Hoje é o Dia da Avó!

Hoje (26) é o Dia da Avó. No Brasil a data é comemorada em 26 de julho por conta da celebração do dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo. Não tenho mais avôs vivos, eles já foram passear com as estrelas e viraram saudade. ,Mas, graças a Deus, minhas avós estão entre nós com suas ternas presenças.

Sim, graças a ELE, convivo com minha avó paterna, Perolina Penha Tavares (com 92 anos), e materna, Cacilda Neves Vale (de 89 anos), ambas muito lúcidas. Elas são pessoas formidáveis, de uma honestidade e boa fé a toda prova.

Eu e vó Cacilda, em 2014.

Entre as duas, tenho mais afinidade com a Peró, mãe do meu pai. Sobre a vó Cacilda, ela sempre foi uma senhora amável, batalhadora e bondosa.

Já sobre Perolina, minha vó favorita, sou seu neto mais velho e temos uma sintonia mágica. Ah, a Peró! Senhora sábia e caprichosa. Mulher amorosa e forte. A Peró é admiravelmente incrível, uma ilustre senhora de quem tenho a honra de descender e a sorte de ter o amor, que é recíproco e profundo.

Eu e vó Peró, a nonagenária mais linda do mundo, em dezembro de 2016.

As avós merecem reconhecimento, consideração e respeito. Elas foram fundamentais com todos os conselhos, ralhos, presentes, puxões de orelha, comidas, preocupações, remédios caseiros, enfim, amor!

Minhas homenagens também a minha mãe, Maria Lúcia, vó amorosa da Maitê, nossa pequena princesa de quatro aninhos. Ela é a única neta da mamãe e muito amada pela Lucinha.

Minha mãe, Lúcia e Maitê, sua neta e nossa princesa linda.

Também felicito as amigas que são avós, como a Mariléia Maciel e Alcinéa Cavalcante. Em nome delas, todas as minhas queridas que receberam essa benção.

Por tudo isso, se você tem uma ou duas avós, valorize-as. Feliz Dia da Avó!

Elton Tavares

Rita Torinha gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida! – @RitaTorrinha

Hoje a jornalista Rita Torrinha gira a roda da vida. Competente editora do portal de notícias G1 Amapá, excelente revisora, especialista em assessoria de comunicação institucional e cultural, esposa do Preto Velho da Amazônia (jornalista e também amigo Rodnei Silva), mãe dedicada da Bebelle, pior cantora de redação da galáxia (por conta do repertório, que fique registrado), além de querida amiga deste editor, Rita Torrinha.

Em 2010, comecei a trabalhar na Comunicação do Governo do Amapá. Rita também entrou no mesmo dia. Aquela foi uma das melhores equipes que integrei e dividi uma redação. Eu e Torrinha tivemos alguns problemas de relacionamento e depois nos tornamos amigos, de fato. Sim, nós já nos detestamos, mas já tempo que ela é broda. É como diz o adágio popular: “a gente troca juventude por sabedoria”.

Voltamos a trabalhar juntos em 2013, na assessoria de comunicação da Prefeitura de Macapá e a coisa fluiu bem. Nossos caminhos se cruzaram várias vezes e quase sempre com muita parceria e brodagem. Além da maravilhosa mãe e jornalista caralhenta que é, Torrinha também foi por muito tempo uma das revisoras do meu site.

Eu e Rita não vivemos juntos e nem somos confidentes, mas sim, somos amigos. E ela é do meu coração, pois tenho certeza que se rolar um perrengue com um de nós e o outro puder ajudar, assim será. Tenho gratidão, respeito, admiração e amizade por ela.

Por tudo dito/escrito acima e mais uma porrada de batalhas vencidas junto com ela, desejo tudo de melhor nessa vida para a Rita Torrinha. Mana velha, que sigas com saúde, pois tu te garantes no trabalho e o sucesso é consequência. Que tenhas sempre alegrias junto da tua família lindona.

Mais uma vez, obrigado pela força na jornada. Que Deus te ilumine sempre. E que teu novo ciclo seja aind amais feliz e próspero. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares
*Texto republicado, mas de coração.

Hoje é o Dia do Amigo – Minha homenagem aos meus queridos amigos

Hoje é o Dia do Amigo. O Dia do Amigo é uma data proposta para celebrar a amizade entre as pessoas. No Brasil, Uruguai e Argentina, a data mais difundida para esta celebração é 20 de julho. A iniciativa foi apresentada conjuntamente por 43 países (incluindo o Brasil e quase todos os países sul-americanos), e foi aceita unanimemente pela Assembleia Geral.brad-a-cura

Tenho muitos deles, disso posso me gabar, graças a Deus! Muitos com quem posso contar em momentos escrotos e para também, claro, dividir momentos felizes de minha existência.

Algumas amizades são sólidas como o adamantium que reveste o esqueleto de Wolverine e outras, por conveniência, tão instáveis quanto gato em teto de zinco quente. É preciso ser muito burro para chegar a romper amizades por política, intolerância, ciúmes ou qualquer outra bobagem nefasta. Já fiz isso e já fizeram isso comigo. De repente, os heróis de ontem viraram os vilões de hoje e vice-versa.1346

Já magoei alguns, que nunca mais voltaram, “por conta de uma pedra em minhas mãos”, como disse Renato. A estes, só desculpas não são suficientes, só quero que saibam que eu sinto muito (em alguns casos, que fique claro). Outros me sacanearam pesado e foram devidamente escanteados. Um deles se tornou um inimigo de fato.

Por causa do318756_348363848572538_1426974176_ns amigos, já me meti em brigas, fofocas, me endividei, bati e apanhei. Não me arrependo de nada, eles fizeram por mim também. É na hora que o bicho pega que vemos quem é quem.

Li em algum lugar que “Amigo é aquele que o coração escolhe”, em outro que “não fazemos amigos, os reconhecemos”. Pode ser, mas uma coisa é certa, a amizade é um bem precioso. E como é!

Amigos são a família que escolhi, o meu povo, os meus amados (e às vezes odiados). Afinal, as brigas fazem parte da coisa. Demorei muito pra aceitar e respeitar as pessoas como elas são. Quem não o faz, sofre.523

Tenho amigos que quero sempre junto a mim, eles energizam o ambiente. Amizade é um bem precioso, portanto, cuide daqueles que lhes são caros. Mas somente os que são amigos de mão dupla, pois a reciprocidade é fundamental.

Bacana a definição do meu amigo jornalista Edi Prado: “A gente não sabe quais os motivos dos nossos encontros nessa vida ou quais os motivos que nos levar a gosta de alguém. Mas acho que o que vale mesmo é o sentimento de carinho e demonstração de amor enquanto estamos vivos. Se o que temos pra lembrar são os momentos e as fotografias”. É isso aí, mestre Edi!

Resumindo, obrigado a vocês que fazem parte da minha vida e a tornam muito mais feliz. E feliz pra cacete! Difícil é nomear todos, mas lhes rendo homenagens aqui neste site sempre que trocam de idade. Sobretudo, enfatizo, a minha família. Eles sempre foram e sempre serão os meus melhores amigos. “Tenho amigos que não sabem quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles” – Paulo Sant’Ana.

13124518_1167592676627095_3824296749018928696_n-768x492
Com a mãe e o irmão, maiores e melhores amigos pra sempre!

Portanto, obrigado a todos os brothers e irmãzinhas que me aturam (sei que não é fácil). Ah, que fique registrado: amo vocês, comparsas. “A amizade é uma predisposição recíproca que torna dois seres igualmente ciosos da felicidade um do outro” – Platão.

Elton Tavares

*Ainda sobre amizade, assistam o vídeo de quando o Charlie Brown conhece o Snoopy, uma das mais belas amizades da ficção:

Hoje é o Dia Nacional do Futebol

download (7)

Hoje é o Dia Nacional do Futebol, uma data que foi escolhida em 1976 pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em homenagem ao time mais antigo do país em atividade, o Sport Club Rio Grande, do Rio Grande do Sul, fundado no dia 19 de julho de 1900.

mano

Eu e meu irmão, Emerson Tavares, amamos futebol. Ele muito mais que eu. Começamos a gostar do esporte por causa de nosso saudoso pai, José Penha Tavares (papai foi goleiro dos times amapaenses São José e Ypiranga). O velho nos levava para assistir aos jogos no antigo Estádio Glicério Marques, no centro de Macapá. Falar nisso é uma verdadeira overdose nostálgica.

1987

Também por influência do papai, nos tornamos flamenguistas. Graças a ele e a Deus, claro. Nunca fui bom de bola, batia muito, era perna de pau, mas sempre acompanhei o esporte e acompanho até hoje. Ah, eu ia esquecendo, aqui no Amapá, torço pelo Ypiranga, mas o futebol local ainda tem muito que melhorar.

Meu irmão Emerson, o maior flamenguista que conheço. E desconfio que o remista mais doente também. Graças a Deus, sou bicolor no Pará. Azar mesmo é quem torce pro Vasco, aquele time da série B.
galera-do-mengão1
Mas voltando a futebol de verdade, nas mesas dos bares, todos somos técnicos apaixonados, sempre temos uma desculpa, observação ou piada. O futebol não tem lógica, essa é a graça. O esporte é amor, paixão, sorrisos, lágrimas, encarnação, apostas, discussões, confraternização e, acima de tudo, emoção.

Há muito, o esporte deixou de ser uma preferência masculina, ainda bem, assistir aos jogos nos bares ficou muito mais convidativo (risos).

Minha relação com o futebol é somente de torcedor, não jogo bola e não jogaria mesmo se não fosse gordo. Gosto é de assistir e tomar cerveja.
euesalmeng_o
Enfim, amamos futebol, apesar daquele fatídico 7×1. Principalmente o Flamengo, mas independente de qual seja o seu time, viva o futebol, pois ele faz parte da nossa cultura.

Elton Tavares

O breve relato sobre a Little Big, a saudosa banda de skatistas de Macapá

As lembranças do Facebook me trouxeram uma foto da saudosa banda Little Big. Na postagem, os componentes do grupo e brothers das antigas contavam causos e marcavam um reencontro. Aí bateu a nostalgia e resolvi republicar este texto. Saquem:

A primeira formação da Little Big foi com Antônio Malária, no vocal, Ronaldo Macarrão, no contrabaixo, Tibúrcio, na guitarra, e Paulo Neive, na bateria. Todos skatistas.

A banda quase acabou com a saída de Tibúrcio. Patrick Oliveira (hoje líder da stereovitrola) assumiu este posto de forma brilhante. Houve um rodízio na cozinha da Little. A bateria contou com participações do Zico, Ricardo Kokada e Kookimoto, mas quem emplacou mesmo foi o Mário (não lembro o sobrenome do Mário e nem sei por onde ele anda, mas o cara tocava muito).

Eles tocaram juntos da segunda metade dos anos 90 até meados de 2002. Era a banda que mais agitava o rock and roll em Macapá.

A Little foi a banda de garagem mais duradoura e badalada daquela época (certeza de casa cheia onde os caras tocavam). No repertório, tinha punk, indie, hardcore e manguebeat. Chegaram a desenvolver um som próprio, com composições do Antônio Malária, um flerte com o batuque e marabaixo, misturados ao rock.

A banda ganhou força com a percussão de Guiga e Marlon Bulhosa. Inspirados, chegaram ao topo do underground amapaense com as canções autorais “Baseados em si”, “São Jose”, “Beira mar” e “Lamento do Rio”. Quem viveu aqueles dias loucaços lembra bem do refrão: “Eu sou do Norte, por isso camarada, não vem forte”.

Com os amigos Ronaldo e Antônio, da Little Big.

A banda embalou festas marcantes do nosso rock, teve seus anos de sucesso pelas quadras de escolas, praças, pista de skate, bares (principalmente o Mosaico) e residências de Macapá. Quando os caras executavam “Killing In The Name“, do Rage Against The Machine, a casa vinha abaixo. Era PHODA!

Era rock em estado bruto, sem muitos recursos tecnológicos ou pedaleiras sofisticadas. Os caras agitavam qualquer festa. Quem foi ao Mosaico, African Bar, Expofeiras, Bar Lokau, festas no Trem Desportivo Clube e Sede dos Escoteiros, sabe do que falo.

Vários fatores deram fim à Little Big, como desentendimentos internos e intervenção familiar. Eles não estouraram como banda autoral porque não tiraram os pés da garagem.

Em 2012, os caras se reuniram e tocaram em uma festa, mas eu perdi a oportunidade de vê-los, pois estava para Laranjal do Jari a trabalho. A Little Big agitou as noites quentes de Macapá e embalou os piseiros de uma geração. Uma banda que faz parte da memória afetiva de muitos amapaenses roqueiros e já quarentões. E foi assim.

“De um tempo que fomos para sermos o que somos” – Fernando Canto.

Elton Tavares

Hoje é o “Mandela Day” – Viva Nelson Mandela! (Se vivo, o herói da liberdade faria 101 anos hoje)

18 de julho é o Dia Internacional de Nelson Mandela, conhecido como “Mandela Day” e adotado pelas Nações Unidas em 2009. A data foi escolhida por ser a mesma do nascimento do herói da liberdade, falecido em 2013. Ele faria 101 anos hoje.

Ex-presidente da África do Sul, dono de um Prêmio Nobel da Paz e um dos homens mais respeitados do planeta, Nelson Mandela morreu aos 95 anos em Pretória, na África do Sul. Ele foi vítima de um câncer ao qual lutava contra desde 2001.

Ele foi o maior símbolo de combate ao regime de segregação racial conhecido como Apartheid, que foi oficializado em 1948 na África do Sul e negava aos negros (maioria da população), mestiços e asiáticos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. A luta contra a discriminação no país o levou há ficar 27 anos preso, acusado de traição, sabotagem e conspiração contra o governo, em 1963.

Condenado à prisão perpétua, Mandela foi libertado em 11 de fevereiro de 1990, aos 72 anos. Durante sua saída, o líder foi ovacionado por uma multidão que o aguardava do lado de fora do presídio.

Mandela defendeu o ideal de uma sociedade democrática e livre, na qual todas as pessoas convivam em harmonia e com oportunidades iguais.

Frases:

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.”

“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”

“Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos.”

“Aprendi que a coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas o que conquista esse medo.”

Para saber mais sobre a história deste fantástico homem do bem, assistam o documentário “O Milagre Mandela”:

Ele tornou-se ícone da liberdade e da igualdade. Sou negro, filho, neto e bisneto de negro e hoje rendo homenagens a um dos mais importantes homens da história. Nelson Mandela, o Madiba, foi fundamental. Não somente para um povo ou uma raça, mas para a humanidade.

Viva Nelson Mandela!

Elton Tavares

Como escrever um texto polêmico (vai na fé)

avatar_polemica_tw

Faz tempo que aprendi como escrever um texto polêmico e “cool”. Você contextualiza e detona o objeto que já está na pauta do momento. Sim, pega carona com a merda que já está na palheta (implantação da pena de morte no país, diminuição da maioridade penal, legalização do aborto e maconha, enfim, atualidade, política, religião, pessoas, música, etc…). Sim, textos de revolta, sangue nos olhos e tals. Ou crônicas dúbias, mas inteligentes (o problema é que nem todo mundo entende a segunda opção).

Desenvolvimento: durante o artigo ou crônica, esmiúça um “porém” e descreve alguma hipocrisia de ordem genérica, absolvendo o objeto. Com falsidade, claro. Ah, use frases de impacto. Tipo => como disse Bill Gates : “O sucesso é um professor perverso. Ele seduz as pessoas inteligentes e as faz pensar que jamais vão cair” ou Oscar Wilde, quando disse que ”o descontentamento é o primeiro passo na evolução de um homem ou uma nação”. Isso sempre funciona.escrevendo

Ah, faça perguntas? O sistema é falho, portanto deixa brechas para críticas no bandão. Aliás, falar mal é sucesso garantido!

Já na conclusão, você moraliza no formato bunda-mole tipo: “um tapa na cara da sociedade”. Todo mundo, aliás, é bunda-mole, em algum aspecto, claro. Só não aqueles que concordarem com este texto (Rá!).

Por fim, você pega o embasamento de alguma pessoa consideradona no meio de comunicação para o epílogo e afirma que aquele é o melhor texto produzido sobre o tema.homer de rocha

Claro que, brincadeiras à parte, devemos criticar, discernir e entender as coisas como elas são, de fato. Ver o mundo de outra ótica, a dos que não querem que a verdade venha à tona. Então, textos polêmicos são mais que necessários. O importante é seguir questionando os fatos e acontecimentos ao nosso redor. Seguimos discordando, sempre. E fim de papo!

A desobediência é uma virtude necessária à criatividade” – Raul Seixas

Elton Tavares

Nunca fui…

Nunca fui sonhador de só esperar algo acontecer. Sou de fazer acontecer. Não sou e nunca serei anjo. Não procuro confusão, mas não corro dela, nunca!

Nunca fui de pedir autorização pra nada, nem pra família, nem pra amigos. No máximo para chefes, mas só na vida profissional.

Nunca fui estudioso, mas me dei melhor que muitos “super safos” que conheci no colégio. Nunca fui prego, talvez um pouco besta na adolescência.

Nunca fui safado, cagueta ou traíra, mesmo que alguns se esforcem em me pintar com essas cores.

Nunca fui metido a merda, boçal ou elitista, só não gosto de música ruim, pessoas idiotas (sejam elas pobres ou ricas) e reuniões com falsa brodagem.

Nunca fui “pegador”, nem quis. É verdade que tive vários relacionamentos, mas cada um a seu tempo. Nunca fui puxa-saco ou efusivo, somente defendi os locais por onde passei, com o devido respeito para com colegas e superiores.

Nunca fui exemplo. Também nunca quis ser. Nunca fui sonso, falso ou hipócrita, quem me conhece sabe.

Nunca fui calmo, tranquilo ou sereno. Só que também nunca fui covarde, injusto ou traiçoeiro.

Nunca fui só mais um. Sempre marquei presença e, em muitas vezes, fiz a diferença. A verdade é que nunca fui convencional, daqueles que fazem sentido. E quer saber, gosto e me orgulho disso. E quem convive comigo sabe disso.

Elton Tavares

Feliz aniversário, Armstrong Souza! – @ArmistrongSouza

Léia, Arms, Sal, Gil e eu – Empório do Índio – Junho de 2017. Jornalistas, oh raça!

Hoje aniversaria o radialista, Relações Públicas, professor, pedagogo e jornalista, locutor que já anunciou vários títulos do meu Piratas da Batucada, cara bom de porrada (tanto com as mãos, quanto com as palavras), agente cultural, competente apresentador que pilota o programa Estação Diário no grupo Diário do Amapá, comunicador responsável e talentoso, além de brother das antigas, Armstrong Souza. Trata-se de um amigo querido, que respeito e admiro. Ele chega aos 50 anos repaginado, pois o cara agora tá fininho.

Com nome de astronauta, príncipe do Laguinho (filho do Rei Sacaca) e dono de um vozeirão reconhecido por 10 entre 10 amapaenses, Arms é uma figura querida pela imprensa e boêmios de Macapá. O cara é gente boa, sincero, divertido, trabalhador, batalhador, espirituoso perspicaz, corajoso, justo e inteligente.

Criado entre estilizados e Boêmios, mas querido em todas as agremiações carnavalescas, Armstrong é o apresentador do Carnaval preferido das torcidas. Está sempre presente onde tem Cultura. Presidiu a União dos Negros do Amapá (UNA) com cacife e é muito requisitado para apresentar eventos culturais. Arms também é religioso, mantém a fé em São Benedito e São Jorge.

Eu e o querido Arms

Armstrong é pura alegria e bom humor são suas principais marcas, pois aonde chega tem sempre uma piada ou fato engraçado pra contar.

Conheci o Armstrong na primeira metade dos anos 90. A gente frequentava a saudosa boite Star Night Clube. Eram tempos de “popêrô” e violência (risos). Ele sempre foi brincalhão, respeitado e considerado por todas as turmas.

Não à toa, o Armstrong aniversaria no Dia do Homem, pois ele é um grande cara. Arms, mano velho, que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Este é um registro do respeito, consideração e brodagem por você, amigo.

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Mano, precisamos de uma nova foto juntos. 

Hoje é o Dia Nacional do Homem (parabéns aos que são homens de bem)

Hoje é o Dia Nacional do Homem. Data curiosa, pois para mim, todo dia é dia do homem, da mulher, da criança, do amigo, das mães, das avós, etc.

Mas já que existe, vamos lá. A data foi criada com o objetivo maior de reforçar os cuidados com a saúde dos homens (inclusive fazer exame de próstata). O Brasil é o país onde mais se comemora esse dia, porém, ele não tem uma repercussão tão grande e nem é tão comentado quanto o Dia das Mulheres.

Bom, sobre o objetivo da data, nunca fui de me cuidar muito. Sobre os homens, conheci muitos de grande valor nessas quatro décadas de vida. E alguns que não vale nem lembrar.

Aliás, na minha família, tenho bons exemplos de como ser um homem de bem. Mesmo não sendo, com o perdão do gerúndio, politicamente correto faço o que é preciso para tal, dentro das normas, leis e valores que absorvi durante minha educação.

Sou um homem de bem. Não muito do bem com os canalhas, mas de bem. Levo a vida dentro do meu conceito de justiça e coerência, sempre agindo de forma correta. Mas se preciso for, sei agir de forma prática por um bem maior.

Feliz Dia do Homem aos caras que valorizam a família e os amigos, que trabalham e batalham sem lesar ninguém, que respeitam seus iguais, sejam figurões ou pessoas menos favorecidas. Enfim, aos que não fogem à luta e que são homens de verdade.

Elton Tavares

Hoje é o Dia Mundial do Rock !! (meu texto em homenagem ao melhor estilo musical da galáxia)

download-21

Amo Rock and Roll e hoje (13) é o Dia Mundial do Rock. O gênero sonoro mais legal de todos, fruto da junção do Jazz e Blues, é celebrado nesta data porque em 13 de julho de 1985, o produtor Bob Geldof organizou o “Live Aid”, um show histórico e simultâneo, realizado em Londres (ING) e na Filadélfia (EUA). O objetivo era o fim da fome na Etiópia. Lá se vão 34 anos do show que mudou a história do rock.

Já em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8, para pressionar os líderes do G8 a perdoar a dívida externa dos países mais pobres. Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

12813993_1067960733256957_6263662404936875086_n

Lembro o momento exato que me apaixonei perdidamente pelo Rock. Em 1989, assistia a novela Top Model (sim, naquela época eu não tinha tantas opções) e torcia para o Gaspar (Nuno Leal Maia), um hippie remanescente de sua geração e surfista quarentão, lembrar-se da sua esposa, Maria Regina Belatrix (Rita Lee), que o havia abandonado.

Tudo porque durante as lembranças do cara, em imagens preto e branco, tocava “Stairway to Heaven”, canção clássica do rock and roll, da banda inglesa Led Zeppelin. Era firme. Eu tinha 13 anos. Muito antes, eu já curtia rock nacional e Beatles. Acho que curto som bacana desde 1986.

EueRobert (1)

Desde que cai de amores pelo Rock, foram muitas festas nas quadras de escolas de Macapá, bares, boites, shows na capital amapaense e fora dela. Shows memoráveis e emocionantes nas grandes cidade e festivais inesquecíveis.

Aqui na minha aldeia já vi apresentações de várias bandas nacionais. Fora do Amapá, já fui para quatro festivais Lollapalooza, onde assisti aos shows do Interpol, The Smashing Pumpkins, Raimundos, New Order, Pixies, The XX, Metallica, Duran Duran e The Strokes. Isso sem falar nas excelentes apresentações de Rancid, Jimmy Eat World e Criolo. Também rolou de ver, graças a Deus, Red Hot Chilli Peppers, U2, Pearl Jam, The Killers, Radiohead, Morrissey e The Cure (o melhor de todos).

Além disso, procuro incentivar por meio de divulgação todos os eventos rockers no Amapá. Nos anos 90, produzi algumas festas e até criamos um movimento chamado Lago do Rock, em 2004. Coleciono grandes momentos felizes na vida. A trilha sonora dessa memória afetiva é 90% Rock. Bons tempos!

Dizem por aí que o Rock morreu, ele nunca morre, só está em constante mudança, assim como nossas vidas. O rock é imortal, ele nos salva da mesmice, basta protegê-lo de mãos erradas. Enfim, viva o rock and roll!

lago

O Rock n’ Roll me salvou. Graças a ele, não tenho uma vida ordinária e nem me tornei um idiota “eclético”. Não só amo o estilo, mas vivo o Rock. Portanto, Feliz Dia Mundial do Rock e LONG LIVE ROCK N’ ROLL!

O Rock é energia, o desejo ardente, as exultações inexplicáveis, um senso ocasional de invencibilidade, a esperança que queima como ácido” – Nick Horby – Romancista inglês

Elton Tavares

 

 

Hoje é o Dia Nacional da Pizza (calórica publicação para a nossa sessão “Datas Curiosas”)

173xx7
Esse pessoal inventa cada coisa, inclusive dias comemorativos, se é que se pode chamá-los assim. E este site possui uma sessão “datas curiosas”. Bom, hoje, 10 de julho, é celebrado o Dia Nacional da Pizza, uma das comidas mais amadas e consumidas pela população mundial.

A data foi instituída pelo então secretário de turismo de São Paulo, Caio Luís de Carvalho, em 1985. Naquele ano, foi realizado um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, o titular da pasta do Turismo em Sampa escolheu o dia de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração.

A data homenageia uma das invenções culinárias mais apreciadas por diversas pessoas ao redor do mundo, em especial os brasileiros.

No Brasil, São Paulo é conhecida como a capital nacional da pizza. Neste dia, as pizzarias costumam fazer festas, promoções ou descontos para os clientes.

A pizza é um tipo de comida que é preparada com massa fermentada de farinha de trigo, molho de tomate e outros diferentes ingredientes, variando de acordo com o sabor escolhido.

Estudos indicam que há mais de seis mil anos, hebreus e egípcios já produziam pães que tinham como base a receita da pizza contemporânea, mas existem outros que acreditam que os gregos foram os primeiros a cozinhar o prato, pois eles faziam massas a base de farinha de trigo, arroz, ou grão-de-bico, e as assavam em tijolos quentes.

Essa prática chegou à Itália por causa das cruzadas, e foi lá que ela foi incrementada e se tornou a pizza que conhecemos hoje. Atualmente, encontrada na maioria das cidades brasileiras, e foi por meio dos imigrantes italianos que ela chegou ao país.

A primeira vez que comi pizza foi em 1986. Eu tinha 10 anos (sim, comi muito tarde) e foi da padaria Cometa, em Macapá. De lá pra cá, virei uma criatura devoradora desse tipo de massa. E pela silhueta deste jornalista, vocês devem saber que amo issaê.

O problema é quando crimes de políticos acabam em pizza (expressão pra dizer que crimes de colarinho branco não são punidos).

Enfim, este texto foi somente pra “encher linguiça” (ou calabresa, minha pizza favorita) para a sessão “datas curiosas” deste site. Obviamente, vou comemorar a data comendo muitas fatias de pizza. Afinal, gordo é um praga (risos). E fim de papo!

Fontes: Calendarr Brasil e CalendárioBR

Feliz aniversário, Anderson “The Clash”!

Hoje gira a roda da vida um grande irmão que tenho nessa jornada, o Anderson Miranda, nosso querido amigo “The Clash”. O cara que aniversaria hoje é gente fina ao extremo, inteligente pra caramba, prestativo e parceiro para horas de lazer e momentos difíceis. O afeto pelo figura é unânime em todas as rodas sociais que ele frequenta. Excelente filho, irmão, tio e amigo, o brother inicia seu novo ciclo nesta festiva terça-feira e eu só desejo coisas boas para a vida dele.

Anderson é o filho mais velho da dona Sabá e do seu Waldemir, gerente da Caixa Econômica Federal, marido da querida Adê, vascaíno e remista sofredor, pescador, tocador de tambor, amante de Rock and Roll, e o ateu mais cristão que conheço, pois pouca gente que convivo faz tanto o bem quanto ele.

Um sujeito com inteligência acima da média, caráter incorruptível, bem humorado e com um coração maior que ele, o Macaco é um figura PHoda. Ele é, sobretudo, um home de bem.

O cara também é companheiro de viagens, botecos e shows de rock, e dos nossos melhores momentos na vida. Também conhecido como “Macaco”, o sacana é um baita cara porreta. Com uma história de batalho formidável, Anderson Miranda é um cara inspirador. Por sorte, conheci esse bicho há mais de 20 anos e tenho o prazer, sorte e orgulho de ter sua amizade há décadas. Aliás, somente eu não, eu e meu irmão, Emerson, que também é irmão dele.

Anderson é realmente um cara com quem posso contar quando a coisa fica feia. Ele já me ajudou incontáveis vezes e por motivos diversos. Sou sempre grato a este grande amigo. Também é um figura contemporizador, boa praça, agradável. É sempre firmeza bater um papo com ele sobre qualquer assunto, desde as nossas bobagens ou conversas sobre política, cultura, entre coisas legais.

Já disse e repito que o Anderson é um mestre em cuidar da própria vida. Sério. Se o cara não te ajudar, ele não te atrapalha. Nem com comentários ou julgamentos quando estás fazendo merda.

Por tudo que Anderson Miranda representa em nossas vidas, reafirmo que o The Clash é PHoda!

Macaco, mano velho, que tu sigas com saúde, essa invejável sabedoria e sucesso junto aos seus amores. “Tu saaaaaabes”, eu e Emerson te amamos, sacana.

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares, mas em relação ao Anderson, também falo pelo Emerson.

29 anos sem Cazuza

th-2

Ontem (7) foi aniversário da morte (estranho estes termos juntos) do cantor e compositor Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza. Lembro bem daquele 7 de julho de 1990. Eu tinha 14 anos e tava de férias com minha família em Natal (RN).

O artista, filho de João Araújo, produtor fonográfico, e de Lucinha Araújo, nasceu em berço de ouro e conviveu, desde muito cedo, com grandes nomes da cultura brasileira.

Ele foi influenciado por Cartola, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Noel Rosa, Maysa e Dalva de Oliveira. Cazuza foi um privilegiado, por causa de seu pai, cresceu convivendo com grandes nomes da MPB, Gilberto Gil, João Gilberto, Novos Baianos, Caetano Veloso, Elis Regina e Gal Costa.

Cazuza apaixonou-se pelo rock and roll quando morou em Londres, em 1972. Passou no vestibular para Comunicação em 1976, mas abandou o curso meses depois de começar a estudar. Cazuza participou de peças teatrais no Circo Voador, local que aglutinava a nata da cultura cênica e musical do Rio de Janeiro, na década de 80.

Logo depois, indicado pelo cantor Léo Jaime (que recusou os vocais do Barão), juntou-se a Roberto Frejat (guitarra), Dé Palmeira (baixo), Maurício Barros (teclados) e Guto Goffi (bateria), nascia o Barão Vermelho, uma das maiores bandas do rock nacional.

O produtor musical Ezequiel Neves gostou do som da banda e convenceu o pai de Cazuza a lançar o Barão. Os maiores sucessos do Barão foram as canções “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, “Pro Dia Nascer Feliz”, “Maior Abandonado”, “Bete Balanço” e “Bilhetinho Azul”.

Sua carreira solo também foi fantástica, Cazuza flertou com a MPB, a misturou ao rock e gravou as canções “Exagerado”, “Codinome Beija-Flor”, “Ideologia”, “Brasil”, “Faz Parte Do Meu Show”, “O Tempo Não Pára” e “O Nosso Amor A Gente Inventa”. O resto é história.

Em 1989, declarou ser soropositivo, a Aids o levou há 29 anos. Cazuza foi um dos maiores artistas da música brasileira. O cara foi um símbolo de rebeldia, pelo seu talento e sua loucura. Este post é uma pequena homenagem ao gênio da poesia. Viva Cazuza!

Elton Tavares