeto, já foram ensinados os ritmos de brega, arrocha e forró. Na última quinta-feira de cada mês o projeto fará o baile para que os alunos mostrem o que aprenderam durante as aulas.

“Estamos na terceira semana do projeto, que começou com seis casais e hoje, nessa aula que antecede o baile, estamos com 10. Nós falamos que o segredo da dança para você mandar bem, é praticar! Não adianta só fazer as aulas, tem que colocar em prática, principalmente os cavalheiros, que a gente exige mais e aqui eles estão correspondendo às expectativas das damas”, disse Patrícia Maciel, professora do projeto.

O baile do projeto acontecerá nesta quinta-feira (26), das 19h às 22h, no Mercado Central.

Viviane Monteiro
Instituto Municipal de Turismo

Lei Aldir Blanc: com apoio da Secult/AP, evento com batalha de hip hop premia vencedor com R$ 1 mil

Para enaltecer a cultura do hip hop no estado, o grupo Anjos das Ruas H3 realiza o evento Arh3 Battle, que acontece neste sábado (21), às 15h, na Casa Brasil localizado no município de Santana. O campeonato conta com a parceria do Movimento Raízes da Cultura Hip Hop de Santana e premiará o vencedor das batalhas em R$ 1 mil.

O evento é uma batalha de b-boys e será transmitido por meio das páginas oficiais no Facebook do projeto e da Secretaria de Estado da Cultura (Secult/AP) que apoia a realização, por meio da Lei Aldir Blanc, que contemplou o projeto com o edital Carlos Lima (Seu Portuga).

A chave das batalhas começa com um modelo de quartas de final, onde de um lado se enfrentam os b-boys Snoop e Pitter; Meio Quilo e Paulo; Renni e Super Boy; e Filézinho e Fançoa. Do outro lado da chave se enfrentam Eminem e Elson; Wendel e Pety Mundial; Fabrício e Olho de Gato; e Tetel e Negão.

O encontro terá as participações especiais dos b-boys Tapioca, Sam e Fortaleza e contará com o DJ LFox e Mc Deha.

De acordo com o gestor da Secult/AP, Evandro Milhomen, a pasta tem feito todos os esforços para acolher os artistas do Amapá durante a pandemia de Covid-19.

“A Secult trabalhou de maneira séria e direta para, além de apoiar, garantir os recursos de editais para os artistas, que devido ao encerramentos das atividades, por conta da pandemia, tiveram suas fontes de renda cortadas”, detalhou.

Hip Hop

A cultura hip-hop nasceu na cidade de Nova York na década de 70, quando DJs como Kool Herc, Grandmaster Flash e outros organizavam festas de rua em seus bairros e tocavam duas cópias do mesmo disco, mixando para prolongar a parte de breakdown das faixas. Nessas horas, as pessoas que corriam para a pista dançavam de uma maneira tão particular que ganharam termos próprios, “break-boys” e “break-girls”, mais tarde encurtados para B-Boys e B-Girls.

Fonte: redbull.com