Ministro de Bolsonaro diz que Amazônia é formada por 87% de Mata Atlântica – Égua-moleque-tu-é-doido!!

Contando, ninguém acredita.
Ouvindo, também não.
Vendo, muito menos.
Assistam, de qualquer forma, ao vídeo acima e tentem acreditar no que vão ouvir e ver.
É um entrevista de Fábio Faria, ministro das Comunicações do governo Bolsonaro, à CNN.
Ele é um mestre.
Não sei se sabe se o seu currículo tem inconsistências, como o de Decotelli, aquele que não se tem certeza nem se concluiu o jardim de infância.


Mas Faria é um mestre na arte de comunicar bem.
Ele diz que 87% da Região Amazônia são formados pela Mata Atlântica.
Não se sabe se essa mata atlântica está na Amazônia que fica na terra plana ou na terra redonda.
Precisamos perguntar para Olavo de Carvalho.

Fonte: Espaço Aberto

Leitura alternativa do calendário maia sugere que o fim do mundo é hoje, 21 de junho – Égua-moleque-tu-é-doido!

Calendário maia antigo – Imagem New York Post

Se você pensou que COVID-19, distúrbios civis, gafanhotos, erupções vulcânicas e furacões sinalizaram o Armageddon – você pode estar certo!

A leitura do calendário maia estava errada, de acordo com uma teoria da conspiração no Twitter, e, embora o mundo não tenha terminado em 21 de dezembro de 2012, como foi originalmente profetizado pelos leitores do calendário, o dia do juízo maia é em algum momento. Postagens em redes sociais sugerem que houve um erro de cálculo e que na verdade o mundo acabaria em 21 de junho de 2020. Dia também conhecido como HOJE.

Após o calendário juliano, estamos tecnicamente em 2012… O número de dias perdidos em um ano devido à mudança para o calendário gregoriano é de 11 dias. Durante 268 anos, usando o calendário gregoriano (1752-2020) vezes 11 dias = 2.948 dias. 2.948 dias / 365 dias (por ano) = 8 anos ”, twittou o cientista Paolo Tagaloguin na semana passada, de acordo com o Sol. A série de tweets já foi excluída.

Se Tagaloguin estiver correto, somando todos os dias perdidos, a data do juízo final maia é … esta semana.

Em 2012, os teóricos do dia do juízo final estavam convencidos de que o mundo estava terminando em 21 de dezembro, e hordas de fiéis se reuniram em locais maias no México e na Guatemala – apenas para ficar desapontados e sujos devido à falta de saneamento nas pirâmides maias antigas.


Meu comentário: Bom, como eu disse, na virada de 1999 para o ano 2000, nos tempos do famoso “Bug do Milênio”; em 2012, por conta do tal calendário Maia (a existência se extinguiria em 12/12/2012 como dito no texto acima) e a teoria da facção religiosa chamada de “Deus Pentecostais em Camuy” (que afirmou que o fim chegaria entre os dias 22 e 28 de setembro de 2015, por meio de um asteroide); em 29 de julho de 2016 ( quando os polos da Terra se inverteriam, causando uma mudança de temperatura tão drástica que o planeta vai se tornar inóspito para a raça humana, provocando sua extinção) e em 2017, quando um asteroide arrepiaria tudo aqui,  repito: se o mundo acabar, minha vida valeu a pena. E como valeu!

Nessa vida, que segundo a previsão da tal releitura do calendário maia, está na reta dos boxes, curti, amei e honrei minha família e amigos; namorei muito; viajei bastante; bebi e comi demais; amanheci na farra incontáveis vezes; dei porrada em safados de todo tipo (verbal, textual e fisicamente); assisti a shows de rock; escrevi e disse o que quis para quem gosto e para os que detesto; pulei carnaval; vi o Flamengo ganhar vários títulos e a seleção brasileira ser campeã do mundo duas vezes; trabalhei e fui reconhecido; fui amado e também odiado quase na mesma proporção.

Portanto, querido leitorado deste site, se mesmo rolar apocalipse, diga “eu te amo” para familiares, amigos de verdade e seus amores. E que todos nós levemos o farelo. Pois, se ficarem uns gatos pingados pra contar vantagem, aí é sacanagem!

Apesar de eu ter certeza que é só mais um papo furado, caso este editor estiver errado, tenham um ótimo fim. Senão, este site seguirá com sua programação normal. É isso.

Elton Tavares

Fontes:    OVNI Hoje   , History &    New York Post 

Frases, contos e histórias do Cleomar (Parte VIII)

Tenho dito aqui, desde fevereiro de 2018, que meu amigo Cleomar Almeida é cômico no Facebook (e na vida). Ele, que é um competente engenheiro, é também a pavulagem, gentebonisse, presepada e boçalidade em pessoa, como poucos que conheço. Um maluco divertido, inteligente, gaiato, espirituoso e de bem com a vida. Dono de célebres frases como “ajeitando, todo mundo se dá bem” e do “ei!” mais conhecido dos botecos da cidade, além de inventor do “PRI” (Plano de Recuperação da Imagem), quando você tá queimado. Quem conhece, sabe.

Na mesma linha da PRIMEIRA, SEGUNDA, TERCEIRA, QUARTA, QUINTA, SEXTA e SÉTIMA edições sobre seus papos no Facebook, mais uma vez selecionei alguns de seus relatos hilários na referida rede social. Saquem o sétimo capítulo dos disparos virtuais do nosso pávulo e hilário amigo. Boa leitura (e risos):

Papa

Se o Papa que é Santo perde o controle, avalie eu, que sou meio doido!

Governo Bozo

Esses bichos não gostam de professor, de estudante, não gostam de índio, de preto, não gostam de árvore, de funcionário público, não gostam de mulher, de viado nem pensar, não gostam de empregada doméstica. De onde saíram esses filhos de putas, que só sabem não gostar?

Não dá

Alguém avisa a moçada aí que não dá pra ser nazista, índio, negro e latino americano ao mesmo tempo.

BBB

Vendo o Piong levando esporro em rede nacional, lembrei de meu amigo Cayo Mira, que ainda ontem me dizia – “Negão, a birita antes de te matar, ela te humilha, te faz passar vergonha!!!”

Parasita

Se eu tivesse votado no cara, e o ministro dele viesse me chamar de parasita, eu ia ficar muito puto. Fica putinho não, tu não podes nem reclamar.

Samba e beleza

Sobre o Show do Diogo Nogueira, apesar de muita gente achar que somos muito parecidos, devo admitir, ele canta melhor que eu.

Prejuízo

Os eletrodomésticos aqui de casa parece que adivinham quando meu pagamento vai sair.

Vírus transfronteiriço

Eu morrendo de medo do Corona Vírus, afinal já chegou na França, logo alí, passando o Oiapoque.

Panemagem

Povo falando da abstinência no carnaval e aí eu te pergunto, na real, quantos carnavais faz que tu não comes ninguém? Preocupação desnecessária!

Blefo

Agora a pouco fui buscar minha filha no shopping e vi dois caras quase brigando por causa de uma vaga daquelas de beira de rua. Se tu não tens dinheiro pra pagar nem o estacionamento praga, o que diabos tu vais fazer no shopping? Tá liso, faz que nem eu, fica em casa miséria!!!!

Corona Vírus e Olimpíadas

Minha mulher vendo a reportagem sobre o Corona Vírus e o adiamento das Olimpíadas:
– Eu é que não iria pra essa Olimpíada.
– Ei bonita, não iria não, tu não vais, com ou sem Corona Vírus! ??

Bolsonaristas

Bicho, se tu és Bolsonarista, nem perde teu tempo mandando solicitação de amizade, aqui só terás aporrinhação.

Velocidade no diagnóstico do boato

O primeiro caso de Corona Vírus demorou quase dez dias pra ser diagnosticado em São Paulo, aqui em Macapá em duas horas a gente já confirmou. “A gente semos foda!”

Ronaldinho Gaúcho

Toda vez que você se sentir meio abestado, lembra do Ronaldinho, que usou um passaporte falso pra entrar no Paraguai.

Proibição de marchinhas é sintoma de fascismo cultural

Por Simão Pessoa

Algumas decisões politicamente corretas são tão absurdas, tão próximas do ridículo que até artistas consagrados são contra. É o que está acontecendo com o fascismo cultural envolvido na censura às músicas consideradas incorretas nos repertórios das bandas e blocos de rua.

A lista é considerável. Segundo o Estadão, O Cordão do Boitatá, no Rio, decidiu acatar a proibição de não tocar O Teu Cabelo Não Nega, de Lamartine Babo. Os versos “mas como a cor não pega, mulata / mulata eu quero o teu amor” seriam os vilões de um mundo que não condizia com a realidade.

Outro clássico das marchinhas de carnaval que fizeram a alegria de muitos, Ai que Saudades da Amélia, que Mario Lago e Ataulfo Alves fizeram em 1942, já está na lista das “proibidas do carnaval”.

O próprio Caetano Veloso diz: “Sou mulato e adoro a palavra mulato: é como o país é chamado em Aquarela do Brasil, que é nosso hino não oficial. Sempre detestei A Cabeleira do Zezé por causa do refrão “corta o cabelo dele”, que é repetido como incitação a um quase linchamento. Mas não tenho vontade de proibir nada”. Às vezes, até o polêmico baiano tem noção do ridículo.

A folia contra o bom-senso também chegou a São Paulo onde alguns blocos se posicionaram a favor do cuidado com o que iriam tocar para não reforçarem supostos preconceitos. A clássica Índio Quer Apito foi vetada por ser depreciativa aos costumes e hábitos dos nossos silvícolas.

O compositor João Roberto Kelly tem cerca de 100 marchinhas, todas diametralmente opostas às ideias da patrulha do mimimi: Cabeleira do Zezé, Menino Gay, Maria Sapatão e Mulata Bossa Nova são algumas.

“Nunca vi um patrulhamento tão grande, nem no tempo da ditadura. Carnaval é brincadeira, meu querido. A gente goza do careca, do barrigudo, não podemos levar as coisas ao pé da letra”, ensina ele.

Tom Zé é outro que se assusta quando ouve que sambistas estão deixando de tocar Amélia. “Puxa vida, mas ela era uma mulher tão dedicada… Carnaval é a época de fazer tudo ao contrário, mas agora querem consertar o mundo.”

“Estão querendo mostrar serviço no lugar errado”, insiste Djavan. Para ele, a discussão do reforço de estereótipos precisa passar, antes, pela educação. “O racismo está ligado à falta de formação, desde sempre.”

Ney Matogrosso reforça a opinião de que há patrulhamento desnecessário. Ele lembra que Maria Sapatão, por exemplo, não fala mal da mulher quando diz que “o sapatão está na moda, o mundo aplaudiu / É um barato, é um sucesso / dentro e fora do Brasil”.

“Estão gastando energia com coisas desnecessárias”, afirma.

O pesquisador Tárik de Souza também fala: “Ninguém pode ser obrigado a cantar o que não quer. Mas a volta da censura, mesmo que por razões consideradas nobres, é algo assustador. O carnaval tem sempre um sentido anárquico e caricatural. Já pensou se forem revisar também as chanchadas da Atlântida, vetar os personagens malvados e politicamente incorretos dos folhetins de TV? Vamos acabar num quartel ou num colégio de freiras carmelitas…”

Reforçando a hipocrisia da patrulha do mimimi, Ruy Castro, outro pesquisador, se atenta ao termo “mulata”: “Das dezenas de marchas que falam da mulata, muitas foram compostas por Assis Valente, Wilson Baptista, Haroldo Lobo, a dupla Zé e Zilda, Haroldo Barbosa, Monsueto Menezes etc. etc., e lançadas por cantores como Orlando Silva, Silvio Caldas, Aracy de Almeida, Carmen Costa, Ciro Monteiro, Moreira da Silva, Jorge Veiga, Ângela Maria etc. etc.. Todos mulatos. E não viam nenhum problema nisso.”

Fonte: Blog do Simão

O “Mó Sabido” e o papo furado

Tem gente que conhecemos há tempos, não possuímos nenhuma afinidade e tratamos bem por conta de amigos em comum. É o caso de “Mó Sabido” (na verdade o cara é um completo imbecil, mas se acha sabidão, por isso o rotulei assim). 
Mó Sabido é um bom guitarrista. Eu o conheço desde que ele era um adolescente. Sou amigo de sua irmã mais velha, que aliás é uma excelente cantora. Mas o pobre Mó não, ele é instrumentista e passa longe de ser um cantor.
Mó Sabido sempre foi um bom músico de apoio. Mas ofuscado pelo talento de sua irmã Dolores Morissette (Bel, arrumei esse apelido por gostar quando você canta as duas) e Mandela (o caçula dos três músicos, canta bem e toca pra caramba). Eu até falei do Mó Sabido aqui, quando ele tocou com os Brothers, mas só por isso. 
Um tanto ridículo, Mó Sabido resolveu tocar em “shows acústicos”, uma mistura de cover dos los patetas e execução de canções pop rock bem batidas. Nem preciso dizer que, por conta de sua voz ‘slow-motion’, tais apresentações monótonas são  uma verdadeira tortura sonora. 
Sem falar que Mó Sabido é um tonto xarope, pois possui papinhos furados e conversas inúteis, que agradam somente as “roqueiras” de final de semana. Sei disso por já ter tentado bater papo com o figura. Mas ele é demais coquinho. 
Eu poderia ignorar a mediocridade e a falta de senso do ridículo do projeto de cantor. Mas descobri que ele possui um talento descomunal em distorcer o que outros falam, pois o figura inventou que EU afirmei que músicos são vagabundos. Logo eu, que sempre divulgo todo tipo de arte, principalmente bandas e tocadores em geral. 
Sobre a mentira de Mó, leiam essa postagem do mês passado e tirem suas conclusões: http://eltonvaletavares.blogspot.com.br/2013/11/hoje-e-o-dia-do-musico-post-em.html
Já sobre o tal “Sabido”, ele tem sorte de eu gostar muito de sua família, senão o cara ia pegar uns tapas pra aprender a não falar merda. É isso!
Elton Tavares

A Sexta-Feira 13 e suas lendas


Hoje é sexta-feira 13. Rolam muitas lendas e superstições sobre a data .Não é fácil explicar o motivo pelo qual muitos temem as sextas-feiras 13.  Mas alguns supostos eventos, de acordo com algumas crenças e história, amaldiçoaram a o dia.

As histórias mais conhecidas envolvem a crucificação de Jesus Cristo, que teria ocorrido numa sexta-feira, já que a páscoa judaica é comemorada no dia 14 do mês de Nissan, segundo o calendário Hebraico, além do fato que após uma ceia com 13 pessoas (os 12 apóstolos e o próprio Jesus). 

Também existe um conto da mitologia nórdica, em que um jantar para 12 deuses foi invadido por Loki, o espírito da discórdia, e resultou na morte de Balder, divindade da Justiça, o favorito dos deuses. Por isso é considerado mal agouro convidar treze pessoas para um jantar, mas tem pessoas que também consideram mal agouro porque os conjuntos de mesa são constituídos por 12 copos, 12 pratos e 12 talheres.

Outra lenda diz que a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.
De volta ao cristianismo, historiadores apontam o 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, como o dia em que o Rei francês Filipe IV declarou ilegal a Ordem dos Templários, cujos membros foram torturados e mortos por heresia.

Além das crenças antigas, a propagação do 12 como número completo, utilizado para medir os meses, signos do Zodíaco e tribos de Israel, desvalorizou o 13, cujo medo irracional causado nas pessoas ganhou o pomposo nome de triscaidecafobia – e, no caso do temor da própria sexta-feira 13, parascavedecatriafobia.

Seja qual for a versão oficial, o que importa é que seu efeito assusta e seduz a nossa imaginação. Seu mau agouro serve como inspiração para a produção de filmes e músicas no intuito de entreter e assustar.

O mais famoso representante dessa leva é a série de filmes “Sexta-Feira 13”, que conta a história do assassino Jason Voorhees, que após morrer afogado ainda jovem, volta para assombrar aqueles que se aventuram pela colônia de férias Crystal Lake.

Apesar das dezenas de tiros, facadas e machadadas, o deformado psicopata, que esconde seu rosto por trás de uma máscara de hockey, sempre sobrevive para mais uma sessão de assassinatos. A lenda ainda afirma que Jason, não por acaso, nasceu em 13 de junho de 1946, uma sexta-feira.

O Jason já deve estar assombrando por aí, com o seu terçado em punho, no imaginário de alguns malucos. Agora falando sério, hoje é sexta, o dia mais legal da semana, pois toda sexta promete. 

Então isso não tem nada de azar e sim muita sorte. Vamos todos assombrar, confraternizar, beber cerveja, papear, rir e tudo o que nos fizer felizes. Afinal, sexta, 13 ou não, é o dia (ou noite) internacional da farra.

Elton Tavares


O perfil fake da Dilma vai virar perfil oficial?


Os assessores da presidenta Dilma Rousseff informaram, recentemente, que tentam encontrar um espaço na agenda presidencial para realizar uma reunião entre Dilma e o criador da “Dilma Bolada”, Jeferson Monteiro. Jeferson já anunciou que tem planos de investir ainda mais na personagem. “Vai ter um ‘Dilma Store’, com camisetas e canecas dizendo assim: ‘Se sua pomba não gira, não tente parar a minha’, e ‘não me dê bom dia, me dê resultados”, contou.
Segundo o jornal Folha de São Paulo, o Governo Federal acredita que Dilma Bolada chama atenção por “aproximar caricatura e personagem real”.  Só falta Dilma oficializar que orienta e comanda o seu perfil engraçadinho, recebendo-o no Palácio do Planalto. 

Fim do blog De Rocha


De acordo com o Calendário Maia, o fim do mundo está previsto para amanhã (21), um encerramento de um ciclo de 5125 anos.. Sim, o Apocalipse, segundo eles. Bom, se rolar essa parada, eu curti muito por aqui. E você, viveu ou  somente existiu? 

Sobre o fim do mundo, escrevi este texto:
http://eltonvaletavares.blogspot.com/2012/12/devaneio-de-hoje-se-o-mundo-acabar.html

Bom, nos veremos no juízo final. Ah, se o mundo não acabar, amanhã o blog volta à sua programação normal.

Elton Tavares

10 maneiras de ser um bom jornalista (risos)


Mais cedo ou mais tarde o foca percebe que precisa de algo mais para imegir socialmente entre os novos colegas jornalistas. Ser legal não é suficiente. Ser bonita(o) serve, mas apenas para o sexo oposto – e às vezes para o mesmo, também. Ser muito inteligente causa discórdia. Para que o pobre neófito redacional não se sinta perdido ao adentrar no viveiro de cobras malcriadas da redação, eu ofereço aqui carinhosamente algumas dicas preciosas. Mas atenção: não me responsabilizo por eventuais efeitos colaterais.

1 – Seja escroto

Caso você ainda não saiba, ser bonzinho está totalmente fora de moda. Só é respeitável o jornalista que tem pinta de malvado e fala muito palavrão. É claro que poucos são maus de verdade, mas o importante é a aparência. Você nem precisa ser totalmente perverso; basta demonstrar um certo viés negativo, obscuro, como se estivesse perdendo a luta para não se deixar levar pelo lado negro da força.

Quando as pessoas olharem para você, não é necessário que vejam um psicopata completo. Meio psicopata já basta. Sua imagem deve deixar uma leve incerteza no ar sobre se você realmente tropeça velhinhas na rua, cuspiu no tapete do Papa ou peida em elevador cheio.


2 – Fale mal de tudo

É uma clara continuação do primeiro tópico: nunca algo estará satisfatório para alguém realmente malvado. No seu jornal, o pauteiro é burro, o editor é anta, o chefe é jumento, a empresa é uma Arca de Noé e os textos publicados são todos uns excrementos – exceto o seu e de um ou outro amigo próximo. Aliás, quando o seu texto sai ruim, a culpa é do editor. E se você é editor, obviamente, os repórteres é que são os analfabetos.

Se este procedimento for feito da maneira correta, em vez de ser execrado você será respeitado. Eventualmente poderá ser demitido, mas continuará respeitado.

3 – Use drogas

Não só as lícitas, seu bundão. Mas comecemos por elas. Encher a cara é elementar para interagir, de preferência tendo várias histórias hilárias de porres. Quanto maior o ridículo já passado por conta do álcool, maior respeito ser-lhe-á imputado.

Um dia desses conheci um antigo repórter da Província e do Diário perambulando como mendigo na rua, barba de noé, fala atrapalhada, mas frases coesas. Ele contou rápido sua história, citou muitos jornalistas que conhecia e no final, disse “perdi para a cana…”. De súbito, me veio um respeito enorme por ele.

O cigarro também dá um certo ar de confiabilidade. Não se preocupe, ninguém olha para seu pulmão preto. E cada vez menos jornalistas se preocupam em negar o uso da maconha, já tão comum. O fininho é útil, pois dá um ar de guerrilheiro zapatista. Já outros entorpecentes não são assim muito necessários, mas se quiser usar, tanto faz. O que é um peido pra quem tá cagado?


4 – Tenha pose

No fundo, jornalistas se acham. No raso, têm certeza. Treine o olhar de Clark Gable, segure o cigarro com pose de atores dos anos cinquenta e mentalize “eu sou safo” como um mantra. Tudo isso ajudará a convencer os outros e você próprio do estupendo glamour da profissão. Você tenta se segurar, mas isso exala inevitavelmente do seu ser.

Sua pose deve mostrar o quanto você é mau. Na hora do trabalho, é interessante alternar momentos de gargalhadas em altos decibéis com olhares de seriedade profunda. Só não alterne demais os dois momentos, porque esquizofrenia e bipolaridade ainda não são desejáveis na redação. A não ser que você seja chefe, claro.


5 – Auto promova-se

De vez em quando comece frases com expressões do tipo “quando eu ganhei o prêmio tal…” e “porque a minha manchete de ontem…”. Jornalista não tem o menor pudor em se exibir. Em qualquer trunfo passe verniz, multiplique por três e propague com um certo tédio, como se já fosse corriqueiro na sua vida.

Em momentos que quiser mostrar sua humildade e modéstia, solte frases com a seguinte fórmula: “Fulano nunca ______(algo que você já fez) e já tá se achando”. Por mais ridícula que a auto promoção soe, é incrível como funciona. É uma espécie de marketing pessoal extremo.

Óbvio que se você exagerar, vai acabar sendo mal visto. A não ser que seja chefe, claro. Chefe é sempre mal visto.


6 – Seja uma pseudo-enciclopédia

Seja metido a saber de tudo. Soltar jargões profissionais de qualquer área faz você parecer muito safo. Afinal, em poucos meses de labuta, qualquer estagiário já entrevistou macumbeiros, astronautas, artistas querendo aparecer, políticos querendo desaparecer, físicos nucleares, policiais torturadores e até acopladores de carga de caneta Bic. Basta escrever uma matéria especial sobre construção civil para o jornalista ganhar especialização em engenharia.

Assim, você sempre sabe um pouco mais do que todo mundo. Sobre qualquer fato relevante na política e economia, você é capaz de soltar “mas isso não é tudo” ou “tem muita coisa por trás disso que vocês não sabem…”. Nunca revele o segredo, claro. Apenas deixe no ar que seu conhecimento sobre o tema tem a espessura e profundidade de um buraco negro alargado pelo Kid Bengala.


7 – Seja competente

De forma alguma chega a ser uma condição impreterível, mas até que ajuda. Mas atenção: só tem o efeito esperado se praticada em conjunto com as últimas duas dicas.


8 – Seja estranho

Jornalista não é muito normal e tem orgulho disso. A esquisitisse é uma forma de se diferenciar dos seres inferiores – tipo publicitários, marqueteiros e afins. Então aflore seu lado underground e regue sua genialidade incompreendida. Use roupas “originais”, tenha seu próprio “estilo” e demonstre “personalidade”, assim mesmo, entre aspas. Lembre-se: qualquer coisa diferente e de difícil compreensão tende a ser respeitada.


9 – Dê para alguém

Não é só dar uma vezinha. E também não é para qualquer um. Namorar um superior ou veterano de redação pode ajudar na interação com os demais colegas. Vale para relações homo e hetero, já que redações são apinhadas de viados. Se não funcionar para ganhar o respeito de todos, ao menos de seu par você já conseguiu.

Agora, se quiser sair dando para todo mundo, ninguém vai reclamar. Só temo que isso afaste você do objetivo deste post.


10 – Integre-se a uma panelinha

Essa aqui vale até para grupos de cefalópodes. Se depois de tudo isso você não ganhar a simpatia dos colegas, faça vestibulinho pra publicidade e seja feliz.



Meu coment: Não concordo com tudo, mas achei muito engraçado. Como melhor jornalista lá da minha casa e revisor de textos de amigos, já vi essas caracteristicas acima em várias pessoas e em algumas, todas elas.

Cansado de lutar no Mortal Kombat, Rayden vende mingau nas ruas de Macapá


O sábio e poderoso Rayden, semi Deus do Trovão e protetor do reino da Terra, cansado de lutar e orientar os mocinhos no Mortal Kombat (conhecido jogo de luta entre os fissurados em videogame) hoje vende mingau pelas ruas de Macapá. 

E isso sem usar suas habilidades sobrenaturais, como teleportar-se, controlar raios e voar. Como é imortal, Rayden pode mudar de profissão quantas vezes quiser. Isso explica porque as chuvas que caem na capital amapaense estão tão recheadas de raios. 

Flamengo cobra gols perdidos de Deivid na Justiça


Após um dos mais incríveis gols perdidos da história do Futebol, o Flamengo resolveu dar o troco e também irá cobrar o também o atacante Deivid através da justiça. O clube alega estar há 19 meses sem receber os resultados do jogador dentro de campo.


Caso perca mais um gol desses, Deivid poderá pedir música no programa Acredite se quiser. Quem também está de olho no atacante é o empresário Silvio Santos. O dono do SBT quer voltar com o quadro “Isto é incrível”.

Leonardo Lanna (com reportagem de Rafael Lube)



Fonte: http://www.sensacionalista.com.br/2012/02/22/flamengo-cobra-gols-perdidos-de-deivid-na-justica/

Fim do mundo

De acordo com a Family Stations, emissora transmite programas religiosos nas estações de rádio do EUA e para o resto planeta, o fim do mundo está previsto para amanhã (21). Sim, foi prorrogado, pois a primeira previsão era para 21 de maio de 2011 (esse pessoal leva a sério o tal “faz um 21″). 

Como não sou santo, encontro os brothers na filona para as chamas, iremos queimar por lá e escutar rock durante toda a eternidade. Aos que irão para o grande campo de golfe, onde todos estarão vestidos de branco, bom tédio para vocês. Nos vemos no juízo final. Ah, se o mundo não acabar, amanhã o blog volta à sua programação normal.

Elton Tavares

A violência é tão fascinante e nossas vidas são tão normais

                                                                                       Por Elton Tavares

Imagem do filme “Clube da Luta”.
Ainda pouco, assistindo uma briga de vizinho, lembrei da frase de Renato Russo: “A violência é tão fascinante e nossas vidas são tão normais”. Eu adoro ver um porradal, pode parecer grotesco, burrice ou algo assim, mas no fundo, muita gente dá valor num pé de porrada “mano a mano”. Trata-se daquele tipo de briga sem armas, só tabefe, pontapé, bicuda, socos e etc.

Aí virão os chatérrimos politicamente corretos e dirão: “violência não leva a nada” ou “violência só gera violência”. Concordo, mas ver uma porradinha de vez em quando é bacana sim.

Lembro quando a minha lei era no braço, eu realmente não levava desaforo para casa. Mas nunca briguei sem um motivo relativamente justo. Quase sempre foi para defender amigos.

Imagem do filme “Laranja Mecânica”
Claro que houve momentos estúpidos como surtos de ciúme, mas faz parte da coisa, principalmente quando se é adolescente ou tem 20 e poucos anos. Ah, eu ganhei no mínimo 80% delas. É, eu era marrento (risos).

Hoje em dia, brigo mais com palavras e argumentos, mas não arrego se o bicho pegar. E não adianta se for jiujiteiro (é a moda), maromba, malaco ou playboy. Dá para cair dentro sem problema algum. Sabem por que penso assim? Porque em momentos extremos, um murro vale mais que mil palavras.

Resumindo o devaneio da madruga de domingo, “A violência é tão fascinante e nossas vidas são tão normais”. Mas a paz é sempre mais legal. Tenham todos um excelente domingo. Abraços na geral!