Música de agora: A Chuva Cai – Beth Carvalho


A Chuva Cai – Beth Carvalho

A chuva cai la fora
Voce vai se molhar
Ja lhe pedi, nao vá embora
Espere o Tempo melhorar
Ate a propria natureza,
Está pedindo pra voce ficar

Atenda o apelo desse alguem que lhe adora
Espere um pouco
nao va agora

Voce ficando vai fazer feliz um coraçao
que esta cansado de sofrer desilusao

Espero que a natureza
faça voce mudar de opiniao

Se estivesse vivo, Chico Science faria 46 anos hoje, 13


Apesar de ter morrido jovem, aos 30 anos, Chico Science ainda é relembrado como um dos maiores nomes da música brasileira de todos os tempos.

Morto há 15 anos em um acidente de carro, o pernambucano e sua banda Nação Zumbi lançaram dois discos históricos: Da Lama ao Caos (1994) e Afrociberdelia (1996).

E, assim, ainda ajudou a fundar um movimento inovador, o manguebeat, misturando influências de hip hop, rock e maracatu.

Segundo trabalho de Chico Science é relançado em vinil

Depois da morte de Chico, a Nação Zumbi seguiu sozinha, fazendo carreira com o integrante Jorge Du Peixe nos vocais. Atualmente, o grupo lançou o CD/DVD Ao Vivo no Recife.

Se estivesse vivo, Chico faria 46 anos nesta terça-feira (13).

Fonte: http://entretenimento.r7.com/musica/noticias/chico-sciense-faria-46-anos-nesta-terca-13-veja-galeria-20120313.html

Vídeo: Pink Floyd ao vivo na TV Francesa

PINK FLOYD – Deixe que Haja Mais Luz

Bem, bem, bem longe – longe
As pessoas ouvem ele dizer – dizer
Eu vou encontrar um jeito – jeito
Vai chegar um dia – dia
Que alguma coisa será feita
Então, afinal, o navio poderoso
Descendo até um porto em chamas
Fez contato com a raça humana em Mildenhall*
Agora, agora, agora é a hora – a hora
Hora de estar, estar, estar atento
O pai de Carter* viu isso lá
E conheceu o Rhull* revelado a ele
Uma alma viva de Hereward the Wake*
Oh meu, algo no meu olho – olho
Algo no céu – céu
Esperando lá por mim
A outra fechadura rolou lentamente para trás
O soldado foi ouvido sussurando
Pois lá se revelou mantos brotando
Era Lucy* no céu
Oh, oh, você sempre soube? – soube?
Ninguém nunca vai até eles, eu vou dizer
Evocando os poderes cósmicos dele
E fluindo ligeiramente pelos dedos de seus pés
Suas emanações psicodélicas voam

Referêcias
* Mildenhall = base da força aérea britânica.
* John Carter = personagem de Edgar Rice Burroughs, o criador do Tarzan, do livro Uma Princesa de Marte, que é um veterano da guerra civil misteriosamente transportado para Marte.
* Rhull = personagem do livro A Guerra contra Rhull, de A. E. van Voght.
* Hereward the Wake = líder saxônico que usou as defesas naturais da Ilha de Ely, atual Cambridgeshire, para imperdir a invasão Normanda em 1066.
* Lucy in the sky = referência à canção Lucy in the Sky with Diamonds, dos Beatles.

Música de hoje

A n d r é M o n t’ A l v e r n e
Antes de chegar na música, resolvi falar um pouco sobre a artista que canta na “Música do dia” de hoje. Acho que é válido.
Seguinte… uma voz aveludada e potente que lembra demais as cantoras do soul music americano. Ela parece se preocupar com o tom de cada sílaba que sai da sua boca. Estou falando da cantora inglesa Adele, de 23 anos, que está no topo das paradas dos Estados Unidos, Reino Unido e em vários outros países com o álbum 21.

O nome completo dela é Adele Laurie Blue Adkins. A cantora é pós-graduada pela Universidade Britânica de Arte e Tecnologia – mesma escola onde estudaram Kate Nash, Jessie J e Amy Winehouse.

Conheci Adele esse ano, ou melhor, conheci “Rolling in the deep” através dos vários covers que existem no YouTube. É uma música-hino, linda, forte e que fala de amor pra quem gosta de fechar os olhos e sentir o som penetrando na alma, como a maioria das canções de Adele.

Em uma entrevista para a revista OUT!, ela afirmou que não se considera uma cantora. “Eu sempre digo que eu sou uma mulher que canta, em vez de uma cantora. ‘Cantora’ é uma palavra muito grande pra mim. Minha interpretação de uma ‘cantora’ é Etta James, Carole King e Aretha Franklin”, conta Adele.

As comparações com a Amy Winehouse pipocam nas revistas, sites e no mundo da música em geral, o que eu posso dizer, é que ela parece ser mais sóbria e é muito… muito mais bonita.
Eu estou gostando tanto de Adele, que já me refiro a ela com o carinhoso apelido de “AMINHA”.
Com vocês, ASUA e ANOSSA…

ADELE – “ROLLING IN THE DEEP”


Música de hoje



Segunda-feira Triste

Composição: Gilbert / Morris / Sumner / Hook

Como é a sensação de me tratar do jeito que você me trata?
Quando você pôs as mãos em mim
E me disse quem você é
Pensei que estava enganado
Pensei ter ouvido tuas palavras
Me diga como eu me sinto
Me diga agora como eu me sinto

Aqueles que vieram antes de mim
Viveram suas vocações até o fim
Do passado até sua compleição
Eles não virarão mais as costas
Eu ainda acho tão difícil
Dizer o que preciso dizer
Mas tenho total certeza de que você vai me dizer
Exatamente como devo me sentir hoje

Vejo uma embarcação no porto
Eu posso obedecer e obedecerei
Mas se não fosse por sua infelicidade
Estaria me sentindo divinamente bem hoje
E eu pensei que estava enganado
E eu pensei ter ouvido você falar
Me diga como eu me sinto
Me diga agora como eu me sinto

Agora estou aqui, em pé, a espera…
Pensei que tinha dito a você para me deixar
Enquanto desço a pé até a praia
Me diga como é a sensação
Quando esfria o seu coração

Uma análise do Coringa

Vou tentar me ater apenas à sua personalidade mais marcante eternizada em A Piada Mortal e revisitada em O Cavaleiro das Trevas.

Pode-se supor que algumas características de sua personalidade foram atenuados com a loucura e que seus lampejos de insanidade o levaram até o acidente que deixou ele daquela maneira.

Não devia ser muito ganancioso, talvez chegando ao ponto de só se dar conta que precisa do dinheiro quando ele realmente fizesse falta.

Muito emotivo, na grande maioria dos casos, ele não teria controle sobre os seus sentimentos, agravando sua impulsividade.

Não deve ter tido muitos amigos, mais por falta de iniciativa própria do que por qualquer outro motivo. Isso pode acabar levando-o a ter seu relacionamento com mulheres quase todo resumido à prostitutas, o que talvez o tenha levado a ter um contato mais freqüente com o submundo de Gotham.

A aparência, caso não tenha sido originada pelo acidente químico, é a personificação do medo que ele poderia ter por palhaços na infância. Já sua violência e a predileção por facas e armas de combate corpo-a-corpo devem ter vindo após isso, como um alimento para seu lado mais sádico e como um amplificador da sensação de medo que o Palhaço do Crime poderia gerar.

A característica de “ser como um cão perseguindo carros, que não sabe o que fazer quando os alcança” ou em outras palavras, alguém que age por impulso, sem planos deve ser uma das coisas que formavam o homem antes do coringa.

Uma pessoa impulsiva, provavelmente humorada que demorava muito para perceber o que fez foi certo ou errado, já que era a adrenalina quem comandava suas ações.

Infância violenta pode ser a responsável pela tendência a encarar tudo como uma piada, característica essa que também deve ter sido sufocada pela timidez.

Com certeza usava isso tudo para mascarar suas timidez e insegurança.

E é disso que provavelmente é e foi formada a mente de um dos mais icônicos e importantes vilões da história dos quadrinhos.

As coisas que acontecem na internet a cada 60 segundos

As coisas que acontecem na internet a cada 60 segundos
Mais de 13 mil horas de música são tocadas através do Pandora.
Mais de 1.200 novos anúncios são postados no Craigslist.
370.000 minutos de conversa por voz no Skype.
São criadas mais de 320 novas contas no Twitter e 98.000 tuítes são publicados.
São criadas mais de 100 novas contas no LinkedIn.
Um novo artigo é publicado no Associated Content do Yahoo.
Mais de 6.600 imagens são enviadas para o Flickr.
O WordPress é baixado mais de 50 vezes. São mais de 125 plugins baixados no mesmo tempo.
Mais de 695.000 atualizações de status são publicadas no Facebook. Dentre elas, 79.364 postagens no mural e 510.040 comentários.
O Firefox é baixado mais de 1.700 vezes.
São feitas 694.445 buscas no Google.
São enviados 168.000.000 de emails.
Mais de 60 blogs são criados e mais de 1.500 posts são publicados.
Mais de 70 novos domínios são registrados.
Mais de 600 vídeos são enviados ao YouTube totalizando mais de 25 horas de conteúdo.

Perguntas são feitas na internet: mais de 40 no Yahoo Answers
Mais de 13.000 aplicativos são baixados para o iPhone.


Mais de 20.000 novos posts são publicados no Tumblr.
Uma nova definição é adicionada ao Urban Dictionary.
Mais de 1.600 leituras são feitas no Scribd.
(Infográfico da Shangai Web Designers com informações dos EUA.)

Nostalgia

Antônio Prata – Folha de São Paulo – 15/06/11

A nostalgia não é um dos sentimentos mais em voga na praça. Talvez porque, como já escrevi noutra crônica, ela seja uma espécie de caldo Knorr emocional: um tempero artificial, mistura de esquecimento com saudade, que garante cor e sabor a situações que, quando vividas, lá atrás, nem foram assim grande coisa.

Há também, acredito, outra razão para a desvalorização da nostalgia: por voltar nossos olhos ao passado, ela atua como uma âncora, impedindo o movimento “para o alto e avante”, direção na qual nos empurram os impulsos mais de acordo com o nossa época: a ambição, a ganância, a curiosidade.

Eu tenho cá minhas ambições, minha ganância, muita curiosidade, mas confesso que levo sempre no bolso dois ou três tabletes de nostalgia. Não por pensar que o passado seja melhor que o porvir -torço pelo contrário; acredito no contrário-, mas porque o passado é a matéria da qual somos feitos; é só o que temos. Se pudermos optar, melhor conservá-lo mergulhado em poesia do que protegido por naftalina, não?

Ao contrário do que alegam seus detratores, a nostalgia -pelo menos, a vertente que eu pratico- não é necessariamente uma visão empobrecedora da vida. Fellini nada em rios de nostalgia e, no entanto, ninguém pode acusar “Amarcord” ou “8 e «” de edulcorarem a infância, pode? A violência está lá, a confusão, o desamparo. Mesmo assim, tudo é belo, trabalhado pelas mãos do grande artista.

Pragmático leitor, sejamos nostálgicos! Se não estivermos um tanto bêbados, de vinho ou poesia, como sugeriu Baudelaire, a vida vira um mero trajeto do pó ao pó, com escalas por unhas encravadas e planilhas Excel. Sem um mínimo de trapaça no olhar, nada resiste a um exame mais apurado. Roma é uma gritaria em meio a ruínas. Napoleão, um baixinho nervoso. Marilyn, uma bêbada chata. Muito provavelmente, Fellini nunca teve um tio doido e narigudo que subiu numa árvore, os bolsos cheios de pedras, gritando “Eu quero uma mulher! Eu quero uma mulher!”, até ser resgatado por uma freira anã. Por isso temos a arte, para isso a nostalgia; para transformar o Miojo sem graça de nossas existências em algo mais próximo das “fotos ilustrativas” das embalagens, enfiando douradas coxas de frango e tenros filés onde havia somente farinha de trigo e gordura vegetal hidrogenada.

Penso essas coisas todas porque, em algumas semanas, mudo-me deste apartamento. Agora mesmo, enquanto escrevo, percebo-me melancólico como o diabo, olhando as paredes ou os vasos da varanda como uma paisagem da janela de um trem.

Passei aqui uma década. Cheguei com 23 anos -um aparelho 3×1 que ainda rodava as fitas gravadas na adolescência-, saio com 33 – previdência privada e alguns fios de barba branca. Debaixo deste teto, escrevi quatro livros, briguei com um amigo, fiz as pazes, tive o coração partido e colei seus pedacinhos.

Aqui, reencontrei o amor, casei e daqui me mudo, para uma casa maior, como convém, com um quintal e um gramado, onde correrão meus futuros filhos e os rios de nostalgia que, em seu devido tempo, brotarão por entre as plantas.”

Conan – O Bárbaro

Conan – O Bárbaro (Conan – The Barbarian) ganhou o seu primeiro comercial de TV. Se a ideia era encher o vídeo de informação, a Lionsgate começou bem. Veja:

No filme inspirado na criação de 1932 de Robert E. Howard, Conan parte pelo continente de Hibórea em busca de vingança pelo assassinato de seu pai e a destruição de sua vila. No elenco estão Jason Momoa (Conan), Rachel Nichols (Tamara), Stephen Lang (Khalar Zym), Rose McGowan (Marique), Bob Sapp (Ukafa), Ron Perlman (Corin) e Leo Howard (Conan jovem).

Marcus Nispel (Sexta-Feira 13) dirige a volta ao cinema de Conan, que está marcada para 19 de agosto nos EUA e 16 de setembro no Brasil.

FONTE: http://www.omelete.com.br

Homem solteiro à procura

Quarentão romântico. Situação financeira boa, artista de inteligência aguçada, magro, cabelos e barba ruivos (rala) pretendendo morar em Hollywood para dirigir filmes daqui a cinco ou seis anos.

Apaixonado, bem-dotado, procura uma companheira inteligente, careta, trabalhadora, sedutora, sem preconceitos, adulta intelectualmente e com vivência do mundo contemporâneo. Não importa que tenha filhos, pois serão meus também. Tenho de vez em quando uma cruz (+) na glicofita e saúde quase perfeita. Ansioso para nessa idade encontrar uma companheira para vivermos juntos e felizes.

Espero resposta pela Caixa Postal m. 743.

Raul Seixas

O Baú do Raul – Revirado, pág 184, Ed. Ediouro

“Nós Vamos Invadir Sua Praia”- Andréa Ascenção

Entre as primeiras músicas que me lembro de tentar cantar quando criança estão “Nós Vamos Invadir Sua Praia”, “Inútil”, “Marylou” e “Independente Futebol Clube”. Todas essas faixas estão contidas na estreia dos paulistas do Ultraje a Rigor em 1985. Lá pelos 6, 7 anos eu ficava ali enchendo o saco das minhas irmãs mais velhas enquanto elas desvendavam o rock nacional junto com a sua turma de amigos. Diversão garantida para um pentelho de plantão.
O Ultraje comandado pela mão forte de Roger Moreira teve uma grande influência em toda a constituição do rock nacional dos anos 80 e, por conseguinte (ainda que em menor escala) do que se formatou depois. Com um disco inicial que não pode ganhar outra alcunha senão matador, o Ultraje vendeu muito e com a sua verve bem humorada e crítica cravou algumas pequenas pérolas da história do rock brazuca. Faltava alguém contar essa história para os mais novos.
A jornalista Andréa Ascenção (ela mesmo uma jovem nascida em 1986) resolveu contar a história da banda e o resultado é o livro “Nós Vamos Invadir Sua Praia” que tem 352 páginas e ganha lançamento esse ano pela Editora Belas-Letras. Para tanto, Andréa mergulhou na literatura disponível sobre o movimento da época, assim como em reportagens de jornais. O extenso trabalho contou com entrevistas, idas a shows e fuçadas em curiosidades e novidades.
O projeto gráfico do livro elaborado por Celso Orlandin Jr. é muito bem realizado. Colorido ao extremo e com diversas fotos espelha bem a imagem divertida que a banda sempre passou (por mais que às vezes pareça meio revista “Capricho”). Mostra também a capa dos discos, as músicas que fazem parte e espalha as letras no final da obra. Como a carreira do Ultraje nunca foi fértil em discos, essas inclusões acabam ajudando mais do que atrapalhando no final.
Mesmo com os pontos bacanas que o livro traz, nem tudo é só alegria. A condução do texto incomoda em algumas passagens pela quebra de ritmo e a inclusão de muitas vírgulas, o que prejudica a agilidade em que o texto funcionaria melhor. Algumas páginas também poderiam ser suprimidas, pois trazem informações pouco relevantes como a narrativa de um programa de perguntas e respostas na MTV. Por mais que a intenção seja boa, não consegue dizer para que veio.
Os pequenos detalhes negativos, no entanto, não diminuem muita coisa em “Nós Vamos Invadir Sua Praia”. Com a participação ilustre de Kid Vinil e Lobão, Andréa Ascenção passeia bem por todas as formações do grupo e expõe, ainda que em segundo plano, um perfil do líder e fundador Roger Moreira que guiou a carreira da banda acreditando nas suas concepções e sem abrir muita margem para aquilo que não gostava, o que convenhamos é coisa bem rara de se ver.

Parabéns Fernando Canto!

Hoje é aniversário do escritor, compositor, poeta e sociólogo Fernando Canto. Parafraseando Vinícius: O branco mais preto do Laguinho, bairro de Macapá que ele adora descrever. O “Barba”, como o chamo carinhosamente, é um amigo que admiro. Costumo brincar dizendo que, se um dia eu escrever 25% do que ele escreve, estarei realizado como jornalista. Orgulho-me de freqüentar sua casa e ter a amizade dele, de sua esposa e seus filhos.

Funcionário da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Fernando também faz parte do Grupo Pilão, lendária banda amapaense. Ele já venceu muitos festivais de música com suas composições magníficas. Foi parceiro dos principais compositores do Amapá e publicou diversas obras literárias. Paraense de Óbidos, o Barba é amapaense de coração.

O homem possui a prosa na ponta da língua e a poesia nas mãos. Em todos os churrascos e cervejadas que participei em sua residência, o Barba sempre levantou assuntos interessantes, pois possui um papo muito legal. Malandrosamente, sempre tem uma boa sacada ou colocação inteligente e engraçada sobre qualquer tema.

Não faz muito tempo que o jornalista Renivaldo Costa disse: “Fernando Canto é nosso maior poeta!”, concordo plenamente. Em seus fantásticos escritos, o Barba poetiza, satiriza e relata as peculiaridades do Amapá, seja sobre amigos, histórias do Boêmios do Laguinho (sua escola de Samba do coração), do próprio bairro, homônimo a escola ou sobre o Bar do Abreu, reduto de intelectuais que adoram “molhar a palavra”.

Já li o livro “Adoradores do Sol”, de sua autoria, diversas vezes. Fernando deu o seu quinhão para a cultura amapaense, ele inventou e desinventou, musicou e escreveu, sempre esbanjando poesia e talento incontestável. Trocando em miúdos, Fernando Canto é PHoda! Não é á toa que costumo dizer que sou um grande fã dele. Feliz aniversário, mestre Barba!

Elton Tavares