Sempre tem um filho da puta!

                                 Por Elton Tavares
Vocês já perceberam que sempre existe um filho da puta? Sim, puxa-sacos inveterados, o secador do seu time, aquela amiga da sua namorada que vive dizendo para ela te sacaniar, parente invejoso, falso amigo, colega de trabalho metido a foda, gay enrustido, que paga de machão e sacaneia outros homossexuais, racistas, xenófobos, mal comidas, enfim, sempre tem um filho da puta!

Tem também aquele doido, caretaço e otário, que vive te derrubando porque não consegue ser como você, que é maluco e se da bem mesmo assim. Aquelas doidas que nunca conseguem um namorado, ficante ou algo assim e detonam os das amigas. O cara que vive colocando defeitos nas suas coisas, por que bom mesmo são os utensílios dele.

Além dos filhos da puta da “elite”, que adoram ostentar suas futilidades, gabar-se de seus carros, jóias, apartamentos, roupas e afins. Ou pior, os filhos da puta que queriam ser como os elitizados, mas são parece o Batman, só capa, só foba, por assim dizer.

Também tem aquele parente que te sacaniou anos atrás e que não para de falar mal de ti, o vizinho que coloca o som que você odeia (no volume máximo), o colega invejoso, o falso amigo, o fura olho, mulher insatisfeita ou mordida (que te detona pelas costas), os “comilões” de plantão, que se gabam de feitos amorosos e, ás vezes, sem que eles tivessem existido.

O incompetente, que tenta puxar seu tapete, já que ele não consegue brilhar, a mulher sonsa, que paga de santinha e é a maior devassa, o cara que sempre senta na sua mesa liso, bebe, come e no final diz: “Hoje eu não tenho grana”, a sogra que quer mandar na vida do casal, o pai que cria o filho para ser competitivo e o torna um canalha e o chefe que rouba sua idéia.

É foda, mas temos que driblar, diariamente, vários filhos da puta. Eles sempre estão à espreita, esperando você marcar bobeira para lhe sacaniar. Como dizia meu avô: “Tem gente que não serve para serem nossos amigos, temos somente que transitar entre eles, da melhor maneira possível”. Não adianta neurar com isso, afinal, os filhos da puta são filhos da puta por insatisfação, se você não é um filho da puta, meus parabéns. Pois eu também não sou (risos).

O amor é uma espécie de preconceito

                                                   Por Elton Tavares
Charles Bukowski, o velho safado
Há anos atrás, minha querida prima, Lorena Queiroz, me emprestou o livro “Misto quente”, do poeta e romancista alemão Charles Bukowski. A publicação é duca, muito boa mesmo. Nela, o escritor discorre sobre pontos de vista, histórias e posicionamentos anticonvencionais e, ás vezes, marginais (risos).
O velho Bukowski, falecido em 1994, cruzou meu caminho novamente um dia destes, quando minha amiga, Camila Karina, me enviou, pelo MSN, o seguinte parágrafo (que eu ainda não sei de qual livro foi retirado) escrito pelo alemão:
“O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa, quando há dez mil outras no mundo, que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece”
É, aquele velho safado e beberrão sabia das coisas. Como cantou o saudoso Renato Russo, no final da música “Metal contra as nuvens”:
“Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos”.
Então não sejamos preconceituosos (conforme o ponto de vista de Charles Bukowski, claro), afinal, hoje é sexta cambada, chega de literatura, ligue o foda-se e caia na farra (risos).

Maio está no final

                                                               Por Elton Tavares
Paula Toller, igual vinho, quanto mais velha, melhor!

Maio se foi, um mês de reviravoltas, mudanças e adequações. Novas amizades foram feitas, velhas amizades, que pareciam consistentes, caíram por terra. O tempo ficou reduzido, mas muito mais proveitoso e rentável. Pessoas partiram e outras chegaram. É isso aí, a vida é uma doideira mesmo.

O ano já está no meio e eu correndo atrás do sonhado sucesso profissional. A Copa está na porta, as Eleições 2010 na sequência e de repente, 2011.

Como disse o louco e admirável Cazuza: “O tempo não pára!”. Aí vai uma musiquinha piegas e melosa, mas agradável. Só para o post não ficar sem sonoridade (risos).

Maio – George Israel E Paula Toller

Maio
já está no final
O que somos nós afinal
se já não nos vemos mais

Estamos longe demais
longe demais

Maio
já está no final

É hora de se mover
prá viver mil vezes mais

Esqueça os meses
esqueça os seus finais
esqueça os finais

Eu preciso de alguém
sem o qual eu passe mal

sem o qual eu não seja ninguém
eu preciso de alguém

Meus bons amigos distantes

                                                                 Por Elton Tavares
Hoje me peguei pensando: “como será que estão os meus amigos que não falo ou vejo há muito tempo?”. Falo da Lígia Marruá, Rita Freire, Ricardo Primo, Adroaldo Junior, Anna Beatriz, Luiza Cabral e Júlia Canto. Estamos envelhecendo em lugares diferentes. É, depois dos 30 anos, estamos “do meio dia para tarde”, como dizemos por aqui (risos). Todos eles são loucos de carteirinha, com suas particularidades, claro. Sim, eu sempre tive inclinação para fazer amizade com os doidos e daí? Os politicamente corretos são previsíveis e, muitas vezes, chatos.

Sinto saudades dessa galera, se eu tivesse muita grana, mandaria buscar todos, juntá-los aos que aqui estão e faríamos grandes festas, como antigamente. Tudo bem, é nostálgico e piegas, mas saudade é assim mesmo. Existe também aquele grupo de ex amigos, que deram sua parcela de contribuição na formação do indivíduo que sou, gente inteligente, descolada, desprendida, mas, por alguma das escolhas da vida, virarão somente lembranças.

Ainda tento manter contato por telefone, e-mail, Orkut ou MSN, mas distância é foda. Li em algum lugar que os amigos são os irmão a família que nós escolhemos, é véro. Saudade de assistir shows de rock com o Adroaldo (o “astro”) cantando, de beber até cair com a Rita e seus palavrões, com a Lígia e seu sarcasmo e Júlia (a fumante mais inveterada que conheci), da meuguice disfarçada da Luiza, da doçura exagerada da Anna, dos churrascos e bate papos com o Ricardo (o engraçado é que era a fim de dar uns murros nele).

Não que os dias de hoje não sejam legais, eles são, mas quanto mais faço amigos, mais queria os velhos por perto. Bom, chega de papo, só quero que eles saibam que fazem muita falta. Tomara que sejamos amigos para sempre e tomara que nos encontremos logo. Como dizia Vinícius de Moraes: “A vida é a arte dos encontros, embora haja tantos desencontros pela vida”. Para finalizar, em homenagem aos brothers que citei, a música, da banda Barão Vermelho, “Meus bons amigos”:

Meus Bons Amigos – Roberto Frejat

Meus bons amigos, onde estão?
Notícias de todos quero saber
 

Cada um fez sua vida
De forma diferente
Às vezes me pergunto
Malditos ou inocentes?

Nossos sonhos, realidades
Todas as vertigens, crueldades
Sobre nossos ombros
Aprendemos a carregar
Toda a vontade que faz vingar
No bem que fez prá mim
Assim, assim
Me fez feliz, assim…

O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo
E imperfeito…

Meus bons amigos, onde estão?
Notícias de todos quero saber
Sobre nossos ombros
Aprendemos a carregar

Toda a vontade que faz vingar
No bem que fez prá mim
Assim, assim
Me fez feliz, assim…

O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo
E imperfeito

Não, não, não
O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo
E imperfeito…

Iuhuuu! É sexta-feira!

Depois de uma semana árdua de trampo e preciosas horas perdidas no banco, eis que chega o final da sexta-feira, o início do fim de semana. Aqueles dias preciosos, período que pessoas que trabalham muito deveriam descansar. Mas tem um monte de sacanas iguais a mim e o que nós queremos mesmo é ir para a cagada. Beber, ficar, comer, escutar som, dançar (que não é o meu caso), falar besteira, enfim, extravasar, cometer  os desaconselháveis excessos (risos).

Chega de papo, vamos beber cambada!

5.000 acessos em cinco meses, quem diria

Tudo bem que eu mando o link do blog para os amigos no MSN. Que também jogo o endereço no twitter e orkut. Mas 1.000 visitas por mês é ótimo, isso me deixa muito orgulhoso e feliz. Já abordei muitos assuntos polêmicos, mas agora estou menos espinhoso. Já são 5.000 mil e poucos cliques nesta humilde página. A criação do blog foi incentivada por gente inteligente, a esta pessoa, meus agradecimentos. 
Eu escrevi tanta coisa legal no passado, tudo se perdeu por falta de cuidado. É engraçado como gostei desse papo de ser blogueiro, sabiam que isso vicia?  Adoro os comentários, adoro quando algo repercute, adoro quando vou a um bar e um leitor, amigo ou não, diz: “Pô, legal aquele lance que escreveste” ou “Nada a ver aquilo lá cara”. É bem legal mesmo. A média de acessos está em torno de 80/100 ao dia. 

Peço a vocês, leitores, que me enviem material. Podem ser textos, crônicas, piadas, poemas, tiras, etc. Prefiro não escrever e nem postar nada sobre política, mas tudo que envolve rock, curiosidades, humor ou música será bem vindo. Obrigadão por me lerem (ou será lerem-me), valeu MESMO!

Sempre para a próxima segunda-feira

                                            Por Elton Tavares
Olá amigos. Eu estava aqui pensando sobre o que escrever, aí lembrei que tinha planejado retomar os exercícios físicos hoje (tô porrudo e preciso queimar um pouco do pirão e gelada), continuar aquele livro grossão, o qual eu li só metade. Mas o que sempre faço é adiar tudo para a próxima segunda-feira.

Se forem coisas escrôtas de se fazer então, fica para uma segunda longínqua. É só vocês prestarem atenção, dieta, exame médico, parar de fumar ou malhar, para a maioria das pessoas, fica para depois, muito depois.

Eu preciso fechar a boca, voltar a ler mais, dar um tempo de farras, pensar na pós graduação, resolver problemas no banco e visitar pessoas que amo (minha afilhada, tias e avós). Mas o que acontece? Fica tudo para a próxima segunda-feira.

Conheço muita gente que age dessa maneira. Pessoas que trabalham muito (ou pelo menos ficam muito tempo no local do trampo), vivem fora de casa, no meu caso, em mesas de bares (risos). Sempre o velho mau costume de adiar, adiar e adiar.

O problema é que o tempo voa, a vida passa depressa demais. Um dia desses eu estava curtindo a vida no anos 90, sem grandes preocupações. Às vezes é preciso acontecer alguma cagada para nos espertarmos. O velho tratamento de choque. Aí você trata de perder peso, parar de fumar, cortar sal, estudar, arrumar um emprego ou, pasmem, casar (cruzes).

Até pensei em aproveitar o ensejo e desligar o computador, pegar meus alteres e começar a malhar. Depois tomar um banho e ler uns 15 minutos antes de dormir. Mas querem saber de uma coisa? Começarei essa rotina na segunda, juro (com os dedos cruzados, claro).

                                                                                               

Eu sou chato, mas sou rock and roll

                                 Por Elton Tavares
Acredito que existem pequenos pecados que pagamos diariamente, de forma corriqueira. Hoje saí para a pauta com a equipe do trampo, eles são gente boa, caras legais mesmo, entretanto, me fizeram escutar brega, sertanejo e axé music. Eu sorria de minha pequena tortura, fazer o que?

Este pacote musical, que durou cerca de duas horas, deve ter pago pecados como pequenas ofensas, respostas tortas ou coisas assim. Juro que se isso se tornar rotina, chegarei ao inferno (acredito que o céu é para poucos) com menos currículo (risos).

Eu não disse nada aos colegas, não quis parecer antipático, mas foi chato praca. Sabem aquelas pessoas que não se encaixam no padrão convencional, mas não são totalmente anticonvencionais? Pois então, este gordo aqui é assim mesmo.

Dia destes, escutei de uma colega: “Jornalista tem que escutar de tudo, assistir de tudo e ler de tudo”, se depender disso, serei sempre limitado, pois gosto de dizer que não tenho preconceito musical, o que tenho é conceito mesmo. Tudo bem, eu sou chato para cacete, mas sou rock and roll (risos).                                                                                     

Free As A Bird !

John Lennon sabia das coisas

Free As A Bird – Livre Como Um Pássaro

John Lennon

Free As A Bird – Livre Como Um Pássaro

Free As A Bird,- Livre como um pássaro,

It’s the next best thing to be free as a bird.- É a próxima melhor coisa para ser livre como um pássaro.

Home, home and dry.- Em casa, em casa e seco.

Like a homing bird I fly, as a bird on wings.- Como um beija-flor eu voo, como um pássaro sobre asas.

Whatever happened to the life that we once knew – O que quer que tenha acontecido com a vida que nós uma vez conhecemos

Can we really live without each other – Nós realmente podemos viver um sem o outro?

Where did we lose the touch – Onde nós perdemos o contato?

That seemed to mean so much – Isso pareceu significar tanto

It always made me feel so – Isso sempre me fez sentir tão

Free as a bird,- Livre como um pássaro,

It’s the next best thing to be free as a bird. – É a próxima melhor coisa para ser livre como um pássaro.

Home, home and dry – Em casa, em casa e seco

Like a homing bird I fly, as bird on wingsWhatever happened to the life that we once knew – Como um beija-flor eu voo, como um pássaro sobre asas

Always made me feel soooo – O que quer que tenha acontecido com a vida que nós uma vez conhecemos

Sempre me fez sentir tãooo

Free – Livre



Free as a bird – Livre como um pássaro

It’s the next best thing to be – É a próxima melhor coisa para ser

Free as a bird – Livre como um pássaro

Free as a bird – Livre como um pássaro

Free as a bird.- Livre como um pássaro.

Sexta !!

Não é gripe suína, pois boy Jesa é meu “brodi”.
Eu tô com uma gripe lascada, mas hoje (30) é sexta e eu vou beber. Mesmo que a infermidade seja a tal suína (risos). Deveria ser uma norma divina, nenhum boêmio deveria adoecer no final de semana, ou, pelo menos, na sexta-feira.

Sei que é irresponsabilidade e displicência comigo mesmo, mas realmente não me vacinei contra a H1N1 (que isso não sirva de exemplo, claro). Entretanto, mesmo não sendo religioso, levo muita largura (como dizemos no Amapá para um sujeito de muita sorte) e não será desta vez que o velho “Boy Jesa” me deixará na mão. Tenho certeza que ele dará mais esta força.

Este post não é relevante, muito menos brilhante, como diz uma amiga minha: “Achei o texto morno”, mas é só para começar a sexta. Portanto, vamos tomar umas hoje, depois do expediente, claro (risos).

I’m Happy !!

                                                                                                Por Elton Tavares

Enfim, choveu na minha horta!
Eu estou felizão! Após três meses, consegui um trampo (que parece muito legal) na minha área. Passei dois anos no Portal Amazônia, veículo onde aprendi muito, muito mesmo. Até capacitação de webjornalismo eu fiz na central da Rede Amazônica, em Manaus (AM). Mas infelizmente, aquele ciclo terminou.

Jornalista por formação (apesar deles, os caras do tal STF), passei estes três meses espalhando currículos por Macapá, sempre escutando frases como: ”Legal, entraremos em contato”, “Gostei do seu currículo” e “Você escreve bem, aguarde nosso retorno” e nada.

Situaçãozinha nojenta é estar desempregado, não desejo isso a ninguém (tá bom, talvez deseje a um ou dois). A auto estima baixa, você começa a se achar um incompetente, triste.

Como as coisas sempre melhoram, hoje (27), comecei a trabalhar. Estou mais feliz que “pinto na merda”, como dizem alguns. Talvez, o blog não tenha mais atualizações diárias, pois deixei de ter muito tempo, trabalharei dois expedientes, graças a Deus!

Eu por mim mesmo

Muitos “eus” (risos)

Recebi um pedido anônimo para postar este texto, que escrevi para o perfil do meu antigo Orkut, intitulado “Eu por mim mesmo”. Gostei da sugestão! Ressalto aqui que sempre dou a cara para bater, quem quiser mandar uma mensagem, seja crítica ou elogio, se identifique. A resposta ao anônimo é EU SOU FELIZ, mesmo sem algumas “conquistas”, tão importantes para o fulano ou (provavelmente) fulana (risos). Aí vai o texto:

Sou um cara odiado por muitos e amado pela maioria, parece que estou contando vantagem, mas é a verdade. Atualmente tentando ser um bom jornalista. Eu amo muito meu irmão, mãe, avós, algumas tias, alguns primos e um grande número de amigos. Adoro a diversidade de pessoas que conheço e convivo, os corretos e incorretos.

Não gosto de regras. Posso mudar de humor de uma hora para outra. Minha educação sempre depende da sua, tento ser quase sempre legal, mas às vezes sou agressivo, nunca aprendi a absorver hostilidade e ficar quieto, acreditem, não pisem nos meus calos e nem façam mal a pessoas que amo, isso pode desencadear acessos de raiva.

Sou um falso “porra-louca”, na maioria das vezes mantenho o controle sobre meus excessos. Faço grandes amigos e dou bons conselhos (só não consigo usá-los em benefício próprio). Sou generoso, rancoroso, leal, inteligente, argumentativo e franco, muito franco, às vezes nervoso e tenso.

Muito teimoso, vingativo, responsável, irresponsável, justo, criativo e enérgico. Odeio estar só, porém, em alguns momentos sou um tanto “anti-social”. Ciumento, possessivo, trabalhador, severo, seletivo, prático e muito exigente. Costumo ser severo, prático e muito exigente, freqüentemente tímido, divertido e EXTREMAMENTE impaciente.As vezes egoísta, pavio curto, apesar disso, muito querido.

Eu adoro ser eu, sou AUTÊNTICO, feito de sentimentos, emoções, pensamentos e críticas, não tem cópia, dono de uma personalidade forte. As pessoas falam que sou legal, gente boa, interessante e eu prefiro acreditar nelas. Sinto saudades dos que “partiram no rabo do cometa” (papai,Ita,Vô e alguns amigos).

Amo rock and roll, samba e MPB, detesto pagode, brega e todos esses outros estilos “POPULARES” medíocres e execráveis, não que eu tenha preconceito musical, (risos), eu tenho é conceito mesmo (quem lê este texto, imagina logo: “Que cara chato!” A verdade é esta mesmo, não ligo para o que pensam a meu respeito já faz uns anos).

Sei que esse papo de música é complicado, tem muita gente legal que adora porcarias por não ter tido acesso aos filmes, lugares, livros e experiências, afinal, o meio forja o indivíduo. Sempre sou eu mesmo, sem máscaras, sem aquele papo de mudar na presença da família ou rodas distintas de amigos. Uma pessoa com manias e brincadeiras, alegrias e com eventuais tristezas, erros e acertos, boêmio, biriteiro, farrista, arrogante e astuto.

Alguns me acham esquentado em demasia, mas podem apostar, não entro em discussões sem alguma razão plausível. Odeio hipocrisia, aquele papo de fazer capa, dar uma de foda e, no final das contas, serem apenas mais alguns patetas, com o velho papo furado. Idiotas bancando pessoas safas e descoladas.

Enfim, eu sou cheio de defeitos, mencionei alguns aqui para não dizerem que não avisei. Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso, entretanto, chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram. Bani um bando de filhos da puta do meu convívio, até mesmo parentes.

Perdoar os erros dos outros não é tão difícil, o problema é quando elas continuam insistindo em erros idiotas e coisa fica insuportável. Não procuro confusão, mas não corro dela, nunca. Agradeço meus amigos por gostarem da minha pessoa com as imperfeições e luas que me são peculiares.