Música de agora: Redemption Song (Canção de Redenção) – Bob Marley

Redemption Song (Canção de Redenção) – Bob MarleyVelhos piratas, sim, eles me roubaram

Me venderam para navios mercantes
Minutos depois de eles terem me tirado
Do poço sem fundo
Mas, minha mão foi fortalecida
Pela mão do Todo-Poderoso
Nós avançamos nessa geração
Triunfantemente

Ajude-me a cantar
Estas canções de liberdade
Pois, tudo que eu sempre tenho:
Canções de redenção
Canções de redenção

Libertem-se da escravidão mental
Ninguém além de nós mesmos pode libertar nossas mentes
Não tenha medo da energia atômica
Porque nenhum deles pode parar o tempo
Até quando vão matar nossos profetas
Enquanto nós permanecemos de lado, olhando?
Alguns dizem que isso faz parte
Nós temos que cumprir o Livro

Ajude-me a cantar
Estas canções de liberdade
Pois, tudo que eu sempre tenho:
Canções de redenção
Canções de redenção
Canções de redenção

Após sucesso do videoclipe da música “Passa, Tchonga”, cantor João Amorim faz show para a gravação ao vivo de seu DVD

Após o estrondoso sucesso do videoclipe da música “Passa, Tchonga”, o cantor amapaense João Amorim fará um show, marcado para às 20h do dia 8 de dezembro, no Teatro das Bacabeiras, quando será gravado ao vivo seu DVD, que contará com a referida música e outras canções do artista.

Os ingressos para o show custam R$ 20,00 (primeiro lote) e estão a venda pelo aplicativo WhatsApp nos contatos: 98139-4322 e 981267631. Ou pelo Direct da rede social Instagram (@joao_amorim) e Inbox no www.facebook.com/joaoamorimoficial .

“Passa, Tchonga”

“Passa, Tchonga” foi lançado no dia 1º de novembro e muito bem recebido pelo público amapaense, brasileiro e gringo.

Com locação na noite de Macapá, na orla e periferia da capital amapaense, com características da população local, o videoclipe da canção (composição de João Amorim e Paulo Bastos) fo assinado pelo diretor Henrique Santos, com roteiro de João Amorim e Mariana Andrade, além da produção de Thomé Azevedo, Richard Monteiro e Marcos Martins.

João Amorim

João Amorim é considerado a nova cara da música popular da Amazônia para o Mundo. A poesia musicada do artista aproveita os mais variados ritmos brasil-amazônicos, como o marabaixo, baião, batuque, salsa, funk soul, rumba e baladas eruditas. Entre os prêmios já conquistados, o Festival de Música da AABB, Sescanta Amapá 2010, 2012, 2016 e 2017 além da segunda colocação no Festival Lourenciano de Interpretação da Canção (FLIC) em 2017.

O cantor de renome compõe desde os 17 anos e apresenta mais de 40 composições no decorrer de sua trajetória artística, João Amorim marca as noites com seu encanto e simpatia ao cantar, contagia e interage com o público, fazendo o papel de um artista completo ao passar emoção com sua belíssima voz, entonando todos ao redor.

João Amorim é PHODA. Quem conhece o seu trabalho sabe que, além de talentoso músico, cantor e compositor, é uma das pessoas que fazem a cultura acontecer, pois é também organizador da Roda de Bandaia (que dissemina Marabaixo e Batuque) e incentivador de todas as expressões artísticas amapaenses. Sucesso ao artista!

Serviço:

Show de lançamento do DVD “Passa, Tchonga”, de João Amorim
Local: Teatro das Bacabeiras, no centro de Macapá.
Data: 08/12/2018
Hora: a partir das 20h.
Ingressos: R$ 20,00 (primeiro lote) e estão a venda pelo aplicativo WhatsApp nos contatos: 98139-4322 e 981267631. Ou pelo Direct da rede social Instagram (@joao_amorim) e Inbox (bate papo ) no Facebook, na página oficial do músico: www.facebook.com/joaoamorimoficial

Elton Tavares

Música de agora: Adriana Calcanhotto – Inverno

Adriana Calcanhotto – Inverno

No dia em que fui mais feliz
Eu vi um avião
Se espelhar no seu olhar
Até sumir

De lá pra cá não sei
Caminho ao longo do canal
Faço longas cartas pra ninguém
E o inverno no Leblon é quase glacial

Há algo que jamais se esclareceu:
Onde foi exatamente que larguei
Naquele dia mesmo
O leão que sempre cavalguei

Lá mesmo esqueci que o destino
Sempre me quis só
Num deserto sem saudade, sem remorso só
Sem amarras, barco embriagado ao mar

Não sei o que em mim
Só quer me lembrar
Que um dia o céu reuniu-se à terra um instante por nós dois
Um pouco antes do ocidente se assombrar

Música de agora: Esquadros – Adriana Calcanhoto e Renato Russo (1994)

Esquadros – Adriana Calcanhoto e Renato Russo (1994)

Eu ando pelo mundo prestando atenção
Em cores que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo, cores
Passeio pelo escuro
Eu presto muita atenção no que meu irmão ouve
E como uma segunda pele, um calo, uma casca,
Uma cápsula protetora
Ah! Eu quero chegar antes
Pra sinalizar o estar de cada coisa
Filtrar seus graus
Eu ando pelo mundo divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome nos meninos que têm fome

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela (quem é ela, quem é ela?)
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle

Eu ando pelo mundo
E os automóveis correm para quê?
As crianças correm para onde?
Trânsito entre dois lados de um lado
Eu gosto de opostos
Exponho o meu modo, me mostro

Eu ando pelo mundo divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome nos meninos que têm fome
Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
(quem é ela, quem é ela?)
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle

Eu ando pelo mundo
E os automóveis correm para quê?
As crianças correm para onde?
Transito entre dois lados de um lado
Eu gosto de opostos
Exponho o meu modo, me mostro
Eu canto pra quem?

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
(quem é ela, quem é ela?)
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle

Eu ando pelo mundo e meus amigos, cadê?
Minha alegria, meu cansaço?
Meu amor cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado
Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
(quem é ela, quem é ela?)

Música de agora: Tempo Perdido – Legião Urbana

Tempo Perdido – Legião Urbana

Todos os dias quando acordo
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo

Todos os dias antes de dormir
Lembro e esqueço como foi o dia
Sempre em frente
Não temos tempo a perder

Nosso suor sagrado
É bem mais belo que esse sangue amargo
E tão sério e selvagem
Selvagem, selvagem

Veja o sol dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega é da cor dos teus olhos
Castanhos

Então me abraça forte
E me diz mais uma vez que já estamos
Distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo

Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes acesas agora
O que foi escondido é o que se escondeu
E o que foi prometido, ninguém prometeu

Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens
Tão jovens, tão jovens

Loja Maçônica Duque de Caxias terá programação especial no Dia Nacional do Samba

O Dia Nacional do Samba é celebrado em 2 de dezembro. Para comemorar a data e confraternizar com seus membros, a Loja Maçônica Duque de Caxias preparou uma programação especial, que será realizada de 10h às 18h, em sua sede campestre.

De acordo com o Venerável Mestre da Duque de Caxias, Pedro Aurélio Penha Tavares, a programação, contará com apresentações musicais do Grupo Pilão e Chiquinho Santarém, com muito Samba, claro.

Além disso, vai rolar um Bingo (com cartelas à venda por somente R$ 10,00) com diversos prêmios. Também serão comercializados feijoada, churrasco, refrigerante, cerveja e água.

A área de lazer da sede campestre estará disponível para práticas esportivas e acesso à piscina.

Origem do Dia Nacional do Samba

O Dia do Samba foi criado em homenagem ao sambista Ary Barroso, compositor da música “Na Baixa do Sapateiro”, uma ode à Salvador, capital da Bahia.

O vereador baiano Luís Monteiro da Costa foi quem instituiu a data, marcando o dia em que Ary Barroso visitou a Bahia pela primeira vez, em 1940.

O Samba se transformou em símbolo de identidade nacional. E essa programação aí está excelente. Recomendo!

Serviço:

Evento: Comemoração do Dia Nacional do Samba
Local: Sede campestre da Loja Maçônica Duque de Caxias, no Complexo do Araxá.
Data: 02 de dezembro de 2018.
Hora: de 10h às 18h.
Cartela do Bingo: R$ 10,00.
Mais informações pelo telefone: 96-9972-0312 (Pedro Aurélio).

Elton Tavares

Música de agora: I Still Haven’t Found What I’m Looking For (Eu ainda não achei o que estou procurando) – U2

I Still Haven’t Found What I’m Looking For (Eu ainda não achei o que estou procurando) – U2

Eu escalei as mais altas montanhas
Eu corri através dos campos
Apenas para estar com você
Apenas para estar com você

Eu corri, eu rastejei
Eu escalei estes muros da cidade
Estes muros da cidade
Apenas para estar com você

Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando

Eu beijei lábios doces
Senti os dedos que curam
Queimava como fogo
Este desejo ardente

Eu falei na língua dos anjos
Eu segurei na mão do demônio
Era quente durante a noite
Eu estava frio como uma pedra

Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando

Eu acredito na vinda do reino
E então todas as cores sangrarão em uma só
Sangrarão em uma só
Mas, sim, eu continuo correndo

Você quebrou as algemas
Livrou-se das correntes
Carregou a cruz e
Toda a minha vergonha
Toda a minha vergonha
Você sabe que eu acredito

Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando
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Mas eu ainda não encontrei o que estou procurando

Música de agora: Na Primeira Manhã – Alceu Valença (com participação de Zizi Possi)

Na Primeira Manhã – Alceu Valença (com participação de Zizi Possi)

Na primeira manhã que te perdi
Acordei mais cansado que sozinho
Como um conde falando aos passarinhos
Como uma bumba-meu-boi sem capitão
E gemi como geme o arvoredo
Como a brisa descendo das colinas
Como quem perde o prumo e desatina
Como um boi no meio da multidão
Na segunda manhã que te perdi
Era tarde demais pra ser sozinho
Cruzei ruas, estradas e caminhos
Como um carro correndo em contramão
Pelo canto da boca num sussurro
Fiz um canto demente, absurdo
O lamento noturno dos viúvos
Como um gato gemendo no porão
Solidão.

Música de agora: Anunciação – Alceu Valença

Anunciação – Alceu Valença

Na bruma leve das paixões que vêm de dentro
Tu vens chegando pra brincar no meu quintal
No teu cavalo peito nu cabelo ao vento
E o sol quarando nossas roupas no varal
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
A voz de um anjo sussurrou no meu ouvido
E eu não duvido já escuto os teus sinais
Que tu virias numa manhã de domingo
Eu te anuncio nos sinos das catedrais

Música de agora: Raízes Aéreas – Banda Raízes Aéreas

Raízes Aéreas

Amigos me mandem notícias
Do norte do equador
Não me façam críticas
Não perguntem pelo meu amor

Assim as pedras vão rolar
Assim o tempo vai passar

Eu tô tal como um 14 Bis
Que voou pouco e foi feliz
Eu tô tal como uma flor de Lis
Que se libertou e quis ser raízes aéreas

Aéreas, aéreas, raízes aéreas ….

Aéreas, aéreas, raízes aéreas ….

Aéreas, aéreas, raízes aéreas ….

(Beto Oscar/Helder Brandão/Naldo Maranhão/Elder Espírito Santo)

Os Mocambos, pioneiros modernos do marabaixo

Por Fernando Rosa

O disco “Os Mocambos apresentam: Marabaixo – O folclore amapaense” é um dos registros mais raros da música do Norte do Brasil. O disco foi gravado em 1973, em Macapá, capital do Amapá, e lançado pelo lendário selo Rozemblit, de Recife, no mesmo ano. A história do disco é uma peça de resistência cultural, contada por Hernani Vitor Guedes, violonista e criador do grupo.

Em 2006, Hernani Victor Guedes publicou artigo no livro Rumos Brasil da Música, lançado pelo instituto Itaú Cultural. No artigo, “O Primeiro LP Independente do Amapá”, ele conta que o disco foi gravado em uma noite, no mês de maio de 1973. Em um estúdio improvisado na sala de uma casa, em Macapá, o grupo gravou as 12 músicas em apenas quatro horas.

Depois de oito meses da gravação, a fita chegou à gravadora Rozemblit, que lançou o disco no mesmo ano. O disco trazia o lado “A” com temas populares do marabaixo e, no outro lado, composições do grupo, com acento da MPB da época. Nesse meio tempo, a fita master foi roubada em Recife, depois localizada por um detetive contratado para tal. Um dos temas do disco – Aonde tu vaiz rapaz – foi regravado por Luiz Gonzaga, em 1975.

Natural de Cametá, no Pará, terra de Mestre Cupijó, Hernani havia feito contato com o marabaixo em viagens que fizera ao Amapá, nos anos 40. “Em Macapá quem dançava marabaixo ou batuque não era convidado para os bailes sociais”, lembrou ele em seu artigo sobre o disco. Já vivendo em Macapá, ele fez sucesso com Os Mocambos nos anos sessenta, tocando em bailes.

Segundo o Wikipedia, o marabaixo é uma manifestação folclórica amazônica, que inclui ritmo musical (ladrão) e também uma dança de roda de origem africana. O nome também se aplica ao tambor utilizado nesse estilo musical, chamado de “caixa de marabaixo” Atualmente, é a maior tradição cultural da região, realizada durante os festejos em louvor aos santos padroeiros das comunidades afro-descendentes do Amapá, sendo um dos símbolos da cultura amapaense.

De acordo como Danniela Ramos, do Grupo Marabaixo do Laguinho, “o termo ‘ladrão’ é utilizado para as músicas (cantigas) de marabaixo pelo fato dos seus compositores, antigamente a maioria analfabetos, mas que tinham o raciocínio incrível, e tudo o que eles visualizavam virava música”. “Todo o cotidiano da comunidade em que viviam virava música, daí o termo ladrão de marabaixo”.

Segundo o jornal, O Diário do Amapá, o marabaixo está presente principalmente nos bairros do Laguinho e Santa Rita, na zona urbana de Macapá; mas também em outras comunidades negras do Amapá, como Mazagão Velho, Campina Grande, Lagoa dos Índios, Coração, Curiaú, Maruanum, entre outras. O Marabaixo é a maior e mais autêntica expressão cultural do povo amapaense.

O Marabaixo é originário do Marrocos, onde o mar era o lugar mais próximo das terras natais dos africanos escravizados. Assim, como forma de expressar seus lamentos diário criaram o “mar-a-baixo”. O gênero chegou ao Brasil no século XVIII, na transferência da colônia portuguesa de Mazagan (atual El Jadida), no Marrocos, para a fundação da comunidade Nova Mazagão, no Amapá

*Fernando Rosa é jornalista, produtor cultural, editor do portal Senhor F e colaborador do site Rádio Peão Brasil.

Fonte: Rádio Peão Brasil

Música de agora: Passa, tchonga! – Composição: João Amorim e Paulinho Bastos


Passa, tchonga! – Composição: João Amorim e Paulinho Bastos

Se ele é bonito mas não deixa tu dançar/ larga o tchonga!
Volta pra bandaia e bota a fila pra andar/ brinca só quem quer brincar
Se ele quer ir embora então deixa ele passar/ Passa, tchonga!
Volta pra bandaia e bota a fila pra andar/ brinca só quem quer brincar

Eu não sou daqui sou de Macapá/ e levo assim sem frescura
A cura eu trago no bolso e não dou pra qualquer um
Não sou modelo e nem pretendo ser/ tenho desejos como todo ser
Mas não vou ficar amofinado feito paca frente a iminente caça
Cada passo é uma varada, olha lá…
De pavulagem o mundo já tá cheio/ de saco de pancada eu já não sou recheio
Então deixa pra lá.

Música de agora: Uns Dias Os – Paralamas do Sucesso

Uns Dias Os – Paralamas do Sucesso

O expresso do oriente
Rasga a noite, passa rente
E leva tanta gente
Que eu até perdi a conta
E nem te contei uma novidade, quente
Eu nem te contei

Eu tive fora uns dias
Numa onda diferente
E provei tantas frutas
Que te deixariam tonta
Eu nem te falei
Da vertigem que se sente
Eu nem te falei

Que te procurei
Pra me confessar
Eu chorava de amor
E não porque eu sofria

Mas você chegou já era dia

E não estava sozinha
Eu tive fora uns dias
Eu te odiei uns dias
Eu quis te matar

Música de agora: Meu Erro – Os Paralamas do Sucesso

Meu Erro – Os Paralamas do Sucesso

Eu quis dizer
Você não quis escutar
Agora não peça
Não me faça promessas
Eu não quero te ver
Nem quero acreditar
Que vai ser diferente
Que tudo mudou

Você diz não saber
O que houve de errado
E o meu erro foi crer que estar ao seu lado, bastaria
Ah meu Deus era tudo o que eu queria
Eu dizia o seu nome
Não, me abandone

Mesmo querendo eu não vou me enganar
Eu conheço os seus passos
Eu vejo os seus erros
Não há nada de novo
Ainda somos iguais
Então não me chame
Não olhe pra trás

Você diz não saber
O que houve de errado
E o meu erro foi crer que estar ao seu lado, bastaria
Ah meu Deus era tudo o que eu queria
Eu dizia o seu nome
Não, me abandone jamais

Mesmo querendo eu não vou me enganar
Eu conheço os seus passos
Eu vejo os seus erros
Não há nada de novo
Ainda somos iguais
Então não me chame
Não olhe pra trás

Você diz não saber
O que houve de errado
E o meu erro foi crer que estar ao seu lado, bastaria
Ah meu Deus era tudo o que eu queria
Eu dizia o seu nome
Não, me abandone jamais
Não, me abandone jamais
Não, me abandone jamais
Ooh, não me abandone jamais …