Hoje é o Dia Internacional do Beijo

 

Hoje é o Dia Internacional do Beijo. Todo dia é dia de beijar, claro. Mas, como este site possui uma sessão chamada “Datas Curiosas”, falarei um pouco sobre o assunto. Não achei a origem de a data ser celebrada em 13 de abril. Mas achei os dois parágrafos abaixo:

Beijo que é um símbolo de afeto e carinho desde a Idade Média era utilizado com várias simbologias. O Dia do Beijo é comemorado em todos os países. Essa data celebra o ato de beijar, que, na cultura ocidental, é considerado um gesto de afeição. Se praticado entre amigos, pode ser para um cumprimento ou despedida. Entre casais, é geralmente dado nos lábios como um símbolo de afeição romântica.

Em Roma, era normal que os imperadores permitissem serem beijados nos lábios pelos nobres mais influentes, e os menos importantes beijavam suas mãos. Na Escócia, o costume era de que o padre deveria beijar os lábios da noiva ao final de uma cerimônia. Isso era como uma bênção para que o casal tivesse felicidade na vida conjugal. Já na festa, a noiva geralmente beijava todos os homens em troca de dinheiro.

Sou um beijoqueiro. Aliás, sempre fui. Beijo as pessoas que amo. Sempre beijo minha mais que maravilhosa mãe Lúcia, como faço quase todas as manhãs. Beijo minha avó Peró, tias, tios e primos. Ah, beijava meu pai também. Faz tanto tempo… Queria o beijo dele outra vez, mas guardo todos os que ele me deu. Ao Zé Penha, um beijo de gratidão no coração!

Os poetas retratam o beijo quase sempre. “O maior desejo da boca é o beijo” e “Meu coração é como vidro, como um beijo de novela”, como Baleiro e Belchior, entre tantos outros. Coisa boa é beijar, né não?

Tem beijo na testa, na bochecha, na nuca (daqueles que arrepia) e, é claro, na boca, com ou sem língua, depende do gosto de cada um. O lance é beijar quando e quem você deseja.

Finalizo este texto e mando para os meus, que tanto amo, aquele beijo!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Jornalista – Meu texto sobre o nobre ofício.

Hoje é o Dia do Jornalista. A data que celebra os profissionais da mídia foi criada pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) como uma homenagem a Giovanni Battista Libero Badaró, médico e jornalista que chegou ao Brasil em 1826. Ele lutou pelo fim da monarquia portuguesa, denunciou abusos do Império na época de D. Pedro I e era apoiador da independência do país.

Em novembro de 1830, foi assassinado por inimigos políticos, em São Paulo. Historiadores acreditam que a morte foi encomendada pelo imperador, que, em 7 de abril de 1831, abdicou do trono, o que fez D. Pedro II, seu filho, assumir com apenas 14 anos de idade. Foi só em 1931, cem anos depois do acontecimento, que surgiu a homenagem e o dia 7 de abril passou a ser o Dia do Jornalista. Também em 7 de abril de 1908 que a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), com a missão de garantir os direitos dos jornalistas.

O conceito da profissão diz: “Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também se define o Jornalismo como a prática de coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais”.

Quem me conhece sabe, sempre trabalho com responsabilidade. Passei por algumas redações da imprensa aberta, mas sou assessor de comunicação há 11 anos, atividade que me faz muito feliz. Já tive o prazer de trabalhar com muita gente boa e aprendi com eles. Também trampei com alguns canalhas, que são ótimos exemplos de como não proceder.

Certa vez, li a seguinte frase: “no fundo, jornalistas se acham. No raso, têm certeza”. É engraçado, mas alguns agem assim mesmo, é uma tal de autopromoção sem fim. Sempre digo: jornalista não é artista.

Ah, para ser um bom jornalista, além de ler e ter bom relacionamento com os colegas, é preciso ser competente. É a única maneira de você não se tornar um puxa-saco, pois será respeitado pelo trabalho e postura.

E como disse minha amiga manauara Juçara (jornalista): “não podemos dizer sempre o que pensamos por conta da obrigação de ser neutro, apesar das inúmeras ‘artimanhas’, com ética sempre, para dar uma indireta”. Tá, ainda aprenderei essa parte de não dizer o que penso diretamente.

Outra coisa, gosto de tomar uma cerveja e jogar conversa fora com colegas, ô raça para ter assunto bacana. Graças a Deus, fiz muitos amigos nessa loucura das pautas.

“Dizem que ofendo as pessoas. É um erro. Trato as pessoas como adultos. Critico-as. É tão incomum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica, às vezes é estúpida. O leitor que julgue. Acho que quem ofende os outros é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. Meu tom às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável. Mas é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação do amante rejeitado” – Paulo Francis.

Não dá pra se inventar jogador de futebol ou músico (quem dera), mas jornalista, deu! Vou explicar. Basta ler, estudar, apurar um fato e ser ético, além de possuir discernimento crítico sobre temas diversos. Não, não é fácil. O tal de pensar fora da caixa. Pois bem, eu me inventei jornalista e tento escrever algo de acordo com a verdade.

Claro que já sofri com ameaças de processos por desafiar poderosos com denúncias pertinentes, mas o jornalista que ainda não passou por isso, vai passar. Ou pelo menos deveria. Sobre os ameaçadores, não deu em nada. A verdade sempre vence!

Quem não tem dinheiro, conta história”. Esse é o bordão do personagem “Paulinho Gógó” e se aplica a maioria de nós, jornalistas. Operários da informação que cortamos um dobrado, mas amamos essa doideira. Sou grato por trabalhar com o que amo fazer e ser pago pra isso. Além de ter o respeito dos que me são caros. Obrigado a todos que, de uma forma ou de outra, já deram uma força. Valeu demais!

Sem mais, parabéns a todos vocês nas redações de jornais e revistas, estúdios de rádio e TV, mídias eletrônicas e assessorias de comunicação, que trampam nessa profissão fascinante e que é um dos pilares da democracia. Afinal, esse ofício é como rapadura: doce, mas não é mole não. ‘Viva nós’!

*Jornalistas, oh raça! 

Elton Tavares

Hoje é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo – Reflita!

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Hoje, 2 de abril, é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. A data, celebrada em todo o mundo, foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e visa conscientizar a sociedade sobre o tratamento especial aos portadores da síndrome.

Autismo

O autismo é uma síndrome que atinge quase dois milhões de brasileiros. Em crianças, é mais comum do que o câncer, a AIDS e o diabetes. No mundo, a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que existam mais de 70 milhões de pessoas com a síndrome.735215_229641613840278_1285104458_n

O autismo restringe a comunicação de seu portador com os demais ao seu redor. Para os especialistas, o autista tem uma maneira peculiar e introspectiva de ver o mundo. Os primeiros sinais aparecem até os três anos de idade.

Sintomas

Pouco contato visual, baixa interação, rejeição a toques, comportamento repetitivo, isolamento. Esses são alguns dos sinais mais comuns em quem sofre de autismo. Quando esses sinais são percebidos logo nos primeiros anos de vida, as chances de o tratamento ter sucesso e da criança evoluir são muito maiores.

Qual é o caminho para o tratamento correto?

2060_chicoterra-diadoaltista-062O autismo não tem cura, apenas tratamento. Com ele é possível que a pessoa se desenvolva, torne-se independente e se relacione com outros, por isso precisa ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar. Psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, médicos e profissionais da educação são alguns dos especialistas que fazem parte da equipe.

A importância para a família e conscientização

Em 2011, entrevistei o autônomo (e meu amigo) Arley Costa, pai do autista Artur Costa. Ele, o Arley, ressaltou que é essencial que pais, familiares e amigos entendam que o autista é uma pessoa normal, mas com algumas peculiaridades. E frisou que a conscientização da sociedade é fundamental para que todos saibam como cuidar de um autista.

Dessa forma, nossos filhos e amigos autistas terão melhor assistência do poder público e entendimento da sociedade”, pontuou o pai, na época.

“Arthur e o Infinito – Um Olhar Sobre o Mundo do Autismo”

Sobre a síndrome, recomendo o documentário “Arthur e o Infinito – Um Olhar Sobre o Mundo do Autismo”. O DOC conta a história de uma família e seus conflitos, ao ter o filho mais novo, Arthur, de seis anos, diagnosticado como autista. Marina, sua mãe, assume a responsabilidade de dedicar todo o seu tempo para o filho e buscar caminhos para compreender melhor seu mundo, mostrando a realidade das emoções e sentimentos da família durante esses momentos difíceis. É isso.

Elton Tavares

1º de abril: hoje é o Dia da Mentira

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Conforme a mitologia nórdica, o 1º de abril é o Dia consagrado ao deus Loki, dos truques e das brincadeiras, culto que teria posteriormente gerado o Dia da Mentira. Também li que o motivo é que: “Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries”. Bom, dizem que é isso, mas pode ser mentira.

No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1828, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

Todos mentimos, muito ou pouco, pois faz parte do convívio social. E não somente hoje, mas o ano todo, a vida toda. Existem mentiras e mentiras. Pode ser uma simples desculpa para não ir a uma festa ou faltar ao trabalho. O problema é quem mente o tempo todo e que possui uma máscara para cada situação. Conheço alguns assim. Outros acham que sou assim, uma mentira. Logo eu, um cara tão verdadeiro. Mentira?

Gente que mente para aparecer, para parecer mais competente ou mais inteligente. Nego que conta lorotas para se firmar dentro de um grupo ou puxar o saco de alguém que ele imagina que pode lhe beneficiar de alguma forma.

Apesar de trabalhar com comunicação institucional há 11 anos, o que muitos confundem com mentir e puxar-saco, não sou dado a essas práticas. Prefiro trampar com afinco, respeito e franqueza. Quem me conhece sabe: isso NÃO é mentira.

Sinto muito pelos mentirosos compulsivos, mais ainda pelos que mentem por grana, pois já perderam sua essência, respeito de colegas e suas almas. Gosto das brincadeiras e da ironia que envolvem o primeiro dia de abril, mas pensem em suas mentiras cotidianas. Elas fazem mal somente a você ou prejudicam muita gente?

Conheço várias pessoas que são uma grande mentira. Gente que tenta parecer algo que não é e que nunca será. Pessoinhas que vivem a vida dos outros, sempre contando causos que ouviram e tentam fazer com que acreditem que elas vivenciaram tais fatos.

Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir”, disse Winston Churchill.

E você, já contou sua mentirinha de hoje? Enfim, um ótimo dia e um abril feliz pra todos nós. Se possível, com poucas e inofensivas mentiras.

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Revisor (meu agradecimento aos amigos que melhoram meus textos)

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Hoje é o Dia do Revisor e Dia do Diagramador. Pesquisei bastante, mas não encontrei o motivo da data ser comemorada em 28 de março no Brasil. Porém, gostei de saber que existe um dia dedicado a esse fundamental profissional que lê textos à procura de possíveis deslizes do autor, atuando como fiscal da língua. É ele que atenta à ortografia, à sintaxe, à pontuação e à coerência, apontando o que deve ser ajustado aos padrões gramaticais. Um dos pioneiros na profissão de revisor foi o escritor brasileiro Machado de Assis.

Segundo o Decreto-Lei nº 972, de 17 de outubro de 1969, que regulamenta a profissão de jornalista, uma das funções que pode desempenhar é a de revisor. Ele é um profissional paciente, atento e que domina o português (ou seja lá a língua/idioma escrito ao qual corrige falhas textuais de outras pessoas). Sem curso superior específico, a função de revisor é normalmente desempenhada por quem é formado em Comunicação Social ou Letras, podendo trabalhar em uma redação de jornal ou revista, editoras de livros e em empresas de tradução.

“Define-se a revisão de texto como as interferências no texto visando à sua melhoria. Essas mudanças podem atingir palavras, frases ou parágrafos e ocorrem por cortes, inclusões, inversões ou deslocamentos. A pessoa encarregada dessa tarefa é chamada de revisor de textos, cujo papel é verificar, com o editor da matéria, orientador ou coautores, se há erros de ortografia, se a matéria está corretamente direcionada aos fatos citados, entre outros. Tratando-se de um processo de autorrevisão, as mudanças são feitas pelo próprio autor sem a ajuda de colega ou do revisor” – Wikipédia.

Apesar dos corretores ortográficos instalados em computadores, o revisor é essencial para qualquer redação jornalística. É ele que lê e relê os textos à procura de palavras e frases escritas de maneira inadequada.

Tenho muitos amigos que são excelentes revisores. Eles são a rede de proteção dos equilibristas redatores.

Mas hoje agradeço de todo o coração os meus revisores favoritos, que me ajudam na correção de textos do trabalho e para este site. São eles: Patrícia Andrade, Marcelle Nunes, Gilvana Santos e Mariléia Maciel.  Também sou grato às amigas Rita Torrinha e Denise Muniz , que já deram essa força, além do saudoso Tãgaha Luz (in memorian), o meu principal revisor, mestre e amigo vários anos.

Obrigado a todos vocês por melhorarem o meu texto, muitas vezes cheio de erros de digitação, concordância ou simplesmente deixá-lo mais “suave”. Grato mesmo. Valeu, queridos!

Elton Tavares

* Fontes: Calendar Brasil, Wikipédia e O Dia da História.

Hoje é o Dia Internacional da Felicidade (sejamos felizes, moçada!)

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Hoje é o Dia Internacional da Felicidade. O International Day of Happiness visa promover a felicidade e alegria entre os povos do mundo, evitar conflitos, guerras sociais, étnicas ou qualquer outro tipo de comportamento que ponha em risco a paz e o bem-estar das sociedades.

O Dia Mundial da Felicidade foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas), em Junho de 2012. Mas, o “ponta pé inicial” da iniciativa foi do Butão, um pequeno país asiático, que se orgulha de possuir uma das populações “mais felizes do mundo”. A ideia surgiu durante uma reunião geral da ONU, sob o tema “Felicidade e Bem-Estar: Definindo um Novo Paradigma Econômico”, em abril do referido ano.

Dia Mundial da Felicidade, 20 de março, Jorge Dias, Gabinete PROJECT@

Com aprovação total dos 193 países-membros, a proposta foi aceita e a dará foi instituída em 20 de Março.

Sobre isso, vos digo: sou felizão. Não tenho dinheirão, muito menos emagreci (sigo desabunitado), mas tenho saúde, trabalho e os que amo estão saudáveis também.

Sou feliz na autenticidade e não com os que os outros gostariam que eu fosse. Sou feliz por poder fazer escolhas.

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Enfim, sou feliz por ter vários amores (mãe, irmão, sobrinha, avó, muitos familiares e amigos que possuem este sentimento recíproco), reconhecimento profissional e respeito dos que me importam. Ou seja, família e amigos de verdade. Portanto, feliz Dia Internacional da Felicidade pra todos nós. E fim de papo!

Elton Tavares
Fonte: Calendar Brasil

Hoje é o Dia do blogueiro – Viva nós!

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Hoje, 20 de março, é o Dia do Blogueiro. A data foi escolhida em 2004 pela Blogueira CarmenC do blog No Armário da Ca (a página eletrônica não existe mais), isso num tempo em que levar um blog como profissão ainda era um ofício tido como brincadeira (apesar de muitos pensarem assim ainda hoje). A escolha foi baseada na mudança de estação, como uma sugestão para que a ideia sobrevivesse com o tempo.

Quando perguntam qual a minha profissão, digo que sou jornalista, assessor de comunicação e editor de um site, mas que, um dia, gostaria de ser escritor. E acredito mesmo ser um bom profissional.

Neste site, que antes foi um blog por cinco anos, gosto de divulgar cinema, teatro, poesia, atrações musicais, arte, enfim, cultura e todas as suas vertentes. Além de informações relevantes para a sociedade onde vivo, no caso minha Macapá e meu Estado. Ou seja, serei um eterno blogueiro.

O importante é que os nós, jornalistas profissionais, editores de sites e blogueiros, agilizam a velocidade da notícia e divulgação da cultura. Claro que é preciso ter responsabilidade e checar sempre a veracidade da fonte, pois não faltam disseminadores de boatos e mentiras, no afã de agradar o chefe ou dar a notícia em primeira mão.

Além de jornalista, repórter, assessor de comunicação, fotógrafo amador, entre outras coisas, editor do De Rocha, fui e ainda me acho blogueiro. Adoro escrever sobre tudo. Não procuro ser imparcial, isso fica (ou deveria) para os veículos de comunicação formalizados. Aqui dou o meu pitaco, afinal, a bola é minha, mas sempre com responsa.

Ser blogueiro é partilhar experiências, divulgar, elogiar, criticar e emitir opinião, dar e receber conhecimento ou até mesmo bobagens legais.

Certa vez, escutei de um colega jornalista: “no meu ponto de vista, blogueiro é uma pessoa que quer ser famosa”. Não se trata disso, esse abestado nem sabe escrever direito…

O De Rocha é um espaço para opinião, divulgação de eventos, fomentação de cultura e entretenimento. E, se possível, de divulgação comercial também. Aliás, sou compulsivo em atualizar minha página. Não à toa, hoje também é o Dia do Contador de Histórias. Apropriado!

Portanto, quando gostarem de algum texto ou acharem uma merda, concordarem ou discordarem, comentem, curtam, compartilhem! É isso que dá gás para escrevermos.

Meu muito obrigado aos três mil e tantos leitores que todos os dias acessam este site. Valeu, mesmo!

Ah, um feliz Dia do Blogueiro aos jornalistas Fernando Canto (mestre, volte com o blog); Alcinéa Cavalcante; Chico Terra; Alcilene Cavalcante; Seles Nafes; Anderson Calandrini;  Mary Paes; Lorran Souza (Amapá no Mapa); Gilberto Almeida (ArtAmazon); João Lázaro (Porta Retrato); Thiago Soeiro (Por Dentro do Poema); Evelyn Pimentel (Desatino); Ana Girlene (Café com Notícias); Anita Flexa (Urucum); Ivan Carlo (Ideias Jeca Tatu); Flávio Cavalcante (Pedra Clarianã); Camila Ramos e Marcelle Nunes (Bem Tucuju) e Cléber Barbosa e todos blogueiros brothers. E, por fim, mas não menos importante, parabéns aos meus colaboradores, companheiros que ajudam esta página com poemas, fotos, causos e etcétera. Obrigado e viva nós!

Elton Tavares

Hoje é o Dia Nacional da Poesia (meus parabéns aos poetas do Amapá e Brasil)


Hoje é o Dia Nacional da Poesia. A data é comemorada em 14 de março por ser o dia do nascimento de Castro Alves, em 1847. Poeta do romantismo, ele foi um dos maiores nomes da poesia brasileira.

A palavra “poesia” tem origem grega e significa “criação”. É definida como a arte de escrever em versos, com o poder de modificar a realidade, segundo a percepção do artista.

Antigamente, os poemas eram cantados acompanhados pela lira, um instrumento musical muito comum na Grécia antiga. Por isso, diz-se que a poesia pertence ao gênero lírico. Hoje, os poemas podem ser divididos em quatro gêneros: épico, didático, dramático e lírico.

Sou fã de poesia e poetas. Adoro Ferreira Gullar, Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Mário de Andrade, Mário Quintana, Carlos Drummond de Andrade, entre outros tantos poetas brasileiros, mas gosto mesmo é dos poeteiros amigos. Sim, os que admiro tanto quanto estes nomes aí de cima.

O poeta autor/trovador escreve textos do gênero que compõe uma das sete artes tradicionais, a Poesia. A inspiração, sensibilidade e criatividade deste tipo de artista retrata qualquer situação e a interpretação depende da imaginação dele próprio, assim como do leitor.

Admiro os poetas, sejam cultos, que usam refinados recursos de linguagem ou ignorantes, que versam sem precisar de muita escolaridade. Eles movimentam o pensamento e tocam corações. Não é a toa que as pessoas têm sido tocadas pela poesia há séculos. E nem interessa se o escrito fala de sensatez ou loucura. Tanto faz. O que importa é a criatividade, a arte de imprimir emoções em textos ou declamações.

Não tenho o nobre dom de poetizar, sou plateia. Mas apesar de não existir poesia em mim, uso a tal “licença poética”, para discorrer sobre meus devaneios e pontos de vista.

Hoje, minhas homenagens são para os poetas que são meus amigos. Desde o Fernando Canto, Obdias Araújo, Luiz Jorge Ferreira, Juçara Menezes, Lara Utzig, Carlos  Nilson, Alcinéa Cavalcante, Paulo Tarso Barros, Tãgaha Luz (In Memoriam), Thiago Soeiro, Pedro Stkls, Bruno Muniz, Andreia Lopes, Annie de Carvalho, Flávio Cavalcante,Bernadeth Farias,  Marven Junius Franklin, Carla Nobre, Mary Paes, Maria Ester, Andreza Gil, Ivan Daniel, Patrícia Andrade, Júlio Miragaia, Kiara Guedes, Jaci Rocha, Mary Rocha, Weverton Reis, entre outros tantos. Além de todos os compositores brothers, que transformam poesia em música, como Osmar Júnior, Val Milhomem e Naldo Maranhão.

Também saúdo todos os movimentos que fazem Poesia no Amapá, que realizam encontros em praças, bares, residências, etc. Enfim, saraus para todos os gostos. Portanto, meus parabéns aos poetas, artistas que inventivos que fascinam o público que aprecia a nobre arte poética.

  Viva a poesia!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Bibliotecário – Viva os nobres profissionais!

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Hoje é o Dia do Bibliotecário. A celebração da data é em razão do nascimento do escritor e poeta Manuel Bastos Tigre, primeiro bibliotecário concursado do Brasil. O dia foi instituído pelo Decreto nº 84.631, de 12 de abril de 1980, por isso é comemorado em todo o território nacional em 12 de março.

Os bibliotecários são profissionais fundamentais para a formação de milhares de pessoas que buscam nos livros conhecimento e sabedoria. Eles cuidam do acervo, cadastram todo o material bibliográfico para o empréstimo ao público, além de renovar as obras e arquivamento de documentos. Portanto, auxiliam na disseminação da informação, conhecimento, desenvolvimento cultural e social do país.

Daina Silva e Josivaldo Silva

Portanto, hoje rendo homenagens a todos os bibliotecários do Amapá e do Brasil em nome  dos amigos Daina Silva e Josivaldo Silva, bibliotecários do MP-AP e Senac/AP, respectivamente e a minha bibliotecária ´referida (que desenvolve um grande trabalho na Embrapa/AP) e minha muito querida amiga Adelina Belém, nossa estimada “Adê”.

Profissional experiente na área, Adelina já foi bibliotecária da Escola Santa Bartolomea, Sesc/AP, faculdades Fama e Seama. Além de extremamente competente e culta, ela é um doce de pessoa e uma amiga muito querida. Parabéns pelo seu dia, Adê!

A bibliotecária Adê Belém com o filósofo e escritor Mário Sergio Cortella – Foto: Elton Tavares

Manoel Tigre

Manoel Tigre prestou concurso para ingressar no Museu Nacional do Rio de Janeiro como bibliotecário e assim se classificou em primeiro lugar com o estudo sobre a Classificação Decimal. Transferido, em 1945, para a Biblioteca Nacional, onde ficou até 1947, assumiu depois a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil, na qual trabalhou, mesmo depois de aposentado, ao lado do Reitor da instituição, Professor Pedro Calmon de Sá.

Fonte: Wikipédia
Elton Tavares

Hoje é o Dia do Guitarrista (meu texto sobre a data e homenagem aos Guitar Heroes)

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Hoje, 10 de março, é o Dia do Guitarrista, aquele cara ou menina que nos emociona com solos, riffs e acordes do instrumento mais legal do Rock and Roll. Músicos que nos alegram os ouvidos, coração, alma e mente. Não encontrei a origem da data, mas tá valendo!

A guitarra é o instrumento mais popular e influente na história da música e, é claro, do rock´n roll. O conceito diz: “guitarrista é um músico que toca guitarra. Sejam elas acústicas ou elétricas, solo, em orquestras ou com bandas, em uma variedade de gêneros. Mas a gente gosta mesmo é dos roqueiros doidos, né não?

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Tenho uma inveja branca de quem toca, compõe ou canta. Quem faz música é foda! É, são pessoas que fazem a trilha sonora da vida, sejam nas madrugadas em bares enfumaçados, teatros, boates ou palcos ao ar livre que precisam ser festejadas.

Eu poderia falar do espetacular John Frusciante, o performático Slash, Angus Young e sua dancinha muito foda, dos lendários Jimmy Page, Carlos Santana, Stanley Jordan, Body Guy,Robert Cray, David Guilmour, Pepeu Gomes, Bruin May, Eric Clapton, B.B. King e suas Lucis, Eddie Van Halen ou Jimi Hendrix, o “Pelé da Guitarra”, ou até de Robert Johnson, que, segundo a lenda, vendeu a alma para o diabo para ser um guitarrista extraordinário, entre tantos outros guitar heroes históricos, mas prefiro homenagear os bateras amigos. Portanto, meus parabéns músicos:

O Régis, o “Beck” ou “Anjo Galahell”, um dos melhores guitarristas que vi tocar; Alexandre Avelar (o Cabelo); Ruan Patrick (stereo); Ronilson Mendes (Manoblues); Cleverson Baía; Wendril Ferreira da Psychocandy (ex Godzilla); Adriano Joacy; Irlan Guido; Ozy Rodrigues; Geison Castro; Wedson Castro; Sandro Malk; Ewerton Dias; Finéias Nelluty; Weverton Nelluty; Alan Gomes; Israelzinho; Zé Miguel; Edivan Santos (Ito); Ricardo Pereira; “Zezinho”, “O Sósia”; Rulan Leão, entre outros. Enfim (acho que esqueci alguns), todos os meus queridos amigos que tocam o sublime instrumento. “Parabéns!

Ziggy tocava guitarra…”.

Assista ao vídeo 100 Riffs (A Brief History of Rock N’ Roll) : 

Elton Tavares

Hoje é o Dia Internacional da Mulher

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Hoje (8) é o Dia Internacional da Mulher. Neste domingo, rendo homenagens à minha mãe (rainha e mulher mais importante na vida), avós, cunhada, sobrinha, algumas tias e primas, colegas de trabalho e muitas amigas queridas.

Eu não seria ninguém sem a insistência, amor e zelo de algumas mulheres. Sobretudo da minha mãe, a amorosa e batalhadora Lúcia, o maior exemplo de amor e luta por direitos feministas que conheço (como diz o Veríssimo: “as mães são a comunicação direta com Deus”). Parabéns para minha cunhada, guerreira que cuida dos meus amores Emerson e Maitê, essa última ainda criança, mas que será uma baita mulher. Boto fé!

Agradeço pelos anos de dedicação da vó Peró e tia Maria (as duas são uma espécie de mãe para mim).

Minha gratidão pela amizade de tantas mulheres que é difícil nomeá-las aqui. Se assim o fizesse, cometeria algumas injustiças.

Sou grato ainda à aquelas que foram minhas amigas e por conta das curvas na estrada da vida, deixaram de ser, mas que tiveram papéis fundamentais em algum momento desta caminhada.

Ah! as mulheres!!! Mulheres!!! Sem vocês seríamos apenas um espermatozóide vagando à esmo; como um barco bêbado rumo ao infinito imprevisível” – Régis Sanches.

A origem da data

A data foi marcada por uma greve em uma fábrica de tecidos em New York, no dia 8 de março de 1857. As operárias protestaram e só queriam melhores condições de trabalho. Como acontece até hoje, a manifestação foi reprimida violência. Mas lá foi mais desumano que o “habitual”. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Ao todo, 130 tecelãs morreram carbonizadas. Triste, fatídico e histórico.

Só em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, por conta da barbárie de 1857 e em homenagem as vítimas. Como tudo para os seres humanos do sexo feminino é difícil, somente em 1975, a data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Enfim, agradeço a todas vocês, mulheres da minha vida, por tudo. Muito obrigado e meus parabéns pela data!

Elton Tavares

COMO É BOM SER MULHER! – Por Mariana Distéfano Ribeiro

Por Mariana Distéfano Ribeiro

É sim, ser mulher é muito legal. Hoje, que é o dia internacional da mulher, vamos tirar um pouco o foco de todas as dificuldades que a gente sofre e atura todos os dias. Na verdade são as pessoas femininas que passam por isso – homens homossexuais, mulheres transexuais, mulheres e qualquer outro gênero ou qualquer coisa humana que seja feminina.

É só o ser humano que despreza outro ser da sua própria espécie à troco de nada. E de todas as outras pra falar a verdade… Mas vamos mudar o rumo dessa prosa porque a intenção hoje é parabenizar, homenagear, congratular, enaltecer não só a mulher, mas a figura feminina que é linda, cheirosa e gostosa!

Ser mulher é bom demais né?! Já parou pra pensar o tanto de coisa que o mundo produz só pras mulheres? Vamos começar com a maquiagem, porque não tem nada mais feminino que maquiagem. A quantidade de cores e texturas e cheiros disponíveis pra gente escolher, misturar e se pintar é quase infinita. E quando a gente se pinta a gente se transforma. A gente, que é feminina, pode mudar de cara todos os dias e quantas vezes quiser. Até quem não curte maquiagem, só de passar um batonzinho e uma máscara para cílios poderosa já dá um boost na autoestima e a gente dá até uma empinada no nariz, como quem diz: uau, tô [email protected]!

E quanto a roupas e sapatos?! Ah, mas nem comecemos a falar das roupas e sapatos?! Quem não ama um pisante novo? Até a menos consumista das mulheres ama um sapatinho novo, um chinelo que seja. Eu mesmo adoro chinelos! Coleciono, tenho vários, até porque minha cachorra come os que eu esqueço na varanda (rs). Sem falar na variedade de cores e formas e materiais de que são feitos. A variedade de roupas também segue o mesmo caminho. São tantas e de tantos estilos que a gente nem consegue identificar qual o nosso preferido!

A gente pode até escolher se quer engravidar ou não! Se quer casar ou não, se quer ser professora ou gari, engenheira ou advogada, dona de casa ou empresária. Se quer namorar homem ou mulher, ou os dois! Podemos escolher de quem a gente gosta e de quem a gente não gosta. E quando somos grossas com alguém, sempre podemos botar a culpa na TPM na hora de pedir de desculpas (porque toda vez que faz grosseria a gente tem que pedir desculpas, mamãe ensinou)!

É essa variedade de opções disponível pras mulheres que faz a vida da gente ficar divertida. Nem ligamos de menstruar por sete dias todos os meses, sentir as dores das cólicas e ficar alguns dias extremamente irritada ou sensível. E até isso varia! Tem mulher que fica menstruada por três dias, nem sente cólica e nem irritação. Tem mulher que passa dez dias irritada antes da menstruação, depois menstrua por mais dez dias e sente cólica por cinco dias desses dez! Mas até essa oscilação dos hormônios é divertida.

A gente pode fazer o que quiser, quando quiser, onde quiser, como quiser e com quem quiser! E ainda pode fazer de salto alto, com uma maquiagem bafo e aquele vestidinho que arrasa! É claro, os homens também podem. A diferença é que eles sempre puderam e a gente só pode agora porque mulheres visionárias e guerreiras lutaram e morreram pra gente conseguir todos os direitos e liberdades que a gente tem.

Então, o dia hoje é seu, é pra você, pessoa que é feminina de coração ou de corpo. É nosso. Parabéns pra nós, porque a gente merece!

*Além de feminista com orgulho, Mariana Distéfano Ribeiro é bacharel em Direito, servidora do Ministério Público do Amapá e adora tudo e todos que carreguem consigo o brilho de uma vibe positiva.

Sobre a quarta-feira de cinzas

 

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Hoje é quarta-feira de cinzas. Trata-se do primeiro dia da Quaresma (quarenta dias antes da Páscoa, sem contar os domingos) no calendário Cristão ocidental (Católico). Neste dia, os católicos rezam, silenciam, pagam alguma penitência, fazem caridade e até jejum. Os carolas, claro.

As cinzas que os Cristãos Católicos recebem neste dia, durante uma missa, são um símbolo para a reflexão sobre conversão, mudança pra melhor e ponderação sobre a fragilidade da vida humana em relação à morte.

A data que inicia a Quaresma varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. Pode ser do começo de fevereiro até a segunda semana de março. Sempre depois do carnaval.

Sabem, não sou religioso. Mas acredito na força de codinome Deus, que rege tudo isso aqui. Tenho muitos amigos que se dizem ateus. Respeito a opinião deles. E outros que são religiosos em demasia. Assim como Rubem Alves, “cinzassEu achava que religião não era para garantir o céu, depois da morte, mas para tornar esse mundo melhor, enquanto estamos vivos.”

Quem for à missa hoje receber suas cinzas, boa reza. Afinal, cada um de nós deve rezar, orar ou proceder como lhe aprazia.

Para mim, hoje é o dia que o Carnaval acabou. Hora de guardar as fantasias e esquecer a ilusão. O ano começou de fato e com ele a realidade cotidiana, após alguns dias distante dela.

Ainda bem que a Semana Santa não demora a chegar, graças a Deus!

…A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
E tudo se acabar na quarta-feira...”

Elton Tavares

23 anos da morte dos Mamonas Assassinas

 

Há exatos 23 anos, morreram os integrantes da banda Mamonas Assassinas. Os músicos faleceram em um trágico acidente aéreo, em 1996. Os caras eram irreverentes , faziam um som escrachado e divertido. Naquela manhã, não acreditei ao ver no noticiário que o avião deles tinha caído na Serra da Cantareira, nos arredores de São Paulo. Inevitavelmente, a comoção tomou conta do Brasil e eu, também fã, fiquei triste pela morte de todos os integrantes daquele grupo que fazia a alegria de todos.

Mamonas Assassinas, lançado em 1995, foi o único álbum oficial de estúdio lançado pela banda brasileira Mamonas Assassinas. O álbum vendeu mais de três milhões de cópias e receberam o Disco de Diamante da Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD).

Durante uma das apresentações, realizada em julho de 1990, os músicos entraram em contato com Alecsander Alves (Dinho). Ele se comprometeu a subir ao palco para cantar “Sweet Child O’ Mine”, do Guns N’ Roses. Através do novo vocalista, os demais integrantes conheceram Júlio Rasec, que tornou-se o tecladista do Utopia. Paralelamente a isso, o “Utopia” passou a se apresentar na periferia da cidade de São Paulo. Aos poucos, seus membros decidiram abandonar os covers e introduziram uma série de parodias nos shows.

Após o lançamento do primeiro e único disco, entraram em contato com o produtor Rick Bonadio. Aconselhados por ele, mudaram o nome do grupo para “Mamonas Assassinas do Espaço”. Felizmente a ideia não vingou, e o nome adotado passou a ser “Mamonas Assassinas”. Alguns dias depois, o grupo decidiu, enfim, enviar uma fita demo para as gravadoras Sony e Emi. No material, estavam contidas as músicas “Robocop Gay”, “Jumento Celestino” e “Pelados em Santos”.

Lembro da primeira vez que eu e Edmar ouvimos “Pelados em Santos” lá no Xodó, em 1995. Rimos muito daquele som. Era só o início da hilariante trilha sonora que os Mamonas nos proporcionaram.

Os Mamonas Assassinas não foram só irreverentes, subversivos e palhaços. Eles foram brilhantes. Eles satirizaram os Beatles, os Metaleiros, o Pagode e a homofobia. Os caras passaram rápido por essa vida. Sacanearam geral e fizeram a alegria do povo brasileiro. A eles, nossas eternas saudades e reconhecimento.

“Fui convidado pra uma tal de suruba, não pude ir Maria foi no meu lugar. Depois de uma semana ela voltou pra casa, toda arregaçada não podia nem sentar!”
— Assassinas, Mamonas.

Elton Tavares