Cantora, atriz, poeta e compositora Sabrina Zahara gira a roda da vida. Feliz aniversário, broda!

Gosto de gente talentosa, pouco convencional, que consegue ser doida e responsa ao mesmo tempo. Essas adoráveis pessoas que fazem duas loucuras, mas se garantem na vida Também gosto de declarações públicas de afeto. No meu caso, as faço em textos. Então, é 13 de outubro e a  cantora, atriz, poeta, dançarina, humorista e compositora, Sabrina Zahara gira a roda da vida neste dia festivo e por isso, lhe rendo homenagem, pois ela é uma mulher porreta!

Paulista  de nascimento e amapaense de coração, Sabrina possui 23 anos de carreira artística. Ela também é a servidora pública, humanista, mãe do Giulio e da Pandorinha, além de broda muito querida deste editor.

Quem conhece sabe que ela é muito inteligente, talentosa, trabalhadora, bem humorada e gente boa. Ah, e gatona, um mulherão mesmo. E o alto astral e bom humor?  Invejável. Sabrina emana positividade e eu adoro bater papos com essa figura.

Conheci a moça ainda nos anos 90, na época que a gente era muito mais doideira. Como diz o escritor Fernando Canto: “de um tempo que fomos para sermos o que somos”. Também sou fã da artista Phoda que a Sabrina é, em todos os campos que ela atua, mas a música é minha arte soberana, portanto, gosto mais ainda da cantora Zahara.

Sabrina , queridona, que teu novo ciclo seja ainda mais feliz, produtivo e iluminado. Que sigas pisando firme e de cabeça erguida em busca dos teus objetivos. E que tua vida seja longa, repleta de momentos porretas junto aos seus amores e que tudo que conceitues como felicidade se realize. Você merece. Parabéns pelo seu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

 Uma vergonha para o Brasil em Nova York – Égua-moleque-tu-é-doido!

Bolsonaro e negacionistas comem pizza Nova York: é uma vergonha ver essa turma representando o Brasil na Assembleia Geral das Nações. Uma vergonha!

Bolsonaro é uma vergonha. Bolsonaro me envergonha. Bolsonaro envergonha o Brasil.

Por força do meu ofício de jornalista, e mais ainda, porque gosto de política internacional, sempre acompanhei os pronunciamentos de presidentes brasileiros na abertura da Assembleia Geral da ONU. Faço isso desde os anos 1980. Parei de assistir nos últimos três anos, desde que esse cidadão começou a desgovernar o Brasil. Bolsonaro é tosco. Não sabe ler.

Visivelmente, percebemos que não entende o que lê. O conteúdo de seu discurso é trágico (aliás, onde você já viu um bom discurso negacionista?).

Agora, em Nova York, causa-nos vergonha vê-lo cavalgando (pelas próprias pernas) pelas ruas de Nova York sem estar vacinado. Causa-nos vergonha vê-lo rodeado de negacionistas, comendo uma pizza do lado de fora porque não está vacinado, daí não poder frequentar a parte interna de restaurantes.

Causa-nos vergonha vê-lo sendo admoestado publicamente pelo prefeito de NY, Bill de Blasio, porque não está vacinado. Causa-nos vergonha que Bolsonaro se encontre com um líder, como o britânico Boris Johnson, e vê-lo respondendo que não foi vacinado porque sua imunidade está alta.

Aliás, na conversa com Johnson, Bolsonaro deveria ter deixado sua covardia de lado e sido sincero completamente. Em vez de responder apenas que não foi vacinado, deveria ir adiante em suas confissões escabrosas.

Deveria dizer:

Também não uso máscara; também debocho da ciência; também causo aglomerações no meu país; também me atrasei de propósito na compra de vacinas; também jamais entrei num hospital para apertar a mão de um doente de Covid; também meu governo tentou comprar uma vacina indiana, em operação que envolveu oferecimento de propinas; também eu não fiz absolutamente nada, portanto prevariquei, quando fui informado que havia corrupção correndo solta no Ministério da Saúde; e querem saber mais? Eu sou mesmo um genocida. E daí?”

É assim que Bolsonaro deveria ter respondido. Sem vergonha das consequências. Até porque, Bolsonaro, repita-se, é uma vergonha para o Brasil.

Fonte: Espaço Aberto.

Acabou o 7 de Setembro. E com ele, acabou Bolsonaro!

Bolsonaro faz discurso ameçador na Avenida Paulista: patético, degradante, chulo, idiota. O presidente mais inapetente que o Brasil já teve em mais de 500 anos de história.

O 7 de Setembro pariu um rato.
Esperávamos, todos nós, que o 7 de Setembro dos bolsonaristas, convocado pelo próprio Bolsonaro, fosse uma espécie de exibição de um golpismo pintado com as cores – sempre enganosas – do salvacionismo, do resgate de valores patrióticos supostamente solapados por alguma razão.
Que nada!
O 7 de Setembro de Bolsonaro, em vez de exibir o viés salvacionista, para livrar a Nação do comunismo, do esquerdismo e de outros ismos que despertam manias persecutórias nos direitistas atarantados por seus medos e seu fanatismo, pariu a covardia, a baixeza, a idiotice, o desequilíbrio, a maluquice e o desapreço pelo respeito mínimo à etiqueta que deve ser seguida por quem exerce as funções democráticas de presidente da República.
O 7 de Setembro exibiu um Bolsonaro covarde.
Ele não tem coragem de assumir a sua condição de autocrata e põe em marcha seus delírios, buscando culpados nos que tentam frear suas maluquices.
O 7 de Setembro exibiu um Bolsonaro inebriado pela idiotice.
Quando diz, em alto e bom som, que o presidente do Supremo tem de “enquadrar” o ministro Alexandre de Moraes, ele se esquece que Moraes não é empregado de Luiz Fux; ele é um juiz, com independência, no exercício pleno de sua jurisdição. Nessa condição, não se subordina a ninguém, a não ser às leis e à Constituição.
O 7 de Setembro flagrou um Bolsonaro envergonhado de confessar seus temores.
O temor de Bolsonaro é apenas um: o de que ele ou seu filho Carlos, o Carluxo, sejam presos. Por isso, decidiu concentrar todo o seu ódio, todos os seus arroubos autoritários, todo o seu fanatismo em Alexandre de Moraes, sem atentar para o fato de que está, no final da contas, atacando o Poder Judiciário, o Supremo Tribunal Federal, e não propriamente o ministro.
Na tentativa de blindar-se, e a um de seus filhos, contra eventuais repressões legítimas do Poder Judiciário, Bolsonaro fulaniza seus ódios e descarrega toda a sua falta de decoro contra um dos integrantes do Supremo. Com isso, acredita que está atacando uma pessoa. Mas não. Está atacando o Poder Judiciário, um dos pilares do Estado Democrático de Direito.
O 7 de Setembro estampou a preocupante ignorância de Bolsonaro. Uma ignorância tamanha (sesquipedal, diria o velho Nelson) que pode voltar-se contra ele mesmo.
Ao dizer que passará a não mais cumprir qualquer decisão que emane da “caneta” de Alexandre de Moraes, Bolsonaro ignora duas coisas: primeiro, que as decisões do ministro não são dele, Moraes, mas do Poder Judiciário; segundo, ignora que descumprimento de decisões judiciais dá ensejo ao cometimento de crime de responsabilidade, conforme previsto expressamente no inciso VIII do artigo 4º da Lei 1.070/1950. E crime de responsabilidade é passível de impeachment.
O 7 de Setembro flagrou Bolsonaro resvalando para o personalismo e para o passionalismo mais deletérios e vergonhosos.
O 7 de Setembro pariu a baixeza de Bolsonaro.
Sua alocução – atropelada, chula, desconectada de qualquer lógica e racionalidade – é pior do que a de um frequentador de boteco que vai embora para casa guiado apenas pelo piloto automático, após ter tomado todas.
Sua postura é, permanentemente, indecorosa, agressiva, destituída das mais rudimentares noções de conveniência.
O 7 de Setembro pariu um personagem desesperado com uma enorme rejeição politica e com sua inapetência para governar.

@amarildocharges

Bolsonaro é a inflação em disparada.
Bolsonaro é a gasolina nos píncaros.
Bolsonaro é o desemprego. São mais de 14 milhões de brasileiros que se veem na desditosa situação de não ter uma fonte de renda formal.
Bolsonaro é a mortandade (são mais de 580 mil mortos, vítimas de seu desgoverno genocida).
Bolsonaro é a crueldade. Em mais de um ano e meio de pandemia, jamais pisou num hospital para apertar a mão de um doente. Ao contrário, debocha da doença.
Bolsonaro é a corrupção – as revelações de que ele e os filhos cevaram-se, durante anos e anos, nas rachadinhas alimentadas por uma azeitada equipe criminosa que tinha de tudo, inclusive milicianos, essas revelações, portanto, são de estarrecer.
Acabou o 7 de Setembro.
E com ele, acabou Bolsonaro.

Fonte: Espaço Aberto.

Amapá registra Novo Apagão em 13 dos 16 municípios – Égua-moleque-tu-é-doido!

Na manhã desta quarta-feira (25), municípios do interior do Amapá e vários bairros da capital Macapá registraram queda simultânea de energia.

A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), informou que 13 dos 16 municípios foram afetados pela interrupção no fornecimento de energia elétrica.

Ainda segundo a Cea, houve uma falha na comunicação com o Sistema Interligado Nacional, e a concessionária aguarda um posicionamento do Operador Nacional do Sistema (ONS).

A concessionária responsável pelas linhas de transmissão para o estado, LMTE informou que suas linhas de transmissão e subestações não tiveram nenhuma ocorrência e permaneceram 100% disponíveis.

Aguardando mais informações

Fonte: A Gazeta

Após 59 anos na bateria dos Rolling Stones, Charlie Watts parte para a banda de Rock and Roll celestial #rollingstones

Rolling Stones em show realizado na Califórnia em 2019 – Foto: Mario Anzuoni / Reuters

Charlie Watts, baterista do Rolling Stones, morreu hoje (24), aos 80 anos. A informação foi confirmada por Bernard Doherty, agente do músico, em comunicado para a imprensa britânica. “É com imensa tristeza que anunciamos a morte de nosso amado Charlie Watts”, escreveu no comunicado. Watts morreu em um hospital, cercado por sua família. A causa da morte não foi revelada.

Charles Robert Watts nasceu Londres, em 02 de junho de 1941, e começou sua carreira em 1960, como baterista da banda Blues Incorporated. Tocando na noite, conheceu Mick Jagger, e ingressou nos Rolling Stones em 1963, permanecendo na banda desde então. Um porta-voz do artista já havia anunciado, no início de agosto, que ele não participaria da turnê norte-americana da banda, prevista para o outono boreal, por motivos médicos. “Charlie foi operado com sucesso, mas seus médicos acreditam que ele precisa descansar”, explicou, sem mais detalhes.

O baterista, que completou 80 anos em junho, estava com os Stones desde 1963. Junto com o cantor Mick Jagger e o guitarrista Keith Richards, Charlie Watts era um dos membros mais antigos da famosa banda de rock, na qual também participaram Mick Taylor, Ronnie Wood e Bill Wyman.

Em 2004, Watts foi tratado no Hospital Royal Marsden de Londres de um câncer de garganta, do qual se recuperou após uma luta de quatro meses contra a doença, incluindo seis semanas de radioterapia intensiva.

“Charlie era um amado esposo, pai e avô e também, como membro dos Rolling Stones, um dos maiores bateristas de sua geração”, afirmou Doherty. Antes de ingressar em uma das bandas de rock mais icônicas da história, Charlie Watts trabalhou como ator, aos 14 anos de idade, no filme A Túnica Escarlate (The Scarlet Coat, 1955). Ele também apareceu nos filmes 4 Schlüssel (1966), Digital Dreams (1983) e Blue Ice (1992), além de aparecer no documentário Sympathy For the Devil (1968), dirigido por Jean-Luc Goddard.

Poucos minutos após a notícia do falecimento de Charlie Watts , a banda postou uma declaração do assessor do baterista expressando “imensa tristeza” por sua morte e lembrando-se dele como “um dos maiores bateristas de sua geração”.

Charlie Watts durante show dos Rolling Stones em Chicago 21/06/2019 REUTERS/Daniel Acker

Meu comentário e agradecimento

Sou um apaixonado pelo Rock and Roll. Além de ler e assistir tudo sobre o estilo musical, tento ir a shows das bandas que sou fã e tive sucesso com dezenas delas ao longo dos anos. Era um sonho ver um show dos Rolling Stones. Em 2016, na última vez que eles estiveram no Brasil, eu escrevi: perdemos a chance. Hoje, vejo que realmente perdemos, pois é bem difícil as velhas pedras continuarem rolando sem o lendário baterista.

Foram Com 58 anos na cozinha dos Stones, mandando porrada com baquetas nos couros e nos ferros. Uma longa vida de Rock and Roll em uma das maiores e mais fodas bandas da história.

Num futuro próximo, quando estivermos bem velhos e não existir mais os Rolling Stones, talvez tenhamos a verdadeira noção da representatividade e da importância que eles tiveram para a evolução não só da musica, mas também da arte.

Que Watts siga na luz e vá formar uma banda celestial com Lennon, Hendrix, entre outros tantas lendas como ele. Valeu, Charlie!

Elton Tavares

Fontes: Memória Cinematográfica, Yahoo e Rolling Stones

Banda britânica Coldplay tenta falar com governadores brasileiros sobre mudanças climáticas (entre eles, o do Amapá)

Chris Martin, líder do Coldplay – Foto: Marco Antônio Teixeira/ UOL

Uma postagem inusitada chamou a atenção dos fãs brasileiros do Coldplay hoje: o perfil oficial da banda citou no Twitter os governadores Waldez Góes (PDT, Amapá), Helder Barbalho (MDB, Pará), Mauro Mendes (Democratas, Mato Grosso), coronel Marcos Rocha (sem partido, Rondônia), João Azevêdo (Cidadania, Paraíba) e Wellington Dias (PT, Piauí).

Na publicação, a banda afirma: “Olá, os estados que vocês representam têm uma ótima oportunidade para fazer história no combate às mudanças climáticas. Vocês vão se juntar a nós no Global Citizen Live com compromissos de conservação e adaptação?”

A publicação foi respondida pelo governador do Amapá:

“Para sobreviver, o mundo merece mais do que a humanidade oferece neste momento da história. Somente com um forte vínculo desenvolvido a partir da unificação global, seremos capazes de efetivamente iniciar uma nova era de restauração do planeta. A região amazônica está cumprindo seu dever. Conte conosco”.

Coldplay

Coldplay – Foto: site oficial da banda.

Coldplay é uma banda britânica de rock alternativo fundada em 1996 na Inglaterra pelo vocalista e pianista Chris Martin e o guitarrista Jonny Buckland no University College London. Depois de formar o Pectoralz, Guy Berryman se juntou ao grupo como baixista e eles mudaram o nome para Starfish.

Fonte: UOL.

Golpes patrimoniais contra idosos aumentam 80% durante pandemia – Égua-moleque-tu-é-doido!!

Com o maior tempo em casa e o uso da internet para realizar atividades cotidianas durante a pandemia, cresceu o número de criminosos que aproveitam para aplicar golpes e entre as principais vítimas estão os idosos. A violência patrimonial foi a modalidade com maior crescimento, com aumento de 80% entre os anos de 2019 e 2020.

Dados do Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humanos mostram que em 2019 foram 48.447 vítimas de violência patrimonial. Em 2020 esse número saltou para 87.809 idosos. Muitas vezes, o golpe vem de integrantes da própria família. É o que alega ter sofrido a aposentada Antônia Portela, de 71 anos. Ela agora luta na Justiça para reaver a posse da residência que mora há décadas. A idosa diz ter sido vítima do próprio filho, que segundo ela passou a propriedade para o nome dele.

Segundo o Boletim de Ocorrência realizado pela vítima, em novembro de 2020, o filho dela, de 52 anos, teria se aproveitado do momento em que estava sob o efeito de remédios controlados, de uso diário prescrito pelo médico, para que a mesma assinasse um recibo de compra e venda do imóvel. “Meu filho disse que precisava que eu assinasse um documento para que ele recebesse uma encomenda no meu endereço, para minha surpresa, em março deste ano, quando recebi o IPTU da minha casa, estava o nome dele, Marcos Roberto Portela. Foi aí que percebi que tinha sofrido um golpe”, relatou a vítima.

Com a assinatura da mãe, ela conta que ele conseguiu uma procuração e anular o processo de regularização do imóvel em que ela tinha dado entrada, para então iniciar um novo processo, já no nome dele. Para evitar esse tipo de golpe, especialistas alertam para não fazer procurações, a não ser que seja emergencial. Além dos golpes, não é aconselhável nem ceder o nome e dados para conseguir créditos ou empréstimos a terceiros, o que é comum no país.

O filho de Antônia nega a história da mãe. Ele contou à nossa reportagem que em 1994 o pai dele decidiu vender o imóvel. Foi então que Marcos passou a ser o proprietário da residência. Ele também contou que ajuda com o pagamento do plano de saúde e com as despesas da residência. “Ajudo como posso e nunca pedi para que ela saísse da casa, ela pode morar lá até quando ela quiser, mas de fato e de direito, a propriedade é minha e está no meu nome”. Ele disse que quando for intimado irá apresentar documentos e sua defesa.

Se for lesado, o idoso tem algumas maneiras para estancar ou até mesmo reaver o prejuízo. Um dos principais aliados é o Estatuto do Idoso, que garante proteção até mesmo contra familiares e pessoas próximas que pratiquem abusos. Uma vez que o idoso perceba a fraude ou golpe, é possível buscar ajuda por meio de um advogado, Defensoria Pública ou diretamente com o Ministério Público – na Promotoria de Justiça dos Direitos do Idoso. A pessoa que cometer o ato de má fé pode responder criminalmente por falsidade ideológica, com agravamento quando é familiar.

Junto a violência patrimonial, idosos também são vítimas preferenciais de golpes virtuais e financeiros. Um levantamento da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) aponta que durante o isolamento social houve um aumento de 60% em tentativas de golpes financeiros contra idosos. Os criminosos abusam da ingenuidade ou confiança do idoso para obter informações que podem ser usadas para que tenham acesso não autorizado a computadores ou informações bancárias.

Um exemplo de ataque é quando o criminoso liga para a casa da vítima, diz ser do banco e pede para confirmar algumas informações, como dados pessoais e senhas. Ao fornecer informações pessoais e sigilosas, o consumidor expõe sua conta bancária e seu patrimônio aos golpistas. Para evitar esse tipo de golpe, a Febraban alerta que o banco nunca liga para o cliente pedindo senha nem o número do cartão ou envia funcionários para recolher cartões que possam ter sido clonados.

Ao receber uma ligação dizendo que o cartão foi clonado, o cliente deve desligar, pegar o número de telefone que está no cartão e fazer contato com a instituição financeira.

Fonte: Alyne Kaiser

Sobre insônia e cartas de amor

Há quatro anos e pouco, uma amiga disse: “Elton, vou te enviar uma carta”. Eu: “Correio eletrônico?”. Ela: “Não, cara. Uma carta mesmo, escrita em papel, dentro de um envelope e com um selo”.

Pensei: “Égua, pode crê”. Lembrei do tempo que trocava correspondências. Recebi muitas nos anos 90. Esse papo me lembrou histórias e memórias afetivas legais. Pura nostalgia.

Passou uma porrada de lembrança em câmera lenta nesta minha cachola insone.

O mundo mudou tanto e, com ele, a praticidade dos e-mails, redes sociais etc. A comunicação está supersônica nestes dias, mas deu uma saudade daquela sensação de esperar pelo carteiro, abrir e ler os textos açucarados e exagerados daquela época.

Era firmeza receber e enviar cartas. Sou mesmo das antigas – que onda.

Sem nenhuma pretensão ou gabolice, digo-vos: recebi muitas cartas nessa vida. A maioria nem era de amor mesmo. Guardei uma grande quantidade. É, tenho uma caixa grande repleta dessas coisas, pois aproveitei ao máximo o poder e a beleza dos 20 e poucos anos.

Paralelo a essa curtição toda, fiz alguns julgamentos errados; por isso, joguei algumas delas fora – tem coisas que é melhor não guardar em nenhuma caixa, muito menos na memória.

Mas na caixa tem de tudo, desde rabiscos em lencinho de papel de lanchonete, escritos coloridos até cartões tipo de crédito – daquele casalzinho que tinha o slogan “Amar é…” – e uma penca de fotos. Às vezes, o conteúdo era pura pieguice; noutras havia originalidade nas histórias.

Já redigi material suficiente para publicar pelo menos uns três livros, muitos destes textos sobre temas que hoje em dia não fazem nenhum sentido, mas escrevi poucas cartas. E isso é esquisito.

Sobre isso, preciso escrever uma carta com a verdade e endereçar a quem precisa ler sobre o amor. No caso, o meu. Senão, mais que uma lembrança nostálgica da juventude, será uma correspondência não enviada de volta na caixa do meu imaginário. Na verdade, uma chance desperdiçada. É isso.

*Ernest Hemingway disse: “Escreva bêbado, revise sóbrio”. Segui o conselho do mestre neste texto (risos).

Elton Tavares

*Texto do livro “Crônicas De Rocha – Sobre Bênçãos e Canalhices Diárias”, de minha autoria, lançado em  2020. A obra, com 61 crônicas, tá linda e está à venda  comigo. Contato: 96-99147-4038.

Cidades do Amapá enfrentam 5º apagão em menos de um ano – Égua-moleque-tu-é-doido!!

Vista aérea de Macapá — Foto: Rede Amazônica

Pouco antes das 16h desta quarta-feira (16), cidades do Amapá voltaram a registrar um apagão total, com a suspensão do fornecimento de energia elétrica. Ainda não há informações exatas sobre quantos municípios foram atingidos.

Procurado pelo G1, o Operador Nacional do Sistema (ONS) informou que apura o que aconteceu.

Até a última atualização desta reportagem, a eletricidade havia sido restabelecida em alguns bairros de Macapá após cerca de 30 minutos. Mas ainda há municípios, como Mazagão, na região metropolitana, que ainda estão sem energia.

Esse é o 5º apagão total registrado no estado desde novembro de 2020, quando o estado ficou 4 dias totalmente “no escuro” e quase 20 dias com o fornecimento precário do produto.

A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) declarou que a falta de energia desta quarta-feira “foi provocada pela saída da Linha de Transmissão de 230 KV entre Jurupari e Laranjal do Jari”, no Sul do estado.

Além disso, a distribuidora de energia informou que “já acionou o Operador Nacional do Sistema e está aguardando recuperação deste trecho para recompor os sistemas de distribuição”.

São residências, estabelecimentos comerciais e locais públicos sem eletricidade. Apenas locais com geradores de energia, como hospitais, empresas e postos de saúde seguem com o fornecimento à base de combustível.

A Globo solicitou e aguarda esclarecimentos do Ministério de Energia Elétrica (MME) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Quinto apagão

O blecaute desta quarta-feira é o quinto registrado no Amapá em 7 meses. O primeiro deles, em 3 de novembro, deixou 13 das 16 cidades amapaenses sem energia durante 4 dias e com fornecimento parcial durante 22 dias.

A falta de energia aconteceu, na época, após a principal subestação do estado (Subestação Macapá) sofrer um incêndio. O problema evidenciou falhas no fornecimento de energia no estado, que gerou uma crise energética.

Em 17 de novembro, enquanto as cidades estavam no sistema de rodízio, o ONS confirmou que houve novo desligamento no Amapá que pode ter ocorrido no momento da “energização” de uma linha de transmissão. A escuridão total durou cerca de 5 horas.

Cerca de dois meses depois, em 13 de janeiro, o Amapá enfrentou um novo blecaute total, que também durou cerca de 5 horas. Em 8 de abril, houve um novo registro, em que 15 cidades foram afetadas.

Fonte: G1 Amapá.

O dia em que esquentei a cerveja do Arnaldo Antunes na B*****ta – Por Jack Carvalho – @JackeCarvalho_

Por Jack Carvalho

2013 foi um ano incrível para todo macapaense fã de música. O Festival Quebramar, maior evento de música do norte do país totalmente free, trazia nada menos que Arnaldo Antunes, Emicida, Curumin e muitos outros artistas massa. E nesta edição, eu fiquei responsável por coordenar o funcionamento dos camarins.

Aos poucos, cada produtor foi mandando a lista de exigência que tínhamos que providenciar para atender aos pedidos dos artistas. Emicida, por exemplo, pediu chá verde. Outros pediram Red Bull. O Edgar Scandurra pediu whisky. E o Arnaldo pediu cerveja. Muitas packs de cerveja. O problema era adequar esses pedidos ao orçamento disponível para o camarim. Em alguns casos, eu mesma preparei em casa diversos itens das listas, como suco, bolo e o chá.

Público da primeira noite do Festival Quebramar – Foto: Cobertura Colaborativa

Assim consegui equilibrar os gastos e garantir todos os itens. Faltando 1 dia pro início do festival, peguei as listas e fui ao supermercado comprar o que não dava pra fazer, pra no dia seguinte já ter tudo pronto pra quando o festival começasse. Tudo certo na sexta e sábado. Todos os pedidos foram e atendidos e os artistas ficaram satisfeitos.

No domingo era o dia de tocar Curumin e Arnaldo Antunes. Cheguei cedo no palco no pé do muro da Fortaleza de São José e comecei a limpar e arrumar as mesas dos camarins. Coloquei todas as bebidas no gelo, arrumei as pedras pras doses de whisky, petiscos, entre outros detalhes. As primeiras bandas começaram a tocar logo cedo, umas 19h40. Em seguida começaram a chegar os integrantes da banda do Arnaldo. Recepcionei o grupo me apresentando como responsável pelo camarim e que caso precisassem de algo era só chamar. E chamaram!

Foto: blog Galera do Rock (http://glrdorock.blogspot.com/2013/12/resenha-festival-quebramar-2013.html)

Minutos depois que a banda se instalou na sala reservada pra eles, a produtora do Arnaldo Antunes perguntou: – Cadê as Heinekens naturais? Eu dei uma de João sem braço e disse que não tinha sido especificado. Ela puxou a lista do bolso e mostrou: – Olha aqui, são 6 long necks naturais. Ele não pode beber nada gelado antes e durante o show. Ou seja: FUDEU!

Foto: blog Galera do Rock (http://glrdorock.blogspot.com/2013/12/resenha-festival-quebramar-2013.html)

Minha primeira reação foi de sair e ir comprar nos bares da Beira Rio. Mas eu estava muito distante pra deixar tudo e ir comprar cerveja. O jeito foi tirar as 6 long necks da cuba e tentar “amornar” as cervejas. Olha o trampo da porra. Nisso, eu e mais duas pessoas que auxiliavam no camarim, cada uma pegou uma long e começou a esfregar na mão. Essa porra não vai esquentar.

Então tive a ideia de botar a cerveja entre as pernas. Isso mesmo: na B****ta pra ajudar a esquentar mais rápido. E aja esfregar a garrafa igual o Aladdin. E eu pensava: esse porra vai ter que tocar O Pulso. E aí dele que não faça um show bacana. Bicho, essa porra tá queimando feio aí embaixo. Foram longos minutos gelados aonde se costuma a ser bastante quente, diga-se de passagem. Ainda ligamos ventilador do carro no modo quente pra ajudar o processo. Da feita que a cerveja ia amornando, alguém levava no camarim e ele bebia.

Foto: blog Galera do Rock (http://glrdorock.blogspot.com/2013/12/resenha-festival-quebramar-2013.html)

Conseguimos esquentar as 6 heinekens antes dele entrar no palco. Confesso que algo ficou dormente por alguns minutos, mas depois que ele começou a tocar A Casa é Sua, o corpo esquentou e tudo voltou ao normal. E lá estava o Arnaldo Antunes tomando cerveja quente, no copo on the rock que meu pai tinha ganhado de brinde da Monte Casa e Construção um zilhão de anos atrás. E tudo pra dizer que: missão dada é missão cumprida!

*Jack Carvalho é jornalista e Mestre em Ciências da Comunicação.

Tremor de terra assusta moradores do Arquipélago do Marajó – Égua-moleque-tu-é-doido!

Breves, no Marajó: ocorrência foi registrada às 15h42 desta sexta-feira (Igor Mota / O Liberal)

Moradores de municípios do Arquipélago do Marajó relataram que um tremor de terra ocorreu no fim da tarde desta sexta-feira (14). O fenômeno foi confirmado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), indicando que sua magnitude foi de 4.3 na escala Richter (que vai de zero a dez). O município de Breves, um dos maiores núcleos urbanos no Marajó, com 103 mil habitantes, foi o epicentro.

O site internacional Volcano Discovery, por sua vez, registrou a informação de “Terremoto 5.1 – 34 km a noroeste de Breves, Pará, Brasil, em 14 de maio 15:42 (GMT -3)”. O tremor também foi confirmado pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR).

Epicentro da ocorrência no Marajó ganhou destaque internacional (Volcano Discovery)

‘Prefeitura tremeu por segundos’

À tarde, circulou a informação de que o fenômeno teria sido verificado em Breves, Melgaço, Anajás e Bagre. Uma das pessoas que constataram o tremor de terra em Breves foi o prefeito do município, José Antônio Leão, conhecido como Xarão Leão (MDB).”O tremor ocorreu entre 15h30 e 16h. Eu estava na sede da Prefeitura e verifiquei que tremeu mesmo, por alguns segundos. A Prefeitura fica no bairro centro, e eu ouvi relatos de amigos e pessoas que houve tremor em outras casas. Foi sentido também em uma vila na zona rural de Portel perto de Melgaço”, relatou o gestor municipal.O prefeito ouviu de pessoas que houve tremor em cama e em janelas em casas. Mas não citou danos materiais. “Até o momento não temos noticia de algum dano”, declarou o gestor municipal.

Centro de Sismologia da USP fez o registro do tremor desta tarde (reprodução)

Leão destacou que o tremor de terra “é estranho, incomoda e assusta um pouco”. O prefeito disse que apenas há cerca de dez anos foi observado outro tremor de terra como esse, mas na zona rural de Breves.O professor Reginaldo Lourenço, não percebeu o abalo no momento de sua ocorrência. Ele destacou à redação integrada de O Liberal que se encontrava descansando, em Breves, no momento em que o tremor teria acontecido. No entanto, como disse, “ao acessar as redes sociais e os grupos daqui da cidade, vi várias postagens falando sobre isso”, contou. “Muitos amigos perceberam”, acrescentou.

Rede Sismográfica Brasileira comentou o tremor

Na noite desta sexta-feira, a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) confirmou o evento em suas redes sociais. A RSBR também disse que o tremor teve a magnitude de 4.3, e o horário local exato para o registro. “As estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), operadas pelo Laboratório Sismológico da UFRN e pelo Centro de Sismologia da USP, registraram o evento, que ocorreu às 15h44”.

“Moradores do municípios de Anajás também relataram ter sentido o abalo sísmico de magnitude considerada mediana. Até o momento, não há relatos de danos materiais”, disse ainda a RSBR.Segundo tremor no Pará este ano

Segundo a rede de monitoramento, esse foi o segundo tremor registrado pela RSBR no Pará em 2021. “O primeiro sismo do ano ocorreu em Curionópolis, no dia 7 de abril, e teve magnitude calculada em 3.1”.Segundo diz a RSBR, o chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (OBSIS/UnB), Marcelo Rocha, confirmou que mais de 20 estações captaram o evento. “Essa é uma magnitude considerada moderada para os padrões brasileiros.

Breves tem 103 mil habitantes e é um dos maiores núcleos urbanos da região (Igor Mota)

No momento, não é possível informar nenhum dado adicional sobre as causas deste evento, mas, em geral, os tremores que acontecem no Brasil estão relacionados à reativação de falhas geológicas ou criação de novas falhas, devido aos esforços compressivos ao qual o interior da placa Sul-Americana está submetido”, reproduziu a RSBS em suas redes sociais. A Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) é a organização pública que monitora atividades sísmicas em todo o território nacional – através de quase 100 estações sismográficas pelo Brasil, operadas pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (Obsis/UnB), Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN) e Observatório Nacional (ON).

Fonte: O Liberal.

Lílian Ferreira gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida amiga!

Tenho alguns companheiros (brothers) com quem mantenho uma relação de amizade e respeito, mesmo a gente com pouco contato. Hoje é aniversário de uma dessas pessoas muito queridas, a Lílian Ferreira, que gira a roda da vida neste décimo segundo dia de maio e lhe rendo homenagens, pois essa menina é demais gente fina.

Lílian é servidora do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), mãe amorosa da linda Maria Fernanda, filha dedicada da dona Teresa, esposa apaixonada do Leandro, irmã do Herval (e de mais uma moçada, mas só conheço ele), bacharel em Direito, amante de vinhos, de boa gastronomia e apreciadora de cervejas especiais.

Além disso, é humanista, prestativa, bem-humorada, tranquila, honesta, trabalhadora, competente e sabida. Conheci a Lílian no início de 2015 e convivemos por um tempo, quando trabalhei com a moça no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP). Ela como chefe de gabinete e eu na função de assessor de comunicação do órgão. Foi brodagem do início ao fim daquele ciclo profissional.

E também quando frequentei, quase todas as noites, a Banca Rios Beer Cervejaria (por dois anos), que era de sua propriedade juntamente com o esposo. Ela é muito paid’égua! Sobretudo, uma mulher do bem.

Lílian Ferreira está esperando seu segundo filho e feliz em todos os aspectos. Fico feliz também por ela, Leandro e Fefê serem a família que são. Eles são amigos do coração deste gordo e sei que é recíproco.

Em resumo, Lílian Ferreira é uma mulher linda, com caráter inabalável e querida por muitos. É uma honra ser seu amigo. Sinto saudades de bater papos bacanas, tomar cerveja e rir bastante com ela e Leandro.

Lílian, queridona, que teu novo ciclo seja ainda mais rentável, saudável e que tudo que couber no seu conceito de felicidade se realize. Que tua vida seja longa e que sigas pisando forte em busca dos teus objetivos com essa altivez, honestidade, sabedoria e alegria que lhe são peculiares. Depois desse fim do mundo, a gente toma umas. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Não deu pra escrever algo legal. Então vamos beber! – Crônica de Elton Tavares (ilustrada por Ronaldo Rony)

Crônica de Elton Tavares

Mesmo que minha vontade grite em meus ouvidos: “escreva, escreva”, a força criativa não estava muito inventiva na sexta-feira. Mesmo assim, resolvi tentar atender tais sussurros.

Você, meu caro leitor, sabe que gosto de devanear/ “cronicar” sobre tudo. Escrevo sobre o que dá na telha e tals. Só que hoje não. Pensei em escrever uma lista de clássicos do Rock and Roll, shows das grandes bandas que assisti, uma lista de meus filmes preferidos; quem sabe redigir sobre futebol (pênalti perdido pelo Roberto Baggio em 1994, que me fez beber pra cacete), carnaval, amor (amor?) ou política, mas apesar da inquietação, nada flui. É, tudo pareceu tão óbvio, repetitivo e desinteressante este momento. Foda!

Quem dera ser um grande contista ou cronista. Ser escritor, de verdade, deve ser legal. Não falo de “pitacos” e devaneios em um site – sem nenhum tipo de ironia barata. E sim de caras que possuem livros publicados, bibliotecas na cabeça, bagagem cultural e não pseudo-enciclopédias, que só leram passagens ou escutaram fulanos contarem sobre obras literárias lidas. Talvez, um dia, eu chegue lá. Quem sabe?

Mesmo que seja sobre uma bobagem, precisa-se de merda engraçada, porreta de se ler. Às vezes escrevo assim, de qualquer jeito. Por que? Dá muito trabalho contar uma história ou estória de forma bem escrita, oras. Quem dera pensar: agora vou me “Drummonizar” e voilà: escrever um “textaço”. Não, não é assim. Já ri muito de alguns velhos posts pirentos por conta disso.

Por fim, vos digo: textos ruins parecem cerveja quente em copo de plástico, ou seja, não rola. Já uma boa crônica parece mais uma daquelas cervas véu de noiva de garrafas enevoadas, na taça, claro.

E já que não deu pra escrever algo caralhento, vamos beber, pois é sábado! Bom final de semana pra todos nós!

Acho que a gente devia encher a cara hoje, depois a gente fala mal dos inúteis que se acham super importantes” – Charles Bukowski

Bolsonaro veta trecho da lei de isenção de luz para clientes do Amapá – Égua-moleque-tu-é-doido!

O presidente da República, Jair Bolsonaro, vetou ontem (26) o trecho da lei que isentaria os consumidores do Amapá de faturas extras de energia elétrica, além das já isentadas pela Medida Provisória (MP) 1.010/2020. Com isso, ele sancionou apenas o trecho original da MP, confirmando uma isenção aplicada na fatura referente a outubro do ano passado.

Quando a MP chegou ao Congresso para ser analisada, os parlamentares incluíram um dispositivo prevendo a isenção de três faturas de energia elétrica adicionais para consumidores residenciais de baixa renda. Essa isenção seria dada com o valor que sobrasse dos R$ 80 milhões liberados para compensar o benefício inicial. Segundo o governo, o veto a esse trecho foi necessário porque a isenção de novas tarifas geraria novos gastos aos cofres públicos.

Fonte: UOL.