Luan Santana em Macapá, pra cá só vem show merda mesmo

                                                                                       Por Elton Tavares
Minha mãe sempre diz que eu não respeito o gosto musical alheio. Claro que respeito, não suporto é o mau gosto mesmo. Sempre digo que não tenho preconceito quando o assunto é música, o que tenho é conceito mesmo.
Particularmente, não gosto de rodeios, os acho sem graça, sem falar dos maus tratos aos pobres animais e todo aquele blá, blá, blá. Ainda mais quando um evento idiota desses tem Luan Santana como atração principal. Pois é, hoje (19) vai rolar, na III etapa do Circuito Amapaense de Rodeio em MACAPÁ, o show daquele moleque leso que grita poesia pobre aos quatro cantos do Brasil.
O garoto canta letras infames e versos mela-cuecas que emocionam adolescentes do nosso país (mas convenhamos, não é preciso muito para emocionar um adolescente). Mas o pior é constatar que, gente que se acha inteligente, é atingida em cheio com os “meteoros de paixão” do jovem de olhar torto (sim, ele é meio olho no peixe, outro no gato).
Tais figuras são alienadas, engrossam as fileiras da massa de manobra e se justificam com a idiota frase: “é que eu sou eclético”. Ledo engano. Na verdade são figuras lerdinhas e ridículas, que fecham os olhos cantarolando “amar não é pecado”. Taqueparéu!
Conversando com minha amiga Camila Karina, ela definiu bem tudo isso:
O Brasil é carente de grandes estrelas pop’s, no âmbito da música principalmente. Como todos sabemos, os ritmos brasileiros são a tradução cultural, mas nem sempre. Veja o caso do Luan Santana, que momento cultural seria esse? Já passamos por É o Tcham e Carla Perez, Alexandre Pires e o Só pra contrariar e passadas as febres do axé e pagode, chegamos ao Sertanejo. Zezés de Camargo e Chororós, até chegar nos Brunos e Marrones,  mas nada disso era suficiente. A carência de pop star’s ainda era latente, então porque não transformar tudo em pop de uma vez? Calypsos e Luan’s Santana..”, detonou C.K. E eu assino embaixo.
Na verdade, quero que Luan seja partido por “raio de Saudade” ou por um “Meteoro da Paixão”. Ainda usando trechos da música pífia do viadinho estrábico, “Que se dane o mundo”, pois eu continuarei um cara rock and roll na contramão da babaquice generalizada.  Amo Macapá, mas pra cá só vem show merda mesmo. É foda, mas é fato.

Música de hoje

Meu Reino – Biquini Cavadão – Composição: Alvaro, Bruno, Miguel, Sheik, Coelho.
 Atrás da porta
 Guardo os meus sapatos
 Na gaveta do armário
 Coloco minhas roupas



 Na estante da sala
 Vejo muitos livros
 E a geladeira conserva o sabor das
 refeições

Minha casa é meu reino

 mas eu preciso de outros sapatos
 De outras roupas, outros temperos
 Para formar minhas ideias e meus sentimentos

 Eu sou a soma de tudo que vejo
 E minha casa é um espelho
 Onde a noite eu me deito e sonho com as coisas mais
 loucas
 Sem saber porque



 É porque trago tudo de fora
 Violência e dúvida, dinheiro e fé
Trago a imagem de todas as ruas por onde passo
 E de alguém que nem sei quem é
 E que provavelmente eu não vou mais ver


 Mas mesmo assim ela sorriu pra mim
Ela sorriu e ficou na minha casa que é meu reino


 É porque trago tudo de fora
 E minha casa é um espelho
 Trago a imagem de todas as ruas


Eu sou a soma de tudo que vejo
 mas mesmo assim, ela sorriu pra mim
 Sorriu e ficou na minha casa que é meu reino


Que a razão não diga nada
 Os sonhos sempre foram minha fuga
 Lembranças perdidas sem sentido
 Mas juntas pra mim parecem musica


Música de hoje

Codinome Beija-Flor Cazuza

Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou

Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor

Eu protegi teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor (nunca)
Pra qualquer um na rua, Beija-flor

Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador

Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor


Música de hoje

Imagem: Google.

Caras Como Eu – Titãs

Caras como eu
Estão ficando raros
Como cabelos ralos
Que se partem e caem
pelo chão

Caras como eu
Estao tirando o pé
Andando em marcha-ré
Com medo de entrar na
contra-mão
Como trens do interior
Que não chegam no
horário

Como velhos elefantes
Que morrem solitários

Caras como eu
Estao ficando chatos
Como solas de sapatos
Que se gastam
Com o passar do tempo

não vou mais medir o tempo
não vou mais contar as horas
Vou me entregar ao momento
não vou mais tentar matar
o tempo

Como palavras de amor
Que não se guardam em
disquetes
Como segredos sem valor
Que a gente nunca esquece

Caras como eu
Estao ficando velhos
Calçando os seus chinelos
Concluindo que não ha
mais tempo



Orgulhoso

                          Marcelo (óculos e peruca) e Emerson – Jovens empresários de sucesso.

Estou orgulhoso do meu irmão, Emerson Tavares e do meu primo, Marcelo Tavares. Ontem eles foram premiados pela Veja Belém, com um quadro de indicação ao melhor bar da cidade das mangueiras. A festa aconteceu no Hangar, onde foram premiados dezenas de estabelecimentos do ramo de entretenimento e culinária na capital paraense.

                                                     Bar O Original.

 O Original inaugurou em 2010 e já pegou em Belém. A casa fica localizada na Rua João Balbi, nº 1350, esquina com Avenida 9 de janeiro, no centro da capital paraense. A proposta do estabelecimento é oferecer um serviço de qualidade aos amantes de boa música, culinária e futebol.

Convite da revista Veja Belém. 

Entre os atrativos estão música ao vivo, sonzinho tocando rock e MPB, exibição de videoclipes, cardápio requintado e cerveja gelada.  O Original possui dois ambientes, sendo um climatizado, nos altos do bar, e outro ao ar livre. O local tem uma equipe de seguranças, cozinheiros e garçons qualificados e é equipado com cinco televisores de LCD, telão de alta definição e som ambiente.

Elton Tavares

Música de hoje

Sangue Latino – Ney Matogrosso

Jurei mentiras
E sigo sozinho
Assumo os pecados
Uh! Uh! Uh! Uh!

Os ventos do norte
Não movem moinhos
E o que me resta
É só um gemido

Minha vida, meus mortos
Meus caminhos tortos
Meu Sangue Latino
Uh! Uh! Uh! Uh!
Minh’alma cativa

Rompi tratados
Traí os ritos
Quebrei a lança
Lancei no espaço
Um grito, um desabafo

E o que me importa
É não estar vencido
Minha vida, meus mortos
Meus caminhos tortos
Meu Sangue Latino
Minh’alma cativa



Às vezes a vida parece uma comédia romântica

                                                     Por Elton Tavares


Lá vou eu em mais um devaneio, mas às vezes a vida realmente parece uma comédia romântica. Tudo começa sempre com uma atração física, mas depois, se a coisa é legal, a gente vai prosseguindo.

Se rolar atração física mais atração pelo jeito de pensar (idéias, papos, afinidades inteligentes e diferenças fascinantes) da figura que você ta ficando, aí é que o negócio fica bom mesmo.  Pode até pintar a tal paixão, a mais forte e viciante das drogas.

Mas e se essa pessoa te conhece e você a conhece também? Digo, o suficiente para listar seus supremos defeitos e possíveis mal-entendidos ou estranhamentos que possam acontecer. Sim, uma amiga. Mermão, aí é melhor escutar a velha que mora na sua cabeça, denominada consciência e encerrar o assunto. Pois evidente que é cagada anunciada.

Com este peculiar tipo de pessoa, você não tem como traçar uma estratégia afetiva favorável, aquele papo de ir comendo pelas beiradas, ir adequando tudo a seu favor, já que ela te saca tão bem.  O papo é desencantar e preservar a amizade.

É foda, quando a coisa não é só foda (risos). É que eu não sou prático. Quando se trata de alguém estranho, as circunstâncias são de certa forma, muito melhores. Trata-se de só sexo, sem neuras, ciúmes, cobranças ou demais elementos comuns nas irônicas comédias românticas.

Quem dera que em tempos que a vida cabe dentro de redes sociais e HDs (sim, eu plagiei um pedaço da música da stereo), essas coisas fossem planejadas em planilha do Excel. É, obviamente, melhor abortar este tipo de missão, do que chegar ao ponto de “entrar num bode, quebrar a vitrola e toda a coleção do Pink Floyd” da figura (risos).

Música de hoje

                                                             Imagem: http://onecaresss.tumblr.com/

Flores em Você – Composição : Edgard Scandurra


De todo o meu passado
Boas e más recordações
Quero viver meu presente
E lembrar tudo depois
Nessa vida passageira
Eu sou eu, você é você
Isso é o que mais me agrada
Isso é o que me faz dizer
Que vejo flores em você

De todo o meu passado
Boas e más recordações
Quero viver meu presente
E lembrar tudo depois
Nessa vida passageira
Eu sou eu, você é você
Isso é o que mais me agrada
Isso é o que me faz dizer
Que vejo flores em você
Que vejo flores em você

Os dez mandamentos do homem feio

                                                                                             Por Xico Sá

Hoje a intenção é encorajar os irmãos esteteticamente prejudicados. Vamos nessa. Dez coisas que um homem feio -ou mal-diagramado, como digo – deve saber para tirar mais proveito da vida, essa ingrata: 

I) Que a beleza é passageira e a feiúra é para sempre, como sabia Sérge Gainsbourg, aí na foto com Jane Birkin. Sim, aquele mesmo francês que gemeu sem sentir dor também com a Brigite Bardot. O cara do maior hino de motel de todos os tempos, “Je t´aime moi non plus”.

II) Que as mulheres, ao contrário da maioria dos homens, são demasiadamente generosas. E não me venha com aquela conversinha de que elas são interesseiras. Corta essa, meu rapaz. Se assim procedessem, os feios, sujos e lascados de pontes e viadutos não teriam as suas bondosas fêmeas nas ruas. Elas estão lá, bravas criaturas, perdendo em fidelidade apenas para os destemidos vira-latas.

III) Que o feio, o mal-assombro propriamente dito, saiba também e repita um velho mantra deste cronista de costumes: homem que é homem não sabe sequer a diferença entre estria e celulite.

IV) Que mulher linda até gay deseja e encara, quero ver é pegar indiscriminadamente toda e qualquer assombração e visagem que aparecer pela frente.

V) Que homem que é homem não trabalha com senso estético. Ponto. Que não sabe e nunca procurou saber sequer que existe tal aparato “avaliatório’’do glorioso sexo oposto.

VI) Que as ditas “feias” decoram o Kama Sutra logo no jardim da infância.

VII) Que para cada mulher mal-diagramada que pegamos, Deus nos manda duas divas logo depois de feita a caridade.

VIII) Que mulher é metonímia, parte pelo todo, até na mais assombrosa das criaturas existe uma covinha, uma saboneteira, uma omoplata, um cotovelo, um detalhe que encanta deveras.

IX) Que me desculpem as muito lindas, mas um quê de feiúra, um quezinho, é fundamental, empresta à fêmea uma humildade franciscana quase sempre traduzida em benfeitorias de primeira qualidade na alcova.

X) Saiba, por derradeiro, irmão de feiúra, que a vida é boxe: um bonitão tenta ganhar uma mulher por nocaute, a nossa luta é sempre por pontos, minando a resistência das donzelas. Boa sorte, amigo esteticamente prejudicado, nesse grande ringue da humanidade!

Música de hoje

Não Vale A Pena – Maria Rita

Ficou difícil, tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício, ossos do oficio
Pagar pra ver o invisível e depois enxergar
Que é uma pena, mas você não vale a pena, não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema, de tão pequeno
Mas vai e vem, e envenena, e me condena ao rancor
De repente cai o nível e eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado
O velho texto batido dos amantes mal amados, dos amores mal vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida
E é pra não ter recaída que não me deixo esquecer
Que é uma pena, mas você não vale a pena, não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema, de tão pequeno
Mas vai e vem, e envenena, e me condena ao rancor

De repente cai o nível e eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado
O velho texto batido dos amantes mal amados, dos amores mal vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida
E é pra não ter recaída que não me deixo esquecer
Que é uma pena, mas você não vale a pena

Você pode discordar, mas é isso que EU acho e ponto

                                                                                        Por Elton Tavares

Eu sempre deixei bem claro que o conteúdo deste blog é cultural, informativo, e, sobretudo, opinativo. Não seguimos uma linha específica, gosto de dizer que publicamos tudo o que sentimos vontade. Vez ou outra, meus textos de opinião são odiados e criticados, tudo bem, quem expõe idéias e pontos de vista na internet está sujeito a críticas e elogios.
Comecei a escrever aqui há um ano e cinco meses, com a cabeça transbordando de idéias e o coração abarrotado de sentimentos diversos, falando abertamente sobre tudo. Alguns gostaram, concordaram e outros discordaram, sem falar nos que me execraram.
O mais importante é a liberdade de expressão, seja no sentido metafórico, sutil ou na bucha mesmo. Para mim, as pessoas ouvem ou lêem quem tem sempre algo a dizer. Por isso a seguinte frase está lá em cima: “Você pode discordar, mas é isso o que eu acho e ponto”.
Dia desses, um fulano, que não teve a hombridade de assinar a crítica e ficou anônimo mesmo (no texto “Eu tenho Chatofobia”), me chamou de “contraditório, egocêntrico e que perco o equilíbrio” nos meus textos. Como assim cara pálida?
Seguindo esta linha de raciocínio, todo blogueiro que escreve textos de opinião quer aparecer. O dito cujo ainda finalizou com a frase: “Faça, não queira Ser notícia, Elton”.
Confesso que fiquei bolado, não por ser criticado, mas pelo argumento idiota. Ora, se fosse assim os blogs ou toda mídia virtual em que rola frases ou textos opinativos teriam um único objetivo: promover o autor ou não?
Meus textos de opinião podem ser interpretados da maneira que vocês bem entenderem, só deixo claro que possuo valores, gosto de dizer e escrever o que penso sim e na minha razão vou até o inferno.
Então, senhor anônimo, respeito o seu ponto de vista, apesar de achar patético, tanto que publiquei o comentário. Não concordo, mas me fez pensar: quantos acham isso? Bom, todos têm o direito à opinião. Continue lendo a minha “falta de equilíbrio”, se fosse tão ruim assim, você não entraria nesta página.
Bom, por enquanto é só. Estou no interior trabalhando, talvez mais tarde volte com algum texto. Abraços na geral!

Minhas blogueiras preferidas

Eu, Hellen Cortezolli e Camila Karina – Bar do Francês – Foto: Camila Ramos.
Eu, acompanhado de Hellen Cortezolli e Camila Karina, ambas amigas queridas. Elas também são jornalistas e minhas blogueiras preferidas. As duas são brilhantes. Além de nossas respectivas páginas, nós três também fazemos parte da equipe da blog Eu sou do Norte.
Essa foto, feita pela genteboníssima Camila Ramos, é só para começar bem a semana. Amo vocês, sás molecas.
Ah, recomendo o Cortezolli, no endereço:
E o poético Paralelos do Cotidiano, da Camilinha:

Eu tenho chatofobia

                                                                               Por Elton Tavares
Silvio Santos, um dos caras mais chatos da TV.

De tanto ler sobre fobias, preconceitos e outras ligas tortas, cheguei a conclusão que tenho “chatofobia”. Vou explicar, eu adoro pessoas legais, como a maioria dos meus amigos, pois de chato, já basta eu. Observo as variações destes tipinhos inconvenientes. Vou descrever alguns que lembro neste momento, superficialmente, claro.


O metido gaiato, que é sem graça e vive fazendo piadas ridículas. O “superprofissional”, que julga todos incompetentes e só ele é bom. O sabidão, que é metido a saber de religião, futebol, carnaval, política, história e não aceita a opinião dos outros.
 

Muricy Ramalho, técnico competente, mas chato pra caralho.

Ah, mas ninguém barra os politicamente corretos, defensores ferrenhos de gays, negros e do meio ambiente. E os Falsos moralistas, que primam pela moral e os bons costumes, que em alguns casos são grandes hipócritas. Com certeza, estes tipos são os piores. Pois não riem de piadas legais, porque enxergam preconceito e descaso em tudo.

Nerds que acham todo o resto do mundo estúpido, mas tudo que sabe da vida é teoria e nada de prática, é um merdinha desprovido da malacagem. Os chatos lisos, que são pobres soberbos e só querem andar com que tem o vil metal. Alguns jornalistas, advogados e policiais, que acham que só porque exercem suas funções profissionais, estão acima do bem e do mal. Grandes merdas.
 

Lulu Santos, músico talentoso, mas uma mala. 

Sem falar em idiotas que se empolgam com cargos de confiança, sem se tocarem que podem ser demitidos do dia para a noite. Os fiscalizadores, que aguardam a todo o momento que você erre (como um certo colega de profissão que cata erros de português ou concordância dos outros, só para disfarçar sua mediocridade).

Os sempre mau humorados, que já acordam cuspindo fogo para todos os lados. E também os que só reclamam da vida, pensando que tudo de ruim só acontece com eles.

Tem também os enxeridos, fofoqueiros (tudo bem, todo jornalista é meio fofoqueiro). Mimados, eu se melindram com qualquer criticazinha, enfim, acho que chato mesmo sou eu, por não suportar frescurinhas, burrice, conversa fiada e pobreza de espírito.
 

Figuras assim são atrasos de vida, só trazem cansaço, aporrinhação e ainda te atrapalham. Mas infelizmente temos eu conviver com eles da melhor forma possível. Não se trata de uma pretensa superioridade em relação a este tipo de pessoa, mas tem neguinho que não tem o mínimo de noção. Sim, eu assumo, tenho chatofobia aguda.


Apesar destes patetas que descrevi aí em cima, minha vida é muito legal e eu dou risada deles. Tenham todos uma ótima sexta-feira!