Hoje é o Dia Nacional do Maçom (meus parabéns a Ordem)

Hoje é o Dia Internacional do Maçom. A data é celebrada em 20 de agosto por conta de que no mesmo dia, em 1822, aconteceu uma sessão histórica entre as Lojas de Maçonaria “Comércio e Artes” e “União e Tranquilidade”, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Na ocasião, o Irmão Gonçalves Ledo teria feito um discurso emocionante e inspirador, pedindo a Independência do Brasil ainda naquele ano.

A data oficial foi oficializada no artigo 179 da Constituição do Grande Oriente do Brasil, tornando o dia 20 de Agosto o Dia do Maçom Brasileiro. A iniciativa dele foi aprovada por todos os maçons presentes e registrada na ata do Calendário Maçônico no 20º dia, do 6º mês do ano da Verdadeira Luz de 5.822. Esta data, convertida para o calendário gregoriano (o que é usado na maioria dos países ocidentais), seria equivalente ao dia 20 de Agosto de 1822. Isso teria sido impulso da sociedade maçônica para que o príncipe regente, Dom Pedro I, proclamasse a Independência do Brasil, no dia 7 de Setembro de 1822 (menos de um mês depois da grande reunião no Rio de Janeiro).

O conceito de Maçom diz: “homens de bons propósitos, perseguindo, incansavelmente, a perfeição. Homens preocupados em ser, em transcender, num preito à espiritualidade e à crença no que é bom e justo. Pregam o dever e o trabalho. Dedicam especial atenção à manutenção da família, ao bem-estar da sociedade, à defesa da Pátria e o culto ao Grande Arquiteto do Universo”.

Maçonaria é uma sociedade discreta e, por essa característica, entende-se que se trata de ação reservada e que interessa exclusivamente àqueles que dela participam. Seus membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade. Além do aperfeiçoamento intelectual, sendo assim uma associação iniciática, filosófica, progressista e filantrópica.

Maçonaria no Amapá e meu avô maçom

A Maçonaria existe no Amapá desde 1947, quando foi fundada a Loja Maçônica Duque de Caxias, localizada na Avenida Iracema Carvão Nunes, no Centro de Macapá. Hoje existem 24 lojas maçônicas no Amapá. Destas, 13 são da Grande Loja do Amapá e 11 da Grande Loja Oriente do Brasil. Além da capital, os municípios de Mazagão, Porto Grande, Santana e Laranjal do Jari possuem uma loja cada.

Meu avô paterno, João Espíndola Tavares, foi maçom. Aliás, foi um homem dedicado à Maçonaria. Vou contar um pouco dessa história:

Em 1968, após ser observado pela sociedade maçônica de Macapá, João Espíndola (meu avô) foi convidado a ingressar na Loja Maçônica Duque de Caxias, onde foi iniciado como Maçom. Logo se destacou dentro da Ordem por conta de seu espírito iluminado. Foi um dos maiores incentivadores de ações filantrópicas maçônicas no Amapá.

João foi agraciado, em 1981, após ocupar 22 cargos maçônicos, com o Grau 33 e o título de “Grande Inspetor Litúrgico”. Ele sedimentou seus conhecimentos sobre literatura mundial lendo de tudo.

Vô João transitou por todos os cargos da Ordem. As cadeiras que ocupou foram sua ascendência à graduação máxima da instituição. Foi Vigilante, 2ª Mestre de Cerimônias, Venerável Mestre, 1º Experto Tesoureiro, Delegado do Grão Mestre para o 11ª Distrito Maçônico e presidente das Lojas dos Graus Filosóficos. Também foi um dos participantes do Círculo Esotérico da comunhão dos membros.

Meu avô é o primeiro da esquerda. Nessa foto, com outros maçons, entre eles o senhor Araguarino Mont’Alverne (segundo da direita para a esquerda), avô de amigos meus.

Ele também integrou o grupo de humanistas da instituição, que objetivava a assistência social e humanitária, oferecendo atendimento médico gratuito ao público. A entidade filantrópica também ministrava aulas preparatórias para candidatos ao exame de admissão ao Curso Ginasial, que hoje conhecemos como Ensino Médio.

Quando ele morreu, em 1996, em nota, a Maçonaria divulgou: “Durante sua estada entre nós, sempre foi ativo colaborador e possuidor de um elevado amor fraterno”.

Há oito anos a Loja Maçônica do município de Mazagão, Francisco Torquato de Araújo, comemorou 20 anos de fundação. No evento, a instituição homenageou seus fundadores, entre eles o patriarca da minha família paterna, João Espíndola Tavares.

Tio Pedro, o Venerável Mestre

Meu tio e querido amigo, Pedro Aurélio Penha Tavares, é o único maçom da minha família. Ele também é o atual Venerável Mestre da Loja Duque de Caxias, que este ano completou 70 anos de fundação. Meu avô, lá nas estrelas, deve ter muito orgulho de seu filho, que seguiu seu caminho Maçônico.

Tio Pedro, Venerável da Loja Duque de Caxias, ao lado do Anatal, Venerável da Loja Acácia do Norte.

Hoje, tio Pedro, como Venerável Mestre, expediu a seguinte mensagem pela passagem da data:

O Maçom, por princípio, não deve ter um dia específico para agir maçônicamente. Todos os dias são Dias de Maçon, pois a construção do Templo Interior é um trabalho árduo, diuturno e que leva uma vida para ser concluído “. Parabéns a todos os IIR . ‘ ., livres e de bons costumes, especialmente os que buscam viver como verdadeiros MMaç . ‘ ., “levantando TT. ‘ . à virtude e cavando masmorras ao vício” para que sejam “Justos e Perfeitos”, parabenizou o Venerável Mestre da Duque de Caxias.

Não sei se um dia terei perfil para ser um membro da nobre instituição, mas seria uma honra. Lembro de crescer com um certo fascínio sobre a Maçonaria por conta do meu avô. Além do vô João e tio Pedro, parabenizo todos os meus amigos maçons. São eles: Nilson Montoril Júnior, Fernando Canto, Silvio Neto, Renivaldo Costa, Mateus Silva, Vladimir Belmino, Anderson Favacho e meu, entre outros que não me recordo agora. Congratulações pela data!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Patrick Bitencourt!

Hoje é aniversário do pai da linda Manu, mestre-jedi/sith do João, sociólogo, empresário, professor, ex- patrulheiro das ruas, roqueiro das antigas, fã de cinema, apreciador de quadrinhos e desenhos animados, velho aliado da batalha anual chamada de “A Banda”, e antigo parceiro de vitoriosas brigas de rua”. O homem ainda é sócio fundador da Cúpula do Trovão, flamenguista convicto, praticante de artes marciais, assíduo frequentador de missas dominicais, boêmio, bicolor, pirata da batucada, filho do Bode e da Conceição, irmão do Frank, Boca e Najara, namorado da Karinny, e amigo “demais” considerado dos malucos da cidade e irmão de vida deste jornalista: Patrick Loureiro Bitencourt.

Primeiro, conheci o Franck, com quem estudei em 1987, mas seus irmãos, Paulinho Boca-Mole e Patrick-Urso-Polar (codinomes usados desde a época do Star Night Clube) foi que se tornaram grandes amigos nessa longa e louca estrada de tijolos amarelos, chamada de vida. Fiz amizade com ambos em 1996, quando eu e meu irmão, Emerson, ingressamos na Cúpula do Trovão (grupo de adolescentes que fez um catatau de merdas e se divertiu a valer naqueles tempos de irresponsabilidades).

Leitores, a gente já aprontou muito nessa vida. Temos muitas aventuras e desventuras pra contar, mas a maioria são impublicáveis, fazem parte das “Guerras Secretas” (risos).

Com o Patrick, já vivi centenas de situações felizes. Muitas delas inusitadas e inesquecíveis. Já destruímos abestados no soco, tapa e bicudas, já perdemos amigos queridos e lidamos com isso com apoio recíproco, assistimos a shows de rock, viajamos juntos e bebemos tantas cervejas na mesma mesa, que daria para encher umas 10 caixas d’água do Buritizal.

Patrick é inteligente, malandro, divertido, bem-humorado, espirituoso, malandro, coerente, sensato, competente profissional da educação, pai exemplar e amigo prestativo. Fico puto com ele pelas encarnações (zoação), muitas vezes, demasiadas e inoportunas, como o escracho de querer me ridicularizar por ser gordo (mas eu sou um gordo safo e considerado, rs). E ele detesta o meu gênio e críticas. É claro que já brigamos um com o outro, o que faz parte de qualquer laço de amizade.

Gosto de ter o Patrick por perto, mas ele anda ausente. E é por uma boa causa: ele está felizão com a gente boa Karinny, sua namorada. E se ele tá feliz, eu tô feliz. Amizade é isso. Enfim, entre as verdades incontestáveis de nossas vidas, minha, do Emerson (meu irmão que também é irmão dele), The Clash, Boca, outros amigos e familiares do Urso, é que amamos esse cara.

Urso safado, tu é um parceiro, amigo e irmão cem por cento. Que sigas na viagem, que é a vida, com muito mais motivos para sorrir. Saúde, sabedoria e sucesso, sempre, mano velho. Meus parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares e Emerson Tavares (pois tenho certeza que falo pelo Emerson em relação ao apreço, amizade e respeito por ti).

Três vivas para Mara Caldas!

Hoje aniversaria a mãe do Joaquim, esposa do Yurgel, professora, servidora pública, mestranda em Cultura Portuguesa na faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) – sim, lá na terra de Cabral – fã de boa música, livros e vinhos, além de queridona deste jornalista, Mara Caldas.

Nem sei desde quando conheço a Mara, mas faz tempo. Ela é uma pessoa agradável, dona de vasta cultura geral, sorridente, gentil, entre outras tantas paideguices. Sobretudo uma mulher do bem.

Como a maioria dos meus “brodis”, ela é inteligente e tem uma visão diferenciada de mundo. Faz parte de algumas das minhas memórias afetivas em relação à época do Colégio e festinhas na Macapá dos anos 90.

A gente se ameaça, diz que vai tomar umas e bater papo, mas nunca rola. Não é culpa dela e nem minha, mas sim de nossas vidas. Já faz tempo que não nos encontramos, somente interagimos via redes sociais. Nem por isso ela deixa de ser considerada por mim, e tenho certeza que é recíproco.

Mara, velha e querida amiga, que tenhas sempre saúde pra cuidar desse moleque lindão, do que está a caminho (aliás, parabéns a você e Yurgel) e do marido gente boa. Que tenhas sempre sucesso e felicidades junto aos teus amores.

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

O Dia Mundial da Fotografia e alguns registros meus

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Reserva Natural de Laranjal do Jari – AP – Foto: Elton Tavares
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Morada no Rio Araguari

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Da janela do TRE Amapá – Foto: Elton Tavares
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Da janela do TRE Amapá – Foto: Elton Tavares
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De cima do edifício Maleta – Belo Horizonte (MG) – Foto: Elton Tavares
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Da janela do hotel em Belo Horizonte (MG) – Foto: Elton Tavares
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Estrada no Vale do Jari – Foto: Elton Tavares
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Estrada no Vale do Jari – Foto: Elton Tavares
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Centro de Saint-George (FRA) – Foto: Elton Tavares.
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Resex do Rio Cajari – Vale do Jari (AP) – Foto: Elton Tavares
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Da janela do TRE Amapá – Foto: Elton Tavares

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Belém, Belém – Foto: Elton Tavares
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Da janela do avião – Foto: Elton Tavares
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Igreja da Conceição – Macapá (AP) – Foto: Elton Tavares

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Garça no Curiaú – Macapá (AP) – Foto: Elton Tavares
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Curiaú – Macapá (AP) – Foto: Elton Tavares
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Momento que um gavião apanha um sapo, no Gurijuba, região do Pacuí (AP)- Foto: Elton Tavares
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Garça na estrada do Jari (AP) – Foto: Elton Tavares
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Foto: Elton Tavares. Registro feito no Rio Gurijuba, nas fazendas São Pedro e Santa Lúcia, de propriedade dos meus tios.
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Foto: Elton Tavares. Registro feito no Rio Gurijuba, nas fazendas São Pedro e Santa Lúcia, de propriedade dos meus tios.

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Eu, “Godão”. Valeu por nos visitar no De Rocha.

Comentários nas mesas de Bar nessa época do ano

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No bar a gente resolve os problemas do mundo todo em algumas horas, regados a muita cerveja e teorias mirabolantes. A filosofia de boteco é ampla, mas nestes tempos de campanha política, o pessoal questiona, critica, engrandece, crê, descrê e etc. Sim, não só no boteco, mas nas tocas, nas ruas, nos becos, escritórios, gabinetes e etc. Mas bom mesmo é no botequim.

Entre uma conversa e outra sobre todo tipo de candidato, várias opiniões são emitidas nas mesas. Entre os muitos comentários impublicáveis sobre o dia-a-dia destes tempos estão:

“Aquele limpeza!”; “Mais puxa-saco logo”; “Me rouba logo!”; “Tudo mentira que eu sei!”; “Tá escrevendo e falando merda”; “Depois de velho, se expõe ao ridículo”; “Tááááá, pra caralho!”; “Logo tu, surucucu”; “Me admira de ti”; “Até tu, rapá?”. “Fulano é traíra” e por aí vai (risos).

Como sou do grupo sem grupo algum, dou risada e mais escuto do que falo. Realmente, me divirto. Pois convenhamos, esse período é hilário e acho muito porreta ouvir as estratégias, “engenharia política”, planos malucos, alianças inusitadas, probabilidades impensáveis dos cientistas políticos bêbados e profetas embriagados.

Elton Tavares

*Republicado por só se falar em política mesmo. 

Eu lembro, pai. Muito obrigado! – Texto atualizado e republicado por motivo de saudades. 

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Papai, eu e Emerson (no meio, sentado)

Lembro da minha infância com alegria. Eu e meu irmão fomos agraciados com excelentes pais, que nos proporcionaram tudo de melhor possível (e muitas vezes impossível, mas eles fizeram mesmo assim). Graças a Deus, minha mãe continua aqui e é meu anjo da guarda.

Lembro todos os dias do meu pai, José Penha Tavares. Ele faz muita falta. Não só hoje, que é Dia dos Pais, mas sempre. E sempre fará. Difícil compreender as indecifráveis razões de Deus para algumas despedidas.

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Lembro que nós nunca fizemos a primeira comunhão, nem eu e nem Emerson, pois fugíamos das aulas de catecismo para ir com o papai pra AABB. Ele ia jogar bola e nós curtíamos a piscina. Apesar de não ter sido um frequentador de igrejas, Zé Penha tinha muito mais Deus no coração do que a maioria dos carolas que conheço.

Lembro-me de quando ele me levava para ver seus jogos de futebol. Era goleiro dos bons. Lembro quando tinha mais ou menos uns quatro anos ele me chamava de “Zôk”, apelido dado por causa da risada que eu dava quando ouvia o nome da moto Suzuki.

Lembro que sempre foi nosso herói, meu e do meu irmão Emerson. Depois, também virou ídolo de muitos amigos, por conta do nível caralístico de paideguice que ele tinha. Lembro que poucas vezes vi meu pai triste ou irritado.

Lembro-me das poucas broncas, de algumas porradas, de poucas discussões. Disso mais lembro de esquecer. Lembro muito mais das viagens, da parceria, da amizade, da proteção, da admiração que tinha e tenho por ele.

Lembro-me de papai nos levar para jogar bola, ao cinema, circo, arraial ou qualquer lugar em que ficássemos felizes. Éramos moleques exigentes, mas lembro que ele e mamãe sempre davam um jeito, mesmo com pouca grana. Lembro dos ensinamentos e sei que uma porção grande de bondade que trago em mim herdei de meu pai.

Lembro que conviver com meu pai era viver no paraíso. Lembro-me de como todos o amavam e até hoje, todos sentimos saudades. Lembro que já são 20 anos sem você. Lembro, Zé Penha, de o quanto fomos parceiros, confidentes e grandes amigos. Aliás, pai, fostes o melhor de todos. Lembro de como eras sensacional, cara. Incrível, mesmo!
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Lembro de tudo amorosamente, pouquíssimas vezes com lágrimas nos olhos, mas a maioria com sorrisos. Pois o que mais lembro é que tu, pai, era a personificação da alegria e bom humor. Enfim, de vida. Lembro de ti, Zé Penha, todos os dias. E amo lembrar o que fostes e o que representas. Obrigado por todo o amor. Um beijo em ti. Estejas tu nas estrelas ou em qualquer lugar além do meu coração. Amo-te, pra sempre. Feliz Dia dos Pais!

Elton Tavares

*Texto atualizado e republicado por motivo de saudades. 

Meu irmão Emerson, o melhor pai do mundo!

Como todos os meus amigos, familiares, colegas e conhecidos sabem, nunca fui abençoado com a paternidade. Piro, dengo, babo e amo a minha sobrinha Maitê como uma filha. Mas ela, senhores leitores deste site, tem o melhor pai do mundo: meu irmão, Emerson Tavares.

Quando eu e meu irmão éramos crianças, tivemos uma base familiar sólida, na qual aprendemos valores como caráter, honra, a importância de trabalhar e honestidade. Além da importância de ser educado.

É uma lindeza ver a forma amorosa que o Emerson cuida da filha Maitê. Com a ajuda da esposa, minha também maravilhosa cunhada Andresa, eles criam e educam a Maitê para ser como ambos: despudoradamente de bem com a vida e feliz.

Lembro quando meu irmão, após o pai partir, ter dito: “ele nos ensinou o segredo, sermos caras bacanas e vivermos felizes”. Assim como papai, Emerson é um cara brincalhão e querido por todos.

Ele aprendeu mais que isso, absorveu os ensinamentos de como seu um pai excelente. Parabéns, Merson. Você conseguiu. Te admiro e amo você. Feliz Dia Dos Pais!

Elton Tavares

Hoje é o Dia dos Pais – Minha homenagem aos que amam e zelam por seus filhos

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Hoje (9) é o Dia dos Pais. A data tem origem na antiga Babilônia, há mais de 4 mil anos, por conta do jovem chamado Elmesu, que moldou em argila o primeiro cartão. Nele, o rapaz desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai. Para alguns, é somente mais uma data inventada pelo comércio para promover suas vendas. Quem idealizou a data para o segundo domingo de agosto foi o jornalista Roberto Marinho, em 1953, justamente para aquecer as vendas do comércio e, consequentemente, o faturamento de seu jornal, O Globo.
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O Dia dos Pais é muito mais que isso, é dia de reverenciar nossos heróis. A paternidade é uma dádiva, nem me imagino como pai, mas admiro quem cria, cuida, protege e educa sua prole. Sempre digo aos meus amigos: “cuidem e amem seus pais enquanto eles estão por aqui”. Ah, diga “eu te amo, pai!”. Acredite, esse é o melhor presente.

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Meu irmão Emerson, pai da nossa Maitê.

O dia de hoje mexe comigo, me traz muitas saudades do meu pai, José Penha Tavares, do patriarca de nossa família, meu avô João Espíndola Tavares e do meu tio, Itacimar Costa Simões (que também foi um pai para mim). Os três já partiram para outro plano, mas que fique registrado, eles foram homens valorosos, com quem aprendi coisas fundamentais para a vida como dignidade, honra e respeito às pessoas.
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Dedico este texto a todos os meus amigos e parentes que foram abençoados com a paternidade, aos filhos que ainda tem o privilégio de terem seus pais por perto e aos pais que fazem tudo pelos seus filhos, cada um a sua maneira. Em especial ao meu irmão Emerson, meus primos Adriano Silva e Marcelo Tavares, meus tios Pedro Tavares e Paulo Tavares. Alguns são mais dedicados e amorosos, outros mais práticos e de poucos chamegos, mas o importante é o papel que vocês cumprem. Feliz Dia dos Pais!

Dedique-se a conhecer seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora, de vez” – Frase do poema Filtro Solar.

Elton Tavares

Sobre domingos de quando eu era moleque

Quando eu era moleque, nas manhãs de domingo, acordava com a MPB rolando no toca-discos de vinil, meu pai já tomando uma e minha mãe cozinhava (isso quando não íamos comer fora). O cheiro porreta da broca já exalava na casa. Meu irmão ainda tava na parte de cima do beliche, desmaiado. Eu o acordava pra começarmos a brincar, azucrinar e dominar o mundo. Papai, sempre carinhoso, nos abraçava e cheirava. Mamãe, também amorosa, mas mais comedida, dava um beijo em cada um dos moleques. Uma vida vivida no amor. É assim até hoje, mas sem o velho Zé Penha. Que saudades!

“Dedique-se a conhecer seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora, de vez” – Trecho do poema “Filtro Solar”.

Elton Tavares

Um recorte de jornal sobre meu pai, Zé Penha – Por @PradoEdi

Já escrevi muitas vezes sobre o quanto meu pai, Zé Penha, foi um cara porreta. Sou suspeito, o cara foi, é e sempre será meu herói. Mas quando outra pessoa o elogia, dá ainda mais orgulho de ser filho do negão mais gente boa que conheci. Esse recorte de jornal é de 1998, assinado pelo meu amigo e colega jornalista Édi Prado, publicado no informativo da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), onde meu velho trampava na época que embarcou para as estrelas. Saudades e amor sempre, Penhão!

Como Mestre Yoda falar devemos, mas falar assim fácil não será!

Yoda, o grande mestre Jedi, é uma das figuras mais marcantes da cultura pop. Mestre Yoda foi um guerreiro extraordinário da Ordem Jedi mas, acima de tudo, um professor que marcou gerações de fãs da saga. Seus pensamentos filosóficos foram ensinamentos emblemáticos do cinema, e ensinaram muito a Luke e ao público sobre disciplina, dedicação máxima e a Força.

Yoda falava uma versão incomum do Básico. Ele usualmente colocava os verbos (principalmente verbos auxiliares) após o objeto e do sujeito (um formato objeto-sujeito-verbo).

Cheguei à conclusão que seria muito mais prático se falássemos todos como o Yoda, colocando a ideia central – o que interessa – no início da frase, e o sujeito no final. Muito mais simples seria, se todos os Humanos assim falassem. Prática esta ideia irão achar. Resistentes a esta sugestão não devem ser, uma maior compreensão dos assuntos as pessoas iriam atingir.

Exemplos de fala de Yoda:

“Quando 900 anos você tem, ter aparência boa difícil é”.

“Aliada minha é a Força. E poderosa aliada ela é.”

“Por 800 anos treinei eu jedi. A mim decidir cabe quem treinado deve ser. Um Jedi precisa um profundo compromisso ter. A mente mais séria.”

“Iniciada, a Guerra dos Clones está.”

“A tempestade está piorando, temo eu.”

“Em um estado sombrio nós nos encontramos… um pouco mais de conhecimento iluminar nosso caminho pode.”

“O medo é o caminho para o Lado Escuro. O medo leva à raiva, raiva leva ao ódio; ódio leva ao sofrimento. Eu sinto muito medo em você.”

“Gelada, esta cerveja está!”

“Comigo cabreiros eles ficaram.”

Se expressar assim legal é e como Mestre Yoda falar devemos, mas fácil não será!

Estranheza, sentem vocês? Fácil é a adaptação, achar isto vocês irão em breve. Mais divertidas as conversas se tornariam, mais cedo o assunto perceberíamos e reduzida a especulação seria, muitas discussões desnecessárias evitar-se-iam assim. Pensar nisto devem vocês, mais prático, direto e interessante seria, não concordam vocês comigo?

Que a Força esteja conosco!

Happy hour da Banca Rios Beer, que dá 15% de desconto nas cervejas especiais, segue em agosto

Inciado em julho, o happy hour da Banca Rio’s Beer segue durante o mês de agosto. A loja renovou o seu estoque e dá 15%, de segunda a sexta-feira, desconto nas cervejas especiais, desde que abre as portas, até às 21h. É, querido leitorado deste site, a loja abre às 18h e você ganhou mais um mês para curtir com os amigos no melhor fim de tarde da cidade.

Você poderá saborear uma boa cerveja, como as Weiss’s, IPA’s, Pilsen’s, Stout’s, Porter’s, witbier’s, entre tantos outros tipos na carta diversificada da casa, com um desconto legal. Como sou fregues assíduo, vou aproveitar.

Eu, noite dessas, fechando a edição deste site, na Banca Rios Beer.

Sobre a Banca Rios Beer

A Banca Rios Beer é sucesso de público e crítica. Aberto em 2016, o estabelecimento é especializado em cervas especiais. A loja possui uma grande clientela de cervejeiros que apreciam seus produtos e atendimento de alto nível.

A loja possui uma diversidade de cervejas especiais nunca vista antes deste lado do Amazonas, com rótulos nacionais e importados. No local você encontra marcas premiadas em diversos festivais especializados, do tipo artesanais e importadas, com sabores exóticos que agradam a todos.

Algumas curiosidades sobre as Tiny Rebel que você encontra na Banca Rios Beer:

Hadouken – Um tributo ao clássico movimento de videogame. Com três lúpulos americanos. Estilo: IPA – ABV: 7,4% – IBU: 80

Fubar – O rótulo mais vendido e o preferido da cervejaria. Junta o estilo britânico com os lúpulos americanos. Estilo: Pale Ale ABV: 4,4% – IBU: 40

Beat Box – Notas florais e amargor moderado. Estilo: American Pale Ale – ABV: 4,5% – IBU: 40

Dirty Stop Out – Produzida com nove maltes diferentes e aveia. Estilo: Smoked Oat Stout – ABV: 5% – IBU: 50

Stay Puft – Em sua primeira produção, bastaram 36 horas para vender todo o lote. Torrado e final levemente adocicado. Estilo: Marshmallow Porter – – ABV: 5,2% – IBU: 30

CWTCH Welsh – Produzida com seis maltes e três lúpulos americanos. Estilo: Red Ale – ABV: 4,6% – IBU: 50

Cali – Amarga com sabores tropicais e refrescante. Estilo: American Pale Ale – ABV: 5,6% – IBU: 55

Bora lá!

Serviço:

Happy hour da Banca Rios Beer (com 15% de desconto nas cervejas especiais)
Horário de funcionamento: de 16h às 0h.
Endereço: na Avenida Henrique Galúcio, n. 1644.

Informações:

Lilian Ferreira: 96 98128-8081
Leandro Chiesa: 96 99147-6773
Kleuson Costa (Fritz): 96 98110-0784
Instagram: @bancariosbeer
Facebook: https://www.facebook.com/bancariosbeer/?fref=ts

Elton Tavares

Hoje é o Dia Internacional da Cerveja (bora beber!)

Como todos sabem que nos acompanham : este site possui a sessão Datas Curiosas, onde escrevemos sobre dias comemorativos inusitados, engraçados e em homenagem à pessoas e situações. Pois bem, hoje é o Dia Internacional da Cerveja. Mais porreta logo, hein?

Comemorado na primeira sexta-feira de agosto. A data foi inventada em 2007, em Santa Cruz na Califórnia (E.U.A.). É festejada em mais de 50 países por amantes fervorosos de cerveja. O dia é baseado em três propósitos declarados: reunir amigos para saborear a referida bebida; celebrar com responsabilidade (o que nem sempre rola) e ter o sentido de união mundial com outros cervejeiros de todo o planeta, ou seja, unir o mundo para celebrar a bebida (desculpa de gorozeiro, sei bem como é).

Na Europa realizam-se vários festivais da cerveja, especialmente em países como a Bélgica e a Alemanha. Enquanto a bebida alcoólica mais antiga e popular do mundo que é, pode encontrar a cerveja em qualquer bar, restaurante ou pub, não tendo desculpas para não aderir a este dia mundial da cerveja.

Quem me conhece sabe: sou chegado numa cerva gelada e não gosto de somente sujar o bico, dou valor mesmo é em encharcar.

Ah, pra mim, quase todo dia é dia de tomar umas, seja chopp, cerveja barata ou requintadas. Bebo cerveja desde os 14 anos. Herdei do meu saudoso pai o gosto pelo produto. Meu irmão também entorna bem, graças a Deus. Aliás, toda a minha família paterna é chegada (risos). Bebo durante a semana, principalmente depois de um expediente exaustivo, nada como afogar o stress com uma boa bebida e um papo descompromissado com a galera. Sabem como é, a vida é muito curta pra nos divertirmos somente nos fins de semana.

Amo cerveja. Tanto que sou fã de citações como: “trabalhar de ressaca é para os campeões” e “trampar de ressaca é para os jedis (ou siths)”. Nada que comprometa meu desempenho, claro.

Curiosidades sobre a cerveja

Existem vários tipos e variedades de cerveja.

Em média, o processo de produção da cerveja demora 20 dias.

Existem copos específicos para beber cada tipo de cerveja.

A cerveja tem muitos benefícios para a saúde, incluindo os ossos, a insônia, o colesterol, o cabelo, a pele, o sistema imunológico e cardiovascular.

As garrafas castanhas ajudam a manter a frescura da cerveja.

A cerveja mais cara do mundo é a Vielle Bon Secours que custa 880 euros.

A melhor cerveja do mundo é a Westvleteren 12, com 10,2% de álcool.

Então, queridos leitores, já que tem uma data específica, vamos todos curtir essa unanimidade mundial, pois há poucas coisas em que o mundo inteiro concorda, e cerveja é uma delas! Portanto, cervejeiros alterocopistas, uni-vos e ergam seus copos. Que esta sexta seja de muita paz, amor e cerveja!

Elton Tavares

“Bozonaro”: um palhaço louco aplaudido por idiotas

O candidato do PSL à Presidência da República, deputado federal Jair Bolsonaro, foi o entrevistado da noite desta terça-feira (30), no programa Roda Viva, da TV Cultura. Por conta das respostas, o presidenciável constatou a dúvida de muitos, ele é um palhaço imbecil.

Respostas e pontos de vista de “Bozonaro”:

1. Disse que gostaria de ter convivido mais com Cunha.
2. Pontuou a dificuldade de aprovação, mas disse concordar com Paulo Guedes de que a reforma da previdência de Temer devia ser aprovada.
3. Defendeu privatização de estatais.
4. Disse que não considera o caso Vladimir Herzog como tortura.
5. Falou que nunca atacou banqueiros, mas em 1999, porém, ele criticou a relação entre banqueiros e parlamentares ao falar da CPI dos Bancos, que investigou irregularidades no sistema financeiro.
6. Que o Brasil não tem dívida histórica para com a população negra, criticou cotas e disse: “não escravizei ninguém”.
7. Afirmou ter apresentado cerca de 500 projetos nos seus 28 anos como deputado, mas apresentou apenas 176 projetos e só dois foram aprovados.
6.”Tem que ver o passado dele. Não é isso aí que pintam”. (Bolsonaro, sobre Nelson Mandela).
8.Já perguntaram sobre Saúde, Educação, reforma da previdência, reforma tributária, cotas, o que mais? Se ele não respondeu com clareza foi porque não tem ideias.
9.Sobre ações para que a mortalidade infantil deixe de crescer, Bolsonaro a princípio diz que vai “pegar de frente a questão da corrupção”. “Tem muito a ver com os prematuros. É muito mais fácil um prematuro morrer…”, relinchou.
10. Quando perguntado sobre a redução da carga de impostos e a volta de doenças que haviam sumido do Brasil, disse que a Inglaterra reduziu. Sobre Saúde, não soube dizer nada de concreto. Ficou de novo em generalidades. “Quem for ministro da Saúde terá de cuidar da Saúde”.
11.Bolsonaro é questionado sobre como diminuir o desemprego no campo: “Essas pessoas têm que ser treinadas para fazer outras coisas. Se o governo não atrapalhar o empreendedor e não atrapalhar o trabalhador, acho que temos como melhorar essa questão do emprego no Brasil.”
12.Em 30 anos como político profissional, ele não apresentou nenhuma ideia sobre temas como educação, saúde, economia… questionado sobre uma ação em favor do RJ, em todos esse anos como parlamentar, não conseguiu se lembrar de UMA!

Por fim, mas um absurdo (normal no caso dele):

— Seu livro de cabeceira?
— Verdade Sufocada.
— O autor?
— Hahahaha. É uma história real do Brasil. Você tem que ler os dois lados.
— Qual é o autor?
— Carlos Alberto Brilhante Ustra.

*O autor do livro de cabeceira de Bozonaro é Carlos Alberto Brilhante Ustra foi um coronel do Exército Brasileiro, ex-chefe do DOI-CODI do II Exército, um dos órgãos atuantes na repressão política, durante o período do ditadura militar no Brasil.

Descobrimos o óbvio: “Bozonaro” é um palhaço louco aplaudido por idiotas. O problema é que milhares de jovens – que são maioria entre seus eleitores – não se constrangerem com o que ele diz e ainda propagam essa estupidez!