Araken, o Showman!

                                                       Por Elton Tavares 
Araken, sucesso da Copa de 1986.
Tomado pelo espírito da Copa do Mundo, lembrei da de 1986, realizada no Mexico (falarei das copas em um texto sobre os mundiais que vi). Na época, a molecada (e os adultos) viraram fãs do personagem Araken, o Showman! O Araken aparecia em vinhetas, antes do início e nos intervalos dos jogos transmitidos pela Rede Globo.

A irreverência do publicitário José Antonio de Barros Freire, o Barrinhos, que interpretava o personagem caiu na graça do povo e roubou a cena daquela Copa. Araken encarnava o torcedor brasileiro, que não perde a esperança e leva tudo na sacanagem. Hoje, aos 54 anos, Barrinhos é documentarista e mora no interior de São Paulo. Ele trabalha com produção de vídeos de responsabilidade social e programas para televisão.

O Araken satirizava os adversários e fazia sucesso com a mulherada, era o malandro feinho que sempre se dava bem. Ele também criticava a seleção como todo torcedor. Aparecia nas situações mais engraçadas, sempre na pele de um ferrenho torcedor, vestindo a camisa verde-amarela.

Araken deixou saudades em mim e (acredito) em toda a geração que acompanhou aquela Copa do Mundo. A musiquinha que ela cantava era mais ou menos assim: “Nessa Copa do Mundo não tem ninguém, vai dar Brasil meu bem, com Araken, o showman”. Êta nostalgia. Vamos Brasil!

O Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados é uma data esperada por muitos casais, época de boas vendas para o comércio, restaurantes lotados e em alguns casos, reconciliações. Para outros, é uma data infame. Já ouvi de amigas o seguinte lamúrio: “Pô, vou passar o Dia dos Namorados sozinha, que merda”. Besteira. Ainda há aqueles que adoram não ter uma namorada (o), pois não gastarão dinheiro com seus pares, mesquinho não? (risos). Eu parabenizo aqueles que namoram, que conseguem dividir alegrias e tristezas, glórias e fracassos, aventuras e desventuras, enfim, parafraseando Cazuza, “transformam o tédio em melodia”.
A definição da data é: “Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim, como é conhecido em outros países, é uma data comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais. Neste dia é comum a troca de cartões e presentes como simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho. Em Portugal também acontecia o mesmo até a poucos anos, mas atualmente é mais comum a data ser celebrada a 14 de Fevereiro.
Eu acho bacana, pois já namorei muita gente legal, apesar de, no momento, preferir ficar sozinho, pois as prioridades são outras. Tudo bem, namoros não são somente flores, já tive muitas dores de cabeça por conta deles (na maioria das vezes, por causa do meu gênio ruim). Mas eu também tenho meus créditos, afinal, todos os meus relacionamentos duraram um tempão. Já rolou até “amigamento” (ô termozinho palha, risos).
O mais legal é que me tornei amigo da maioria das minhas “exs”, tudo bem, algumas me odeiam e é recíproco. Costumo dizer, aos que me cercam, que sou melhor como amigo do que como namorado. É, ciúmes, neuras,cobranças, etc. Uma série de coisas incompatíveis com inteligência. Ah! Também digo que não tenho inteligência emocional, sabe aquele lance de gestão de conflitos? Pois é, nesse quesito eu sou apenas um jornalista razoável (risos).
Resumindo, parabéns a todos que agüentam TPMs, barracos, telefonemas incessantes, atrasos, traições de gente sonsa (sim, tem coisas que descobrimos após o suposto relacionamento ter acabado, risos)ronco, peidos, não pegar chuva por causa da chapinha, não poder ir ao bar com os amigos, aniversários da família chata da sua parceira (o), gastos e mais gastos com tudo que possam imaginar, fiscalização de Orkut e afins.
Não me entendam mal, não sou contra nenhum tipo de relação afetiva. Claro que tem uma porrada de benefícios também, afinal, é foda, mas é foda, se é que me entendem (risos). Por exemplo, viagens, sexo, domingos de chamego (TV no domingo era osso), sexo, jantar com o casal de amigos, sexo, cinema a dois, sexo, e etc. Entretanto, acredito que, nos dias de hoje, relacionamentos tem prazo de validade (salvo os casamentos bem sucedidos, cada vez mais raros), este tempo varia de casal para casal, mas cedo ou tarde a coisa azeda, por isso é preciso viver o momento, sempre.
Aproveitando o ensejo, quero mandar lembranças para minhas ex, pessoas com as quais aprendi muita coisa. Valeu praca, abraço para vocês (ta bom, nem todas).Já vi muitos casais, que pareciam inseparáveis e inabaláveis, se largarem por motivos pífios ou sérios, não importa, mas eles seguiram seus caminhos. Também conheço muitos que estão juntos há décadas, essa administração de conflitos é osso, invejável.
 Todos nós temos virtudes e defeitos, ás vezes, a paixão ou amor não basta para matar um leão por dia. No meu caso, costumo dizer que sou melhor como amigo do que como namorado, acreditem, eu fico um tanto ditador, possessivo e ciumento.
Se você acredita na alma gêmea, destino traçado e metade da laranja, cuidado, o “admirável mundo novo” é cheio de surpresas. Mas se você tem consciência que tudo tem uma vida útil e quer viver o momento, namore. Certa vez, li que se quisermos fazer Deus rir, basta fazer planos. Se, ás vezes, entramos em atrito com nossos pais ou irmãos, imaginem com alguém que conhecemos já adultos? Volto a dizer, acho legal namorar, só ando sem saco, com uma certa preguiça efetiva e cansado de palavras tortas e singulares (risos).
Gosto de relacionar meus textos a canções, sobre relacionamentos, Renato Russo cantou: “Uma menina me ensinou, quase tudo que eu sei, era quase escravidão, mas ela me tratava como um rei”, este verso tem uma precisão quase cirúrgica, namoros e afins são sempre aprendizados. Também posso citar o Leoni: “Será que você não é nada que eu penso?Também se não for não me faz mal..”, sobre pequenas decepções que enfrentamos ao longo da vida.
Enfim, parabéns todos os namorados e namoradas, sejam eles héteros ou homossexuais, como cantou Milton Nascimento, na música Paula e Bebeto: ” Qualquer maneira de amor vale aquela, qualquer maneira de amor valerá”. Para finalizar, deixo a minha favorita no quesito “love”:
Eclipse Oculto – Caetano Veloso
“Nosso amor não deu certo, gargalhadas e lágrimas
De perto fomos quase nada
Tipo de amor que não pode dar certo na luz da manhã
E desperdiçamos os blues do Djavan

Demasiadas palavras, fraco impulso de vida
Travada a mente na ideologia
E o corpo não agia como se o coração tivesse antes que optar
Entre o inseto e o inseticida
Não me queixo, eu não soube te amar
Mas não deixo de querer conquistar
Uma coisa qualquer em você, o que será?
Como nunca se mostra o outro lado da lua
Eu desejo viajar do outro lado da sua
Meu coração galinha de leão não quer mais
amarrar frustração
Ó eclipse oculto na luz do verão
Mas bem que nós fomos muito felizes só durante o
prelúdio
Gargalhadas e lágrimas até irmos pro estúdio
Mas na hora da cama nada pintou direito
É, minha cara, falar, não sou proveito sou pura
fama
Nada tem que dar certo, nosso amor é bonito
Só não disse ao que veio, atrasado e aflito
E paramos no meio sem saber os desejos aonde
é que iam dar
E aquele projeto ainda estará no ar?
Não quero que você fique fera comigo
Quero ser seu amor, quero ser seu amigo
Quero que tudo saia como som de Tim Maia, sem
grilos de mim
Sem desespero, sem tédio, sem fim”

Eu gosto de ser estranho

                                 Por Elton Tavares
O pessoal do trampo, galera legal, vive me convidando para ir ao pagode, a shows de brega, micaretas ou boites. Eu não vou, não não gosto, é assim mesmo, sou um estranho e gosto disso. No máximo, vou a barzinhos mais sofisticados da cidade, mas “balada” não, não me divirto nelas.

Os convites são recheados de prós, como bebida grátis e abundância de mulheres (supostamente fáceis), mas o público e a trilha sonora destes lugares não me agrada, eu gosto mesmo é de Rock and roll, MPB e Samba (samba não é pagode), exatamente nesta ordem.

Este depoimento pode soar preconceituoso, não acho, é somente uma preferência, não estou dizendo que minhas opções são o que deve ser feito. Eu gosto mesmo é de boteco, de bater papo (coisa que não pode ser feita em boites e afins), de ouvir som legal.

Ser diferente tem um preço, você pode ser tachado de antipático, arrogante, porra-louca, antisocial e etc. Mas eu realmente passo de “vibes”, “charlação” ou qualquer uma dessas “paideguices”. Enfim, eu gosto de ser estranho (risos).

Um dia de fúria

                                    Por Elton Tavares
Vocês sabem aquele dia que tudo da errado? Pois é, ontem foi osso, tanto no trabalho, como em questões particulares. Foi notícia ruim, cagada no trabalho, arrogância, pressão, falta de comunicação, afobação, fora as fofoquinhas cotidianas, lá pelas 18h, eu já tava quase surtando, assim como o personagem do ator Michael Douglas, no filme “Um dia de fúria” (risos).

Dá vontade de mandar tudo e todos para a caixa prega e, em alguns casos, socar algumas faces (risos). Mas tudo bem, quando fui dormir pensei: “Amanhã é outro dia, bola para frente”. Afinal, se não fossem as adversidades, seria até chato. Como diz um popular slogan amapaense: “A gente não pára!”. Que venham outros “dias de cão”, parafraseando o “Seu Creisso”: eu me agarantio!

Circunstâncias

                                                     Por Elton Tavares
Eu, com o sorriso desenhado – By Camila Karina
Após algumas revelações, por sinal, impactantes (e olha que me chocar é bem difícil), saquei que, o que poderia causar um estrago muito grande em outra época, torna-se um tiro de festim no contexto atual. Estou diminuindo, aos poucos, minhas tempestades em copos d’água, graças!

Ta bom, vocês não estão entendendo porra nenhuma. Só estou afirmando que dependendo da circunstância, os problemas são maximizados ou minimizados, depende do seu atual estado de espírito e ótica com que a coisa é vista. Como estou com o meu “nãoligômetro” ligado e focado no trampo, uma grande cagada torna-se somente um peidinho, que incomoda no início, mas logo se dissipa no ar (risos). Chega de falar merda (literalmente).

O velho Nelson Rodrigues é que estava certo, precisamos SEMPRE ver “a vida como ela é”. Haja de acordo com sua consciência e o resto é resto. O que diabos você vai ganhar com isso? Bom, cabeça fria e paz de espírito, simples assim. Tenham todos uma ótima semana.

O infame domingo

                                                           Por Elton Tavares
Há pouco, durante uma conversa com uma amiga no MSN, falei que estava um tanto entediado hoje e ela também se queixou do infame domingo. Você está ferrado se você não sair de casa, não tem internet, TV á cabo, um bom filme ou um bom livro para ler no domingo.
A programação televisiva é pífia, com um formato chato e ultrapassado. E os apresentadores então? Todos os são medíocres. Fora aquela sensação de “acabou o final de semana, puta merda!” que o domingo trás (risos).
Tudo bem, domingo é dia de almoço de família, das velhinhas irem á missa e outras dominguices. No meu caso, domingo é ressaca (ás vezes moral), videogame, leitura e etc. No final das contas, é como dizem os velhos Titãs, na música Domingo:
“Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar
Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar..”

Sempre tem um filho da puta!

                                 Por Elton Tavares
Vocês já perceberam que sempre existe um filho da puta? Sim, puxa-sacos inveterados, o secador do seu time, aquela amiga da sua namorada que vive dizendo para ela te sacaniar, parente invejoso, falso amigo, colega de trabalho metido a foda, gay enrustido, que paga de machão e sacaneia outros homossexuais, racistas, xenófobos, mal comidas, enfim, sempre tem um filho da puta!

Tem também aquele doido, caretaço e otário, que vive te derrubando porque não consegue ser como você, que é maluco e se da bem mesmo assim. Aquelas doidas que nunca conseguem um namorado, ficante ou algo assim e detonam os das amigas. O cara que vive colocando defeitos nas suas coisas, por que bom mesmo são os utensílios dele.

Além dos filhos da puta da “elite”, que adoram ostentar suas futilidades, gabar-se de seus carros, jóias, apartamentos, roupas e afins. Ou pior, os filhos da puta que queriam ser como os elitizados, mas são parece o Batman, só capa, só foba, por assim dizer.

Também tem aquele parente que te sacaniou anos atrás e que não para de falar mal de ti, o vizinho que coloca o som que você odeia (no volume máximo), o colega invejoso, o falso amigo, o fura olho, mulher insatisfeita ou mordida (que te detona pelas costas), os “comilões” de plantão, que se gabam de feitos amorosos e, ás vezes, sem que eles tivessem existido.

O incompetente, que tenta puxar seu tapete, já que ele não consegue brilhar, a mulher sonsa, que paga de santinha e é a maior devassa, o cara que sempre senta na sua mesa liso, bebe, come e no final diz: “Hoje eu não tenho grana”, a sogra que quer mandar na vida do casal, o pai que cria o filho para ser competitivo e o torna um canalha e o chefe que rouba sua idéia.

É foda, mas temos que driblar, diariamente, vários filhos da puta. Eles sempre estão à espreita, esperando você marcar bobeira para lhe sacaniar. Como dizia meu avô: “Tem gente que não serve para serem nossos amigos, temos somente que transitar entre eles, da melhor maneira possível”. Não adianta neurar com isso, afinal, os filhos da puta são filhos da puta por insatisfação, se você não é um filho da puta, meus parabéns. Pois eu também não sou (risos).

O amor é uma espécie de preconceito

                                                   Por Elton Tavares
Charles Bukowski, o velho safado
Há anos atrás, minha querida prima, Lorena Queiroz, me emprestou o livro “Misto quente”, do poeta e romancista alemão Charles Bukowski. A publicação é duca, muito boa mesmo. Nela, o escritor discorre sobre pontos de vista, histórias e posicionamentos anticonvencionais e, ás vezes, marginais (risos).
O velho Bukowski, falecido em 1994, cruzou meu caminho novamente um dia destes, quando minha amiga, Camila Karina, me enviou, pelo MSN, o seguinte parágrafo (que eu ainda não sei de qual livro foi retirado) escrito pelo alemão:
“O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa, quando há dez mil outras no mundo, que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece”
É, aquele velho safado e beberrão sabia das coisas. Como cantou o saudoso Renato Russo, no final da música “Metal contra as nuvens”:
“Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos”.
Então não sejamos preconceituosos (conforme o ponto de vista de Charles Bukowski, claro), afinal, hoje é sexta cambada, chega de literatura, ligue o foda-se e caia na farra (risos).

Maio está no final

                                                               Por Elton Tavares
Paula Toller, igual vinho, quanto mais velha, melhor!

Maio se foi, um mês de reviravoltas, mudanças e adequações. Novas amizades foram feitas, velhas amizades, que pareciam consistentes, caíram por terra. O tempo ficou reduzido, mas muito mais proveitoso e rentável. Pessoas partiram e outras chegaram. É isso aí, a vida é uma doideira mesmo.

O ano já está no meio e eu correndo atrás do sonhado sucesso profissional. A Copa está na porta, as Eleições 2010 na sequência e de repente, 2011.

Como disse o louco e admirável Cazuza: “O tempo não pára!”. Aí vai uma musiquinha piegas e melosa, mas agradável. Só para o post não ficar sem sonoridade (risos).

Maio – George Israel E Paula Toller

Maio
já está no final
O que somos nós afinal
se já não nos vemos mais

Estamos longe demais
longe demais

Maio
já está no final

É hora de se mover
prá viver mil vezes mais

Esqueça os meses
esqueça os seus finais
esqueça os finais

Eu preciso de alguém
sem o qual eu passe mal

sem o qual eu não seja ninguém
eu preciso de alguém

Meus bons amigos distantes

                                                                 Por Elton Tavares
Hoje me peguei pensando: “como será que estão os meus amigos que não falo ou vejo há muito tempo?”. Falo da Lígia Marruá, Rita Freire, Ricardo Primo, Adroaldo Junior, Anna Beatriz, Luiza Cabral e Júlia Canto. Estamos envelhecendo em lugares diferentes. É, depois dos 30 anos, estamos “do meio dia para tarde”, como dizemos por aqui (risos). Todos eles são loucos de carteirinha, com suas particularidades, claro. Sim, eu sempre tive inclinação para fazer amizade com os doidos e daí? Os politicamente corretos são previsíveis e, muitas vezes, chatos.

Sinto saudades dessa galera, se eu tivesse muita grana, mandaria buscar todos, juntá-los aos que aqui estão e faríamos grandes festas, como antigamente. Tudo bem, é nostálgico e piegas, mas saudade é assim mesmo. Existe também aquele grupo de ex amigos, que deram sua parcela de contribuição na formação do indivíduo que sou, gente inteligente, descolada, desprendida, mas, por alguma das escolhas da vida, virarão somente lembranças.

Ainda tento manter contato por telefone, e-mail, Orkut ou MSN, mas distância é foda. Li em algum lugar que os amigos são os irmão a família que nós escolhemos, é véro. Saudade de assistir shows de rock com o Adroaldo (o “astro”) cantando, de beber até cair com a Rita e seus palavrões, com a Lígia e seu sarcasmo e Júlia (a fumante mais inveterada que conheci), da meuguice disfarçada da Luiza, da doçura exagerada da Anna, dos churrascos e bate papos com o Ricardo (o engraçado é que era a fim de dar uns murros nele).

Não que os dias de hoje não sejam legais, eles são, mas quanto mais faço amigos, mais queria os velhos por perto. Bom, chega de papo, só quero que eles saibam que fazem muita falta. Tomara que sejamos amigos para sempre e tomara que nos encontremos logo. Como dizia Vinícius de Moraes: “A vida é a arte dos encontros, embora haja tantos desencontros pela vida”. Para finalizar, em homenagem aos brothers que citei, a música, da banda Barão Vermelho, “Meus bons amigos”:

Meus Bons Amigos – Roberto Frejat

Meus bons amigos, onde estão?
Notícias de todos quero saber
 

Cada um fez sua vida
De forma diferente
Às vezes me pergunto
Malditos ou inocentes?

Nossos sonhos, realidades
Todas as vertigens, crueldades
Sobre nossos ombros
Aprendemos a carregar
Toda a vontade que faz vingar
No bem que fez prá mim
Assim, assim
Me fez feliz, assim…

O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo
E imperfeito…

Meus bons amigos, onde estão?
Notícias de todos quero saber
Sobre nossos ombros
Aprendemos a carregar

Toda a vontade que faz vingar
No bem que fez prá mim
Assim, assim
Me fez feliz, assim…

O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo
E imperfeito

Não, não, não
O amor sem fim
Não esconde o medo
De ser completo
E imperfeito…

Iuhuuu! É sexta-feira!

Depois de uma semana árdua de trampo e preciosas horas perdidas no banco, eis que chega o final da sexta-feira, o início do fim de semana. Aqueles dias preciosos, período que pessoas que trabalham muito deveriam descansar. Mas tem um monte de sacanas iguais a mim e o que nós queremos mesmo é ir para a cagada. Beber, ficar, comer, escutar som, dançar (que não é o meu caso), falar besteira, enfim, extravasar, cometer  os desaconselháveis excessos (risos).

Chega de papo, vamos beber cambada!

5.000 acessos em cinco meses, quem diria

Tudo bem que eu mando o link do blog para os amigos no MSN. Que também jogo o endereço no twitter e orkut. Mas 1.000 visitas por mês é ótimo, isso me deixa muito orgulhoso e feliz. Já abordei muitos assuntos polêmicos, mas agora estou menos espinhoso. Já são 5.000 mil e poucos cliques nesta humilde página. A criação do blog foi incentivada por gente inteligente, a esta pessoa, meus agradecimentos. 
Eu escrevi tanta coisa legal no passado, tudo se perdeu por falta de cuidado. É engraçado como gostei desse papo de ser blogueiro, sabiam que isso vicia?  Adoro os comentários, adoro quando algo repercute, adoro quando vou a um bar e um leitor, amigo ou não, diz: “Pô, legal aquele lance que escreveste” ou “Nada a ver aquilo lá cara”. É bem legal mesmo. A média de acessos está em torno de 80/100 ao dia. 

Peço a vocês, leitores, que me enviem material. Podem ser textos, crônicas, piadas, poemas, tiras, etc. Prefiro não escrever e nem postar nada sobre política, mas tudo que envolve rock, curiosidades, humor ou música será bem vindo. Obrigadão por me lerem (ou será lerem-me), valeu MESMO!

Sempre para a próxima segunda-feira

                                            Por Elton Tavares
Olá amigos. Eu estava aqui pensando sobre o que escrever, aí lembrei que tinha planejado retomar os exercícios físicos hoje (tô porrudo e preciso queimar um pouco do pirão e gelada), continuar aquele livro grossão, o qual eu li só metade. Mas o que sempre faço é adiar tudo para a próxima segunda-feira.

Se forem coisas escrôtas de se fazer então, fica para uma segunda longínqua. É só vocês prestarem atenção, dieta, exame médico, parar de fumar ou malhar, para a maioria das pessoas, fica para depois, muito depois.

Eu preciso fechar a boca, voltar a ler mais, dar um tempo de farras, pensar na pós graduação, resolver problemas no banco e visitar pessoas que amo (minha afilhada, tias e avós). Mas o que acontece? Fica tudo para a próxima segunda-feira.

Conheço muita gente que age dessa maneira. Pessoas que trabalham muito (ou pelo menos ficam muito tempo no local do trampo), vivem fora de casa, no meu caso, em mesas de bares (risos). Sempre o velho mau costume de adiar, adiar e adiar.

O problema é que o tempo voa, a vida passa depressa demais. Um dia desses eu estava curtindo a vida no anos 90, sem grandes preocupações. Às vezes é preciso acontecer alguma cagada para nos espertarmos. O velho tratamento de choque. Aí você trata de perder peso, parar de fumar, cortar sal, estudar, arrumar um emprego ou, pasmem, casar (cruzes).

Até pensei em aproveitar o ensejo e desligar o computador, pegar meus alteres e começar a malhar. Depois tomar um banho e ler uns 15 minutos antes de dormir. Mas querem saber de uma coisa? Começarei essa rotina na segunda, juro (com os dedos cruzados, claro).

                                                                                               

Eu sou chato, mas sou rock and roll

                                 Por Elton Tavares
Acredito que existem pequenos pecados que pagamos diariamente, de forma corriqueira. Hoje saí para a pauta com a equipe do trampo, eles são gente boa, caras legais mesmo, entretanto, me fizeram escutar brega, sertanejo e axé music. Eu sorria de minha pequena tortura, fazer o que?

Este pacote musical, que durou cerca de duas horas, deve ter pago pecados como pequenas ofensas, respostas tortas ou coisas assim. Juro que se isso se tornar rotina, chegarei ao inferno (acredito que o céu é para poucos) com menos currículo (risos).

Eu não disse nada aos colegas, não quis parecer antipático, mas foi chato praca. Sabem aquelas pessoas que não se encaixam no padrão convencional, mas não são totalmente anticonvencionais? Pois então, este gordo aqui é assim mesmo.

Dia destes, escutei de uma colega: “Jornalista tem que escutar de tudo, assistir de tudo e ler de tudo”, se depender disso, serei sempre limitado, pois gosto de dizer que não tenho preconceito musical, o que tenho é conceito mesmo. Tudo bem, eu sou chato para cacete, mas sou rock and roll (risos).