Semob executa serviços de drenagem e manutenção em vias públicas da cidade

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A Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura Urbana (Semob) executa serviços de drenagem e terraplenagem para prevenir alagamentos e melhorar a trafegabilidade da Rua João de Deus com Carlos Almeida de Souza, no bairro Novo Horizonte. Na Rua das Elites, no Renascer, estão sendo executados serviços de limpeza e terraplenagem. Já no bairro Jardim Felicidade I, a Avenida Sandim está em preparação para receber pavimentação asfáltica ainda esta semana.

Também estão em execução serviços de recuperação do pavimento (tapa-buraco) na Travessa IV (Muca), avenidas Pedro Petcov, Germano da Silva e Tiradentes (Centro), ruas Maria da Conceição dos Santos (Novo Horizonte), São Paulo (Pacoval), Alceu Paulo Ramos, Iracema Castro Santos, Raimunda dos Passos Santos e Alexandre Ferreira da Silva (Novo Horizonte).

Cliver Campos/Asscom Semob
Contatos: 98126 0880 / 99175 8550

HOJE: banda Tia Biló se apresenta no Projeto Palco Linha Imaginária

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Hoje (17), a partir das 22h, vai rolar show da vai rolar show da banda Tia Biló no Projeto Palco Linha Imaginária, entre o Bar do Nego e o Restaurante Beira-Rio. O grupo musical é sucesso de público e crítica. Sempre com repertório recheado de grandes clássicos do rock nacional e gringo, além de tocar suas canções autorais.

A Tia Biló é formada por Ozy, Márcio e Mingau. Eles sempre fazem apresentações em alto nível. A banda cover é a mais bem ensaiada de Macapá. Aliás, além dos vocais Ozy (rock nacional) e Márcio (canções gringas, em especial Pixies e Smiths), o baterista Mingau arrebenta no AC/DC. A melhor banda cover de Rock and Roll da cidade vai tocar.

Serviço:

Show da banda Tia Biló
Local: Palco Linha Imaginária, entre o Bar do Nego e o Restaurante Beira-Rio, no Complexo Beira Rio, orla de Macapá, na Avenida Beira Rio (em frente ao Macapá Hotel).
Data: 17/09/2016
Hora: a partir das 21h30.

Elton Tavares

Programa Expedição Vaga Lume coloca bibliotecas rurais de Macapá entre as melhores do país

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Num vilarejo a 128 km da sede de Macapá, na comunidade rural de Tracajatuba (distrito de Pacuí), onde o chão é de terra e os moradores não passam de 400 habitantes, uma biblioteca comunitária muito simples, construída em madeira, pequena de tamanho e gigante de iniciativas, ganha destaque nacional, no 7º lugar, entre 150 bibliotecas do programa Expedição Vaga Lume.

O ranking reconhece projetos de incentivo à leitura em zonas rurais que contam com o engajamento da comunidade, uso dos livros e a disseminação pelo gosto à leitura. Aliás, Macapá aparece na classificação geral com o protagonismo de duas localidades. A biblioteca da comunidade de Campina de São Benedito ficou em 10º lugar.

No mês de novembro, as experiências dessas e das outras 7 bibliotecas macapaenses irão ser compartilhadas no Encontro Regional Vaga Lume, que acontecerá na capital amapaense, com a vinda de mediadores de leitura de bibliotecas rurais de outros estados da Amazônia Legal. Duas representantes da Expedição estão em Macapá para organizar o evento, junto com a Secretaria Municipal de Educação (Semed). A educadora Aline Calahani e a produtora Cristiana Mello Leão, da Expedição Vaga Lume, ficam na cidade até domingo, 18, e a coordenadora do projeto em Macapá, Aurilene Tertuliano, da Semed, dará continuidade aos detalhes da organização.
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A biblioteca localizada na comunidade de Tracajatuba I está diretamente ligada a Escola Municipal Erídio Rocha. Todos os livros pertencentes à unidade escolar encontram-se disponíveis para os moradores terem acesso. Eles se tornaram leitores assíduos. A biblioteca abriga 330 livros e é administrada pelo jovem Lucas Silva, que trabalha voluntariamente.

Na comunidade de Campina de São Benedito, a biblioteca possui um acervo de 600 livros. Lá, o espaço já é em alvenaria e é cuidado pelos voluntários Rael Ferreira e dona Laurita. “Rael participou do 5º Congresso da Vaga Lume, em 2011, e voltou à sua comunidade com muito entusiasmo para que o trabalho da biblioteca acontecesse. Com o apoio do voluntário Márcio Pereira, que está à frente da atividade na comunidade vizinha, Santa Cruz do Tracajatuba I, Rael construiu e organizou o novo espaço”, conta a educadora do programa, Aline Calahani.
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“Em cada biblioteca rural da Expedição Vaga Lume existem voluntários dispostos a manter as bibliotecas ativas, seja colocando novos voluntários ou até mesmo levando a biblioteca para sua casa, até a construção da sede própria. Em alguma delas, muitos estão trabalhando sozinhos, mas não querem desistir. Eles perceberam o quanto a biblioteca faz diferença para a comunidade. Em outras têm o apoio de uma família inteira e de amigos que admiram quem está à frente desse trabalho”, completa a educadora.

“Biblioteca boa é aquela onde os livros não param nas prateleiras. Nessas comunidades rurais esses espaços são mais que um local de leitura, são ambientes de convívio, onde os moradores se encontram para usufruir de um momento de lazer, conversar, interagir. Eles levam os livros para suas casas, as crianças aprendem a ler mais rapidamente e assim o espaço se mantém sempre dinâmico”, explica a coordenadora da Expedição Vaga Lume pela Semed, Aurilene Tertuliano.
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Vaga Lume é uma organização social, criada em 2001, que desenvolve projetos de educação, cultura e meio ambiente em 149 comunidades rurais de 23 municípios dos 9 estados da Amazônia Legal brasileira e também na cidade de São Paulo, onde está sediada. Em Macapá, o programa recebe o apoio da Semed, que dá suporte técnico aos mediadores de leitura, sendo o elo entre a comunidade e a expedição. A organização fomenta a construção das bibliotecas rurais e doa todo o acervo bibliográfico. Em Macapá, esses espaços são cuidados, zelados e administrados por gente da própria comunidade. Eles existem em nove localidades: Ressaca da Pedreira, Torrão do Matapí, Corre Água, Tracajatuba I, Campina do São Benedito, Salamito, Ponta Grossa, Santa Luzia do Pacuí e São Joaquim do Pacuí.

Rita Torrinha/Asscom Semed
Contato: 99189-8067

Manutenção em sistema vai interromper fornecimento de água para as zonas norte e sul

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A Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) realiza nesta sexta-feira, 16, manutenção corretiva na subestação de energia elétrica pertencente à captação de água bruta, no bairro Santa Inês. O serviço será feito das 14 às 16 horas, interrompendo o fornecimento para a zona sul e a zona norte de Macapá.

Leandro Passos, diretor operacional da Caesa, informou que foi detectado um problema elétrico na subestação que energiza a captação. “Detectamos o superaquecimento de um cabeamento na parte externa na elevatória de água bruta, na orla de Macapá. A manutenção é urgente, pois, caso não ocorra logo, poderão ocorrer problemas maiores”, pontuou.

O diretor também explicou que a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) vai dar suporte para a Caesa quanto ao desligamento da energia elétrica.

Os bairros da zona sul e zona norte de Macapá terão o abastecimento de água interrompido neste período, pois, será desligado o sistema de distribuição da Estação Central de Tratamento de Água, localizada no bairro do Trem.

“Após a finalização do serviço, a Caesa religará o sistema da Estação de Tratamento de Água para iniciar a pressurização da rede de água, normalizando o abastecimento nas horas seguintes à manutenção”, finalizou o diretor.

Serviço:

Clauriana Costa
Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa)
Assessoria de Comunicação e Imprensa – Ascom
Contato:(96) 98126-7947 (whatsapp/TIM)
(96) 98801-8890 (Oi)

Semob executa serviços de recomposição do pavimento em vias públicas de Macapá

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A Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura Urbana continua com a execução de serviços de recomposição do pavimento (tapa-buraco). Foram concluídos os trabalhos nas avenidas Almirante Barroso (bairro Santa Rita), Mário Fortunato, Remo Amoras e nas ruas Alceu Paulo Ramos, Iracema Castro Santos, Raimunda dos Passos, Alexandre Ferreira da Silva, Maria da Conceição Santos (Novo Horizonte), Hildemar Maia e Claudomiro de Moraes (Buritizal).

São 11 equipes que trabalham em toda a cidade com manutenção de ruas e avenidas para melhorar a trafegabilidade de motoristas e pedestres. Nesta sexta-feira, 16, continuam os serviços nas ruas Leopoldo Machado (Jesus de Nazaré/Laguinho), Londrina, Maceió, Niterói e Teresina (Infraero II/Parque dos Buritis) e em todas as ruas e avenidas dos bairros Ilha Mirim, Jardim Equatorial.

Cliver Campos/Asscom Semob
Contatos: 98126-0880 / 99175-8550

Espetáculo “SE DEIXAR, ELA CANTA!”

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Nesta sexta-feira (16), a Companhia Cangapé apresenta o espetáculo “Se deixar, ela canta!” no Salão de Eventos do Sesc Araxá, o trabalho artístico é resultado de pesquisas e experimentações na arte palhaçaria e que já circulou por Macapá e localidades vizinhas. De classificação livre e acesso gratuito, a apresentação inicia às 19h.

No diálogo entre o clássico e o contemporâneo, o trio de palhaços Perualda (Alice Araújo), Chimbinha (Mauro Santos) e Molambo (Washington Silva) contam a história de uma das mais belas e talentosas cantoras de todos os tempos, a própria Palhaça Perualda. Dona de uma voz brilhante e encantadora, ela rouba os holofotes das estrelas da música pop, de Beyoncé à Patrícia Bastos, não dá outra, é Perualda que o povo quer! No entanto, os companheiros de picadeiro parecem não compartilhar dessa mesma ideia e armam a maior confusão, pois se deixar, ela canta!

A dramaturgia de cena se utiliza do teatro gestual e o roteiro é uma construção coletiva a partir de pesquisas realizadas pela Companhia nas matrizes artísticas inspiradas em “O Gordo eo Magro”, Charles Rivel”, “Chaplin”, “As Marias da Graça” e outros clássicos. O enredo se desenvolve na corporeidade dos três palhaços conduzido por uma trilha sonora que transita do universo clownesco às intervenções do cancioneiro popular amazônico.

Por meio deste espetáculo, a Cia Cangapé promove o Circuito do Chapéu, uma iniciativa cultural independente que visa a circulação de espetáculos teatrais e circenses no Amapá.

Filiada ao Coletivo de Artistas Produtores e Técnicos do Teatro do Amapá (Captta), a Cia Cangapé com sede no bairro do Araxá, visa difundir e socializar a artes em Macapá e outras localidades por meio da ocupação do espaço público com apresentação de espetáculos cênicos. Ao término de cada apresentação a Companhia “roda o chapéu” mantendo tradição do teatro de rua, onde o espectador pode contribuir espontaneamente para permitir que este trabalho chegue a outras comunidades

Ficha técnica

Espetáculo: “Se deixar, ela canta” (Cia. Cangapé)
Elenco: Alice Araújo, Mauro Santos e Washington Silva.
Trilha Sonora: Tiago de Melo
Duração 40min.
Classificação Livre

Paulo Rocha
Assessoria de Comunicação

Secretaria Municipal de Educação divulga programação de cursos para educadores

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Mais um ciclo de capacitação é oferecido aos professores da rede municipal de ensino de Macapá. Desta vez é o Núcleo de Tecnologia Educacional de Macapá (NTM), da Secretaria Municipal de Educação (Semed), que realizará, até novembro, 15 cursos e oficinas na área de informática na educação.

A programação teve início nesta quarta-feira, 14, com os cursos “Introdução à Educação Digital” e “Elaboração de Projetos”. Interessados ainda podem se inscrever. A grade de cursos conta ainda com temáticas sobre Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC (15 de setembro a 17 de novembro) e Redes de Aprendizagem (15 de setembro a 18 de novembro).

Na grade de oficinas o docente poderá participar das seguintes: Alfabetização Digital em Linux (19 a 23 de setembro); Noções de Manutenção em Lied (26 a 28 de setembro); Jogos Educativos com o uso das tecnologias (26 a 30 de setembro); Alfabetização Digital em Linux (17 a 21 de outubro); Animação quadro a quadro (24 a 27 de outubro); Noções em manutenção em Lied-avançado (03 e 04 de novembro); Alfabetização Digital em Linux (21 a 25 de novembro) e da oficina Computador Interativo com Lousa Eletrônica (28 e 29 de novembro).

As capacitações são exclusivamente para educadores da rede municipal e ocorrerão nos turnos da manhã e da tarde. As inscrições podem ser feitas na sala do NTM, localizada no 2º piso do prédio da Semed, localizada na Avenida Almirante Barroso, s/n, de canto com a Rua Hildemar Maia, bairro Santa Rita. Para mais informações acessar o email [email protected] ou [email protected].

Rita Torrinha/Asscom Semed
Contato: 99189-8067

Projeto Tenda Cultural: nesta sexta-feira (16), rola show da cantora Brenda Melo no Rod’s Bar

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A cantora Brenda Melo se apresentará nesta sexta-feira (16), partir das 23h, no Rod’s Bar. O show faz parte de mais uma edição do Projeto Tenda Cultural. A entrada será franca.

A artista é brasiliense, mas já conquistou seu espaço no Amapá, pois é sucesso de público e crítica local. Brenda já participou de festivais, inclusive com premiações, Mostras Musicais locais e nacionais. Tenho certeza que é uma ótima pedida para os fãs de Música Popular Brasileira e regional.

O último show que assisti de Brenda, em junho de 2016, foi sensacional. Recomendo!

Serviço:

Show de Brenda Melo no Projeto Tenda Cultural
Local: Rod’s Bar
Endereço: Orla do Araxá
Data: 16/09/2016
Hora: 23h
Entrada: franca.

Elton Tavares

URDIDURA (ENIGMA AMAPÁ) – Crônica de Por Fernando Canto

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Por Fernando Canto

Des/vendar tua terra, teus sonhos, Amapá. Des/vendar teus olhos, teus textos não escritos. Des/velar tua alma circunscrita sobre um rio de prantos que se espraia para a foz e lava sortilégios no oceano.

O teu estado é o de ausente nas necessidades. Essas que emergem quando o tempo lento das tuas tardes flana no teu dorso como a vida descaindo à chuva nos barrancos e re/velam teus segredos: a construção de pedra ainda esmaecida na paisagem e o ofício de viver uma inócua pedagogia da espera.

Desgarrar das guelras, relatar os mistérios das entranhas, desfibrar as teias, manusear teares para fabricar tecidos de ouro e aço e de cores rutilantes como as mãos habilidosas de Penélope até a volta do herói na hora exata.

Quando és só tu és nada, Amapá. Nada te adianta se ao calor não refrigeres e se ao frio não acenderes a teus filhos. O fogo do amor e da paixão que de ti tantos esperam.

Quando és só equinócio, Amapá, parece não temeres o jogo equidistante dos solstícios nem a força das vozes nos quadrantes onde estão os mitos, a fé e os gritos vindos lá do fundo da floresta em busca de respostas que as saciem.

Tu só sentirás a ruptura ao ouvir a voz gestante das ciências e o anseio ainda latente no clamor de homens e mulheres sem os receios dos silêncios obscuros, sem o medo de arder velhas memórias, sem a escória a deformar os teus caminhos e os passos do teu povo em agonia.

Terás, assim, a urdidura do algodão e da lã por aqueles que te tocam com ternura do meio-dia à meia-noite em tempo de contrários, até que as sombras sejam luzes transparentes para que surjas radiante após a cerração.

Mas dobrarás, decerto, as pontas da Rosa dos Ventos para o coração, num círculo de luz: Um gesto a agradecer eternamente.

Verás, então, que desvendar-se é pôr o lume sobre a mente, é libertar-se já do que te oprime, é trazer o mar de volta para os Andes, é revolver a vida em ondas inquietas de um novo rio que surge para sempre.

Jornalista Evandro “Barão” homenageado pelo Memorial Amapá e e Graça Penafort entrega a medalha

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Barão e dona Graça, dois queridos. Fotos: Flávio Cavalcante.

Na última sexta-feira (9), na Praça Veiga Cabral, em Macapá, o Memorial Amapá realizou a Cerimônia de Entrega de 32 Comendas aos novos Acadêmicos Notáveis Edificadores do Estado. Entre os homenageado estava o jornalista e amigo deste editor, Evandro Luiz. Ele recebeu a medalha da também jornalista (e querida) Graça Penafort.

Eu queria ter estado lá pra ver e fotografar, mas as responsabilidades do trabalho me impediram de presenciar o momento. Tentei escrever sobre ontem, mas também não deu. Mas como diz o adágio popular: “antes tarde do que nunca”.

O Evandro Luiz é um grande cara. Tive uma passagem curta pela Rede Amazônica, mas o experiente jornalista, agora aposentado, nunca me tratou como foca (profissional iniciante na carreira). Pelo contrário, sempre teve apreço por mim.

Ele foi um dos grandes repórteres e pioneiros do jornalismo amapaense Ao Evandro, meu respeito e gratidão por ele ter ajudado a pavimentar a estrada pra todos que vieram depois dele. Justa homenagem ao Barão!

Sobre a “dona Graça”, ela é um exemplo de competência e gentileza. Uma das pioneiras do rádio no Amapá e experiente na assessoria de comunicação da Diocese de Macapá, Governo do Estado e Instituto do Câncer Joel Magalhães (Ijoma).

Graça recebeu a mesma homenagem em 2015 e segue na ativa, pra nossa sorte, no trabalho pela comunicação do Amapá.

Tive a honra de trabalhar com essas duas lendas da comunicação amapaense. Congratulações, amigos!!

Elton Tavares

Projeto MPA está de volta valorizando o cancioneiro tucuju

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Nada como cantar a sua aldeia. É essa a temática do Projeto MPA (Música Popular Amapaense), que valoriza a música autoral produzida no Amapá com uma linguagem bem amazônica de expressar para o mundo o que se tem do lado daqui do equador.

Os rios, florestas, pássaros, lugares, costumes, tradição, cultura e o povo, são matéria prima das referências citadas pelos compositores poetas do cancioneiro tucuju, da música regional amazônica amapaense. Além dos sons e ritmos diversos, extraídos de instrumentos de percussão, capazes de reproduzir um soar sem igual. São instrumentos musicais, como as caixas de Marabaixo e os tambores de Batuque, confeccionados de troncos de árvores da Amazônia, dando sonoridades e enriquecendo às diversas canções feitas nos quintais amapaenses.

O Projeto MPA surgiu no ano passado (2015), de uma necessidade de unir os artistas que cantam a própria história de seu povo em uma só voz, mostrando para o mundo a riqueza musical que o Amapá produz. Teve seu inicio no meio do mundo, próximo ao Monumento Marco Zero do Equador, depois itinerantemente passou por mais dois locais até o final do ano. A coordenação do MPA parou para dar uma repaginada no projeto que agora está de volta com mais consistência e um maior número de artistas, sobretudo da música, mas outras artes compõem o projeto, como: dança, literatura, Teatro, artes plásticas, artesanato e outros.

Todos os artistas que cantam, tocam e compõem, temperando suas obras com linguagem amazônica fazem parte do Projeto MPA, independente do estilo e ritmo adotado. Cada artista tem o seu projeto independente, mas quando todos se juntam no MPA formam o mesmo corpo e defendem a mesma bandeira. Cantar o Amapá.

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O Projeto MPA tem a Amcap (Associação dos Músicos e Compositores do Amapá) como sua maior parceira. Com 20 anos de existência ela já desenvolveu inúmeros projetos em defesa e valorização da arte musical do Amapá. Cantor Amadeu Cavalcante, um dos coordenadores do projeto, é o atual presidente da Associação, maior representatividade dos músicos e compositores amapaenses.

São mais de vinte artistas confirmados no retorno do Projeto MPA, marcado para acontecer nesta sexta, 9, no bar “O Barril”, na esquina da avenida Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro, a partir das 21h.

São eles: Amadeu Cavalcante, Banda Negro de Nós, Nonato Santos, Marcelo Dias, Rambolde Campos, Rosane Rodrigues, Loren Cavalcante, Brenda Melo, Roni Moraes, João Amorim, Finéias Nelluty, Enrico Di Miceli, Mayara Braga, Paulinho Bastos, Banda Afro Brasil, Carlos Pirú, Jorginho do Cavaco, Helder Brandão, Beto Oscar, Chermont Júnior, Oneide Bastos Cléverson Baia, Joãozinho Gomes e outros.

Fonte: Diário do Amapá

Resgate e tradição marcam passagem de escolas municipais no Desfile Cívico na Av. FAB

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O fim de tarde do feriado de 7 de setembro ficou marcado pelo resgate do desfile cívico na Av. FAB, em Macapá. O momento proporcionado à comunidade pela prefeitura trouxe ainda a exibição dos projetos sociais, culturais, desportivos e pedagógicos executados nas escolas e pela Secretaria de Educação.

Dois mil alunos levaram para a avenida o tema “Revisitando a Educação da Rede Municipal de Macapá: memórias e saberes”. Toda a programação vem dar continuidade ao trabalho de valorização dos espaços históricos realizado pela prefeitura desde o início do ano. “A intenção de fazer o desfile aqui iniciou desde a comemoração de aniversário da cidade, quando tivemos a reinauguração da Praça da Bandeira. Lançamos essa proposta para as escolas [de resgate da tradição] e todos concordaram a realizar o desfile. Este é um momento muito emocionante para todos que aqui estão presentes, de poder rever o desfile do jeito como ocorria antigamente”, disse a subsecretária de Educação, Sandra Casimiro.

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O desfile teve início com a banda da Guarda Municipal, seguido do pelotão das bandeiras oficiais escolares das escolas. Ao longo de toda a programação, foram apresentados projetos de arte, cultura, lazer, esporte e saúde. Estudantes da Escola Municipal José Leoves Teixeira chamaram atenção na avenida durante a apresentação do projeto de leitura que envolve a cultura do Marabaixo na contação de histórias. “Trouxemos a história ‘Fiz voar o meu chapéu’, de Ana Maria Machado, e introduzimos o Marabaixo na contação. As crianças se envolvem por meio dessa oficina que ministramos na escola. Inclusive, a parceria com outro projeto desenvolvido resultará no lançamento de um livro produzido pelos alunos”, ressaltou Ângela de Carvalho, responsável pelo projeto na escola.

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A apresentação de estudantes com os tradicionais uniformes usados nos desfiles das décadas de 60 e 70 trouxe emoção e boas lembranças ao público presente. “Este é um momento muito emocionante, de lembrar como era bonito naquela época e poder estar revendo tudo de novo. Eu desfilei aqui, e lembro que tínhamos que acordar muito cedo para arrumar o uniforme para vim desfilar. Era muita alegria!”, lembrou a dona de casa Marisete Cardoso, 53 anos.
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Toda uma estrutura foi montada no trajeto da FAB, entre as ruas Odilardo Silva e São José. Arquibancadas, calçadas e laterais da via foram tomadas por centenas de espectadores. A dona de casa Nazaré Monterrey, 61 anos, e moradora do Centro da cidade, destacou a alegria de poder estar revendo o desfile voltar à Av. FAB. “É uma honra! Meu coração está repleto de alegria, tudo aqui está muito bonito. Esse resgaste é o que precisa para Macapá”.

A participação das escolas veio para exaltar a volta dos desfiles cívicos para a Av. FAB, após mais de vinte anos. Mais do que uma prática comemorativa pela passagem da Semana da Pátria, constituiu-se uma oportunidade de reflexão e socialização dos projetos pedagógicos inovadores voltados para a qualidade social da educação.

Márcia Fonseca/Asscom PMM
Contatos: 98138-7609 / 99118-7183
Fotos: Saulo Silva

II Encontro do Memorial Amapá

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De hoje (8), até sábado (10), amapaenses dos quatro cantos do Brasil e até do exterior estarão em Macapá para homenagear pioneiros e reafirmar o compromisso com a defesa da identidade cultural e histórica do Amapá.

Veja a programação:

08.09.2016, quinta-feira

-Lançamento do Plano de Arborização da cidade de Macapá na PMM, com participação direta do Memorial Amapá.

09.09.2016, sexta-feira

16h Cerimônia de Entrega de 32 Comendas aos novos Acadêmicos Notáveis Edificadores do Amapá.
Local: Praça Veiga Cabral.

10.09.2016

8h Missa Solene pelo II Encontro dos Memorialistas
Local: Igreja Matriz de São José

22h

II Encontro Baile do Memorial
Música: Banda Babilônia ( Mesas à venda na Banca do Dorimar, Sorveteria Santa Helena, Banca Rio’s Bear ao preço de 200,00 reais para 4 lugares)
Local: Sede Campestre da Domestilar na Rodovia JK.

Fonte: blog da Alcinéa Cavalcante

”Contradança”: lançado o novo livro de contos da escritora Lulih Rojanski

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A escritora Lulih Rojanski lançou nesta semana o seu novo livro de contos inéditos, intitulado “Contradança”. A coletânea, por enquanto, está disponível somente na versão digital, no site Amazon.com. (clique aí para adquirir a obra). A contista é extremamente talentosa e escreve de uma forma leve e marcante. Gosto de lê-la.

Sobre o livro Contradança:

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Escritora Lulih Rojanski

Os breves contos de Contradança são escritos para saciar o desejo do leitor que aprecia a dinâmica da leitura rápida, numa linguagem capaz de lançá-lo de imediato a mundos diversos a cada página. As palavras foram escolhidas para expandir significados, reduzindo frases e exprimindo ideias completas em relatos curtos, respeitando o tempo, a compreensão e a disponibilidade de envolvimento do leitor. O texto “Prenúncio” compõe a série “Partículas Oníricas” do livro: “Sobre um mar lacônico, velhos navios ancorados. Distraídos pela saudade dos tempos da caldeira e do vapor, confabulavam a vindoura viagem além-mar, e nem notaram que, em seu profundo silêncio, o mar prenunciava para aquela noite seu naufrágio.” Com esta concisão e refinamento na construção dos textos, a autora encanta pela delicadeza das palavras, pela fluidez das histórias, pelo lirismo e pela atmosfera de sonho que envolve cada personagem. É possível encontrar em Contradança todo o essencial da boa literatura. Cada página transborda vida, luz, cores, fantasia, múltiplos sentimentos. Como em todo livro de contos, o leitor não tem a obrigatoriedade de ler desde a primeira página e seguir a sequência. Contradança pode ser aberto e lido em páginas aleatórias, pois cada uma delas tem uma história completa. E se a tendência da modernidade é encurtar cada vez mais os textos para facilitar a atividade do leitor, Contradança o faz sem perder a ternura.

Depois de ler isso aí diz se não dá vontade de devorar o livro? Li a obra Abilash, lançado pela escritora em 2010 e já estou ansioso para ler o Contradança. recomendo!

Elton Tavares