Lançamento do livro “Poesias escolhidas”


A produção independente Poesias Escolhidas vozes de uma alma trata-se do primeiro volume de uma coletânea de poemas que reúne poetas das cinco regiões do Brasil. O projeto nasceu da cabeça do poeta mineiro Rodrigo Ricardo, editor e coordenador do livro. O Amapá está representado no livro, pela poetisa Mary Paes. A obra está dividida em três temas: Amor Romântico, Espiritualidade e Amor Erótico, este último tema é um dos que a poetisa mais se identifica. Ela possui uma página no facebook dedicada aos poemas eróticos que escreve. O lançamento do livro, no Amapá, está marcado para 19 de julho, na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, às 19h, com música, declamações e intervenções poéticas. 

SERVIÇO:

Lançamento do Livro Poesias Escolhidas
Dia: 19/07/2014
Local: Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda 
Hora: 19h
O livro será vendido no local a R$25,00

Comunidades ribeirinhas e quilombolas recebem incentivo à leitura no Amapá

Por Paula Monteiro, do Portal Amazônia

Para os ‘homens da cidade’ a televisão, televisão e Internet podem até serem companhias indispensáveis para o lazer e a informação, principalmente em tempos de Copa do Mundo de Futebol. Mas para quem vive praticamente isolado dos grandes centros urbanos – como em comunidades ribeirinhas e quilombolas – as opções são diferentes.

Muitas formas de diversão são oferecidas pela natureza, a exemplo do banho de rio e pescaria. Para convidar a conhecer outros lugares sem sair do lugar e dar uma alternativa de distração, além de acompanhar as partidas da Copa, o projeto cultural ‘Copa da Leitura e da Alegria’ levará 3 mil livros a 11 comunidades do interior do Amapá e do Pará.

A viagem do conhecimento acontecerá no período de 12 de junho a 13 de julho deste ano. O itinerário do saber partirá de Macapá e passará por Itaubal do Piririm e os municípios paraenses Ourém, Capitão Poço, Abaetetuba, entre outros. As obras contam com segmentos variados que vão desde gibis, revistas, histórias infantis à literatura juvenil. Os títulos foram reunidos em doações na capital amapaense, Belém, e em Brasília. “Nossa ideia é levar conhecimento e entretenimento de qualidade através da leitura. Sabemos que os lugares que visitamos são carentes de bibliotecas e o projeto oferece essa oportunidade para as comunidades isoladas, especialmente na Copa do Mundo”, explicou o coordenador do projeto, Jonas Banhos.

Para Banhos o público do interior é diferente daquele da cidade, principalmente o ribeirinho. “Cada viagem é uma emoção. As crianças ribeirinhas têm um brilho especial nos olhos e uma receptividade enorme. Nos enche de orgulho contribuir com a descoberta deles a outros novos universos por meio da leitura. A magia que o livro realiza na vida delas, vai além do intelecto. Muitas mães nos agradecem pela mudança positiva no comportamento dos filhos graças ao projeto”, disse orgulhoso. Para estimular o interesse à leitura, o ‘Copa da Leitura e da Alegria’ atende até mesmo que não é alfabetizado, com contação de histórias, música, teatro e brincadeiras.

Brincando é que se aprende. O ‘Palhaço Ribeirinho’, personagem criado por Banhos, é o responsável por envolver a criançada no mundo literário através do riso. O palhaço conta as histórias e interpreta as letras que ainda são indecifráveis para alguns. Esta foi a forma que o organizador encontrou em contribuir com a magia da leitura democrática, onde todos têm direito ao prazer da imaginação e intimidade com livros.

Como surgiu o projeto

O projeto ‘Copa da Leitura e da Alegria’ faz parte da iniciativa ‘Barca das Letras’, a qual oferece uma biblioteca itinerante infantil. Criada em 2008, a ‘Barca’ é um trabalho voluntário que funciona no bairro do Laguinho, na capital. Para ter acesso aos livros nem é preciso passar porta adentro do estabelecimento. Basta passar em frente à biblioteca, onde algumas obras ficam expostas na calçada com um atrativo diferente: um pequeno barco em madeira (o qual faz alusão ao nome do projeto) e um varal que são colocados livros ao invés de roupas. Os recursos lúdicos servem para provocar a curiosidade de um potencial leitor.

Doação de livros

O projeto existe graças à doações. As obras são arrecadadas em campanhas permanentes na sede da biblioteca, na capital, e em postos de Belém e Brasília. Quem desejar contribuir basta ligar para o número de telefone (96) 8138-9164. O material será recebido pela ONG Nossa Casa de Cultura e Cidadania.

Padre Paulo Roberto lança livro “Confesso que Vivi” nesta quarta-feira

Por Marcio Bezerra

Está marcado para esta quarta-feira, 14, no Salão do Centro Cultural Jorge Basile, às 19 horas, paróquia Jesus de Nazaré, o lançamento do livro “Confesso que Vivi – Uma lição de vida”. 

A obra é uma autobiografia que conta a história de padre Paulo Roberto Matias da Conceição. Amapaense, de família humilde, com 11 irmãos e mais 8 de criação, mostra como na infância teve alguns problemas de discriminação por sua cor e falta de recursos. Mas, superou através do amor, carinho e dedicação de seus pais. Fazendo com que esse menino cresça forte e aprenda uma verdadeira lição de vida. A história não é apenas da infância, conta também toda sua trajetória de vida, o momento que recebeu o chamado para servir como sacerdote de Deus até a criação de seu xodó, o Instituto do Câncer Joel Magalhães, o IJOMA, do qual é presidente e se propõe a ajudar pessoas diagnosticas com CA no Estado do Amapá.

“O livro ‘Confesso que Vivi’ é uma forma de resgatar minha história e assim incentivar outros amapaenses a escrever a sua. Os fatos dessa obra são inspirados nas minhas memórias e refletem tudo o que vivi e aprendi na vida”, comenta padre Paulo. 

O convite foi aberto para toda a sociedade e a arrecadação da venda do livro, que custa 30 reais, será doada a entidade.

Zona Norte sediará a Biblioteca Pública Municipal Alcy Araújo

Prefeitura de Macapá vai inaugurar a nova Biblioteca Pública Municipal de Macapá que terá o escritor Alcy Araújo como patrono do novo equipamento cultural. Localizado às margens da Rodovia Norte-sul no bairro Infraero II, o prédio que abrigará a Biblioteca Pública Municipal foi construído pela Justiça Federal do Amapá e cedido ao Município por meio de um Termo de Cooperação.

A biblioteca possui 525,63 metros quadrados e uma praça onde serão realizadas diversas atividades culturais. O espaço é constituído de hall para exposições artísticas, guarda volumes, espaço multimídia, espaço infantil, para trabalhos escolares, banheiros masculino e feminino, sala de inclusão digital, sala de leitura, processamento técnico, administração, depósito, acervo e copa.

A nova biblioteca será um local de interesse pela leitura, atrativo e de estímulo à criatividade e construção do conhecimento. Dentre as ações a serem desenvolvidas pela Biblioteca destacam-se as bibliotecas móveis, saraus literários, exposições artísticas e programações científicas.

A Biblioteca Pública é uma instituição fundamental para o desenvolvimento educacional, cultural e social dos povos. Nos países avançados são centros de formação da sociedade, sendo vista como a porta de entrada para o conhecimento e oportunidade para proporcionar condições básicas para aprendizagem permanente, autonomia, decisão e desenvolvimento cultural dos indivíduos e grupos sociais.

Desta forma, o retorno das atividades da Biblioteca Pública Municipal garantirá ao cidadão acesso ao conhecimento e atenção especial aos moradores dos bairros da Zona Norte de Macapá. A instituição será uma importante ferramenta de apoio à educação e à cultura.

Com esta iniciativa, a Prefeitura de Macapá visa expandir os serviços disponibilizados à zona norte da capital, área que tem registrado grande crescimento urbano e demográfico nas últimas décadas.

A Biblioteca Pública Municipal de Macapá

Criada em 1997, a Biblioteca Pública Municipal de Macapá funcionou inicialmente em uma sala do atual prédio da Fundação Municipal de Cultura, no entanto, o abando por parte da ultima gestão pública municipal, impossibilitou que a mesma mantivesse as condições mínimas para cumprir a finalidade de prestar a população serviços públicos gratuitos de livre acesso à literatura, à informação e ao registro da expressão cultural e intelectual humana em sua diversidade e pluralidade, como depositária da memória, história bibliográfica e incentivo ao gosto pela leitura em nosso Município.

A reabertura da Biblioteca em novo espaço permitirá o atendimento aos estudantes, professores e demais interessados no acervo bibliográfico e ao conhecimento, em ambiente adequado. Além disso, valores culturais serão somados ao espaço por meio da implantação de um memorial em homenagem ao escritor Alcy Araújo, paisagismo verde, exposição literária permanente e ambientação com referências ao legado da civilização Cunani, seguindo o conceito de cidade criativa adoto pela gestão do Prefeito Clécio Luis.
ALCY ARAÚJO

O patrono da Biblioteca,  Alcy Araújo Cavalcante, é paraense nascido no dia 7 de janeiro de 1924 em Belém, estudou na Escola de Aprendizes Artífices, tornando-se marceneiro, mas sua vocação era mesmo para as letras.

Alcy chegou a Macapá em 1953 e logo ingressou no serviço público como redator do Gabinete do governador Janary Nunes. Ocupou diversos cargos públicos ligados à comunicação, dentre outros. Trabalhou em muitos jornais, revistas e rádio, sempre esteve envolvido com atividades culturais e intelectuais do Amapá, principalmente a literatura, adotou vários pseudônimos para publicar artigos na imprensa, visando driblar a vigilância dos governantes militares.

Foi casado com a professora Delzuíte Maria Cavalcante, sua primeira esposa, com quem teve quatro filhos: Alcione Maria, Alcinéa Maria, Alcy Araújo Filho e Alcilene Maria. Com a segunda esposa, Maridalva Rodrigues dos Santos, teve cinco filhas: Astrid Maria, Aline Maria, Aldine Maria, Adriane Maria e Alice Maria.

Alcy Araújo faleceu no dia 22 de abril de 1989 nos deixando um rico legado literário publicado e obras em prosa e verso inéditos constantemente inseridos em antologias e coletâneas contemporâneas.
Obras publicadas:

1965 – Autogeografia
1983 – Poemas do Homem do Cais
1988 – Coletânea Amapaense
1997 – Jardim Clona l
2010 – Coletânea Contista do Meio do Mundo

Texto: Paulo Rocha
Asscom Fumcult

Adios, Gabriel García Márquez!

De Gabriel García Márquez (1927-2014), que hoje virou eterno, que hoje virou eternidade: 


“A sabedoria é algo que quando nos bate à porta já não nos serve para nada”

“Tudo é questão de despertar sua alma”

“A vida não é mais do que uma contínua sucessão de oportunidades para sobreviver”

“É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver.”

“Não passes o tempo com alguém que não esteja disposto a passá-lo contigo”


“Quem sabe Deus queira que conheças muita gente enganada antes que conheças a pessoa adequada para que, quando no fim a conheças, saibas estar agradecido.”

“Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiver triste, porque nunca se sabe quem pode se apaixonar por teu sorriso”

“Todo mundo quer viver em cima da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpada.”

Boa passagem, Gabo.

Sesc promove Sarau Poético Abrigo São José


Sabendo do compromisso do Abrigo São José para com o bem estar dos idosos que lá residem, o Sesc em parceria com o grupo poético Pena & Pergaminho, realiza Sarau Poético nas dependências do Abrigo no dia 11de abril de 2014, no horário de 15h às 18h. Tal atividade tem a intenção de somar esforços na missão de possibilitar aos moradores da instituição momentos de lazer cultural necessários ao seu bem estar.

A programação do Sarau conta com exposição dos trabalhos dos idosos, declamação de poesias, oficina de artes plásticas, música e varal de poesias.

Serviço:

Data: 11 de abril de 2014
Horário: 15h às 18h
Participação do grupo poético Pena & Pergaminho com declamação de poesias.

Sandro Santiago

Maurício de Paiva lança livro “Rufar dos Tambores: Imagens e Encontros Afroamapaenses”

Por Rita Torrinha 

Apaixonado pela bacia Amazônica, apurando e registrando a região há mais de dez anos, Maurício de Paiva é premiado colaborador da National Geographic Brasil e referência em fotografia documental. No dia 3 de abril ele lança em Macapá seu terceiro livro – Rufar dos Tambores: imagens e encontros afroamapaenses, uma imersão ao XIX Encontro dos Tambores, realizado em 2013, um recorte além da estética do negro, que sob a ótica antropológica aborda a ancestralidade das relações intracomunidades e seus grupos de Marabaixo, Batuque, Zimba e Sayrê, e dos quilombos afrodescendentes.

A história do Amapá, no extremo norte do Brasil, é apresentada ao mundo pela amapaense Piedade Lino Videira, autora do prefácio do livro, dando-lhe ainda mais cunho documentário. Mulher afroamapaense, dançadeira de Marabaixo e Batuque e professora doutora, ela discorre com maestria sobre as singulares geográficas, históricas e culturais do estado, imprimindo do decorrer da narrativa o papel essencial do negro na formação territorial e nas tradições locais.

A escolha por Piedade não ocorreu ao acaso. “O texto da Piedade (a sua formação, pertinência e gabarito, sua pessoa, corroboraram para minha escolha em convidá-la! Acredito ser ela a “artista”, a detentora do saber sobre Tambores e Negros no Amapá, eu apenas fiz uma conexão) no livro é de valor intelectual e modelar em que agregar ao leitor, soma no conjunto imagens – texto – temática – narrativa, e dá maior e polar comunicação, abrindo ritmo/cadência num conteúdo. O convite para ela surgiu por pura intuição minha…”, diz Maurício Paiva.

Rufar dos Tambores: imagens e encontros afroamapaenses é um projeto pessoal do fotógrafo, um registro para presentear as comunidades, que teve o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e seu lançamento conta com a parceria do Amapá Garden Shopping, local do evento. Na noite de autógrafos também será aberta a exposição com 30 fotografias reunidas do livro, a maioria em preto e branco, que ficará à disposição do público até o final do primeiro semestre de abril.

Sobre o autor

A Amazônia (ou o Amapá) a mim, não é mais uma busca para captação de imagens, e sim e já, há 10 anos: Uma veia aberta! O motivo é inerente ao desejo, sempre. Um livro é e precisa ser valorado em qualquer nível e em qualquer região cultural” (Maurício de Paiva).

Ele é fotógrafo documental, paulistano, tem na bacia Amazônica seu cenário em antropologia-visual, socioambientalismo e arqueologia. É autor dos livros “Amazônia Antiga – Arqueologia no entorno” (2009) e “Futebol na Amazônia, Imagem e Alarido (DBA 2012). Em 2011, recebeu o Prêmio Abril pela reportagem Amazônia ano 1000. Como freelancer, atualmente é colaborador regular premiado na revista National Geographic Brasil, desde 2004 (com mais de 13 artigos publicados).

Seus ensaios e reportagens autorais são vividos em longas permanências em campo, são autênticos e se legitimam em testemunhar socioambientalismo e extrativismo, história/arqueologia e os modos de vida tradicionais na Amazônia atlântica e ocidental, dos atuais desafios em sua franca transformação.

Serviço:

Lançamento do Livro: Rufar dos Tambores: imagens e encontros afroamapaenses
Data: 3 de abril (quinta-feira)
Hora: 19h
Local: Amapá Garden Shopping

EquiNO/cio – A voz dos leitores.


eu VENHO CINTILANTE e áspero calor eqüINO sobre o mundo ARAUTO que sou de um novo tempo desde a hora em que as ONDAS do Amazonas rebentaram o alúvio das encostas na primeira MANHÃ

eu VENHO CAVALGANTE no cerrado e nos estirões inebriado com o bramIDO das cachoeiras e com o ronco dos MACAréus CavALGO sim em banzeiros caudatários de uma pororoca enorme  – estro sem fim –  sacralizando vôos vindOUROs além desta procela que se instaura incompreensível no meu tempo

passará A VEZ do ÁZIMO pão posto bruto que agora é tempo de pousio da espera da nova fertilização da terra quando deveremos ARAR novas angústias e colher o juSTO fruto e descascá-lo e cortá-lo à lâMINA afiada na curva dos varadOUROs
(Canto, Fernando. EquinoCIO, Textuário do Meio do Mundo. Ed. Paka-Tatu. Belém-PA. 2004.)

Paulinas lança livro de dom Pedro José Conti nesta sexta-feira


A Paulinas Livraria coloca à disposição do público, nesta sexta-feira (28), o livro “A verdade que liberta – Contos e parábolas para compreender melhor o evangelho”, de autoria do bispo de Macapá, dom Pedro José Conti. O lançamento será às 16 horas, na própria livraria, na Rua São José, 1790, Centro. A entrada é franca.
O livro é uma seleta dos artigos publicados semanalmente na mídia local, em blogs e sites nacionais como o da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Adital, Portal Ecclesia, Família Missionária e de arquidioceses e dioceses de todo o País.
Nas 271 páginas, o autor explicita a mensagem evangélica com uma linguagem simples e acessível, utilizando-se de histórias ou de fatos, para possibilitar ao leitor melhor compreensão da Palavra de Deus.
Sobre o autor

Dom Pedro José Conti é italiano, nasceu em Brescia, no dia 10 de outubro de 1949. Desde muito jovem era engajado no trabalho pastoral da sua paróquia. Na diocese de Brescia foi encarregado diocesano da Ação Católica das crianças.
Vocacionado para o sacerdócio, Pedro Conti ingressou no Seminário Diocesano de Brescia, em 1970, e foi ordenado padre no dia 12 de junho de 1976. Em 1983, concluiu o doutorado em engenharia eletrônica, no Politécnico de Milão.
No mesmo ano, veio para o Brasil, precisamente para o Estado do Pará. Trabalhou como missionário na Diocese de Bragança e de setembro de 1984 a dezembro de 1995 exerceu a função de pároco na Paróquia de Paragominas. Em fevereiro de 1996, foi sagrado bispo da Diocese de Santíssima Conceição do Araguaia.
No dia 20 de fevereiro de 2005, Dom Pedro tomou posse como bispo da Diocese de Macapá. Atualmente, na CNBB, faz parte da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicaito e acompanha, no Regional Norte II, a juventude, o laicato e as Comunidades Eclesiais de Base.
Graça Penafort
Pastoral da Comunicação

Lançamento do livro “A Anfitriã”


Todos nós guardamos certos segredos. Entretanto, quando estamos entre amigos, cedo ou tarde acabamos revelando aqueles que julgamos mais leves e ocultando os que devem permanecer a sete chaves. Mas será que esses fatos que tanto tentamos esconder estão de fato apenas em nossa memória? Em A Anfitriã, um thriller cheio de aventura, romance e mistério, ninguém está a salvo desta onisciente e onipresente figura. Ela tudo sabe e tudo vê. Convidamos você a apreciar essa trama cheia de tensão e suspense narrada na cidade de Macapá, Amapá.

Papo Casal: fui o primeiro a comprar o livro.


Há exatos seis anos e dois dias, 11 de março de 2008, visitei o Ronaldo Rodrigues, que também é Rony. Era noite. Ele morava na casa da Floriano Peixoto (a galera sabe onde) e estava feliz. Tinha chegado os exemplares de seu livro ‘Papo Casal’. 

Tenho orgulho de ter sido o primeiro comprador da obra. Nela, RR ironiza o cotidiano e situações comuns de casais de forma inteligente e divertida. Tenho o livro até hoje, pois a obra é atemporal.    

Elton Tavares