Bárbara Primavera apresenta recital solo “Por Onde Nascem As Flores”

A poeta Bárbara Primavera ensaia seu novo recital “Por Onde Nascem As Flores” desde de março de 2019, e a estreia está marcada para o dia 19 de setembro, no Sesc Araxá. O novo trabalho aborda a temática da força da mulher e suas lutas diárias para se manter em evolução.

Primavera é natural de Afuá-PA e lá iniciou sua carreira como poeta e escritora. Sempre foi uma leitora de poesia e carregava um fascínio pelo poder de transformação dos versos. Através de seus textos busca contar a sua história e a sua visão sobre o lugar que a cerca e os personagens desse lugar. Barbara mora em Macapá desde 2016 e por aqui participou de diversas rodas de poesia e assim tornou-se amiga de grandes poetas como: Bruno Muniz, Ana Anspach, Carla Nobre, Thiago Soeiro, Mary Paes e Pedro Stkls, Claudia Almeida, Rostan Martins.

Em “Por Onde Nascem As Flores” a poeta narra uma tangente entre o rio e o asfalto, recitando versos que falam da mulher amazônida, sua força e misticismo.

Ao seu lado no palco será acompanhada dos músicos Michele Maycoth (Percussão), Jhonathan Jardim (Violão) e Edson Neto (Tambor). O evento aconteceu no são de evento do SESC terá inicio às 19h e a entrada é um 1kg de alimento não perecível.

Serviço:

Por Onde Nascem As Flores
Dia 19 de Setembro
19h00
Salão de Eventos do Sesc Araxá
Entrada 1kg de alimento não perecível

Thiago Soeiro
(096) 99155 – 6451 (whats app)
(096) 98140-4994
Twitter: @ThiagoSoeiro

Livro inédito sobre a República do Cunani será lançado no dia 14

 


Em comemoração aos 76 anos de criação do Território Federal do Amapá, o senador Randolfe Rodrigues (REDE) fará o lançamento do livro “Os Selos Postais da República do Cunani”, uma obra inédita no Brasil, do historiador alemão Wolfgang Baldus. O livro relata a história da tentativa de implantação de uma república independente, criada em meados do século 19, no atual estado do Amapá. A “República do Cunani” chegou a emitir selos postais, moedas e teve um governo instalado em Paris. Fazia parte da estratégia dos franceses em se apoderar de parte do território brasileiro.

“Recebi os originais dessa obra em 2012 e, desde então não poupamos esforços para viabilizar a republicação, em nossa língua, deste valioso registro histórico, publicado originalmente em inglês”, explicou o senador e presidente do Conselho Editorial do Senado.

O livro relata que em 1886, surgia a República Independente de Cunani (République du Counani), mais tarde denominada “1º República de Jules Gros”. Jules Gross era francês que se dedicou a angariar apoio político à sua empreitada para institucionalizar a République du Counani. Nomeou um ministério de Governo e instituiu títulos honoríficos, cunhou moedas e criou o Diário Oficial: “Le nove de France et de Cologne – Jornal Oficial de La República da Guiana Independente”. Elaborou as armas e as bandeiras do Cunani, forjando bases para uma potencial anexação dessa região à França e para a legitimação da exploração clandestina francesa de ouro que ali ocorria.

O mote principal para da obra são os selos postais da República do Cunani, verdadeiras preciosidades para filatelistas, historiadores e interessados, diante da raridade destes exemplares emitidos num período tão curto de fantasiosa existência da “nação independente”.

“O que o leitor encontrará neste livro são dados e símbolos dessa epopeia. A prova material da existência de uma República Independente no coração da Amazônia, entre os rios Araguari e Oiapoque, durante o século 19”, conta o senador. O livro traz evidências incontestáveis da riqueza histórica dessa verdadeira odisseia Amapaense, que moldou as bases da multiculturalidade de nosso Povo e de nosso estado, sonegada de nossa memória histórica”, completou.

O livro restitui ao povo amapaense parte de sua valorosa História, que remonta sagas e disputas internacionais que antecedem em muito a própria criação do Território Federal do Amapá, em 1943. E reforça a máxima de que Amapá é um dos poucos cantos do Brasil que se fez Brasil.

Serviço:

Data: 14.09.19
Hora: 19h
Local: Amapá Garden Shopping
*Os exemplares do livro serão distribuídos gratuitamente

Recital “Por onde nascem as flores”, com Bárbara Primavera

A poetisa Bárbara Primavera estreia seu primeiro recital “Por onde nascem as flores”, no dia 19 de setembro, no Salão de evento do Sesc Araxá. O evento integra o projeto “Movimento Literário” do Sesc/AP. A entrada custará 1kg de alimento não perecível.

No recital, Bárbara Primavera traz à tona a força da Mulher e suas lutas diárias para se manter em evolução, usando uma tangente entre o rio e o asfalto, recitando sobre aquelas que benzem e toda misticidade da poética feminina.

A poetisa é uma jovem de 20 anos, afuaense, que escreve sobre o belo e também sobre o triste, enaltecendo suas raízes e trazendo reflexões ao universo feminino, prometendo ser um encontro de amor e de flores, afinal, setembro é o mês da primavera.

Serviço:

Por onde nascem as flores 🌼
Local: Salão de eventos do Sesc Araxá
Dia: 19/9/2019
Hora: 19h
Entrada: kg de alimento não perecível.

SESC Amapá realiza evento de vivência literária com a apresentação “MARÉ LITERÁRIA”

O SESC Amapá promove a apresentação “MARÉ LITERÁRIA” nos dias 05 e 06 de setembro, com abertura para às 19h30, com a interversão literária – A Magia da Palavra – no Salão de Eventos do SESC Araxá. A programação segue com show, oficina e mesa redonda.

A Maré Literária põe em evidência a literatura local, nacional e internacional, trazendo nomes como Pedro Stkls, Thiago Soeiro, Carla Nobre, Aline Monteiro, Lucão, Mary Paes, Neth Brazão, Claudia Almeida, entre outros.

Oportunizando novos diálogos e interações com os leitores, o Festival Maré Literária busca trazer o intercâmbio entre autores nacionais e locais proporcionando uma programação voltada para a qualificação daqueles que escrevem e daqueles que se deleitam com a literatura.

Assessoria de Comunicação Sesc
Celular e WhatsApp: (96) 98407-9956

PREFÁCIO DO LIVRO “ENTÃO, FOI ASSIM?” – Os Bastidores da Música Amapaense

 

Texto de Fernando Canto

Creio que neste livro Ruy Godinho está mesmo é deixando um registro histórico que se abre para novos capítulos da música amapaense. É mais um desafio vencido por quem vem pesquisando há anos o que há de melhor na história das canções brasileiras, desmitificando fatos que surgem a cada música gravada e divulgada ao público. É um trabalho de fôlego que ultrapassa o mero registro contextual das narrativas dos autores, suas linhas de influência reconhecidas e da gênese de cada canção.

Godinho dá-se ao trabalho de aproveitar os testemunhos autorais da confecção de cada música, decifrando-as internamente, sem desprezar as peculiaridades da linguagem cancional e seus sotaques regionais, fazendo valer suas constituições técnicas e a relação dialógica entre parceiros e outros autores.

Há sempre um processo identitário, assim como um rio amazônico, no qual os compositores encenam grandes lutas, na esperança do mundo ficar melhor, sem esquecer que eles são protagonistas de suas próprias vidas ao ofertarem o público a sua arte, pelo livre sentimento, pelo amor à terra, às lendas e mitos, à família, às pessoas e aos acontecimentos reais, coisas que instigam e movem suas criações e lhe trazem retorno.

Se alguns compositores e poetas passaram incólumes fisicamente sob a longa noite da ditadura militar, certamente ficou a ferida psicológica da opressão, fato que estimulava a criação de canções de protesto. Depois disso surgiu um conjunto de obras incontestavelmente nascidas da crença do amor, por meio de aliterações, rebuscados jogos de palavras, rimas e outros recursos semânticos, que fazem a obra musical nascer sob a égide discutível da inspiração e da transpiração, que é o profícuo trabalho conclusivo experimentado por todos.

A música também é um discurso: tem elasticidade e características próprias na sua confecção técnica e poética. Ela traz imagens e metáforas e até expressões populares que espelham os desejos e sentimentos de públicos diferenciados.

O trabalho de Ruy Godinho sobre “Os bastidores da criação musical brasileira” agora se estende à música popular amapaense como uma contribuição lúdica, crítica e por que não dizer, acadêmica. Seu caráter inovador de reunir essas histórias conduzem ao debate de saber sobre as canções escolhidas e a vida de seus autores, além de estimular a escuta e à nostalgia inerentes ao gosto de cada ouvinte. Na realidade esses autores são personagens que criam outros personagens – às vezes eles próprios em circunstâncias diferentes – e seus desejos e propósitos, que Ruy Godinho, com soberba maestria arranca dos relatos, fazendo que eles se revelem não apenas como artistas, mas como seres retratados sujeitos a emoções diversas no seu histórico particular.

O leitor menos desavisado deste gênero musical, revigora-se ao entender o pensamento e o histórico dos autores, visto a dimensão que envolve o processo criativo de cada um deles, pois a música tem um poder de envolvência que ultrapassa os atributos práticos e aplicáveis. Ela chega impactante até deixar o ouvinte sem defesa, Instala-se e se conecta com as sensações dela emanada com o intuito de nos dar prazer.

Entretanto, também penso sobre a música como uma arte universal que pode ser compreendida em qualquer parte e por todos que a ela tenham acesso. É uma cultura comum a todos os povos, assim como a comunicação e os ritos. A exemplo da literatura e seus movimentos que ora na Amazônia os intelectuais vem revendo e debatendo de forma sistemática, é muito reducionista chamar uma literatura ou música amapaense, como se fôssemos menores e que nunca pudéssemos fazer parte de um contexto maior, mais brasileiro, como se os artistas amapaenses não pertencessem ao Brasil e ao planeta, mas que estivessem cativos numa área geográfica reduzida e cercada de peculiaridades que não pudessem ser vistas e ouvidas por outras pessoas do resto do mundo.

Nossa música é muito grande para ser ouvida e analisada somente como música amapaense. Nossos artistas – compositores, músicos, maestros, letristas, cantores – certamente interpretam nossa vida, entre belezas e dores, entre amores e esperanças e por isso mesmo se orgulham de pertencer a este torrão amapaense, onde moram, vivem, e provavelmente morrerão.

Há algum tempo setores culturais promoveram um tipo de música que se associava na valorização das coisas amapaenses. Desde essa época alguns artistas ficaram conhecidos como “minhocas”. O termo se popularizou e ganhou inúmeros adeptos, pois o trabalho por eles realizado era de excelente qualidade musical. Incluíram os ritmos locais de origem africana como o Marabaixo e o Batuque em suas belas composições, fizeram excursões internacionais, mas quando deram conta estavam esbarrando numa cerca de aço chamada mercado fonográfico. Não é fácil pertencer ao mundo pop star sem prévio reconhecimento, beleza, ineditismo e investimento pesado. É lógico que os setores que cuidam da cultura têm mais que investir no talento dos artistas locais e promovê-los sempre. E alguns até chegaram a fazê-lo, tanto que hoje o povo reconhece o trabalho desses valorosos músicos e intérpretes amapaenses – condição básica para o aumento da autoestima e para o desenvolvimento de áreas como o turismo, onde se inserem a hospitalidade a valorização de nossas potencialidades e culturas.

Como praticamente não há mais povo isolado (a Internet está aí para dizer que não estou mentindo), há muitas saídas para sonhar com o reconhecimento do que se faz em qualquer lugar deste país tão múltiplo.

Hoje, graças a um trabalho constante e a união dos músicos, a Prefeitura Municipal de Macapá vem investindo nessa divulgação tão importante para que a música aqui produzida seja reconhecida e para que apreciem nossos fazeres culturais e as riquezas cênicas nelas contidas, que nos faz ímpar no Brasil, aqui na Amazônia e no meio do mundo.
O presente projeto escrito e produzido por Ruy Godinho, neste livro, traz à tona a nossa vertente da apaixonante e rica música brasileira. Mas tudo não para aí. O autor também é um conhecido radialista que exporta programas radiofônicos para além-fronteiras, contribuindo para a divulgação das criações musicais do nosso país. Nesse caso o Amapá se insere graças à ousadia, à sensibilidade e à determinação política presentes nesta decisão amorosa pela música local. Assim, ultrapassando a realidade que se recolhe no tempo como uma bela partitura ou um poema que me convence a crer, afirmo que o presente que me faz sonhar é o sonho que se faz presente.

CAPITÃO AÇAÍ em AVENTURAS FAMILIARES – Da Assessoria de Imprensa do herói

 

Da Assessoria de Imprensa do herói

Saiu a nova revista do Capitão Açaí. Desta vez, vamos encontrar nosso super-herói favorito às voltas com esposa e filhos (muitos filhos) e as mazelas e delícias da vida em família.

O Capitão Açaí é tema de um programa de TV que o mostra ao mundo, não como o impávido paladino da justiça, mas como um pai amoroso e um marido exemplar (dependendo do ponto de vista).

Criatura e seu criador, o cartunista Ronaldo Rony com a nova revista do Capitão Açaí .

A história marca os 22 anos da chegada da criatura e seu criador, o cartunista Ronaldo Rony, ao solo tucuju. É uma declaração de amor de ambos à cidade que os adotou e foi adotada por eles.

A revista formato A4, 18 páginas, capa colorida, pode ser adquirida por cinco dinheiros (ou mais se o comprador quiser dar uma força maior ao Capitão Açaí), diretamente das mãos do Ronaldo Rony. Aceitamos encomendas pelo 99139-1360. Se você encontrar o autor por aí passando de bike, também tá valendo. Exija a sua revista, pois acaba rápido. Não deixe a sua escapar!

Amapaenses integram Conselho Editorial do Senado Federal

Na última quinta-feira (29), o Presidente do Conselho Editorial do Senado Federal, Senador Randolfe Rodrigues, deu posse aos novos integrantes do Conselho Editorial, no Salão Nobre do Senado Federal. A Jornalista Alcinea Cavalcante e o poeta Joãozinho Gomes são os novos Conselheiros da Sociedade Civil.

O Conselho Editorial (Cedit), criado em 1997, é o órgão normativo responsável pela formulação e implementação da política editorial do Senado Federal. Este setor cumpre com a atribuição de publicar obras fundamentais da cultura brasileira de caráter econômico, social, político e histórico.

O Senador Randolfe Rodrigues, ao assumir a presidência do Conselho, reestruturou o Órgão dando-lhe nova configuração com o predomínio de conselheiros da sociedade civil. Nessa nova fase, o Conselho contará com intelectuais, escritores, reitores, jornalistas, educadores e atores, representativos da diversidade étnica e cultural do país.

Além do presidente, fazem parte da nova composição do conselho Esther Bermeguy de Albuquerque (Vice-presidente), Alcinéa Cavalcante, Aldrin Moura, Ana Luísa Escorel, Ana Maria Machado, Ricardo Caichiolo, Cid Benjamin, Cristovam Buarque, Elisa Lucinda, Fabricio Ferrão, Ilana Feldman, Ilana Trombka, Joãozinho Gomes, Ladislau Dowbor, Márcia Abrahão Moura, Rita Potyguara, TT Catalão, Toni Carlos Pereira.

Assessoria de comunicação do senador Randolfe Rodrigues

Livro ‘A Trilha do Mar’ será relançado hoje na Biblioteca Pública

Hoje (30), às 19h, na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, o relançamento do livro de poesias “A Trilha do Mar”. Escrito pela poeta Ana Anspach, o livro retrata uma de suas maiores paixões, o mar, sua grande fonte de inspiração.

Produzido no período em que Ana passou por um longo e grave período de depressão, entre 2017 e 2018, os poemas falam de vários momentos e deixam claro que foi na poesia que encontrou seu refúgio e força para superar a doença.

Aos 11 anos Ana começou a escrever, nessa época conheceu o gênero e começou a rabiscar seus primeiros versos. “Naquela ocasião não tinha a facilidade que tenho hoje de me expressar verbalmente e talvez tenha sido por isso que decidi escrever para falar dos meus sentimentos”, ressalta.

“O mar me lembra pessoas muito importantes: meu avô, minha mãe, colegas da infância. Acho que sempre quis ser uma sereia, sempre quis desvendar o mar”, conta a poeta.

Ana Anspach, 53 anos, é mãe e publicitária e trabalha como assessora de imprensa. Carioca, mora no Amapá há 24 anos. Membro da Associação Literária do Estado do Amapá – Alieap, participou do projeto Cenopoesia onde já realizou duas exposições de poemas em Macapá e no Município de Santana, atualmente divulga seus textos nas redes sociais.

Serviço:

Lançamento – A Trilha do Mar de Ana Anspach
Dia 30 de agosto, sexta-feira
Às 19h
Biblioteca Pública Elcy Lacerda
Livro comercializado ao valor de R$30,00

Hoje rola o Sarau De Janeiro a Dezembro na sede da Cia Cangapé

O sarau promovido pelo AGIR Produções Artísticas acontecerá hoje na sede da cia Cangapé que fica localizada na Avenida 4ª do Araxá, 470.

Sobre o sarau/espetáculo

Um grande encontro para se divertir, encontrar os amigos, conversar sobre a vida, conhecer novas pessoas, quem sabe uma paixão? Em “De janeiro a dezembro” dois artistas (e quem mais quiser) celebram o ano passando por datas e eventos especiais do calendário brasileiro e amapaense. Com cenas teatrais repletas de declamações poéticas, o espetáculo homenageia eventos como A Banda, o Equinócio, o dia do Índio, das Mães, do Folclore e outros, agregando contação de histórias, encenação, teatro de bonecos, artes visuais e interação com a plateia, que pode (e deve) participar recitando poesias, cantando uma música, dançando, atuando, expondo sua arte!

Data: 24 de agosto (Sábado)

Horário: 19 horas

Local: Avenida 4ª do Araxá, 470.

Colaboração: Pague quanto puder

Lançamento do livro “Então, foi assim?” ocorrerá nesta sexta, 23

A história das músicas e dos autores das composições amapaenses está no livro “Então, foi assim? – Os bastidores da criação musical brasileira – compositores do Amapá”, do autor Ruy Godinho. A obra será lançada nesta sexta-feira, 23, às 16h, na Praça Veiga Cabral. Na ocasião, haverá sessão de autógrafos com o autor.

O lançamento será realizado com recursos da Prefeitura de Macapá, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) e produção da Abradevideo. O registro da memória musical do Amapá foi desenvolvido por meio de pesquisa, com a realização de entrevistas e consultas para a produção de conteúdo.

A obra será distribuída gratuitamente, por ser financiada com recursos públicos. Com mais de 300 páginas e 40 capítulos, o livro possui uma leitura leve sobre as mais marcantes composições amapaenses, dando destaque para a inspiração dos autores e o momento que a canção representa a eles.

Sobre o autor

Ruy Godinho é paraense, produtor multimídia, pesquisador, radialista, ator, diretor, escritor e divulgador de MPB. Produz e apresenta o programa Roda de Choro, na Rádio Câmara FM 96,9Mhz (Brasília-DF), desde janeiro de 2003, retransmitido por mais de 240 rádios em todo país. Produz e apresenta o programa radiofônico “Então, Foi Assim?”, desde 2010, retransmitido por mais de 270 rádios universitárias e comunitárias por todo o país.

É autor da série de livros “Então, foi assim? – Os bastidores da criação musical brasileira, volumes 1, 2, 3 e 4”. É ativo palestrante sobre temas de produção multimídia, História da Música Brasileira, Das Origens da Música Brasileira ao Choro e Os bastidores da Criação Musical Brasileira.

Serviço:

Data: 23/08 (sexta-feira)
Hora: 16h
Local: Praça Veiga Cabral
Endereço: Avenida Presidente Vargas com Rua São José, Centro

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Fumcult
Contato: 98104-9355

Especial Raul Seixas e Poesia: nesta quarta-feira (21), no Sankofa, rola mais uma edição da “Quarta de arte da Pleta”

Hoje (21), a partir das 19h, no Sankofa, vai rolar mais uma edição da “Quarta de arte da Pleta”. O evento contará show musical em homenagem a Raul Seixas, que completa 30 anos de saudade nesta quarta-feira. A apresentação, com repertório cheio de releituras das canções de Ralzito, ficará por conta do músicos Ricardo Pereira (Manoblues Band), com participações especiais de Erick Pureza, Tico Sousa, Wellen Monte, Wendel Cordeiro e Fernanda Canora.

Poesia

A noite terá ainda performances poéticas em homenagem a Poeta Glória Araújo. A declamações serão feitas por um timaço de poetas formado por: Carla Nobre, Pedro Stkls, Thiago Soeiro, Bruno Muniz, Mary Paes, Manoel do Vale, Pedro Henrique, grupo Tatamirô, Agir Produções, Naldo Martins, Kassia Modesto e Hayam Chandra.

Raul Seixas

Raul Seixas foi encontrado morto em seu apartamento no dia 21 de agosto de 1989, há 30 anos. Nascido em Salvador (BA) em 28 de junho de 1945, ele foi um dos pioneiros do rock no Brasil. O músico baiano teve divraul-2ersas fases ao longo de sua carreira.

Em 26 anos de carreira ele lançou 21 discos. Com toda a certeza, foi um dos maiores gênios da música brasileira. E lá se vão 28 anos de saudades. A obra deste artista sensacional inspirou e inspira muitos de nós, fãs. Tanto pelo fascínio da linha tênue entre a feliz loucura da autenticidade, quanto pela sinceridade à bruta, sempre poetizada em um rock and roll dos bons. Viva Raul!

“Coragem, coragem, se o que você quer é aquilo que pensa e faz. Coragem, coragem, eu sei que você pode mais” – Raul Seixas

Serviço:

“Especial Raul Seixas”, com Ricardo Pereira e poesia na “Quarta de arte da Pleta ”
Data: 21/08/2019
Local: Sankofa, localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 17h, o bar estará aberto, mas declamações e show somente depois das 19h
Couvert: R$ 5,00
Mais informações pelo telefone: 98109-0563 (Andreia Lopes).

Elton Tavares

Numa toca no chão vivia um hobbit… – Evento literário e encontro de fãs do autor J. R. R. Tolki, ocorre neste domingo (25), em Macapá

Assim como Bilbo Bolseiro, um dos mais respeitáveis hobbits de todo o Condado, você está sendo convocado para uma grande aventura!

“O Hobbit”, este pequeno livro que mudou para sempre a literatura fantástica mundial, está de cara nova, não apenas para encantar os já consagrados fãs, mas também conquistar novos leitores. E para celebrar essa nova edição, as portas da Terra-média irão se abrir para o maior encontro de fãs de Tolkien: em 17 capitais haverá eventos fantásticos, com leituras de trechos da obra, concurso de cosplays, oferecimento de brindes, além de muito bate-papo e troca de informações sobre o legado de J.R.R. Tolkien.

Pela primeira vez, o Amapá entra nessa rota com mediação do blog Um Dia Me Livro! No dia 25 de agosto (domingo), em conjunto com a Livraria Academica, nos encontraremos na área de eventos (Piso L3) do Macapá Shopping! A montanha é solitária, mas esta é uma jornada para todos os povos!

Confirme sua presença no Facebook do evento AQUI e convide os amigos para participar com a gente!

Barbosa – Sobre o livro “Barbosa, a Saga de um dos Melhores Goleiros do Nosso Futebol” – Por Marcelo Guido

A saga de um dos melhores goleiros do nosso futebol.

Dos gramados surrados da várzea Paulista ao apogeu do Maracanã.

O livro conta com maestria a história de vida de um dos maiores ícones do futebol brasileiro.

Em um excelente trabalho de pesquisa, o autor narra de forma direta e perspicaz as glórias, decepções e a volta por cima na vida de Moacyr Barbosa: a trajetória do atleta, desde a descoberta – quase que por acaso – no Clube Atlético Ypiranga, passando pelos títulos inesquecíveis, pela imortalidade no “Expresso da Vitória” no Vasco da Gama, até a final de 1950 no Maracanã.

A narrativa aborda a questão do julgamento público, a culpa pela – até então – maior derrota do Brasil em campo.

A obra não torna o personagem um ser mítico ou fora do comum, como Barbosa era dentro das quatro linhas, mas fala do homem, das angústias e alegrias de uma vida.

Em um país onde se costuma achar culpados e esquecer heróis, o livro coloca o goleirão em seu devido lugar.

Vinícius Guido Leal Juarez, em seu livro, redime o povo brasileiro de sua injustiça. Depois desta obra, o Guarda Metas pode finalmente descansar em Paz.

Marcelo Guido – Jornalista

História da música e de compositores amapaenses é contada no livro Então, foi assim?

Ocorrerá no dia 23 de agosto, na Praça Veiga Cabral, o lançamento do livro Então foi assim? – Os bastidores da criação musical brasileira – compositores do Amapá, do autor Ruy Godinho. A obra faz um panorama dos sentimentos, emoções e situações vivenciadas pelos autores e compositores da rica Música Popular Amapaense (MPA), no momento exato da criação das obras.

O livro retrata, especificamente, obras amapaenses; sistematiza a história das músicas regionais, por intermédio de relatos sobre as origens de obras de diferentes autores, diversos gêneros, variadas épocas e movimentos da música amapaense, como os Ladrões do Marabaixo, que tem suas origens ligadas à época da colonização; o surgimento do grupo Os Mocambos (1948), o Grupo Pilão (1975), o Movimento Costa Norte (1989); a criação do grupo Senzalas; e a fase atual da música amapaense, que cruzou fronteiras e seguiu pelo Brasil por intermédio, principalmente, da cantora Patrícia Bastos, Brenda Melo, João Amorim, Mini Box Lunar e outros artistas que ganharam projeção.

A publicação dá sequência à série de livros, derivados da pesquisa iniciada em 1997, de autoria de Ruy Godinho, e que possibilitou a publicação dos Volumes 1, 2, 3 e 4 (2008, 2010, 2013 e 2017) e à produção de programas de rádio (desde 2010). Este volume trará histórias da gênese de músicas de autores do Amapá, assim como o processo de criação e relação de parceria.

O lançamento será realizado com recursos da Prefeitura de Macapá, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) e produção da Abradevideo. O registro da memória musical do Amapá foi desenvolvida ao longo de 10 meses de trabalho de pesquisa, com a realização de entrevistas com dezenas de compositores amapaenses ou radicados no Amapá, consultas em teses de doutorado e dissertações de mestrado, e produção de conteúdo.

A seleção das histórias foi realizada por intermédio de uma enquete com todos os compositores e agentes culturais entrevistados. Os livros serão distribuídos gratuitamente por meio de ações de fomento às políticas do livro e leitura nas escolas públicas, bibliotecas, pontos de leitura e programações culturais que compõem o Plano de Trabalho – Fumcult. E tem como público destinatário apreciadores da música brasileira, especialmente os admiradores da música tradicional amapaense, independentemente da idade; pesquisadores e estudantes de música brasileira.

Sobre o autor

Ruy Godinho é paraense, produtor multimídia, pesquisador, radialista, ator, diretor, escritor e divulgador de MPB. Produz e apresenta o programa Roda de Choro, na Rádio Câmara FM 96,9Mhz (Brasília-DF), desde janeiro de 2003, retransmitido por mais de 240 rádios em todo país. Produz e apresenta o programa radiofônico Então, Foi Assim?, desde 2010, retransmitido por mais de 270 rádios universitárias e comunitárias por todo o país. É autor da série de livros Então, foi assim? Os bastidores da criação musical brasileira, Volumes 1, 2, 3 e 4. É ativo palestrante sobre temas de produção multimídia, História da Música Brasileira, Das Origens da Música Brasileira ao Choro e Os bastidores da Criação Musical Brasileira.

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Fumcult