Bacana => Concurso musical quer achar doador de medula óssea para estudante

Por Jorge Abreu

Um concurso musical beneficente quer encontrar um doador ou doadora de medula óssea para a estudante Eliany Nascimento, de 21 anos, que foi diagnosticada com leucemia e precisa fazer o transplante. O evento vai ocorrer no dia 11 de fevereiro, a partir de 16h, na Igreja Assembleia de Deus – Celeiro de Bênção, na Avenida FAB, no bairro Central de Macapá.

A disputa será dividida em duas etapas, entre bandas e cantores solos. Além do concurso, o evento vai contar com vendas de comidas e bazar de roupas e acessórios. Todo o dinheiro arrecadado deverá ser investido no tratamento da estudante, que aguarda pelo transplante num hospital em São Paulo.

Com apoio do Instituto de Hematologia e Hemoterapia do Amapá (Hemoap), testes sanguíneos serão realizados durante a programação do evento para identificar alguém compatível. O interessado em se tonar um doador deverá apresentar um documento com foto e o CPF.

Segundo a tia da estudante, Natália Nunes, a jovem está internada e passa por tratamento há seis meses. Para ela, o evento é a oportunidade de encontrar um doador compatível.

“Minha sobrinha necessita fazer um transplante de medula óssea com urgência. Para isso, precisamos fazer testes para ver quem será compatível. No dia do evento será feita esse a coleta de apenas 5ml de sangue para encontrarmos o doador”, reforçou a tia.

A inscrição para uma banda participar do concurso custa R$ 20, e para o cantor solo, R$ 15. Os vencedores vão levar prêmios em dinheiro, entre R$ 700 e R$ 300. Mais informações podem ser adquiridas através do contato (96) 99153-742.

Fonte: G1 Amapá

Macapá ganha presente de Fernando Canto em forma de livro

Nos 259 anos de existência de Macapá, um dos mais conceituados escritores e sociólogos da Amazônia, Fernando Canto, presenteia a cidade e seus moradores com o lançamento de sua mais nova obra literária: “O Marabaixo através da História”. O livro, nascido de uma palestra feita no Marco Zero do Equador por ocasião de um evento turístico, propõe uma explanação didática sobre o Marabaixo no Amapá, seus rituais e sua importância enquanto elemento cultural característico do estado, mas, sobretudo, do município de Macapá. Trata-se também de uma colagem de textos escritos ao longo do tempo e publicados em jornais da capital e em livros de Fernando Canto.

Na obra, Fernando conta sobre os vários rituais que compõem essa manifestação e dos personagens que dão vida à tradição – tocadores de caixas (tambores), cantadores e dançadeiras – que, em sua maioria, são descendentes de negros que habitavam as localidades de Mazagão Velho, Maruanum, Curiaú e os bairros Laguinho e Santa Rita, antiga Favela.

A publicação contou com o fomento da Prefeitura de Macapá, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), em parceria com a Confraria Tucuju. Quem assina a apresentação é o prefeito Clécio Luís. “Ao publicarmos esta obra, acreditamos estar cumprindo com o nosso dever, oferecendo à comunidade amapaense a oportunidade real de conhecer e entender melhor a grande riqueza histórica e cultural na qual está imersa”, diz o prefeito.

Sobre o autor

Fernando Canto nasceu em Óbidos (PA), mas vive em Macapá desde a infância. Já publicou livros de contos, poesia, crônicas, artigos e outros textos acadêmicos, pois também é sociólogo da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Entre tantos títulos, ele é doutor em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará. Também é um dos compositores mais atuantes do estado, sendo membro fundador do Grupo Musical Pilão, que há mais de quatro décadas divulga a música regional da Amazônia.

É vencedor de festivais de música e premiado escritor literário. Seu livro, intitulado “O Bálsamo”, foi traduzido para francês e adaptado para diferentes linguagens artísticas (teatro, música, quadrinho e roteiro cinematográfico) e ganhou repercussão internacional. Fernando é de todas as artes, ama carnaval, é jornalista e já passou por muitos postos importantes em diversos órgãos públicos e privados.

O lançamento será neste sábado, 4, às 10h, na Praça Floriano Peixoto, no Espaço Literário.

Rita Torrinha/Asscom Fumcult
Contato: 99189-8067

Livro “Libertando a vida – a revolução das mulheres” é lançado em Macapá


O Setorial de Mulheres do PSOL e Fundação Lauro Campos, lançam nesta sexta-feira (03), a primeira tradução do livro “Libertando a vida – a revolução das mulheres”, de Abdullah Öcalan, que trata da participação das mulheres curdas na luta pela independência de seu povo.

Segundo informações publicadas no site da Fundação Lauro Campos, Öcalan, o autor, é a mais importante referência internacional do movimento curdo pela sua libertação e independência. No texto, ele discorre sobre aquilo que chama “jineologî”, a ciência das mulheres, e a imperativa tarefa da esquerda de promover instrumentos auto-organizados de mulheres nos partidos e no movimento social.

Na mesa do evento estará presente, Denise Simeão, que escreveu Prefácio do Livro e membro da Coordenação Nacional da Setorial de Mulheres do PSOL, Juliano Medeiros, presidente da Fundação Lauro Campos e Alzira Nogueira, Movimento de Mulheres, Coletivo Caboclas e NEAB (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiro).

Data: 03 de Fevereiro
Hora: 18:30h
Local: Auditório da Fecomércio (Rua Eliézer Levi, 1097 – Centro, Macapá)

Livro interdisciplinar sobre estudos amazônicos e amapaenses será lançado nesta sexta (20)


Direcionado a estudantes do Ensino Fundamental II, o livro “Conhecendo o Amapá”, de autoria do professor do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Manoel de Jesus de Souza Pinto, será lançado nesta sexta-feira, às 18h, no auditório da Biblioteca Central do campus Marco Zero do Equador, em Macapá (AP).

O livro está sendo lançada com o selo da editora Cultural Brasil e pretende ser uma valiosa ferramenta no processo ensino-aprendizagem nas escolas. Em nove capítulos, e de maneira interdisciplinar, a obra faz a junção de disciplinas como História, Geografia, Política, Economia, Cultura, Turismo e Meio Ambiente está em consonância com as normas estabelecidas na Resolução 56/2015 do Conselho Estadual de Educação do Estado do Amapá, que torna obrigatória a inclusão da disciplina Estudos Amazônicos e Estudos Amapaenses nas séries do 6º ao 9º ano do ensino fundamental.

“O livro só foi possível devido ao esforço de grandes pensadores, professores, pesquisadores e intelectuais locais que tiveram a sabedoria de registrar fatos, informações e imagens de grandes momentos vivenciados ao longo do tempo em várias etapas da história do desenvolvimento do estado, desde o período colonial até os dias atuais”, afirma Manoel Pinto.

Segundo o autor, “Conhecendo o Amapá” transformou informações complexas em linguagem objetiva, franca e escolar. Diversos conteúdos que compõem a obra foram extraídos de estudos acadêmicos, por meios de pesquisas, artigos científicos e livros técnicos. “Por outro lado, a obra dialoga modernamente com jornais, blogs, sites institucionais, flexibilizando as fontes e ‘acertando o passo’ com as novas tecnologias de informação, porém, sem perder o rigor dos conteúdos apresentados e informações capturadas”, explica Manoel.

Serviço

Lançamento do livro “Conhecendo o Amapá”

Dia 20 de janeiro, às 18h, no auditório da Biblioteca Central da Universidade Federal do Amapá (Unifap), localizada no campus Marco Zero do Equador (Rod. Juscelino Kubitschek, Km 02, bairro Jardim Marco Zero, Macapá-AP). Entrada franca.

*Com a colaboração de Manoel Pinto

Texto: Jacqueline Araújo
Jornalista – DRT 2633/PA
Assessoria Especial da Reitoria – Unifap
3312-1704 | 98138-9124

HOJE: professora lança livro de poesia retratando a realidade da educação no Amapá

A ideia era registrar a realidade que passa a educação no Amapá, e dessa vontade nasceu o livro poético “Versos Vivos – Uma História de Sonho e de Luta”, da professora e ativista de movimentos sociais Lia Borralho, que será lançado nesta sexta-feira, 14 de janeiro. Para a autora, é importante que a situação delicada pela qual passa a educação no estado seja abordada de forma diferente do ponto de vista jornalístico, por meio de uma publicação que outras pessoas tenham acesso, e escrita por quem vivencia os problemas acumulados nos últimos anos. O livro será lançado com música e declamação de poesias.

“É uma forma de expressar os sentimentos e dores vividas pelos educadores que sempre estiveram nas lutas por respeito com a categoria e por uma educação melhor para todos”, disse a autora. O livro fala do que vivemos ao longo dos últimos anos, e também de um cotidiano que passou a fazer parte da vida dos amapaenses, que é a insegurança dentro e ao redor das escolas. “É uma dor intensa que vivemos, como ao ver as escolas saqueadas e colegas e alunos vulneráveis e vítimas, por isso coloquei estes sentimentos para fora em forma de versos”.

Lia é amapaense, graduada em Letras pela UNIFAP e cursa pós-graduação em Educação de Jovens e Adultos pelo Instituto Federal do Amapá – IFAP. É co-autora do artigo “Aspectos e reflexos da territorialidade da ICOMI/CAEMI no espaço geográfico amapaense; e uma das autoras da coletânea de poesias intitulada “Poetas na linha imaginária”. Atua como professora de Língua Portuguesa e Literatura, da rede estadual de ensino, e é ativista dos movimentos sociais desde o movimento estudantil secundarista até o movimento sindical do presente.

Serviço:

Lançamento do Livro “Versos Vivos – Uma História de Sonho e de Luta”
Data: 13 de janeiro
Hora: 19h
Local: Calçadão dos Lacerdas, na rua São José, esquina com José Antônio Siqueira – Laguinho.
Poetas convidados: Kássia Modesto, Andréia Lopes, Carla Nobre, Patrícia Andrade.
Músicos convidados: Ingrid Sato, Mayara Braga, Lula Gerônimo, Dilan Rocha.

Mariléia Maciel – Jornalista

Estudante de medicina promove feira de incentivo à leitura – Por @juliomiragaia


Por Júlio Miragaia

Durante todos os domingos do mês de janeiro, a estudante de medicina e enfermeira Alline Costa, estará realizando uma feira de incentivo à leitura, com doação, venda e troca de livros na Praça Floriano Peixoto, no Bairro do Trem.

O projeto será sempre entre 16 e 20h. Estarão em expostos exemplares de diferentes temas, como saúde, literatura, política, artes, dentre outros. Os livros que serão vendidos terão preços que variam de R$3 até R$30.

Alline cursa medicina na Universidad Nacional de Rosario, em Rosario, na Argentina, a quatro horas da capital, Buenos Aires. Ela está de férias em Macapá e acredita que a melhor forma de incentivar novos leitores é repassando os livros que leu ao longo da vida.

“Acho fundamental compartilhar os livros que me ajudaram e ajudam constantemente a sempre querer buscar mais e mais”, diz Alline.

Sobre sua relação com a leitura, a enfermeira conta que desde criança foi muito estimulada pelos pais ao contato com os livros.

“Cada livro era uma história, uma vivência, uma experiência, uma construção individual”, avalia.

Ela escolheu a praça Floriano Peixoto pelo ambiente propício para a leitura.

“Acho que todos vão concordar que a Floriano é uma das praças e mais charmosas de Macapá, por sua tranquilidade, por sua paz, por você poder se sentar na grama e poder apreciar um bom livro. É uma praça encantadora e bela, com um poder inspirador. Por isso vamos aproveitar esses momentos com a família, namorados, filhos e poder incentivar essa pratica tão linda que é a leitura”, concluiu.

Fonte: SelesNafes.Com

Família lança livro do patriarca memorialista

Morto em 2015, aos 93 anos, o escritor/memorialista Elfredo Távora teve participação importante na história do jornalismo e da política amapaense. No próximo dia 21, quarta, será lançado, in memoriam, o segundo livro do escritor Elfredo Távora: O Amapá d’Outrora. O evento acontecerá na livraria Public, no shopping Villa Nova, centro de Macapá, sob comando da esposa, Maria Darcy, acompanhada dos seis filhos do casal.
Coragem.

No tempo em que o governador Janary Nunes mandava marcar com cruzes as portas das casas de seus opositores, Elfredo Félix Távora Gonçalves, afinava sua verve jornalista na luta pela liberdade de expressão. Junto com alguns corajosos amigos, ele fundou, em 1959, O Combate, cuja existência não passou da quarta edição, dando lugar, no mesmo ano, ao jornal A Folha do Povo, que resistiu até 1964 como espaço de expressão da oposição e dos intelectuais que sonhavam com um Amapá democrático e de oportunidades para todos.

Estrangeiro

Nascido em Belém do Pará em 1922, Elfredo passou grande parte da vida em Portugal, onde fez o curso de Letras no conceituado Liceu Funchal. Mesmo tendo passado praticamente a vida toda naquele país – para onde foi levado pela mãe com pouco mais de 10 meses, após o falecimento do pai -, Elfredo não conseguiu vencer a barreira do xenofobismo português.

Para sobreviver e garantir os estudos dos seis filhos, dona Hildebranda, teve que vender alguns bens que o marido possuía na Ilha da Madeira.

Os seringais do Amapá e a II Guerra Mundial

Além dos imóveis na Ilha da Madeira, o pai, George Mayer, possuía ainda uma casa no município de Amapá e um seringal no médio Araguari, para onde Elfredo mudou, fugindo do desemprego em Portugal, e embalado pela cotação da borracha, em alta por causa da II Guerra Mundial.

Quando chegou a notícia da criação do Território Federal do Amapá, Elfredo Távora vivia o que pensara ser a grande aventura de sua vida: tornar lucrativa a herança deixada por seu pai nas florestas do Amapá.

O financiamento para a empreitada veio do banco da borracha, instituição criada em parceria entre o governo brasileiro e dos Estados Unidos, que além do dinheiro forneceu uma tropa com 32 soldados da borracha convocados no Nordeste do país.

“Logo no início começaram os aperreios. Os homens contratados eram ‘bravos’, isto é, não entendiam nada do trabalho. Reclamavam das condições do isolamento dos abarracamentos, tudo muito diferente do que mostrava a propaganda exibida nos cinemas de Fortaleza …”, narra o escritor em seu livro Folhas soltas do meu alfarrábio, lançado em 2010.

Contribuíram para piorar a situação de desconforto e prejuízo do aventureiro seringalista, as baixas sofridas pela tropa em razão da malária, que, em menos de um mês, havia abatido mais da metade dos homens.

Quando acabou da guerra, a borracha deixou de ser importante aos Estados Unidos, e a aventura resultou em prejuízo, com o confisco das terras pelo banco. Mas isso não arrefeceu em nada o ânimo de Elfredo, que já se lançava à uma outra, bem mais desafiadora: o desenvolvimento socioeconômico e político do recém-criado território do Amapá, do qual foi testemunha ocular e também ator, nos bastidores.

Homem de letras que era, Elfredo ganhou a simpatia do governador Janary Nunes quando lhe presenteou o livro O verdadeiro Eldorado, a única obra escrita sobre o Amapá até aquela época. O livro, escrito em 1932, por Alfredo Gonçalves, tio de Elfredo, lhe abriu as portas da residência do governo.

Em seu livro, Folhas soltas de meu alfarrábio, o memorialista fala de um pedido feito pelo governador: “… convidado para jantar em sua residência, ele me pediu que se tivesse notícia de irregularidades de seus auxiliares o avisasse, porque ‘nem sempre o governo tem conhecimento do que se passa’, disse ele”.

Mas, onde tudo eram flores no começo, brotaram espinhos com o passar dos tempos e o consequente apego ao poder que fizeram com que o capitão/governador começasse sua caça às bruxas, no caso, aos opositores a seu governo, entre os quais estava Elfredo.

Com o fim da ditadura de Vargas e a convocação das eleições, Janary percebeu que já não era unanimidade, pois apesar da vitória tranquila nas urnas, já eram expressivos os votos nos opositores. O capitão identificou cada um daqueles votos e começou a persegui-los. Mas a resistência já havia plantado sua semente e a derrota de Janary era questão de tempo, pois o partido e os candidatos para isso já existiam.

“Mais difícil que subir em tucumanzeiro”

Foi o que disse Elfredo quando fora pedir a mão daquela com quem iria viver dois terços de sua longa vida.

Maria Darcy Colares, filha de fazendeiro. Esse o nome e a posição social da moça que, aos quinze anos, iria fisgar para toda vida o coração do memorialista, com o qual teve cinco filhos e uma filha.

Sentada na poltrona do escritório onde Elfredo alimentava seus pensamentos, dona Darcy relembra com carinho do seringalista, cujas terras foram compradas de volta do banco e que hoje é uma reserva ambiental particular. A luta pela liberdade de expressão é o aspecto da vida do marido ao qual ela dá mais ênfase.

“Ele participou do governo do Janary, mas ele tinha opinião própria”, comenta sobre a personalidade do marido. “E foi perseguido. Saiu daqui fugido uma das vezes, porque o Janary mandava deportar, mandava fazer qualquer coisa com quem fosse contra ele”, revela Dona Darcy acrescentando que, para vencer Janary, Elfredo, mais alguns amigos, fundaram um partido e se lançaram a batalha no campo das eleições, lutando contra as manobras do governador para se manter no poder. “Até que um dia conseguiram vencê-lo”, festeja a mulher que durante muito tempo após a morte do marido, hesitou em trazer a público o mais recente trabalho do companheiro com quem viveu 60 anos.

O Amapá d’Outrora mantém um pouco do traço memorialista do Folhas soltas do meu alfarrábio, livro que o autor escreveu para os filhos, mas também traz denúncias, curiosidades, apontamentos sobre a história, população, riquezas e curiosidades. É uma narrativa divertida e bastante ilustrativa desse Amapá ainda novo e tão cheio de histórias.

Vale a pena ler e é uma excelente opção de presente de Natal.

Recadastramento de feirantes de Macapá termina dia 21 de dezembro

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A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Semdec) informa que o prazo para recadastramento de feirantes e empreendedores populares para a comercialização nas feiras da cidade é até quarta-feira, 21, das 8h às 13h. Até o momento, apenas metade se recadastrou. Atualmente, existem no cadastro do órgão 501 feirantes, sendo 112 empreendedores no Feirão Popular; 28 no Mercado Central, 33 no Mercado do Peixe e 23 nas lojinhas do entorno do Mercado Central.

Segundo o diretor do Departamento de Cadastro, José do Carmo, o caso mais preocupante é do Feirão Popular, pois 63 se recadastraram e faltam 49, que podem perder a permissão. “Fomos a todas as feiras e comunicamos sobre o recadastramento. O termo de permissão só tem validade por um ano. Com o recadastramento será assinado um contrato com as normas e obrigações dos feirantes. Quem não fizer o procedimento perderá a permissão. Em casos de problemas de saúde do permissionado, a secretaria deve ser comunicada”.

O diretor informa ainda que, seguindo o cronograma, está sendo feito o recadastramento dos trabalhadores das feiras do Perpétuo Socorro (em frente ao muro de arrimo e a da Av. Ana Nery) e a do Jardim Felicidade. Os das demais feiras que não fizeram o procedimento têm até o dia 21 para procurar a Semdec munidos dos seguintes documentos: RG, CPF, comprovante de residência – cópias – e duas fotos 3×4.

A Semdec também organiza um cronograma de oficinas de capacitação para os permissionados, em 2017. Atualmente, Macapá conta com 14 feiras, um Feirão Popular, o Mercado Central e o Mercado do Peixe.

Serviço:

Data: 21/12 (quarta-feira) – término
Horário: 8h às 13h
Local: Semdec
Endereço: Avenida Manoel Eudóxio Pereira, nº 2438, bairro Trem

Pérola Pedrosa/Asscom Semdec
Contato: 99127-9591

Senador Randolfe divulga livro “Nunca Pare de Sonhar”

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A música “Semente do amanhã”, do compositor Gonzaga Júnior, embalou a campanha política de 2010, que resultou na eleição do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), a mesma música serviu de inspiração para a elaboração do livro “Nunca Pare de Sonhar”, de autoria do senador. Trazendo uma coletânea de artigos e entrevistas, o livro será lançado hoje, sexta-feira (18), às 18h30, na inauguração da livraria Leitura, no Amapá Garden Shopping.

Este é o terceiro livro do senador e traz 48 textos publicados na imprensa nacional e local, no período entre 2010 e 2016. O prefácio assinado pelo antropólogo e cientista político, Luiz Eduardo Soares, diz: “O jovem senador não se deixou seduzir pelos atrativos hipnóticos… Randolfe expressa neste livro a ousadia de pensar com independência e agir com destemor”. O segundo prefácio, assinado pelo filósofo e coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), afirma que o livro “é um convite à luta e à reflexão dos novos caminhos da esquerda brasileira”.

O livro aborda os temas mais variados que vão desde a iniciativa da Lei da Repatriação que trouxe mais de R$50 bilhões ao Brasil, R$150 milhões para o Amapá e outros R$22 milhões para os municípios, bem como os rumos da política, as manifestações sociais, a questão do petróleo no Amapá e as alternativas para desenvolver o Estado.
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O evento será aberto ao público e o livro será distribuído gratuitamente, mas Randolfe acredita que é uma boa oportunidade de angariar doações para ajudar as obras dos Capuchinhos. A instituição estará no local para receber brinquedos, alimentos ou até mesmo para que a população adquira uma rifa.

Livros:

– “Amazônia, Amapá – Escritos de História”: lançado em 2009. Uma coletânea de artigos apresentados aos leitores sobre a história e a historiografia a Amazônia e do Amapá, expressa no jogo de palavras do título do livro. Com variados matizes teóricos e metodológicos, possibilita a ampliação das percepções sobre a história da Amazônia. O livro foi organizado pelo senador Randolfe Rodrigues e o Doutor Augusto Oliveira, integram o elenco de escritores da presente obra: Edinaldo Nunes, Janaina Camilo, Maura Leal, Paulo Cambraia, Reginaldo Gomes e Sidney Lobato.

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– “No meio do Mundo, esquina com o Rio Amazonas – reflexões políticas sobre o Amapá”: organizado pelos professores Francisco Horácio da Silva Frota e Maria Helena da Silva Frota, publicado pela Editora da Universidade Estadual do Ceará (UECE), reúne 25 textos produzidos por servidores públicos que participaram da experiência acadêmica como alunos e que hoje são Mestres em Políticas Públicas. O livro retrata o esforço de uma equipe comprometida com a sua região e com o seu povo. A publicação é resultado de uma parceria da Universidade Estadual do Ceará (UECE) e a Escola de Administração Pública do Amapá (EAP) ocorrida em 2010. O senador Randolfe é o autor do artigo “Estado e Povo no Novo Contexto de Participação Popular”.


Jornalista/Assessora de Comunicação
Carla Ferreira
Contato: (96) 98110-1234 (Whatsapp)
Twitter: @Carlinha_F
e-mail: [email protected]

Concurso Nacional Novos Poetas. Prêmio Poetize 2017.

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Estão abertas as inscrições para o Concurso Nacional Novos Poetas, Prêmio Poetize 2017. Podem participar do concurso todos os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 16 anos.

Cada candidato pode inscrever-se com até dois poemas de sua autoria, com texto em língua portuguesa. O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido. Serão 250 poemas classificados.

A classificação dos poemas resultará no livro, Prêmio Poetize 2017. Antologia Poética. O concurso Literário e uma importante iniciativa de produção e distribuição cultural,alcançando o grande público, escolas e faculdades.

As inscrições são gratuitas e poderão ser fei de 05 de setembro a 05 de dezembro de 2016 pelo site: http://www.premiopoetize.com.br

Realização: Vivara Editora Nacional
Apoio Cultural: Revista Universidade

Deputado presta homenagem a escritores amapaenses e volta a defender criação de editora estadual e apoio ao Memorial Amapá

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O deputado estadual Pedro DaLua (PSC) prestou homenagem aos escritores amapaenses no Dia do Poeta, celebrado em 20 de outubro. Ele aproveitou a data para relembrar as proposições que apresentou em favor da literatura amapaense, destacando o trabalho pioneiro de saudosos e jovens escritores.

Dentre as proposições está o projeto de lei que cria a Editora Estadual, uma forma de possibilitar a publicação de obras locais, especialmente as de cunho técnico e literário.

Pedro da Lua também defendeu que a Biblioteca Pública Elcy Lacerda volte a ser administrada pela Secretaria de Estado da Educação, de onde era originalmente ligada. Vinculada atualmente a Secretaria de Cultura, a biblioteca não tem recebido investimentos nos últimos cinco anos e seu acervo enquanto defasado e alguns serviços e espaços, como o acervo para leitores com deficiência visual, encontram-se desativados.

O parlamentar destacou também a necessidade de abertura de novos espaços para divulgação da memória amapaense. Ele apresentou há um ano um requerimento ao governador Waldez Góes para que disponibilize espaço para exposição do acervo que vem sendo reunido pelo Instituto Memorial do Amapá. “O instituto faz um trabalho cativante e conseguiu reunir fotos, jornais históricos e obras raras, que merecem ser vistas por muitos amapaenses”, discursou.

Assessoria de Comunicação

”Contradança”: lançado o novo livro de contos da escritora Lulih Rojanski

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A escritora Lulih Rojanski lançou nesta semana o seu novo livro de contos inéditos, intitulado “Contradança”. A coletânea, por enquanto, está disponível somente na versão digital, no site Amazon.com. (clique aí para adquirir a obra). A contista é extremamente talentosa e escreve de uma forma leve e marcante. Gosto de lê-la.

Sobre o livro Contradança:

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Escritora Lulih Rojanski

Os breves contos de Contradança são escritos para saciar o desejo do leitor que aprecia a dinâmica da leitura rápida, numa linguagem capaz de lançá-lo de imediato a mundos diversos a cada página. As palavras foram escolhidas para expandir significados, reduzindo frases e exprimindo ideias completas em relatos curtos, respeitando o tempo, a compreensão e a disponibilidade de envolvimento do leitor. O texto “Prenúncio” compõe a série “Partículas Oníricas” do livro: “Sobre um mar lacônico, velhos navios ancorados. Distraídos pela saudade dos tempos da caldeira e do vapor, confabulavam a vindoura viagem além-mar, e nem notaram que, em seu profundo silêncio, o mar prenunciava para aquela noite seu naufrágio.” Com esta concisão e refinamento na construção dos textos, a autora encanta pela delicadeza das palavras, pela fluidez das histórias, pelo lirismo e pela atmosfera de sonho que envolve cada personagem. É possível encontrar em Contradança todo o essencial da boa literatura. Cada página transborda vida, luz, cores, fantasia, múltiplos sentimentos. Como em todo livro de contos, o leitor não tem a obrigatoriedade de ler desde a primeira página e seguir a sequência. Contradança pode ser aberto e lido em páginas aleatórias, pois cada uma delas tem uma história completa. E se a tendência da modernidade é encurtar cada vez mais os textos para facilitar a atividade do leitor, Contradança o faz sem perder a ternura.

Depois de ler isso aí diz se não dá vontade de devorar o livro? Li a obra Abilash, lançado pela escritora em 2010 e já estou ansioso para ler o Contradança. recomendo!

Elton Tavares

Alcinéa Cavalcante está entre os autores da coletânea “O protagonismo feminino em verso e prosa” – @alcinea

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A poeta, jornalista e escritora amapaense, Alcinéa Cavalcante, está entre os autores brasileiros que tiveram obras publicadas no livro “O protagonismo feminino em verso e prosa”. O lançamento da obra será no dia de setembro de 2016, na 24ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo (SP).

A antologia contém crônicas, contos e poemas de 70 escritoras brasileiras que vivem no Brasil e no exterior. Além de Alcinéa, mais duas escritoras do Amapá estão entre os autores selecionados para a obra. São elas Maria Ester e Cláudia Almeida.

Não conheço a Cláudia Almeida, mas a felicito pelo reconhecimento. Sou fã dos poemas da Maria Ester e parabenizo a poetisa por estar entre os autores da antologia.

Já Alcinéa é, além genial escritora e poeta, consideradona por este editor. A jornalista já recebeu medalhas gringas, inúmeros prêmios nacionais e possui escritos em coletânea francesa. Ela é fera mesmo.

Como já disse em outra oportunidade, Alcinéa tem moral fora e dentro do Brasil. Essas coisas precisam ser divulgadas e celebradas sempre. Congratulações, Néa. Sou teu fã!

Elton Tavares

Hoje é o Dia Nacional do Escritor (meu texto em homenagem aos escribas)

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Hoje (25) é o Dia Nacional do Escritor. O conceito diz: Escritor é o artista que se expressa através da arte da escrita, ou, tradicionalmente falando, da Literatura. É autor de livros publicados, embora existam escritores sem livros publicados (chamados, por alguns, de amadores).

A data foi instituída em 1960 pelo então presidente da União Brasileira de Escritores, João Peregrino Júnior, e pelo seu vice-presidente, o célebre escritor Jorge Amado.

O Dia do Escritor surgiu após a realização do I Festival do Escritor Brasileiro, iniciativa da UBE. O grande sucesso do evento foi primordial para que, por intermédio de um decreto governamental, a data fosse instituída com a finalidade de celebrar a importância do profissional das letras, profissão que, infelizmente, nem sempre tem sua relevância reconhecida.

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Ser escritor, escrever um livro e tals é um sonho. Quem sabe um dia chego lá. Hoje parabenizo os escritores que conheço e sou fã: Fernando Canto (para mim o melhor escritor do Amapá), o talentoso Paulo de Tarso, o genial Ronaldo Rodrigues, o louco Obdias Araújo, a fantástica Alcinéa Cavalcante, Lulih Rojanski, Carla Nobre, Carlos Nilson . Admiro muito todos vocês.

Minhas homenagens aos que viraram saudade há pouco tempo, como Gabriel García Márquez, João Ubaldo Ribeiro, Rubem Alves e Ariano Suassuna.

Também felicito os meus grandes e velhos amigos Victor Hugo, Mário Quintana, Fiódor Dostoiévski, José Saramago, Franz Kafka, Manuel Bandeira, Mário Prata, Machado de Assis, Luís Fernando Veríssimo, Charles Buchowisk, Friedrich Nietzsche, Carlos Drummond de Andrade, Nelson Rodrigues, entre outros tantos, que me ajudaram a melhorar a percepção das coisas.

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Os exímios escritores, que com habilidade e criatividade usam as palavras e ajudaram a abrir cabeças e ensinaram pessoas a ler as entre linhas, são, como diz a minha amiga Juçara Menezes: “máquinas pensantes para outros começarem a pensar”, de fato!

Tá, tudo bem. Sei que é escritor somente quem possui livro publicado. Mas parabenizo ainda os jornalistas que escrevem crônicas e contos, a licença poética (da poesia marginal, claro) e liberdade de expressão me permitem dizer: o que vocês fazem é bom pra caralho!

Ah, aos “malsucedidos” escritores, que nunca conseguiram publicar seus livros, deixo o recado: continuem tentando, sempre!

Enfim, senhores escritores, meus parabéns por rabiscarem ou digitarem seus pontos de vista, histórias e estórias próprias ou de terceiros, causos, contos, devaneios, tudo com muita sagacidade, inteligência e humor. A vocês, escribas, desejo um feliz Dia do Escritor.

Elton Tavares