Companhia do DF apresenta o espetáculo infantil “Os Meninos Verdes”, de Cora Coralina


Através da manipulação de bonecos, a companhia brasiliense Voar Teatro de Bonecos vai encantar o público infantil com o espetáculo recheado de fantasias “Os Meninos Verdes”, montagem adaptada do livro homônimo de Cora Coralina – uma fábula que conta a história de duendes sapecas, que surgem no jardim da vó Cora. O espetáculo será nos dias 1º e 2 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. No dia 31, o grupo ministrará uma oficina de manipulação de bonecos, no Teatro Porão do Sesc Araxá, das 19h às 22h.

O projeto de circulação nacional consiste em levar o espetáculo para completar o circuito nacional com apresentações nos únicos estados ainda não atingidos pelo grupo: Amapá, Acre, Amazonas, Bahia, Piauí e Sergipe. Este espetáculo é da autora goiana Cora Coralina, com adaptação de Marco Augusto, diretor da Cia. Voar, e trata das dificuldades em lidar com as diferenças. É direcionado ao público infantil, mas de abrangência a toda a família. A peça foi agraciada pelo Fundo de Apoio à Cultura, edital 2011 para execução em 2012.

Na história, Os Meninos Verdes conquistam o afeto da poetisa, vó Cora, através de suas brincadeiras, estripulias, do exercício da imaginação e da pureza. Tudo com simplicidade, assim como no livro, onde a autora usou ternura para narrar meninices, brincadeiras e sonhos, provocando a identificação não somente nas crianças, mas também nos adultos.

A Companhia Voar Teatro de Bonecos teve sua fundação em 2003, possuindo oito anos de trabalhos ininterruptos com um vasto histórico de apresentações em sua cidade de origem, Brasília (DF) e por vinte estados do país, em diversos festivais de teatro, sempre selecionado através de inscrições e/ou editais e também participação por convites, além de ter conquistado várias premiações.

Em Macapá, o espetáculo conta com a produção do Coletivo de Artistas Amazourbanidade e apoio do governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado da Cultura, Sesc Amapá, Movimento Cultural Desclassificáveis, Rede Amazônia de Artes, Restaurante Norte das Águas, Academia Amapaense de Circo, Museu da Imagem e do Som (MIS).

Confira a programação:

Espetáculo: “Os Meninos Verdes”

Dias:

31 de agosto – Das 19h às 22h / Oficina de Manipulação de Bonecos, no Teatro Porão do Sesc Araxá

1º de setembro (sábado) – Seções às 10h e às 14h – no Teatro das Bacabeiras.

2 de setembro (domingo) – Seção às 14h – no Teatro das Bacabeiras

Ingresso: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Rita Torrinha/Secult

Hoje, espetáculo “Anatomia Frozen” entra em cartaz no Teatro das Bacabeiras


Sucesso de crítica e de público, os amapaenses terão a oportunidade de conhecer o espetáculo “Anatomia Frozen”, obra de Bryony Lavery, adaptada para o teatro pela premiada Companhia Razões Inversas, de São Paulo. A montagem está em turnê pelas capitais do Norte e Centro-Oeste do Brasil e se apresentará no Teatro das Bacabeiras nos dias 28 e 29 de agosto, às 19h30. A produção local é do Coletivo Amazourbanidade. A bilheteria será 50% destinada a alunos de escolas públicas, gratuitamente; os outros 50% têm o valor de R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia).

“Anatomia Frozen” é um drama perturbador sobre a violência contra a criança. Os artistas Andreazza e Marcello se revezam em personagens entrelaçados, no encontro de um pedófilo com sua psiquiatra e a mãe de uma vítima, recheado de tensão.

Em 2010, por meio do Prêmio Myriam Muniz, o espetáculo percorreu todas as capitais do Nordeste, reforçando o debate e promovendo o diálogo artístico acerca do tema da pedofilia e violência contra a criança. O sucesso dessa experiência levou a ampliar o projeto, por meio do Prêmio Procultura, às capitais das regiões Norte e Centro-Oeste, incluindo o Distrito Federal.

No período de 11 de agosto a 24 de setembro de 2012, além das apresentações do espetáculo em cada capital, serão realizados debates com a presença de profissionais da área social e médica, promovendo também o intercâmbio artístico com grupos de teatro locais, propondo o debate sobre o cientificismo na arte e seus desdobramentos sociais.

“Anatomia frozen”

Em 2009, a atriz e produtora Rachel Ripani apresentou à Companhia Razões Inversas o texto “Frozen”, de Bryony Lavery, com sua tradução. O interesse pela forte temática do texto levou a Companhia a reunir a mesma equipe do premiado “Agreste”, o diretor Márcio Aurélio e os atores Joca Andreazza e Paulo Marcello, para a criação do espetáculo “Anatomia Frozen”, em coprodução com a Raquel Ripani Produções.

O espetáculo estreou em 11/06/2009 dentro do projeto Vitrine Cultural e cumpriu temporada regular em São Paulo, obtendo o reconhecimento da crítica especializada e o sucesso de público. Recebeu o Prêmio Funarte – Myriam Muniz de Teatro, circulando por todas as capitais do Nordeste, e os Prêmios APCA de melhor diretor e CPT de melhor elenco, além da indicação para o Prêmio Shell de melhor diretor.

Sinopse

“Anatomia Frozen” apresenta três narrativas que se entrelaçam: uma psiquiatra americana que escreve uma tese sobre assassinatos em série, um pedófilo e assassino em série condenado à prisão perpétua na Inglaterra e a mãe de uma de suas vítimas, a garotinha Nina, que desapareceu aos dez anos de idade. Esses três personagens que se encontram congelados em seus estados emocionais são dissecados pela encenação em um ambiente asséptico, cirúrgico, no qual podemos observar a anatomia da violência e da psicopatia social.

Razões Inversas

Criada em 1990 pelo premiado diretor Márcio Aurélio e pela primeira turma de formandos do curso de Artes Cênicas da Unicamp, a Companhia Razões Inversas obteve o reconhecimento da qualidade de seus trabalho pela crítica, prêmios e do público que acompanha suas criações como as premiadas “Agreste”, “Senhorita Else”, “A Bilha Quebrada”, “A Arte da Comédia”, entre tantos espetáculos apresentados no Brasil e no exterior.

Em 2012, a Companhia Razões Inversas completa vinte e dois anos de existência mantendo como principal característica uma metodologia de trabalho voltada para o constante processo de formação técnica e intelectual dos intérpretes e demais artistas, criando um ambiente de pesquisa e posicionamento ativo do ator, investigador das possibilidades de eficiência e qualidade de expressão cênica.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Razões Inversas

Rita Torrinha/Secult

Musical: “Uma história meio ao contrário” será contada sábado e domingo no Teatro das Bacabeiras


Depois de passar por Mossoró (RN), agora é a vez de Macapá (AP) receber o musical “Uma História Meio ao Contrário” – adaptação de um dos clássicos da literatura infanto-juvenil da premiada escritora Ana Maria Machado. O espetáculo faz parte da Temporada 2012 (2º semestre) do projeto “A Escola Vai ao Teatro” do grupo paulista Vemart. Voltado para estudantes e criança de 3 a 10 anos de idade, o musical será apresentado amanhã (18) e domingo (19) a partir das 18 horas no Teatro das Bacabeiras.

“… E então eles se casaram, tiveram uma filha linda como um raio de sol e viveram felizes para sempre”. Este parece o fim da história, mas é justamente aí onde tudo começa. Mas não é só por isso que a ela é meio ao contrário. A ideia é mostrar que ser feliz para sempre não é tão fácil e pode até ser meio chato. No espetáculo, também são abordados temas como o respeito à natureza, à amizade, ao trabalho em grupo e a importância de estudar e conhecer outras culturas.

Há 33 anos, o grupo Vemart difunde o teatro para crianças e aos mais diversos públicos. Iniciado pelas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste, o projeto “A Escola Vai ao Teatro” chegou há pouco tempo ao Norte do país e já tem um cronograma de apresentações anuais levando os mais de 20 espetáculos produzidos para o público adulto e infanto-juvenil. De Macapá, a Temporada 2012 do projeto segue para Belém (PA), São Luis (MA), Natal (RN), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB) (PB), Teresina (PI), Juazeiro do Norte (CE) e Sobral (CE).

Serviço
Evento: Musical “Uma História Meio ao Contrário”
Local: Teatro das Bacabeiras
Hora: 18 horas
Data: 18 e 19 de agosto
Ingressos: R$ 30 (adultos); R$ 15 (estudantes e crianças de 2 a 12 anos)
Informações: 3218-9958
Duração: 60 minutos.

Texto: Maiara Pires

PROJETO TEATRO NOS PASSOS DO BOI: NO MIOLO DA FLORESTA


O Projeto Teatro Nos Passos do Boi: No Miolo da Floresta, tem por objetivo realizar a circulação do espetáculo teatral O Miolo da Estória nos estados do Pará, Amapá, Amazonas, Acre, Rondônia e Maranhão. O projeto é uma das ações da pesquisa intitulada O Tradicional na Cena Contemporânea iniciada pela Santa Ignorância Cia. de Artes (Maranhão) em 2009 e resultou na criação de um texto teatral, montagem de espetáculo e sistematização de método de preparação física de atores a partir do bumba meu boi. 
A SANTA IGNORÂNCIA CIA. DE ARTES
A Santa Ignorância Cia. de Artes é uma entidade de produção artística que surge no cenário cultural em 1997, a partir da necessidade de desenvolvimento das artes cênicas através do teatro de grupo com o objetivo de pesquisar a arte do ator/dançarino, o teatro, a dança, a performance e a música para a cena. A socialização dos resultados obtidos é feita através de montagens de espetáculos, oficinas, encontros e parcerias com comunidades e grupos nacionais e locais. A Cia. Subdivide-se em duas frentes de pesquisa sendo uma direcionada para a o desenvolvimento das capacidades técnicas do ator/ dançarino e a montagem de espetáculos adultos e infantis, e outra, para a pesquisa do movimento e dança contemporânea. A Cia. tem como principais características os processos de direção colaborativa, montagens com diretores convidados e criação de espetáculos solos, resultados dos processos individuais que se desenvolvem a partir do trabalho coletivo. Hoje a Santa Ignorância, é formada pelos artistas Adeílson Santos, César Boaes e Lauande Aires. 
ESPETÁCULO/ RELEASE: “O MIOLO DA ESTÓRIA”
O Miolo da estória é uma obra de ficção baseada em leitura, observação e depoimentos de brincantes, que traz em síntese os conflitos de um homem pobre diante da exploração sofrida no ambiente de trabalho e no espaço do divertimento.  Apresenta a vida e os sonhos de João Miolo, operário da construção civil e brincante de bumba meu boi que tem uma vida comum a tantos outros operários: casa humilde, vida sofrida e uma enorme solidão. Mas em meio a tudo isso, João sustenta o desejo de ainda vir ser cantador no boi onde brinca e ocupar uma posição de destaque na vida. O drama de João começa quando, não sendo aceito como cantador, decide não sair na boiada daquele ano. Revoltado, ele vai trabalhar embriagado e acaba machucando-se, precisando refazer os votos com o santo para não perder a perna. O espetáculo apresenta o homem em conflito com a fé e suas relações sociais.
Local: Teatro das Bacabeiras
Data: 19 e 20/07/2012
Horário: 20h
Entrada gratuita
           
Local: Bairro do Araxá / Cia Cangapé (apresentação para a comunidade)
Data: 21/07/2012
Horário: 20h
Entrada gratuita 
LANÇAMENTO DE LIVRO
Título: ENTRE O CHÃO E O TABLADO: a invenção de um dramaturgo
Autor: Lauande Aires

Objetivos: Tornar público e acessível as comédias “O Casamento Medieval” e “Nem Que o Diabo não Queira”, o drama “O Miolo da Estória”, e a peça infantil “O Natal dos Pequeninos”.
Incentivar novos dramaturgos através de narrativas sobre o processo de criação dos textos e as circunstancias de cada montagem.
Local: Teatro das Bacabeiras
Data: 20/07/2012
Horário: 22h
 Aberto ao público
Preço do livro: R$ 15
WORKSHOP “SOTAQUES DO MARANHÃO”

Ministrante: Leonel Alves
Objetivo:Demonstrar e experimentar os principais movimentos do Bumba Meu Boi do Maranhão e produzir pequenas coreografias a partir de cada sotaque ou “estilo”.
Carga Horária: 03 horas.
Vagas: até 20 participantes
Local: Fortaleza de São José de Macapá (auditório)
Data: 20/07/2012
Horário: 9h às 12h

       Inscrições gratuitas (http://www.miolodafloresta.blogspot.com.br/)
WORKSHOP: “ O ATOR BRINCANTE NOS PASSOS DO BOI”

Ministrante: Lauande Aires
Objetivo:
Demonstrar e experimentar a criação de personagens e cenas teatrais a partir de estímulos físicos e sonoros do bumba Meu Boi do Maranhão, desenvolvidos durante a criação do espetáculo teatral O Miolo da Estória.
Carga Horária: 03 horas.
 Vagas: até 20 participantes
Local: Fortaleza de São José de Macapá (auditório)
Data: 21/07/2012
Horário: 9h às 12h
Contatos: 

Paulo Rocha
96 8116700
96 91981300

Marina Beckman
(96) 8115-2710

Amapá é selecionado no projeto Dramaturgias Urgentes


O Ministério da Cultura e Banco do Brasil, divulgaram na última semana os vencedores do concurso Dramaturgias Urgentes, projeto que propõe a dramaturgos brasileiros que radiografem nossa sociedade em textos teatrais inéditos. Trata-se primeiramente de um concurso nacional temático de peças curtas, provocando e estimulando um entrelaçamento entre arte e sociedade.
Dentre os 95 textos que concorreram ao Tema Um, “A nova classe média brasileira: os emergentes”, apenas seis foram selecionados e dentre eles, o amapaense Joca Monteiro, com o texto “A Visita”.
Produtor cultural, ator e gestor do Palco Fora do Eixo no Amapá – frente de artes cênicas da rede Fora do Eixo – Joca terá seu trabalho apresentado pela Cia. Elevador de Teatro Panorâmico (SP), com a leitura de três textos (Os inesteriotipáveis – de James Hermínio; Produtos Perecíveis – de Flávio Goldman; A visita – de Joca Monteiro). Após as leituras, será realizado um debate com as presenças do diretor e do elenco.

“Eu fiquei sabendo do concurso poucos dias antes do encerramento e pensei em não participar, pois escrever para mim é criação pessoal, não gosto de escrever por encomenda, gosto de conceber e criar, no entanto me senti desafiado a escrever sobre o tema proposto e em tão pouco tempo”, explicou Joca Monteiro. E completou:  “Fiquei estimulado ao saber que os 30 melhores textos ganhariam um parecer técnico que iria contribuir com a minha arte, coisa que eu prezo muito. Surpreendi-me com o resultado e sei que tem um significado muito importante para a dramaturgia amapaense. Estou fazendo história. Deixo um agradecimento especial a Casa e Família Fora do Eixo por investir no meu banco de estímulo e em especial ao Paulo Rocha que revisa meus textos e é um grande parceiro”, finalizou.
A visita

Sinopse: Janari e Cida formam um casal que migrou recentemente para classe média e ainda estão se acostumando com a nova vida. O maior problema do casal é entender a empregada recém-contratada Dasdores que confunde o casal com seus medos. A família recebe a visita de João Pena, o patriarca veio conhecer a nova vida que seu filho leva.
Fora do Eixo e Casa Fora do Eixo Amapá
A Casa Fora do Eixo Amapá é um espaço múltiplo que funciona como moradia, escritório, fruição e hospedagem solidária, responsável por receber constantemente agentes culturais de todo o país interessados em trocar experiências e conhecimento. Entre suas metas constam promover o intercâmbio de conhecimentos em todos os estados que abrigam pontos fora do eixo na perspectiva de descentralizarmos a gestão e implementar a tecnologia social da rede nos cenários locais, a partir de casas de vivência por todo país. E também, articular financiamentos junto à iniciativa privada, representando os empreendimentos na articulação dessa missão.
A CAFE-AP é ligada a rede Fora do Eixo rede de trabalho formado por mais de 90 pontos em todo o país, que realiza uma série de ações estruturantes com foco nos setores de comunicação livre, distribuição, circulação, linguagens artísticas, sustentabilidade, economia solidária e políticas culturais.”
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Assessoria de Comunicação
(96) 8127-8495/ 3225-1281
@karenpimenta_
skype: karenpalafita

Projeto Palco Giratório da rede nacional SESC se apresentará em Macapá


O SESC Amapá apresenta a comunidade do Estado o espetáculo Pólvora e Poesia de Salvador-BA, do projeto Palco Giratório da rede nacional SESC. A apresentação acontecerá no dia 23 de julho, às 21h no Salão de Eventos – SESC Araxá.

O espetáculo vai além de uma história amorosa e estética de encontros e desencontros entre dois grandes escritores do final do Século XIX. É um convite que chega à nossa consciência como um esbarrão em nossos próprios valores, conceitos e ideologias.

Com um texto impactante, que desnuda nossos desejos mais profundos e silenciados, a carga poética da peça fica por conta da violência emocional com que o lirismo salta dos discursos travados entre Rimbaud e Verlaine, para tomar forma através de movimentos corporais e mergulhos em inconscientes para além dos olhos. O espetáculo é desaconselhável para menores de 18 anos.

Além do espetáculo – Pólvora e Poesia – o Palco Giratório também fará a oficina Pré-Para-Ação para a classe artística sobre o tema – Construção e Desconstrução de Personagens para o Teatro: Preparação para Atores – que acontecerá no Teatro Porão do SESC Araxá no dia 20 de julho, nos turnos manhã e tarde.

O Evento também contará com outros dois espetáculos, do repertório do grupo amapaense Movimento Cultural Desclassificáveis: Cabaret Anjos em Crise.com, no dia 21 de julho, às 20h; e o solo intimista Lucidez no dia 20 de julho, às 20h, ambos no Teatro Porão SESC Araxá. Estes espetáculos são desaconselháveis para menores de 16 anos.

Ascom/Sesc

Projeto Vamos Comer Teatro inicia suas atividades



O Projeto Vamos Comer Teatro do SESC Amapá estará iniciando suas atividades no dia 05 de julho, com o espetáculo Cabaret Anjos Em Crise.Com do Grupo Teatral Amapaense Desclassificáveis.


O Projeto já está partindo para a sua quinta edição consecutiva, e vem promovendo espetáculos de grupos de teatro, dança e circo, do estado do Amapá. É sobretudo um projeto de olho no fomento de novos fazeres culturais. O projeto acontece no Teatro Porão do SESC Araxá, oportunizando grupos ou Companhias, que numa relação de parceria, torna-se real o desejo de expor seus trabalhos em forma de temporadas.

Ascom/Sesc/AP

Oficina Vivência Teatral

A Oficina de Vivência teatral é uma forma de integrar e estimular o contato com a arte do teatro. O curso tem duração de 4h presenciais e 8h à distância. Totalizando 12 horas.

Os conteúdos da oficina presencial são: Expressão corporal e facial, foco, jogos de improvisação teatral, cantigas de roda (de modo a trabalhar a voz e corpo). 

E os conteúdos a distância são: Exercícios de observação, leitura de textos de teatro, exercício do lápis (dicção), e avaliação digitalizada da oficina que deve ser enviado por e-mail.

Os alunos devem trajar roupas leves para participar da aula, não permitido o uso de jeans; Investimento: 15 reais.

Marina Beckman