Hoje rola show Loren Cavalcante & Elas no Projeto Botequim do Sesc Centro


Hoje (29), a partir das 22h, no Projeto Botequim do Sesc Centro, rola show Loren Cavalcante & Elas. A apresentação da talentosa Loren será abrilhantada pelas cantoras Rosane Rodrigues, Anne Ariel, Carol Pessoa e Brenda Melo. Além disso, contará com uma banda de excelentes músicos, formada por Taronga no violão, Fábio Mont’Alverne (meu amigo “Ratinho”) na bateria e Nena na Percussão. 
O repertório pra hoje, previsto para 2h de som bacana, contém Música Pop, Reggae, Marabaixo e Batuque. O show tem o objetivo de reunir vários estilos musicais em um só palco e fortalecer a musicalidade feminina. A  entrada será franca. Eu vou e recomendo!

Sobre Loren Cavalcante

Loren Cavalcante iniciou sua carreira musical aos 15 anos de idade, no II Festival Jovem da Canção, em 2001, em Macapá, juntamente com Anne Ariel. Defenderam juntas a Musica ´´ Meu Guia´´ de autoria própria e com parceria de Anne Ariel.A partir desse ano, foi convidada a participar das Festividades de final de ano, Shows em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e assim por diante.

Em 2004, foi convidada pelo Cantor Zé Miguel, para gravar a Musica ´´Meu Guia´´ no CD 4.0. Participou de algumas edições da Feira Agropecuária do Estado do Amapá. Participou do Festival da Canção ´´ Alma Amapaense´´ que foi transmitido pela TV Tucuju. Já gravou a Musica ´´ Amor de Porcelana´´ no CD Canto de Casa II , e no CD que recentemente fora lançado ´´ Amadeu Cavalcante em Família´´ de Amadeu Cavalcante.

Já Gravou a Canção ´´ Tempo´´ de sua autoria no CD Teia Cultural. Participou de shows beneficentes, cantando canções e produzindo alguns eventos como: Show do bem, Sarau Solidário, Show 4 Cantos da Floresta e Amadeu Cavalcante em Família.

Atualmente está trabalhando juntamente com sua família, no CD ´´ Amadeu Cavalcante em Família’’ que fora lançado em 2011, fazendo alguns shows para angariar fundos para a finalização do DVD que, provavelmente será finalizado e lançado neste ano de 2014.

Obs: Além de talentosa, Loren é tranquila, gente fina e desprovida de boçalidade, o que nunca é demais pra nenhum artista. Vou lá ver a amiga. Bora? 

Serviço: 

Show Loren Cavalcante & Elas
Data: 29/07/2014 (hoje)
Local: Sesc Centro, localizado na Avenida Pe. Júlio Maria Lombardi, esquina com a Rua General Rondon.
Hora: 22h. 
Entrada: franca

O Bar é uma Antena Social (crônica de Fernando Canto)

Por Fernando Canto

Cansados estamos de saber que o bar é um espaço democrático, principalmente se é popular, aberto. No entanto é o lugar onde as ideologias emergem até com fundamentalismo. É um mundo em que os fatos ali ocorridos e as histórias contadas também são objetos de exposição de valores, de ocultação de defeitos e de promoção e marketing pessoal, demandados pelas incertezas do futuro, pelo processo político e pelas contingências da história. Logicamente também é um espaço de festa e de lazer; local onde as emoções se eriçam e se cruzam, onde notícias quentinhas esclarecem novos conhecimentos; amores secretos são aprofundados ou descobertos e por isso geram descontroles emocionais e físicos entre pessoas que até então nunca podíamos pensar tão valentes ou covardes. No bar as emoções se revelam em paradoxos inusitados.

Talvez por isso, e nesta crônica despretensiosa, eu possa entrar no mundo do bar para dizer o quanto ele é, também, um gueto disfarçado, às vezes uma roda violenta de preconceitos, que envolve quase todos os integrantes dessas assembleias ocasionais. O bar, antes de ser um balcão onde as pessoas ficam em pé ou sentadas em bancos altos consumindo bebidas alcoólicas, é também uma unidade de medida de pressão, segundo o Aurélio. O interesse pelo bar tem um condicionamento sociológico que vai além da mera vontade de tomar uma cerveja gelada, ou de querer ficar só por alguns momentos, ou mesmo se envolver em assuntos antagônicos aos problemas sentidos para não ter que cair na real. 

Cada qual sabe a casca que tem para aguentar o que ronda cada cabeça pensante e a sua sentença sarcástica, pois inúmeros são os que ali vão para somente consumir o inconsumível, ou seja, a paz que o outro carrega. Os chatos, de certa forma dão vida ao bar.

A família dos chatos é grande, tradicional, seus membros estão em todas as partes; muitos são perdulários e só demonstram humildade quando perdem tudo no jogo ou quando têm suas contas confiscadas por ordem judicial. Mas esses são os que conseguiram se ascender na escala social à custa do dinheiro público. Mesmo depois que são soltos da cadeia continuam chatos e arrogantes. Existem os chatos desmemoriados: aqueles que contam as mesmas piadas, mas sempre se esquecem dos finais, assim mesmo só eles riem da sua própria graça. Os chatos pedintes são os mais comuns. Revelam-se humílimos, franciscanos ao extremo e matam a mãe para acertar em cheio no alvo da comiseração alheia. Ao contrário desses existem os chatos barulhentos, que no jogo de futebol, na televisão, gritam tanto que cospem no copo de todo mundo num raio de três metros. E haja perdigoto na cerveja dos torcedores contrários. É claro que se podem identificar muitos desses elementos e até classificá-los, o que para tanto peço ajuda dos companheiros que não se autorrotulam nesse metier. Quem sabe não façamos um tratado sobre esse bloco afamado e muito peculiar, cujos elementos também são conhecidos cientificamente como insetos anopluros da família dos pediculídeos, os famosos Phthirius pubis (L.), que vivem no mundo inteiro sugando as pessoas.

Desde muito tempo frequento bares e neles tenho encontrado pessoas de todos os tipos: políticos, beberrões inveterados, jogadores de futebol, profissionais liberais, padres, estudantes, gente de preferências sexuais diversificadas, funcionários públicos, poetas, jornalistas então… No bar há excelentes contadores de piadas e cantadores da noite com suas alegres vaidades. Mas também há os professores de Deus, que do alto de suas sapiências enojam, mas recebem os olhares irônicos dos mais humildes que acham que eles “só querem ser o que a folhinha não marca”.

O bar pode dar condições para o diagnóstico de uma sociedade. É uma antena extremamente poderosa e propícia para captar preferências individuais e coletivas. Pode ver! Pelo meu lado, faço minhas observações e bebo. E vice-versa. Malograda alguma companhia, só penso no ditado do Paulinho Piloto: “passarinho que acompanha morcego dorme de cabeça pra baixo”. 

(Do livro “Adoradores do Sol”, de Fernando Canto. Scortecci, S. Paulo, 2010).

Andar na corda bamba é a moda neste verão

Esportes radicais, como slackline, skate, patins e longboard ganham cada vez mais espaço na paisagem urbana de Macapá, principalmente no centro da cidade. Carregadas de adrenalina, essas práticas têm adeptos apaixonados, cheios de energia, e de todas as idades, que exploram o limiar das ruas e do próprio corpo. Este ano, a Prefeitura de Macapá inseriu as modalidades na programação do Macapá Verão, na Estação Radical, e está sendo um sucesso.
O Estação Radical acontece todos os domingos do Macapá Verão, ocupando a Praça Veiga Cabral e a Rua Cândido Mendes, no Centro. A execução é de iniciativa do grupo Amazônia Slackline, que tem à frente o jovem Alexsander Araújo, 22 anos, em parceria com a prefeitura, por meio da Coordenadoria Municipal de Juventude (Comjuv).
A praça e a Cândido Mendes foram ocupadas e ganharam vida. Na pista, ouvia-se o som dos skates manobrados com precisão. A praça parecia um parque de brinquedo para adultos a céu aberto. Cordas espalhadas – praticantes de todas as idades, um mais corajoso que o outro; venda de lanches – famílias e amigos fazendo piquenique, literalmente, com direito a lençol estendido na grama; muitas crianças; diversão; encontro de amigos e curiosos, ao som potente de canções apropriadas para a ocasião. Tudo muito organizado.

Na corda Bamba
Dentre todas as modalidades, o protagonismo vai para o slackline, ou corda bamba. Nesse esporte, o praticante ousa nas performances, com doses extras de coragem e de equilíbrio, sobre uma fita tubular – aquela usada por escaladores – fixada em dois pontos fixos.
Em Macapá, o esporte ganhou corpo a partir da atuação de Alexsander Araújo, um dos primeiros a ser premiado fora do estado; ele é bicampeão nas modalidades profissional e amador, e inspiração para uma legião. “O movimento é fantástico, estou realizado, porque não temos um espaço próprio para a prática, por isso, receber apoio do poder público foi muito importante. Pessoalmente, nunca tinha visto nenhum governo unir tanta gente do esporte radical. O que queremos é isso, ocupar os espaços, as praças, a cidade, e mostrar a nossa arte, porque é isso: esportes radicais são cheios de arte”.

Anos mais velho que Alexander, Maycon Tosh estava concentrado, sentado no chão, só paparicando o filho, também campeão. “Não tenho pique para isso, mas sempre que posso acompanho o meu filho, porque é um esporte lindo, e ele é muito bom no que faz. Por isso, o reconhecimento fora do estado”.
O filho, que tem o nome do pai, Edgar Filho, disse que aprendeu o que sabe com o Alexsander, e que o esporte começou a se expandir em 2012. Hoje, o cenário é de efervescência. “Não se pode ter medo, lidamos com adrenalina nas alturas, que nos faz esquecer os problemas. O importante é vencer desafios e nossos próprios medos, é um exercício de mente e corpo em união. Além disso, é um encontro social, nossa tribo se encontra”.
Poucos esportes trabalham tanto o equilíbrio corporal quanto o slackline, modalidade que chegou ao Brasil pelas praias cariocas no começo do ano. O desafio é andar, pular, girar, pelo maior tempo possível (sem cair) sobre uma fita presa pelas extremidades em bases fixas, como árvores, postes ou carros. O esporte trabalha o corpo todo, desenvolvendo a concentração e ajudando na melhora da postura.
Dicas para fazer bonito sobre a fita:
· apoie a sola inteira dos pés na base;
· fixe o olhar em um ponto à sua frente;
· abra os braços até a direção dos ombros, no máximo;
· use uma roupa confortável e que não prenda os movimentos.
Com essa iniciação, agora é só se preparar para o próximo domingo, porque tem mais Estação Radical, a partir das 13h, na Praça Veiga Cabral. E a programação será reforçada com a galera do judô e da capoeira.
Rita Torrinha/Asscom PMM
Fotos: Márcia do Carmo

Centro de Iniciação ao Esporte de Macapá começa obra em novembro de 2014

Por Paula Monteiro, do Portal Amazônia

Dar apoio a atletas, descobrir novos talentos e ‘de quebra’ atender comunidades em vulnerabilidade social por meio do esporte. Este será o propósito do Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), que será construído na capital do Amapá. O espaço multiuso ficará localizado no Conjunto Habitacional São José, no bairro Novo Buritizal, zona Sul da cidade – ainda em construção e 64% concluído. O CIE tem orçamento de R$ 3,3 milhões e a obra vai começar a partir de novembro de 2014.

O CIE será construído seguindo o modelo 1 do Ministério dos Esportes, que prevê ginásio poliesportivo com arquibancada para 195 pessoas e área de apoio com administração; vestiários; chuveiros; enfermaria; copa; depósito e academia. A finalidade de um  Centro de Iniciação ao Esporte é ampliar a oferta de infraestrutura de equipamento público esportivo qualificado, com incentivo à iniciação esportiva em territórios de alta vulnerabilidade social de grandes cidades brasileiras.

A unidade de Macapá atenderá, em especial, crianças, adolescentes e jovens atletas em potencial de treinamento para competições regionais, nacionais e internacionais, que sejam de famílias de baixa ou nenhuma renda. As atividades serão definidas a partir de pesquisas sociais com respeito a características de socialização, educação comportamental e desenvolvimento da população. Estão previstas várias modalidades, como futsal, vôlei e artes marciais.

A doméstica Siaria da Conceição, de 27 anos, aprovou a chegada de um espaço gratuito dedicado ao esporte na capital. Ela possui três filhos, dois deles em fase escolar e que adoram praticar exercícios físicos. O pequeno Fredson Cordeiro Júnior, de 8 anos, disse aguardar ansioso pelas aulas de futebol. “Eu jogo bola todo dia na praça perto de casa. Quando o Centro estiver pronto vou querer participar”, garantiu. Sua irmã, Maria Clara, um ano mais nova, também aprovou a novidade. “Eu só pratico atividade física na escola. Espero que o Centro tenha natação”, sugeriu.

Estação Lunar na Fazendinha abre espaço para violão e voz

Na noite de sábado, 19, o balneário da Fazendinha recebeu a Estação Lunar, programação do Macapá Verão que levou um luau para as areias próximas aos restaurantes do balneário. Quem foi comer um camarão no bafo ganhou um fundo musical com canções da terra e do repertório de MPB, num cenário romântico e confortável.

O músico Lula Jerônimo foi o primeiro a subir no palco à luz de tochas; e na voz e violão, proposta da Estação Lunar, encantou os clientes dos restaurantes e o público que esteve por lá. “Gostamos da proposta, que abriu um espaço a mais para nós, músicos da terra, podermos fazer nosso trabalho. Quem vive de cultura precisa desses incentivos”, destacou.

Texto: Pérola Pedrosa
Foto: Nayana Magalhães
Assessoria de Comunicação da PMM

Exposição fotográfica “Coraçãopensamor – Amor pela fotografia e por Macapá”


Foi aberta, na última sexta-feira (18), a Exposição “Coraçãopensamor – Amor pela fotografia e por Macapá”, no Amapá Garden Shopping. A mostra ficará a disposição para visitação até o dia 03 de agosto de 2014. As fotos expostas estão disponíveis para venda.  

Serviço: 

Exposição fotográfica “Coraçãopensamor – Amor pela fotografia e por Macapá”
Local: Amapá Garden Shopping. 
Período de Exposição: de 18/07 a 03/08 de 2014.
Entrada: gratuita. 

Elton Tavares