Prefeito Clécio Luís discute identidade dos patrimônios históricos com Memorial Amapá

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Resgatar a identidade de patrimônios históricos é uma das principais propostas de um grupo formado por descendentes de pioneiros amapaenses e pessoas interessadas na causa. Denominados “Memorial Amapá”, esse grupo foi criado em meio a especulações sobre a possibilidade de que o Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá, seria renomeado em homenagem a um humorista, mas acabou não acontecendo.

Na noite de segunda-feira, 8, o prefeito de Macapá, Clécio Luís, reuniu-se com os representantes da entidade para discutir alguns projetos já planejados para Macapá. A reunião contou com a presença do diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura, Jansen Rafael e do secretário de Governo, Denilson Magalhães. O presidente do “Memorial Amapá”, Walter Júnior, destacou pautas importantes como o nome da Praça Isaac Zagury, que hoje é apenas conhecido como Beira Rio. “Vários gestores já tentaram tirar a verdadeira memória do que é a praça. Queremos que as pessoas lembrem qual a verdadeira identidade do local”.

Durante o encontro, foi feita uma apresentação de locais em Macapá que acabaram esquecidos pelo poder público, entre eles o prédio do Colégio Amapaense e o Antigo Ginásio Masculino, que hoje se chama Escola Estadual Antônio Cordeiro Ponte. Outra pauta levantada é a realização do 1º Encontro do Memorial Amapá, que acontecerá nos dia 12 e 13 de setembro, onde será feita uma caminhada por várias ruas da cidade. Serão colocadas placas para que as pessoas saibam quem são os homenageados nessas vias da cidade. Outro ponto discutido foi o tombamento da igreja São José, na esfera municipal.

O prefeito Clécio Luís convidou o grupo para participar das discussões a respeito do projeto da área que fica localizada em frente à residência governamental, já que existe verba para a revitalização do local. “Eu gostaria muito de contar com o Memorial Amapá na construção desse projeto, pois sei que vamos poder resgatar a memória daquele local. Eu poderia construir esse projeto no gabinete, mas é melhor construir em conjunto com quem conhece a história dessa cidade. Eu assumo o compromisso em agilizar a posse do Conselho Municipal de Políticas Culturais para viabilizar o tombamento da igreja, já que esse é o primeiro passo”.

Clécio ainda lembrou que dia 6 de setembro é o dia da criação do município de Macapá e uma programação em conjunto será montada para esta data não passar em branco.

Texto: Adryany Magalhães
Foto: Max renê
Asscom PMM

Abertas as inscrições de propostas culturais para o Macapá Verão 2015

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Iniciaram nesta segunda-feira, 8, as inscrições de propostas culturais para o Macapá Verão 2015, evento promovido pela Prefeitura de Macapá. Elas acontecem das 8h às 12h e das 14h às 18h, na sede da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), localizada na Rua Eliezer Levy, nº 1.610, Centro. No ato da inscrição, que encerra dia 26 de junho, é necessária a apresentação de portfólio com release, recortes de jornais, revistas, fotos, CD e DVD.

Podem inscrever-se atores, músicos, dançarinos, poetas, entre outros que tiverem interesse em se apresentar nos palcos do Macapá Verão, além de locutores e donos de sons para evento de pequeno porte. As propostas serão analisadas por uma equipe formada por conhecedores das manifestações culturais e nomeados pela Fumcult. As propostas que melhor se enquadrarem na programação serão aceitas.

Para fazer o cadastro, os interessados deverão encaminhar à Fumcult o Requerimento de Cadastro Macapá Verão 2015, no qual deverão ser anexados: portfólio e cópias da Carteira de Identidade, CPF e comprovante de residência. Poderão se cadastrar Pessoas Físicas e Jurídicas dos segmentos culturais com sede no município de Macapá.

O evento, que ocorrerá no período de 4 de julho a 2 de agosto, acontecerá nos balneários do Curiaú e nos complexos turísticos do Jandiá, Araxá, Fazendinha, além de outros distritos de Macapá.

A ficha de inscrição está disponível no link:

http://www.macapa.ap.gov.br/arquivos/ficha_inscricao_2015.pdf

Cliver Campos/Asscom Fumcult

O DISCURSO DISCRIMINADOR DO MARABAIXO – Por Fernando Canto

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Foto: Elton Tavares

Diante de mais um fato etnocêntrico de um delegado que ameaçou parar as festas do Marabaixo, publico este texto conclamando todos os amapaenses a defender nossa cultura ancestral (F.C.)

O DISCURSO DISCRIMINADOR DO MARABAIXO (*)

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Foto: Gabriel Penha

Texto de Fernando Canto Para o amigo Herialdo Monteiro

Não é de hoje que o Marabaixo é discriminado. Aliás, as manifestações culturais de origem africana sempre foram vistas como ilegais ao longo da história do Brasil. Do samba à religião, seus promotores foram vítimas de denúncias que os boletins de ocorrências policiais e os processos judiciais relatam como vadiagem, prática de falsa medicina, curandeirismo e charlatanismo, entre outras acusações, muitas vezes com prisões e invasões de terreiros.

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Foto: Márcia do Carmo

Essa discriminação ocorreu – e ainda ocorre – em contextos históricos e sociais diferenciados, e veio produzida por instituições que tinham o objetivo de combater o que lhes fosse ameaçador ou que achassem associadas às práticas diabólicas, ao crime e à contravenção.

No caso do Marabaixo, há anos venho relatando episódios de confronto entre a igreja católica (e seus prepostos eclesiásticos e seculares), e os agentes populares do sagrado, estes que, por serem afrodescendentes, mestiços e principalmente por serem pobres, foram e são discriminados, visto o ranço estereotipado de que são “gente ignorante” e supersticiosa.

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Foto: Márcia do Carmo

É do século XIX a influência do evolucionismo que tomava como modelo de religião “superior” o monoteísmo cristão e via as religiões de transe como formas “primitivas“ ou “atrasadas” de culto. Para Vagner Gonçalves da Silva (Revista Grandes Religiões nº 6), nesse tempo “religião” opunha-se a “magia” da mesma forma que as igrejas (instituições organizadas de religião) opunham-se às “seitas” (dissidências não institucionalizadas ou organizadas de culto).

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Foto: Márcia do Carmo

É do século XIX também os primeiros escritos sobre o marabaixo. Em um deles um anônimo articulista o ataca, dizendo-se aliviado porque “afinal desaparece o o infernal folguedo, a dança diabola do Mar-Abaixo”.

Ele afirma que “será uma felicidade, uma ventura, uma medida salutar aos órgãos acústicos se tal troamento não soar mais…”. Na sua narrativa preconceituosa vai mais além ao dizer que “Graças ao Divino Espírito-Santo, symbolo de nossa santa religião, que só exige a prática de bôas acções, não ouviremos os silvos das víboras que dansam ao som medonho dos gritos dos maracajás (…), que é suficiente a provocar doudice a qualquer indivíduo”. Assevera adiante “Que o Mar-Abaixo é indecente, é o foco das misérias, o centro da libertinagem, a causa segura da prostituição”. E finaliza conclamando “Que os paes de famílias, não devem consentir as suas filhas e esposas frequentarem tão inconveniente e assustador espetáculo dessa dansa, oriunda dos Cafres”. (Jornal Pinsonia, 25 de junho de 1898)

Discursos de difamação do Marabaixo como este e a posição em favor de sua extinção ocorreram seguidamente. O próprio padre Júlio Maria de Lombaerd quebrou a coroa de prata do Espírito Santo que estava na igreja de São José e mandou entregar os pedaços aos festeiros. O povo se revoltou e só não invadiu a casa padre para matá-lo graças à intervenção do intendente Teodoro Mendes.

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Foto: Márcia do Carmo

Com a chegada do PIME – Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras – em Macapá (1948) o Marabaixo sofreu um período de queda, mas suportado com tenacidade por Julião Ramos, que não o deixou morrer. Tiraram-lhe inclusive a fita da irmandade do Sagrado Coração de Jesus, da qual era sócio fiel.

Nesse período os padres diziam que o Marabaixo era macumba, que era coisa ruim, e combatiam seus hábitos e crenças, tidos como hediondos e pecaminosos, do mesmo jeito que seus antecessores o fizeram no tempo da catequização dos índios. Mas o bispo dessa época, D. Aristides Piróvano, considerava Mestre Julião “um amigo” (Ver Canto, Fernando in “A Água Benta e o Diabo”. Fundecap, 1998)

O preconceito dos padres italianos com o Marabaixo tem apoio num lastimável “achismo”. Os participantes são católicos e creem nos santos do catolicismo, tanto que a festa é dedicada ao Divino Espírito Santo e à Santíssima Trindade e não a entidades e voduns como pensam. Nem ao menos há sincretismo nele.

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Colheita da Murta Foto: Fernando Canto: Arquivo pessoal

E se assim fosse? Qual o problema? Antes de emitirem um julgamento subjetivo sobre um fato cultural é preciso conhecê-lo. É preciso ter ética. Ora, sabe-se que todos os sistemas religiosos baseiam-se em categorias do pensamento mágico. Uma missa ”comporta uma série de atos simbólicos ou operações mágicas” (Vagner Silva op. cit.). Observem-se as bênçãos, a transubstanciação da hóstia em corpo de Cristo, por exemplo. Um ritual de umbanda comporta a mesma coisa. O Marabaixo tem rituais próprios, ainda que um tanto diferentes. Por isso e apesar do preconceito ainda sobrevive. Valei-nos, Santo Negro Benedito!

(*) Do livro “Adoradores do Sol – Novo Textuário do Meio do Mundo”. Scortecci, São Paulo, 2010

Fonte: O Canto da Amazônia

Hoje rola Projeto Vitrola Cultural no Bar do Nêgo

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Hoje (5), a partir das 20h, vai rolar mais uma edição do Projeto Vitrola Cultural – o som do vinil no Bar do Nêgo. O evento visa a Difundir a cultura musical, além de resgatar fãs e colecionadores de discos de vinil, tanto de música reggae quanto dos demais gêneros musicais. Tais como samba, Soul, Blues, Jazz, Black, Rock, Hip Hop, MPB, MPA, Merengue, Brega, Lambada entre muitos outros.

O Projeto disponibilizará aparelhos toca-discos (pick ups), para todos aqueles que trouxerem seus próprios vinis terem a oportunidade e o prazer de colocá-los para rodar a sequência das suas músicas preferidas na hora.

A noite contará com declamação de grupos de poesia e exibição de curta-metragem.

O Bar do Nêgo existe há somente oito meses e já se diferencia dos outros quiosques do Complexo Beira Rio pelo bom atendimento, comida porreta e som legal.

Serviço:

Projeto Vitrola Cultural no Bar do Nêgo
Local: Bar do Nêgo, localizado no Complexo Beira Rio, orla de Macapá, na Avenida Beira Rio (segundo quiosque de quem vem da Praça do Coco, em frente ao Macapá Hotel).
Data: 05/06/2015
Hora: a partir das 20h.

Elton Tavares

QUARTA NÊGA: Hoje rola vinil, samba e poesia no Bar do Nêgo

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Hoje (3), a partir das 21h, vai rolar música ao vivo no Bar do Nego. Será a segunda edição do Quarta Nega de Trova à Liberdade. O evento consiste em declamação de poesia e som legal para o público presente. Essa edição contará com show de Jorginho do Cavaco, intervenção poética de Hayam Chandra e Projeto Vitrola Cultural – o som do vinil, além das costumeiras “canjas” de músicos que frequentam o local.

O Bar do Nêgo existe há somente oito meses e já se diferencia dos outros quiosques do Complexo Beira Rio pelo bom atendimento, comida porreta e som legal.

Serviço:

QUARTA NEGA trovando a liberdade no Bar do Nêgo
Local: Bar do Nêgo, localizado no Complexo Beira Rio, orla de Macapá, na Avenida Beira Rio (segundo quiosque de quem vem da Praça do Coco, em frente ao Macapá Hotel).
Data: 03/06/2015
Hora: a partir das 21h.

Elton Tavares

Federação Espírita do Amapá exibe Curta metragem “AGORA JÁ FOI”, neste sábado 31

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O Curta metragem “Agora Já Foi!” recebeu duas premiações das quatro oferecidas no Festival de Cinema Transcendental de Brasília, ocorrido no último dia 23. O curta foi agraciado com o prêmio de melhor direção e de melhor filme, o prêmio máximo do festival.

O filme é uma realização da Federação Espírita do Amapá- FEAP, em coprodução com Amazônia Filmes, sendo parte do projeto Semeamar que objetiva alertar os jovens para questão do aborto e do suicídio, tão presente em nossa sociedade, já que o maior índice nacional de suicídio e aborto entre os jovens está justamente no Amapá.

O roteiro e direção é da jovem amapaense Manuela Oliveira, preparação de elenco de Thomé Azevedo, direção de produção Ana Vidigal e produção executiva de Felipe Menezes.

A principal função do filme é servir de ferramenta para o projeto Semeamar da Federação Espírita que pretende exibi-lo nas escolas de ensino médio e fazer debate sobre os temas aborto e suicídio.

A Federação Espírita fará uma Avant Premiere no Cine Imperator no dia 06 de junho, às 10 horas da manhã, para lançar o filme à sociedade amapaense, com entrega de 1kg de alimento não perecível como entrada.

Sinopse

“Agora já foi” é um curta-metragem espírita produzido em linguagem jovem que aborda o suicídio e aborto. Ana, uma adolescente, vivencia uma gravidez inesperada junto com seu namorado Eduardo. A trama se desenrola entre o conflito de interromper a vida, através do aborto, ou a permissão em receber o filho concretizando sua reencarnação para a vitória do dom mais precioso, a vida!

Ficha Técnica

Roteiro e Direção MANUELA OLIVEIRA
Produção Executiva FELIPE MENEZES
Fotografia SADY MENESCAL e JÚLIO BACKK
Direção de Elenco TOMÉ AZEVEDO
Direção de Produção ANA VIDIGAL
Direção de Arte MAÍRA MAGALHÃES
Montagem: ANDRÉ CANTUÁRIA
Finalização: ÍCARO REIS

Elenco Principal:
GABRIELA SALMAN
GABRIEL BRITO
CELIANA WALDECK
CLAUDIA OLIVEIRA
LUIZA MELO
RUDÁ MAGALHAES
Música Tema
OSMAR JUNIOR

Realização: FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO AMAPÁ
Co-Produção: AMAZÔNIA FILMES

Sucessos do cinema francês serão exibidos em mostra em Macapá

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Por Fabiana Figueiredo

Curtas-metragens franceses que fizeram sucesso em 2010 serão exibidos durante uma mostra de cinema em Macapá, de 28 a 30 de maio. A programação reúne 27 produções cinematográficas que abordam diversos temas. As exibições acontecerão a partir de 14h, na sala de cinema Charles Chaplin, no Sesc Araxá, na Zona Sul de Macapá.

A mostra é resultado de uma parceria entre o Sesc Amapá, a embaixada da França no Brasil e o Instituit Français; a programação também faz parte da coleção “Les lutins du court-metrage”, que reúne as melhores seleções de produções francesas.

Os curtas-metragens que serão exibidos em Macapá são: “A Alcateia”, “A estrada do Norte”, “A história da aviação”, “A razão do outro”, “Annie de Francia”, “Boa noite”, “Caminhar”, “Cidadão versus Kane”, “Dez”, “Fraquezas”, “Loara”, “Madagascar varnet de voyage”, “Malban”, “Malika bateu asas”, “No nosso sangue”, “O ano da Argélia”, “O homem do Gordini azul”, “O joelho ferido e o homem em pé”, “O lugar ideal”, “O pequeno dragão”, “Onde está Kim Basinger?”, “Os astros negros”, “Plano diretor”, “Tão somente”, “Viagem ao redor de meu quarto” e “Vostok”.

Serviço:

Mostra de Cinema Francês
Dias: 28, 29 e 30 de maio
Hora: a partir das 14h
Local: sala de cinema Charles Chaplin, no Sesc Araxá
Entrada: gratuita

Fonte: G1 Amapá

Maratona Literária vai reunir autores e leitores em shopping de Macapá

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Por Fabiana Figueiredo

Macapá vai sediar uma programação para envolver autores e amantes da literatura, através de oficina, exposições, sarau, espetáculos teatrais infantis e um encontro de fãs de romance de época. A 1ª Maratona Literária vai acontecer de quinta-feira (21) e segue até o dia 31 de maio, com programação gratuita, em um shopping da Zona Sul da capital.

A programação inicia com a oficina “Poesia Falada com Poetas Azuis”, organizada pelo grupo que interpreta poesias de forma musicada, na quinta-feira (21) e sexta-feira (22), no horário de 19h às 22h. O encontro propõe estudar a forma adequada da leitura do poema e da interpretação do texto.

A oficina é gratuita e tem 20 vagas para inscritos maiores de 15 anos. As inscrições acontecerão no SAC do shopping. No sábado (23), o grupo Poetas Azuis e convidados farão um grande sarau poético a partir das 19h, na praça de alimentação.

A programação continua no dia 24 de maio, com a apresentação da peça teatral “A bicharada”, às 18h, na praça de alimentação. A história é inspirada em “Os Saltimbancos”, que foi adaptado de forma livre, continuando com a magia dos personagens: um jumento, um cachorro, uma gata e uma galinha, animais que falam, cantam e dançam.

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No dia 30 de maio, vai acontecer o 1º Encontro de Fãs do gênero Romances de Época, em uma livraria do shopping. Organizado pela editora Arqueiro e a livraria Nobel, o encontro terá brincadeiras, sorteio de brindes e bate-papo para falar sobre os lançamentos do gênero, como “Sir Phillip, com amor”, “Ligeiramente Maliciosos”, “Segredos de um Pecador” e “Paixão ao entardecer”. A programação inicia às 19h.

Encerrando a 1ª Maratona Literária, a Cia Em Cena e Grande Porte vai apresentar a peça “Super Gibizão”, no dia 31 de maio, às 18h, na praça de alimentação do shopping. O espetáculo é uma adaptação livre do texto “O Capitão Livrão”, do dramaturgo André Faxas.

A história “Super Gibizão” fala sobre Esmeralda, uma menina rica que não gosta de ler. Passa a maior parte do tempo falando ao celular e tablet ou jogando em seu videogame portátil. No entanto, se apaixona por Maurício, um garoto estudioso que irá incentivá-la a ler e a presenteia com um gibi. Na trama, há ainda a presença de super-herói e vilões.

Serviço:

1ª Maratona Literária
Dias: de 21 a 31 de maio
Local: Amapá Garden Shopping (Rodovia JK)
Entrada: gratuita

Fonte: G1 Amapá

 

Tarifa de R$ 2,10 volta a ser cobrada neste sábado

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A partir deste sábado, 9, a tarifa do transporte público em Macapá volta a ser cobrada no valor de R$ 2,10. Pela primeira vez na história da capital um reajuste autorizado judicialmente é derrubado por um recurso da Prefeitura de Macapá e Companhia de Trânsito e Transporte (CTMac).

Uma decisão judicial autorizou o reajuste da tarifa de R$ 2,10 para R$ 2,30 na tarde do dia 30 de abril, véspera do Dia do Trabalhador. O novo valor foi cobrado nesta quinta e sexta-feira pelas empresas de ônibus. Porém, por meio de um recurso feito pela Prefeitura de Macapá, a decisão foi revogada e a partir da meia noite deste sábado, as empresas são obrigadas a reduzir o valor para R$ 2,10.

A Prefeitura de Macapá e a população não aceitam um reajuste tarifário por um serviço de péssima qualidade. Um novo valor só pode ser discutido quando o serviço for digno, com segurança e obedecendo as necessidades da população que utiliza o transporte em Macapá.

Assessoria de Comunicação da PMM

Prefeitura de Macapá inicia campanha de vacinação contra gripe

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A Prefeitura de Macapá inicia na próxima segunda-feira, 4 de maio, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) do município, a vacinação contra o vírus Influenza, causador da gripe. A estimativa é que sejam imunizadas 88% das pessoas que compõem o grupo prioritário da campanha. Bebês a partir dos seis meses, crianças menores de cinco anos de idade, idosos a partir dos 60 anos, gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filhos nos últimos 45 dias), pessoas com doenças crônicas e os profissionais de saúde são o público-alvo da vacinação, que termina no dia 22 de maio.

Além da imunização contra a Gripe A H1N1, a campanha também irá proteger a população contra outros dois tipos do vírus Influenza: A (H3N2) e B. “É muito importante que o público-alvo vá até uma unidade de saúde para realizar a imunização. A vacina é segura, não apresenta reações adversas, além de ser a forma mais eficaz para a prevenção da gripe”, ressaltou a coordenadora municipal de Imunização, Jorsette Cantuária.

No sábado, 9 de maio, no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes), no bairro Infraero II, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) irá realizar o “Dia D” de mobilização. Além da vacinação, haverá uma programação voltada para a saúde da pessoa idosa, com diversas atividades direcionadas. Durante a campanha, os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais deverão apresentar dodownload (2)cumentos, como laudo médico, receita, carteirinhas dos programas de saúde, prescrição médica ou outro documento que comprove a sua condição clínica para receber vacina.

A vacina contra influenza é a trivalente, não contém vírus vivos e não causa a doença, sendo contraindicada a pessoas com alergia grave ao ovo de galinha e para aqueles que já apresentaram reação anafilática a doses anteriores.

Jamile Moreira/Asscom Semsa
Contatos: 9 8135-6508 e 9 8802-8647