A Cia de Artes Tucujus apresenta: O auto da estrela Guia!

Um espetáculo natalino que há 9 anos conta a história do nascimento de Cristo de uma forma diferenciada, tendo como referência o teatro de rua, números circenses e contações de histórias, acrescentando a palhaçaria como novidade na montagem de 2020.

Neste ano atípico, será realizado uma apresentação de forma presencial, limitada para 30 pessoas, seguindo todos os cuidados necessários para a segurança de todos, evitando a disseminação do covid-19. Por conta da limitação de público posterior o espetáculo será gravado e transmitido nas redes sociais da companhia para um maior alcance do público amapaense. Este espetáculo recebe apoio através de incentivo financeiro da Fundação Municipal de Cultura (FUMCULT/PMM).

Para a diretora do espetáculo, Jéssica Ataíde:

“O início dos ensaios foi bastante prejudicado por conta do apagão que sofremos aqui no estado, mas estar à frente da direção do trabalho foi bastante desafiador pois nunca tinha dirigido um elenco com mais de 02 pessoas, é uma responsabilidade contar uma história séria, mas utilizando a alegria para deixar ela mais leve e contagiante, sem desrespeitar as sagradas escrituras”.

Para o produtor cultural da Cia de Artes Tucuju, Jhou Santos:

Foi um ano bastante difícil em todos os sentidos, onde a prioridade foi o resguardo de nossa saúde e a das pessoas. Tínhamos bastantes projetos planejados para este ano e fomos surpreendidos, tivemos que nos adaptar aos formatos possíveis para o momento e quase que não iríamos realizar o auto de natal este ano, mas o grupo entendeu a importância deste projeto que já está em seu 9º ano, que já é uma tradição dentro da cia tucuju, e queremos através de nosso fazer teatral proporcionar um momento de leveza e reflexão neste período de natal e fim de ano”.

SINOPSE:

Para trazer um pouco de leveza e esperança para dias melhores, em meio a um ano bem atípico que está sendo o ano de 2020, a missão de contar a história mais contada de todos os tempos ficou sob responsabilidade de uma trupe circense. Através da essência do riso, palhaços e palhaças explicam como foi a passagem da estrela guia que indicou onde o menino Messias iria nascer, como foi sua trajetória na terra e o que ele deixou para nós como responsabilidade para contribuirmos com um mundo melhor.

Ficha técnica

Elenco: Luciano Melo, Raíssa de Souza, Ruana Melo e Jéssica Ataíde
Sonoplastia: Adalton Baia
Direção: Jéssica Ataíde
Produção: Jhou Santos

Informações

Data: 22 de dezembro de 2020 (terça feira)
Local: Espaço Cultural teatro Centreventos
Horário: 19h30
Entrada Gratuita
Atenção: interessados devem entrar em contato com a produção para saber se ainda há ingressos disponíveis. (96 99100-6230)

Atração Virtual: Companhia de Teatro Cangapé apresenta “Mistério do Picadeiro” nesta segunda (21)

Na próxima segunda-feira (21), a Companhia de Teatro Cangapé exibirá virtualmente o espetáculo “Mistério do Picadeiro”, uma história divertida sobre os festejos de natal. A atração será reproduzida ao vivo pelas redes sociais do grupo – Facebook (@ciacangape2013); Instagram (@cia.cangape_oficial); e Youtube (Cia. Cangapé) –, às 19 horas, com o apoio da Prefeitura de Macapá (PMM), Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), Grupo Teatral Marco Zero e Coletivo de Artistas Produtores e Técnicos em Teatro do Amapá (Captta).

O espetáculo circense vem inovando com uma narrativa fora dos padrões clássicos natalinos. Deste modo, um bando de palhaços entra em cena trazendo brincadeiras e bobagem palhacesca para o festejo de natal. A atração é realizada há mais de quatro anos na comunidade do Bairro Araxá pelo grupo Cangapé, que mesmo com as limitações impostas pela pandemia, decidiu adaptar o trabalho para a internet, como uma forma de atender o público e levar entretenimento para o final de ano amapaense.

De acordo com a integrante do grupo Alice Araújo, a proposta virtual quer manter a tradição natalina do espetáculo e continuar promovendo o acesso à cultura, de forma criativa e inclusiva, e também usar a magia do circo e a magia dos palhaços como forma de amenizar os impactos sociais e culturais provocados pela covid-19. “Através de um espetáculo cômico e dinâmico, de sucesso de público e de crítica na cidade, queremos rememorar histórias da construção da identidade da nossa capital e, assim, levar aos lares amapaenses um pouco de alegria e entretenimento durante o isolamento social”, enfatizou a atriz e palhaça.

Sinopse

Mais um dia comum na rotina frenética do “Circo Lira”, com os artistas se preparando para a nova noite de espetáculo, porém, o palhaço recém-chegado a trupe parece ainda não ter se inteirado aos demais companheiros, sempre calado e sozinho, parece um palhaço meio diferente e vive a brincar com seu cãozinho de estimação. Só que naquele dia, algo extraordinário aconteceria na vida do Circo já na preparação para entrar no picadeiro.

O palhaço tripa percebe que o grande presente a ser ofertado a uma criança naquela noite sumiu, desesperados e muito atrapalhados todos decidem procurá-lo. Nessa procura muita confusão acontece, entram malabaristas, monociclistas e acrobatas, Mulambo, Chimbinha, Tripa e Perualda, os palhaços do “Circo Lira”.

Todos juntos vasculham o circo e chegam a conclusão que o palhaço novato foi quem pegou e presente, mas quando vão falar com ele, depois de ter o acusado pelo sumiço do presente, percebem que fizeram uma grande trapalhada e o acusaram injustamente, deixando o palhaço triste e magoado. Depois de perceber que foram injustos, resolveram reconhecer seus erros e pedir desculpas, todos se entendem e acabam achando sem querer o presente perdido, dando início ao grande e divertido show do “Circo Lira”.

Elenco e Equipe técnica

Alice Araújo (palhaça Perualda), Washington silva (palhaço Mulambo), Emerson Rodrigues (palhaço Novato), Lívia Letícia (palhaça Pipi), José Armando (palhaço Carambola), Mauro Santos (palhaço Chimbinha), Cleber Barsan (Iluminador) e Paulo Padovani (Apoio).

Serviço:

Daniel Alves
Assessor de Comunicação

Cultura: Auto do Menino-Deus faz parte da programação cultural de Natal da Fumcult

Quimera Quimera Cia. de Teatro, realiza O Auto do Menino-Deus – com texto inspirado na obra “ O Advento” de Natália Maccari, que aborda sobre o período antes do nascimento do menino Jesus, mas com a introdução de elementos da cultura do Amapá, como as mulheres que dançam o marabaixo e celebram com esperança, a chegada do menino Deus.

A Companhia Quimera foi contemplada com o Fomento de Natal da Fundação Municipal de Cultura de Macapá (Fumcult)-2020, que tem como representante a Associação Cultural Grupo Teatral Marco Zero.

O Auto de Natal do Menino-Deus desta vez será apresentado em forma de live, numa reprodução gravada previamente em vídeo para as redes sociais, devido a pandemia do novo coronavírius, pelo canal do Navegando na Vanguarda, na plataforma do YouTube.

A direção do espetáculo é da educadora e atriz Rosa Rente e o elenco formado por atores amapaenses, entre homens, mulheres e crianças. Lucas Souza, Eliana Moreira, Caio Castillo, Renato Vieira, Zaak Mendes, Glauber Caetano, Cassiane Farias, Jéssica de Souza e Andressa Aragão.

O espetáculo aconteceu no espaço cultural Navegando na Vanguarda, onde foi gravado o vídeo com as atrizes e os atores caracterizados dos personagens, e estará disponível nas redes sociais a partir desta segunda-feira, 21, às 20h.

Assista no link:
https://www.youtube.com/results?search_query=navegando+na+vanguarda

Contato comunicação:
Pérola Pedrosa
991279591

Site De Rocha completa 11 anos no ar

Parece que foi ontem, mas já faz 11 anos. O ano de 2009 foi bem legal, mas as duas coisas que mais gostei nele foram o show do Radiohead e a criação do blog De Rocha.

Incentivado por uma ex-namorada, comecei escrever na página virtual. Foi no dia 15 de novembro, há exatos 11 verões e um dia.

A gíria “De Rocha” nomeia este site porque nós, grande parte dos nortistas amapaenses e paraenses, a usamos quando queremos passar credibilidade sobre determinado assunto.

Na página, sempre publiquei fotografias, notícias, músicas, poesias, futebol, crônicas, contos, gifs, informes sobre fatos, eventos, pessoas públicas, bandas, arte, muita arte, e assuntos de interesse da população.

A promoção da cultura, em todas as suas vertentes, sempre foi o principal objetivo do De Rocha, além de expor meus pontos de vista, críticas leves e pesadas ou elogios amenos e exagerados aos que merecem. Foram tantos artistas, músicos, bandas, incontáveis eventos. Também publiquei textos do trampo por onde passei como assessor de comunicação. Além disso, falei muito da minha amada e preciosíssima família. E isso tudo misturando blá-blá-blá abobrístico, pois a vida sem humor é horrível.

Apesar da “internet soviética”, como diz o amigo jornalista Régis Sanches (ex-colaborador deste site), dos acusadores, fiscais e críticos, o De Rocha virou sucesso. Confesso que, quando comecei a escrever, nem imaginava que minha página virtual seria tão bem aceita. Isso aqui abriu portais, portas, janelas, gavetas e até alçapões em minha vida (risos).

Sei que rolou muito atrevimento, ironia, polêmicas, sarcasmo, verdades doloridas de se ler, alfinetadas, acidez e até bobagens de minha parte. Mas também rolou tanta homenagem, tanto amor real, tanta coisa legal. Claro que cometi alguns erros, não poderia ser de outro jeito. Mas tudo é aprendizado. Me arrependo de ter magoado algumas pessoas. De verdade!

Por aqui passaram vários colaboradores. Alguns deles nem são mais meus amigos, mas sou grato pelas contribuições. Cada um teve papel importante na formação deste espaço. Também agradeço aos parceiros que continuam por aqui. Em especial aos amigos Fernando Canto, Ronaldo Rodrigues, Jaci Rocha, Patrícia Andrade, Alcinéa Cavalcante, Luiz Jorge, Marcelo Guido e Marcelle Nunes, além do velho e saudoso Tãgaha Luz (In memoriam). Ah, os caras que fazem a manutenção do boteco: Rômulo Ramos e Laerte Diniz. Obrigado, meninas e caras.

O blog morreu há seis anos, quando foi criada esta página eletrônica (dados do antigo endereço foram migrados para cá). Passado todo esse tempo, mantenho-me como comecei: jornalista, assessor de comunicação, compulsivo por atualizações da página, cronista, crítico, ex-blogueiro e editor de um site ético sem rabo preso com ninguém (apesar de muita gente confundir o espaço dado a amigos assessores com favorecimento).

Tenho a ousadia de usar as palavras do escritor Caio Fernando Abreu: “acho que fiz tudo do jeito melhor, meio torto, talvez, mas tenho tentado da maneira mais bonita que sei”. Uma eterna luta do bem contra o mal dentro de mim, mas com 99% de vitórias da luz.

Ah, desculpem os palavrões em alguns textos, mas isso também é liberdade de expressão.

Muitas das crônicas de minha autoria foram reunidas em um livro, o “Crônicas De Rocha – Sobre Bençãos e Canalhices Diárias”, lançado em setembro passado (à venda na Public Livraria ao preço de R$ 30,00 ou comigo. Contato: 96-99147-4038).

Aqui a bola sempre foi minha. Você pode discordar, mas é isso o que penso e ponto. Com essa frase, agradei a maioria. Meu muito obrigado a vocês, senhores e senhoras que compõem o leitorado do De Rocha, sejam admiradores, críticos e detonadores (que de certa forma também são admiradores). Sigamos aplaudindo, criticando, discordando e incentivando as boas práticas. Valeu!

Elton Tavares

Secult lança os editais ‘Carlos Lima – Seu Portuga’ e ‘Fábio Mont’Alverne – Rato Batera’ e destina recursos da Lei Aldir Blanc para artistas e produtores culturais do Amapá

A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) lançou dois editais voltados para os artistas e produtores culturais amapaenses, no último dia 23 de outubro. Um edital chamado ‘Carlos Lima – Seu Portuga’ e o outro ‘Fábio Mont’Alverne – Rato Batera’, em homenagem aos ícones da arte estadual (música e teatro) que foram vítimas da Covid-19 em 2020.

De acordo com o titular da Secult, Evandro Milhomen, serão destinados R$ 3,5 milhões de recursos federais para os dois editais. Outros R$ 11 milhões originários do fundo do Auxílio Emergencial da Lei Aldir Blanc, que por sua vez não completou o quantitativo de solicitações, resultando em sobra financeira devem ser aplicados em mais editais.

O secretário garantiu que esses recursos serão investido em novos editais em que a instituição está trabalhando, voltados para a trabalhadores da cultura no Amapá, previstos para meados de novembro, com o objetivo de fomentar a cadeia produtiva cultural no estado e assim garantir a geração de renda para o setor, que foi diretamente afetado pela  pandemia do novo coronavírus.

As inscrições estão abertas e seguem até o dia 11 de novembro. Para se inscrever, o interessado deve estar cadastrado com perfil ativo e atualizado no Sistema Estadual de Informações e Indicadores Culturais (SEIIC), disponível no link http://seiic.ap.gov.br/.

Após a verificação no sistema, o usuário deve efetivar a inscrição por meio do envio de um formulário de inscrição, presente no Anexo 1 dos editais e que deve ser direcionado, completo, em formato PDF, para o e-mail [email protected] para se inscrever no edital Rato Batera e [email protected] para se inscreve no edital Seu Portuga, até a data final estabelecida.

Podem participar qualquer trabalhador dos segmentos artísticos e produções culturais dos 16 municípios do Estado, como apresentações de espetáculos, contações de histórias, demonstrações técnicas, exibições de obras de cinema/ audiovisual, oficinas, debates, palestras, shows e outras.

Os dois resultados estarão disponíveis no dia 23 de novembro. Cada edital obedece a um critério de seleção, número de vagas e remuneração diferenciada, conforme descrito abaixo:

Rato Batera

A seleção das propostas inscritas no edital será realizada em fase única, com foco em preceitos artísticos e culturais e análise do histórico artístico do proponente, a partir do material.A avaliação contará com 6 curadores externos, que deverão pontuar: trajetória profissional comprovada, qualidade artística, relevância e caráter inovador da proposta, bem como o diálogo com a diversidade cultural do Amapá.

Ao todo, são 400 vagas para as propostas de conteúdos artísticos e culturais, para fins de transmissões ao vivo e reprodução em redes sociais e plataformas de streaming, administradas pela Secult, de acordo com as especificações que se seguem: R$ 3.000,00, R$ 4.000,00 a R$ 6.000,00 (de 2, 4 e 6 anos, respectivamente).

Seu Portuga

A seleção das propostas inscritas no edital será realizada em fase única, com foco em preceitos artísticos e culturais e análise do histórico artístico do proponente, a partir do material. Desta vez, avaliados por 8 curadores externos, que deverão pontuar: trajetória profissional comprovada, qualidade artística, relevância e caráter inovador da proposta, bem como o diálogo com a diversidade cultural do Amapá.

Ao todo, são 249 vagas para as propostas de conteúdos artísticos e culturais, apresentados por agentes da cadeia produtiva da cultura e das artes, que desenvolvam e favoreçam a produção, difusão e consumo de cultura e arte, administrados pela Secult, de acordo com as especificações que se seguem: R$ 5.000,00, R$ 7.500,00 a R$ 10.000,00 (de 2, 4 e 6 anos, respectivamente).

Estamos homenageando o músico Fábio Mont’Alverne e o professor de Artes Carlos Lima. Um baterista e um ator que deixaram um legado para cultura do Amapá. Ambos vítimas da Covid-19. Sabemos da importância deles para a história da música e do Teatro e essa é uma forma de reconhecer e agradecer a contribuição dada por esses dois artistas inesquecíveis“, comentou Evandro Milhomen.

Temos trabalhado muito. Nosso objetivo é fomentar a cultura mesmo em tempos de Covid-19. Esses dois são somente os primeiros. Outros editais ampliarão as possibilidades de valorização e fortalecimento cultural do Amapá em todas as suas vertentes, gerando renda para nossos valorosos trabalhadores da Cultura. Esse é o nosso objetivo e estamos empenhados em cumprir esse desafio”, frisou o secretário de Estado da Cultura.

Hoje rola Festival In Solos Tucujus 2020

A produção do Festival In Solos Tucujus realizará live para tratar sobre o lançamento do cadastro cultural que será utilizado para montagem da programação da edição 2020.

A live ocorrerá nesta quarta feira (21/10/20) ás 20h na conta do instagram do Festival (@insolostucujus) e o convite é direcionado para a classe artística amapaense dos segmentos de Circo e de Teatro que tenham interesse em participar da programação. No momento será explicado qual será o formato da edição deste ano e será lançado um cadastro cultural para que os artistas possam enviar propostas.

Jhou Santos (diretor artístico) antecipa que: “através dessa conversa iremos expor o que estamos planejando para esta edição e de que forma vamos montar a programação. A ideia inicial era convidar os trabalhos de alguns artistas do qual já tinham entrado em contato conosco demonstrando interesse em colaborar com o evento, que ressaltando, será realizado de forma colaborativa, porém resolvemos fazer um cadastro cultural para ampliarmos as possibilidades, para recebermos outras propostas e a partir do formato que estamos pensando fecharmos uma programação”.

O festival In Solos Tucujus é realizado pela Cia de Artes Tucujus (grupo formado por jovens agentes culturais do Amapá) e parceiros. A coordenação do festival é composta por: Jhou Santos (diretor artístico e coordenador geral), Kassia Modesto (produção executiva) e Ingrid Ranna (Recursos Humanos).

Para mais informações acesse, curta, siga e acompanhe às contas do evento no Facebook e no Instagram:
https://web.facebook.com/Insolostucujus/
https://www.instagram.com/insolostucujus/?hl=pt-br

Por: Produção Festival In Solos Tucujus 2020
Jhou Santos (Diretor Artístico e Coordenador Geral)

Live de recital de canto abordará lendas amazônicas como o Boto e a Cobra Grande

Imagem representando a lenda do Boto — Foto: Dominique Cavaleiro/G1

Por Caio Coutinho

Lendas como o Boto, Matinta Perêra, Uirapuru e Cobra Grande vão ganhar vida num recital de canto promovido em Macapá que será transmitido na manhã de segunda-feira (28) pelas redes sociais. Quem organiza a apresentação é o Centro de Educação Profissional de Música Walkíria Lima.

A live começa às 9h no canal da Secretaria de Estado de Educação (Seed) nas redes sociais. A live conta com a participação da soprano lírico Vera Lúcia Vigário da Costa e do pianista correpetidor Bruno George Duarte de Araújo, ambos professores do centro, que interpretarão canções dos compositores Waldemar Henrique e Wilson Fonseca.

O evento faz parte do projeto “A Música Não Pode Parar”, elaborado no primeiro semestre devido à pandemia de Covid-19, quando houve suspensão de aulas e outras atividades. O projeto busca promover ações virtuais para dar visibilidade a alunos e professores.

Lendas apresentadas:

O Boto
Cobra Grande
Tamba-Tajá
Matinta Perêra
Uirapurú
Curupira
Manhã Nungara
Nayá
Japiim
As canções “Lenda do Boto” e “Quando Canta Uirapurú” também fazem parte da playlist do evento. O centro Walkíria Lima está com outras programações virtuais previstas para o restante do semestre, como o Recital das Crianças e Recital de Natal.

Serviço:

Data: 28 de setembro (segunda-feira)
Hora: 9h
Local: Canal do Youtube da Seed

Fonte: G1 Amapá

Teatro/Itaú Cultural – Tem amapaense no Palco Virtual

Ator, diretor e professor Emerson de Paula – Foto: Unifap

O ator, diretor e professor Emerson de Paula, do Amapá, participa no dia 28 de setembro (segunda-feira), da programação do Palco Virtual, que o Itaú Cultural realiza até o dia 29, sempre virtual e ao vivo, e que conta ainda com espetáculos. Com a leitura de Coração-tambor, Emerson de Paula integra o ciclo de leituras que acontece nos dias 21 e 28 (segundas-feiras) às 20h, com textos de jovens dramaturgos, focados na Dramaturgia Negra, vindos de oito estados (AP, ES, MA, MG, RJ, RS, SC e SP).

O Itaú Cultural segue ao vivo e digital com o Palco Virtual em nova programação nas duas últimas semanas de setembro. Os ciclos de leituras dos dias 21 e 28 (segundas-feiras) são dedicados a textos de jovens dramaturgos e contam com debates conduzidos pela dramaturga anfitriã Dione Carlos e as convidadas Cristiane Sobral e Fernanda Júlia Onisajé. As sessões à noite, nos dias 22 e 29 (terças-feiras), trazem a versão online de Villa, cuja estreia foi em 2018, a partir de texto do chileno Guillermo Calderón sobre a ditadura no Chile. No sábado e domingo, dias 26 e 27, tem entretenimento em tempo real para as crianças, com o espetáculo Cavaco e Sua Pulga, que também adapta para as telas a produção antes realizada entre cenários nos teatros e ao ar livre.

Toda a programação do Palco Virtual Itaú Cultural é gratuita. As apresentações acontecem via Zoom e as reservas de ingressos online têm início 15 dias antes das atividades, pela plataforma Sympla

Os ciclos de leituras das duas últimas segundas-feiras de setembro dão voz a uma produção teatral fruto das turmas do curso EAD Dramaturgia Negra: A Palavra Viva, realizadas em 2019 e 2020 pela instituição. A cada semana, são apresentadas cinco cenas curtas, criadas durante o curso, conduzido pela dramaturga Dione Carlos, em formatos que vão desde leituras dramáticas clássicas a vídeos conceituais. Ao final de cada noite, Dione media uma conversa ao lado de uma convidada.

No dia 21, tendo como convidada a baiana Fernanda Júlia Onisajé, diretora-fundadora do Núcleo Afro brasileiro de Teatro de Alagoinhas – NATA, o ciclo começa às 20h, com PROMETEU BR, do carioca Júnio Nascimento. Nela, um homem negro clama pelo fim da política de genocídio que assola o corpo preto. A paulista radicada no Rio Grande do Sul, Grazielle Bessa, apresenta Porque os Tons de Vestidos Sempre Mudam, inspirado no poema Da Menina, a Pipa, de Conceição Evaristo, no qual a personagem tem os tons de sua vida mudados a partir de suas escolhas. Valongo, do gaúcho Marcio Silveira dos Santos, por sua vez, traz a força de uma protagonista que, ao evocar memórias, elementos e energias do passado e do presente, roga pela permanente resistência afro-diaspórica de luta por justiça e direitos.

o Maranhão vem Tradição, texto de Brenna Maria, que parte de Catirina e Chico, personagens negros estereotipados no auto do bumba-meu-boi. Em cena, eles representam o homem e a mulher do campo, cantando a toada dos explorados. A noite fecha com A Greve das Amas, de Jefferson Fernandes, de Minas Gerais. Incorporando personagens do maracatu à comédia A Greve do Sexo – Lisístrata, de Aristófanes, o texto se passa na Bahia de 1883, onde uma mulher escravizada decide não mais amamentar os filhos da realeza e convoca todas para esta tarefa.

No dia 28, no mesmo horário, o ciclo apresenta mais um bloco de leituras dedicado à dramaturgia negra. A cena ficcional Ticumbi de Conceição da Barra, do capixaba Adriano Domingos Monteiro, tem como base a manifestação cultural quilombola ticumbi, ou baile dos congos, na qual dois reinos batalham simbolicamente pelo direito de cultuar São Benedito. Já o amapaense Emerson de Paula apresenta Coração-tambor. Baseado no mito Medéia e em diálogo com a manifestação cultural do marabaixo, este lamento trata do conflito de sentimentos em relação com o solo brasileiro, uma vez que se foi arrancado de terras africanas.

Fonte: Blog da Alcinéa.

Teatro/Itaú Cultural – Tem amapaense no Palco Virtual

Capoeira, teatro, música e atividades circenses marcam Estação Criança do Macapá Verão Online

A Estação Criança abriu a segunda semana do Macapá Verão 2020. Os pequeninos puderam prestigiar várias programações artísticas e culturais como roda de capoeira, dança, teatro, música e literatura, por meio de uma Live transmitida pela página da Prefeitura de Macapá e pelo Youtube, diretamente do Bioparque da Amazônia.

A programação iniciou às 15h, com o grupo União Capoeira, e seguiu com atividades musicais e contação de histórias com a professora Angelita. “Gratidão por poder mostrar o meu trabalho. Fico muito feliz, assim como meus colegas, que também tiveram o prazer de passar por este palco hoje”, disse.

O Macapá Verão 2020 segue em sua versão online nesta quinta, 27, a partir das 19h, com transmissão pela página da Prefeitura de Macapá e Youtube.

Confira a programação completa:

– Exposição de artes Ivan Amanajás (artes visuais)

– Roni Moraes (música)

– Cleverson Baía (música)

– Pat Andrade (literatura) (música)

– Helder Brandão e Beto Oscar (música)

– Carla Nobre (literatura)

– Rambolde Campos (música)

– Grupo Marabaixo da Juventude (Marabaixo)

– Brenda Melo (música)

Secretaria de Comunicação de Macapá
Kelly Pantoja
Assessora de comunicação

Com medidas de proteção implantadas, novo centro de formação artística abre as portas para o público macapaense

Nesta quarta-feira (26), uma nova opção para a formação no campo das artes inaugura na capital do Estado, o Espaço de Arte Casa de Cena. O local reúne professores especialistas nas áreas de teatro, música e dança, profissionais altamente qualificados para ministrar cursos e oficinas ao público infantojuvenil e adulto, garantindo o contato com experiências lúdicas, exercícios corporais, vocais e muito mais. Para mais informações: www.casadecena.com.br

A Casa fica localizada no centro de Macapá, na Av. Cora de Carvalho, nº. 608, entre as Ruas General Rondon e Tiradentes. Entre as modalidades oferecidas, o Espaço conta com ballet, stiletto, canto, violão e iniciação teatral. Devido às restrições impostas pela pandemia, nesses primeiros meses de abertura, as aulas serão limitadas a cinco alunos por turma, nos horários da manhã, tarde e noite.

Para iniciar as atividades, o centro seguiu todas as recomendadas dos órgãos sanitários, garantindo a proteção dos alunos que participarão dos cursos ministrados nesse período. Deste modo, a Casa de Cena conta com tapete sanitizante, termômetro digital infravermelho, dispensador de álcool gel, máscaras e protetores faciais, além da demarcação do ambiente onde ocorrerão às aulas.

O local é administrado pelo pedagogo e professor de teatro Luiz Rodrigues, profissional com larga experiências nos palcos e na sala de aula. Além de espetáculos, produções e atividades artísticas, o educador trabalha a alguns anos com o teatro pedagógico, modalidade que junta os ensinamentos cênicos com a prática educacional. Na sua trajetória, já ministrou o curso para docentes de diversos colégios do Estado, além de jovens e crianças.

Profissionais

Bruna Araújo – Bailarina há 20 anos, formada em Pedagogia e acadêmica de Educação Física. Atua na área da dança há oito anos, atendendo o público a partir de três anos de idade. Em seu trabalho, busca despertar o lúdico em seus alunos, além disso, o desenvolvimento motor, o reconhecimento dos ritmos e materiais sensoriais, oferecendo o bem-estar e deixando as aulas mais prazerosas.

Mayck Fridman – Bailarino e instrutor de Stiletto, Dança de Salão, Ballet Clássico, Contemporâneo e Jazz Dance. Com experiência na área da dança desde 2011, o profissional já participou de diversos festivais e espetáculos no Estado do Amapá.

Wanderson Lobato – Cantor, compositor, educador musical e preparador vocal. Estudou Licenciatura em Música na Universidade do Estado do Amapá, se apresentou em diversos festivais, em vários lugares do país e, hoje, além da carreira musical, também ministra cursos, palestras, workshops e consultorias voltadas para a área da técnica vocal.

Serviço:

Espaço de Arte Casa de Cena
Pré-inscrições: www.casadecena.com.br
Contatos: 98117-0133 / 98100-2552

Daniel Alves
Assessoria de Comunicação

Ao Vivo Lá Em Casa: Secult segue com apresentações culturais de artistas em suas redes sociais

A Secretaria de Cultura do Amapá (Secult/AP) iniciou, na última quarta feira (12), a programação on-line desta semana do projeto Ao Vivo Lá Em Casa. Ontem, apresentaram-se Tina Araújo, Ingrid Ranieri (teatro); Fumaça (capoeira); Ruan da Flauta, Tamires Souza e Smith Gomes (música).

Entre as performances de hoje (13), o público terá a oportunidade de assistir a uma transmissão ao vivo de Madson Souza e Adaílton Baía (teatro); Matheu); Wendel Conceição e Mateus Pedrosa (música). Tudo a partir das 18h.

Até o próximo domingo (13), um total de 23 atrações se apresentarão somente essa semana, via Facebook e Instagram da pasta de cultura. A programação se estenderá até o dia 22 de agosto, sempre a partir das quarta-feira e irá até o domingo.

Com uma programação totalmente diversificada, a iniciativa do Governo do Estado (GEA) – por meio da Secult – vem fomentando a cadeia produtiva da cultura e das artes nesses tempos de pandemia. A escolha das atrações se deu via chamada pública e mais de 90 propostas de artistas locais foram contempladas, atendendo ao público adulto, infantil e infanto-juvenil com apresentações de música, teatro, dança, audiovisual, cultura popular, circo e muito mais.

Programação Completa de hoje até domingo:

Hoje o programa “Conhecendo o Artista” recebe Maurício Maciel

Por Kassia Modesto

Hoje, é dia de Conhecendo o Artista. E a gente apresenta o ator Maurício Maciel e toda a sua trajetória no fazer artístico amapaense. Os nossos encontros, sempre marcados para as quintas as 20h e aos sábados as 21h tem trazido paz, amor, diversão e muita arte para esse momento pandêmico. E nós aguardamos você, para desfrutar dessa troca conosco.

Maurício Maciel é ator, diretor teatral, bailarino, coreógrafo, produtor cultural e arte educador. Iniciou sua carreira artística em 2004 com a montagem do espetáculo Os Meninos da Cidade com direção de Celso Dias. Atuou nas montagens de Cerejas Amargas, Ensaio ou Saio, Via Sacra das Águas, Encanto da Ciranda, e coreógrafo do espetáculo Água Onde Tudo Se Refaz pela Cia Supernova Teatro Experimental. Dirigiu Leituras Dramatizadas dos textos Barrela de Plínio Marcos, Avental Todo Sujo de Ovo de Marcos Barbosa, ambos no Projeto Dramaturgia: Leituras em Cena do SESC-AP. Esteve no elenco como bailarino do Tatamirô Grupo de Poesia nos espetáculos Eu Vou Fazer Algo Com A Linguagem e Espaço Escuta Poetica: Tecno Artaud, e com o Grupo Lítero-Musical Poetas Azuis nos Shows Abra O Bico, A Poesia É Pop, Recital dos Verões e Quando O Amor Florir . Pelo Ói Nóiz Akí participou das montagens de Cânticos de Antares e Gaudêncio Seguro – O que Morreu de Velho!

Maurício soma a sua carreira a assistência de Produção do Espetáculo “Era Uma Vez Três Presentes Pra Vocês” da Cia. SuperNova Teatro Experimental, 2008 – e do “Show Mulheres” em Comemoração ao Dia Internacional da Mulher, no mesmo ano. Com espetáculo “Ensaio ou Saio” da Cia SuperNova Teatro Experimental, viajou pelo Projeto Sesc Amazônia das Artes para os estados de Maranhão e Roraima em 2008, com o mesmo espetáculo participou, ainda, do 6° Bienal de Arte, Cultura e Ciência da UNE em Salvador/BA em 2009. Em 2013 foi Coordenador e Oficineiro de teatro e dança no projeto ÓI NÓIZ AKÍ – Descoberta e Formação de Novos Valores, executado com recursos do CRIANÇA ESPERANÇA em parceria com a UNESCO e a Rede Globo e no projeto Cultura Viva no CEU DAS ARTES, realizado em parceria com a Prefeitura Municipal de Macapá – PMM através da Fundação Municipal de Cultura de Macapá – FUMCULT. De 2015 a 2017 Maurício foi Assistente de Produção Local do Projeto “Musica na Estrada” Etapa Macapá/AP. E de 2016 a 2019 – Coordenador e Curador do Festival Curta Teatro da Cia ÓI NÓIZ AKÍ. Nos anos de 2018 e 2019 foi Coordenador e Curador da Semana Amapaense de Teatro do CAPTTA – Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Amapá.

Atualmente, Maurício é acadêmico de Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Amapá e Conselheiro de Pauta do Teatro das Bacabeiras pelo seu 2° mandato.

Então, nós aguardamos você hoje às 20h no insta @srta.modesto, no programa Conhecendo o Artista.

Apresentadora: Kássia Modesto
Roteiro: Marcelo Luz
Produção: Wanderson Viana
Arte: Rafael Maciel
Artista Convidado: Maurício Maciel

Ao Vivo Lá Em Casa (Secult): Ingrid Ranieri apresenta o solo cênico: “A origem das bolhas”

O projeto “Ao vivo lá em Casa”, da Secretaria de Estado da Cultura do Amapá (Secult AP), apresenta, nesta quarta-feira (12), a partir das 18h30,  em sua programação o solo cênico “A origem das bolhas”, da Jovem atriz Ingrid Ranieri. O espetáculo será transmitido pelas redes sociais da Secult Amapá.

A peça é também em alusão ao Dia estadual de Combate ao Feminicidio, celebrado hoje no Amapá.

Ingrid, atualmente vive uma conexão entre a cidade do Rio de Janeiro onde faz graduação em Bacharel em Teatro na conceituada Casa das Artes de Laranjeira (CAL) e Macapá, terra em que foi criada junto à sua família e que também executa seus projetos artísticos. A atriz já teve passagem pelo Curso de Licenciatura em teatro da Universidade Federal do Amapá e também já integrou no período de 2016 a 2018 a Cia de Artes Tucuju, grupo formado só por jovens artistas e agentes culturais do Amapá.

Para a atriz:

“É um evento muito importante para classe artística que vive da sua arte e que nesse momento está impossibilitada de fazer de forma presencial, o evento vem pra somar tanto pro artista continuar produzindo mesmo que em outro formato quanto para o público que pode continuar apreciando a arte do fazer teatral sem precisar sair de casa. Além de que o experimento a origem das bolhas trata- se dá pela metáfora de alguém que está preso em uma bolha e seus desafios o que pode se relacionar com o momento que estamos vivendo nessa quarentena.”

O Solo de curta duração foi estreado na III Edição do festival Curta Teatro realizado pela Cia. Ói Nóiz Aki, onde conquistou o Prêmio de Melhor Atriz e recebeu indicações nas categorias de: Melhor Dramaturgia, Melhor Caracterização e Melhor Concepção Sonora.

Neste certame, a atriz tem como parceiro o ator e produtor cultural Jhou Santos junto com a CORTEJO Produções Artísticas.

SINOPSE:

Imagine viver em um mundo limitado, restrito ao que você vê. Sentir que é muito maior do que o espaço que lhe foi atribuído. Se sentir marionete de um experimento de algo que está além do que é conhecido. Imagina conviver com múltiplas perguntas e nenhuma resposta. Solidão, inquietação, fluxo de pensamentos, reflexão e alienação. Uma luta constante entre conflitos internos e externos. Uma metáfora vivida por um corpo feminino que habita uma bolha e desconhece tudo que há fora dela, seus olhos são limitados a enxergar apenas o que há dentro de sua bolha, neste caso: chamada mundo.

Jhou Santos (Produtor Cultural)
Cortejo Produções Artísticas

Programa “Conhecendo o Artista”: hoje Kássia Modesto entrevista os atores Ingrid Ranna e Allan Gomes

Hoje, é dia de Conhecendo os Artistas. Para esse encontro lindo, teatral e poético, receberemos Ingrid Ranna e Allan Gomes. Os nossos encontros, sempre marcados para as quintas as 20h e aos sábados as 21h tem trazido paz, amor, diversão e muita arte para esse momento pandêmico. E nós aguardamos você, para desfrutar dessa troca conosco.

Allan Jhonathan da Silva Gomes

Natural de Almerim, Pará, Allan Gomes é artista de teatro e literatura desde de 2009 quando participou de uma oficina de teatro ministrada pela Cia Santa Art’s, e logo em seguida integrou o grupo. Participou de diversas oficinas, entre as quais destacam-se: Dramaturgia: Leituras em Cena – Sesc (2013); Dramaturgias em jogo – Magiluth – Sesc (2014); Dramaturgia: Leituras em Cena – Sesc (2014). Dramaturgia por Joyce Araújo – Sesc (2017); Interpretação Autoral – Teatro de Açúcar – Sesc; 2017: “Dramaturgia: O Ator Inconformado” por Vinícius Piedade – Sesc (2017). Allan já participou de diversas peças teatrais, dente as quais, destacam-se: “Ploc, a borboleta mais linda que já vi” do grupo Santa Art’s, “Patativa, verbo poético do Sertão” da Cia de Artes Tucuju e “Curupira, um ser inesquecível” do grupo Desclassificáveis, espetáculo que circulou no Amazônia das Artes em 2014. Enquanto literatura escreve textos em verso e em prosa, e participou de uma oficina de escrita do grupo Pena e Pergaminho (2013).

Ingrid Rayana da Silva Lima

Natural de Belém, capital do estado do Pará, Ingrid Ranna é fazedora cultural nos segmentos de literatura e teatro desde de 2013. Participou de oficinas formativas diversas, como: Iniciação Teatral do Sesc ministrado por Almando Storck, Dramaturgia por Joyce Araújo, Dramaturgia “O Ator Inconformado” por Vinícius Piedade. Foi fundadora da Companhia Arte em Movimento que existiu por 2 anos, sendo o trabalho mais significativo a Performance poética “Um Grito Negra” em 2015. Entrou no Movimento Cultural Desclassificáveis em 2015, participou enquanto atriz das peças “Cristo por Elas” nos anos de 2015 e 2017, e Curupira, um ser inesquecível, o trabalho mais expressivo com este grupo, participando do elenco entre 2015 e 2017. Atualmente participa da Cia de Artes Tucuju, onde atuou em diferentes espetáculos como atriz, diretora, produtora e/ou declamadora, entre os trabalhos principais estão Liberdade ao Negro em 2014, Sagradas Escrituras de 2014 a 2017, Patativa, Verbo Poético do Sertão em 2015, O Auto da Estrela Guia desde 2014, Como Carniça Urubus em 2017, Origem das Bolhas e Sobre(Viver) em 2018, Nós entre nós em 2016 e 2018, sendo no vencedor do festival Curta Teatro (AP) 2018, e o trabalho literário Patativas Tucujus, atualmente. Organiza os saraus “Só para Raros” e o “Sarau na Roça”, que já conta com várias edições. Ainda pela companhia assinou a produção do 1°Festival de Teatro e Circo Solo do Estado do Amapá, In Solos Tucujus 2019.

Juntos, Allan e Ingrid fundaram a AGIR Produções Artísticas, que ao longo dos 4 anos de existência desenvolveu o espetáculo O Varal de 2015 a 2018, “Íntimo” em 2017, e o “Sarau Literário De janeiro a dezembro” que teve seu início em 2018, neste mesmo ano participou do projeto Caravana Sesc das Artes. Ainda com este trabalho literário em 2019 foi colocado em prática o projeto interno de circulação percorrendo diversos bairros da cidade.

AGIR Produções Artísticas é uma companhia criada com o objetivo de produzir experimentos cênicos e literários com temáticas diversas para, assim, levá-los a todos os locais possíveis de serem apresentados. Surgiu em maio de 2015 quando iniciaram o processo criativo da primeira peça teatral: “O Varal”, que foi apresentado pela primeira vez na programação do evento “Sarau Só Para Raros”, realizado pela Cia de Artes Tucuju, o sarau fez parte programação da IV Assembleia Estadual ANEL(Aliança Nacional dos Estudantes Livre)-AP, que aconteceu na UEAP. A atração foi selecionada no Edital da 51ª Expofeira do Amapá. Em 2016 o grupo se apresentou no sarau organizado pelo Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá –SINSEPEAP. Em março “O Varal” foi apresentado na escola Jardim I. Em fevereiro de 2017 foi iniciado o processo de criação do o experimento cênico “Íntimo” que aborda crise existencial como temática e foi apresentado dia 26/04 no Teatro das Bacabeiras na mostra competitiva da segunda edição do Festival Curta Teatro do Amapá. No mesmo ano com o espetáculo “O Varal” o AGIR foi aprovado no edital de seleção de apresentações artísticas e culturais para a programação do Macapá Verão 2017. A apresentação ocorreu no dia 23 de julho na Estação Criança, na praça Floriano Peixoto. Em outubro o grupo participa do Projeto Vamos Comer Teatro – SESC/AP, com o “O Varal”, que foi apresentado duas vezes no salão de eventos do SESC/AP e no Amapá Garden Shopping em programações voltadas ao dia das crianças, e com o “Íntimo” em algumas escolas da rede pública de ensino. Em 2018 iniciam um novo trabalho, chamado “De janeiro a dezembro” que teve sua estreia em 04 de maio no Jardim I. No edital de credenciamento de propostas de apresentação artística nas linguagens: artes cênicas e literatura do SESC/AP, a companhia foi selecionada com os espetáculos “De janeiro a dezembro” e “O Varal”, desta vez fazendo parte do projeto Caravana SESC Das Artes, viajando para os municípios de Oiapoque e Laranjal do Jari, onde ministraram oficinas para alunos de escolas de ensino fundamental e realizaram apresentações artísticas. Participaram de uma mostra competitiva na escola particular de ensino infantil Ciranda do ABC que fica no Jardim I, apresentando um trecho do espetáculo “De Janeiro a Dezembro” e avaliando as apresentações dos alunos. Em dezembro participaram programação de Natal da Toca do Saci realizado pelas artistas Ruth Xavier e Eugenia Mesquita. Em 2019 o espetáculo “De janeiro a dezembro” começa a fazer uma circulação pelos bairros de Macapá, apresentando no Jardim I e Congós no mês de janeiro, na Casa Circo (Laguinho) e Baixada Pará (Pacoval) em fevereiro, em março participou da inauguração do Ponto de Cultura Imagem e Cia (Renascer), no Quintal Encantado (São Lázaro) e no Núcleo Âmago (Laguinho) em abril, no IBES (Infraero II), “Lua” (Renascer) e no Ateliê Supernova (Infraero I) em maio, Santa Rita em junho, CÉU das Artes (Infraero II) e Laurindo Banha em Julho, Sede da Cia Cangapé (Araxá) em agosto, Curiaú e Encanto dos Alagados (Muca) em setembro, Renascer II e Jardim Marco Zero em outubro. Em 28 de julho de 2020 o espetáculo fez parte da programação da Estação Criança do Macapá Verão 2019.

Então, nós aguardamos você hoje às 20h no insta @srta.modesto, no programa Conhecendo o Artista.

Apresentadora: Kássia Modesto
Roteiro: Marcelo Luz
Produção: Wanderson Viana
Arte: Rafael Maciel
Artistas Convidados: Ingrid Ranna e Allan Gomes