Viva São José!


Hoje (19), comemoramos o dia de São José, padroeiro de Macapá, o santo que nunca cansou de ficar de pé na Pedra do Guindaste, de frente para o Amazonas, sempre “vigiando” a nossa capital, contra maldades exteriores.

Amo Macapá. Nasci e me criei aqui. Por isso, peço a São Jusa que interceda contra a criminalidade e trânsito pirado, tudo em escala muito alta para uma capital tão pequena, entre outras mazelas que assolam essa terra.

São José não protege só a nós, amapaenses, mas todos que para cá vem viver e contribuir para a melhoria de nossa terra. Pena que, como santo, ele não pune os que só sugam, saqueiam e ainda desdenham da nossa linda Macapá. 

Enfim, não sou muito religioso, mas respeito a crença de todos. Como diz o poetinha Osmar Junior: “Ô São José da Beira Mar, protegei meu Macapá…”.

Viva o santo carpinteiro, valei-me meu São José!

Elton Tavares

Violência (via blog da Alcinéa)


De acordo com as estatísticas do policial aposentado e repórter policial João Bolero Neto, no período de 1 de janeiro a 6 de março deste ano 49 pessoas foram assassinadas no Amapá. 21 foram mortas à facadas, 25 baleadas e  3 a pauladas. No mesmo período no ano anterior foram registrados 34 assassinatos.

Égua-moleque-tu-é-doido: Scorpion, o espectro ninja de Mortal Kombat, é flagrado de moto-taxi em Macapá (fotos de @AndrEverEnding)

Há algum tempo, fotografei o sábio e poderoso Rayden e semi Deus do Trovão vendendo mingau nas ruas de Macapá. Desta vez, meu amigo André Mont’Alverne registrou outro personagem do filme/jogo Mortal Kombat nas vias da capital amapaense. Trata-se de Scorpion, o espectro de um ninja obcecado por vingança, pela morte do seu clã.

Tais fatos só reforçam a teoria da querida amiga Júlia Canto, moradora nos E.U.A., que afirma: em Macapá encontramos cada figura improvável. Verdade! 

Com as fotos, André provou que Scorpion, lutador de vários torneios propostos por Shao Kahn, não usa suas habilidades sobrenaturais no dia-a-dia e é gente como a gente. 

Égua-moleque-tu-é-doido!

Elton Tavares

Defesa Civil em alerta sobre inundações em Macapá


A Defesa Civil de Macapá decidiu manter as equipes em alerta nos meses de março e abril por conta da possibilidade de alagamento na região central da cidade. O fenômeno é provocado pela combinação de chuva e maré alta do rio Amazonas.

Segundo a Defesa Civil a soma dos fatores climáticos podem elevar o nível do rio para 3,5 metros. A altura é considerada crítica para alagamentos no Centro da capital amapaense. 

O coordenador da Defesa Civil Municipal Maikon Vaz informou que as águas de março e abril são as maiores do ano no rio Amazonas, e como Macapá está no nível do mar, fica difícil dar vazão a água.

“É muito complicado essa água vazar para outro lugar, o que acaba provocando a inundação no Centro de Macapá. Atualmente estamos realizando o monitoramento das comportas”, disse Vaz.

As áreas mais afetadas por alagamentos são a orla de Macapá e do entorno do canal da Avenida Mendonça Júnior. As comportas do canal ainda chegaram a ser fechadas no último domingo deixando a inundação apenas com água da chuva, sem a da maré.

“A orientação é que os moradores do entorno dessas áreas elevem objetos pessoais ou deixem as casas porque não tem outra alternativa. Para resolver esse problema teria que refazer toda a estrutura de drenagem da frente da cidade”, informou o coordenador da Defesa Civil Municipal de Macapá.

Igreja de São José completa 253 anos (Por Nilson Montoril)


Um dia na história: 6 de março de 1761. Pouco mais de três anos após o lançamento da pedra fundamental,em Macapá, a Igreja de São José, edificada no Largo de São Sebastião era inaugurada. 

A solenidade contou com a participação do governador do Estado do Grão Pará, capitão-general Bernardo de Melo e Castro e foi antecedida de missa celebrada pelo Bispo de Belém, Frei João de São José e Queiroz. 

A igreja, relativamente diferente do que vemos hoje, era simples, sem os pormenores arquitetônicos feitos no decorrer dos anos. Tinha apenas uma nave interior, sem as laterais, medindo 22 metros de comprimento, desde a porta de entrada, que era única e central, até a mesa de comunhão.

A largura da nave era de 11 metros, havendo ao lado da mesa de comunhão dois altares: um com a imagem de São Benedito e outro com quatro imagens de Nossa Senhora, daí ter ficado conhecido como o altar das Santas Virgens. O templo foi construído com recursos pecuniários obtidos por Mendonça Furtado junto ao Rei D.José I.
Nilson Montoril é professor e estudioso da História do Amapá.