Sarau da Psique: Relatos de Vivências e o Manejo Terapêutico com familiares sobreviventes de suicídio

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que em 2020, aproximadamente 1,53 milhão de pessoas no mundo morrerão por suicídio. Um número dez a vinte vezes maior de pessoas tentará suicídio. Isso representa um caso de morte por suicídio a cada 20 segundos e uma tentativa de suicídio a cada 1 a 2 segundos.

Pensando nesta temática a Faculdade Estácio de Macapá realizará hoje (25), das 17h às 19h, na Plataforma Zoom, o Sarau da Psique, que tem como tema: Relatos de Vivências e o Manejo Terapêutico com familiares sobreviventes de suicídio. O evento contará com debates sobre o atendimento psicológico com familiares sobreviventes de suicídio e a Posvenção, que é a prevenção de possíveis complicações do processo de luto e também à promoção de saúde mental. Além do debate, ainda terá recital de poesias e música ao vivo.

A Coordenadora do curso de Psicologia da Estácio Macapá, Alessandra Duarte, fala que os acadêmicos precisam conhecer essas situações para saber lidar quando estiverem exercendo a profissão de Psicólogo. “Buscamos oportunizar aos acadêmicos e comunidade em geral o conhecimento sobre a temática do suicídio, mostrando a teoria e prática apresentado por psicólogos para a prevenção e ampliação de políticas públicas no estado do Amapá”.

Diani Correa
Ascom/Estácio Macapá

29 anos do lançamento de Nevermind, o antológico álbum da banda Nirvana

Na manhã do dia 24 de setembro de 1991, uma terça-feira, começaram a chegar caixas nas lojas de discos dos Estados Unidos e da Inglaterra trazendo CDs e vinis com uma capa azul, com um bebê nu nadando atrás de uma nota de um dólar em um anzol.

 

A quantidade de cópias, pouco menos de 50 mil, dava a exata dimensão da expectativa moderada que a gravadora Geffen esperava vender de Nevermind, o álbum de uma banda nova vinda do interior do país, chamada Nirvana. Ontem, completou 29 anos desse dia histórico para o Rock and Roll mundial.

Ainda fruto do final da década de 1980, Nevermind seria mais um disco de rock independente numa época assolada por Michael Jackson, boy’s bands e cabeludos do heavy metal. Porém, o disco quebrou o mainstream, tirou Michael Jackson do topo das paradas e transformou o grunge melancólico e a cidade de Seattle no centro do mundo. O disco está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame (Uma espécie de ranking da fama do rock).

Obra, de certa forma, sombria e ainda sim capaz de embalar festas em qualquer parte, com uma sonoridade que, mesmo depois de 29 anos, permanece atual. Nevermind, mesmo vindo depois do primeiro álbum do Pearl Jam, (o material do Nirvana engoliu o disco de estreia da outra banda de Seattle) conseguiu – por causa de uma junção de letras, formato e até mesmo “descompromisso” estético – chegar a mais pessoas e conversar com elas de uma maneira mais direta e idealmente imperfeita.

Krist Novoselic, Dave Grohl e Kurt Cobain fotografados por Kirk Weddle, autor da imagem do bebê na capa do “Nevermind”

Em conjunto com tudo isso o segundo disco do Nirvana também é comparado por alguns grandes nomes da indústria musical a um lançamento dos Beatles. As realidades são diferentes, mas o impacto de Nevermind no mercado musical e na audiência é, realmente, inquestionável, a ponto de gerar shows caóticos e superlotados por quase todos os lugares que banda passou em seu auge.

Embebido em todas essas circunstâncias, com letras diretas e marcantes, completando o combo de trabalho, o disco tem uma das capas mais icônicas de todos os tempos – que já recebeu homenagens das mais diversas -, e conta com o clipe de “Smells Like Teen Spirit“, gravado com pouca produção e grana, que se tornou um sucesso instantâneo na MTV e elevou o hype do álbum às alturas, colaborando para que o status do Nirvana fosse muito além dos contemporâneos, Pearl Jam e Soundgarden.

Desde o seu lançamento, Nevermind já vendeu mais de 35 milhões de cópias. Número comparável com o Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band, dos Beatles. As 12 músicas logo se tornaram um clássico e o impacto que o disco causou na música e na cultura pop é sentido até hoje. Recentemente, o jornal inglês The Guardian citou o disco como um dos eventos mais importantes da história do rock. O Nirvana chegou a se apresentar no Brasil em 1993.

Formado por Kurt Cobain, Dave Grohl e Krist Novoselic, o Nirvana acabou com a morte prematura de Cobain. Aos 27 anos, em 5 de abril de 1994, o letrista e líder da banda se suicidou.

Que dia!

Aliás, o dia 24 de Setembro de 1991 foi absolutamente histórico para a música, pois na mesma mesma data, outras duas bandas incríveis lançaram discos que viriam a mudar o curso da indústria. O Red Hot Chili Peppers, com “Blood Sugar Sex Magik”, que mostrava a banda explorando suas fronteiras para além do Funk e produzindo um de seus maiores hits, a balada emocionante “Under the Bridge”. E o “Grunge raiz” do Soundgarden, que voltava mais forte do que nunca com o aclamado “Badmotorfinger”, considerado por muitos o melhor álbum de Chris Cornell e companhia. Nenhum deles mais PHoda que o Nevermind, claro!

Meu comentário: naquela época, nós caçávamos sons novos como as bruxas eram perseguidas durante a Inquisição, ou seja, incansavelmente. Tempos de festinhas de garagem e fitas cassete 90 minutos (TDK, Basf, entre outras), com os nomes das músicas anotadas no papel interior da capa e tals.

O Nevermind surgiu para os jovens amapaenses no mesmo período que outra boa nova, a MTV. Lembro como se fosse ontem, em 1992, a recém chegada emissora exibia o vídeo de “Smells Like Teen Spirit” incessantemente e nós não enjoávamos. Foram grandes momentos para a minha formação cultural. Eu tinha 16 anos e toda aquela adorável barulheira ainda ecoa no meu coração.

 Escutarei Nirvana para sempre, assim como Beatles, Led Zepellin, Ramones e Pink Floyd. Musica é a trilha sonora das nossas vidas e a da minha é o bom e velho Rock And Roll.

Elton Tavares

Fontes: Fontes: Veja; Omelete, Tenho Mais Discos que Amigos e minhas quase três décadas e meia escutando Rock and Roll.

Membros do MP-AP visitam a Companhia Docas de Santana

Os membros do Ministério Público do Amapá (MP-AP) visitaram nesta sexta-feira (25), o Porto Organizado Atendendo da Companhia Docas de Santana (CDSA). A procuradora-geral de Justiça, Ivana Cei, o chefe de gabinete da PGJ, João Furlan, o secretário-geral do MP-AP, Alexandre Monteiro, acompanhados do coordenador das Promotorias de Santana, Nilson Costa, e os promotores de Justiça André Barreto, Fábia Martins e Neuza Barbosa, com atribuições no município de Santana, e o titular da Promotoria de Urbanismo, André Araújo, participaram da visita guiada pelo diretor-presidente da CDSA, Glauco Cei.

A visitação faz parte do Programa de Agendamento de Visitas desenvolvido pela companhia com o objetivo de aproximar a sociedade das atividades portuárias. Grupos com interesses em informações técnicas e/ou comerciais podem solicitar previamente uma agenda para melhor conhecer o funcionamento do Porto, que por questões de segurança, restringe o acesso a turistas. O atendimento é gratuito e sujeito a confirmação.

O diretor-presidente da CDSA palestrou demonstrando a localização privilegiada do Porto de Santana, seu potencial econômico e condicionantes. “Nosso intuito é potencializar o Porto para atrair indústrias e viabilizar o desenvolvimento da economia no Estado. O MP tem seu papel fiscalizador e é importante, que na busca do direito do cidadão, tenha esse conhecimento”, ressaltou Glauco Cei.

Os promotores de Justiça tiraram dúvidas e comentaram sobre o aproveitamento do potencial portuário do Amapá e elogiaram a iniciativa de criar o Programa de Visitação para repassar conhecimento às instituições.

“É importante que os promotores de Justiça tomem conhecimento dessa situação para que possamos induzir e auxiliar nas políticas públicas, como também fazer a efetiva fiscalização. Nós precisamos, sim, crescer, mas com responsabilidade. Já existe o transporte de grãos, do agronegócio, então nós precisamos que nossos Portos sejam oficiais, legais e que tenham a condição necessária para o desenvolvimento”, comentou Ivana Cei, e finalizou agradecendo pela acolhida.

Participaram ainda, da palestra, a chefe de gabinete da CDSA, Maria Paula, e profissionais da companhia. Em seguida, foi realizada a visita monitorada no Pier do Porto Organizado de Santana.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Gerente de Comunicação – Tanha Silva
Núcleo de Imprensa
Texto: Gilvana Santos
E-mail: [email protected]
Contato: (96) 3198-1616

Auxílio Alimentação: Prefeitura de Macapá prorroga prazos do Decreto nº 3.038/2020 para inserção de beneficiários

 


A Prefeitura de Macapá prorrogou na última terça-feira, 22, os prazos do Decreto Municipal n° 3.038/2020 para cadastro dos beneficiários do Auxílio Alimentação por meio de cartão magnético. Ficam prorrogados por mais 10 dias para que os órgãos (Secretaria Municipal de Educação, Companhia de Trânsito e Transportes de Macapá, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Secretaria de Assistência Social) cadastrem os possíveis beneficiários que participarão da concessão do Benefício Eventual de Auxílio Alimentação por meio de cartão magnético.

O benefício eventual de Auxílio Alimentação é destinado às famílias com dependentes matriculados em qualquer unidade de ensino pertencente à rede municipal de educação, aos taxistas, mototaxistas e auxiliares cadastrados na prefeitura, usuários dos serviços socioassistenciais municipais, além de empreendedores individuais que tiveram suas atividades econômicas principais suspensas em decorrência da pandemia causada pelo novo Coronavírus (Covid-19) na capital. Além de estar inscrito no CadUnico, o beneficiário deverá atender também os requisitos de ter renda individual de meio salário mínimo ou renda familiar bruta de até 3 salários mínimos, assim como ter idade mínima de 18 anos.

A data prorrogada do Decreto Municipal nº 3.038, de 1º de setembro de 2020, começa a contar do dia 23 de setembro de 2020 ao dia 2 de outubro de 2020. A Prefeitura de Macapá prorroga ainda por mais 10 dias a inserção dos beneficiários pelo Auxílio Alimentação para inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), começando a contar do dia 13 de outubro de 2020.

Secretaria de Comunicação de Macapá
Sávio Almeida
Assessor de comunicação

Carta à Sociedade Amapaense do Coletivo Utopia Negra Amapaense

O Coletivo Utopia Negra Amapaense vem a público repudiar toda e qualquer forma de violência praticada contra a população negra, em especial contra os grupos em vulnerabilidade social, como mulheres, LGBTQIA+, moradores das pontes e periferias, quilombolas, ribeirinhos, indígenas.

Nos últimos dias, temos visto o crescimento de comentários nas mídias sociais contendo notícias falsas (fake news), que estão sendo utilizadas com o intuito de descredibilizar, atacar e ridicularizar a luta contra o racismo social, institucional e a violência policial. Tais notícias estão sendo espalhadas por perfis mal intencionados, aparelhados para espalhar mensagens de ódio.

Queremos ressaltar que o caso de violência policial que causou a mobilização dos últimos dias ganhou repercussão nacional e internacional, sendo ainda mais grave por ter sido uma violência praticada por um funcionário público, pago com os nossos impostos. Foi uma agressão covarde contra uma mulher negra, Mãe e cidadã amapaense, que é trabalhadora e paga seus impostos.

Estamos aqui em defesa do direito à vida, direito à liberdade, direito de ir e vir, direito à segurança pública. Defendemos a legalidade, queremos que se façam cumprir as leis. Seja por quem for. As forças policiais não têm o direito de nos matar, de nos humilhar, de nos torturar, de nos marcar como alvos fáceis. Sua missão é servir e proteger, buscar a paz social. Cobramos que as ações de violência policial sejam devidamente apuradas pela corporação e pelos órgãos da justiça amapaense. Cobramos também que seja garantida à vítima e à sua família a proteção necessária contra ameaças vindas das redes sociais e das ruas.

Sociedade amapaense, nós não somos contra a polícia militar e aos servidores públicos que prestam serviço a essa instituição. Uma das reclamações que observamos é que os agentes de segurança pública e da polícia militar precisam de melhores condições de trabalho, precisam de apoio psicológico, o trabalho desses agentes é sobre estresse, logo, é preciso que todas (os) agentes tenham esse acompanhamento semanal, mensal e anual de apoio psicológico, que os nossos funcionários públicos de segurança pública tenham melhores condições de trabalho, e possam oferecer uma melhor qualidade no serviço, assim como, poder cumprir com os compromissos dessas instituições que está previsto na constituição. Os funcionários públicos da segurança pública não são os nossos inimigos – o nosso inimigo é o racismo estrutural. Não podemos confundir o debate. Precisamos focar no que é necessário e urgente. As nossas propostas para melhorar a vida de todas as pessoas são: É necessário um processo de reestruturação de toda a segurança pública do Estado. É necessário que a polícia militar reconheça que o seu modo operacional está imerso no racismo estrutural. A todas e todos amapaenses dessa terra, o racismo estrutural é uma violência que acaba por hierarquizar as pessoas na ideia de raça, e o racismo como uma tecnologia de dominação está imerso no nosso imaginário, ele norteai a política de segurança pública, o Estado e a mídia local. Logo, reconhecer que a corporação da polícia militar é influenciada pelo racismo estrutural significa assumir uma responsabilidade com a população negra que somos a maioria no Estado do Amapá. E assumir essa responsabilidade requer coragem, e essa coragem exige que façamos uma reunião com o comando militar, secretaria de estado da justiça e segurança pública do amapá e os (as) presidentes da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá.

Não iremos aceitar as ameaças que os integrantes da Utopia Negra vêm sofrendo nos últimos dias, que fique escuro iremos tomar todas as medidas jurídicas contra as pessoas que tem nos caluniados, ameaçados e o racismo nos comentários nas nossas redes sociais. Lembrando que racismo é crime. E não iremos baixar a cabeça, pois a nossa luta é justa e lutamos pelos nossos. Pedimos que todos os coletivos e organizações que assinaram a carta de repúdio que compartilhe essa carta a sociedade amapaense.

Utopia Negra – 24 de setembro de 2020

Prefeito de Macapá participa de debate nacional sobre Reforma Tributária dos municípios

O prefeito de Macapá, Clécio Luís, participou na última quinta-feira, 24, do debate sobre o tema “Qual a visão dos municípios sobre a Reforma Tributária?”. O evento está inserido na programação da série de webinars “Reforma Tributária em Debate”. O evento foi realizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi mediada pelo diretor de Comunicação da Febraban, João Borges, com a participação do representante do conselho da CNI, Armando Monteiro Neto, onde foi tratado sobre o benefício da reforma tributária para as entidades governamentais de acordo com as propostas das PECs 45 e 110.

Durante a transmissão, Clécio Luís, destacou alguns pontos da reforma e comentou sobre as dificuldades do Município durante a pandemia. “O momento da pandemia prejudicou as discussões da Reforma Tributária. Fechamos uma posição de apoiar a direção da simplificação da reforma, que acontece em etapas, para o bem produtivo da população, com muita responsabilidade e sem sacrificar os municípios”, ressaltou.

Também participaram da videoconferência a senadora Simone Tebet (Mato Grosso do Sul), o deputado federal e relator da PEC 45 na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara Federal, João Roma, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, o presidente da Confederação, Glademir Aroldi, o presidente da Federação Brasileira dos Bancos, Isaac Sidney e o conselheiro emérito da Confederação Nacional das Indústrias, Armando Monteiro Neto.

Ainda de acordo com o prefeito, o objetivo de simplificar a reforma é a de evitar que ocorra algum tipo de prejuízo a sociedade. “Precisamos manter a autonomia e governança em relações aos tributos municipais”, explanou Clécio Luís durante o debate sobre Reforma Tributária.

Reforma Tributária – PECs 45 e 110

A PEC nº 110/219 tem conteúdo idêntico ao substitutivo aprovado na comissão especial da PEC nº 293/04 da Câmara dos Deputados. Além disso, a proposta de reforma tributária da PEC 110/2019 tem como principal objetivo a simplificação do sistema tributário. Juntamente, temos nessa PEC a ideia de uma maior atenção na tributação sobre a comercialização de bens e prestação de serviços. Nas ações que esta PEC prevê estão a extinção de alguns tributos e a criação de 2 novos impostos:

IBS: entre as propostas para o IBS (Imposto sobre bens e serviços) está um imposto que incida sobre o valor agregado. A maioria dos países desenvolvidos já utiliza esse tipo de tributação.

Imposto Seletivo Sobre Bens e Serviços: estamos vendo aqui a possível criação de um imposto que vai incidir somente sobre alguns bens específicos. O imposto é semelhante aos excise taxes.

A PEC 45/2019 prevê que o IBS seja federal, instituído por meio de Lei Complementar Federal, onde apenas as alíquotas destinadas à União, Estados, Distrito Federal e Municípios serão definidas em Lei Ordinária. Outro destaque é que na PEC 45/2019 serão substituídos cinco tributos: o IPI, PIS, Cofins, ICMS e o ISS.

No que se refere às alíquotas, na PEC 45/2019 cada ente federativo fixa uma parcela da alíquota total do imposto. Integrando assim um sistema de várias alíquotas Federal, Estadual, Distrital e Municipal. Teremos neste cenário várias sub-alíquotas. No caso, estas sub-alíquotas federal, estadual e municipal juntas formam a alíquota única.

A partilha da arrecadação do IBS na PEC 45/2019 será feita entre cada ente federativo conforme sua parcela na arrecadação. Então, quanto maior for a participação direta da sua sub-alíquota fixada no tributo maior será sua parte na arrecadação. O destino da arrecadação do IBS estará vinculado às parcelas das sub-alíquotas de cada ente federativo, fixada em percentuais chamados e “alíquotas singulares”. De acordo com a PEC 45/19, a soma destas “alíquotas singulares” terá destinação definida por cada ente.

Secretaria de Comunicação de Macapá
Cliver Campos
Assessor de comunicação
Contatos: 98126 0880 / 99175 8550
Foto: Viviane Monteiro

Na Amazônia, Pré-Conferência de Cultura mobiliza setor em busca de políticas públicas

Artistas, produtores, músicos e trabalhadores da Cultura da Amazônia participam neste sábado (26), às 14h (horário de Brasília), da Pré-Conferência de Cultura, mobilizada por diversos setores para efetivação de políticas públicas para o setor cultural, que foi diretamente afetado pela crise da pandemia de covid-19.

O encontro que reúne personalidades e debatedores de soluções para o setor é online e aberto mediante inscrição gratuita no site casaninjaamazonia.org.br/inscreva-se. A opção de espectador também será disponibilizada no facebook da Casa NINJA Amazônia, no sábado (26).

“Esse processo começou a partir da mobilização da sociedade civil para defender os direitos e as necessidades do setor cultural e que resultou na aprovação da Lei Aldir Blanc de emergência cultural. A pré-Conferência é apenas o começo de uma rede potente, que pouco a pouco, vai sendo tecida, de encontros, conversas e movidas que a cultura provoca. Estamos certas que é o começo para um firme e determinado momento de agregação para trajetórias conjuntas e fortalecimentos.”, conta a produtora cultural e articuladora da Casa NINJA Amazônia Karla Martins.

O evento será transmitido ao vivo como etapa de mobilização do setor para aplicação efetiva das políticas culturais nas cidades da Amazônia, do urbano ao ribeirinho, dos povos originários aos coletivos artísticos. A programação será divulgada no decorrer da semana e promete fazedores e artistas de toda região.

As pré-conferências em todo o Brasil tem mobilizado diversos agentes, de forma popular e aberta, para colocar em pauta questões essenciais e manter a cultura no centro do desenvolvimento do país. Na Amazônia, mais do que nunca, a cultura precisa ser vista como ponto estratégico para condução de políticas de preservação dos povos e do patrimônio.

SERVIÇO:

Data: 26 de setembro de 2020
Horário: 14 horas (horário de Brasília)
Local: online
Link inscrição: http://casaninjaamazonia.org/inscreva-se/

Borboletas são almas – Crônica porreta de Fernando Canto

Crônica de Fernando Canto

Há certas épocas do ano que os céus de Macapá se enchem de borboletas amarelas. São nuvens flutuantes que parecem seguir em direção ao sudeste da cidade, atravessando o rio. Milhões delas são vistas diariamente por todos os lugares da região buscando o seu rumo, pulsando a uma dança arrítmica e farfalhando as asas para suplantar os obstáculos que se antepõem na sua louca viagem em busca de calor. Sabe lá quanto tempo não ficaram em estado de larva, encerradas em seus casulos antes de serem belas ninfas a se transformam em insetos alados. Quanto tempo será que a natureza não lhes condenou à escuridão para que num só evento as libertasse abruptamente em suas novas formas? Os pitagóricos diziam que a borboleta era o símbolo da imortalidade, pois, proveniente de Deus e de sua natureza, não se atém estritamente ao invólucro carnal e não está sujeita à morte.

Curiosamente a língua grega usa uma só palavra – psyché – para designar tanto a alma humana como a borboleta. Muitas culturas de antigas civilizações a usaram como representação simbólica de suas crenças e religiões. É possível que a analogia da lagarta em seu estado de crisálida com o homem morto tenha nascido no Egito, pois os defuntos mumificados, enrolados em bandagens de betume e substâncias balsâmicas se assemelhavam a ela no se estojo de seda. O corpo humano não era mais do que o invólucro da alma, que escapa pela porta da morte, assim como a ninfa rompe a extremidade de seu casulo e desenrola suas asas, tornando-se borboleta. Os primeiros cristãos também interpretavam esses fenômenos da mesma forma, e se fechavam para meditar no interior de celas de pedras de onde só saíam quando a alma estivesse pronta para empreender seu grande vôo. Até hoje os ascetas do Himalaia se retiram para cavernas inacessíveis e durante anos só comem o estritamente necessário à sobrevivência para se tornarem gurus, comparando-se a si mesmos às grandes borboletas dos rios Ganges e Indo. Na mitologia japonesa os insetos são associados às flores e conseqüentemente à iluminação búdica.

A palavra borboleta (belbellita) é uma designação comum a insetos lepidópteros diurnos. Existem espécies noturnas como as mariposas, aquelas que voam ao redor da luz. Cristãos da Idade Média interpretavam a chama como a fêmea tomada de luxúria, atraente e falsa, que queima a mariposa, essência da vida. Essa idéia tem sua origem no mito bíblico da Queda, com Eva e o pecado original. A natureza e o sexo passam a ser corruptos, sendo a mulher a representação máxima do sexo e o próprio ser corruptor. Entretanto, o sufismo interpreta poeticamente o fenômeno ao dizer que a mariposa estaria tomada de amor divino pela chama, lançando-se ao fogo místico sem temer o aniquilamento de sua própria vida. A Mariposa esfinge que na nossa região é conhecida por “bruxa” traz superstições como a que ao entrar em uma casa significa prenúncio de morte de um dos moradores.

Esta semana as borboletas amarelas se despediram da paisagem macapaense. Uma ou outra ainda ficam perdidas solitariamente, mas antenadas à procura da luz, num tempo em que o sol se abre em solstício após deitar sobre a linha do equador e deixar sua aura de força sobre nossas cabeças. Da prisão do casulo ao vôo libertário em busca do fogo divino lá vão elas, iluminadas, celebrando a vida em sua essência cheia de energia, enquanto o sol começa um breve afastamento para descansar dos homens e de suas almas-borboletas.

* Texto que deu origem a música Panampanam, a migração das borboletas, com melodia de Osmar Jr.

Cultura: Museu da Imagem e do Som do Amapá passa por reestruturação: com novas instalações, site e adapta projetos de audiovisual para atender a sociedade amapaense

Com a renovação do espaço físico, estrutura e função social, o Museu da Imagem e do Som do Amapá (MIS/AP) passa por reestruturação e traz novidades para os amantes do audiovisual. Com total apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), instituição a qual o MIS/AP é vinculado, as atividades iniciaram no segundo semestre de 2020, com  levantamento e catalogação do seu acervo, o que possibilitou dar nova estética ao ambiente, além da adaptação de projetos para receber o público nesse período de pandemia.

Com nova administração, sob a gerência de Bruno Masim, o MIS vem ajustando os seus projetos para atendendo a população amapaense. Um exemplo é o “Cine MIS”, que fará a exibição e debate coordenado de filmes, respeitando os limites estabelecidos pelos órgãos de saúde. Outras iniciativas são o “Cine Club MIS”, com debates acerca do movimento cineclubista do Amapá, e o “Ensaio MIS”, onde os interessados em conhecer a fotografia local participam de palestras.

Mesmo ainda sem data para a reabertura presencial, a equipe do MIS trabalha no desenvolvimento do seu banco de dados e em um site exclusivo. A plataforma virtual será uma forma dos usuários terem acesso ao vasto acerto do Museu. De acordo com a gerência, o objetivo é que o site já esteja disponível em novembro de 2020, no intuito de fomentar e promover a cultura amapaense, incentivando também a formação de público.

“Atualmente, organizamos as peças e criamos uma pequena sala para exibição de filmes e documentários. O objetivo do secretário Evandro Milhomen é que o Museu volte a ser um importante instrumento de suporte como arquivo e distribuição, fomentando ainda mais a produção audiovisual, fotográfica, quadrinhos e qualquer forma de arte que preserve a imagem do Estado. Sobretudo no resgate e reforço Memória do Amapá”, garantiu Bruno Masim.

E, ainda, com o objetivo de propor e planejar ações estratégicas e contínuas de assessoria, capacitação técnica e compartilhamento de informações e conhecimento, a equipe do órgão  está empenhada na implantação do MIS/AP no Sistema Estadual dos Museus, uma ferramenta que ajudará no estabelecimento de políticas públicas para o campo museológico.

Sobre o MIS

O Museu da Imagem e do Som do Amapá atua no registro da história e da cultura amapaense, também reúne e mantem um acervo histórico e/ou artístico cultural do Estado. Com seus projetos e iniciativas ajuda a difundir a cultura histórica, técnica, científica e educacional de toda a população amapaense, incentivando a apoiando a produção artística do setor audiovisual.

O Museu foi fundado em 2007, a sua criação aconteceu quando a antiga Fundação de Cultura do Amapá (Fundecap) tornou-se Secult. A missão da instituição é preservar, mapear e divulgar registros audiovisuais referentes à história e à cultura do Amapá, através de ações de educação patrimonial, eventos que promovam elementos de nossa cultura e de formação de produtores audiovisuais.

Outra atribuição do MIS/AP é tratamento adequado do acervo: catalogação, digitalização e facilitação do acesso às fotografias, slides, vídeos, filmes e áudios que compõem a reserva técnica do MIS é essencial para a memória da cultura amapaense, como em qualquer sociedade.

O gerente do MIS/AP e o titular da Secult, Evandro Milhomen.

“Sabemos da importância história e da memória para a cultura amapaense. Esse trabalho de reestruturação do MIS/AP é essencial para isso. Confiamos no trabalho de Bruno Masim e sua equipe e vamos dar apoio total para que o Museu volte a cumprir sua missão institucional, extremamente relevante para a sociedade amapaense no âmbito da valorização e fortalecimento cultural “, frisou o titular da Secult, Evandro Milhomen.

O MIS fica localizado no térreo do prédio da Secult/AP, Avenida Pedro Lazarino, nº 22, no bairro Santa Inês.

Texto: Daniel Alves e Elton Tavares, do site Blog De Rocha.

Reuniões no Ministério da Justiça, do CNPG e no Conselho Nacional do MP fizeram parte da agenda institucional da PGJ do MP-AP, em Brasília

Cumprindo agenda institucional em Brasília-DF, a procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Ivana Cei, participou de reuniões do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais de Justiça (CNPG), com a ministra Damares Alves, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), e no Ministério da Justiça, com o secretário-executivo, Tercio Takano, ministro em exercício. Os compromissos iniciaram na terça-feira (22), com a PGJ acompanhando a sessão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), junto com o presidente da Associação dos Membros do MP-AP, promotor de Justiça José Barreto, e o presidente da Associação Nacional do Membros do Ministério Público – CONAMP, Manoel Murrieta, além de membros de outras unidades do MP nos Estados.

No Ministério da Justiça, o senador Lucas Barreto acompanhou a comitiva do MP-AP no encontro de trabalho realizado nesta quarta-feira (23), com o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Tercio Takano, ministro em exercício, e sua equipe. Ivana Cei apresentou os novos integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Amapá (GAECO/MP-AP), promotores de Justiça Andréa Guedes (coordenadora), Socorro Pelaes e Rodrigo Viana Assis, bem como o promotor de Justiça Jander Vilhena, da Promotoria Criminal com atribuição na Auditoria Militar, e a assessora técnica, Alcilene Cavalcante, responsável pelos projetos e convênios firmados com o Ministério da Justiça, com recursos de emendas parlamentares.

A coordenadora do GAECO-AP apresentou a proposta dos membros, a partir de uma nova visão de combate ao crime organizado, manifestando a intenção do MP-AP em fazer a integração das ações com o Ministério da Justiça. Andréa Guedes explicou também sobre a presença recente dessas organizações criminosas no Amapá.

O senador Lucas Barreto senador Lucas reforçou a necessidade dessa integração e pediu o apoio para minimizar esse problema no Estado, inclusive para uma atuação mais forte nas áreas de fronteira, principalmente no combate ao tráfico de drogas.

A procuradora-geral do MP-AP apresentou ao ministro os projetos da instituição que estão em execução, com recursos de emendas parlamentares, citando dois grandes projetos que são convênio com o Ministério da Justiça. Na oportunidade, informou sobre um projeto de 2020 que está em pré-convênio, com proposta aprovada, aguardando assinatura.

Takano disse que tem maior interesse em integrar as ações do Ministério da Justiça com o Ministério Público do Amapá no combate às organizações criminosas. Quanto ao pré-convênio, disse que já tinha essa solicitação do senador Lucas Barreto e que está como uma das prioridades no setor jurídico do MJ. Finalizando, que os futuros convênios sejam focados nessas propostas convergentes apresentadas no encontro.

Direitos Humanos

Na outra agenda desta quarta-feira (23), a procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Ivana Cei, participou da reunião ordinária do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais de Justiça com a presença da ministra Damares Alves, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

O presidente do CNPG, Fabiano Dallazen, conduziu a reunião com participação da ministra Damares Alves para discussão da proposta de Acordo de Cooperação Técnica a ser firmado entre o MMFDH, o CNMP e o CNPG. A finalidade é conjugar esforços para promover a defesa aos Direitos Humanos, voltado ao encaminhamento de denúncias de violação recebidas por meio dos canais de atendimento da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), em especial pelos serviços Disque Direitos Humanos – Disque 100 e Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.

Na reunião ordinária do Colegiado, Ivana Cei defendeu a Nota Técnica, de autoria do promotor de Justiça e assessor especial da PGJ, Tiago Diniz, sobre Resolução do CNJ que estabelece diretrizes e procedimentos para a aplicação e acompanhamento da medida de monitoração eletrônica de pessoas, aprovada por unanimidade.

“Foram agendas intensas, porém muito produtivas com temas de extrema importância para intensificarmos no atuação nessas áreas. Obtivemos uma excelente receptividade no Ministério da Justiça para reforçar esse novo olhar da instituição para que o Gaeco faça frente ao crescimento das organizações criminosas no nosso Estado”, declarou Ivana Cei.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Gerente de Comunicação – Tanha Silva
Núcleo de Imprensa
Texto: Gilvana Santos
Contato: [email protected]

Por que jogos de vídeo game são tão caros?

Gabriel Cavalcante Leão Dias – Design de Games

Por Gabriel Cavalcante Leão Dias – Design de Games

Alguma vez você já deve ter pensado: “por que esses esses jogos de videogame são tão caros?”. Seja porque você tem interesse em jogos ou seu filho/filha quando pede esse presente, e os preços assustam, esse questionamento já deve ter passado pela sua cabeça.

A resposta curta e crua é principalmente o valor do dólar, e a desvalorização do real em relação ao dinheiro americano. Um jogo de lançamento nos EUA custa 60$, com o valor do dólar atualmente(5,47R$) a conversão chega perto dos 300 “bonoros”, mas mesmo com o preço do dólar a 4R$ o preço de um jogo grande ainda era de pelo menos 280 reais.

Preço de lançamento do jogo fifa 21, uma das séries de jogos mais bem vendidas do mundo.

Em nossos dias, a indústria de jogos tem uma receita multibilionária, graças a diversos modelos de venda que aumentaram exponencialmente a quantidade de dinheiro que passa pela indústria. Taxas e impostos também elevam o preço de jogos que só são disponíveis em certas partes do mundo(jogos exclusivos da ásia,por exemplo), além da taxa sobre importação, ainda é necessário acrescentar o preço do transporte, o que em algumas situações dobra o preço pago para poder jogar um único jogo. Com a chegada da nova geração de videogames no final do ano a expectativa é que os preços dos jogos aumentem ainda mais.

Vários jogos também oferecem diversas versões disponíveis e acrescentam conteúdo, que com o tempo vão aumentando o preço total, da versão mais simples, adquirida inicialmente, ao jogo completo.

Com a pandemia e o obrigatório distanciamento social, a diversão em casa, sozinhos ou em pequenos grupos, e os encontros virtuais para jogar vídeo game, vão manter esse multibilionário mercado mais aquecido ainda.
Nos próximos artigos, vamos organizar umas “dicas” para economizar na compra de jogos.

Fonte: Repiquete no Meio do Mundo.

Programa de Qualidade de Vida do MP-AP retoma exames ocupacionais para membros, servidores e colaboradores

O Comitê de Saúde Ocupacional e Qualidade de Vida do Ministério Público do Amapá (MP-AP) retomou nesta quarta-feira (23), pelas Promotorias de Justiça de Laranjal do Jari, os exames ocupacionais destinados a membros e servidores, paralisados em março deste ano devido a pandemia causada pela Covid-19. Esses exames fazem parte do Mapeamento da Saúde de todos que colaboram com o órgão e tem como objetivo avaliar a saúde do trabalhador antes, durante e no fim do seu vínculo com a instituição.

A implantação dos Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), somados às Análises Ergonômicas do Trabalho (AETs) e o Mapeamento da Saúde de membros e servidores, se deu em abril deste ano, e representa um marco na gestão de pessoas do MP-AP, além de cumprir as diretrizes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e demais normas vigentes, e estão focados no desenvolvimento das ações de saúde em todas as unidades ministeriais nas comarcas do Estado.

A programação de saúde ocupacional iniciada pelas Promotorias de Laranjal do Jari está sendo feita em conjunto com o Serviço Social da Indústria (SESI/AP), promovendo consultas com o médico do Trabalho, Aristóteles Moura Silva, envolvendo além dos membros e servidores, terceirizados, estagiários e aprendizes. “Nós não conseguiremos atingir a todos este ano ainda, pois tivemos a pandemia, mas estamos focados para que no próximo semestre todos tenham sido atendidos”, conta a assessora técnica, Carla Pena, que coordena a ação nos municípios.

Dentre os programas iniciados este ano, como o de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), estão faltando apenas as Análises Ergonômicas do Trabalho (AETs), que ajudarão na formulação do Mapeamento da Saúde de todos os trabalhadores, interrompida por causa da pandemia do novo coronavírus.

“O objetivo desse último programa é monitorar exames laboratoriais e identificar precocemente qualquer problema que possa comprometer a saúde dos trabalhadores e tomar as providências. Assim, caso um dos colaboradores da instituição venha a contrair qualquer doença ocupacional, os empregadores poderão agir de forma articulada na prevenção. Seguindo orientação da nossa Procuradora-Geral de Justiça, a prioridade no momento, tem sido os municípios, logo após atenderemos as Promotorias de Santana e, por último, as da capital, Macapá”, reforça Villas Boas.

“Pelo que foi elaborado, a médio e longo prazos, espera-se a redução dos afastamentos para tratamento de saúde, redução de lesões por esforço repetitivo, a redução de custos operacionais para administração e melhora na saúde, qualidade de vida e no clima organizacional dos trabalhadores”, manifestou a procuradora-geral de Justiça, Ivana Cei.

Todos os trabalhos desenvolvidos estão sendo acompanhados pelo Comitê de Qualidade de Vida e Saúde Ocupacional, composto por membros e servidores, além de representantes da Associação dos Membros (AMPAP), Associação dos Servidores (ASSEMP), Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Amapá (SINDSEMP) e Corregedoria-Geral do MP-AP.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Gerente de Comunicação – Tanha Silva
Núcleo de Imprensa
Coordenação: Gilvana Santos
Texto: Vanessa Albino
Contato: [email protected]

XX Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Macapá será em formato de Live

No dia 27 de setembro será realizada a XX Parada do Orgulho LGBTQIA+ na cidade de Macapá. A programação, que comemora os 20 anos do evento, trará o tema “20 anos de resistência: colorindo o meio do mundo e conscientizando para a cidadania”, será realizada por meio de uma Live, com início previsto para às 18h, encerrando-se às 23h. As plataformas utilizadas serão o canal do Youtube e a página do Facebook oficial do evento.

De acordo com o organizador do evento e coordenador municipal dos Direitos da População LGBTQIA+, o ativista André Lopes, mesmo com a pandemia, o movimento decidiu realizar a XX Parada em forma de Live, que visa promover a cidadania das pessoas que se identificam enquanto lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, desenvolvendo ações objetivas de integração e inclusão destes na sociedade, além de comemorar 20 anos de luta pelos direitos humanos da população LGBTQIA+ em Macapá.

“São 20 anos de muita luta. No início, não tínhamos espaço, nem legislação. Sofríamos muito preconceito, mas hoje estamos em um processo que temos hoje, uma cidade que respeita a diversidade. Temos uma gestão que apoia os nossos direitos, temos muito para celebrar, mas temos muito também para reivindicar e para fazermos, para, no futuro, termos uma sociedade que nos respeitem, independente da nossa orientação sexual, que nos vejam com pessoas iguais a todos”, ressaltou.

A programação reunirá lideranças, parlamentares, gestores públicos e membros da comunidade em uma linda celebração, que contará com apresentações de artistas LGBTQIA+ do estado, respeitando os decretos municipais e estaduais de prevenção à proliferação da Covid-19.

Programação cultural:

Terá shows dos artistas Jhimmy Feiches, PagoDelas, MicheleMaycoth, RafaSteffans, MCDeeh, Ruan Mikael e Tani Leal. Além de performances do Grupo Drags Tucujus, Samira Catuaba, Savannnah Destruction e Naomi Kordeii.

Redes Sociais:

Youtube (canal Parada do Orgulho LGBT de Macapá)

Facebook (Parada do Orgulho LGBT de Macapá)

Links:

https://facebook.com/paradadoorgulholgbtdemacapa

https://www.youtube.com/c/ParadadoOrgulhoLGBTdeMacap%C3%A1/

Secretaria de Comunicação de Macapá
Fotos: Arquivo Parada 2019

PF combate caça ilegal em Unidade de Conservação no Amapá

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (24/9), a Operação Órion II*, com objetivo de desarticular organização criminosa que, de forma reiterada, realiza caça ilegal no interior da Unidade de Conservação – Floresta Nacional do Amapá – FLONA, no centro do estado do Amapá.

Cerca de 40 Policiais Federais dão cumprimento a oito mandados de busca e apreensão, no município de Porto Grande/AP. Até o momento, as buscas resultaram na apreensão de 40kg de carne de caça de animais silvestres entre paca, jacaré e porco do mato. Dois homens, de 37 e 47 anos, foram presos em flagrante por receptação e armazenamento de espécie de fauna silvestre sem a devida autorização.

Segundo a investigação, ocorrida a partir de denúncia promovida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), apurou-se que os investigados se aproveitaram do momento de vulnerabilidade social causado pela pandemia da Covid-19 e promoveram incursões ilegais na FLONA para a caça de animais silvestres.

A ação de hoje é desdobramento da Operação Órion deflagrada em novembro de 2017, quando foram apreendidas aproximadamente 93 kg de carne de caça de animais silvestres entre macaco, veado, jacaré e outros, além de armas de fogo e artesanais e munições utilizados na prática criminosa.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelo crime de associação criminosa e caça ilegal em Unidade de Conservação, e se condenado, poderão cumprir pena de até 6 anos de reclusão.

* Órion foi um gigante caçador, um dos melhores a serviço de Ártemis.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
[email protected] | www.pf.gov.br
(96) 3213-7500