Mais de cinco mil atletas participarão do 42º Torneio de Futebol Interdistrital de Macapá

A Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel) dará início nos dias 10 e 11 de agosto aos jogos do 42º Torneio de Futebol Interdistrital de Macapá. Serão mais de 203 times e uma estimativa de 5.075 pessoas envolvidas, entre atletas e técnicos. A abertura ocorrerá na comunidade de Ponta Grossa, no distrito de São Joaquim do Pacuí.

A cerimônia de abertura está programada para sábado, 10, às 8h30. A fase classificatória iniciará às 9h, na comunidade de São Joaquim do Pacuí. Segundo o regulamento, serão 25 participantes de cada time. Este é o ano com o maior número de participantes entre todas as edições.

“Esse será o maior torneio de todos os tempos por causa da enorme procura que tivemos de times. Nossa equipe dará todo suporte junto com as equipes da Saúde e Guarda Municipal”, explica a coordenadora de Esporte e Lazer, Naldima Flexa.

As etapas eliminatórias ocorrerão nos distritos para definir os representantes, sendo duas equipes masculinas e duas femininas para as etapas finais. Serão oito árbitros, divididos nas partidas que escolhem representantes dos distritos de São Joaquim do Pacuí, Tracajatuba, Coração, Carapanatuba, Bailique, Matapi, Fazendinha, Santa Luzia do Pacuí, Pedreira e Maruanum.

Neste ano, todos os times estarão uniformizados com camisas inspirado na Copa do Mundo 2018, mas com as cores da Seleção Brasileira de Futebol. A expectativa da Comel é reunir mais de mil pessoas em cada seletiva nos distritos.

Data das seletivas nos distritos:

10 a 11/08 – São Joaquim do Pacuí, na comunidade de Ponta Grossa.
Os jogos ocorrerão das 8h30 às 18h, com 9 times masculinos e 6 femininos.

17 a 19/08 – Tracajatuba, na comunidade de Tracajatuba 01.
Os jogos ocorrerão das 8h30 às 18h, com 18 times masculinos e 9 femininos.

25/08 – Coração, no Malocão do Pedrão.
Os jogos ocorrerão das 8h30 às 18h, com 8 times masculinos e 5 femininos.

01 a 02/09 – Carapanatuba, na comunidade de Ipixuna Miranda.
Os jogos ocorrerão das 8h30 às 18h, com 12 times masculinos e 7 femininos.

07 a 09/09 – Bailique, na Arena Vila Progresso.
Os jogos ocorrerão das 8h30 às 18h, com 18 times masculinos e 7 femininos.

15 a 16/09 – Matapi, na comunidade de Curralinho.
Os jogos ocorrerão das 8h30 às 18h, com 16 times masculinos e 4 femininos.

16/09 – Fazendinha, na arena da Fazendinha.
Os jogos ocorrerão das 9h às 18h, com 10 times masculinos e 2 femininos.

21 a 23/09 – Santa Luzia do Pacuí, na comunidade de Filadelfia.
Os jogos ocorrerão das 8h30 às 18h, com 17 times masculinos e 12 femininos.

28 a 30/09 – Pedreira, na comunidade do Abacate da Pedreira.
Os jogos ocorrerão das 8h30 às 18h, com 20 times masculinos e 8 femininos.

29/09 – Maruanum, na arena Carmo do Maruanum.
Os jogos ocorrerão das 8h30 às 18h, com 11 times masculinos e 4 femininos.

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Comel
Contatos: 98104-9355/ 99200- 8657

Hoje é o Dia Nacional do Futebol

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Hoje (19) é o Dia Nacional do Futebol, uma data que foi escolhida em 1976 pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em homenagem ao time mais antigo do país em atividade, o Sport Club Rio Grande, do Rio Grande do Sul, fundado no dia 19 de julho de 1900.

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Eu e meu irmão, Emerson Tavares, amamos futebol. Ele muito mais que eu. Começamos a gostar do esporte por causa de nosso saudoso pai, José Penha Tavares (papai foi goleiro dos times amapaenses São José e Ypiranga). O velho nos levava para assistir aos jogos no antigo Estádio Glicério Marques, no centro de Macapá. Falar nisso é uma verdadeira overdose nostálgica.

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Também por influência do papai, nos tornamos flamenguistas. Graças a ele e a Deus, claro. Nunca fui bom de bola, batia muito, era perna de pau, mas sempre acompanhei o esporte e acompanho até hoje. Ah, eu ia esquecendo, aqui no Amapá, torço pelo Ypiranga, mas o futebol local ainda tem muito que melhorar.

Meu irmão Emerson, o maior flamenguista que conheço. E desconfio que o remista mais doente também. Graças a Deus, sou bicolor no Pará. Azar mesmo é quem torce pro Vasco, aquele time da série B.
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Mas voltando a futebol de verdade, nas mesas dos bares, todos somos técnicos apaixonados, sempre temos uma desculpa, observação ou piada. O futebol não tem lógica, essa é a graça. O esporte é amor, paixão, sorrisos, lágrimas, encarnação, apostas, discussões, confraternização e, acima de tudo, emoção.

Há muito, o esporte deixou de ser uma preferência masculina, ainda bem, assistir aos jogos nos bares ficou muito mais convidativo (risos).

Minha relação com o futebol é somente de torcedor, não jogo bola e não jogaria mesmo se não fosse gordo. Gosto é de assistir e tomar cerveja.
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Enfim, amamos futebol, apesar daquele fatídico 7×1. Principalmente o Flamengo, mas independente de qual seja o seu time, viva o futebol, pois ele faz parte da nossa cultura.

Elton Tavares

São João do Coração e Carapanatuba vencem Torneio de Verão de Futlama

O show de bola foi bonito e acirrado no fim de semana durante o Torneio de Verão de Futlama. A disputa aconteceu no rio Amazonas, ao lado do Trapiche Eliezer Levy. Os times São João do Coração e Carapanatuba foram os vencedores nas categorias feminino e masculino.

O sol forte não dificultou o jogo na lama. As equipes femininas tiveram muito fôlego e disputaram a bola por 10 minutos cada tempo e a final ficou de 20 minutos cada tempo de jogo. Já no masculino, foram apenas 10 minutos. “Estamos felizes por disputar esse torneio. É muita diversão, mas, acima de tudo, amor ao esporte. Essas meninas são muito guerreiras”, disse o técnico do time Fiel Amapá, Paullynho Silva.

Organizado pela Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel), o torneio reuniu 12 times masculinos e 4 femininos da capital e dos distritos de Fazendinha, Abacate da Pedreira, Carapanatuba e Coração. “O futlama é genuinamente amapaense. É um esporte, inclusive, reconhecido internacionalmente. É importante a gente fomentar, investir e tomar conta desse torneio que tem se tornado uma tradição”, disse a coordenadora de Esporte e Lazer, Naldima Flexa.

Os vencedores ganharam camisas e material esportivo. Além disso, tomaram um banho tradicional no rio Amazonas. Durante o evento, foi anunciado o Torneio Máster de Futlama, que deve ocorrer no segundo semestre de 2018, em Macapá.

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Comel

Tempos de Copa do Mundo e as Copas da minha Vida (o Brasil estreia hoje)


Amo futebol, principalmente essa época, tempos de Copa do Mundo. Pensando no que escrever sobre o assunto, resolvi falar das copas de minha vida. Ao todo, foram 9 mundiais, de 1978 a 2014 (já que nasci em 1976), mas falarei somente da Copa de 1986 para cá, pois minhas lembranças só alcançam até meados de 1983.

Desde que me entendo (se é que me entendo, entende?) o brasileiro torce pela seleção brasileira nas Copas do Mundo. Comemora as vitórias e chora as derrotas.

Em tempos de Copa do Mundo, a gente reúne a família e amigos para comer churrasco e torcer juntos. Lembro de tanta coisa porreta que já rolou nos mundiais anteriores.

Em tempos de Copa, a gente faz bolão e independente de quem ganha, ficamos felizes, desde que o Brasil vença o jogo. Em tempos de Copa, a gente veste as cores do país e se sente mais patriota (pena que é só em tempos de Copa que o Brasileiro é mais nacionalista).

Em tempos de Copa, lembro do Zico, do Romário e do Ronaldo, ídolos incontestáveis e caras que me deram muitas alegrias.

Em tempos de Copa, lembro pouco das derrotas, dos gols perdidos e dos fracassos da seleção, pois a magia nos dá um otimismo convicto e uma sensação de invulnerabilidade sensacional.

Em tempos de Copa, lembro das Copas da minha vida e sinto saudades de quem há muito torceu, bebeu e se emocionou junto comigo, como o papai, o Ita e o vô.

Em tempos de copa, a gente confraterniza, vibra, ri e chora. Em tempos de Copa, a gente se cerca de gente que ama e é feliz!

A Seleção Brasileira estreia hoje no campeonato, contra a Suíça, mesmo com todas as cagadas, vou torcer para o time nacional. De volta ao tema, leiam sobre as copas da minha vida (de 86 para cá, pois lembro pouco da de 82):

México 1986

Na época da Copa de 86, realizada no México, eu tinha 10 anos e já gostava de futebol. Aquela foi a competição do Maradona, o ídolo argentino ganhou o torneio sozinho, o time era Maradona e mais 10, simples assim. Lembro quando perdemos para a seleção francesa, liderada pelo craque Michel Platini. O meu ídolo Zico (e de toda a molecada da época) perdeu um pênalti naquele jogo.

Penalidade essa comemorada exageradamente. Vou explicar, eu e minha família estávamos na casa dos meus avós paternos e meu tio, Itacimar Simões (que hoje mora no céu) fincou uma bandeira do Brasil bem em cima de um cano de água da casa. Resultado:perdemos a Copa e ele e meu pai (que também já passou para outro plano) tiveram que ir atrás de um encanador.

Itália 1990

A Copa de 1990, na Itália, foi a Copa em que ganhei grana apostando na Argentina. Calma, vou explicar. Venci o bolão na casa do meu tio. Cheguei perto do início do jogo, todos os palpites possíveis a favor do Brasil já tinham sido dados, eu disse: ” Coloca 1×0 para a Argentina”, secante e profético.

1994

A copa do Romário, o baixinho arrebentou demais, Bebeto inventou a comemoração do embalo do bebê e Tafarell, goleiro frio, de poucas palavras e poucos sorrisos, fechou o gol. Aquela foi a melhor Copa da minha vida.

Eu tinha 18 anos, foi tudo muito lindo. Assisti aos jogos na companhia de meu primo Gleuber e meu saudoso tio Ita (aquele do cano de 86). Romário deu show e me fez tomar incalculáveis litros de cerveja. Aquele foi o melhor time que vi jogar. Aquela foi a Copa da minha vida!

França 1998

A Copa de 98, realizada na França, foi literalmente dos franceses. Aquele mundial era uma tragédia anunciada, já que o Romário foi cortado por conta de uma contusão. Mas o Baixinho deu a palavra de que estaria recuperado ao fim da primeira fase e eu botava fé nele, mas a comissão técnica não.

Chegamos a final contra os donos da casa, a partida marcou os torcedores. Um tal de Zidane, então desconhecido da maioria dos brasileiros, passou por cima da nossa seleção. Muitos discutem a possibilidade do Brasil ter “vendido” a final desta Copa.

Japão e Coréia do Sul 2002

A copa de 2002 foi realizada em dois países, no Japão e Coréia do Sul. O zagueiro Roque Júnior calou a minha boca, eu critiquei muito o negão, mas ele defendeu com louvor. Com França e Argentina eliminadas na primeira fase e Itália fora (roubada contra a Coréia do Sul), pegamos a Alemanha na final, aí o Ronaldo lá na frente e o Marcos lá trás, arrebentaram.

Todo mundo chegou voando na copa de 2002. Até hoje, não sei se o Ronaldinho Gaúcho queria cruzar ou marcar aquele gol contra a Inglaterra, mas foi paidégua.

Uma particularidade daquela Copa foi o horário dos jogos, tivemos que beber de manhã e, ás vezes, amanhecer bebendo para ver os jogos.

Alemanha 2006

Não tenho muito o que falar sobre 2006. Apesar de um time de estrelas, a Copa foi palha para nós, quase não passamos por Gana e perdemos para a França, de novo, em um jogo que o Henry comeu a bola.

África do sul 2010

A Copa 2010 acabou de forma melancólica para nós. Ao término do primeiro tempo, quando vencíamos da Holanda, vivemos um verdadeiro furor, pensávamos:” Cacete! Nosso time é uma máquina!“, ledo engano. Na segunda etapa, uma letargia tomou conta da equipe canarinho.

O que dói mais é saber que a Holanda não jogou bola, jogou no erro brasileiro, perdemos para o “bom” desempenho de três jogadores a favor da Holanda, Roben, Sneijder e Felipe Melo, claro. Essa Copa foi foda, cheio de resultados inusitados, placares pífios e zebras africanas. Isso sem falar na bola, culpada pelos frangos jabulânicos e deu muito que falar.

Brasil 2014

Em 2014 foi aqui no nosso setor e pegamos a maior porrada da história. Muita gente deixou de torcer após o 7×1 que levamos da Alemanha em pleno estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG). O Brasil não aproveitou o fato de jogar em casa. Mas esse assombro, apesar de inesquecível, está devidamente exorcizado.

Enfim, Copa do Mundo é a união de uma paixão nacional com a confraternização entre familiares, amigos, entre outras tantas coisas bacanas que envolvem a competição. É isso!

Hoje a Seleção Brasileira começa sua campanha. Eu, como sempre fiz nestas mais de 4 décadas de vida (muita vida), vou torcer para o nosso time. Quem acha que é “ópio do povo” (bordão geralmente repetido por patetas), quem não superou o trauma de 2014 (e provavelmente a maioria de seus problemas bem maiores) ou aqueles pentelhos escrotais que não curtem futebol e ficam enjoando com o “blá, blá, blá” de sempre, a Netflix está aí para o entretenimento de vossas chatices.

Ainda pode rolar a leitura de um livro ou uma lavagem de roupa. Só não joguem “pisíca” ou “agourem” a equipe nacional, a qual esperamos quatro anos para vê-la novamente em uma Copa do Mundo. É isso.

Para mim, vai tá “russo” para o time que atravessar na frente da nossa Seleção. Bora, Brasil, porra!!

Elton Tavares

Um gol inesquecível (crônica de Ronaldo Rodrigues)

Crônica de Ronaldo Rodrigues

Começo parafraseando Paulinho da Viola: tinha eu 12 anos de idade (e não 14, como no samba) quando meu pai me chamou para assistir, pela TV, a um jogo sem interesse para a torcida brasileira, que só admite disputa pelo primeiro lugar. A data: 24 de junho de 1978. O local: Estádio Monumental de Nuñez, Buenos Aires. O evento: decisão do terceiro lugar da Copa do Mundo, entre Brasil e Itália.

A conquista da Argentina foi embalada por muitas polêmicas. Sua classificação para a final veio através de uma suspeitíssima goleada de 6 a 0 sobre o Peru.

A seleção argentina, bastante forte, contava com craques como Fillol, Passarella, Ardilles e o artilheiro Kempes. A força da equipe ganhou um reforço de fora das quatro linhas: a pressão do governo argentino. O título mundial cairia como uma luva para a glorificação do regime do general Videla. E foi o que ocorreu.

Mas voltando ao jogo: a Itália abre o marcador com Causio, no primeiro tempo. O próximo gol da partida é uma obra-prima que ficará marcada para sempre na minha memória de torcedor.

Aos 19 minutos do segundo tempo, o lateral direito Nelinho pega uma bola pela direita, próxima ao bico da grande área, e chuta com sua potência característica. A bola descreve uma curva muito acentuada, sai do alcance do goleiro Zoff e estufa o canto direito da rede. Depois, com o gol de Dirceu aos 25 minutos, o Brasil conquistava o terceiro lugar daquela Copa do Mundo.

A minha revolta de garoto recusou o título de “campeão moral”, expressão cunhada pelo técnico Cláudio Coutinho e aceita por muita gente, mas o gol de Nelinho fez meu jovem coração vibrar como o de um campeão.

Quer ver o gol? Assistam o vídeo abaixo:

Nos pênaltis, Ypiranga bate Santos e quebra jejum de títulos

O Ypiranga venceu na noite desta quarta-feira o Santos-AP, nos pênaltis, por 4 a 1 no estádio Zerão, em Macapá, após empate em 1 a 1 no tempo normal, e quebrou um longo jejum de títulos no Campeonato Amapaense. A partida foi válida pelo jogo de volta da decisão da competição estadual.

Durante o tempo normal, o Santos abriu o placar com Lessandro ainda na primeira etapa. Mas Tony Love deixou tudo igual na volta do intervalo.

Com o resultado, o Ypiranga segue como o clube como maior número de títulos do Campeonato Amapaense, chegando a oito conquistas (1992, 1994, 1997, 1999, 2002, 2003, 2004 e 2018). Além da vaga na Série D do Campeonato Brasileiro, o Negro Anil também vai disputar a Copa do Brasil em 2019. Já o Santos-AP terá a disputa da Série D no ano que vem.

O Jogo – As duas equipes iniciaram a partida em ritmo acelerado e criando oportunidades, porém, aos 11 minutos, o técnico Edson Porto foi forçado a efetuar a primeira mudança na equipe. O zagueiro Jeferson Jari sentiu contusão e teve que ser substituído por Rogério. Aos 16 minutos, Léo Rosa cruzou na área e Romano bateu de primeira, mas a bola foi por cima do gol, assustando o goleiro Redson.

Aos 20′, o Ypiranga chegou com perigo. Luquinha cobrou falta, mas o goleiro Axel espalmou. Na sobra, Djalma tentou o levantamento na área, mas ninguém conseguiu escorar a bola para dentro do gol.

Aos 26 minutos, o Santos chegou com Romano que foi lançado em velocidade, mas perdeu o ângulo na finalização e desperdiçou a oportunidade. Já, aos 44′, Balão Marabá cobrou falta na área e Lessandro cabeceou para abrir o placar para o Peixe da Amazônia.

Na volta do intervalo, as duas equipes fizeram um jogo equilibrado. O Santos-AP teve a oportunidade de ampliar o placar logo aos dez minutos. Após cobrança de escanteio, Lessandro finaliza forte, mas o goleiro Redson fez grande defesa.

Aos 18′, o Ypiranga respondeu o adversário. Otávio cruzou na área e Tony Love desviou para o fundo das redes, deixando tudo igual no Zerão. Aos 22′, Bruno levantou na área e novamente Tony Love ganhou dos seus marcadores e finalizou rente a trave.

Aos 30 minutos, Léo Rosa finalizou cruzado, mas o goleiro Redson defendeu em dois tempos.

Nas cobranças de penalidades, o Ypiranga marcou com Tony Love, Djalma, Esquerdinha e Will, enquanto que Willian Fazendinha balançou as redes pelo lado do Santos-AP. O destaque nas penalidades foi o goleiro Redson que defendeu as cobranças de Fabinho e Batata.

Fonte: Diário do Amapá

Arena esportiva da Fazendinha recebe melhorias no sistema de iluminação

Atendendo à solicitação das associações esportivas, a Prefeitura de Macapá fez melhorias em todo o parque de iluminação na arena esportiva do distrito de Fazendinha. Há anos, o espaço não recebia qualquer tipo de serviço neste setor e, por isso, refletores queimados e relés danificados foram trocados e em alguns pontos a rede de cabos também precisou ser substituída.

Há cerca de três meses, a Secretaria Especial de Iluminação Pública do Macapaluz recebeu a demanda sobre a situação da arena. De imediato, técnicos fizeram o levantamento, diagnostico e mapeamento das necessidades da área. Nesta semana, os serviços foram concluídos e estão prontos para receber as várias competições amadoras que fazem parte do calendário das associações esportivas.

Com a melhoria na iluminação, a população voltou a frequentar a arena para assistir às partidas de futebol. De acordo com o agente distrital Ailson Tomaz, o público se afastou em virtude da escuridão. “A gente ficou muito feliz quando vimos o caminhão do programa Macapaluz fazendo todo o trabalho. Dava pouca gente para assistir aos jogos, porque muitos tinham medo de assaltos. Agora ficou cem por cento iluminada a nossa arena”, afirma.

Para o secretário de Iluminação Pública, Mizael Monteiro, diversas arenas da capital receberam melhorias, e no distrito de Fazendinha a arena estava com o risco de ter o sistema completamente desligado em virtude da precariedade. “Fizemos um trabalho atendendo à solicitação dos moradores e tivemos que recuperar quase que cem por cento da iluminação da arena. Estava completamente comprometida. Mas, com o nosso compromisso, a área agora está melhor iluminada e a população voltou a frequentar”, finalizou.

Jonhwene Silva
Assessor de comunicação/Macapaluz

17 anos do gol do Petkovic (minha crônica sobre um dos momentos mais felizes da vida de todos os flamenguistas)

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Em 27 de maio de 2001, há exatos 17 anos, um gol inesquecível. Eu estava no antigo apartamento do Adriano e Silvana, meus primopet_tri_v2s. Assistíamos a final do Campeonato Carioca de Futebol daquele ano, juntamente com o amigo Aílton. Aquele dia tem um valor especial na vida dos milhões de flamenguistas no mundo.

O Vasco tinha ganhado o primeiro jogo por 2×1, o Flamengo precisaria vencer por dois gols de diferença para leva o título da competição.

Edílson abriu o placar pro nosso time e Juninho Paulista empatou pro Vasco. Acabou o primeiro tempo. Na segunda etapa da partida, o “Capetinha” meteu mais um. Mas o Mengão ainda estava em desvantagem, pois precisava vencer pela diferença de dois gols.petkovic-flamengo-comemora-titulo-450-071209

A torcida do Vasco já comemorava nas arquibancadas. Já eram 43 minutos do segundo tempo. Aí Edílson sofreu falta na intermediária, só que o gol de Hélton não tava tão perto. Petkovic arrumou a bola, deu três passos para trás e respirou fundo.

Bateu forte, colocado e com a precisão cirúrgica que lhe era peculiar. A batida foi perfeita. A bola pchamada_petkovic_60egou efeito e saiu do alcance do goleiro Helton. Aliás, o goleiro bem que tentou, saltou alto e se esticou todo, mas a defesa não foi possível. Nem dois goleiros ali embaixo daquela trave evitariam o gol quase sobrenatural. Foi lá onde “a coruja dorme”, no canto superior esquerdo da rede. Naquele momento, vibrei, quase choro, ri e me senti o cara mais feliz do mundo. Coisa de quem ama o futebol, sobretudo, o Flamengo.

Épico e eternamente na memória e coração dos torcedores dos rubro-negros, 3 a 1, porra! Era o tricampeonato carioca ao Rubro-Ne1520044_x240gro. A gente correu pra Praça Zagury, agora Beira-Rio, bebemos logo pelos três títulos consecutivos. Naquela noite, vi um amigo virar a casaca, tirou a camisa vascaína e vestiu o manto sagrado Rubro-Negro. Ele, o Frank Bitencourt, disse que tinha cansado de sofrer. Até hoje é possível vê-lo em algum bar durante as transmissões dos jogos do Flamengo.OgAAABMQI6L-r-54uHph3Y6iMVW-BZchGbJrjteZx-CQ5HeEzbQhvfD42MAPy69bid-d2B_Uf1aMsnB95r1mNMU6O1cAm1T1UAyP1XHDZ1Eq5sjsJoZxufjFdQFX

Há alguns anos, Petkovic foi convidado pelo Globo Esporte para bater a falta novamente, do mesmo local. Adivinhem? O sérvio colocou a bola do mesmo jeito, no mesmo lugar. Ah, gringo foda da porra! Não à toa, é um dos maiores ídolos da era atual do Flamengo. Uma lenda viva, já que se tornou o jogador estrangeiro mais decisivo da história do clube e talvez até do futebol nacional.

golpetkovic_oglobo62Desde então, já se passaram 17 anos. Assim como a vida, o futebol é feito de ciclos. Mas é sempre bom lembrar dos momentos felizes e foi o que ocorreu.

“Nóis” é Mengão até depois de morrer e hoje ele é líder do Brasileirão 2018!

Ao Petkovic, autor daquela obra-prima que ficará marcada para sempre na minha memória e coração, nossos milhões de obrigados!

Elton Tavares

Prefeitura de Macapá abre inscrição para o projeto Despertando Atletas

A prefeitura da capital abre inscrição para o programa Despertando Atleta. Os interessados podem se inscrever até 18 de maio. São oferecidas as modalidades de futsal, futebol de campo, handebol e vôlei no turno da manhã para adolescentes de 15 a 17 anos; e no período da tarde às crianças de 12 a 14 anos. O projeto tem como objetivo oferecer a prática esportiva a crianças e adolesceste em vulnerabilidade social.

De acordo com a coordenadora municipal de Esporte e Lazer, Naldima Flexa, o programa busca fortalecer o desenvolvimento social e educacional por meio do esporte, além de contribuir na formação de cidadãos mais conscientes. “O projeto surge em um contexto onde se evidencia a necessidade de práticas que promovam hábitos saudáveis, disciplina e respeito, e, por meio dessa política de esporte e lazer, a prefeitura oferece qualidade de vida à população”, explica.

As inscrições podem ser feitas na Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel), localizada no Estádio Glicério Marques, na Av. Mendonça Júnior – esquina com a Rua Hamilton Silva, no bairro Trem; e no CEU das Artes, na Av. Carlos Lins, no bairro Infraero II.

Confira os locais, modalidades e vagas:

– Comel/Estádio Glicério Marques: Futebol de Campo – 50 (manhã) e 50 (tarde);

– Habitacionais: Futsal – 40 (manhã) e 40 (tarde);

– Macapá Criança: Futsal – 20 (manhã) e 20 (tarde);

– Comel/Quadra Santa Inês: Futsal – 20 (manhã) e 20 (tarde);

– CEU das Artes: Vôlei – 20 (manhã) e 20 (tarde); Futsal – 20 (tarde) e Handebol – 20 (manhã).

Amelline de Queiroz
Assessora de comunicação/PMM

Campeonato Super Master 2018 é lançado oficialmente em Macapá

Aconteceu nesta sexta-feira, 27, o lançamento oficial do 4º Campeonato Amapaense de Futebol Super Master 2018, organizado pela Associação de Ex-Jogadores de Futebol do Estado do Amapá (Excrete), em parceria com a Prefeitura de Macapá. O torneio contará com jogos amistosos entre diversos clubes locais compostos por ex-jogadores do estado, que acontecerão entre os meses de maio e agosto.

O lançamento do projeto ocorreu no prédio da Federação Amapaense de Futebol e reuniu representantes dos clubes que participarão dos jogos, além de patrocinadores do projeto. O objetivo do campeonato é valorizar os ex-jogadores do Amapá e proporcionar atividade sociocultural para a comunidade desportiva.

Foram 12 clubes divididos em dois grupos de chave de seis. As equipes são formadas por jogadores com mais de 50 anos de idade e o primeiro jogo irá começar na próxima sexta-feira, 4, a partir das 16h, com previsão de acontecer no Estádio Glicério Marques.

A coordenadora municipal de Esporte e Lazer, Naldima Flexa, destacou que atualmente o Estádio Glicério Marques passa por reparos para atender aos pedidos do Ministério Público do Amapá (MP/AP) e então receber os jogos do Super Master 2018. “A prefeitura prestou apoio na organização do evento, montando a metodologia dos jogos junto com a equipe da Excrete e na montagem do cronograma das partidas. Agora, estamos aguardando os reparos, já em execução, do Glicério Marques para que ele seja palco desses jogos, ou na primeira rodada ou na fase do mata-mata”, destacou.

A primeira rodada dos jogos termina em junho já com os finalistas que irão disputar a fase de mata-mata, que irá premiar o vencedor com o valor de R$ 2 mil e o segundo lugar com R$ 1 mil.

Rafaela Bittencourt
Assessora de comunicação/Comel
Contato: 98805-8150

Hoje é o Dia do Goleiro – meu saudoso foi/é o meu goleiro preferido

No Brasil, em 26 de abril é comemorado como o Dia do Goleiro. A data foi criada há 30 anos para fazer uma homenagem para aqueles atletas que por muitas vezes não tem o reconhecimento devido do seu trabalho. A ideia foi do tenente Raul Carlesso e do capitão Reginaldo Pontes Bielinski, que eram professores da Escola de Educação Física do Exércitopapaifutebo do Rio de Janeiro, e começou a ser comemorada a partir da metade dos anos 70, segundo relata Paulo Guilherme, jornalista que escreveu o livro “Goleiros – Heróis e anti-heróis da camisa 1”.

Como eu já disse aqui, por diversas vezes, amo futebol. Goleiro é posição maldita do esporte bretão (chamado assim por ter sido inventado na Grã-Bretanha). Meu saudoso e maravilhoso pai, José Penha Tavares, era goleiro. Posso afirmar, sem paixão (talvez com um pouquinho dela), que ele foi muito bom.

Papai agarrou pelos times amapaenses (quando o futebol aqui era amador) do São José e Ypiranga Clube. Também foi amigo de um monte de conhecidos boleiros locais. Infelizmente, meu amigo Leonai Garcia (que também já virou saudade), esqueceu-se dele no seu livro “Bola da Seringa”.tumblr_static_9eba61d4970b4b3f53a3b42882880ef8

Quando moleque, acompanhei papai em centenas de peladas. Torcia e sofria quando ele levava gols, principalmente quando falhava. Aprendi a admirar goleiros com ele. Lembro bem de expressões como: “Olha essa ponte!”, “Que defesa, catou legal!” ou algo assim, bons tempos aqueles.

Bem que tentei jogar em todas as posições, inclusive o gol (sempre era o último a ser escolhido), mas nunca consegui me destacar pela bola, mesmo antes de engordar. Não sei se as crianças de hoje ainda escolhem o pior dos meninos (ou meninas) para agarrar, aquilo é burling (risos). Digo isso com conhecimento de causa.

Goleiro-Barbosa-254x300Quando me refiro ao goleiro como “posição é maldita”, falo de uma série de injustiças que vi goleiros sofrerem ao longo dos meus 40 anos, mas uma é mais marcante, a crucificação do arqueiro Barbosa, da seleção de 1950. Há alguns anos, assisti a um documentário sobre a derrota para o Uruguai na final daquele mundial. Aquele homem foi estigmatizado até o fim de sua vida.

Em 2010, durante uma entrevista, Zico (não preciso dizer quem é, né?) declarou que o Barbosa, no fim da vida, disse a ele: “desculpe, mas gostei de ver você perder aquele pênalti em 1986, pelo menos me esqueceram um pouquinho”. Imaginem como o velho goleiro sofria pela falha de 1950? É a maldição do goleiro.

Vi grandes goleiros jogarem. Raçudos e classudos, voadores, pegadores de pênaltis. Foram tantos que é difícil enumerar, mas lembro bem do Buffon, Gilmar, Taffarel, Raul, Dida, entre tantos outros arqueiros que nos encantaram com a segurança debaixo da trave. Mas para mim, meu pai foi o melhor de todos eles.

Este texto é uma homenagem aos goleiros profissionais e peladeiros, que se machucam em saltos destemidos, levam chutes meteóricos, além de divididas violentas. Em especial ao meu pai, meu goleiro preferido para sempre. Amo-te, Zé Penha. Um beijo pra ti, aí nas estrelas!

Elton Tavares

Jogos e cooperação social – Crônica de Fernando Canto

Crônica de Fernando Canto

Certa vez, ao falar para um grupo de jovens sobre cultura e lazer, citei Câmara Cascudo, um dos estudiosos brasileiros mais cultos do seu tempo, folclorista e etnólogo, que costumava afirmar que o uso do jogo, o desejo de brincar é uma permanente necessidade humana. Para ele o exercício lúdico é a expansão do saldo energético que o homem (ou a criança) não pôde aplicar a uma atividade produtora, e essa disponibilidade de brincar não abandona o homem em toda a sua existência. A brincadeira, diz o folclorista, é o processo iniciador da criança nos domínios da psicologia, da dinâmica fisiológica, memória, inteligência, raciocínio, vontade, virtudes de honra, disciplina, lealdade e obediência às regras. A terminação de um brinquedo, para a criança, é sempre um momento tirânico, insuportável e incompreensível.

Historicamente essas observações já eram compreendidas pelos povos mais antigos. Nas cidades gregas os jogos eram considerados como essenciais para o treinamento de guerra, tendo, para isso treinadores especiais. Mas nem sempre a chamada “união do corpo e mente” fera respeitada. Às vezes os atletas eram proibidos de frequentar jantares sob o argumento que as conversas inteligentes lhes dariam dor de cabeça.

Para os historiadores os jogos olímpicos eram uma espécie de combinação de rito religioso e esporte, e só os vitoriosos ganhavam prêmios financeiros de vulto. Os perdedores eram ridicularizados e humilhados. Por isso era compreensível que muitos atletas estivessem dispostos a lutar até morrer para ganhar jogos como a “corrida de carruagens” e o “pancratium”, uma luta livre muito sangrenta.

Em certas sociedades os jogos são realizados mais para promover a cooperação. O antropólogo Dennis Werner nos conta que os índios Xavantes, do Mato Grosso, também gostam muito de esportes. Eles vão para o mato em duas equipes, cortam uma tora de buriti, de aproximadamente 1,0 metro, colocam-na nos ombros de um de seus membros e correm para a aldeia, passando, de vez em quando, a tora para outro membro da equipe. A “corrida de toras” é um rito cerimonial, mas ao contrário dos gregos, os índios não têm o espírito competitivo. Para eles não importa qual é a equipe que alcance primeiro a aldeia. O que importa é que cada homem dê o melhor de si para carregar a tora, e que a cooperação entre eles seja boa. Entre os Xavantes não existem jogos “até a morte”, afirma o antropólogo, que explica ainda que em sociedades pequenas as pessoas se conhecem muito bem e não precisam de “concursos” para distinguir habilidades de pessoas diferentes. E, como a competição poderia prejudicar a cooperação necessária para muitas tarefas comunitárias, é melhor evitá-la.

Entre os Mekranoti, existe uma curiosidade: quando jogam futebol brasileiro os gols não são contados. Eles apenas notam, informalmente, que está se esforçando bem e quem não está. Assim um esporte pode ser combativo sem ser competitivo. Em algumas tribos se praticam lutas corporais, mas ninguém é declarado vitorioso. Essa correlação, segundo Sipes, desmente o argumento de que os esportes servem como “válvula de escape” para sentimentos agressivos. Serok e Blum afirmam em suas pesquisas que os delinquentes juvenis preferem jogos físicos e de acaso (bingo), enquanto os não-delinquentes preferem os de estratégia, como o xadrez.

Diante disso seria interessante motivar os delinquentes para jogos que envolvem mais estratégias e menos fatores de casualidade. Útil seria, quem sabe, até se mirar no exemplo dos nossos índios.

Ação Social na praça Floriano Peixoto será nesta sexta, 6 de abril

A falta de exercícios leva a diminuição progressiva da massa muscular e a tendência para o acúmulo de gordura. Dessa forma é necessário que se tenha o hábito de exercitar o corpo para não ter problemas posteriores e seguir com uma vida saudável.

Pensando nesta problemática, acontece nesta sexta-feira, 6 de abril, a 4ª edição do projeto “Movimente-se”, A ação, que faz parte de outro projeto Boas-Vindas Calouros e Veteranos 2018.1, traz a perspectiva de uma ação social da Estácio Macapá em parceria com Prefeitura Municipal de Macapá em alusão ao dia mundial da saúde e nutrição, que tem como objetivo incentivar o movimento diário, ressaltando seus benefícios para uma vida saudável e promover a qualidade de vida. Serão ofertados vários serviços de saúde a toda comunidade, incluindo vacinação e exames rápidos.

A Coordenadora do evento, Dayane Simões, fala da importância de cuidar da saúde. “Estimular o cuidado com a saúde é fazer com que as pessoas vivam mais e com qualidade, na atualidade precisamos levar em consideração as novas denominações de saúde levando em consideração a tríade que agrega 3 componentes fundamentais: biopsicossocial”, ressalta Dayane.

A ação social será no dia 6 de abril, das 15h às 18h30, na Praça Floriano Peixoto.

Serviços ofertados:

– Avaliação e Educação Nutricional
– Avaliação postural e pilates
– Exercícios terapêuticos no Solo
– Aferição de Pressão
-Aferição de glicemia capilar
-Limpeza de pele
– Vacinação
– Aulão de zumba
– Atendimento médico
-Consultoria de alimentos funcionais
-Corte de cabelo
-Testes rápidos para doenças infectocontagiosas

Assessoria de comunicação

ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA 1ª CORRIDA DE ANIVERSÁRIO DO IJOMA


O Instituto de Prevenção do Câncer Joel Magalhães (IJOMA) realizará, em 2018, a 1ª Corrida de Rua em comemoração a data em que foi fundado o instituto do câncer. Promovido em parceria com a empresa Chip Macapá, o evento acontecerá na manhã do dia 21 de abril e contará com percurso de 5km. A largada da prova será ás 6h, em frente ao prédio sede do IJOMA, localizada na Rua Dr. Silas Salgado, atrás da CTMac, no bairro Alvorada.

As inscrições para a prova poderão ser realizadas de forma online, no site www.centraldacorrida.com.br/aniversarioijoma2018, e presencial, na loja HC3 Sport Fitness, localizada na Av. Presidente Vargas, entre as Ruas Hamilton Silva e Rua Santos Dumont, no bairro Santa Rita. O valor da inscrição custa R$ 30,00 (Trinta reais) para os 200 primeiros. Pelo site, será cobrado Taxa do Boleto Bancário ou Cartão. Para cadeirante e deficiente visual as inscrições são gratuitas.

Os inscritos receberão no dia anterior à prova, um kit contendo um número de peito. Para os 200 primeiros atletas, receberão 4 Clips Button da Chip Macapá (O Clip Button é um equipamento mais prático para anexa o número de peito em sua camiseta, sem o risco de se furar). O Kit somente poderá ser retirado pelo atleta inscrito mediante apresentação do recibo de pagamento e documento oficial com foto.

Haverá premiação em pódio geral e por categoria. Além de medalha para todos que concluírem a prova. Mais informações, no regulamento da prova no site de inscrição.

PROGRAMAÇÃO DO DIA

A Corrida de Rua em alusão á comemoração do aniversário do IJOMA, faz parte da programação que ocorrerá durante a manhã do feriado de 21 de abril. Está sendo preparada uma grande ação social com serviços de saúde e cidadania. Música com cantores locais e momento fitness vão movimentar e alegrar o dia.

Raphael Jucá dos Santos
Comunicação e Marketing
Instituto de Prevenção do Câncer Joel Magalhães (IJOMA)
Móbile: +55 96 98116-8717|