Homenagem ao grande jornalista Corrêa Neto


O senador Randolfe Rodrigues e toda a sua equipe lamenta o falecimento do maior jornalista que o Amapá já teve, Antônio Corrêa Neto, na manhã de hoje (21). 

Homem de honra e grande ética, que fazia jornalismo com responsabilidade e com o cuidado que merece a informação.

Pai, avô e amigo, fica o legado, a saudade e o exemplo de pessoa.

Que descanse na graça de Deus, para nós familiares e amigos ficam as recordações.

“Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração…”

— 
Carla Ferreira
Contato: (96) 81109700
Twitter: @Carlinha_F

Hoje faleceu o jornalista Antônio Corrêa Neto


Hoje (21), morreu o jornalista Antônio Corrêa Neto. Não sei ao certo a causa da morte, mas sei que ele tinha alguns problemas de saúde há anos. Eu não conhecia o Corrêa pessoalmente. Tratei com ele algumas vezes por telefone e conversei várias vezes pelo Facebook. E, como todos os jornalistas de Macapá, lia todos os dias, religiosamente, seu site. 

Aquele lance dele sempre publicar o direito de resposta, mesmo que o interessado não entrasse na Justiça para tal. A abordagem dos assuntos em sua coluna “Geleia Geral”, a forma com que ele elogiava ou criticava era de um refinamento ímpar. Eu admirava o Corrêa.

Sei o que os colegas Márcia e Marcelo estão sentindo neste doloroso momento, pois já perdi meu pai. É uma barra muito pesada para qualquer um. Desejo força aos dois. 

Corrêa era respeitado por jornalistas, políticos, empresários e as demais classes da sociedade amapaense. Era um formador de opinião consistente, imparcial, crítica, séria e com senso de Justiça.  Um verdadeiro exemplo de jornalista para os que atuam nesta profissão. 

O velório de Corrêa Neto será realizado na Capela Santa Rita, no bairro homônimo, localizada perto do Hospital São Camilo. 

Ao Corrêa, meu respeito. Que ele siga seu caminho de luz. Aos familiares e amigos do nobre colega, minhas condolências. 

Elton Tavares

Sobre a tragédia em Santana (via @portalcotidiano )

Na madrugada desta sexta-feira,28, por volta de 00h30, um trágico episódio abalou o município de Santana, no porto da Empresa Zamin Ferrous, antiga Anglo American, afetando também o do Grego, principal área de embarque e desembarque de mercadorias da cidade. Ondas gigantescas destruíram embarcações e deixaram diversas pessoas desaparecidas, na maioria funcionários da empresa que trabalhavam durante a noite. 

Várias embarcações foram atingidas sendo que até então quatro barcos afundaram e uma balsa de um posto de combustível ficou a deriva. Um possível desabamento de uma faixa de terra da área da empresa é apontado como causa do sinistro. 


No local observa-se uma cratera de diâmetro considerável por conta do desabamento da estrutura metálica que dava suporte à esteira que transportava o minério de ferro para o navio  ancorado. Tudo desabou e caiu no rio, levando junto veículos do local. O 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Santana afirmou o desaparecimento de seis empregados que trabalhavam operando o maquinário, embarcando minérios e condutores de caminhões.


Até agora a Capitania dos Portos e o Corpo de Bombeiros trabalham no resgate de corpos e na procura de desaparecidos. Até o fechamento dessa atualização, o 4º BPM de Santana informou que seis mortes foram confirmadas, desses, cinco são trabalhadores da Empresa Zamim Ferrous. Também existem pessoas desaparecidas que dormiam nas embarcações onde não se tem um número preciso.

A feirante Maria do Socorro, que presenciou o fato, exclamou sobre o ocorrido: “foi terrível, quando a onda veio o rio ‘secou’ e saiu levando tudo o que encontrava pela frente. Teve casa aqui que ficou destruída  o barco do meu marido quase vai para o fundo, lamentável”, afirmou em uma entrevista a rádio local.

*Com informações do 4º Batalhão de Santana

Anonymous Hate anuncia o fim da banda

Aos 39 minutos deste sábado, a banda amapaense Anonymous Hate anunciou via Facebook o encerramento de suas atividades. Segue a nota na íntegra.

NOTA DE ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES

Diante do último e fatídico acontecimento, no caso, o falecimento de nosso amigo e guitarrista Heliton Costa Coêlho, informamos que a banda Anonymous Hate encerra suas atividades. Nossa decisão foi unânime, pois não poderíamos substituir alguém que iniciou, sonhou e deu tudo de si pela paixão à música e ao underground. Continuar sem ele, não seria o mesmo, e nem seria a Anonymous Hate. Nosso pequeno, mas suado legado ficará na memória com boas lembranças e no trabalho que foi produzido durante o tempo em que circulamos por nossa cidade natal, Macapá, e pelo Brasil. Chegamos bem perto de atingir ouvidos mais longínquos, já que nossa turnê européia estava agendada, mas isso não nos esmorece. Encerramos com a sensação de dever cumprido, no qual, estes quase seis anos nos proporcionaram uma gama de experiências. Agradecemos a todas as amizades que conquistamos, bandas que dividimos palco, produtores que nos deram oportunidade, selos que ajudaram em nossos lançamentos e todos que apoiaram nosso trabalho de alguma forma.

Victor Figueiredo
Fabrício Góes
Alberto Martínez
Romeu Monteiro

Convite para a Missa de sétimo Dia da dona Euda


Os familiares de Euda Flexa Nunes, convidam parentes e amigos para a Missa em Ação de Graças pela passagem do sétimo dia de seu falecimento que acontecerá nesta sexta-feira (15), na Igreja Jesus de Nazaré, no bairro de mesmo nome, localizada na Rua Leopoldo Machado, às 18h. 

Se o trabalho me permitir, irei e peço aos que conviviam com dona Euda que vão, pois nessas horas, é muito bom ver os amigos
Elton Tavares

Nosso adeus à dona Euda…

Posso viver 100 anos consciente que todos nós partiremos um dia, mas quando chega o momento, sempre concordo com Mario Quintana: “a morte chega pontualmente na hora incerta”. Nessa madrugada foi a vez da amiga querida Euda Flexa Nunes, a popular “Dona Euda”, fazer sua passagem. Faço minhas as palavras da amiga Sonia Canto: “hoje a boemia está de luto”. Tô triste, muito triste!

Dona Euda passou mal na porta do avião, em Belém (PA) e faleceu. Ela se recuperava de uma angioplastia. 

Conheci dona Euda somente em 2010.Durante dois anos, bebi no Bar da Euda. Gosto tanto do estabelecimento que escrevi sobre ele: http://eltonvaletavares.blogspot.com/2012/04/o-bar-da-euda.html

Ia lá quase toda semana. Dona Euda era meio mãe da gente, os biriteiros assíduos de sua casa. Sempre séria, de poucos sorrisos, mas doce conselheira, centrada e amada pela galera.  Parecia que conhecia aquela senhora.  E sei que ela também gostava muito de mim. 

A vida sempre continua e a morte faz parte dela, todos sabemos. Mas, às vezes, a estrada fica mais triste, o fardo mais pesado e tudo cinzento. Eu e dezenas de amigos estamos arrasados com a partida de dona Euda. Aí estão alguns depoimentos: 


A morte dessa amável mulher, mãe, vitoriosa e dedicada. deixa em nós a lembrança do seu sorriso e a tranquilidade que nos trazia paz ao observá-lo. Vamos ter força para superar esse imenso sentimento de perda que tivemos.Falo em meu nome, e por todos os meus amigos que já tiveram junto a mim, bons momentos em seu tradicional bar, que resultou grandes laços de amizade. Adeus dona Euda, já sentimos saudades. Forte abraço amigo Miguel Nunes” – Aline Vanessa. 

Daí eu descobri que melhor do que desabafar com as velhas amigas sobre os meus casos e descasos de amor, era ouvir os esporros que vinham do outro lado do balcão. Dona Euda dizia sempre aquilo o que eu precisar ouvir. Na medida. Sem vírgulas, sem papas na língua. Papo reto, nu e cru. E ela sabia de tudo, e de todos, rsrrsr…Ralho após ralho, conselho após conselho ela ganhou minha admiração, meu respeito, minha lealdade. Pessoas como ela são presentes divinos que ganhamos. E esse mundo tá cheio de gente escrota por aí. Enquanto isso, essas pessoas especiais, que de repente invadem e se instalam em nossas vidas, se vão” – Cíntia Souza. 

O ano era 1985 da graça de Nosso Senhor. fui naquela esquina beber um pouco de água, estava só de passagem. ela me deu bom dia, tomei uma pinga, serviu caldo e ganhei abraços… fui bem-vindo na família! O corpo, a morte leva. A voz, some na brisa. Mas a amizade fica, eterna..Euda, tu partes me levando saudades...” – Tãgaha Soares. 

Do que vale a vida ,,,se nao viver ,folgastes para poder morrer ou nascer ou ainda continuar tua bela jornada ,vai com Deus minha Amada dona Euda, Mãe,  Amiga ,sabia da vida, obrigado por tudo , sou grato por ti” – Fernando Bedran. 


Dona Euda passou seus últimos dias ao lado de familiares em Belém. Voltando de viagem, passou mal e faleceu no avião. Ela tinha 65 anos. 

O corpo de Euda Nunes chegará hoje (9) em um voo hoje, às 23h. O Velório de nossa amiga será na Capela Santa Maria, na Rua Hamilton Silva, centro de Macapá. Pertinho do seu bar. O enterro está ocorrerá às 16h de amanhã (10), no Cemitério São José. 

Não tenho como fugir do clichê, certamente dona Euda está em um lugar melhor, pois era um ser humano e tanto. Foi mãe também era batalhadora, trabalhadora, honesta, incansável, uma mulher e tanto!

Meus sentimentos à toda a família, principalmente os amigos Miguelzinho e Rosa. E aos parceiros de bar, que também partilham a tristeza da perda de dona Euda. 

Uma hora dessas, os anjos (ou espíritos de luz) já a receberam. A nós, resta a saudade e boas lembranças. Adeus, querida dona Euda!

Elton Tavares

O melancólico adeus de Chorão


Chorão, vocalista da banda Charlie Brown Jr, foi encontrado morto na  madrugada desta quarta-feira (6), no apartamento onde morava em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. O músico, batizado de Alexandre Magno Abrão, completaria 43 anos em 9 de abril de 2013. 

O ano era 1997, quando escutei o CD Transpiração Contínua Prolongada e os caras do Charlie Brown jr. invadiram a cidade.  Época em que nós nos achávamos peritos em anatomia e achávamos que manjávamos um pouco de inglês. E o couro comeu naqueles tempos. Aliás, bons tempos!

Este primeiro disco de Chorão, junto com Champignon, Thiago Castanho, Marcão e Bruno Graveto foi uma obra prima. Os caras misturaram cultura urbana, skate punk, ska, rap metal, rock alternativo e reggae. Gostei de poucas canções depois deste álbum, como “Vícios e Virtudes” e “Só Por Uma Noite”. 

Confesso que meu lado brutamontes vibrou quando Chorão deu um murro na cara do Marcelo Camelo, o poeta barbudo da dor de cotovelo, dos Los Hermanos

Chorão foi um poeta urbano, não era nada politicamente correto, mas era talentoso. Além de rockstar, era esportista e levantava a bandeira da prática de skate no Brasil. 

Assim como ele, “às vezes faço o que quero e às vezes faço o que tenho que fazer”. É uma pena que o artista tenha partido dessa forma melancólica (“parecia inofensiva, mas te dominou”). Mas quem sou eu para julgá-lo. Defendo que cada um sabe o que é melhor para si, sempre. 

Não fui um grande fã do roqueiro que partiu hoje, mas tenho respeito pela atitude e talento que ele tinha. Que sua passagem seja tranquila e que você encontre “Aquela Paz”. Adeus, Chorão!

Elton Tavares 

Até a próxima, Jork!


O funcionário da Caixa Econômica Federal (CEF/AP), acadêmico de Direito, exímio contrabaixista e velho amigo meu, Jorkdean Vilhena, faleceu na madrugada de hoje (13). Ainda não sei ao certo as circunstâncias da morte de Jork, mas disseram que ele foi vitimado durante uma briga de trânsito.  

Conheci o Jork em 1991, quando cursamos juntos a 7º série, na Escola Alexandre Vaz Tavares (AVT). O cara era um gozador, um sacana gente boa. Ele nunca andou comigo pra cima e pra baixo, mas quando nos encontrávamos era festa, principalmente nos eventos de rock. 

Jork foi um dos melhores músicos que vi tocar, principalmente Heavy Metal. Embalou piseiros memoráveis nas noites quentes de Macapá, tocando com a banda Sloth. Tempos bons aqueles. 

Jorkdean tinha 35 anos, era um figura alegre, sempre com um sorriso no rosto e direto, não fazia rodeios. Tinha personalidade e era “considerado”, querido por todos nós, os amantes de rock, sobretudo os malucos das antigas. Hoje é um dia Triste. 

De repente, agora ele toma uma com Cliff Burton, quem sabe? O fato é que sentiremos saudades. Jork, meu velho, que você faça a sua passagem em paz. Até a próxima vez, amigo. 

* O velório será na casa de uma tia do Jork, na Feliciano Coelho, em frente ao Iesap, bairro do Trem, às 16h.

Elton Tavares

Novo Amapá: há 32 anos, a tragédia.

Foto de um jornal da época, que não sei o nome – Fonte: Acervo do historiador Edgar Rodrigues.

O barco Novo Amapá naufragou, há exatos 32 anos, no Rio Cajari, no interior do Estado. O acidente fluvial vitimou 300 pessoas. Parece que a causa do naufrágio foi superlotação da embarcação. Tomara que desgraças assim, por imprudência, nunca mais aconteçam nos rios da Amazônia.

Adeus Vadinho, a gente se encontra do outro lado.


Mario Quintana escreveu: “a morte chega pontualmente na hora incerta”. Cirúrgico!
Hoje (14), às 5h da manhã, aos 53 anos, morreu Hivaldo Neves Vale, o meu tio “Vadinho”. Ele sofreu uma parada cardíaca. Desde a última sexta-feira (9), Vadinho estava hospitalizado lutando pela vida, vítima de um acidente automobilístico.
Vadinho era funcionário público, trabalhava na Escola Estadual Castelo Branco há muitos anos. Também era torcedor fervoroso do Fluminense e, assim como eu, apaixonado pela escola de Samba Piratas da Batucada. Inclusive fomos parceiros por mais de 10 desfiles, desde os tempos em que eles aconteciam na Avenida Fab.
Filho devotado, fazia tudo para agradar sua mãe, Cacilda Vale. Aliás, dos 11 filhos, deles cinco caras e seis mulheres, dos homens Vadinho era o que vovó tinha mais apreço e afinidade.  Só de olhar para minha avó, dá vontade de chorar.
Ah, Vadinho viveu pra caramba. Curtiu a vida, a seu modo. E nos brindou com o fato de conviver com sua pessoa. Em relação a ele, só tenho lembranças alegres.
Sem exagero, afirmo que o Vadinho era, dos irmãos homens da minha mãe, o mais gente fina. E não é porque morreu não. Ele era um grande sacana mesmo. Ele deixa esposa e um filho de seis anos.
Mas é assim mesmo. Vida que segue. Como disse a querida amiga Jaci Rocha: o amor é a força mais poderosa que podemos construir. Boto fé!
Agradeço a todas as manifestações de solidariedade dos amigos no Facebook, Twitter e telefonemas. Velaremos o Vadinho na Capela Santa Rita, no bairro homônimo, localizada perto do Hospital São Camilo. O enterro será amanhã (15), às 10h. 
Sentirei saudades das suas piadas, gaiatice e ótimo humor. Ele realmente era um grande ser humano. Adeus Vadinho, a gente se encontra do outro lado.
Desejo que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se lamentar e sofrer sem se culpar” – Vitor Hugo.
Elton Tavares

Um sábado à noite


Sábado a noite. Tem muita gente em clima de festa e outros tristonhos, preocupados consigo mesmo ou com pessoas que amam. Gente desfilando, outras bebendo e muitos aflitos por um leito de UTI. 

Há encontros frustrados, amizades desfeitas, fins de namoro, encontros e desencontros pela vida, como disse Vinícius. 

Sábado de sexo banalizado, bebedeiras loucas, alegrias, orações e muitas expectativas de melhora. Risos e lágrimas. Noite barulhenta e silenciosa. 

Mães abatidas por filhos irresponsáveis e pais orgulhosos por filhos pegadores. 

Num sábado à noite, as boites bombam e os hospitais também lotam. 

Mais uma festa, mais um prato cheio para efusivos, insatisfeitos, insanos e até pessoas normais, carregadas de responsabilidade. 

Desejos, promessas, arrependimentos, resignação e diversão. Um sábado a noite festivo para muitos e dramático para nós, desolados e preocupados com um ente querido. 

Enquanto você curte ou reclama da vida, tem gente lutando por ela. Tudo isso num sábado à noite. Depende de que lado da balança você está. 

Elton Tavares

Violência contra a imprensa: repórter fotográfico é agredido em Macapá


O repórter fotográfico Samuel Silva, do Diário do Amapá, foi agredido ontem (24) e teve sua máquina fotográfica destruída por um homem ainda não identificado. A agressão ocorreu às 18h45, quando o profissional registrava a saída de agentes da Polícia Federal (PF) e integrantes do Ministério Público Eleitoral (MPE) no portão lateral da Prefeitura de Macapá, na rua Odilardo Silva, centro da capital.

Samuel Silva concluiu as fotos e explicava aos guardas municipais que estava fazendo uma reportagem sobre a operação da PF, quando o homem saiu correndo de um carro preto, estacionado em frente ao portão. O agressor desferiu um chute no abdôme do fotógrafo; em seguida arrancou-lhe a máquina fotográfica das mãos e espatifou o equipamento no asfalto. Sem que houvesse qualquer reação do repórter fotográfico, o homem entrou no carro, deu partida e quase atropela a equipe de reportagem.

De acordo com a coluna “From”, do Diário do Amapá, o agressor seria um assessor da PMM e teria fugido em um carro da marca Polo, de cor preta e placa 4556 (o jornal não citou as letras da placa). 

Fonte: http://www.diariodoamapa.com.br/

Nota de Falecimento


O Governo do Estado do Amapá comunica com pesar o falecimento do servidor aposentado Raymundo Ferreira Maciel, de 77 anos, ocorrido no hospital da Unimed, na noite desta sexta-feira, 25, vítima de infarto.

Seu Raymundo atuou na área da educação desde a época do Território Federal do Amapá. Foi diretor da Escola Augusto dos Anjos por vários anos e era pai da jornalista Mariléia Maciel, assessora de comunicação do Palácio do Governo, a mais nova dos 9 filhos.

O velório está sendo realizado na Capela Santa Rita, localizada na Av. Mendonça Furtado, de onde sairá o enterro às 10h deste domingo, 27, para o Cemitério São José, no bairro Buritizal.

O Governo do Amapá e todos os assessores de comunicação se solidarizam com a colega Mariléia Maciel e desejam à família enlutada muita força e fé para superar imensa dor pela perda de seu ente amado e querido.