Unacon Luzair Costa recebe doação da família de ex-paciente que dá nome à unidade

A Unidade de Alta Complexidade em Oncologia Luzair Costa (Unacon), que funciona dentro do Hospital das Clínicas Alberto Lima, celebrou seus 10 anos de existência de uma forma diferente nesta segunda-feira, 19. Familiares da paciente que dá nome à unidade realizaram uma ação social e entregaram doações de equipamentos para auxiliar a quem busca atendimento contra o câncer.

A unidade recebeu aparelhos de pressão arterial digitais, aspirador cirúrgico, contínua para nebulização contínua de pacientes, oxímetro de pulso, kit umidificador para oxigênio e máscara dentre outros insumos. A entrega foi feita por dois filhos de Luzair Costa, Renivaldo e Katiane. Luzair, que faleceu em 2016, aos 74 anos, foi paciente da Unacon. Em 2017, por iniciativa dos deputados Pedro DaLua e Antônio Furlan, teve seu nome incorporado à unidade.

O relator do projeto de lei à época foi o deputado Dr. Furlan. Na Justificativa, DaLua defendeu que várias unidades homenageiam profissionais de saúde, mas poucos são os pacientes que emprestam seus nomes a estes espaços. Além disso, em seu relatório o Dr. Furlan destacou que “a homenageada possuiu uma conduta honrada, com um currículo de extensas experiências em busca de um atendimento humanizado”.

De acordo com Katiane Costa, a ideia é realizar outras ações. A proposta de comprar os equipamentos surgiu a partir de um pedido dos próprios funcionários, em razão das limitações orçamentárias existentes.

Rede Sustentabilidade tem dois novos nomes e aponta possível candidatura a PMM

Silvana Vedovelli

A Rede Sustentabilidade fará um grande ato de filiação de novas lideranças no Amapá, entre eles estão a secretária de saúde de Macapá, Silvana Vedovelli e o vereador de Macapá, Caetano Bentes. Dois importantes quadros da política amapaense que já visualizam as eleições de 2020. Os nomes serão homologados pela porta voz do partido, Mary Cruz. O evento acontece no próximo sábado (10), às 9h, na sede do Sindicato dos Urbanitários.

A Rede nasceu no Amapá em novembro de 2016, fruto de um movimento aberto, autônomo e suprapartidário que reúne brasileiros decididos a reinventar o futuro do país. Hoje conta com 1.695 filiados no Amapá e conta como principais lideranças o Senador do Brasil, Randolfe Rodrigues, o deputado Estadual Victor Amoras e o Prefeito de Macapá, Clécio Luís além de oito vereadores no Estado.

Caetano Bentes

De acordo com o senador Randolfe a Rede é uma associação de cidadãos e cidadãs dispostos a contribuir de forma voluntária e colaborativa para aprofundar a democracia no Brasil e superar o monopólio partidário da representação política institucional. “A efetiva participação de brasileiros e brasileiras nos processos decisórios é condição fundamental para a promoção do desenvolvimento justo e sustentável”, completou.

Aberta ao diálogo e construída com a participação direta de seus integrantes, a Rede Sustentabilidade é um espaço de mobilização e inovação, no qual floresce uma nova cultura política.

Assessoria de comunicação

Sobre Macapá, Mazagão e meu avô, João Espíndola – por Bellarmino Paraense de Barros

 *O texto é de 1997. O recorte de jornal foi um presente da minha amada tia Maria Conceição (A “Penha”). Adorei a forma que o senhor Bellarmino redigiu e contextualizou os fatos para enaltecer a pessoa do meu avô, falecido um ano antes do autor escrever esse belo registro. 

“Retomada do crescimento econômico é alternativa para resolver o desemprego no Brasil”, diz o senador Randolfe Rodrigues ao presidente do Bacen

Ontem (08), o senador Randolfe Rodrigues (Rede) esteve em audiência com o economista e presidente do Banco Central do Brasil (Bacen), Roberto Campos Neto, para debater uma agenda de retomada econômica do Brasil. O senador reforçou o compromisso de ajudar nessa difícil, mas fundamental missão.

Foram debatidas alternativas para dinamizar e melhorar o ambiente de negócios no Brasil e um conjunto de medidas para retomar a atividade econômica.

“Me comprometi a apresentar, ainda esta semana, um Projeto de Lei proveniente da Medida Provisória 876 (que caducaria na próxima sexta-feira por desorganização da base do governo), que facilitará o registro de empresas no Brasil”, explicou Randolfe.

O objetivo principal do PL é desburocratizar e facilitar a abertura de empresas no país. Este pode ser um grande passo para resolver o grave problema do desemprego uma das principais pautas do país.

Assessoria de comunicação do senador Randolfe Rodrigues

Com ativa atuação parlamentar em prol da sociedade amapaense, deputada Aldilene Souza completa primeiro sementre de mandato

A deputada estadual Aldilene Souza (PPL), que está no seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa do Amapá (Alap), tem se destacado, nestes seis meses, como uma das mais atuantes parlamentares desta legislatura. Desde a posse, ela tem chamado a atenção da sociedade e da política amapaense por seu dinamismo.

Após a conclusão da atividade parlamentar deste primeiro semestre de 2019, a deputada tem saldo positivo por sua atuação no legislativo estadual, onde acumula dados significativos, como o envio de uma indicação, 14 Requerimentos e 1 Projeto de Lei aprovado. Os números refletem sua disposição em buscar soluções para os problemas da sociedade amapaense.

Durante a execução de suas atividades no exercício do mandato, Aldilene Souza foi designada para ser presidente da Comissão de Administração pública (CAP); vice-presidente da Comissão de Empreendedorismo (COEM); membro da Comissão de Indústria, Comércio, Minas e Energia (CIC); membro da Comissão de Direitos da Pessoa Humana, Questões de Gênero, Assuntos Indígenas, da Mulher, do Idoso, do Afro-brasileiro, da Cidadania e Defesa do Consumidor (CDH) e integra a Frente Parlamentar pela Prevenção da Violência contra a Mulher e Redução do Feminicídio, da Assembleia Legislativa.

Emprego

Com o firme propósito de melhorar a vida da população, a deputada trabalhou para ampliar oportunidades aos jovens, por conta da necessidade de políticas sérias de inclusão destes no mercado de trabalho. Como empreendedora, disse reconhecer a dificuldade dos jovens quando se trata do primeiro emprego.

Seu trabalho em conjunto com outros deputados resultou na instalação da Frente Parlamentar que propõe, por meio de parcerias com os órgãos públicos e a iniciativa privada, criar ações que reduzam os altos índices de desemprego, possibilitando a curto prazo a abertura de postos de trabalho.

Aldilene também assumiu a responsabilidade de articular as instituições necessárias a execução de importantes projetos com tecnologias inovadoras para solucionar problemas graves e corriqueiros de saúde pública nos distritos e interior do Estado.

Combate às drogas

Outro ponto alto da atividade parlamentar de Aldilene foi a propositura de combate às drogas em audiência no Ministério da Cidadania. Na proposta consta o plano de incentivo às comunidades terapêuticas, apoio às famílias dos dependentes químicos e ações junto à Secretaria de Educação de combate as drogas nas escolas.

Agricultura

No âmbito da agricultura, Aldilene Souza debateu estratégias de escoamento da produção e transporte dos agricultores da área rural de Porto Grande para a capital Macapá. A deputada ressaltou que o homem do campo precisa dessa atenção especial para poder comercializar seus produtos, movimentando e fortalecendo a economia do setor primário.

Direitos indígenas

Outra bandeira levantada pela deputada foi a luta pela garantia dos direitos dos povos indígenas. Aldilene se reuniu com a secretária nacional especial de saúde indígena, Silvia Waiãpi e relatou a preocupação com a falta de cuidado e os constantes abusos contra o direito da pessoa humana que a comunidade indígena sofre. Por conta do trabalho da parlamentar, a secretária Silvia Waiãpi, se comprometeu a dar todas as respostas e não vai permitir descasos com a saúde dos povos indígenas do Brasil e em especial, do seu povo no Amapá.

Combate à violência doméstica no Amapá

Pela Frente Parlamentar pela Prevenção da Violência contra a Mulher e Redução do Feminicidio no Estado, Aldilene Souza, em um trabalho em conjunto com as também deputadas Cristina Almeida (PSB), Edna Auzier (PSD), Telma Nery (PSDB) e Alliny Serrão (DEM), participou de inúmeros eventos e reuniões em Macapá, no interior do estado e fora do Amapá. Este projeto está empenhado em colocar um ponto final à onda de violência doméstica no Amapá.

Saúde

A legisladora também participou de visitas e inspeções a hospitais para comprovar a real situação das casas de saúde e reivindicar melhorias para a gartantia deste direito à população.

Concurso

Por meio dos requerimentos de autoria da deputada Aldilene, foi retificado o edital do concurso do Instituto de Administração Penitenciária do Estado (Iapen), de 2018, que atende a reivindicação dos candidatos habilitados no pleito. Graças ao trabalho da parlamentar, a validade do concurso passa de um para dois anos, além de excluir a cláusula de barreira colocando os habilitados para compor o cadastro reserva.

Nesses primeiros seis meses, Aldilene Souza cumpriu o compromisso de trabalhar pelo Amapá.

“O parlamentar tem que trabalhar pelo seu povo e com um mandato popular e transparente. Não conseguimos resolver todos os problemas encontrados neste início da caminhada, mas aos poucos estamos lutando para para que a sociedade amapaense tenha os serviços e direitos dignos do cidadão. Vamos aproveitar o recesso para planejarmos as ações de mandato para o segundo semestre”, comentou a deputada Aldilene Souza.

Assessoria de comunicação da deputada Aldilene Souza

Se vivo, Raul Seixas faria 10.074 anos hoje! – Por Silvio Neto

Por Silvio Neto

Decifre as entrelinhas dos hieróglifos das pirâmides do Egito, do calendário Maia, das Itacoatiaras de Ingá. Leia os símbolos sagrados de Umbanda, as centúrias de Nostradamus e o Tarot de Crowley… Não importa qual seja o mistério, todos serão unânimes em lhe revelar: Existe um cometa errante; uma estrela bailarina que vaga no abismo do espaço sem fim flamejando um rock e um grito! Em sua jornada, ele só passa pelo nosso planeta a cada dez mil anos. É quando ele renasce e encarna como um Moleque Maravilhoso, trazendo ao mundo à sua volta mudanças profundas no seu pensar e no seu comportamento.

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Sua derradeira passagem por aqui durou apenas 44 anos. Mas foi suficiente para que um país inteiro de dimensões continentais se tornasse menos careta. Há exatos 74 anos, quando ele chegou por aqui em mais uma de suas passagens, esse intrépido cometa trouxe em seu rastro a bomba atômica, em 1945, fechando um ciclo da Terra conhecido como velho Aeon e trazendo à luz o Novo Aeon materializado em forma de música. Era o dia 28 de junho. Aquele, foi o dia em que a Terra parou. Mas antes disso, ele usou de seus artifícios alquímicos e conseguiu juntar as águas do rio São Francisco e do rio Mississipi, criando a fusão perfeita do rock’n’roll de Elvis Presley com o baião de Luiz Gonzaga e como um novo Macunaíma desvairado gritou em cima do palco do III Festival Internacional da Canção (1971) “Let me sing, let me sing (my rock’n’roll)”!

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Seu nome é o contrário do luaR pois ele é um cometa iluminado. Em sua metamorfose ambulante pela Terra, se fez de maluco para revelar sua genialidade; brincou de cowboy para mostrar que preferia ser um fora-da-lei; acumulou riquezas e glórias por um tempo para mostrar que o ouro é para o tolo.

Esse ano, em agosto, já terão se passado 30 anos de sua última visita aqui no nosso planeta. Ainda assim, seu rastro é tão presente, tão vivo, que é como se ele ainda estivesse por aqui, cruzando o nosso céu. E assim como as estrelas que vemos são muitas vezes apenas o reflexo de milhões de anos-luz de corpos celestes que ainda nos impressionam a visão, o cometa Raul Seixas, brilhará na mente e no coração de milhares de fãs por muitos e muitos anos até, quem sabe, sua próxima passagem há dez mil anos…

Meu comentário: grande Raulzito. Um artista sensacional que inspirou e inspira muitos de nós, fãs. Tanto pelo fascínio da linha tênue entre a feliz loucura da autenticidade, quanto pela sinceridade à bruta, sempre poetizada em um rock and roll dos bons. Viva Raul! (Elton Tavares)

Senado aprova projeto de Randolfe que anula “decreto das armas” de Bolsonaro

O Senado rejeitou nesta terça-feira (18), por 47 votos a 28, um decreto assinado em maio pelo presidente Jair Bolsonaro, que busca flexibilizar a posse e o porte de armas no Brasil. O Plenário aprovou o projeto de decreto legislativo (PDL 233/2019), de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que torna sem efeito o regulamento. O Decreto 9.785, de 2019, autoriza a concessão de porte a 20 categorias profissionais e aumenta de 50 para 5 mil o número de munições disponíveis anualmente a cada proprietário de arma de fogo. O PDL segue agora para votação na Câmara dos Deputados.

Sou um entusiasta da cultura de paz e não acredito que armas tragam segurança. Por isso comemoro nossa grande vitória contra o decreto das armas. O Brasil não será o país do ódio“, disse o senador Randolfe.

Fonte: blog da Alcinéa

Em seu lançamento, “Movimento Acredito – AP” promove debate sobre o Fundeb – #Fundeb #Educacao

O “Movimento Acredito – AP”,  que tem o propósito do movimento é apoiar uma nova geração de lideranças, disposta a construir uma nova forma de fazer política, convida todos para o lançamento o seu núcleo no estado. O evento ocorrerá neste sábado (15), às 10h, no Centro de Educação Profissional Graziela Reis de Souza. Na oportunidade, será promovido um debate sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O Fundo corre grande risco de acabar e na qualidade de movimento atuante na área da Educação, o Movimento Acredito vem discutir com a sociedade o cenário atual e as formas de fortalecer o Fundeb. Na oportunidade, o evento contará com a presença de três debatedores com conhecimento na área para conversar sobre o tema:

– A professora Dra. Antonia Andrade.
– O pedagogo e representante do Movimento Acredito, Neto Medeiros.
– O senador da República, Randolfe Rodrigues (autor da PEC que torna o Fundeb permanente).

Todos que desejarem conhecer o trabalho e ingressar no Movimento Acredito AP poderão fazer parte do grupo de atuação durante o lançamento. Participe!

Serviço:

Evento: Lançamento do “Movimento Acredito – AP” e debate sobre o Fundeb.
Local: Centro de Educação Profissional Graziela Reis de Souza, na Avenida Duque de Caxias, Nº 60, centro de Macapá.
Data: 15 de junho (sábado)
Hora: 10h
Entrada: franca.

Assessoria de comunicação do Movimento Acredito – AP

Randolfe é o parlamentar do Amapá mais influente nas redes sociais

O senador Randolfe Rodrigues (Rede) é o parlamentar mais influente no Amapá, no que diz respeito a postagens nas redes sociais da internet. Segundo o ranking FSBinfluênciaCongresso, referente a abril e maio, ele ocupa a 47ª posição do total de 589 parlamentares listados. A bancada do estado ficou em 12º lugar no ranking geral.

Randolfe é seguido pelo presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, do DEM, que está em 60º lugar, e pelo deputado Camilo Capiberibe (PSB), na 198ª posição. Dos 594 parlamentares, apenas quatro deputados e um senador não postaram qualquer conteúdo nas redes sociais em abril e maio. Por isso, o ranking inclui 509 deputados e 80 senadores.

O FSBinfluênciaCongresso monitorou as publicações dos deputados federais e senadores de 1 de abril a 31 de maio. O monitoramento é 24×7, capturando e analisando o grau de engajamento de todas as publicações feitas pelos parlamentares no Facebook (apenas páginas públicas), no Instagram (apenas contas business) e no Twitter.

Para se calcular a nota de cada parlamentar e construir o ranking são levados em consideração o número de seguidores, a quantidade de publicações, o alcance das publicações e o engajamento (curtidas, comentários e compartilhamentos) em cada rede social.

São aplicados pesos diferentes a cada item, assim como para cada uma das três redes sociais analisadas.

Ranking do estado do Amapá: 

Senador Randolfe (Rede) – 47º

Senador Davi – 60º

Deputado Camilo Capiberibe – 198º

Deputado André Abdon – 380º

Deputada Aline Gurgel – 450º

Deputado Acácio Favacho – 453º

D eputada Leda Sadala – 461º

Deputado Vinícius Gurgel – 463º

Senador Lucas Barreto –503º

Deputada Professora Marcivânia – 514º

Deputado Luiz Carlos – 546º

Fonte: Diário do Amapá

Randolfe diz que MP 871 é direcionada contra os mais pobres

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) explica o motivo de ter votado contra a Medida Provisória 871 votada no Congresso Nacional. Ele diz, entre outras coisas, que a MP limita o direito que os cidadãos têm à pensão por morte.

Segundo o parlamentar pelo Amapá, o direito à pensão por morte fica limitado a ser solicitado só por 180 dias. Randolfe diz também que a MP prejudica os pescadores, entre eles os da Amazônia, uma vez que esses trabalhadores não vão mais poder convalidar aposentadorias.

O senador ainda diz que a Medida Provisória 871 é direcionada a atingir principalmente os mais pobres. “Se o governo quer mesmo combater fraudes na Previdência por que não começou cobrando as dívidas milionárias dos mais ricos, entre eles alguns dos seus apoiadores na campanha presidente?”, conclui Randolfe Rodrigues.

Fonte: Diário do Amapá

#30M: manifestações ocorrem em todo o Brasil nesta quinta-feira (30). Em Macapá, ato em defesa da Educação será na Praça da Bandeira

Ato em defesa da educação ocorrerá nesta quinta-feira (30), em Macapá. A programação envolve desde exposição de trabalhos científicos à manifestação pública na Praça da Bandeira.

Na tarde dessa quinta-feira (30), as 16 horas, a Praça da Bandeira vai ser palco de manifestação em desagravo ao corte de verbas na educação. Os estudantes da Universidade Federal do Amapá – UNIFAP, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá – IFAP, Universidade Estadual do Amapá – UEAP e secundaristas de diversas escolas públicas e privadas, realizarão um ato unificado em defesa da pauta “A educação pública e de qualidade para todos”, em oposição a atual conjuntura de desmonte da educação, através de cortes no orçamento das instituições de ensino federal. Estas atividades ocorrerão alinhadas à manifestação nacional denominada #30M.

As atividades do #30M se iniciam pela manhã e vão até o final da tarde.

Confira a programação:

8:30 • Portão da Unifap – Exposição de cartazes de denúncia à situação estrutural precária, além da reivindicação por uma maior atenção às políticas de saúde mental, assim como a necessidade de maior abrangência do serviço psicológico na UNIFAP.

09:30 • Passarela da Unifap – Durante toda manhã haverá exposição de trabalhos acadêmicos, projetos de extensão e pesquisas realizadas na UNIFAP, na passarela em frente ao campus.

16:00 • Praça da Bandeira – Ato na Praça da Bandeira, com a participação de coletivos de estudantes de ensino superior, secundaristas, técnicos, docentes, sindicalistas e toda sociedade civil que tiver interesse em somar na luta pela Educação, como ocorreu no #15M, onde a população em geral aderiu à manifestação contra os cortes de verbas da educação.

Mais de 25 pessoas participam do protesto contra os cortes na educação, realizado no último dia 15 de maio, no Amapá — Foto: Ugor Feio/G1

Todas as informações sobre os atos do #30M no Amapá podem ser visualizadas nos canais virtuais do movimento:

Facebook : Mobilização Contra os Desmontes da Educação;
Instagram: @teiativista

SERVIÇO

MANIFESTAÇÃO #30M MACAPÁ
Data: 30 de maio
Local: Praça da Bandeira
Hora: 16h

CONTATOS

ASSESSORIA DE IMPRESSA

FONE: +55 96 99138-0871

+55 96 98407-4333

EMAIL: [email protected]

Fonte: Repiquete no Meio do Mundo

O capitão é o Chacrinha da política: ele confunde e nunca explica

Chacrinha: ele veio não para explicar, mas para confundir. Igualzinho a certos presidentes. Mas Chacrinha era um mestre na comunicação. Bem ao contrário de certos presidentes.

Quando se diz que o Capitão não sabe o que fala e nem consegue alcançar as dimensões políticas de seus atos (como o de telefonar para a Petrobras e mandar suspender o aumento dos combustíveis), tais assertivas se assentam na realidade, no dia a dia deste governo despirocado.

Bolsonaro, para criar confusões, basta dar um “bom dia”.

Porque ele não fala coisa com coisa.

Aliás, no artigo que assina em O Globo desta terça-feira (21), Merval Pereira define perfeitamente o governo Bolsonaro: “O presidente torna-se o Chacrinha da política, aquele que veio não para explicar, mas para confundir”.

É isso.

Com a diferença de que Chacrinha foi um mestre da comunicação, da interação, da empatia. Ao contrário de certos presidentes.

Aliás, é de Chacrinha aquele velho bordão: “Quem não se comunica se trumbica”. Igualzinho ao que fazem certos presidentes.

Hehe.

Fonte: Espaço Aberto

Zero 01 é um fenômeno nos negócios imobiliários. Por que papai se acha perseguido?

Eu durmo, acordo, durmo, acordo e vivo me perguntando.

Mas por que, afinal de contas, o Capitão dorme, acorda, dorme e acorda achando que as investigações do MP sobre seu filho, o senador Flávio Zero 01 Bolsonaro, não passam de perseguição política a ele próprio, o Capitão, e a seu governo?

Mas o Capitão, esse puro, esse imaculado, esse primus inter pares da incorruptibilidade ética, enfim, esse Capitão não deveria encontrar-se em estado de êxtase com essa demonstração de transparência e ótimo funcionamento das instituições incumbidas de apurar suspeitas de transgressões éticas, sejam lá quem forem seus autores?

O Capitão, esse puro, não deveria estar inclusive estimulando essas investigações, para demonstrar que, muito embora tenha convicção de que seu filho é também um imaculado, deseja que a verdade venha à tona?

Então, por que essa vitimização que Bolsonaro encena? Por que achar que essas investigações fazem parte da tal teoria da conspiração, que vislumbra conspiração até quando passarinhos pipilam nos lugares mais bucólicos do Brasil?

Aliás, e por falar no Zero 01, ele é mesmo um fenômeno.

Num passar d’olhos, o Ministério Público já descobriu que o rapaz fez pelo menos 19 grandes negócios imobiliários em Copacabana, Barra da Tijuca, Botafogo e Laranjeiras, bairros do Rio, entre 2010 e 2017.

Num dos grandes negócios, por exemplo, o Zero 01 pagou no ano de 2016 R$ 1,7 milhão por um imóvel em Laranjeiras. Vendeu em oito meses, por R$ 2,4 milhões. Em 2017, a desvalorização média de imóveis nesse bairro chegou a 3,34%. Mas o senador lucrou 36,89%. Levou para casa abolada de R $700 mil.

Isso é perseguição a papai Bolsonaro, gente?

Fonte: Espaço Aberto

Randolfe Rodrigues em entrevista para a Revista Veja: ”O Bolsonaro grotesco e autoritário que se apresentou na campanha é o mesmo que o Congresso já conhecia há 28 anos: um bravateiro, nada mais que isso”

Randolfe Rodrigues na Veja – Foto: Bruno Menezes

Depois de se decepcionar com o PT e o PSOL, seus antigos partidos, o senador pelo Amapá Randolfe Rodrigues embarcou em 2015 na “sonhática” Rede, capitaneada pela ex-senadora Marina Silva, para tentar fomentar uma inédita unidade das forças progressistas do país que atuam em um espectro mais largo entre esquerda e direita e se irmanam na defesa das liberdades individuais. Não aconteceu. E Randolfe culpa a ausência dessa unidade, materializada no que chama de “egoísmo e autossuficiência” do PT, pela eleição de Jair Bolsonaro em 2018, engolfado em uma série de disputas que minam a sua popularidade em apenas três meses. “Quem venceu foi o antipetismo”, avalia. Hoje líder da oposição no Senado, Randolfe não espera qualquer autocrítica do partido do ex-presidente Lula e conta como pretende conduzir esse bloco — mesmo que esteja baseado em uma legenda que não superou a cláusula de barreira no pleito do ano passado — e construir a almejada unidade em seu campo.

As disputas internas entre os diferentes núcleos do governo esvaziaram o papel da oposição?

Mesmo que o trabalho da oposição de apontar os erros tenha ficado mais fácil, aumentaram o desafio e a responsabilidade de oferecer uma alternativa para o Brasil. Temos um governo que completou 100 dias baseado em bravatas, com o conjunto de ministros mais incompetente da história. Cada declaração do presidente é uma tragédia na política externa e na interna. Os filhos são fontes de crises. O núcleo militar é o que menos manda e é repetidas vezes desautorizado e ofendido pelo núcleo ideológico. A comunidade externa vê o Brasil com desconfiança e o país ficou desmoralizado internacionalmente.

E qual deve ser o papel da oposição diante deste cenário?

Ela não pode cair nas ciladas do governo. As bravatas só servem para tirar o foco de outras declarações igualmente desastradas. Setores da oposição erram quando caem nesse tipo de provocação. Nós temos que responder ao que interessa à sociedade. Nosso bloco de oposição no Senado, formado pela Rede, PDT, PSB e Cidadania, pretende fazer um primeiro debate com os candidatos Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT), para construir juntos um observatório das políticas do governo e apresentar alternativas.

Não há espaço para Fernando Haddad (PT)?

Claro que há. Ele cumpriu um papel muito importante na eleição presidencial. Ele foi derrotado porque a força principal naquela disputa foi o antipetismo. Agora, ele não pode ficar respondendo a provocação no Twitter. Nós queremos construir um campo político e precisamos de uma agenda em comum.

Em 2015, antes do impeachment de Dilma Rousseff (PT), o senhor defendia uma reorganização dos setores progressistas. Por que não aconteceu?

Não só não aconteceu, como resultou na eleição do Bolsonaro. Nesse aspecto, teve muita autossuficiência e um pouco de egoísmo do PT. O PT não entendeu seus erros acumulados ao longo do tempo e poderia ter recuado naquele momento para a construção de um campo progressista.

“Mesmo que o trabalho da oposição de apontar os erros tenha ficado mais fácil, aumentaram o desafio e a responsabilidade de oferecer uma alternativa para o Brasil”

Mas a construção desse campo necessariamente passa pelo PT? Hoje não. Eu esperava a dita autocrítica do PT em 2015. O período de governo petista tem uma contribuição que deve ser reconhecida, com a ascensão social dos mais pobres, mas esse período foi superado também pelos erros no combate à corrupção e na agenda ética. Em 2015, uma autocrítica teria evitado o momento que nós estamos atravessando. Hoje eu não espero mais autocrítica de ninguém. Todas as forças políticas do Brasil já são bem grandinhas para saber qual caminho percorrer.

Qual espaço que cabe ao PT agora na oposição?

É preciso dialogar com as dificuldades que o povo está sofrendo. No campo da oposição em que estou à frente no Senado, nós vamos procurar construir alianças. O que o povo brasileiro quer saber hoje, concretamente, é como se fará para retomar a criação de empregos, qual é a política educacional que nos tirará dos piores índices de qualidade do planeta, como se garantirá que a saúde é direito de todos, como fazer que agentes do Estado garantam sua segurança.

O senhor admite que o campo progressista deve deixar de lado questões identitárias e de gênero, por exemplo?

Nós não podemos perder o que está no nosso espírito e nossos princípios, mas não precisamos cair nas provocações, polemizar as bravatas. Nós temos que tratar das necessidades mais prementes. Temos que falar com aquele cidadão que foi cooptado pelo bolsonarismo na eleição porque não via alternativa. O Bolsonaro se beneficiou pela esquerda, especialmente porque o PT não conseguiu sair das cordas no debate sobre o combate à corrupção. Não podemos entregar esta bandeira, que historicamente sempre foi nossa, nas mãos da direita e dos conservadores. Eu posso falar isso porque sempre apoiei a Operação Lava Jato. Acho que cometeu excessos, mas é um erro criminalizá-la.

Como o senhor se sentiu quando o ex-juiz Sergio Moro aceitou ser ministro deste governo?

Eu esperava só que ele agisse como juiz. Acho que ele comprometeu a credibilidade da operação quando aceitou integrar o governo do Bolsonaro, que é antagônico ao principal preso da Lava Jato, o ex-presidente Lula. O Moro demonstrou ser alguém muito voltado a ambições pessoais, distante do cumprimento de suas funções.

A Operação Lava Jato contribuiu de alguma forma para a eleição do Bolsonaro?

É um conjunto de circunstâncias. Ela obviamente reforça o desgaste do petismo, mas não há dúvidas sobre os crimes que ocorreram. O erro foi dos agentes públicos que se cumpliciaram com isso. A operação é decorrência desses delitos. Mas é claro que, com o descobrimento do esquema, criaram-se condições para que qualquer candidatura que fosse para o segundo turno contra o petismo e tivesse um diálogo mínimo de combate à corrupção se sagraria vitoriosa.

“O Bolsonaro grotesco e autoritário que se apresentou na campanha é o mesmo que o Congresso já conhecia há 28 anos: um bravateiro, nada mais que isso”

O senhor sempre foi crítico do toma lá dá cá na relação do governo com o Congresso, algo que encontra eco no presidente Bolsonaro. Mesmo assim, ele não conseguiu impedir derrotas nas primeiras votações de interesse do governo. Qual governabilidade é possível com os partidos?

Eu continuo crítico do toma lá dá cá. O problema da falta de governabilidade não acontece porque não há o exercício dessa prática, mas pela incompetência e pela arrogância no trato. São vários núcleos de poder, e a influência dos filhos tem atrapalhado a relação com todas as instituições, entre elas o Parlamento. O presidente até se esforça para o toma lá dá cá, pois passou uma semana recebendo os líderes do Centrão. O problema é que ele perdeu a credibilidade muito rapidamente. Ninguém encontra no senhor Jair Bolsonaro autoridade política para negociar. Ele precisa sair do Twitter, afastar os filhos e deixar claro que quem governa é ele, mandado pela vontade do povo brasileiro, e não pela influência do astrólogo da Virgínia [Olavo de Carvalho, guru dos Bolsonaro, mora em Richmond, no Estado americano da Virgínia].

Os recuos de Bolsonaro são celebrados por seus opositores. Do ponto de vista progressista, não seria pior se o presidente fizesse tudo aquilo que promete?

O Bolsonaro grotesco e autoritário que se apresentou na campanha é o mesmo que o Congresso já conhecia há 28 anos: um bravateiro, nada mais que isso. Eu gostaria de ter divergência política única e exclusivamente no campo ideológico, mas as trapalhadas e a incompetência são tantas que falta autoridade, e isso resulta em autoritarismo: é a declaração atabalhoada que acaba liberando o agente de segurança do Estado para matar, que permite aumentar o desmatamento da Amazônia, que desmonta os órgãos de controle do Estado. O que eu quero é que o presidente recue, que comece de fato a governar e que tenha autoridade dentro dos limites da Constituição.

Se há este espaço de poder, quem o ocupa?

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia [DEM-RJ], é um que está ocupando poder hoje. A oposição também conseguiu fazer isso com a revogação do decreto sobre sigilo de documentos públicos e a aprovação da PEC [Proposta de Emenda à Constituição] do Orçamento impositivo. É a ausência de governo que abre espaço para as medidas por parte da oposição. Veja como falta unidade e o governo se confunde em sua própria agenda: o senador Major Olímpio [PSL-SP], líder do partido do presidente no Senado, apoia a CPI da Lava Toga, mas o líder do governo, Fernando Bezerra [MDB-PE], é contra.

A CPI da Lava Toga não tem potencial de abrir uma crise entre Legislativo e Judiciário?

A crise já surgiu. Veja a medida do ministro Alexandre de Moraes de mandar tirar do ar uma notícia. Isso é censura. A CPI da Lava Toga não pode ser contra quem quer que seja, mas há excessos e abuso de autoridade que devem ser investigados. Já houve, no passado, uma CPI do Judiciário, proposta pelo Antônio Carlos Magalhães [foi governador da Bahia por três vezes, senador eleito em 1994 e 2002. Chegou a ser presidente do Senado de 1997 a 2001. O DEM foi o último partido a que foi filiado]. E ninguém falou que ela feriu o equilíbrio dos Poderes. Ao contrário, um de seus resultados foi o surgimento do Conselho Nacional de Justiça, que melhorou a atuação do Judiciário.

Seu partido, a Rede, não superou a cláusula de barreira. A votação da candidata Marina Silva diminuiu em 2018. Isso não demonstra a fragilidade da legenda para liderar a oposição?

Não adianta apontar a necessidade de autocrítica dos outros se não fizermos a nossa. A Marina cumpriu um papel heroico em 2018 ao sustentar uma candidatura diante de uma polarização cruel e manter-se fiel às suas ideias. A Rede é uma belíssima marca, mas faltou enraizar o partido. Ele tem que estar presente em todos os estados da Federação, lançar chapas de candidatos a vereador, tem que ter nomes fortes para prefeito e alicerçar a base para candidaturas a deputado federal e estadual. Uma fusão não está descartada, mas, pela lei, isso só seria possível em 2020. Nós estamos à vontade para falar de cláusula de barreira, porque, embora tenhamos sido vítimas dessa regra, compreendemos que não é possível um sistema partidário com dezenas de legendas de aluguel.

Fonte: Repiquete no Meio do Mundo.