Fumcult e Semed planejam retorno às aulas com teatro para receber alunos da rede municipal


Alunos das 80 escolas e de 16 anexos do município serão recebidos com apresentações de teatro infantil e muita diversão no início do ano letivo 2013. A iniciativa é da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) e da Secretaria Municipal de Educação (Semed) que dão início a uma nova postura diante da formação de cidadãos, através de um modelo de gestão transversal, integrando cultura e educação.
O planejamento foi decidido na tarde desta quinta-feira, 14, em reunião entre a presidente da Fumcult, Márcia Corrêa, a secretária Municipal de Educação adjunta Antônia Andrade e técnicos da Semed e o assessor especial do prefeito, Marcos Mendonça. A ação, chamada de “Dia do Acolhimento” inicia no dia 11 de março, começo do ano letivo municipal 2013.
Carol Pessoa – Asscom Fumcult
Contato: 9112-2751 / 8131-5566
Asscom Prefeitura Municipal de Macapá
Contato: (96) 9154 8850

Espetáculo teatral “Um Batuque Para Macapá”, no Museu Sacaca

O Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa) promove o espetáculo teatral “Um Batuque para Macapá”. O evento acontecerá neste sábado, 26, a partir das 17h, no auditório Waldemiro Gomes/Museu Sacaca. A entrada é franca.

O espetáculo tem como base o poema Macapá Cinderela, da professora Aracy Mont’ Alverne e de outros poetas de Macapá, e tem enfoque na dança do Marabaixo, o tambor e o teatro da fisicalidade. Os atores recitadores fazem uma adoração da Amazônia instigando o público à valorização da mesma, isso se dá por meio de poemas amazônidas que são recitados durante as apresentações. A performance tem duração de 30 minutos.

A composição de texto e direção é dirigida pela Companhia Super Nova, tendo a Produção de Mariana Beckman. Os participantes do elenco são Mariana Beckman, Géssica Palmerim, Jesiane Viana, José Feiches, Celleny Amoras e Anderson Pantoja.

Angela Andrade/Iepa

Oficina de Teatro e Cinema começa na terça-feira!

A Secretaria Extraordinária de Politicas para Juventude – SEJUV, por meio do Projeto CINE JUVENTUDE, ofertará neste mês de Janeiro duas oficinas, uma de Teatro e Expressão e uma de Cinema para jovens de 15 a 29 anos. As oficinas iniciam no dia 08 de janeiro, próxima terça-feira, no Centro Cultural João Batista de Azevedo Picanço, Av. FAB, 900, em frente a Pediatria. E terão duração de 03 semanas

Oficina de Cinema
Horário: 14h às 16h.

Oficina de Teatro e Expressão
Horário de 16h às 18h.

Mais informações: na Secretaria Extraordinária de Políticas para Juventude. www.facebook.com.br/sejuv ou pelo telefone: (96) 3212 1222.

Hoje rola Concerto em Ré na Praça da Bandeira

Depois de percorrer vários estados da região norte do país, chega a vez do Estado do Amapá receber a turnê “Maria Cutia Rumo ao Norte”, do Grupo mineiro Maria Cutia. Criado no ano de 2006, na cidade de Belo Horizonte, o grupo dedica – se a pesquisar o teatro de rua, investigando a linguagem do palhaço, das máscaras expressivas e trabalhando o conceito de música em cena. Atualmente conta com três espetáculos em seu repertório: “Na Roda”, um espetáculo brincante com canções colhidas no Vale do Jequitinhonha e norte de Minas Gerais, “Como a Gente Gosta”, comédia musical livremente inspirada em Is you like it de Willian Shakespeare e “Concerto em Ré”, espetáculo cênico – musical de palhaços, onde uma banda de rock toca canções autorais em um show de trás pra frente.

Após cinco anos de trabalhando ininterrupto evidenciando as artes publicas, eis que o merecido reconhecimento enfim chega, e em 2011 o Grupo Maria Cutia inicia carreira internacional, através de uma turnê por países africanos de língua portuguesa (Cabo Verde, Guiné – Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) a convite do Ministério das Relações Exteriores. E não parou por aí, no mesmo ano o grupo mostrou a que veio com a conquista dos prêmios Funarte de Artes na Rua e  Funarte de Teatro Myriam Muniz, o que lhes permitiu a presente turnê e a socialização de sua produção com as camadas menos favorecidas da sociedade.

A turnê Maria Cutia Rumo ao Norte chega ao Amapá com os três espetáculos do grupo em repertório e uma oficina brincante, que será oferecida gratuitamente a sociedade amapaense. Para efetuar inscrição na mesma, os interessados devem enviar e-mail para [email protected] contendo: nome, idade, área de atuação (formação), telefone de contato e um breve histórico do interessado (05 linhas).

A produção local fica por conta da Cia. Ói Nóiz Akí, uma das mais atuantes e premiadas companhias de arte de nosso estado, recentemente selecionada pelo CRIANÇA ESPERANÇA – 2012 para execução do projeto Ói Nóiz Akí/ Descoberta e Formação de Novos Valores, através do qual realizará durante o ano de 2013 oficinas de teatro, circo, dança e música e ações cineclubistas na União dos Negros do Amapá – UNA, financiados pela UNESCO.

PROGRAMAÇÃO:

OFICINA BRINCANTE
Dia: 22/11/2012 (Quinta Feira)
Horário: 14:00 Horas
Local: Conselho Estadual de Cultura do Amapá – CONSEC/ AP

ESPETÁCULO “CONCERTO EM RÉ”
Dia: 23/11/2012 (Sexta Feira)
Horário: 18:00 Horas
Local: Praça da Bandeira

ESPETÁCULO “COMO A GENTE GOSTA”
Dia: 24/11/2012 (Sábado)
Horário: 19:00 Horas
Local: Casa do Artesão

ESPETÁCULO “NA RODA”
Dia: 25/11/2012 (Domingo)
Horário: 18:00 Horas
Local: Casa do Artesão.

Informações e Entrevistas:


CLAUDIO SILVA
0xx(96) 8114-9655
0xx(96) 9155-1036

DAN ALVES
0xx(96) 8131-8844

Dan Alves – Cia. Ói Nóiz Akí.

Teatro: Cia. amapaense Ói Nóiz Akí recebe em Macapá o projeto ”MARIA CUTIA rumo ao norte’

Fruto da parceria entre a Cia. amapaense Ói Nóiz Akí e o grupo mineiro Maria Cutia, chega a Macapá o projeto ”MARIA CUTIA rumo ao norte”. Até aqui, eles já passaram por Porto Velho, Boa Vista e Manaus. Dia 20 de novembro aterrissam em Macapá com os seus três espetáculos de repertório : COMO A GENTE GOSTA, CONCERTO EM RÉ e NA RODA. Todos os espetáculo são de rua, tornando-os acessível para todo e qualquer público. 

MARIA CUTIA

O Grupo Maria Cutia foi criado em 2006, na cidade de Belo Horizonte. Seus trabalhos, inicialmente, contemplavam mais as músicas regionais, o resgate de brincadeiras populares e o teatro de rua em sua forma mais arcaica, sem grandes cenários ou armações. Com o passar dos anos, foi estruturando-se como uma companhia de teatro que mistura gêneros, linguagens, cultivando pesquisa própria, a qual denomina de música-em-cena.

Alicerçando sua produção na música (em todos os espetáculos do grupo ela é integralmente executada ao vivo pelos atores) e na improvisação permitida pelo jogo do palhaço e da máscara, mescla o regional/popular com a mistura de gêneros rítmicos e de interpretação.

Durante essa intensa escavação cênica, outras linguagens foram se incorporando e consolidando como importante foco de experimentação do grupo. Ao trabalhar com diversos profissionais, como os diretores argentinos Raquel Sokolowicz e Marcelo Savignone, José Regino Oliveira (de Brasília), os palhaços europeus Jeannick Dupont e Johnny Melville, além de Ésio Magalhães, Alice Viveiros de Castro, Márcio Ballas,  Adelvane Néia, Ana Luisa Cardoso, Grupo Galpão, Clowns de Shakespeare, Grupo Teatro XIX, Os Satyros, Ói Nois Aqui Traveiz, dentre outros, construiu um arcabouço teórico/prático bastante extenso sobre a interpretação teatral e, mais especificamente, a da figura do palhaço.

A pesquisa com a máscara expressiva é iniciada ainda no curso profissionalizante do Teatro Universitário da UFMG (T.U.) – na qual Fernando Linares ocupa a cadeira de Interpretação Dramática. Desenvolvendo experimentações com as máscaras neutra, larvária, inteira de olhos pintados, balinesa, da Commedia Dell´arte e das expressivas, pôde estender esse trabalho, principiado com Linares, para dentro do grupo. Neste momento, inicia investigações com a máscara expressiva também com outros profissionais como Marcelo Savignone e Ésio Magalhães. Ainda sob o impacto de tais referências, inicia sua própria pesquisa, confeccionando máscaras e levando-as para a experimentação na rua com o público.

Atualmente, o grupo alicerça seus pensamentos, questões e experimentos dentro do universo dessas três artes: amúsica-em-cena; a máscara expressiva; e o palhaço; acreditando que vários aspectos de representação se aproximam e dialogam entre essas linguagens.

COMO A GENTE GOSTA
Exilados pelo novo duque, Rosalinda e Orlando são obrigados a deixar a corte. Ela foge acompanhada por sua prima Célia e, para se protegerem dos perigos da floresta, Célia se disfarça da camponesa Aliena e Rosalinda do jovem Ganimedes. Na floresta de Arden, Rosalinda – como Ganimedes – brinca com seu enamorado Orlando, fazendo-o imaginar que ela (travestida de homem!) fosse de verdade sua amada e lhe dá lições de como se curar da febre do amor. Célia se apaixona por Oliver – irmão mais velho de Orlando que vai até a floresta em busca de seu irmão – e Oliver por Aliena (o disfarce de Célia). Pela floresta, também encontramos Sílvio devotadamente apaixonado pela pastora Febe – que se enamora por Ganimedes, sem saber que ele é de fato uma mulher. Rosalinda, no meio deste qüiproquó de amores, tece sua trama para resolver toda a confusão desta ciranda de paixões, numa peça como a gente gosta.

Concerto em Ré
A famosa banda Maracutaia apresenta para seu grande público um show inesquecível. De traz pra frente, esse showzão começa no bis e acaba na passagem de som. No repertório, canções de palavras doces, que retratam o universo das mulheres e dos homens, além de cantar sobre nosso mundo Real (suas tartarugas, araras, micos, onças e garoupas). Na bateria, Marmota – a baterista de coração arritimado; no baixo e violão, Tadeu (e um charme que é só seu!); na guitarra, com seu grande topete, Felim; e no vocal, aquela que veio pra cantar todos os seus admiradores, Begônia – uma flor em pessoa.

NA RODA
A história de um menino sem nome, a opereta de Martim e Mariana e sua grande banda, a música de uma fazenda e de seus animais são contadas e cantadas ora por palhaços, ora por máscaras expressivas, ora por atores brincantes em contínuo diálogo com o público que, ao final, entra na roda e brinca também. Espetáculo brincante com repertório de canções colhidas no Vale do Jequitinhonha e no norte de Minas.

Agenda do grupo Dia 22 (quinta) – de 14h às 18h – oficina brincante na Sede do Conselho de Cultura em Macapá/AP. Dia 23 (sexta) – 18h – CONCERTO EM RÉ na Praça da Bandeira em Macapá/AP. Dia 24 (sábado) – 19h – COMO A GENTE GOSTA na Casa do Artesão em Macapá/AP. Dia 25 (domingo) – 18h – NA RODA na Casa do Artesão em Macapá/AP.

Dan Alves, do Ói Nóiz Akí

Espetáculo musical marca a programação do Equinócio da Primavera


Como parte da programação do Equinócio da Primavera – Astronomia no Meio do Mundo, Cia Viva de Teatro apresenta hoje (21), o Músical Infanto Juvenil “A Linha Imaginária e os Mistérios do Meio do Mundo”. O espetáculo conta a história de uma estrela cadente que cai no monumento Marco Zero do Equador em Macapá sendo encontrada por um Astrônomo que a ensina tudo sobre o Equinócio.

A peça faz parte do projeto “A Escola Vai ao Meio do Mundo”, que aproxima as instituições de educação ao Monumento do Marco Zero do Equador, oferecendo aos alunos de 1º a 5º da rede estadual de ensino a oportunidade de conhecer de perto um dos principais atrativos turísticos do estado, além de participarem várias atividades científicas e culturais.

A montagem do musical, premiado pelo Ministério da Cultura com o Prêmio Pró-Cultura, une teatro e o circo trazendo para cena o real, a simbologia da cultura local e o imaginário que está contido na cabeça de cada pessoa. 

Segundo a produtora executiva, Paiodhy Rodrigues, através da produção teatral “A Linha Imaginária e os Mistérios do Meio do mundo”, a Cia. Viva de Teatro, aproxima arte e ciência na busca pela valorização da educação e das riquezas patrimoniais e culturais do Amapá.

21/09 – 16h
Local: Sala de Eventos do Monumento do Marco Zero do Equador.

Jacke Carvalho

Projeto Palco Giratório traz o espetáculo “Dia desmanchado” de RS


SINOPSE

Um homem, exterminador de insetos, vive em sua casa mergulhado na banalidade do seu cotidiano, quando é surpreendido com a chegada da carta de uma mulher. A carta põe o homem em alerta, obrigando-o a ensaiar o esperado encontro, na tentativa de que nada fuja do seu controle. O encontro deve ser bem sucedido, pois não é sempre que o amor bate à sua porta. Nessa realidade de espera e angústia, onde o ensaio para o encontro é uma corrida contra um dia que avança sem piedade, o homem se vê magicamente contraído por outros aspectos do tempo. O dia do homem assim se desmancha em tempos incompossíveis e contraditórios, onde não se sabe ao certo o que é passado, presente ou futuro. 
Classificação etária: LIVRE
Duração: 55 minutos
Existe limite de público para apresentação do espetáculo?     (    )Sim   ( X )Não
Número de atos / intervalo e tempo de intervalo: 0
Ficha técnica

Direção e dramaturgia de ações:  Tatiana Cardoso – DRT: 1870
Atuação: Marcelo Bulgarelli 
Assistência de direção: Aline Marques 
Contrarregragem: Giovanna Alessandra Silva Zottis 
Trilha sonora original: Jackson Zambelli e Sérgio Olivé
Bandoneón: Mano Monteiro
Figurino: Teatro Torto
Cenário e objetos: Maíra Coelho
Pinturas: Carla Magalhães e Maíra Coelho
Iluminação: Joao Carlos Dadico 
Operador de luz: a definir
Formação musical: Simone Rasslan
Arte visual: Ernani Chaves e Viviane Martins
Rádio: Heitor Schmidt
Fotos: Marcelo Amaral, Marco A. F.  e Gerson de Oliveira
Produção e Realização: Teatro Torto 
HISTÓRIO DO GRUPO/COMPANHIA

O Teatro Torto desenvolve suas atividades tendo o ator como foco em um trabalho cotidiano no preparo de si, na busca de uma prática constante, autônoma e autoral. O Teatro Torto nasce de uma parceria que acontece desde 2005, na criação do espetáculo As Bufa, Prêmio Açorianos de Teatro Revelação 2008, em Porto Alegre. Em 2007 realiza o projeto Ator Autor – criação e multiplicação, onde desenvolve um treinamento físico com outros atores da cidade e realiza oficinas pelo interior do Rio Grande do Sul. Em 2010, com o projeto Meyerhold 70 anos – contraponto, também contemplado pelo FUMPROARTE de Porto Alegre, realiza além da criação do espetáculo Dia Desmanchado, Prêmio Açorianos de melhor ator e trilha sonora original 2010, um encontro com oficina, palestras, debates e aula-espetáculo em colaboração com a Cia Mundu Rodá (SP) e o Centro Internacional de Biomecânica Teatral (Itália). Os últimos três projetos foram contemplados com o Prêmio Myriam Muniz da Funarte. O Teatro Torto mantém suas atividades em intercâmbio permanente com o mestre russo de biomecânica teatral Gennadi Bogdanov e com o grupo Vindenes Bro, coordenado por Iben Nagel Rasmussen, do Odin Teatret, da Dinamarca.

Serviço:
TEATRO DAS BACABEIRAS – 21 HORAS
DIA 15/9/12
INGRESSO NO TEATRO
INTEIRA R$ 10,00
MEIA R$ 5,00 (ESTUDANTES E COMERCIÁRIOS)

Hoje, o Coletivo Palafita realiza 2º edição do Cabaré Fora do Eixo


O grupo cultural Coletivo Palafita realiza nesta sexta-feira (31), às 19h, na Casa Fora do Eixo, a segunda edição do Cabaré Fora do Eixo. O evento contará com a participação de parceiros das diversas frentes que compõem o Circuito Fora do Eixo, venda de produtos artísticos e bebidas.

Artes cênicas, Literatura e muita Música para todos! E o mais legal é que o público é quem decide o valor do ingresso no evento, a final, a gente, também quer saber “Quanto Vale o Show?”. E quem vai responder isso é você, que pode opinar sobre o evento, as apresentações artísticas e contribuir com um valor a ser pago na saída do Cabaré. (Simples assim: o público paga o valor que achar justo na saída.)

Programação:

MÚSICA: bandas Ekinócio Band e Sansara Maya. ARTES CÊNICAS: peças “A Língua Solta do Palhaço Joca” (Grupo Eureca) e “CART’S” (Cia. Supernova). LITERATURA:“Poemas (A)gosto” (Fora do Eixo Letras / Grupo Respingo). ARTES INTEGRADAS:“Patativa, Um Verbo Poético” (Cia. Tucuju).

Serviço: 

Cabaré Fora do Eixo 
Atrações: Aapresentações de Teatro, Poesia e Música.
Local: Casa Fora do Eixo, localizada na Avenida Henrique Galúcio, Nº 820, centro de Macapá.
Hora: a partir das 19h.
Entrada: você que decide, pois será paga na saída do evento.