O Lobão sabe das coisas

Lobão, o mediador mais parcial que já vi. Ele é foda!
Eu adoro televisivos inteligentes, além de algumas besteiras, claro. Entre eles estão o CQC, Debate MTV, antigo Saca Rolha, Altas Horas e vários da teve á cabo. Ontem (7), vi algo que eu gostaria de falar para a molecada.Antes preciso pedir Desculpas à algumas pessoas queridas, pela minha falta de ecletismo banalizado, sorry galera! (Não são desculpas sinceras).
Assistindo o programa Debate MTV, exibido ontem e apresentado pelo cantor e compositor Lobão, ouvi a seguinte declaração do velho roqueiro:

“O sertanejo é um estupro da realidade, eles copiam tudo lá de fora, queriam ser astros do pop ou do rock e porque cantam mal e pessimamente vem com essa vertente brega. Claro que tem sertanejo legal pra caramba, como o Almir Sater,Os caras fazem um show podrão, se tatuam e colocam uma camisinha, só para fazer capa. Esse porcaria virou febre no Brasil, até na minha cidade, o Rio de Janeiro, no meio da Lapa, tem universitário frequentando festinhas sertanejas, puta que pariu!”

Concordo Lobão, aqui não está diferente, o modismo é geral, mesmo. Incrível como só copiam coisas palhas (risos).

Noites quentes e divertidas

                                                            Por Elton Tavares
Show no Prato de Barro.
Bar do Francês.
Good Night.
Orla de Macapá.
As últimas noites foram muito quentes e divertidas. Muitos amigos e trilhas sonoras recheadas de rock and roll. É realmente muito bom estar no meio de gente querida, conversar, ouvir música, falar besteiras, rir e até cometer gordices, como o sanduba do fim de noite. É como dizem:” o que é legal é imoral, ilegal ou engorda”, bom, nem tudo.
 Este post é só para registrar os momentos legais ao lado dos velhos e novos amigos. Ah, lembrei de um texto legal do velho Oscar Wilde. Nele,  o escritor inglês descreve com exatidão o que falo, leiam:

“Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela

pupila.

Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.

A mim não interessam os bons de espíritos nem os maus de hábitos.

Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.

Deles não quero resposta, quero meu avesso.

Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.

Para isso, só sendo louco.

Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas

injustiças.

Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.

Não quero só o ombro ou colo, quero também sua maior alegria.

Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto.

Meus amigos são todos assim, metade bobeira, metade seriedade.

Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.

Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de

aprendizagem, mas que lutam para que a fantasia não desapareça.

Não quero amigos adultos nem chatos.

Quero-os metade infância e outra metade velhice!

Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para

que nunca tenham pressa.

Tenho amigos para saber quem eu sou.

Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me

esquecerei que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.”

Oscar Wilde

E hoje em dia, como é que se diz: “Eu te amo.”?

                                                      Por Elton Tavares
URBANA LEGIO OMNIA VINCIT” (Legião Urbana vence todas as coisas).
Escutando a velha Legião, comecei a pensar sobre um montão de coisas, pessoas, situações e etc. Música é fogo, nos transporta para antigos lugares e reflexões distintas. Tudo isso olhando o Orkut e lendo e-mails. Em meio às canções, que foram trilha sonora da longínqua adolescência, li um recado da Lorena Queiroz, minha prima “Loloca”, que mora em Brasília (DF) hoje em dia. Nele, ela disse: “Aí primo…quando leio estas coisas, até me aperta o coração, também te amo e morro de saudades!!beijo.” (eu tinha deixado na página dela duas palavras: te amo).

Vou explicar. Sou um cara cascudo, brabo, encrenqueiro, irônico e genioso, mas também sou amoroso com minha família e amigos. É uma sequência de “eu te amo para cá”, “eu te amo para lá” e assim vai. Isso acontece todos os dias, seja ao acordar e dar um beijo na minha mãe, ao telefone com o meu irmão (que mora em Belém), quando vou à casa da minha avó e digo “eu te amo” a ela e minha tia, no MSN ou Orkut, para minhas primas queridas, para algum amigo ou amiga. Sim, eu amo uma porrada de gente, graças a Deus!

Não tenho vergonha de dizer “eu te amo”, principalmente quando sinto muita vontade. Sabem por que? Em 1996, meu avô faleceu em um acidente automobilístico. Eu estava em Belém, de férias. Retornei à Macapá e meu saudoso pai estava arrasado. Quando perguntei como ele estava, Zé penha (meu velho) foi categórico: “Ta foda!”, é um “tá foda” descreve muito bem aquela situação. O que me marcou foi quando ele disse: “Nunca disse ao meu pai que eu o amava e eu nunca mais deixarei de fazer isso”.

Aquilo foi um toque, desde então, não parei de declarar meu amor aos meus. Acredito que precisamos sempre dizer que amamos as pessoas que realmente amamos, seja um parente direto ou alguém que vale muito para você. Muitos lerão isso aqui e vão achar que é frescura ou algo assim, mas parafraseando o velho Renato (duas vezes): “O mundo anda tão complicado. E hoje em dia, como é que se diz: “Eu te amo.”?

Se você é um cara daqueles antigões, que acha isso uma grande besteira, tente bicho, vás ver como é legal. Afinal, esquisito é não expressar nada, isso sim é bobagem. Então fica a dica, digam “eu te amo” para seus pais, filhos, irmãos, parentes, conjugês e amigos, se isso for “de rocha”, claro.

Música

Bom, estou muito ocupado hoje e meio sem idéias para improvisar. Nesta quarta-feira calorenta, deixo a letra de uma música legal para vocês. Afinal, o Cazuza era fodástico. Abraços na geral.
O Nosso Amor A Gente Inventa – Cazuza
O teu amor é uma mentira
Que a minha vaidade quer
E o meu, poesia de cego
Você não pode ver
Não pode ver que no meu mundo
Um troço qualquer morreu
Num corte lento e profundo
Entre você e eu
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu
O nosso amor
A gente inventa
Inventa
O nosso amor
A gente inventa
Te ver não é mais tão bacana
Quanto a semana passada
Você nem arrumou a cama
Parece que fugiu de casa
Mas ficou tudo fora de lugar
Café sem açúcar, dança sem par
Você podia ao menos me contar
Uma história romântica
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu
O nosso amor
A gente inventa
Inventa
O nosso amor
A gente inventa

Antigamente

Eu ( o mais velho, sem camisa), meu irmão Emerson Tavares (de camisa branca), meus primos Marcus Tavares (também de camisa branca, atrás do Emerson), Marcelo Tavares (short vermelho), Mayara Tavares (vestido branco) e Paula Tavares (no carrinho). Casa dos nossos avós, na primeira metade dos anos 80. Quando você lembra das coisas, luzes acendem na sua cabeça. Fatos que estavam lá, guardados, em um canto escuro. Saudade!

Tô cansado

Tô Cansado – Branco Mello / Arnaldo Antunes
Tô cansado do meu cabelo
Tô cansado da minha cara
Tô cansado de coisa vulgar
Tô cansado de coisa rara
Tô cansado
Tô cansado
Tô cansado de me dar mal
Tô cansado de ser igual
Tô cansado de moralismo
Tô cansado de bacanal
Tô cansado
Tô cansado
 Tô cansado de trabalhar
Tô cansado de me ferrar
Tô cansado de me cansar
Tô cansado de descansar
Tô cansado
Tô cansado

Selo de Ouro

Recebi hoje (16), da minha amiga Camila Karina, o “Selo de Ouro”. É simples, o selo é uma forma de você indicar blogs que admira à amigos. Camilinha é jornalista e poetisa, essa gentileza dela, que indicou vários blogs de poesia e somente um, que fala de tudo um pouco, o meu, foi muito legal. Valeu Camila, botei fé! (risos).
Gosto de muitos blogs, mas minhas indicações para o Selo são estes aí embaixo:
REGRAS:
Ao aceitar receber este selo, os indicados devem cumprir quatro procedimentos básicos:
1º Colocar a imagem do selo no seu blog;
2º Indicar o link do Blog que o indicou;
3º Indicar outros blogs para receberem o selo;
4º Comentar nos blogs dos seus indicados sobre este selo.

Domingo

Dia da semana que curtimos a ressaca, assistimos porcaria na TV, lemos e descansamos. Tem gente que come macarrão com a família. Para muitos, é dia de futebol no bar, para outros, dia de rezar, mas se você não tem algo razoável para fazer, domingo é um dia preguiçoso e chato para cassete.
Encerro a domingueira com um trecho da música “Domingo”, dos Titãs:
Tudo está fechado
Tudo está fechado
Domingo é sempre assim
E quem não está acostumado?
É dia de descanso
Nem precisava tanto
É dia de descanso
Programa Silvio Santos
E antes que eu confunda o domingo
Antes que eu confunda o domingo
O domingo com a segunda
Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar
Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar

Oito meses de blog

É amigos, este blog chegou ao seu oitavo mês. Muitos amigos já me detonaram por causa de posts “xiitas” sobre música e comportamento, mas a maioria deles curte os devaneios aqui postados. O que mais gosto é promover a cultura, divulgar coisas, fatos e pessoas legais e, é claro, detonar os patetas de plantão.

Em diversas ocasiões, fui abordado, por pessoas que eu nem conhecia, dizendo: “eu gosto do De Rocha” e isso é muito legal. Criei o blog para externar pontos de vista, que são meio ácidos, e falar sobre as besteiras que vejo e faço. Enfim, que bom que a galera curtiu, afinal, foram mais de 10.400 acessos e 107 seguidores, que orgulho.

O mais bacana é que não preciso falar de política, fato corriqueiro nos blogs locais. Por conta disso, muitos podem achar que sou alienado, ledo engano, prefiro não me meter nestas questões. Costumo dizer que o meu blog é besteirol e cultural, simples assim.

Continuarei discordando, elogiando, divulgando e sacaneando por aqui, podem botar fé. Agradeço aos colaboradores, amigos que me enviam piadas, imagens, textos ou curiosidades para postar neste espaço, valeu galera!

O valentão que se ferra no final

Por Elton Tavares
É incrível como falsos “fodões” sempre tentam estragar alguma história legal. No findi passado, vi um paspalho desse de perto, bem de perto. Eu nunca fui um exemplo, nunca fui bom rapaz ou bom aluno, muito menos tranquilo, mas nunca fui um babaca. Aquele tipo de canalha que faz de tudo para aparecer.É o típico valentão que sempre se ferra no final.  

Nada justifica alguns atos que tomamos quando estamos com raiva, que me desculpem os pacifistas de plantão, mas que é legal dar uma lição para tais patetas, ah isso é. Afinal, quem me conhece sabe que não sou anjo, não procuro confusão, mas não corro dela, nunca.

Vou explicar o perfil do cagão: São figuras que falam besteiras demais, costumam dizer que são endinheirados ou que são filhos de algum cara importante (leia-se um pateta mais velho, que não soube educá-los). Fazem pose de “bad boy”, cara de mau, bagunçam aulas, reuniões, festinhas, enfim qualquer tipo de coisa produtiva, além de faltarem com o respeito com todos ao seu redor, tudo para aparecer, putz!

Mas e na hora de assumir o rabo? De segurar a onda? De repente nos deparamos com covardes, idiotas completos que pintam a própria vida com cores falsas. Aí é legal ver este tipo de doido correr, gritando: “Tu vás ver” (risos).

É difícil determinar o que pauta a vida de uma pessoa. Mas quando vejo gente sorvendo energia, força, idéias e inspiração para executarem coisas legais e às vezes extraordinárias, não admito que vermes, como o tipo de cara que descrevi, estraguem tudo.

Os críticos podem até dizer que exagero em minhas ações e pontos de vista, não acho. Quando o imprestável não quer escutar e nem rever seus atos, tem é que levar porrada mesmo. Bom, alguns podem ficar voando, mas a maioria sabe do que falo.

Parabéns aos pais!

Papai, Clara, Emerson e eu – 1997
Amanhã é o Dia dos Pais. Parabenizo todos os meus amigos e parentes que tem filhos, além de seus genitores, é claro. A paternidade é uma dádiva, nem me imagino sendo pai, mas admiro quem consegue criar e educar sua prole.

Perdi meu velho em 1998 e sinto a falta dele até hoje. Mas sei que o amor que eu e meu irmão sentimos por ele (e ele por nós) vem da vida passada, atravessou esta e, com certeza, a próxima. José Penha Tavares, eu amarei você para sempre.

Resumindo, parabéns aos meus tios, primos, amigos e meus colegas que são pais. Alguns são mais dedicados e amorosos, outros mais práticos e de poucos chamegos, mas o importante é o papel que vocês cumprem. Feliz Dia dos Pais!

Sem pauta é osso!

                                                                                                            Por Elton Tavares
A pior coisa para um jornalista, seja de impresso, rádio, TV, Web ou assessoria, é não ter pauta. Isso é mais corriqueiro do que se imagina, todos os profissionais da comunicação passam por isso. Claro que uns com mais freqüência que os outros.

O pior é quando não é só você que passa por isso na redação, quando vê todo mundo na pressão, ligando, apurando, enchendo o saco de Deus e o mundo para executar o trabalho diário. É a maior onda!

Hoje foi mais um dia em que até tentei até psicografar um texto, sorte que um colega me passou uma pauta. Eu ouvi até uma história de um amigo, que ouviu de um chefe de redação, no seu antigo trampo, a seguinte pérola:

“Cara, eu não quero nem saber se o pato é macho, quero saber dos ovos”. É, ossos do ofício, quem mandou ser jornalista (risos). Mas no final, nós damos um jeito e tudo acaba bem.

Missões impossíveis

Por Elton Tavares
Tem certas coisas que sabemos que vai dar merda, mas muita gente faz mesmo assim. É como fazer besteira no trampo e pensar que não vai levar
 um puxão de orelha do chefe. Como misturar cerveja ou vinho com vodcka e achar que não vai fazer cagada. Como meter a cara em um relacionamento perigoso, só para ver qual é. Enfim, é como não ouvir conselhos maternos, você só se ferra.
Nobres leitores, não insistam em erros, não é uma questão de não tentar, só que nadar contra a maré é burrice. No caso de relacioamentos, já vi muitos amigos se ferrarem, assim como eu. Mas faz parte, não é mesmo? Dizem que “os opostos se atraem”, até concordo. Mas acho que somente os dispostos podem construir uma pequena ou grande história, ah isso é.
Deixa eu explicar: quando você se deparar com uma situação dessas, que pode até parecer tentadora, pule fora. Diga não, obrigado. Nem pense na hipótese, vá embora imediatamente, sem olhar para trás.
Porque nestes casos, quase sempre, existem muitas razões duvidosas e realidades estranhas. E quando você se toca, é como se fosse viciado em drogas e do dia para noite, resolve caretar. Complicado demais.
É isso queridos, quando você escuta amigos (aquela moçada que te atura há tempos, só porque gosta de ti) dizendo “Tédoidé? Num viaja!” . Realmente é hora de repensar. Enfim, evite as “missões impossíveis”.

Diversão

                                     Por Elton Tavares
Latas vitimadas – Foto: Elton Tavares

Tem dias que, como diz a letra da música “Diversão”, dos Titãs, “a vida até parece uma festa”. Para alguns que conheço, ela é mesmo, mas não é o meu caso. Hoje é sexta e não quero nem pensar em escrever mais um texto, de nenhum tipo, seja institucional ou besteirol como este. Talvez amanhã.

Como dizia Chico Sciense: “Essa noite sairei e vou beber com os meus amigos, rá! Hoje quero tomar um monte de cervas, escutar som e conversar. 

Talvez nem seja só porque é sexta, talvez para mascarar pequenas frustrações (risos). Que porra nenhuma, é porque é sexta mesmo e sexta é dia de encher a lata, ou secar, como queiram.

Como tô com uma puta preguiça e com pouca criatividade, fica aí a música que falei lá em cima. Afinal, na sexta, o que vale é DIVERSÃO. Tenham um ótimo findi, abraços na geral.

Diversão – Titãs (Composição: Sérgio Britto/ Nando Reis)

A vida até parece uma festa
Em certas horas isso é o que nos resta
Não se esquece o preço que ela cobra
(é meu irmão se a gente não quer!?)
Em certas horas isso é o que nos sobra.

Ficar frágil feito uma criança
Só por medo ou por insegurança
Ficar bem ou mal acompanhado
Não importa se der tudo errado

Às vezes qualquer um
Faz qualquer coisa
Por sexo, drogas e diversão
Tudo isso (tudo isso)
Às vezes só aumenta
A angústia e a insatisfação

Às vezes qualquer um enche a cabeça de álcool
Atrás de distração, mas eu digo:
Nada disso (nada disso)
Às vezes diminui a dor e a solidão

Tudo isso, ás vezes tudo é fútil
Ficar fébrio atrás de diversão
Nada disso, às vezes nada importa
Ficar sóbrio não é solução

Tudo isso, ás vezes tudo é fútil
Ficar fébrio atrás de diversão
Nada disso, às vezes nada importa
Ficar sóbrio não é solução

Diversão; solução sim
Diversão; solução prá mim
Diversão; solução sim
Diversão; solução prá mim
Diversão; solução sim

Diversão; solução prá mim
Diverssão

A vida até parece uma festa
Em certas horas isso é o que nos resta
Não se esquece o preço que ela cobra
As vezes é muito caro…
Em certas horas isso é o que nos sobra

Ficar frágil feito uma criança
Só por medo ou por insegurança
Ficar bem ou mal acompanhado
Não importa se der tudo errado

Às vezes qualquer um
Faz qualquer coisa
Por sexo, drogas e um pouco de diversão
Tudo isso (tudo isso)
Às vezes só aumenta meu irmão
A angústia e a insatisfação

Às vezes qualquer um enche a cabeça de álcool
Atrás de distração, mas eu digo:
Nada disso (nada disso)
Às vezes diminui a dor e a solidão