Deputado Paulo Lemos assume luta em prol dos ostomizados no Amapá

O deputado Paulo Lemos esteve reunido com as representantes da Associação dos Ostomizados do Amapá, para expor a situação complicada pela qual estão passando. Segundo a presidente da entidade, professora Rosillete Maria Paes do Carmo, elementos básicos como “kits de colostomia” e assistência psicológica, por exemplo, têm sido negligenciados a estas pessoas, as quais lutam para garantir uma vida com dignidade e menos sofrimento.

De acordo com a Portaria do Ministério da Saúde (Nº 400/2009-MS), o poder público é obrigado a fornecer estes acessórios e adjuvantes aos Ostomozados, para que possam ter o mínimo de qualidade de vida. A professora expõe que o “kit” fornecido pelo Estado contém apenas uma dezena de bolsas de coleta de colostomia, ‘de má qualidade’, e não possui os adjuvantes, como pomadas para evitar dermatites, por exemplo, fugindo ao que estabelece o MS.

“Conheço pessoas que trocaram dez vezes a bolsa no mesmo dia, sendo que, um assessório como este, teria que durar no mínimo três dias. Nós não podemos ficar sem bolsas, pois nossa condição intestinal é involuntária, por isso, regra a nossa vida e, em algumas situações, nos causam constrangimento, se não forem bem afixadas, o que é comum acontecer quando não há qualidade do produto”, explicou.

Rosillete reitera que muitos pacientes usam luvas de procedimento e garrafas pet como alternativa na falta de bolsas, porque há irregularidade na entrega dos kits. “Nem sempre tem”, ressalta. Outra situação exposta pela Associação diz respeito à adaptação de banheiros em locais públicos que atenda às necessidades dos Ostomizados. “Pois os ‘normais’ não são adequados para esvaziar as bolsas e, em muitos casos, podemos até nos sujar”, reitera.

Sensibilizado, Lemos abraçou a causa e se propôs a intermediar uma reunião da Associação com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Além disso, vai elaborar um Projeto de Lei que irá instituir, no âmbito estadual, banheiros adequados aos Ostomizados e, pela Ouvidoria da Assembleia, levar o assunto ao conhecimento do Legislativo, bem como promover reuniões com o Ministério Público e Tribunal de Justiça para promoção da cidadania e garantir os direitos desses pacientes.

“As pessoas e a imprensa precisam conhecer a situação que vocês estão passando. Nosso mandato está à disposição dessa bandeira. Vamos ajudar a amenizar esse sofrimento pelo qual essas pessoas estão passando”, diz o deputado.

Ostomizada/Estomizadas

Ostomizado ou estomizado é aquela que precisou passar por uma intervenção cirúrgica para fazer no corpo uma abertura ou caminho alternativo de comunicação com o meio exterior, para a saída de fezes ou urina, e/ou, também, auxiliar na respiração ou na alimentação de pacientes. Essa abertura chama-se estoma.

Serviço:

D1 COMUNICAÇÃO – produção de conteúdo digital
Júnior Nery | Adryany Magalhães
(Ascom/Paulo Lemos – PSOL)
Contatos: (96) 98127-1559 e 99144-5442*

Adriano, o Imperador do Povo – Por Marcelo Guido

Por Marcelo Guido

De menino da Vila Cruzeiro, subúrbio do Rio – onde qualquer garoto sonha em um dia ser craque -, abandonar a miséria, extasiar multidões em um Maracanã lotado. Realidade para poucos.

Os Deuses da bola deveriam estar em êxtase quando, no dia 17 de fevereiro de 1982, concederam todo o talento do mundo para Adriano Leite Ribeiro, o Didico.

Alto, forte, rápido deixava em prantos defesas adversárias, a bola sua amiga, era tratada com todo respeito merecido. Ao “matar” caprichosamente a pelota e partir em direção ao gol, era quase a certeza absoluta de alegria para seu povo.

Vestiu as camisas do São Paulo, Corinthians, Parma-ITA, Fiorentina-ITA, Internazionale de Milão-ITA, Roma-ITA, Atlético Paranaense, Miami United-EUA, mas honrou e jogou com o coração mesmo no Flamengo. Ali começou e foi feliz. Didico era o ser rubro negro em vestes totais.

Cria da base, lançado aos profissionais com 18 anos, Adriano não escondia de ninguém seu amor pelo Mengão, a objetividade máxima em procurar balançar as redes o colocou logo no coração da torcida, e a nação rubro negra já sabia que dentro de campo havia um representante seu – suor, garra e vontade não iriam faltar.

Trocado por Vampeta, foi descobrir o Velho Continente. Jogou o que muitos não jogaram a vida inteira. Suas credenciais foram mostradas e ele se tornou Imperador. Em cinco temporadas na terra da bota, vestindo azul e negro, Adriano não ficou um ano sem levantar uma taça; colocou seu nome na história do esquadrão de Giuseppe Meazza.

Formou o Quadrado Mágico na seleção. Muitos acreditavam estar vivenciando o surgimento do sucessor natural do Fenômeno. Calou um time inteiro de Hermanos quando, em uma final de Copa América, acertou um tiraço de esquerda e, aos 48 do segundo tempo, livrou-nos da derrota que já era certa; ali ele foi o craque de todas as torcidas.

Volta para o Brasil, para os braços de sua gente. Para muitos, acabado para o futebol. O menino da Vila Cruzeiro parecia triste; os ares de Milão já não o faziam feliz, muito relacionado ao falecimento de seu Pai, que antes de tudo era seu escudo. Uma boa passagem pelo Tricolor Paulista, 28 jogos, 17 gols.

Mas ele não era paulista; o Morumbi tem seu charme, mas não é o maior do mundo. Reencontrou seu brio perto dos seus, vestiu pela segunda vez o manto rubro-negro e comandou o seu Flamengo rumo ao título nacional, depois de 17 anos; uma campanha de superação, não só do time, mas dele. Didico estava vivo, em riste, calando críticos, sorrindo e sendo campeão.

Volta para Itália, passagem curtíssima pela Roma. Cai nos braços da Fiel Corintiana; o Imperador estava na democracia; outro título nacional, gol importante. A última vitória do time que se sagraria campeão em um zero a zero contra o Palmeiras, uma semana depois.

Entre várias tentativas de voltar ao ápice, todos sabiam que havia lenha para queimar, mas algo já incomodava o menino. Talvez os campos já não lhe enchessem mais os olhos, talvez as glórias já tivessem sido conquistadas; o desafio diário de estar sempre entre os melhores já não lhe caía bem.

O cansaço da rotina já tinha dado as caras para ele e o futebol se despediu de um dos maiores centroavantes que já honraram uma camisa dez.

Foram 207 gols em 429 jogos, por muitos pavilhões e pela seleção brasileira; dezoito títulos profissionais – ninguém que gosta de futebol pode dizer que não foi um vencedor nato.

A volta para seu reduto – ninguém escolhe sua manjedoura, sentimo-nos bem onde somos acolhidos. Talvez Milão tenha seu glamour, com seu vinho, suas belas ruas e mulheres, mas não tem o calor da Vila Cruzeiro.

Onde o Imperador é o simples Didico, situação que enche a boca de seus críticos, e os anos passam e vemos o reflexo da felicidade no seu rosto. Adriano é a prova que podemos viver nossos sonhos e que podemos transformar com talento nossa realidade sem esquecer de quem somos, de onde viemos e para onde podemos voltar com tranquilidade.

Largar o mundo rico do futebol, pela simplicidade da favela não é para qualquer um; é preciso coragem para ser quem você é de verdade. Seja com distribuição de presentes para menores carentes, levando uma lanchonete nunca vista por muitos moradores para dentro da comunidade ou simplesmente andando descalço, sem camisa como seus pares, Didico mostra que sempre foi ele mesmo.

O dinheiro, sucesso mais que merecido por quem batalhou de forma honesta para isso, deu a ele a oportunidade de mudar seu contexto sobre onde viver, mas não lhe tirou o desejo de, em sua essência, procurar a sua felicidade.

Sobre quem achou errada a sua escolha, esse problema não é do Adriano, nem do Imperador muito menos do Didico, esse problema é de Deus; pois então, Ele que perdoe essas pessoas ruins.

Salve Didico, seja você. Realmente é preciso muita coragem para ser feliz.

*Marcelo Guido é Jornalista. Pai da Lanna Guido e do Bento Guido. Maridão da Bia.

Jogo Solidário vai reunir atletas, ex-atletas e autoridades em Santana

Com a presença de atletas, ex-atletas e personalidades amapaense, a 4ª edição do jogo solidário “amigos do Junior Mutirão contra amigos do Abrahão Costa” acontece nesta sexta-feira, dia 24 de janeiro, às 19 horas, no campo DA Associação Esportiva e Recreativa Paraíso (AERPA), no bairro Paraíso, em Santana.

A partida de futebol organizada todos os anos, desde 2017, por Abrahão Costa e Junior Mutirão, irá arrecadar alimentos que serão doados para instituições e famílias carentes do município de Santana. O evento tem o apoio do secretário de Estado da Fazenda, Josenildo Abrantes, e da Deputada Federal, Patrícia Ferraz.

Cada jogador convidado para participar dessa ação de solidariedade fará a doação de uma cesta de alimentos. Enquanto para a torcida, o ingresso será um quilo de alimento não perecível.

Uma das atrações da partida será a nova aquisição da base do Internacional de Porto Alegre, o santanense Daylon Costa, que no ano passado se destacou com a camisa da Agremiação Esportiva Ovel, que já revelou Lucas Silva, do Cruzeiro, Real Madrid(ESP), Olympique de Marseille(FRA) e Dudu do Palmeiras, Cruzeiro, Coritiba, Dnamo de Kiev (UCR) e Grêmio.

O jogo contará também com a participação de autoridades e representantes de instituição públicas e privadas do Amapá, como vice-governador do Estado, Jaime Nunes, o presidente do Prodap, Lutiano Silva, o advogado, Dr. Cícero Bordalo, além de médicos, prefeitos, senadores e entre outras autoridades.

Assessoria de comunicação

Corrida Cidade de Macapá: inscrições iniciarão nesta terça-feira pela internet

O aniversário de 262 anos da capital, que terá uma vasta programação festiva, cultural e esportiva, será marcado também com a realização da Corrida Cidade de Macapá no dia 2 de fevereiro. As inscrições para a prova de rua, que terá 6,5 quilômetros, são totalmente gratuitas e estão sendo bastante aguardadas por corredores amadores e profissionais, e serão feitas pelo site www.centraldacorrida.com.br.

A Corrida Cidade de Macapá terá como percurso a passagem em frente à Fortaleza de São José de Macapá, o Mercado Central, o Parque do Forte e a orla da Cidade, pontos turísticos da cidade. A largada e chegada, tradicionalmente, ocorrerão na Praça Floriano Peixoto. Este ano, a Federação de Atletismo do Amapá será uma das apoiadoras da prova, que já faz parte do calendário anual de corridas de rua da capital amapaense.

A Prefeitura de Macapá, que organiza a prova por meio da Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel), irá ofertar 600 vagas no total; 100 delas para servidores municipais. Os corredores que pertencem ao quadro do Município terão que fazer a inscrição de modo presencial, com qualquer comprovante de vínculo, nas dependências de Comel, que funciona no Estádio Glicério Marques.

Confira o regulamento no link:

https://www.centraldacorrida.com.br/cidademacapa262anos

Jonhwene Silva
Assessor de comunicação/Comel

Macacoari recebe primeira corrida em homenagem a São Sebastião

As estradas da Comunidade do Carmo do Macacoari serão as pistas principais para a realização da “I CORRIDA DO CARMO DO MACACOARI”.

O evento esportivo inserido pela primeira vez na programação das festividades em louvor a São Sebastião, acontecerá na manhã do dia 19 de janeiro de 2020, no domingo, às 06h:30min.

Pessoas interessadas em participar da corrida deverão fazer suas inscrições pelo site www.centraldacorrida.com.br ou de maneira presencial na Loja Fox Time, na avenida Presidente Vargas, no bairro de Santa Rita, em Macapá.

A corrida que foi idealizada pelo ex jogador de futebol e filho da comunidade, Zezinho Macapá, terá um percurso de 5km, com largada em frente à igreja de São Sebastião, passando pela estrada de terra batida, e tendo seu retorno na Comunidade do Caiçara. “Precisamos trazer pessoas para conhecer nossa comunidade e nossa história e essa corrida fará esse papel, ela acontecerá todos os anos como parte da Festa de São Sebastião, quanto a mim só quero deixar minha contribuição para a comunidade que meus avós e bisavós ajudaram a construir”, disse Zezinho Macapá.

A História da festividade de São Sebastião

A Comunidade do Carmo do Macacoari está localizada a 115km de distância da Capital Macapá. A região é parte do Município de Itaubal do Piririm e seu principal acesso se dá pela Rodovia AP 70. Desde sua criação no século XIX até o início do século XX, parte da região tem como aquecimento econômico, a criação de gado bovino, sendo este fenômeno, a gênesis principal das festividades de São Sebastião.

A história começou há 110 anos, quando o cavalo “Pé de Valsa” do vaqueiro Januário Apurema adoeceu, e para restabelecer a saúde do animal, Januário faz uma promessa à São Sebastião e com a graça alcançada, desde então, todos os anos, a Vila do Carmo do Macacoari é palco de uma das maiores festas populares da região, com novenário, missa, torneios, atividades esportivas, procissão, brincadeiras, corrida de cavalo e o tradicional baile, reunindo em um só lugar, visitantes de todo Estado do Amapá e da Amazônia.

Também foi em uma das festividades de São Sebastião no Macacoari, que no dia 21 de janeiro de 1958, um acidente aéreo, o primeiro ocorrido na história do ex território do Amapá, ceifou as vidas do Deputado Coaracy Nunes, do Promotor Hildemar Mais e do piloto Hamilton Silva.

Hoje em homenagem às vítimas do acidente, logradouros, ruas e avenidas de Macapá e de outros munícipios do Estado recebem os nomes das referidas personalidades, e tramita na Assembleia Legislativa de autoria da deputada estadual Cristina Almeida/PSB-Ap, um requerimento para transformar o espaço onde encontram-se os restos dos destroços da aeronave, um monumento em memória às vítimas, bem como, um espaço para visitação turística.

A Vila do Carmo do Macacoari, tem um enorme potencial turístico. Fazendo parte do cenário amazônico é possível desfrutar de suas belezas naturais em passeios de barcos pelo Rio Macacoari e encontrar ninhais de pássaros, botos, igarapés, lagos, fazendas, e uma diversidade de iguarias e banhos, misturado as lendas e místicas da região.

Fotos: Joelma Menezes
Texto: Cláudio Rogério
Assessoria de Comunicação

“Gigante da Favela” completa 70 anos e início das obras do novo Estádio Glicério de Souza Marques marca programação

Uma bonita festa na última quarta-feira, 15, marcou o aniversário de 70 anos de fundação do Estádio Municipal Glicério de Souza Marques, em Macapá. O popular “Gigante da Favela”, palco de partidas memoráveis das seleções e clubes locais, ganhou uma grande festa de comemoração. Um dos presentes foi a assinatura da ordem de serviço para revitalizar o “Glicerão”, na ordem de R$ 10 milhões oriundos de créditos extraordinários, garantidos pelo presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, e contrapartida da Prefeitura de Macapá.

Com investimento de modernização e implantação da infraestrutura esportiva da capital, o recurso irá possibilitar a construção de uma pista de atletismo para provas e caminhadas, bloco de vestuário, piscina semiolímpica (reforma), piscina infantil (construção), quadra poliesportiva, quadra de vôlei de praia, lanchonete, sanitários, guaritas de segurança e área para foodtruck com estacionamento.

O prefeito de Macapá, Clécio Luís, destacou que o “Glicerão” faz aniversário e quem ganha o presente são os apaixonados pelo popular “Gigante da Favela”. “Hoje, minha palavra é de gratidão a essa festa linda, que é de todos nós, onde comemoramos os 70 anos do nosso ‘Glicerão’, ainda mais com a assinatura da ordem de serviço para a revitalização do espaço. Quero agradecer imensamente ao senador Davi Alcolumbre, que é o responsável por estarmos dando início a esta grande obra. Sem o seu comprometimento e garantia dos recursos, nada disso seria possível. O ‘Gigante da Favela’ faz parte da nossa história e memória”, enfatizou.

Para a modernização do novo “Glicerão”, o senador Davi conseguiu a liberação de dois convênios: um no valor de R$ 7,8 milhões para a primeira etapa do projeto e outro de R$ 2,2 milhões, totalizando R$ 10 milhões para a execução da segunda fase. A terceira e última etapa, que contempla a recuperação do gramado, será feita com recurso de emenda do ex-deputado federal Evandro Milhomen, que totaliza R$ 1.950.000,00. A elaboração do projeto está sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura Urbana (Semob). Toda reforma está prevista para ser concluída até o fim deste ano.

“A gente sabe que essa reivindicação para a reforma do ‘Glicério’ é antiga e que já houve muitas promessas que não foram concretizadas. É importante esclarecer que a data de hoje é histórica, pois celebra a execução dos recursos que foram assegurados há dois anos, em 2017. Agora, que já foram empenhados e liberados, as obras começarão e iremos, em pouco tempo, transformar o novo ‘Glicerão’ de Macapá em um centro de referência olímpica. Hoje é um dia de festa, uma grande homenagem aos nossos desportistas e um novo tempo para um novo templo do nosso esporte amapaense”, disse o senador Davi.

O evento, organizado pela Prefeitura de Macapá, teve direito a atividades esportivas e culturais. No amistoso entre ex-jogadores, a emoção dos ex-atletas em pisar pela última vez no gramado no “Glicerão” tomou conta de muitos deles que acabaram indo as lágrimas, como foi o caso do ex-jogador Adevani, o conhecido “Baraquinha”. “Agradeço por tudo, de ver esse ‘vovô da cidade’ cheio de garra, comecei como ‘gândula’ e depois passei a ser jogador, é uma felicidade sem igual esse momento”, comemorou.

Ainda na parte estrutural do novo Glicério Marques, serão instalados três reservatórios, instalações elétricas gerais, assim como o sistema de combate a incêndio e um Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA). Toda a urbanização, drenagem e paisagismo do local serão refeitas. Ao todo, serão 25 novas dependências.

Foto: Blog da Alcinéa

História

O Estádio Municipal Glicério de Souza Marques foi inaugurado pelo então Governador Janary Gentil Nunes no dia 15 de janeiro de 1950, com a partida amistosa entre as seleções do Amapá e do Pará. Os paraenses acabaram vencendo pelo placar de 1 a 0, com gol de Norman. Chegou a receber jogos das seleções nacionais, de times do Copão da Amazônia, da Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro da Série D e Estadual.

“Gigante da Favela”, “Vovô da Cidade” ou simplesmente “Glicerão” possui como uma de suas características ser um dos estádios mais antigos do Brasil, ficando à frente até mesmo do Maracanã, que foi inaugurado meses depois do Glicério Marques. O local possui capacidade para 5.630 torcedores.

Foto: Porta Retrato

Quem foi Glicério de Souza Marques?

Nascido no dia 13 de maio de 1915, era filho do militar Raimundo Gonçalves Marques e de dona Luzia de Souza Marques. Ainda jovem, dedicou-se ao escotismo, juntando-se ao chefe escoteiro Clodoaldo Carvalho do Nascimento. Foi presidente da União dos Escoteiros do Brasil no Amapá. Participou da criação de clubes e da Fundação de Desportos do Amapá, que mais tarde se chamaria Federação Amapaense de Futebol. Faleceu no dia 25 de dezembro de 1955 deixando um legado no escotismo e no futebol amapaense.

Participaram da cerimônia dos 70 anos do “Glicerão” os vereadores Nelson Souza, Gian do NAE, Japão, Grilo e Diego Duarte; deputados estaduais Paulo Lemos, Paulinho Ramos e Edna Auzier; deputados federais Leda Sadala e André Abdon; o prefeito de Jari, Márcio Serrão, a prefeita de Almeirim, Adriana Bentes e o ex-ministro do Esporte, Leandro Cruz Fróes.

Lilian Monteiro / Jonhwene Silva
Assessores de comunicação/PMM
Contato: 98409-3733
Fotos: Henrique Silveira / Max Renê

Estádio Glicério Marques completa 70 anos (minha crônica sobre o “Gigante da Favela”)

Foto surrupiada do blog da jornalista Alcinéa Cavalcante

O Estádio Municipal Glicério de Souza Marques completa hoje 70 anos de fundação. O local foi idealizado pelo governador Janary Gentil Nunes e fundado em 15 de janeiro de 1950. A arena teve momentos de glória e ainda hoje é palco de jogos do Campeonato Amapaense, Copão da Amazônia e amistosos. Ali foram disputados grandes clássicos com a participação de craques amapaenses.

O estádio possui as alcunhas de “Gigante da Favela” e “Glicerão”, como o estádio foi apelidado pela crônica esportiva. Lembro-me da minha infância com alegria. Eu e meu irmão fomos agraciados com excelentes pais, que nos proporcionaram tudo de melhor possível (e muitas vezes impossível, mas eles fizeram mesmo assim).

Entre tantas memórias afetivas estão as idas ao Glicerão. Meu pai, o saudoso Zé Penha, também jogou no estádio quando foi goleiro amador dos clubes São José e Ypiranga, no time do coração, o “Clube da Torre”. Eu e o mano dávamos muito trabalho ao pai, sem falar o pede-pede. Era pirulito de tábua (aqueles marrons em forma de cone que são puro açúcar), picolé, pipoca, refri e churrasquinho. Era tão porreta!

Como já disse, quando garotos, meu pai e tio Pedro Aurélio, seu irmão, jogaram no Glicerão. Assim como muitos jovens da geração dele. A qualidade do futebol era tão boa que a galera que não tinha grana até pulava o muro para assistir às partidas. Sem falar que o Glicério já foi palco de vários shows locais e nacionais. Afinal, o velho estádio está no coração de Macapá.

Aliás, lembro daquele muro desde que me entendo por gente, pois a casa da minha amada avó fica lado do Glicério, na Rua Leopoldo Machado.

Naquele tempo rolava a charanga do Antônio Rosa, o Paulo Silva e o Humberto Moreira (lembro bem dos dois, pois sempre falavam com meu velho) faziam a cobertura dos jogos. O José Carlos Araújo exagerava na narração das partidas via rádio (a gente ia pro estádio com radinho na mão). Bons tempos!

É uma pena que o velho estádio não esteja em melhores condições e depois de 69 anos, as arquibancadas ainda sejam de madeira e o campo ruim. Um local que revelou jogadores como Bira, Aldo, Baraquinha, Marcelino, Jardel, Roxo (o primeiro amapaense que fez gol), Zezinho Macapá, Jasso, Miranda, entre tantos outros nomes importantes do futebol regional.

O futebol amapaense encolheu depois do “profissionalismo”, a política entrou em campo e deu no que deu: tanto o Glicerão quanto seu irmão mais novo, o Zerão, vivem vazios. Muitos clubes desaparecem do cenário e emergentes como um tal de Santos tomam conta das competições.

Para mim, há tempos o futebol amapaense perdeu o encanto, o brilho, a mágica. Nem no rádio escuto as partidas. Bom mesmo era na época em que o Zé Penha nos levava para assistir aos jogos no antigo Estádio Glicério, eu e Merson (meu irmão) assistíamos as partidas, brincávamos e nos divertíamos a valer. Quando lembro de tudo isso, a alegria entra naquele campo, escalada pela nostalgia.

Elton Tavares

Poema de agora: O Elogio do Pé – (Fernando Canto para Ubiratan do Espírito Santo, o “Bira”, craque do futebol amapaense)

Bira – Foto: Camisa 33 ( no Facebook)

O ELOGIO DO PÉ

I
Ainda que a mão guie
O rápido correr do atleta
O pé equilibra a perseguição da pelota e seu couro
Tal como o ouro em seu brilho
Desperta e arrisca o assombro à cobiça
No fado de explodir a bola
Num voo atômico em direção à rede.

II
O atleta – certeiro – atinge o alvo duas vezes
Pé e cabeça se harmonizam nesse objetivo
E mais vezes, mais os olhos se guiam à rede – incansável,
Mistura de inseto, soldado, animal de testa larga
Arranca cem vezes o grito da torcida enlouquecida.

III
É azul, preto e branco, vermelho
O gosto da loucura ecoante
De rugidos da selva, de cantares da alvorada
E de sangue guerreiro de norte a sul do Brasil:
É Bira de Nueva Andaluzia, paraoara,
Dos pampas, das alterosas,
Do espiritu sancto do gol, das vitórias domingueiras
Das tardes ensolaradas, crepúsculos festivos
Da tela não-pintada de Michelangelo
(Alegoria de Deus que entrega a bola a Adão
No leve tocar de dedos)
Como um contrato entre as partes no Éden tupiniquim.

Foto: Camisa 33

IV
É Bira, príncipe da arte de chutar no gol
Viajante contumaz do oco da bola
Onde moram os querubins do futebol

V
No contato da chuteira e a bola
Centelhas rompem imperceptíveis aos olhos da torcida
Mas ali, na trajetória da pelota ensandecida
Girando em curva ou reta
Corre o chute mágico do atleta uBIRAtan
Que trave alguma, vento algum, goleiro algum,
É capaz de parar ante o fundo da rede, o seu destino.

Foto: site Memória do Inter

VI
É certo que o tempo, implacável como o goleador
Também abre ruas no rosto em movimento
Ventos empoeirados surgem abruptos dos logradouros
Como quem logra a vida em ciclos imemoriais.

VII
Onde se vê de novo o voo rasante dos quero-queros
Sobre verde do gramado?
Talvez no espelho da lembrança
Porque a fama, efêmera e fugaz
Faz da vida o templo da memória, onde se clama
O que ficou para trás
Onde os cantares se repetem em rituais
Para abençoar a glória dos que vencem
Em tempos que escrevemos nosso esquecimento.

Foto: site Memória do Inter

VII
A voz grossa dos que torcem e glorificam
Deixam grandes silêncios na alma
Cobram-se cobranças, cobram-se castigos
A falta, a mão, o pênalti
E o gol, que para sempre é objetivo
Resta, então, a festa da massa em labaredas
Em gritos, confetes e bandeiras
(ou o desterro infausto em outros horizontes)
VIII
Entretanto o pé-de-ouro arrisca
Em balés de pés-de-lã/ pés-de-moleque
Pés-de-pato sob as gotas de um pé-d’água na neblina
Nas estações mais aziagas das paisagens-penitências

E realiza seu trabalho de cerzir o tempo e as camisas coloridas

Foto: site Arquibancada Colorada

IX
Ora, a inveja é um olhar sinistro
Que se movimenta sobre a dádiva
Ofertada aos talentosos
É um ovo só
Saído das entranhas da serpente,
Para reduzir a alma que alimenta com seu ranço

X
Ora, o futebol não se limita a homens
Em seus campos de lama e de gramas aparadas
Há um árbitro, há rivais que se trajam de esperança
Oponentes opulentos em nervos eriçados
Quando a bola cintilante gruda ao pé do craque
E ele mergulha nas funduras do seu rio
Onde cardumes geram suas eternidades
E esperam uma coreografia não ensaiada
Para, enfim, soltar a voz contida em milênios de partida

Foto: O Canto da Amazônia

XI
Ah, a pira dos deuses parece penetrar em águas abissais
De onde irrompe o grito final do campeão

XII
Quem não viu não mais verá. Nem ouvirá
O clamor dos ribeirinhos do Amazonas, o eco da baía de Guajará
O som ferrífero da serra do Curral e o brado dos gaúchos do Guaíba.
Quem não viu não sentirá
A poesia refletida na potência do olhar, da mira
Da luz mágica do Bira e seu bólido de vidro e luz
Transformando-se em espelho pela última vez.

XIII
E nós aqui tal degredados em nossa própria aldeia
Apenas com as imagens do passado e nosso orgulho
Fomos os pés, os pés do Bira
Quando o chute governava a bola
E a noite vigorava um brinde
A mais um campeonato ganho na história
Pelos pés do nosso ídolo
De sonho e de memória.

Fernando Canto

 

* Poema para Ubiratan do Espírito Santo, o “Bira”, craque maior do futebol amapaense

Com 6,5 quilômetros de percurso, Corrida Cidade de Macapá abre inscrições dia 20 de janeiro

A Corrida Cidade Macapá, que fará parte da programação de aniversário de 262 anos da cidade, ocorrerá dia 2 de fevereiro e terá 6,5 quilômetros de percurso. A prova de rua que promete atrair um grande número de corredores amadores e profissionais abre inscrições gratuitas dia 20 de janeiro. Os participantes terão uma estrutura digna das grandes disputas nacionais.

Sendo aguardada com muita expectativa por amantes das corridas de rua, a prova terá como parte do percurso a passagem em frente à Fortaleza de São José de Macapá, o Parque do Forte e a orla da cidade, pontos turísticos da capital. Além destes locais, a largada e chegada ocorrerão na Praça Floriano Peixoto, tradicional ponto de encontro das famílias macapaenses.

A corrida é organizada pela Prefeitura de Macapá, por meio da Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel). Este ano, a Federação de Atletismo do Amapá será uma das apoiadoras da prova, que já faz parte do calendário anual de corridas de rua da capital amapaense. Os participantes terão direitos a camisetas, banca de frutas na chegada e água mineral em todo o percurso.

A prova terá categorias geral, deficiente visual e cadeirante, com premiação para os 1º, 2º e 3º colocados (R$ 500,00, R$ 300,00 e R$ 200,00, respectivamente). A largada da Corrida Cidade de Macapá será às 6h.

Jonhwene Silva
Assessor de comunicação/Comel
Fotos: Aquivo/PMM

Estão abertas inscrições para o Campeonato Amapaense de Futebol sub-17

A Federação Amapaense de Futebol (FAF) abriu nesta segunda-feira, 06, as inscrições para os clubes interessados em participar do Campeonato Amapaense de Futebol na categoria sub-17.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 15 de janeiro, exclusivamente através do e-mail [email protected] , por meio de um documento assinado pelo presidente do clube interessado. Somente clubes profissionais em pleno gozo de seus direitos estatutários podem participar da disputa. Para compor os times, os jogadores devem ter de 14 a 17 anos.

Segundo o calendário divulgado pela FAF, o campeonato começa dia 20 de janeiro, em Macapá. Tabela e locais de jogos serão divulgados posteriormente.

Marcelle Nunes
Comunicação FAF

Próximo Amapazão começa em março de 2020, anuncia FAF

Na última sexta-feira, 13, a Federação Amapaense de Futebol (FAF) divulgou o calendário de campeonatos do ano de 2020. Para apreciação das datas, a cerimônia aconteceu na sede da federação e reuniu profissionais do jornalismo esportivo, presidentes dos times filiados e diretoria da entidade.

Anualmente, a FAF promove 7 campeonatos, sendo eles: Sub-17; Profissional; Sub-20; Sub-14; Não Profissional; Intermunicipal e Feminino. Cada disputa tem seu papel e público- alvo.

Para construção do calendário do próximo ano, a FAF seguiu o direcionamento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que orientou às federações que os campeonatos profissionais sejam realizados ainda no primeiro semestre do ano, antes do início da Série D do Campeonato Brasileiro, disputa nacional que tem o Santos –AP como representante do Amapá.

Datas

O cronograma de disputas de 2020 inicia dia 20 de janeiro, com o Campeonato Estadual Sub-17. O Campeonato de Futebol Profissional – Amapazão – será a segunda disputa do ano, iniciando dia 02 de março e com previsão de grande final no dia 09 de abril.

O presidente da FAF, Netto Góes, ressaltou a importância de discutir as datas do calendário com os times, mesmo que o regimento interno não preveja votação para aprovação do planejamento.

“Mesmo que o calendário não precise da aprovação dos times, eles são parte do corpo que move o futebol no Amapá. Por isso, é importante que ao apresentar o que planejamos para o ano posterior, com base nas orientações da CBF, escutemos os líderes de clubes e ligas. Se todos têm voz, todos são co-responsáveis pela realização dos nossos campeonatos”, disse.

Marcelle Nunes
Ascom FAF

Skatista amapaense faz “vaquinha virtual” para participar de final do Campeonato Nacional Amador, em São Paulo (bora ajudar)

O skatista amapaense Gabriel Miranda, de 19 anos, se classificou, em seletiva realizada para a região Norte de skate, para a final do Campeonato Nacional Amador, que será realizado em São Paulo (SP), no dia 14 de dezembro de 2019. Entretanto, o atleta não possui apoio institucional e, sem dinheiro para a viagem, ele precisa fazer uma “vaquinha virtual” para ir até a capital paulista disputar a competição.

É sempre absurdo quando um caso destes vem a público e um atleta de alto nível precisa levantar dinheiro para representar o Amapá. Injusto, mas não incomum, infelizmente.

Gabriel relatou ao site Blog De Rocha que possui skate desde os 3 anos de idade e que, entre suas memórias afetivas, lembra que sempre admirou o esporte, mas que começou a “andar de carrinho” somente aos 11 anos.

Logo aos 12 anos, Gabriel começou a se destacar no skate e se desenvolver como atleta da modalidade. Ele contou ainda que sempre conseguiu boas colocações em campeonatos regionais. A seletiva amazônica para a competição nacional aconteceu em Belém (PA), no último dia 27 de outubro. Skatistas de vários estados participaram da fase classificatória, onde Miranda alcançou o segundo lugar. Ao todo, três competidores nortistas conseguiram o índice para o torneio nacional.

Miranda falou sobre os problemas da prática de skate no Amapá, como falta de pistas adequadas e o preconceito que os praticantes sofrem. “Várias vezes já tentaram me ofender com injúrias durante minha trajetória como skatista, mas nada muito grave”, comentou Gabriel, que sonha em ser um atleta profissional e incentivar os mais jovens.

“Estou na corrida pra me tornar profissional. Além de disputar o campeonato nacional, meu objetivo individual é crescer como atleta. Também pretendo instigar a prática dessa modalidade esportiva no Amapá, que está muito fraca no estado”, comentou Gabriel Miranda.

Na competição nacional estarão os 24 melhores skatistas da categoria no país. Na capital paulista, Gabriel ficará hospedado no alojamento cedido pela Federação Nacional de Skate, mas eles precisa custear passagens, alimentação e deslocamento na cidade.

Portanto, contamos com todos os que possam ajudar – com qualquer quantia – o skatista a representar o extremo norte do país em uma grande competição.

É bom ajudar! É raro um talento como o do Gabriel Miranda vingar sem apoio. Ele será o Amapá de skate em São Paulo.

Além disso, boas ações produzem sonhos felizes.

A vaquinha virtual pode ser acessada aqui: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/me-ajude-a-participar-da-final-do-campeonato-nacional-de-skate

Elton Tavares

Nesta quarta-feira, jogo entre Mangueirão e Amapá define disputa na final do Intermunicipal

Acontece nesta quarta-feira, 04, o jogo de volta entre Mangueirão e a Liga de Amapá. Os dois times disputam a vaga na final do Campeonato de Futebol Intermunicipal, promovido pela Federação Amapaense de Futebol (FAF). A partida inicia às 16:00 horas no Estádio Augusto Antunes, em Santana.

O jogo de ida entre os clubes aconteceu no dia 28/11, no Estádio Aluízio Videira, em Amapá. A partida terminou no 0 x 0, e por isso, a vaga da final depende da vitória de uma das equipes nesta quarta-feira.

Preparação

A Liga de Calçoene já está na final, classificada em disputa do dia 16/11, quando eliminou Santana em um jogo em casa.

“Estamos treinando incansavelmente para a final. Com o time unido e sob às ordens do técnico Judá, vamos em busca desse hepta campeonato” disse Jean Freitas, presidente do time classificado.

Transmissão

A partida em Santana será transmitida pela FAF TV, através do site MyCujoo. O link do jogo pode acessado através do endereço https://mycujoo.tv/video/fafap?id=ck3q7tlnqddh70ge24d79heu4&src=CPT_EL e ficará disponível na plataforma na íntegra e com os destaques do melhores momentos.

Assessoria de comunicação

Com o objetivo de promover a conscientização para prevenção, MP-AP co-realiza 4ª Corrida Contra o Câncer

O Ministério Público do Amapá (MP-AP) foi co-realizador da 4ª Corrida Contra o Câncer, realizada neste domingo (24), em Macapá. A prova, realizada pela ONG Carlos Daniel, teve como objetivo promover a conscientização para prevenção do câncer e arrecadar recursos para que a organização não governamental execute suas ações de combate à doença.

A ONG Carlos Daniel ajuda crianças e adolescentes na luta contra o câncer e visa estimular ações solidárias, destacando a importância dessas atitudes para a construção de uma sociedade melhor, menos desigual e mais justa. Além da corrida, o evento contou com uma ação de saúde, ofertando serviços de vacinação e testes rápidos, buscando proporcionar à população uma manhã de lazer e prevenção à saúde.

O presidente da ONG e organizador do evento, Agenilson Pereira, agradeceu o apoio do MP-AP como co-realizador da corrida. “Esse evento é um momento de saúde, esporte e lazer e o mais importante que é o combate ao câncer. Agradeço o apoio do Ministério Público e demais parceiros, que abraçaram a causa”, frisou Agenilson Pereira.

O evento contou com a participação do campeão da Corrida de São Silvestre de 1997, Émerson Iser Bem, apoiador do evento. O pai do corredor triatleta especial, Gabriel Rocha – também conhecido como Biel -, o maratonista Rodrigo Rocha, salientou a importância da prova. “Para cada lugar que a gente vai, é uma corrida diferente, uma sensação diferente e nessa além da competição temos a ação social pela causa contra o câncer. Estamos felizes em participar de uma prova com um objetivo tão importante”, comentou Rodrigo Rocha.

A procuradora-geral do MP-AP, Ivana Lúcia Cei, esteve presente no evento acompanhada do secretário-geral do Ministério Público do Amapá, promotor de Justiça Paulo Celso Ramos. A PGJ a iniciativa da ONG de incentivar a prática de atividades físicas por meio da corrida e na luta contra o câncer. “O combate ao câncer no estado do Amapá é de suma importância para o Ministério Público, onde a Promotoria de Saúde teve a iniciativa de fazer essa parceria de co-realizarmos esta corrida. Em 2020, o MP-AP seguirá parceiro da prova, com o um apoio mais forte ainda”, destacou Ivana Cei.

Ao final da corrida, alguns kits de frutas que o MP-AP distribuiu aos participantes da prova, foram doados para o abrigo São José.

Também apoiaram o evento a Prefeitura Municipal de Macapá (PMM) e a Vara de Execuções Penais do Poder Judiciário. O contador e maratonista Paulo Penha Tavares elogiou a iniciativa e reforçou a importância da prática esportiva.

“O exercício físico é sinônimo de saúde e a corrida incentiva isso. Aqui no Amapá há uma necessidade de que os órgãos públicos apoiem esse tipo de iniciativa, pois como ainda não existe um apelo comercial para a essa prática esportiva, não conta com o apoio empresarial. Com o envolvimento das entidades públicas, a iniciativa privada perceberá a importância dente incentivo. Portanto, parabéns aos agentes públicos pelo apoio na realização”, comentou o maratonista.

Corrida, percurso e premiação

A corrida saiu do Parque do Forte (Lugar Bonito), percorreu a Avenida Beira Rio, seguindo pela Rua Jovino Dinoá, passando pela Avenida Desidério Antônio Coelho, e volta para a Avenida Beira Rio finalizando no ponto de largada. Ao todo, cerca de 900 corredores participaram da prova.

As premiações ficaram designadas como: Geral, Cadeirante e Deficiente Visual. Para a corrida Geral, o 1° colocado ganharam R$ 800 mais troféu, o 2° lugar recebeu R$ 600 mais troféu e o 3° colocado foi premiado com R$ 400 mais troféu. Nas categorias Cadeirante e Deficiente Visual, os prêmios são os mesmos para os respectivos 1°, 2° e 3° lugar.

Vencedores da 4° Corrida Contra o Câncer

Cadeirantes masculino:

1 – Ralberdan Nascimento Rodrigues
2 – Aristeu Ferreira dos Santos
3 – Josean Abreu da Silva

Cadeirantes feminina

1 – Erilene Gomes Paiva
2 – Irene dos Santos Gomes

Deficiente visual masculino:

1 – Gilson Machado Silva
2 – Cleison Afonso Silva Almeida
3 – Rudinei da Silva e Silva

Deficiente visual feminino:

1 – Edinelza Brito Amorim
2 – Elisangela da Silva e Silva
3 – Marcia Cristina de Almeida Olivira

Classificação Geral Masculino:

1 – Lucas Santos dos Santos
2 – José Maria Arruda de Almeida
3 – Thiago Henrique Matias
4 – Rosivaldo Moreira da Silva
5 – Antônio Cosmo Silva Oliveira

Classificação Geral feminino:

1 – Risonete dos Santos Moura
2 – Adriana Lopes Farias
3 – Rosilda Pereira Brito
4 – Deuzicleia dos Santos Araújo
5 – Cleidiane Gama Pereira

SERVIÇO:

Elton Tavares – Diretor de comunicação
Texto: Vanessa Albino e Nelson Carlos
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]