Semana dos Museus é celebrada com marabaixo e exposições indígena e da história das eleições

Museu Sacaca, em Macapá — Foto: GEA/Divulgação

O Museu Sacaca preparou uma programação especial para comemorar a 20ª Semana Nacional de Museus com exposições artísticas e culturais, além de visitação em um dos pontos turísticos marcantes do Amapá. O evento ocorre entre quarta (18) e sexta-feira (20) totalmente aberto ao público, na Zona Central de Macapá.

A abertura das atividades acontece a partir das 9h com apresentações de rodas de marabaixo. A organização também criou uma exposição sobre os 500 anos do processo eleitoral no Brasil, para mostrar momentos importantes na trajetória política brasileira.

Além disso, o evento também terá venda de artesanatos locais, exibição de documentários e passeio no tradicional barco regatão.

Programação:

18 de maio (quarta-feira)

9h – abertura oficial da programação
9h30 – apresentação de roda de marabaixo (no auditório)
10h – roda de conversa “Educação museológica: o poder dos museus em diálogo com as escolas amapaenses” (no auditório)
9h às 17h – exposição do TRE-AP “500 anos de eleições no Brasil” (no hall do auditório)
9h às 17h – exposição “Turé dos povos indígenas” (no núcleo de museologia)
9h às 17h – palestra de educação ambiental (sala de ed. ambiental)
9h às 17h – exposição de arte da Galeria Samaúma: homenagem a Gibram Santana (no auditório)
9h às 17h – passeio no regatão
9h às 17h – venda de artesanatos tucujús (corredor do espaço multimídia)
10h às 16h – exibição de documentários (no espaço multimídia)
10h e 15h – contação de história “Uirapuru” (no auditório)
15h às 17h – palestra TRE-AP: “A repercussão dos museus amapaenses diante da sociedade amapaense” (no auditório)
9h às 17h – exposição galeria de rua (corredor do auditório)
9h às 17h – brincadeiras e jogos tradicionais (maloca multiuso)
16h – encerramento com roda de marabaixo (praça das etnias)

19 de maio (quinta-feira)

9h às 17h – visita mediada (exposição a céu aberto)
9h às 17h – exposição do TRE-AP “500 anos de eleições no Brasil” (no hall do auditório)
9h às 17h – exposição “Turé dos povos indígenas” (no núcleo de museologia)
9h às 17h – palestra de educação ambiental (sala de ed. ambiental)
9h às 17h – exposição de arte da Galeria Samaúma: homenagem a Gibram Santana (no auditório)
9h às 17h – passeio no regatão
9h às 17h – venda de artesanatos tucujús (corredor do espaço multimídia)
10h às 16h – exibição de documentários (no espaço multimídia)
9h às 17h – exposição do artista Alex Oliveira (corredor do auditório)
11h e 15h – roda de capoeira (auditório do museu)
9h às 17h – exposição de galeria de rua com o artista J. Márcio (corredor do auditório)
9h às 17h – brincadeiras e jogos tradicionais (maloca multiuso)
10h e 16h – contação de história e sarau de poesia “Biblioteca pública professor Elcy Lacerda” (no auditório)

20 de maio (sexta-feira)

9h às 17h – visita mediada (exposição a céu aberto)
14h às 15h30 – roda de conversa “Desmistificando o preconceito histórico afro-religioso” (auditório)
9h às 17h – exposição do TRE-AP “500 anos de eleições no Brasil” (no hall do auditório)
9h às 17h – exposição “Turé dos povos indígenas” (no núcleo de museologia)
9h às 17h – palestra de educação ambiental (sala de ed. ambiental)
9h às 17h – exposição de arte da Galeria Samaúma: homenagem a Gibram Santana (no auditório)
9h às 17h – passeio no regatão
9h às 17h – venda de artesanatos tucujús (corredor do espaço multimídia)
10h às 16h – exibição de documentários (no espaço multimídia)
10h e 15h – contação de história “Uirapuru” (praça das etnias)
9h às 17h – brincadeiras e jogos tradicionais (maloca multiuso)
9h às 17h – exposição de Galeria de rua com o artista J. Márcio (corredor do auditório)
16h – encerramento com o grupo cultural Zimbra (praça das etnias)

Fonte: G1 Amapá.

Vacinação antirrábica: confira os pontos itinerantes de 16 a 20 de maio em Macapá

Animais acima de três meses de idade e que estejam saudáveis, devem ser imunizados | Foto: Arquivo/PMM

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) segue com a imunização itinerante de cães e gatos em Macapá, no período de 16 a 20 de maio, de 9h às 13h. Além dos pontos estratégicos, é possível receber as doses da vacina nos pontos fixos localizados na zona sul da capital.

O imunizante é ofertado gratuitamente. Animais acima de três meses de idade e que estejam saudáveis, devem ser imunizados. Para recebimento da dose é necessário a apresentação do cartão de imunização do animal. A vacina é obrigatória e protege cães e gatos contra raiva.

Pontos itinerantes:

Comunidade Nossa Sra. do Carmo: na Rua Antônio Pelaes Trajano, 1491 – bairro Cidade Nova
Escola Estadual Deuzuite M. Cavalcante: na Av. José Tubinambá de Almeida, 556 – bairro Perpétuo Socorro
Igreja Nossa Senhora Aparecida: na Rua Guanabara,612- bairro Pacoval

Pontos fixos:

Canil Municipal: na Rodovia Josmar Chaves Pinto, antiga Rodovia JK, em frente ao Parque de Exposições da Fazendinha, no horário de 8h às 13h e das 14h às 17h.
Departamento de Vigilância Ambiental: na Alameda Campo Belo, 207-11, no bairro Cabralzinho, das 8h às 13h.

Ana Cleide Torres
Secretaria Municipal de Saúde

Ação integrada do MP-AP, PF e PRF resulta na prisão de um indivíduo foragido, no Estado do Piauí

Em ação integrada, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado (MP-AP), com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal (PF), cumpriu no último sábado (14), na cidade de Bom Jesus, Estado do Piauí, os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão de um indivíduo foragido do sistema prisional amapaense.

Agenor Vitorino de Carvalho, que também possui documentos com o nome de Renato Rena de Carvalho e Kaio Renato Moreno Júnior, foi preso, quando viajava dirigindo seu veículo, com adesivo de uma de suas prováveis empresas de fachada, por uma rodovia federal no Estado do Piauí.

Ele está condenado a 41 (quarenta e um anos) de prisão em regime fechado. Atualmente, estava cumprindo a pena em prisão domiciliar por alegada doença grave e deveria permanecer em sua residência e somente sair com autorização judicial para tratamento de saúde, com monitoramento eletrônico. Mas o mesmo rompeu o acessório e se deslocava livremente por outros Estados.

Contudo, investigações em trâmite no Gaeco apontam que o investigado – eis que ainda não se sabe qual seu nome verdadeiro – continua a praticar crimes, como ocultação de bens, lavagem de dinheiro e, possivelmente, tráfico de drogas.

Em 1999, o homem foi preso em Rondônia pelo roubo de uma carga de 289 kg de ouro, transportada em uma aeronave da companhia Vale do Rio Doce, no Estado do Pará. Em 2009, nova prisão, desta vez pela PF, no mesmo Estado, por tráfico de drogas, quando transportava 735 kg de cocaína. Já no ano de 2015, foi preso em Macapá, por usar documentos falsos e por estar foragido, com mandado de prisão preventiva em aberto.

Ele é pessoa de alta periculosidade, que possui contatos com políticos e pessoas influentes e, alegando doença grave, obteve o direito de cumprir sua pena em prisão domiciliar.

Os promotores de Justiça do Gaeco/MP-AP reafirmam a atuação enérgica contra grupos criminosos, em especial para tentar buscar o patrimônio escuso deles e, elogiam a cooperação cada vez mais frequente de órgãos como a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal nas investigações e operações do Ministério Público.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Núcleo de Imprensa
Gilvana Santos – Coordenação
Texto: Gaeco
E-mail: [email protected]

SESI e SENAI Amapá divulgam edital para contratação de Pessoal

Por meio de edital publicado na quinta-feira, 12, o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) do Amapá iniciaram processo seletivo para contratação de pessoal. São 10 oportunidades abertas, com vagas para as unidades de Macapá e Santana. A fase de envio do currículo vai acontecer no período de 13 a 17 de maio, e será realizada exclusivamente pelo e-mail [email protected]

Os interessados devem acessar o site www.sesi.org.br ou www.ap.senai.br para obter todas as informações e orientações do certame. O documento que rege a seleção está publicado na aba de Processos Seletivos.

No assunto do e-mail, o candidato deverá informar o número e o título da vaga, além do nome completo. O currículo a ser enviado deve estar em formato PDF, conter as informações necessárias para análise, e, obrigatoriamente, um endereço de e-mail. Deverá ser encaminhada juntamente com o currículo, a declaração de vínculo de parentesco e o termo de consentimento para o tratamento de dados pessoais no processo seletivo devidamente preenchido e assinado.

O e-mail será a única forma de comunicação entre a instituição e o candidato, por ele será realizada a convocação para as etapas subsequentes. A contratação do aprovado ocorrerá pelo regime celetista, e será realizada de acordo com a necessidade das instituições.

O resultado final será publicado nos sites do SESI e do SENAI Amapá, contendo uma lista geral com os nomes dos candidatos aprovados e cadastro de reserva, por ordem classificatória. O processo seletivo terá validade de 12 meses a contar da data da publicação do resultado final no site, podendo ser prorrogado por igual período.

Vagas abertas:

Técnico Operacional – Psicologia;
Técnico Operacional – Infraestrutura;
Técnico Operacional – Departamento Pessoal;
Técnico Operacional – Jornalismo;
Técnico Operacional – Compras;
Analista Operacional – Administrativo;
Analista Operacional – Psicopedagogia;
Assistente Técnico Operacional – Design Gráfico;
Assistente Técnico Operacional – Segurança no Trabalho;
Assistente de Manutenção – Serviços Gerais (Contrato por prazo determinado)

Ascom Sesi-Senai Amapá

Maio Laranja: MP-AP participa de reunião para tratar ações em Oiapoque

Na última sexta-feira (13), o Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Oiapoque, participou de reunião sobre a campanha Maio Laranja, realizada pelo Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) em parceria com o MP-AP e outras instituições estaduais e municipais. O encontro debateu as medidas que serão realizadas no município de Oiapoque, fronteira do Norte do Brasil com a Guiana Francesa.

A reunião foi conduzida pelo titular da 1ª Vara da Comarca de Oiapoque, juiz Roberval Pantoja Pacheco, e contou com a presença de representantes da Polícia Federal, Defensoria Pública e secretaria municipal de assistência social, que fazem parte da Rede de Proteção às crianças e adolescentes.

De acordo com o promotor de Justiça Hélio Furtado, membro do MP-AP que atua no Oiapoque, na próxima semana haverá uma reunião com proprietários da rede hoteleira do município, para, no primeiro momento, orientar acerca da hospedagem de crianças e adolescentes nesses ambientes.

“O Oiapoque, por ser uma por ser uma região fronteiriça, os casos de abuso e exploração sexual são muito presentes, principalmente nas regiões de garimpos, para onde muitas adolescentes acabam sendo levadas para fins de exploração sexual. Durante a reunião nós tratamos desses assuntos e alinhamos a questão da política de conscientização, além de decidir o que podemos fazer para combater a exploração sexual infantil no município”, explicou o promotor de Justiça Hélio Furtado.

Promotor de Justiça Hélio Furtado

Fronteira

A região é foco da ação devido ao preocupante número de casos de exploração sexual verificados nas áreas transfronteiriças. As ações de divulgação e fiscalização se estenderão durante todo o fim de semana na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa para conscientizar um maior número de pessoas quanto à campanha e medidas de prevenção e combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Denuncie

Além da prevenção, o combate a essa realidade exige que os casos sejam denunciados. Portanto, se souber de algum caso de violência sexual infantil, procure o Ministério Público, Tribunal de Justiça, o Conselho Tutelar, delegacias especializadas, polícias militar, civil, federal ou rodoviária e ligue para o Disque Denúncia Nacional, de número 100.

Você pode agir. Proteja nossas crianças e adolescentes. Faça bonito e disque 100.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Núcleo de Imprensa
Gilvana Santos – Coordenação
Texto: Fernanda Miranda – Com informações da Ascom do TJAP.
E-mail: [email protected]

Povos indígenas da aldeia Curipi recebem equipe do TJAP na segunda edição da Campanha Maio Laranja

Os povos indígenas da aldeia do Curipi, localizada a 46 quilômetros da sede do município de Oiapoque, receberam, na tarde da última sexta-feira (13), a Campanha “Maio Laranja – Viva Sem Violência! Proteja-se!”, desenvolvida pelo Tribunal de Justiça do Amapá. A jornada está em sua segunda edição este ano e pretende conscientizar mais pessoas para atuarem juntamente com as redes de proteção para que o crime de abuso sexual e exploração de crianças e adolescentes não seja mais cometido.

O titular da 1ª Vara da Comarca de Oiapoque, juiz Roberval Pacheco acompanhado de servidores do Judiciário, apresentou a Campanha “Maio Laranja” aos povos indígenas de etnia Karipuna. A equipe do Judiciário foi recebida pelo Cacique da Aldeia, Edimilson dos Santos Oliveira, que mostrou claramente a satisfação em ter a Justiça mais próxima dos povos indígenas.

“Trazer esse debate para a nossa comunidade é fundamental. Cada um de nós está aqui para trabalhar de forma coletiva para que essa situação não aconteça, pois crimes como esses não acontecem dentro de nossa aldeia”, garantiu o cacique. “Muito importante contar com a Justiça perto de nós. Quanto aos que não estão presentes aqui, iremos repassar as informações para que todos nós sejamos multiplicadores”, prometeu o Edimilson Oliveira.

“Hoje como liderança, não vivenciamos esse tipo de crime, queremos que nossa comunidade mantenha um bom exemplo que sempre teve porque trabalhamos de forma conjunta”, concluiu o cacique Karipuna.

O juiz Roberval Pacheco, da 1ª Vara de Competência Geral de Oiapoque, afirmou que a campanha é fundamental para que essa violência contra as crianças e adolescentes não aconteça. “Viemos até aqui para apresentar a Maio Laranja, mas verificar que crimes de exploração sexual e abuso infantojuvenil não acontecem nessa aldeia nos deixa muito felizes”, relatou.

“Mas vamos levar até a Coordenadoria de Proteção e Garantia dos Direitos dos Povos Indígenas do Tribunal outros problemas relatados pelo cacique, como o alcoolismo e o aprendizado das crianças que estão com dificuldade na aldeia”, enfatizou o magistrado.

Para Leandra Ramos Oliveira, que é filha do cacique e professora na comunidade, a campanha é excelente. “É a primeira vez que vejo esse tipo de trabalho aqui, às vezes não temos orientação nenhuma e agora saberemos como resguardar e proteger nossas crianças e jovens”, frisou.

Coordenadoria de Proteção e Garantia dos Direitos dos Povos Indígenas

Criada pela Resolução nº 1500/2021-TJAP, a Coordenadoria de Proteção e Garantia dos Direitos dos Povos Indígenas no âmbito do Poder Judiciário do Amapá tem como coordenador o desembargador Adão Carvalho. A finalidade do órgão é trazer a comunidade indígena para mais perto do Poder Judiciário e preparar os servidores para melhor atender essa população.

Etnia Karipuna

Os Karipuna fazem parte do complexo de povos indígenas da região do baixo rio Oiapoque, que estão inseridos em redes amplas de intercâmbio, que englobam famílias indígenas ou não-indígenas estabelecidas em aldeias e cidades vizinhas, no Brasil e na Guiana Francesa. A Aldeia Curipi tem origem do nome do Rio Curipi.

Serviço:

Texto: Lilian Monteiro/Oiapoque
Fotos: Maurício Gasparini
Central de Atendimento ao Público do TJAP: (96) 3312.3800
Assessoria de Comunicação Social do TJAP

Durante inspeção, MP-AP constata carência de efetivo e estrutura logística no BPRE

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio das 8ª e 3ª Promotorias Criminais e Auditoria Militar do Ministério Público do Amapá (MP-AP), realizou na sexta-feira (13), uma inspeção no quartel do Batalhão de Policiamento Rodoviário Estadual (BPRE) da Polícia Militar do Amapá (PM/AP), em Macapá. Durante a visita técnica, que teve o objetivo de identificar os principais desafios e carências do batalhão, o membro do MP-AP constatou carência no efetivo e na estrutura logística por parte das viaturas.

A visita técnica faz parte do cronograma de “Controle Externo da Atividade Policial”, de atribuição do MP-AP, conforme determina a Constituição Federal e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A atividade foi executada pelo promotor de Justiça Iaci Pelaes, que esteve nos locais acompanhado de sua equipe técnica.

Na oportunidade, o promotor de Justiça fez uma série de perguntas à tenente-coronel Helen Bastos, comandante do BPRE, tendo como base o formulário do CNMP. A responsável pelo batalhão e sua equipe apresentaram dados e explicaram sobre a demanda de pessoal para a execução de suas atividades durante as ocorrências policiais.

De acordo com o promotor de Justiça, a atividade faz parte do dever do Ministério Público Estadual em comparecer às unidades militares da PM para fiscalizar a execução das atividades desenvolvidas no cumprimento da missão. É dever constitucional do Poder Público Estadual realizar a fiscalização para examinar se os Batalhões da PM estão funcionamento adequadamente.

“Um ponto que me chamou atenção diz respeito ao fato de que o Batalhão não dispõe de um veículo adequado, espécie van, necessário para realizar trabalhos preventivos à ocorrência de acidentes de trânsito nas rodovias estaduais. É que a redução de índices de acidentes nas rodovias passa não só pela ação repressiva, mas também pelo trabalho de prevenção, mediante ação educativa direcionada aos condutores e aos estudantes da rede pública e privada, principalmente com as crianças e com os mais jovens. Porém sem a estrutura material e logística não é possível o mencionado batalhão desenvolver essa relevante atividade”, comentou Iaci Pelaes.

O promotor de Justiça destacou também que, dentre outros dados que lhe chamaram atenção, destaca os números de ocorrências que o aludido batalhão atende, inclusive com acidentes fatais nas rodovias. A comandante relatou que o índice de ocorrências é elevado. Por exemplo, ano passado houve 413 ocorrências nas rodovias, sendo que dessas 217 com vítimas, das quais 24 foram fatais. Segundo Iaci Pelaes, esses índices são preocupantes, pois causam perdas irreparáveis, além onerar o estado com atendimento nas unidades hospitalares e ainda com repercussão previdenciária.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Núcleo de Imprensa
Gilvana Santos – Coordenação
Texto: Elton Tavares
E-mail: [email protected]

Covid-19: confira os pontos de vacinação desta segunda-feira (16)

A Prefeitura de Macapá oferta nesta segunda-feira (16), o imunizante contra a Covid-19 para crianças, adolescentes e adultos. Todos os públicos poderão iniciar ou dar continuidade ao ciclo de imunização. As vacinas são disponibilizadas diariamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), pontos extras e drive-thru.

Público:
Crianças de 5 a 11 anos
Adolescentes de 12 a 17 anos
Público geral acima dos 18 anos
Pessoas acima de 60 anos
Profissionais de saúde
Imunossuprimidos
Gestantes, puérperas e lactantes imunossuprimidas.

Locais:
A vacinação acontecerá nas UBSs Coração, Rosa Moita, Brasil Novo, Pacoval, Perpétuo Socorro, Raimundo Hozanan, Cidade Nova, Padre Raul Matte, Marcelo Cândia, Congós, Macapaba, Pedrinhas, Curiaú, Marabaixo, Rubim Aronovitch, Leozildo Fontoura, BR-210, Novo Horizonte, Pantanal e Fazendinha, que funcionarão das 8h às 17h.

O imunizante também estará disponível no drive-thru da praça Floriano Peixoto, que funcionará das 9h às 15h. Este ponto é exclusivo para os públicos de 12 anos +, incluindo os adultos, com oferta de doses correspondentes.

Público atendido nesses locais:

1ª Dose
Para o público de 12 a 17 anos com Pfizer
Para o público em geral com 18 anos +
Para crianças de 5 a 11 anos

2ª Dose
De Pfizer para quem iniciou o ciclo vacinal há 21 dias
De Astrazeneca para quem iniciou o ciclo vacinal há 8 semanas
De CoronaVac para quem está no período de recebimento
Para o público infantil que estiver no período de recebimento.

3ª Dose
Para público de 12 a 17 anos com comorbidade ou imunossuprimidos
Para público em geral de 18 anos+
Para pessoas imunossuprimidas

4ª Dose
Reforço para pessoas imunossuprimidas
Gestantes, puérperas e lactantes imunossuprimidas

Pessoas com 60 anos +
A vacina está disponível em todos os locais e horários que atendem o público adulto. O prazo de intervalo da 3ª para a 4ª dose é de quatro meses.

Reforço Janssen (2ª dose)
Para quem recebeu a 1ª dose da vacina Janssen. A oferta ocorre, exclusivamente, no ponto de drive-thru da praça Floriano Peixoto, que funciona das 9h às 15h.

Documentos
Para receber o imunizante, é necessário apresentar os originais de um documento oficial com foto e carteira de vacinação. Para pessoas com comorbidade, é necessário também o laudo que comprove a condição. O público que receberá a 2ª dose deve apresentar a carteira de vacinação com indicação do recebimento da 1ª dose. Já as pessoas que receberão a 3ª e 4ª dose do imunizante, deverão ter a indicação da 2ª e 3ª dose da vacina, respectivamente.

Outras vacinas

Os pontos de imunização também vacinarão contra influenza, que é direcionada às pessoas acima de 60 anos, sarampo e demais imunizantes de rotina, que é feita por livre demanda.

Ascom PMM

Verde esperança: “Pedra de Rio”, o disco/coroação da trajetória da cantora Oneide Bastos – Por Elton Tavares e Yurgel Caldas – @CaldasYurgel

Foto: Elton Tavares

Por Elton Tavares e Yurgel Caldas

Ontem (14), tivemos a oportunidade de participar, no Jardim da Flor, da audição do disco Pedra de Rio, da cantora Oneide Bastos. Também estiveram presentes alguns jornalistas, produtores culturais e, é claro, outros músicos e intérpretes do quilate de Finéias Nelluty, Paulo Bastos, Enrico Di Miceli, Patrícia Bastos e Renato Braz. O álbum, que estará disponível no próximo dia 20 de maio, nas plataformas digitais, foi contemplado pelo Rumos Itaú Cultural, traz 10 músicas lindas, carregadas com toda energia vibrante da cultura musical amazônica.

Dante Ozzetti – Foto: Dani Almeida

O disco é produzido pelo renomado músico Dante Ozzetti, e traz, na linda voz de Oneide, toda a cultura dos interiores do Norte do Brasil. Impressiona a forma como as músicas do álbum ajudam a criar imagens amazônicas entre o perto e o longe, entre o reconhecível e o misterioso – num agora da música que recupera passados e gera sentimentos tão diversos quanto próximos, assim como a saudade e a melancolia. Os timbres e os arranjos do disco abrilhantam a identidade, a ancestralidade, a cultura e a tradição popular nortista com força e ternura ao mesmo tempo.

Com as canções, Bastos narra as alegrias e as dores de seu tempo de uma forma espetacular. Essa memória afetiva da qual, nem que quiséssemos, não poderíamos nos desprender passa pelo canto de Oneide, que se descortina limpidamente do início ao fim do disco Pedra de Rio. Além da produção, Dante Ozetti assina os arranjos e o violão das músicas, concebidos justamente para privilegiar a voz de Oneide. Com um olhar atento da metrópole para com a musicalidade ribeirinha, soa até redundante dizer que esse paulistano é gênio, pois com muita sensibilidade e talento, ele conseguiu, juntamente com uma seleção de músicos fantásticos, fazer um disco paid’égua demais!

Por meio dessa experiência maravilhosa da audição de Pedra de Rio, estamos cada vez mais convictos de que o Amapá precisa preservar, reconhecer e homenagear seus grandes nomes em todas as áreas de atuação. Como somos fãs de Oneide Bastos, que segue cantando, dançando e gravando suas músicas para as novas gerações em alto estilo, o nosso aplauso.

Com composições de Pedra de Rio (Luhli e Lucina), Jurupari (Oneide Bastos), Taemã (Enrico Di Miceli e Antônio Messias), Voou (Paulinho Bastos e Osmar Júnior), Alto Mar (Dante Ozzetti e Luiz Tatit), Congá (Paulinho Bastos), Batuqueiros (Paulinho Bastos), Suprema (Joãozinho Gomes e Lula Barbosa), Puçangueira (Joãozinho Gomes e Eudes Fraga), Sereia do Rio-Mar (Joãozinho Gomes, Eudes Fraga e Paulo Oliveira), o disco é simplesmente lindo. Muito porreta mesmo!

O disco conta com: Oneide (voz), está acompanhada por Dante Ozzetti (violão, guitarra elétrica), Fi Maróstica (baixo), Guilherme Held (guitarra elétrica), Guilherme Kastrup e Nena SIlva (percussão), Hian Moreira (bateria), Luiz Amato, César Miranda, Soraya Landim, Andreas Uhlemann, Amanda Martins, Caio Santos, Alex Braga e Guilherme Peres (violinos), Emerson De Biaggi, Elisa Monteiro e Fábio Tagliaferri (violas), Adriana Holtz e Jin Joo Doh (cellos), e Marco Delestre (Contrabaixo). Na faixa “Batuqueiros”, Oneide conta com a companhia preciosa da voz de Ná Ozzetti.

Aliás, destacamos aqui um trecho de Congá: “Peço passagem para esse esquadrão de visagem e proteção ao Rosário/ Batuqueiro não pode parar”. Esse canto de passagem, de trânsito – quase transe – e de respeito à ordem do invisível, que tem o poder de mostrar o Norte, mostra onde estamos e para onde vamos. Sensacional!

Eu (Elton Tavares, na direita), Oneide Bastos e Yurgel Caldas (esquerda), meu parceiro neste relato.

Em resumo, Pedra de Rio representa a coroação da trajetória de 50 anos de carreira de uma cantora incrível, batizada pelos artistas do Norte de “Rainha da Amazônia”, com o toque magistral de Dante Ozetti. Ambos seres da música que solidificaram suas carreiras nesse universo singular.

À Oneide, a “Mulher suprema, Luz que se agiganta”, nosso desejo de ainda mais sucesso e gratidão por tudo.

*Yurgel Caldas, meu parceiro nesta resenha, é professor de Literatura da Universidade Federal do Amapá (Unifap) e do Programa de Pós-graduação em Letras (PPGLET) da mesma instituição. Além de amigo deste jornalista e editor do De Rocha (Elton Tavares).

**Fotos: Dani Almeida.

Sobre o Dia Internacional da Família, celebrado neste 15 de maio

Quem me conhece sabe: amo minha família. Não toda, mas boa parte. A central, minha mãe e irmão, sobrinha. E quase todos os que compõem o meu ciclo de forma ampla, avós, cunhada, tios e primos. Com algumas preferências que são resultado da trajetória. Afinal, a gente dá o que recebe e com amor não é diferente.

Pois bem, hoje é o Dia Internacional da Família e como este site tem uma sessão denominada “Datas Curiosas”, resolvi registrar textualmente aqui.

A data é comemorada anualmente em 15 de maio e é uma homenagem à instituição familiar, um núcleo essencial para a formação moral (e também imoral) de todos os indivíduos. O conceito de família é: grupo de indivíduos que protegem, cuidam e amam você. Ou pelo menos deveria ser assim.

O Dia Internacional da Família foi instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), durante reunião feita em 20 de setembro de 1993. A data foi celebrada pela primeira vez em 1994.

Com a instituição da data, a ONU visa: Divulgar a importância da família na sociedade; Sublinhar o caráter basilar da família na educação das crianças; Passar mensagens de amor, respeito e união, elementos essenciais para o relacionamento de todos os componentes da família; Alertar a sociedade para os direitos e responsabilidades das famílias; Sensibilizar os cidadãos para as questões sociais, econômicas e demográficas que afetam a família e sensibilizar a população sobre os diferentes tipos de família que existem, sendo todas completamente legítimas.

A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família“, disse Léon Tolstoi. Tenho o privilégio de isso ser fato na minha vida. Outra sábia, a Maria Lúcia (também conhecida como minha mãe), diz: “amigo de verdade é família”. Ela tá certa, se isso for em relação aos familiares que amamos e isso em uma relação recíproca. Sim, posso contar com eles. E vice-versa!

Aliás, a força e o amor que tenho em mim, boa parte veio de Maria Lúcia. A outra porção é herança do saudoso Zé Penha, meu pai era Phoda, acreditem. Mas a vó Peró (que virou saudades há exatamente um ano e dois meses) e tia Maria ajudaram na minha formação como homem. Sou grato por isso.

Emerson, meu único irmão de sangue (sim, tenho irmãos de jornada) é o meu parceiro em tudo. Com ele e mamãe, enfrento tudo. Eles sacam minhas rabugices e estranhezas e me amam assim mesmo. Sou um baita cara sortudo.

Ah, tenho mais afinidade com minha família paterna, por diversos motivos que não cabem em um texto e que também não estou com vontade de explicar. O que não significa que no meu clã materno não tenham pessoas importantes e amadas por mim. Mas é com os Penha Tavares que me identifico, de fato.

Posso me gabar que tenho o amor e respeito da minha mãe e irmão – melhores amigos de toda a vida – além das outras pessoas consanguíneas que são importantes para mim. Esse sentimento é retratado aqui em muitos textos sobre os membros de minha família. Tudo escrito/dito com muito amor.

Neste 15 de maio, quando muitos estão longe de seus familiares por conta da pandemia, é muito bom ter do que recordar sobre sua família (do latim Re-cordis, que significa ‘passar pelo coração). É o caso de minhas memórias e o motivo de minhas saudades de meu irmão, sobrinha, cunhada, tias, tios e primos muito queridos. Além do pai, vovó e vô, que já seguiram para as estrelas.

É uma baita sorte se você tem muitos amigos dentro da sua família. Pois realmente existem familiares inimigos, o que é triste. Mas no meu caso, os que amo, me amam e sei bem quem são. Obrigado por tudo, família!

Elton Tavares

“…Brindo à casa, brindo à vida. Meus amores, minha família…” – Mar de Gente – O Rappa

Fonte: Calendar Brasil

Cabralzinho, o Herói Desconhecido – Texto do Fernando Canto (maravilhoso relato/resgate sobre a história do Amapá)

Por Fernando Canto

O 15 de Maio sempre foi um dia importante para os habitantes do Amapá pelo famoso combate entre franceses e brasileiros, comandado por Francisco Xavier da Veiga Cabral, no ano de 1895. Era uma data comemorada por todas as escolas que reverenciavam o triúnviro como o “Herói do Amapá”, pelo seu ato de defender a Pátria dos invasores inimigos.

Passados 127 anos do episódio e 122 da vitória de Rio Branco em tribunais internacionais, quando as terras então litigiosas da fronteira foram definitivamente incorporadas ao território brasileiro, pouco se vê de reverência a essas datas magnas da História do Amapá. Passei ao largo da Praça Veiga Cabral e contemplei a estátua ali colocada em sua homenagem em 2001, após ter sido removida da frente da cidade pela Prefeitura de Macapá, atendendo a vários pedidos de munícipes que “achavam uma apologia à violência ela estar erguida na Beira Rio, onde passam crianças”.

O monumento  mede uns cinco metros de altura e representa Cabralzinho atirando com uma pistola, trazendo uma espada na cintura. Se os monumentos construídos com o propósito de representar heróis ou atos de heroísmo forem olhados por esse lado moralista será necessário derrubar quase todos, até porque, segundo se sabe, o herói é aquele que foi capaz de realizar atos guerreiros extraordinários, magnânimos, antes de ser simplesmente um personagem de romance ou de histórias em quadrinhos. Na hora chovia sobre a estátua e as pessoas se abrigavam em sombrinhas coloridas ou sob as mangueiras da praça. Foi então que resolvi perguntar a elas se conheciam a pessoa representada na estátua.

Das doze pessoas com quem conversei na praça, dez eram nordestinas ou paraenses e não conheciam a nossa História. As outras duas eram macapaenses, que quando perguntadas, respondiam se não foi “aquele que não sabia se corria pro mato ou pro morro”. Mais tarde visitei um importante órgão público e indaguei sobre a História de Cabralzinho e o que ele representava para o Amapá. Amapaenses que conheço há muito tempo também fizeram pilhérias sobre o fato e acham a história muito controversa. São cidadãos de classe média e de alguma maneira considerados formadores de opinião.

Não sei exatamente como começou a distorção dessa história, mas lembro que a frase “O Amapá não tem História, tem piada” era atribuída, supostamente, ao governador Arthur Henning em função de anedotas produzidas por gozadores descomprometidos com a as coisas do nosso lugar. Na própria cidade de Amapá, no início dos anos 80, um comerciante de nome Siáudio e seus companheiros mostravam aos visitantes a “Arma de Cabralzinho”. Era uma brincadeira na qual ele pedia que abrissem um estojo onde estava um falo de madeira. Caiam na gargalhada.

As especulações que se seguiram à época do episódio deixaram a figura de Cabralzinho bastante controversa. As baixas francesas foram seis mortos e 20 feridos enquanto 38 brasileiros, na maioria velhos, crianças e mulheres, perderam a vida de forma macabra e cruel. O próprio Emílio Goeldi, cientista emérito do Museu do Pará, em relatório de novembro de 1895 ataca Veiga Cabral, embora dizendo que não quer acusá-lo diretamente da culpabilidade dos abusos cometidos, “mas que seus companheiros são gente da pior espécie, que não lhe inspiram confiança”.

Sobre esses aspectos, e levando em conta que a ciência histórica hoje considera que “as atitudes mentais, a relação com o corpo, com o espaço, com a paisagem, a cultura política, as relações socioeconômicas, a festa, a cultura material, etc, se constituem objetos do conhecimento em história”, (Coelho: 2003), não seria interessante se a academia local fizesse mais estudos para tentar solucionar o problema? Consideremos que não é apenas o heroísmo de Cabralzinho que está em jogo, mas a própria História do nosso Estado.

O professor Jonas Marçal de Queiroz, no seu estudo “História, Mito e Memória: o Cunani e outras Repúblicas”, diz que Veiga Cabral foi esquecido assim que o litígio com a França foi resolvido. Ele questiona também a atitude de Trajano, que teria sido escravo em Cametá e que vira o significado de liberdade na bandeira francesa. Deste modo é inegável a necessidade de surgirem novos e esclarecedores estudos na área. Com a palavra os historiadores.

* Texto que publicado no jornal A Gazeta em 2010.

Clécio marca presença em festividade em homenagem a Cabralzinho

O município do Amapá está em festa pelos 127 anos do feito histórico de Cabralzinho, e Clécio Luís participou da programação em comemoração.

A festividade iniciou no sábado, 14, com a missa em ação de graças na capela do Divino Espírito Santo, a primeira igreja fundada no município.

Clécio também marcou presença na cerimônia de Honra ao Mérito Legislativo Cabralzinho na Câmara Municipal, que homenageou personalidades pelos serviços prestados ao Município.

“Quando falamos em educação, falamos em desenvolvimento, em buscar novas oportunidades”, disse Mateus, jovem fundador do Projeto chamado Redação de Ouro que atualmente atende 60 alunos e um dos homenageados da noite.

O prefeito do Amapá, Carlos Sampaio, parabenizou a iniciativa da Câmara de Vereadores. “Me honra muito poder trazer boas novas à população e homenagear as pessoas que contribuem para a construção de um Amapá melhor para todos através de Cabralzinho”.

Convidado de honra do dispositivo, Clécio frisou que os homenageados representam um panorama do município. “Diante do que eu ouvi hoje, não tenho dúvidas de que a maior riqueza do Amapá é o seu povo. Essa cerimônia teve muita verdade. Todos gratos e emocionados. Muito obrigado por ter participado desse momento. Viva, Cabralzinho. Viva, Amapá!”.

A programação cultural seguiu com shows musicais e acontece até o dia 15 de maio, dia de Cabralzinho.

Assessoria de comunicação

Prefeitura de Macapá realiza programação em homenagem às louceiras do Maruanum

Louceiras do Maruanum foram homenageadas pela Prefeitura de Macapá | Foto: Alexssandro Lima/PMM

No sábado (14), a Prefeitura de Macapá realizou uma programação em homenagem às louceiras do Maruanum, distrito da capital. A programação foi realizada no Centro de Exposição da localidade e contou com café da manhã, almoço e sorteio de brindes.

Segundo a diretora-presidente do Instituto Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Improir), Maria Carolina Monteiro, a ação foi organizada para marcar a passagem do Dia das Mães, celebrado no último domingo (8), além de proporcionar um momento de lazer e descontração para as artesãs que trabalham com a prática secular.

“O mês de maio é muito especial porque além de comemorar o Dia das Mães, esse momento com as nossas louceiras é uma forma de agradecer pela pandemia estar sob controle. Isso é muito importante para elas que mantêm as tradições, crenças e costumes de seus antepassados, possibilitando que esta região mantenha viva a arte de construir artefatos e louças por suas mãos” ressalta.

Marciana Nonato, de 82 anos, (à esquerda) durante homenagem às louceiras | Foto: Alexssandro Lima/PMM

Marciana Nonato, de 82 anos, é umas das louceiras mais antigas do Maruanum. Para ela, é uma alegria poder reunir todas as artesãs da comunidade que são mães.

“Quando eu me entendi, minha avó já dizia que a mãe dela também fazia esta cerâmica do Maruanum. Eu aprendi com a minha mãe a fazer as louças de barro. Essa homenagem tem um peso muito grande, nos deixa muito emocionadas, retrata o carinho com a gente e com o nosso trabalho”, diz.

Louceiras do Maruanum

As louceiras do Maruanum são mulheres ceramistas que residem no distrito do Maruanum e que produzem as louças de barro de acordo com a tradição secular repassada a cada nova geração. O Centro de Exposição funciona às terças, quartas e quintas-feiras, das 9h às 17h.

Alexssandro Lima
Instituto Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Unifap: encerram na terça-feira inscrições para 40 vagas em curso de educação do campo, em Mazagão

Campus Mazagão da Universidade Federal do Amapá (Unifap) — Foto: Unifap/Divulgação

Encerram na terça-feira (17), as inscrições para o curso de licenciatura em educação do campo: ciências agrárias e biologia, da Universidade Federal do Amapá (Unifap) . No total, são 40 vagas disponíveis apenas para a população do campo e que não possui formação em ensino superior.

É necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições são pela internet O formulário foi disponibilizado neste link.

Vista aérea do município de Mazagão, região metropolitana de Macapá — Foto: Danilo Borralho/Rede Amazônica

O público alvo que pode se inscrever abrange: ribeirinhos, pescadores, agricultores familiares, assentados e comunidades em geral das áreas agrária, extrativista, indígena, de barragens e quilombolas.

O curso busca reafirmar a identidade da educação de campo na Amazônia, com estudos voltados para a agronomia e biologia da região.

O processo seletivo é realizado em duas etapas: prova objetiva e redação; e entrevista.

A publicação do resultado final acontece em 8 de julho, no site da instituição: www.unifap.br. Alunos selecionados devem realizar a matrícula no dia 14 de julho.

As vagas são para o 1º semestre letivo de 2021, em horário integral, no Campus Mazagão. As aulas iniciam conforme calendário acadêmico da Unifap.

Fonte: G1 Amapá