GRUPO TEATRAL “CUTIARTES” ENCENA “VIA CRUCIS” EM CUTIAS DO ARAGUARI


Os últimos momentos da vida de Jesus Cristo serão recriados em uma encenação de rua no espetáculo intitulado “Via Crucis” em Cutias do Araguari. A peça será apresentada na próxima sexta feira, 06 de abril, a partir das 16hs. O evento já é tradição na cidade e atrai centenas de pessoas.

A realização é do Grupo Teatral “Cutiartes” que levará o espetáculo pelas principais ruas do município. Este ano a FATE, Federação Amapanse de Teatro, através do seu presidente, Daniel de Rocha convidou o diretor Thomé Azevedo para assinar a montagem do trabalho e, segundo ele a encenação contará com várias novidades e muita emoção.

A montagem da peça “Via Crucis” em Cutias têm no elenco os alunos do ensino fundamental e médio da escola estadual Lourimar Simões Paes, sob a supervisão da professora Val Pinheiro de filosofia e da professora Leda Maria de artes, além do apoio do corpo técnico da escola. A participação dos alunos conta pontos nessas duas disciplinas. A realização do evento conta ainda com o apoio institucional do Governo do Amapá, através da Secretaria de Cultura- SECULT.

Serão aproximadamente 80 pessoas envolvidas diretamente na programação, entre elenco, produção, apoio e equipe técnica. Para o município, onde o último censo (2010) apontou uma população aproximada de 4.600 habitantes os organizadores tratam como uma super produção.

A encenação será distribuída ao longo da Avenida Manoel Raimundo Pereira, iniciando na Praça Nelson Salomão e o encerramento, onde Cristo será crucificado, acontecerá na Praça Beira Rio. Fonte: Thomé Azevedo (Diretor Teatral) Conto em Cutias (96)9113-4673 

*Foto feita pelo produtor Tomé Azevedo.

Fonte: http://fernando-canto.blogspot.com.br/2012/04/grupo-teatral-cutiartes-encena-via.html

Grupo Eureca no Museu Sacaca


Neste mês de abril, o Grupo Eureca entra na programação cultural do Museu Sacaca com uma temporada de apresentações do espetáculo “João do Cheroso e João do Céu Vendendo Cordel” que este ano comemora o centenário do artista popular Luiz Gonzaga.

Os visitantes do museu a céu aberto poderão assistir ao espetáculo na Maloca Multiuso todos os domingos (08, 15, 22 e 29 de abril) às 17h. O espetáculo oportuniza o contato dos visitantes com o teatro amapaense em espaço alternativo, a valorização da literatura e da música popular brasileira.

No espetáculo os artistas declamam o cordel “A Estrela do Sertão, Luiz Gonzaga – o Rei do Baião” de autoria do jovem dramaturgo amapaense, Joca Monteiro, que homenageia Luiz Gonzaga e sua relação com com a história do Amapá.

Fonte: http://coletivo-palafita.blogspot.com.br/2012/04/grupo-eureca-no-museu-sacaca_04.html

Para saber mais sobre o espetáculo, acesse:

http://teatroderua-ap.blogspot.com.br/ 

Sesc Araxá abre inscrições para Oficinão de Teatro

O SESC Amapá, dando sequência ao trabalho nas artes cênicas para o ano de 2012, encontra-se abertas as inscrições para o OFICINÃO DE TEATRO, destinado ao público simpatizante na arte de representar. O oficinão terá duração de três meses e começa suas atividades no dia 2 de abril, estendendo-se até 29 de junho, do ano em curso. 

Na ocasião serão trabalhadas as principais teorias/atividades do teatro, a exemplo de: história do teatro, as tendências do teatro, as principais vertentes do teatro contemporâneo, improvisação, partitura física, leituras interpretativas, técnica vocal, entre outros. As aulas acontecerão no Teatro Porão, localizado nas dependências do SESC Araxá, das 19 as 21 horas, nos dias de segunda e quartas.

O SESC Amapá tem uma grande cumplicidade com as artes cênicas, e vem promovendo e executando projetos relevantes como o projeto VAMOS COMER TEATRO, que anualmente promove produções teatrais de grupos amapaenses. Nos quatro últimos anos de implantação do projeto, o SESC passou a ser uma significativa ferramenta no processo de formação para os que apostaram nos cursos e projetos realizados pela instituição. Assim, implantamos sementes: atores, diretores, produtores e espetáculos, bem como suporte para fazer existir artistas e produções teatrais. 

Hoje, nacionalmente, o SESC é referencia através do maior projeto de circulação de espetáculos teatrais – PALCO GIRATÓRIO – aonde o Amapá vem sendo contemplado há quatorze anos consecutivos, recebendo excelentes espetáculos, distribuídos em 04 etapas por ano. Projeto DRAMATURGIA LEITURAS EM CENA, onde recebemos, através de duas etapas, profissionais qualificados do eixo centro-sul no intuito de reforçar as atividades literárias do universo teatral. 

Promovemos em seis edições a ALDEIA SESC DE ARTES POVOS DA FLORESTA, evento que agrega além do teatro, os diversos segmentos da cultura amapaense. Estará a frente do oficinão de Teatro o ator e profissional das artes circenses Alenk Nobre, com bastante experiência nas artes cênicas do estado do Amapá, que ao longo dos anos vem prestigiando os eventos culturais do Sesc.

O oficinão é intensivo, a quem possa interessar e poderá se inscrever, garantindo novos saberes e desenvolvendo novas técnicas para as artes, bem como para a vida.

SERVIÇO:

OFICINÃO DE TEATRO
PERÍODO: 2 DE ABRIL A 29 DE JUNHO
IDADE MÍNIMA: A PARTIR DE 15 ANOS
DIAS: SEGUNDAS e QUARTAS.
HORA: DAS 19 AS 21
LOCAL: TEATRO PORÃO/SESC ARAXÁ
TAXA ÚNICA: R$ 20,00
LOCAL DE INSCRIÇÃO: CENTRAL DE ATENDIMENTO SESC ARAXÁ.

Fonte: www.sescamapa.com.br

Espetáculo Novo Amapá abre a programação de aniversário do Teatro das Bacabeiras


Hoje (6), o espetáculo NOVO AMAPÁ abre a programação de Aniversário (22 anos) do Teatro das Bacabeiras. (Apresentação sem fins lucrativos, pois o teatro trocará os ingressos por alimentos não perecíveis).

A peça NOVO AMAPÁ apresentada em 2012 pela parceria do GRUPO EURECA e CIA SUPERNOVA é olhar artístico e poético sobre o maior naufrágio fluvial da história brasileira. 

O acidente ocorreu no dia 6 de janeiro de 1981 no Rio Cajarí (proximidades da fronteira entre o Estado do Amapá e Pará) quando a embarcação homônima ao espetáculo naufragou deixando mais de 600 vítimas. A montagem é baseada no texto TRISTE JANEIRO do jovem ator e dramaturgo JOCA MONTEIRO que através de poemas homenageia todos os envolvidos naquele acontecimento.

A encenação fica sob a direção de ELDER DE PAULA que para este espetáculo trabalha com jovens atores vindos de oficinas teatrais desenvolvidas pelo GRUPO EURECA e CIA SUPERNOVA no decorrer do ano de 2011. MARINA BECKMAN assina a produção enquanto PAULO ROCHA faz a direção de arte. Além da poesia, a peça recebe influências da dança e do teatro físico; conta ainda com inserção de vídeos e é construída por meio de diversos processos de experimentações artísticas coletivas. Na peça o público tem contato com os sonhos e encantos da infância onde o “puc puc puc” do barquinho de miriti dá ao homem o prazer da libertação e as águas tornam-se a porta para descobertas e anseios de “palmo a palmo” conquistar mundo. 

Na luta por este sonho, o homem se torna coisa, carga, engrenagem de um sistema mecânico que o explora de todas as formas e nos acontecimentos mais corriqueiros. Apesar de condicionado à exploração, o homem não perde a sua essência humana, sofre os amores e as perdas, mas não submerge a esperança por dias melhores. 

O lirismo do texto é observado durante toda a peça e se destaca em dois momentos: ao abordar a morte, tem-se o foco narrativo vindo de uma criança; e como homenagem explícita a todos que de algum modo foram tocados por aquele sinistro, em um tom quase de epílogo, o eu lírico evoca diversos herois: em sua maioria anônimos que prestaram socorro às vitimas, mas que nunca foram reconhecidos por estes atos de humanidade. “No peito dos que amam Fica a saudade”

Texto: Paulo Rocha

Fonte: http://marypaes.blogspot.com/

Teatro amapaense ganha novo fôlego


O ano de 2012 promete ser um período de oxigenação do teatro no Amapá, vários grupos novos estão surgindo, grupos já existentes estão se reestruturando e a cena do segmento vem ampliando diálogo com outras artes e manifestações culturais. O Museu da Imagem e do Som tem acompanhado de perto essa movimentação apoiando e estimulando o fortalecimento de novos grupos e novas ações do teatro no Amapá.  Aí em cima está a chamada para atores do novo espetáculo do grupo Imagem e Cia, cujos testes serão realizados no auditório do Museu da Imagem e do Som conforme dia e horário mencionados na arte de divulgação do evento.

Fonte: http://museudaimagemedosom.blogspot.com/

Cânticos de Antares

O espetáculo Cânticos de Antares relata a incessante luta de cidadãs e cidadãos marginalizados pela sociedade, em busca do pão sagrado de cada dia.Nele, prostitutas, loucos, bêbados, drogados e outros seres que rastejam no limo social, servem de inspiração para narrar a história do nascimento do salvador.

Em pleno século XXI é evidente que existe uma guerra no coração humano, onde o bem e o mal se fundem, assim como as pétalas das flores são íntimas com o estame. Onde permitimos – nos mostrar o que temos, porém, ao nosso redor as pessoas vêem apenas o que desejam ver. Assim cria-se o bem e o mau; o feio e o belo; o pobre e o rico. Criamos e destruímos deuses e demônios não em nós, mas, no próximo. Eis o motivo pelo qual queremos mudar o mundo e nada mudamos!
Os verdadeiros valores do comportamento humano se invertem, e eis que diante de tanta falsidade, amargura e sofrimento, torna – se imprescindível extrair beleza e prazer da dor e do inferno em que vivemos, e é exatamente aí que se configura a maior das lições apresentadas, pois o salvador do mundo, assim como o conhecemos, nasceu entre os animais em um estábulo, e nem por isso deixou de cumprir sua missão ou tornou – se inferior diante do consumismo exacerbado que já se evidenciava há mais de dois mil anos.
Independente de ventre, local e ambiente em que esta, e outras crianças foram e são geradas, trazem em si a luz em seus corações e o potencial para transformar toda a dor e sofrimento em paz e felicidade.
Nossa proposta é possibilitar várias interpretações acerca do advento do salvador do mundo e de nossa condição cidadã. Não apontamos para nenhuma religião, pois acreditamos que todas nos levam para o mesmo caminho, o caminho da alienação, da segregação, da intolerância, enfim, ao invés de nos aproximar da força superior que rege céus e terras, nos afastamos em virtude de nossas vaidades pessoais que estão acima do bem comum. Mais uma vez procuramos caminhar rumo á concepção de um espetáculo universal, onde independente de crença, o publico que nos assiste possa encontrar ganchos para reflexões aprofundadas sobres suas próprias atitudes com relação ao mundo em que vivemos.
Cânticos de Antares reforça o compromisso do grupo com a arte produzida no Extremo Norte do Brasil, ao presentear o publico amapaense com obras de dramaturgos nascidos ou residentes no Estado do Amapá. Na ocasião, já foram encenadas: Homem – Um Pecado de Deus de Joni Bigoo, Cânticos de Antares de Paulo Gil e A Ultima Noite do Coração. E do Dono! de Dinho Araújo que encontra – se em fase de pré – produção.
Sexta e sábado faremos as duas ultimas apresentações no Centro de Experimentação Artística Ói Nóiz Akí.
OBS:
• Espetáculo desaconselhável para menores de 18 anos.
• Apenas 25 (Vinte e Cinco) espectadores por sessão.
• Os ingressos para a temporada do mês de janeiro custará R$ 10,00 (Dez Reais).
ELENCO E FICHA TÉCNICA
Elenco: Maurício Maciel/ Sabrina Zahara/ Geovanni Coelho/ Erick Boaventura/ Géssica Palmerim/ Héllen Rock/ Dan Alves, Neto Pereira, Núbia Worrel e Elder de Paula/ Dramaturgia: Paulo Gil/ Encenação:
Claudio Silva/ Ambientação, Figurinos e Maquiagem: O Grupo/
Sonoplastia: Núbio Pinheiro/ Iluminação: Claudio Silva/ Programação
Visual: Joni Bigoo/ Direção de Produção: Dan Alves/ Produção
Executiva: Claudio Silva/ Direção Geral: Ói Nóiz Akí.
CLAUDIO SILVA
Conselheiro Estadual de Cultura
Conselheiro de Pauta do Teatro das Bacabeiras Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Amapá – CAPTTA Companhia Ói Nóiz Aqui Traveiz Opção de Cinema da Amazônia – OCA Palco Fora do Eixo – PFE/AP Rede Brasileira de Teatro de Rua – RBTR Rede Nacional de Teatro Infantil – RENATNI
[email protected] [email protected]
0xx(96) 8114-9655 ou 9155-1036

AS DOMÉSTICAS (em férias) é a atração no Teatro das Bacabeiras


Depois da excelente receptividade do público no ano de 2011,  onde grupo e elenco conseguiram emplacar no cenário teatral no estado do Amapá, a Cia Teatro do Riso, inicia  o ano com sua nova temporada  no Teatro das Bacabeiras, AS DOMÉSTICAS (EM FÉRIAS). O espetáculo vem chegando com novas performances, novos quadros e novas piadas. O espetáculo criou uma empatia direta com os atores, personagens e plateia. O reflexo disso foi o retorno dos emals, bate-papos e mensagens do publico no geral, solicitando a volta do espetáculo. Trata-se de uma comedia aberta, onde atores, apropriando-se de seus talentos e criatividades se despojam provocando uma relação frontal com o publico que embarca imediatamente. Fruto do trabalho executado em todo ano passado, os atores envolvidos no processo, foram convidados para abrir vários eventos em Macapá. Um ano produtivo que reforçou a responsabilidade de prosseguir com o processo.

DO ESPETÁCULO
Inspirada no universo das empregadas domesticas, a comédia AS DOMÉSTICAS, revelam os bastidores do cotidiano de quatro mulheres, ligadas ao trabalho e a suas patroas: Dalvinha, a mais jovem, apresenta-se como a dondoca, a mais rebelde das empregadas e seguidora das novas tendências do mundo contemporâneo. A sua principal reclamação contra a sua patroa, a Dona Cristofálica, está na sua remuneração. Sua patroa lhe paga dobrado, ou seja, de dois em dois meses; A Fatinha, tem um espírito de liderança. Está sempre aprontando para cima das amigas. É metida a intelectual, mas vive decorando tudo errado. Com um português mal conjugado na ponta da língua, ela, vive assassinando as concordâncias e parafraseando citações populares completamente às avessas; A Maguinha, é a metida a socialista do grupo. Decorou todas as citações do Karl Marx, por compartilhar diariamente com sua patroa, Sonia Gafrom, socióloga e admiradora do Marx. Em função disso, a Maguinha, incorporou em seu discurso, de qualquer conteúdo, as citações do Marx. Vive cuidando dos três filhos da patroa. Por fim a Doidinha, a mais deslocada do mundo real, é a atração das amigas, Vive de longas aventuras, sendo  mais desbocada, avessa a qualquer tipo de opressão, mas é completamente despolitizada. Também vive em pé de guerra com sua patroa, a japonesa radicada no Brasil, dona  KarahDKur Tunashi que nutre uma vaidade excessiva por tratamentos de beleza, bem como cirurgias plásticas.

As Domésticas, além dos conflitos que a cercam, como reivindicações salariais, conflitos entre namorados e familiares, tentam, ao longo da trama, revelar os bastidores das patroas, denunciando-as através de suas atitudes, mas ao mesmo tempo revelando suas virtudes. Na cena final  do espetáculo, as patroas invadem o palco, para dar seus recados, onde reforçam a importância de suas empregadas em suas vidas e no cotidiano.
DO ELENCO/DIRETOR
O grande encontro se deu no espetáculo As domésticas através do seu elenco composto por cinco atores com excelentes bagagem  de teatro:  Rafael Nunes, Francisco Ribeiro, Tom Rodrigues, Junior Storck  e Paulo Alfaia. São atores compromissados com a cena teatral do estado e militantes ligados a politica cultural, a exemplo do Tom Rodrigues que participou em 2011 do projeto SESC AMAZÔNIA DAS ARTES, maior projeto de circulação de espetáculos nas artes cênicas, que difundiu o teatro amapaense em 10 estados da Amazônia Legal como diretor do espetáculo Cordel do Amor Sem Fim, pelo Grupo Cores na Rotunda. Assim como Paulo Alfaia a frente do Grupo Desclassificáveis que através do espetáculo DESCLASSIFICÁVEIS, veiculou por vários festivais nacionais, trazendo inclusive várias menções honrosas pelo trabalho de pesquisa na área teatral. Por fim  As Domésticas traz em sua pesquisa de texto e direção Genário Dunas, que acumula mais de vinte anos de caminhada em prol do teatro, perpassando por várias experiências em grandes festivais como São Jose do Rio Preto-SP, Blumenau-SC, Guaramiranga-CE, Salvador-BA, Brasilia-DF entre outros. No Amapá, dirigiu os espetáculos: Retratos de uma atriz, Damas de Paus, Jogo da Máscara, As encalhadas e recentemente A solteirona, que estreou  em dezembro do ano passado.
FICHA TÉCNICA
ELENCO
Junior Storck – Dalvinha
Rafael Nunes – Maguinha
Francisco Ribeiro – Fatinha
Tom Rodrigues – Doidinha
Ator Convidado – Paulo alfaia como KarahDKur
Texto e Concepção de Luz – Genário Dunas
Figurinos e Maguiagem – Cia. Teatro do Riso
Execução de luz – Antonio Carlos
Sonoplastia – Abraão Barros
Fotografias: Andre Fernandes
Produção: Santos Publicidade
Direção Geral – Genário Dunas
Serviço:
Espetáculo: As Domésticas (em férias)
Grupo: Cia. Teatro do Riso
Dias: 20/21/22  de janeiro (sex/sab/dom.)
Local: Teatro das Bacabeiras
Hora: 21 h
Ingresso: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 estudante
Contatos:
Genário Dunas
9173-4093 – 8127-4065

Espetáculo Novo Amapá



O espetáculo Novo Amapá é olhar artístico e poético sobre o maior naufrágio fluvial da história brasileira. O acidente ocorreu no dia 6 de janeiro de 1981 (no Estado do Amapá) quando a embarcação homônima ao espetáculo naufragou deixando cerca de 600 vítimas. O espetáculo é baseado no texto Triste Janeiro do jovem ator e dramaturgo Joca Monteiro que através de poemas homenageia todos os envolvidos naquele acontecimento. Além da poesia, a peça terá influências da dança, do teatro físico e será construída em diversos processos de experimentações coletivas.

Fonte:  http://eusoudonorte.blogspot.com/


Peça Novo Amapá

Em janeiro, estreia o espetáculo “Novo Amapá”, um olhar artístico e poético sobre o maior naufrágio fluvial da história brasileira e amapaense. O acidente ocorreu no dia 6 de janeiro de 1981, quando a embarcação homônima ao espetáculo naufragou e deixou cerca de 600 vítimas.
O espetáculo é baseado no texto “Triste Janeiro”, de autoria do ator e dramaturgo Joca Monteiro, que através de poemas realiza uma homenagem a todos os envolvidos naquele acontecimento. Além da poesia, a peça terá influências de dança, teatro físico e será construída em diversos processos de experimentações coletivas.
Produção: Marina Beckman
Encenação: Elder de Paula
Direção de Arte: Paulo Rocha