Poema de agora: Carrascas Carcaças – (@cantigadeninar)

Carrascas Carcaças

os corpos jogados ao chão
pedem por paz
paz que, no fundo,
sequer desejam

repetido falatório
criticam
digitam
[na cadeira do escritório
que os movimentos
não se movimentam
e quando os movimentos
se movimentam
chamam todos de vagabundos

verdadeiro banquete:
os sábios da internet

ironizam as flores
no campo de batalha
nas carabinas
abraços nos militares
xingam de vândalos
os que revidam
os que quebram ônibus
e altares

os corpos não desejam a paz
que pedem
querem
num zás
a solução
nunca apoiaram a revolução
tampouco o fim da corrupção
conformam-se em cumprir agenda
e reclamar
na sala de estar
sem sair do lugar
enquanto sonegam o imposto de renda.

Lara Utzig

Programação diversificada marcará edição de novembro do Luau na Samaúma

Acontecerá nesta sexta-feira, 15, mais uma edição do Luau na Samaúma. A programação está recheada de oportunidades para os empreendedores e também para a população aproveitar todos os espaços com a família inteira. O ponto de encontro é aos pés da samaúma, no Araxá.

Haverá feira de artesanato, venda de comidas típicas e foodtrucks, exposição e comercialização de discos de vinil, exposição de objetos antigos, distribuição de mudas de plantas, simulador de impacto, feiras de produtos do campo, oficinas de minichefes, amostra de arte da galeria Art Amazon, tenda literária com exposição e comercialização de livros e declamações poéticas com Alieap (Associação Literária do Estado do Amapá. O Luau na Samaúma é organizado pela Prefeitura de Macapá, Ministério Público Estadual, Sebrae e Governo do Estado.

Confira a programação:

– Feira de artesanato – com a feira afro e projeto Mulheres que Fazem – Instituto Municipal de Política e Promoção de Igualdade Racial (Improir) e Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres;
– Exposições diversas;
– Venda de comidas típicas e foodtrucks;
– Exposição e comercialização discos de vinil;
– Exposição objetos antigos;
– Simulador de impacto – CTMac;
– Feiras de produtos do campo – Sebrae;
– Oficinas de minichefes – Sebrae – Exposição de artes visuais;
– Tenda literária com exposição e comercialização de livros e declamações poéticas com Alieap (Associação Literária do Estado do Amapá) e movimento poesia boca da noite;
– Intervenção artística com os arte-educadores da CTMac;
– Contação de história com o Proler (Semed);

17h30- Espetáculo “Se deixar, ela canta” – Cia. Cangapé;
18h- Discotecagem – Selecta Branks (discotecagem);
19h- Banda da Guarda Civil Municipal de Macapá (GCMM);
– Apresentação de música instrumental.
19h30h- Helder Brandão e Beto Oscar;
20h30h- Val Milhomen e Joãozinho Gomes – Constelação de Parente;
21h30h- Yes Banana;
Exposição de artes visuais dos artistas Wagner Ribeiro e Grimualdo Barbosa.

Serviço

Data: 15/11 (sexta-feira)
Hora: 17h
Local: Praça da Samaúma

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Fumcult
Contato: 98104-9455

Poetas Azuis participam da Festa Literária de Uauá na Bahia

Poesia amapaense será apresentada no Nordeste brasileiro pelo grupo litero-musical Poetas Azuis. Completando 7 anos de carreira, os poetas Pedro Stkls e Thiago Soeiro partem para a Bahia esta semana levando da terra as composições marcantes de amor, declamadas e cantadas por fãs. O convite para a apresentação foi feito pela Prefeitura de Uauá, que é realizadora do evento.

Os Azuis se apresentam na Festa Literária de Uauá, a FLIU, que acontece no período de 14 a 16 de novembro, no sertão baiano. O grupo participa de uma mesa de debate sobre a poesia pop, ao lado da poeta amapaense Aline Monteiro e do poeta goiano, Lucão. Os Azuis apresentam também o novo recital “O Amor Mora Aqui”, estreado na última semana no Teatro Marco Zero.

Neste novo espetáculo os Poetas Azuis trazem temas relacionados ao amor, relações que conseguem atravessar dificuldades, relações que chegam ao fim e a saudade, e conta também com a parceria de alguns compositores amapaenses como: Zé Miguel, Enrico di Miceli, Vinicius Bastos, Wendel Silva, Ozy Rodrigues, Jessy Abreu e Faype, Nitai Santana e Thiago Albuquerque.

Os Poetas Azuis

É um grupo lítero-musical amapaense lançado em 2012 com o intuito de promover o encontro da poesia falada e a poesia cantada através de seus recitais-shows. Tendo como seu primeiro grande projeto o recital Quando o Amor Florir. Já se apresentou em outros estados do Brasil e participou de festivais ligados a literatura e a música tais como: Off Flip e Música na Estrada. Além de circular por projetos apoiados pelo SESC como Viajando Pelo Mundo da Literatura e SESC Amazônia das Artes.

A FLIU

Além dos encontros entre os autores e o público, a primeira edição da Festa Literária de Uauá contará com apresentações musicais com artistas locais e nacionais e de teatro, além de oficinas, artes visuais, filmes e uma programação infantil batizada de Fliuzinha. O evento é uma realização da Prefeitura de Uauá.

Assessoria de comunicação

Poema de agora: Sobre a cegueira – Pat Andrade

SOBRE A CEGUEIRA

você aí no seu carro do ano
não pode ver que aqui do lado de fora
o universo está na contramão

você aí na sua casa bonita
não pode ver que aqui do lado de fora
tem uma grande confusão

você aí que não sai do shopping
não pode ver que aqui do lado de fora
pro crime já não há solução

você aí que pensa que que tem poder
não pode ver que aqui do lado de fora,
se prepara uma revolução

PAT ANDRADE

Poema de agora: Procura – Alcinéa Cavalcante (@alcinea)

Procura

Eu estava lá quando o sol
jogou sorrisos dourados no rio-mar.

Eu ainda estava lá
quando uma estrela riscou o céu
e um pescador apanhou uma estrela do mar.

Por testemunha tenho um bem-te-vi
que bem me viu
quando as andorinhas bailavam no ar.

Quis fundir ouro com prata,
estrela cadente com estrela do mar
e cantar um canto novo
para sair bailando contigo.
Mas
tu não estavas lá.

Alcinéa Cavalcante

Poema de agora: Ode à Ismália – (@cantigadeninar)

Ode à Ismália

Se Ismália pode enlouquecer
Também tenho o direito de pirar
Em todas as torres me aprisionar
E assim, por causa de amor, morrer!

Quando então, vier o anoitecer,
Na lua do mar quero afundar,
À lua do céu quero me elevar
Para ver se lá feliz posso ser.

Se por muitas vezes devaneio
É porque me inspira Ismália…
Para quê imprimir falso freio?

Um destino melhor? Pois eu creio
Mesmo com infinita represália!
Para que viver nesse podre meio?

Lara Utzig

Poetas Azuis lançam seu novo trabalho, “O amor mora aqui”

Um escritor britânico chamado Philip Pullman disse uma vez, ao receber um prêmio, que “crianças precisam de arte, e de histórias, e de poesia, e de música tanto quanto precisam de comida, ar fresco e brincadeiras”. Seguindo nesse propósito, surge a Duas Telas Produções, iniciativa de Susanne Farias e Josimar de Sales, visando o incentivo por meio da elaboração de projetos e promoção de eventos de diversos segmentos artísticos, para sanar não apenas a necessidade das crianças, como disse Philip, mas de públicos de todas as idades. A produtora lança agora o seu mais novo trabalho: O Amor mora aqui, do grupo litero-musical Poetas Azuis.

Que o Amapá tem uma cultura riquíssima, isso não é novidade para ninguém, mas o que também não é novidade é falta de um cenário estável e apoio aos artistas locais atuantes. Porém, essa é uma realidade que está mudando, agora com o auxílio da Duas Telas. Já há dois anos como microempreendedores da cultura, Susanne e Josimar, amapaenses apaixonados por cultura em sua variada expressão, que também produzem a premiada cantora amapaense Patrícia Bastos, iniciam mais um trabalho que com o selo da produtora junto aos Poetas Azuis, Pedro Stlks e Thiago Soeiro.O grupo Poeta Azuis, dono de uma carreira admirada e nacionalmente conhecida pelos fãs da poesia, anunciam seu mais novo show, intitulado “O amor mora aqui”. Para o poeta Thiago, ter a produção da Duas Telas, marca a nova fase do grupo. “nesse momento da carreira, a gente precisava ter uma visão externa, com novos olhares para somar ao nosso trabalho”, diz o poeta, um dos fundadores do grupo.

Susanne conta que trabalhar com o grupo já era uma vontade antiga. “o desejo de produzi-los já nos movia há um ano. E os olhares eram recíprocos. Até que vimos, e sentimos, no projeto do “Amor Mora aqui”, o momento certo pra consolidar este compromisso”, explica ela, sobre o encontro do Poetas Azuis e a Duas Telas.

Mas a produção não é a única novidade. Após 7 anos de tradição com cenários marcantes e músicas divertidas, o grupo renasce com uma nova proposta, que surge exatamente da maturidade adquirida ao longo desses anos. Letras e cores são as primeiras mudanças que serão observadas pelo público que irá assistir ao show, segundo Pedro Stlks. Optar por ter apenas violão e teclado também faz parte dessa nova fase. “Sempre foi uma vontade nossa fazer uma coisa mais intimista, porque pra falar de amor tem que ser ali, olho no olho”, justifica a mudança. A direção musical do show é de Vinícius Bastos.

Essa e outras surpresas sobre o novo trabalho do Poetas Azuis, sob produção de Duas Telas, serão assistidas na próxima sexta e sábado, dias 8 e 9 de novembro, no Teatro Marco Zero, em Macapá, por um público de aproximadamente 250 expectadores nas duas noites. Segundo a equipe envolvida no projeto, a expectativa é muito boa, mas “a ansiedade de mostrar para as pessoas tudo o que está sendo preparado” é o que mais acomete o grupo.

Serviço:

Show “O Amor Mora Aqui” – Poetas Azuis
Local: Teatro Marco Zero
Dia: 8 e 9 de Novembro
Horário: 20h
Mais informações:
Produção: 96 991139341 – Josimar de Sales
Assessoria de Imprensa: 96 991230923 – Evelyn Pimentel

Poema de agora: MÚSICA – Pat Andrade

MÚSICA

a música transborda
vai além das cordas
escorre pelos metais
migra do sopro
para além do corpo
devora acordes
em percussão
vem do ouvido
como canção


desliza quente
para os quadris
vem rolando até os pés
subverte percursos
e inverte caminhos
vai fazer festa no coração

Pat Andrade

Poema de agora: A Moça e o Vento – (@cantigadeninar)

A Moça e o Vento

Há muito tempo, o vento se apaixonou.
Naquele entardecer, uma moça
No banco do parque se sentou,
Pálida tal qual porcelana ou louça.

O vento se debatia desesperado
Tentando tocá-la, em vão.
Chegou até a virar tornado
E as árvores foram arrancadas do chão.

Vendo, infeliz, que não deu certo,
O vento, enfim, virou furacão.
Queria abraçá-la, tê-la por perto,
Mas daí veio outra decepção:

O mundo se tornou um caos
Causado por tantas intempéries;
Os humanos se tornaram maus
Revoltados pelas fúrias naturais em série.

O vento então parou em um cume
E percebeu qual seria a solução:
Arejaria os cabelos da moça, e seu perfume
Restauraria a paz em toda a nação.

O vento hoje, portanto, vai e logo vem.
Fica um bocadinho, mas não permanece.
Pois o vento, tal qual o amor, vai além:
Eterniza no coração, mas no físico… Evanesce.

Lara Utzig

Hoje rola Quarta de Arte da Pleta – Edição In Solos Tucujus

Hoje (6), a partir das 19h, no Sankofa, rolará o projeto Quarta de Arte da Pleta, edição “In Solos Tucujus”.

In Solos Tucujus é o Festival de Solos cênicos (monólogos e números) idealizado através da parceria entre a Cia de Artes Tucuju, a Cortejo Produções Artísticas e a Acessa Cult Produções.Com ações propostas a acontecer em distintos espaços culturais da cidade de Macapá, tais como: Fortaleza de São José de Macapá, CÉU das Artes, Anfiteatro da Praça Chico Noé, Espaço Âmago, Sesc Araxá, Escolas Públicas, Espaço Cultural Sankofa e Teatro Marco Zero no período de 08 a 16 de novembro de 2019.Um dos objetivos do evento é acolher e dar visibilidade à arte e cultura com o slogan: “Plante uma ideia – germine arte”, do jovem produtor Jhou Santos.

A Quarta de Arte da Pleta oferece uma pequena amostra do que será o grandioso festival. Vem conferir a programação feita com todo carinho pra você!

Programação:

Quarta de Arte da Pleta – Edição In Solos Tucujus
MÚSICA :
◇ Ozzy Rodrigues
◇ Erick Pureza
◇ Wendel Cordeiro
◇ Fernanda Canora

POESIA:
◇ Poetas Azuis
◇ Kassia Modesto

EXPERIMENTOS CÊNICOS/CIRCENSES/POÉTICOS
◇ Patativas Tucujus com a Cia de Arte Tucujus
◇ “Máscaras” com Lucas Sousa
◇ “O Bar” com Dinho Araújo
◇ Dan Ojúara e Alex Moizinho
◇ Natasha Morrison

SERVIÇOS:

Quarta de Arte da Pleta – Edição In Solos Tucujus
Data: 06/11/2019
Local: Sankofa, localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 19h
Couvert: R$ 5,00
Mais informações pelo telefone: 98109-0563 (Andreia Lopes).

Poema de agora: Frevando nas Quartas de Cinzas

Frevando nas Quartas de Cinzas

Rodando a saia. Por toda a rua. O sol se espraia.
…Eu vou.

Cuspindo ao vento.Areia e tempo. Fagulhas e nós.
Malinando calado.Com o próprio diabo.Que gago se empolga
Na orla,na hora,na bronca. No ronco já tonto. Dos passos do frevo. Xinga o Governo, e a Cruz.

Eu lero lero, eu Putz Grillo. Engilho o engilhado ao lado oculto da lua.
Enrugo o lado Norte da vida.Ferido…abro a ferida e cuspo.Dou um play instantâneo.
Castigo os joelhos com pulos e uivos.Desalinhados com os pelos.Desavisados do apelo. Desencravados das unhas.

Calado eu canto um frevo maneiro.
Embora a Fevereiro, nem ame, nem goste.
Mas amo estar estranho esse ano.
No meio da chuva, beijando a ruiva, mascando chiclete, uivando serelepe, dizendo asneira, gritando ‘me castra’, batendo a tabaca, falando das Rosas, troçando dos troços, cuidando do fosso, zanzando com os ossos, mexendo com as ancas, invernando os trópicos, nevando o Saara, armando bobeira, salgando a festança, virando criança, ungindo de leso, pondo o feriado dos mortos na terça, cheio de mosquitos, soltando um grito, atrás de vocês.
Atras dos dez reis.Beijando pasteis. Subindo as escadas. Correndo p’ro nada.
…E tem gente p’rá Dedéu !

O padre mocinho….no vocal….E tem gente p’rá Dedéu…BIS.BIS.BIS. E tem gente p’rá Dedéu.

Luiz Jorge Ferreira

* Do Livro Pizza Literária (2017) – Da Sobrames SP. Brasil.

Apresentação poética ‘Xapiri-Curuocangô’ integra programação cultural no Sesc Araxá

O Sesc Amapá promove a apresentação sonora ‘Xapiri-Curuocangô’, com o Grupo de Poesia Tatamirô, hoje (1ª), às 19h, no salão de eventos do Sesc Araxá. Promovendo ações de capacitações que visam contribuir para o fomento à produção local e nacional, além de facilitar acesso a produções literárias por meio das inovações propostas por cada momento, sendo estes apresentados, nos encontros com os artistas ou por meio das oficinas com os profissionais da linguagem literária.

A suíte ‘Xapiri-Curuocangô’ é uma performance poética do Tatamirô Grupo de Poesia, fruto de três anos de estudos dos cantos, rituais de etnias indígenas da Amazônia e da leitura interminente do livro “A queda do céu” do xamã yanomami Davi Kopenawa e do antropólogo franco-marroquino Bruce Albert, que culminaram em Poesia Sonora.

A apresentação da Suíte compõe o duo: palestra e espetáculo. Desta forma, o grupo acredita estar contribuindo para a divulgação das sonoridades de povos tradicionais, possibilitando, também, o contato com outras sonoridades (poesia sonora); levando o público ao experimento transcultural por intermédio da Literatura.

SOBRE O GRUPO TATAMIRÔ

O Tatamirô Grupo de Poesia, grupo macapaense, que atua há dez anos fomentando a leitura com ações voltadas para as artes em âmbito geral—destacando a Poesia—, tem se dedicado a difundir a Poesia Sonora com palestras, oficinas e apresentações no Amapá e outros Estados. Dentre elas, a suíte sonora “Xapiri-Curuocangô”, poesia sonora resultante de três anos de pesquisa dos sons, cantos, rituais de etnias indígenas da Amazônia e da leitura do livro “A queda do céu” do xamã Davi Kopenawa e do antropólogo Bruce Albert.

Adriana Abreu – 46 anos, é amapaense, professora de Literatura e Língua Portuguesa, arte-educadora, contadora de histórias, declamadora, coautora do livro “Macapá – a Capital do Meio do Mundo”, publicado pela Ed. Cortez, São Paulo/2008. É integrante do Tatamirô Grupo de Poesia e do Pium Filmes – Movimento do Cinema Possível em Macapá.

Herbert Emanuel – 56 anos, é amapaense, poeta e professor de filosofia, com vários livros de poemas publicados, com traduções para o castelhano e catalão. Apresenta-se também como poeta performático, com poesia sonora, em vários encontros de literatura e poesia no Brasil. É integrante do Tatamirô Grupo de Poesia e do Pium Filmes – Movimento do Cinema Possível em Macapá.

Paulo Rocha – 33 anos, é paraense, formado no Curso de Letras com Habilitação em Língua Francesa (UEAP) com atuação efetiva na rede pública de ensino amapaense e no setor administrativo da Fundação Municipal de Cultura de Macapá para a gerência de programas e políticas do setor cultural. É fotógrafo, produtor e diretor de arte com experiência em multilinguagens artísticas e que durante os anos de 2011 e 2015 participou do Grupo Eureca Educação Arte e Cultura. Atualmente, integra o Movimento de Contadores de Histórias no Amapá, a Cia. Supernova de Teatro Experimental, o Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Estado do Amapá (CAPTTA) e o Tatamirô Grupo de Poesia.

Informações: SESC Araxá, Setor de Cultura – Rua Jovino Dinoá, 4311 – Beirol – Tel. 3241-4440, Ramal 239.

Assessoria de comunicação do Sesc/AP

Hoje é o Dia D Drummond

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Hoje (31) é comemorado o “ Dia D”, em homenagem ao escritor e poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, que completaria nesta data, se estivesse vivo, 117 anos de idade.

O Dia D Drummond é inspirado em iniciativa semelhante, quando não só os irlandeses, mas gente de todo os cantos festejam o escritor James Joyce, anualmente, em 16 de junho, com o Bloomsday. Uma maneira de disseminar a obra do escritor brasileiro.“A intenção é esta: realizar esse evento todos os anos. Queremos que a ideia se espalhe por todos os cantos e faça parte do calendário cultural do país, sem ser feriado. Que seja algo automático e corriqueiro para todos. Drummond merece ser sempre celebrado”, declara Eucanaã Ferraz, um dos curadores do projeto e consultor de literatura do Instituto Moreira Salles (IMS).

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Carlos Drummond de Andrade foi um dos maiores e mais sutis. É emocionante ler e reler seus poemas e crônicas. A ele , minhas eternas homenagens!

“A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede” – Carlos Drummond de Andrade

Fonte: Instituto Moreira Salles