Rodrigo Rodrigues foi aquele amigo que se tornou amigo sem nunca nos ter conhecido – Via @EspacoAberto

Há pessoas que nem sabem que a gente existe; e nem nós, que elas existem.

Mas somos íntimas delas; como elas nos são íntimas.

Assim somos em relação aos artistas que admiramos, aos escritores que gostamos mais, enfim, funciona dessa forma com qualquer personalidade pública com quem travamos sempre contato e a quem admiramos.

Assim era este repórter com Rodrigo Rodrigues.

Tomei um choque enorme, hoje à tarde, quando soube da morte dele.

E o choque foi dez vezes maior por saber que a Covid-19 ceifou-lhe a vida aos 45 anos de idade.

Vivo grudado em programas de esporte. Só não assisto a todos porque o dia tem 24 horas – mas ainda haverei de espichá-lo, pra não perder nenhum.

Dos que mais gosto – e como tantos torcedores, aliás – está o Troca de Passes, no SporTV.

E a melhor fase desse programa, sem dúvida alguma, foi sob a batuta do Rodrigo.

Ele não era bem-humorado porque queria sê-lo, mas porque era naturalmente bem-humorado.

O Troca, com o Rodrigo à frente, ficou muito mais leve, relaxado, solto, maneiro. Como o próprio apresentador.

O programa ficou, parece, muito mais íntimo do telespectador.

Como apresentador, Rodrigo Rodrigues parece que nem estava no ar, mas numa mesa de bar, discutindo futebol com amigos. Numa boa, como se diz.

É uma pena que um jornalista como esse tenha sido arrancado da vida tão cedo e de forma tão brutal.

É horroroso que o tenha sido em decorrência dessa doença, da qual tenho cada vez mais medo, mais horror.

Rodrigo Rodrigues é como um grande amigo que vai embora antes da hora.

Sem que tenhamos nos conhecido.

Sem que tenhamos tido a chance de ouvi-lo sequer dizer adeus e nos dizer por que motivo, afinal, estava subindo.

Mas, se subiu, que esteja nos Céus!

Fonte: Espaço Aberto.

O Capitão Caverna, o meu super- herói favorito

Adoro desenhos animados antigos, mas não sou muito chegado nos que são exibidos agora. Normal, tô ficando velho. Concordo que as animações antigas perdem em recurso tecnológico para os “mangás & Cia” que passam na TV atualmente, mas ganham, e muito, em criatividade dos de hoje. Pois eles eram engraçadíssimos e possuíam uma originalidade fantástica.

Também sou chegado em histórias de heróis diferentes. O Capitão Caverna, por exemplo, era um dos mais esquisitos. Pesquisando sobre o personagem, li em alguns sites basicamente isso: “O Capitão Caverna foi criado por Joe Ruby e Ken Spears, em setembro de 1977. Entre os seus poderes estavam a super força e uma variedade de trecos escondidos sob seus abundantes pelos”.

Ah, ele ainda tinha um tacape, com a qual o herói voava e que também se transformava em vários objetos, dependendo das situações inusitadas. Capitão Caverna é um personagem dos estúdios Hanna-Barbera, que produziu os clássicos “Os Flintstones e Scooby Doo”, entre tantos outros.

Além de seu peculiar visual, cabeludo e descabelado, baixinho, troncudo, narigudo e com um terrível apetite. O Capitão Caverna tinha um vocabulário próprio, que contava com as palavras “unga-bunga” antes de qualquer frase mal construída que ele emitia. Sem falar no seu grito estridente: “Capitão Caveeernaaaaa!!”. Um verdadeiro super-homem da idade da pedra.

Tudo bem que sua história é clichê, pois ficou congelado durante eras e acordou no século 20, despertado por Branda, Kelly e Sabrina, “As panterinhas”. Mas ele formou uma parceria infalível com essas meninas, solucionou mistérios e combateu o mal por toda a minha infância. Com certeza, o Capitão Caverna era, com toda a sua patetice, o meu super- herói favorito. Bons tempos aqueles. É isso.

Elton Tavares

Para quem não viveu e viu ou está com saudades, aqui está o Capitão Caverna:

Baiano e os novos caetanos – Por @giandanton

Por Gian Danton

Baiano e os novos caetanos era um quadro de humor do programa Chico City que satirizava a tropicália. Composta por Chico Anysio (Baiano) e por Arnaud Rodrigues (Paulinho Boca de Profeta), a dupla fez muito sucesso, o que levou ao lançamento do disco Vô bate pra tu, em 1974. O disco era não só uma sátira, mas também uma homenagem a Caetano Veloso e Gilberto Gil, que na época haviam sido exilados pela ditadura militar.

A música de maior sucesso do disco (Vô bate pá tu) fala justamente da delação de artistas no período. Além disso, havia até mesmo crítica ao milagre econômico, como em O urubu tá com raiva do boi.

A parte humorística fica por conta principalmente dos comentários ácidos e non-sense de Chico Anysio, que lembram as falas de Caetano e Gil.

Na música Cidadão da Mata, Chico fecha com o discurso, cheio de humor e de duplo sentido: “Amo, amo a mata! Porque nela não há preços. Amo o verde que me envolve… o verde sincero que me diz que a esperança, não é a ultima que morre. Quem morre por último é o herói. E o herói, é o cabra que não teve tempo de correr…”.

Em O urubu tá com raiva do boi, ele diz: “O norte, a morte, a falta de sorte… Eu tô vivo, tá sabendo? Vivo sem norte, vivo sem sorte, eu vivo… Eu vivo, Paulinho. Aí a gente encontra um cabra na rua e pergunta: ‘Tudo bem?’

E ele diz pá gente: ‘Tudo bem!’ Não é um barato, Paulinho? É um barato…”. Uma fala ao mesmo tempo humorística, profunda e non-sense.

Apesar de ser uma sátira, o disco ficou tão bom que fez enorme sucesso e levou seus autores a uma turnê pelo Brasil. Explica-se: além da humor e das letras engajadas, havia os ótimos arranjos musicais. De certa forma, pode-se dizer que Baiano e os novos caetanos era tão bom que pode ser incluído entre o melhor da tropicália.

Meu comentário: tenho 43 anos e lembro bem disso. Inclusive, minha tia Maria Penha tinha esse disco. Muito porreta!

Ouça aqui o disco completo:

Fonte: Ideias Jeca-Tatu

Com teatro, poesia e música, Festival On-Line “FicaDiBubuia” encerra neste domingo (29)

Neste domingo (29), a partir das 16h30, rolará o segundo dia do Festival On-Line “FicaDiBubuia”. Promovido pela produtora Duas Telas, o festival é totalmente independente e conta com artistas voluntários, sem nenhum tipo de remuneração.

Vai ter leitura com Rose Serrão e muita poesia com Annie Carvalho, Pat Andrade e Hayan Chandra. Em seguida, o ator Mauricio Maciel traz uma pitada de teatro. Daí pra frente, a música corre solta, com Marcia Fonseca, Rodrigo Brito, Jordanna, Mayara Braga, Zé Miguel, Ariel Moura, Pinducos, Sandra Lima, Nana e Alex, Sabrina Zahara, o sensacional Manoel Cordeiro e, pra finalizar, o espetacular Rafa Estefans. Vai ser lindo. De novo!

A programação, iniciada na última quinta-feira (26), contou com apresentações de dezenas de artistas locais de diversas vertentes. A ideia é quebrar a sensação de distância gerada pelo isolamento comunitário por conta da prevenção ao coronavírus (Covid-19), e promover cultura por meio da internet, além de manter vivo o espírito criativo dos artistas locais.

O Festival Cultural On Line será transmitido pelo perfil da Duas Telas na rede social @duastelasproducoesap, onde rolarão shows musicais e performances em formato pocket. Qualquer pessoa poderá acompanhar as programações e interagir com o evento e artistas.

Trata-se de uma alternativa de entretenimento na quarentena. Uma maneira de estarmos juntos, conectados em uma corrente de empatia.

Sobre a expressão “dibubuia”

A expressão Bubuia vem do nosso “caboclês”, virou gíria popular, e é uma forma gentil de pedir: fica de boa, fica tranquilo, fica aí parado. É desse jeito jeito que pedimos a todos que fiquem em casa para segurança dos mais vulneráveis…

Então é isso. Vamos combater essa batalha com o melhor que podemos dar, com nosso amor pela cultura e pela responsabilidade de doar o que temos de mais precioso em nosso fazer diário: Nossa produção artística! POR FAVOR FICA EM CASA! #FicaDiBubuia … Não fica mufino! Espia nossa programação! #producao #arte #bubuia #musica #literatura #poesia #artista #amazonia #norte #corona #quarentena #amapa #macapa

Sobe o som e solta o corpo. Fica DiBubuia!

Patrícia Andrade e Elton Tavares

Jornalistas amapaenses participam do Programa Caldeirão do Huck neste sábado (6) – Boa sorte, Camila Ramos e @cellenunes !

O Amapá estará no palco do Programa Caldeirão do Huck neste sábado (6), representado pelas jornalistas Marcelle Nunes e Camila Ramos, idealizadoras do projeto Bem Tucuju, um site de notícias que só conta histórias de boas iniciativas do nosso Amapá e de pessoas que todos os dias fazem o bem fluir em nossa terra.

As amapaenses vão participar do quadro The Wall, um jogo de sorte liderado por Luciano Huck contra uma parede de perguntas.

As jornalistas vão contar com a torcida de todos! Todos ligados no Caldeirão desse sábado!

Meu comentário: gente, adoro a Camila Ramos, ela é broda. Mas a Marcelle é minha irmã de vida. Vou torcer demais por elas. Vamos juntos. Como diz o bordão: “haja coração!.

O Capitão Caverna, o meu super- herói favorito

 
Adoro desenhos animados antigos, mas não sou muito chegado nos que são exibidos agora. Normal, tô ficando velho. Concordo que as animações antigas perdem em recurso tecnológico para os “mangás & Cia” que passam na TV atualmente, mas ganham, e muito, em criatividade dos de hoje. Pois eles eram engraçadíssimos e possuíam uma originalidade fantástica.
 
Também sou chegado em histórias de heróis diferentes. O Capitão Caverna, por exemplo, era um dos mais esquisitos. Pesquisando sobre o personagem, li em alguns sites basicamente isso: “O Capitão Caverna foi criado por Joe Ruby e Ken Spears, em setembro de 1977. Entre os seus poderes estavam a super força e uma variedade de trecos escondidos sob seus abundantes pelos”.
 
Ah, ele ainda tinha um tacape, com a qual o herói voava e que também se transformava em vários objetos, dependendo das situações inusitadas. Capitão Caverna é um personagem dos estúdios Hanna-Barbera, que produziu os clássicos “Os Flintstones e Scooby Doo”, entre tantos outros.
 
Além de seu peculiar visual, cabeludo e descabelado, baixinho, troncudo, narigudo e com um terrível apetite. O Capitão Caverna tinha um vocabulário próprio, que contava com as palavras “unga-bunga” antes de qualquer frase mal construída que ele emitia. Sem falar no seu grito estridente: “Capitão Caveeernaaaaa!!”. Um verdadeiro super-homem da idade da pedra.
 
Tudo bem que sua história é clichê, pois ficou congelado durante eras e acordou no século 20, despertado por Branda, Kelly e Sabrina, “As panterinhas”. Mas ele formou uma parceria infalível com essas meninas, solucionou mistérios e combateu o mal por toda a minha infância. Com certeza, o Capitão Caverna era, com toda a sua patetice, o meu super- herói favorito. Bons tempos aqueles. É isso. 
 
Elton Tavares
Para quem não viveu e viu ou está com saudades, aqui está o Capitão Caverna: 
 

Um “Fora Temer” em mensagem subliminar na segunda temporada da série 3%, da Netflix

A série 3%, primeira produção totalmente brasileira da Netflix, é excelente. A segunda temporada, lançada em abril passado, é ainda melhor que a primeira, que estreou em 2016. Até aí, todos que assistiram sabem.

Uma curiosidade sobre o final da segunda temporada (acabei de assistir hoje, com minha namorada, Jaci Rocha), Pedro Aguilera, criador e roteirista da atração, deixou uma mensagem subliminar (nem tanto), na última cena: um “Fora T”, pichado no edifício em que os protagonistas estão.

Certamente, o Fora Temer na ficção retrata a realidade, já que a série é uma metáfora da nossa realidade e a maioria de nós não está no “Maralto”, mas “Lado de Cá”.

Elton Tavares

O antigo seriado Incrível Hulk (Nostalgia pura)

Por Gian Danton

O incrível Hulk foi um seriado criado em 1977 que rendeu cinco temporadas e três longas metragens. No meio de várias tosqueiras lançadas pela Marvel na época, foi o único seriado de sucesso.

Saquem só a sinopse: Doutor David Banner… Médico, cientista. Em busca da força que todos possuem, acaba recebendo uma dose maciça de raios gama e agora, quando se enfurece ou se sente ultrajado, se transforma e tem de enfrentar a sua maldição: o Incrível Hulk!

Só por aí dá para perceber as diferenças dos quadrinhos. Os produtores acharam que Bruce era um nome gay e lá se foi a aliteração. Além disso, o protagonista virou médico, ao contrário dos quadrinhos, nos quais ele é cientista nuclear.

Na TV, por causa da censura, o monstro verde era pouco violento. Na maioria das vezes ele se limitava a rugir, demolir alguma parede de isopor e sair correndo, não sem antes amassar o revolver de alguém.

Uma curiosidade é que o ator Lou Ferrigno dificilmente era maquiado por completo. Ele usava, por exemplo, uma sapatilha verde.

Apesar disso, o seriado fez sucesso graças ao carisma do ator Bill Bixby e ao clima de road-movie, com o herói fugindo de cidade em cidade e assumindo novas identidades. Essa fase chegou até mesmo a influenciar os quadrinhos.

Meu comentário: eu era viciado nesse seriado. Eu e todos os quarentões como este jornalista. Uma lembrança marcante era a forma triste que sempre terminavam um episódio, com um instrumental de partir o coração. Nostalgia pura!

Assista e escute a música mais triste do mundo (quando o Banner ia embora, sempre no final do episódio): 

Fonte: blog do Ivan Carlo.

Repórter que é repórter não sai da rua – Por @maiarapires

Por Maiara Pires

No dia 16 de fevereiro, comemorou-se o Dia do Repórter, esta célebre profissão que nem todos os que se dizem jornalistas, conseguem de fato exercer. Esta carência de repórteres, em boa parte se deve ao comodismo que grudou como carrapato em certos seres. Ao invés de eles se apropriarem da tecnologia como uma aliada na celeridade da pauta, o que fazem é ir na ‘onda’ do “repassado de outro grupo” nos WhatsApps da vida.

O que tem de jornalista repassando informação seja de boca a boca ou por aplicativos de mensagens sem checar, é brincadeira! Perdeu-se o princípio básico de apurar tudo o que chega aos ouvidos. Como se não bastasse isso, ainda tem aqueles que querem disputar audiência com o internauta nas redes sociais.

Deixa eu te falar: se você sair um pouquinho do ar refrigerado da redação, vai perceber muita coisa acontecendo fora da internet. Tu não precisarás te ater a uma pauta gerada nas redes sociais, tá?! Aí, não precisarás ficar com aquela sensação de que perdeu para o internauta que deu a notícia primeiro que você. A diferença entre vocês dois, é que você não está ou não deveria estar no automático porque o (a) senhor (a) irá processar a informação antes de publicá-la.

Repórter é pra quem tem o instinto da apuração. Se tu não tens este senso, nem te habilita. Tu não és papagaio pra repetir o que falaram pra ti. Sabe aquele computador que precisa processar o comando operacional pra poder funcionar? Pois é. É mais ou menos assim que deve acontecer com o repórter. Ele ouve a informação, checa com o outro lado, liga os pontos e conecta no cerne da questão.

Mas, para desenvolver esta habilidade é necessário sair do casulo e ‘bater perna’ na rua. Pegar a luneta do ceticismo e olhar clinicamente para descobrir o que tem nas entrelinhas do acontecido. A curiosidade sempre será uma eterna aliada neste processo. Não deixa ela dormir, senão tu vais passar batido.

Para de bater palma pra quem tem obrigação de fazer e se vista de cidadão. Vai lá na barba da ‘otoridade’ e mete o corpo inteiro onde tu não fostes chamado. Porque se tu não foste chamado, é porque não querem que o povo saiba. Então, te manda pra rua. Porque é lá que é o teu lugar.

Os Dicks Vigaristas que encontramos na vida

images

O Dick Vigarista (Dick Dastardly) é um personagem fictício que surgiu na série Corrida Maluca (Wacky Races), criado por Hanna-Barbera. O roteiro era quase sempre igual: alguns pilotos birutas correndo com carros muito esquisitos por estradas totalmente doidas.

Todos largavam juntos, mas Dick Vigarista, o vilão da estória tinha sempre um plano maligno para parar os outros pilotos e com isso conquistar a vitória, sozinho.

Acontece que ele começava muito bem as corridas, disparava na frente e ao invés de visar somente a linha de chegada, parava para desenvolver uma armadilha, com o objetivo de tirar todos os adversários do páreo. A armadilha nunca dava certo e os dois eram ultrapassados por todos os outros.

dick-vigarista copyVivemos um momento onde se discute muito as questões éticas. Isso é bom, mas ao mesmo tempo é uma pena que já não tenha se tornado um assunto superado. Quero dizer que ninguém mais discute o fim da escravidão, democracia, etc, porque todos concordam quanto a isso. Ética deveria estar nesse nível também.

Conheço vários Dicks Vigaristas, homens e mulheres que fazem de tudo para vencer por meio de trapaças. Essa postura detestável de se dar bem todo o custo ao executar todo tipo de tramoia é reflexo de inveja, falsa esperteza (pra não dizer canalhice) até mesmo incompetência. Mas, no final das contas, figuras assim semprtumblr_mjf8zv8ZPq1s80uwyo1_400e se dão mal e não saem da merda. É, quem nasceu pra ser tatu, morre cavando!

Não que eu seja nenhum “Peter Perfeito”, o falso certinho do mesmo desenho. Mas abomino esses malucos que canalizam suas forças em atrapalhar os outros, ao invés de produzir em benefício próprio. Sigo trabalhando e fazendo a minha parte, sem sacanear ninguém. E os Dicks Vigaristas? Assim como na animação, eles só se ferram! É isso.

Elton Tavares

Arquivo X: Série volta a ser exibida após 13 anos – Por @Adnoelp

10435070_653079761411725_2431912690812781827_n

Por Adnoel Pinheiro

Quem assistiuax arquivo X sabe o quanto a série é atemporal, mas uma notícia surpreendente pegou de surpresa os fãs da série no começo desse mês. O produtor Chris Carter afirmou que a série voltará a ser exibida no dia 26 de janeiro de 2016 nos EUA e possui seis episódios.

Mesmo com os episódios gravados, e data para reestreia, a nova temporada ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, porém, já se sabe que será exibida pelo canal FOX e mantém os mesmo protagonistas; os agentes do FBI Dana Scully e Fox Mulder, respectivamente, Gillian Anderson e David Duchovny.x_files

Carter comentou que essa nova temporada vem atualizada com episódios voltados para a espionagem, tema atual na sociedade americana e mundial além da temática predominante que é a tentativa de explicar a existência de vida extraterrestre e a exposição de casos sobrenaturais.

A nova temporada dá sequencia as nove anteriores exibidas entre 1993 e 2002 que renderam dois filmes: Arquivo X: O filme (1998) e Arquivo X: Eu quero acreditar (2008) e conquistaram expressivo sucesso de crítica e público ganhando 16 Emmys e 5 globos de ouro. Cartaz e trailer da nova temporada já estão disponíveis. Confira!

A TV na Linha de Trincheira – Por @Adnoelp

tv1

Dificilmente assisto aos canais da televisão aberta, mas sempre que estou fora de casa analiso a programação das redes que alimentam as massas. Pensando nisso comecei a pensar no atual cenário da TV e suas programações e traçar paralelos. Sabemos que esse tipo de programação é direcionada a um determinado público e carece de criticidade e criatividade. O reflexo são as crises que vivem as novelas onde seus roteiristas mudam constantemente seus Scripts tentando atingir maiores níveis de audiência, pois é onde se ganha mais dinheiro justamente porque seus anunciantes pagam mais por segundos no horário mais nobre.

A pergunta seria: A TV brasileira vive uma crise geral? A resposta é sim! Uma crise de criatividade e também financeira, pois sabemos da atual situação econômica que vive nosso país e o mundo em geral. Os grandes conglomerados midiáticos também são empresas e possuem dívidas, a TV cultura demitiu mais de 50 funcionários e pode demitir ainda mais. Grande parte dessa crise deve-se ao aumento da aquisição de assinaturas de TV a cabo, a popularização e aumento gigantesco da cultura dos games e sua disseminação nas novastv11 tecnologias como; Tablets e smartphones que estão cada dia mais modernos e equipados de processadores com vários núcleos que suportam jogos pesados.

Estamos cada dia mais ocupados devido as exigências do mundo globalizado onde as informações estão cada dia mais velozes e é nesse contexto que a TV brasileira tenta sobreviver, em meios as redes sociais, Netflix entre outros meios de entretenimento. A tão estudada convergência de mídias que estudávamos agora é a mais pura realidade. Um verdadeiro bombardeio de informações advindos vindo das novas tecnologias onde o emissor é também o receptor e tudo parece bem mais democrático e ao alcance de apenas um clique. Que rumos a televisão irá tomar ainda não sabemos, mas o que podemos afirmar é que a internet e as novas tecnologias mudaram nossos hábitos, modos de pensar e até mesmo de agir.

Adnoel Pinheiro – Jornalista

O Senhor dos Anéis inspira final de Game of Thrones

george-r-r-martin-criador-de-game-of-thrones_400617
George R. R. Martin, criador de Game of Thrones, adiantou alguns detalhes sobre o final da saga, que será influenciado por O Senhor dos Anéis.

Por Beatriz Rainha Ribeiro

As declarações foram feitas ao jornal britânico The Observer, pelo próprio George R. R. Martin, criador da mundialmente famosa saga de livros Game of Thrones, que posteriormente ganhou vida no canal HBO. O escritor afirma que no final da saga, ainda por escrever mas já em planeamento, se irá decidir por um tom agridoce e algo inspirado na saga O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien. Sobre o final que ainda está para vir, George R. R. Martin levantou um pouco mais a ponta do véu: ao que parece, Game of Thrones terminará com uma batalha e um resultado vitorioso, “mas será uma vitória agridoce”. Deveríamos ter medo?

Quanto às semelhanças entre Game of Thrones e O Senhor dos Anéis, já é do conhecimento geral que George R. R. Martin vê na saga uma inspiração e grande influência, principalmente na forma como esta terminou. No entanto, não mais esclarece sobre o final de Game of Thrones: será tarefa dos fãs verificar as semelhanças com O Senhor dos Anéis, quando o fim chegar.

Até agora, têm sido várias as situações em que a série Game of Thrones andou na boca do mundo: desde o início da quinta temporada, de forma mais rápida e emocionante que o esperado – primeiro, pelo vazamento dos quatro primeiros episódios e mais tarde pelo aparecimento de dois vídeos relativos ao quinto episódio – às grandes diferenças entre o enredo escrito nos livros e o diferente rumo levado nas séries, a alguns episódios verdadeiramente chocantes e ao fim cruel, segundo os fãs, do último episódio da temporada.

Neste momento, sabe-se que já tiveram início as filmagens para a sexta temporada e que a série poderá ter, no mínimo, até oito temporadas; o que se continua por descobrir – e é talvez a pergunta mais feita pelos fãs de Game of Thrones – é se a personagem Jon Snow está realmente morta e se vai ou não, de alguma forma, voltar. O próprio ator, Kit Harrington, negou a vida da sua personagem, mas foi recentemente visto em Belfast, Irlanda do Norte, com o restante elenco da série. Em quem devemos acreditar? Estamos todos ansiosos pelo regresso de Game of Thrones.

Fonte: Livros e Pessoas

Estreia do programa Zap Zap. E o que é esse tal de Zap Zap?

zapzap

Tudo começou com o encontro, há mais de 10 anos, de Ronaldo Rony, Alex Kapuleto e Alex Hyacienth, três caras que trabalham com humor.

Os Alexs formavam uma dupla que criava e interpretava esquetes no Fala, Juventude, projeto que fomentava atividades ligadas ao rádio. Ronaldo Rony desenvolvia seu talento como cartunista e editor de fanzines de humor, como o Capitão Açaí, Gilete no Pulso! e Vert!gem.

O produtor cultural Alexandre Alcolumbre teve a ideia de criar um programa de humor e convidou os três. O programa não saiu na ocasião, mas o trio continuou pensando nessa possibilidade e, enquanto não havia condições para fazer o programa, vários vídeos foram realizados, como Mukifo no Círio da Naza, Feliz Natal é o Caralho! Ronaldo Rony Entrevista e o mais recente: A Malhação de Judas. O meio de difusão desses vídeos é o FIM – Festival Imagem-Movimento, parceiro sempre presente, e, mais recentemente, com o advento da internet, o Facebook.zapzap1

Hoje, o professor descolado Diones Correia se incorporou ao grupo e faz parte desse esforço para colocar no ar um programa cujo conceito é: Zap Zap não é um programa de humor, é um programa com humor. Portanto, além de quadros de humor, com sátiras e paródias, vai ter aventura, esporte, entrevistas, utilidade pública e mais o que essa galera possa aprontar no decorrer dos programas. Claro que tudo de uma forma bem descontraída.

A equipe realizadora se chama Mukifo Produções, que cria, apresenta, desenvolve as pautas, faz as produções, as filmagens e a edição. A ideia é buscar a parceria de outros profissionais e mostrar o trabalho de um número cada vez maior de pessoas.

Zap Zap estreia neste sábado, 6 de junho, às 10h, no SBT, canal 13.

Assessoria de Comunicação da Mukifo Produções