Das maiores árvores aos recifes de corais: as características únicas da Amazônia no Amapá (hoje é o Dia da Amazônia)

Angelim Vermelho: maior árvore da Amazônia localizada na fronteira do Amapá e do Pará — Foto: Rafael Aleixo/Setec

Carregando há vários anos o título simbólico de “estado mais preservado do país”, o Amapá, mesmo ocupando apenas 3% do território da Amazônia, carrega elementos únicos, sejam influenciados pela foz do Rio Amazonas, a Linha do Equador ou pela proximidade com o Platô das Guianas.

A quantidade de espécies e elementos da natureza ainda são catalogados pela ciência, mas algumas chamaram a atenção do mundo inteiro, como o fenômeno da pororoca, com o encontro entre o Rio Araguari e oceano atlântico, causando uma onda que dura horas.

Pororoca na costa do Amapá — Foto: Adson Lins/Arquivo Pessoal

Ameaçado em 2015 pelo assoreamento na foz o rio, o fenômeno deixou de existir, mas foi mapeado em outras regiões do estado, reacendendo a esperança do potencial turístico.

Além da maior onda, o Amapá também é acesso para as maiores árvores da região, com mais de 90 metros e que ficam localizadas no sul do estado, na divisa com o Pará.

Em 2019, uma expedição começou a mapear um exemplar de Diniza excelsa, mais conhecida como Angelim Vermelho. A imponente tem 88 metros e está dentro uma reserva de conservação de uso sustentável.

A árvore mais alta da Amazônia brasileira é da espécie Angelim Vermelho e está localizada na Floresta Estadual do Parú, no Pará — Foto: Tobias Jackson/Divulgação

A importância de preservar esta e outras espécies de plantas faz o Amapá abrigar o maior parque nacional do país: o Montanhas do Tumucumaque. Com mais de 4 milhões de hectares, a área equivale a 25% do território do estado.

Mais recentemente, recifes de corais foram descobertos na costa do Amapá em meio ao anúncio de exploração de petróleo na região. Os “corais da Amazônia”, de acordo com a ONG internacional, são formações únicas e diretamente ameaçadas com a atividade.

Corais da Amazônia descobertos em expedição na costa do estado — Foto: Greenpeace/Divulgação

O principal inimigo da preservação da Amazônia é o próprio homem em diversas ações. Seja com as queimadas para produção agrícola, desmatamento, biopirataria, invasão de terras públicas e poluição dos rios e do solo.

Além dos agentes públicos, diversas organizações atuam na preservação e na manutenção dos recursos da região, tornando-se verdadeiros “Guardiões da Amazônia”.

“Acreditamos que o grande problema é a permanência de um plano colonialista para o desenvolvimento da Amazônia, sempre vindo de fora para dentro e valorizando apenas a geração de commodities. Ao invés disso, deve haver a valorização da floresta em pé! Para que o real valor seja valorizado, porque dessa forma é possível proteger as pessoas e a natureza. O desenvolvimento sustentável não é uma utopia, é uma alternativa possível e urgente”, comentou Adriane Formigosa, diretora-presidente do Instituto Mapinguari.

Ação de limpeza do Instituto Mapinguari em reserva às margens do Rio Amazonas — Foto: Instituto Mapinguari/Divulgação

Fundado em 2005 por um grupo de acadêmicos voluntários, o Mapinguari trabalha principalmente com apoio a gestão das Unidades de Conservação (UCs) do estado.

Além dos recursos, entidades estão ligadas diretamente com lidar do povo amazônico, em especial os indígenas, povos tradicionais e ribeirinhos, entre eles, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (Iepé), fundado há 18 anos e que tem quase 40 membros.

Cachoeira de Santo Antônio, em Laranjal do Jari — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

“Desde a criação, o Iepé tem procurado elaborar projetos que permitam uma ampliação dos trabalhos junto às comunidades indígenas da região, consolidando ações em andamento e estabelecendo novas modalidades de atuação”, destacou Renata Ferreira, assessora do Programa de Articulação Regional do Iepé.

Fonte: G1 Amapá

Bioparque da Amazônia passa a fazer parte do roteiro turístico de Macapá

A capital do Amapá acaba de ganhar mais um belo e importante atrativo turístico, não só para o visitante que chega à cidade, mas também para o amapaense que precisa conhecer e valorizar as riquezas da terra tucuju. Reinaugurado há quase um ano, o Bioparque da Amazônia Arinaldo Gomes Barreto, na rodovia JK, passa agora a integrar o roteiro turístico de Macapá.

Esta semana, agentes de viagem e guias de turismo fizeram uma visita técnica no Bioparque para conhecer os atrativos do local. A ideia é comercializar as mais de trinta atrações do parque nos pacotes turísticos oferecidos pelas agências de viagens.

Participaram da visita técnica representantes das agências de viagens Poroc Turismo, Life Turismo, Cunani Turismo e Cupuaçu Turismo. “Iremos incluir o Bioparque no pacote de serviços de turismo receptivo de Macapá. O turista vai poder comprar a entrada da Bioparque na própria agência de viagem”, disse Sandro Borges, da agência de viagem Cunani Turismo.

Atrativos

O Bioparque da Amazônia possui uma área de 107 hectares de florestas, no meio do centro urbano de Macapá. O espaço é formado por ecossistemas que integram floresta de terra firme, cerrado e campos inundados (áreas de ressaca). Oferece muitas atrações e uma rica biodiversidade, com exposições de espécies da flora e da fauna amazônica.

Circuito da Bioaventura ganhou novas modalidades radicais e isto tem sido o grande atrativo de visitantes. Além da tirolesa, a trilha está composta agora por Arborismo (escalada em árvore), parede de escalada, Arvorismo (trilha suspensa nas árvores) e passeio caboclo (canoagem). O espaço ainda oferece a trilha da bike, onde o visitante faz o agendamento, leva a sua bicicleta e pode se aventurar pelo meio da floresta.

Diferenciado

O pacote de serviços de turismo receptivo de Macapá inclui a Casa do Artesão, Fortaleza de São José de Macapá, Mercado Central, orla da cidade, Museu Sacada e o monumento Marco Zero do Equador. É o conhecido city tour – passeio pelos principais pontos turísticos da cidade. Segundo as agências de viagem, o Bioparque da Amazônia vai compor um pacote diferenciado.

“Iremos oferecer o Bioparque como um produto voltado mais para o turismo ecológico e de aventura. Temos muitos atrativos aqui, onde o turista pode passar de três a quatro horas de visitação. Faremos o descritivo de todos os atrativos do parque e oferecer essa maravilha aos nossos clientes”, ressaltou Sandro Borges.

Bioempreendedorismo

Para o diretor do Bioparque, Richard Madureira, um dos objetivos do espaço é fomentar e desenvolver o bioempreendedorismo, por meio da cadeia do turismo, gerando oportunidades, emprego e renda. Neste sentido, o Bioparque da Amazônia se coloca como um instrumento para fomentar a economia local, além de revelar as belezas naturais que temos em nossa capital.

O parque é hoje um dos principais pontos turísticos e de visitação de Macapá. “É importantíssimo esse atrativo fazer parte do roteiro turístico de Macapá. De outubro de 2019 a fevereiro de 2020, o Bioparque recebeu cerca de 112 mil visitantes, tanto locais quanto de outros estados e países. Todos interessados em conhecer a nossa rica biodiversidade”, destacou Richard.

Secretaria de Comunicação de Macapá
Volnei Oliveira
Assessor de comunicação

Sucesso, Marcelo de Sá!

Com Marcelo de Sá, durante visita dele ao meu trampo, em 2019.

No final de junho passado, o prefeito interino de Oiapoque, Erlis Karipunas, nomeou o guia de turismo e tecnólogo em gestão ambiental, Marcelo de Sá Gomes, para o cargo de secretário adjunto de Meio Ambiente daquele Município. O novo titular da pasta na cidade transfronteiriça ao extremo norte do Amapá é um defensor do meio ambiente, humanista, militante cultural e da causa ambiental. Ou seja, profissional experiente na área.

Turistas durante viagem à Floresta Nacional do Amapá — Foto: Marcelo Sá/Arquivo Pessoal

Marcelo é articulado, inteligente e sempre aberto ao diálogo; um trabalhador e batalhador do turismo amapaense, ainda que com todas as dificuldades. Ele está sempre antenado com o que acontece neste setor.

Mesmo sendo nascido e criado em Macapá, Marcelo conhece todo o Estado. Em Oiapoque, desde o Parque Nacional Amazônico da Guiana Francesa, a foz do rio Oiapoque, Saint George e Camopi.

Marcelo chega na nova função com destreza, credibilidade, trajetória respeitada e muita vontade de trabalhar. Sá é um velho e querido amigo. Sou conhecedor do seu amor pelo Amapá, por sua riqueza natural, tradições e cultura. Sempre que posso, divulgo seus projetos e informes.

Sobre Marcelo de Sá

Marcelo de Sá possui história na militância ambiental, é estudante do Curso Técnico em Guia de Turismo Regional Pará, Brasil e América do Sul, no Senac Pará

Área de atuação: Turismo, Gestão Ambiental e Cultura Popular. É técnico em Turismo, Gestão do Meio Ambiente e em Pesca e Aquicultura . Cursou Gestão Ambiental na Faculdade de Macapá /FAMA.

É colaborador da Universidade Federal do Amapá (Unifap) na área de pesquisa em Políticas Territoriais para o Desenvolvimento do Ecoturismo e da Valorização Ambiental na Fronteira Franco-Brasileira e do Observatório das Fronteiras do Platô das Guianas (OBFRON). Palestrou em seminários na área do Meio Ambiente e Turismo no Amapá e fora do Estado.

É membro do Sindicato de Guias de Turismo do Amapá e guarda-parque voluntário na Área de Proteção Ambiental da Fazendinha. Integra como voluntário a ong Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB)/ Guardiões do Mar:

Participou do Conselho consultivos das Unidades de Conservação Federais do do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), representando o Sindicato de Guias de Turismo do Estado do Amapá. Esse colegioado trata de questões relacionadas ao Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e Floresta Nacional do Amapá

Também é associado a Rede Brasileira de Jardins Botânicos. Ativista do Fórum de Acompanhamento dos Conflitos Agrários e Desenvolvimento do Amapá (FACADE).

Além de coordenador de Meio ambiente e turismo da Associação Amapaense de Folclore e Cultura Popular (AAFCP) e membro fundador da Associação Brasileira de Guarda-Parques. Entre mais uma porrada de coisas contidas em seu extenso currículo, que o habilitou para o novo desafio profissional.

Sucesso, Marcelo. Continue pisando forte por esses campos, mano velho!

Elton Tavares

*Mais sobre Marcelo AQUI .

Bioparque da Amazônia: equipe é treinada para Guias do Circuito de Aventura

A equipe de funcionários do Bioparque da Amazônia durante dois dias participou de treinamento do Circuito de Aventura, que compõe três novas modalidades: arvorismo, parede de escalada e trilha suspensa, incluindo a tirolesa. O circuito agora está completo e recebeu o arvorismo, a parede de escalada e mais a pracinha da Biodiversidade. O treinamento foi feito pela empresa MSV Adventure, responsável pela instalação da estrutura das modalidades. A nova atração estará disponível para os visitantes quando o parque reabrir.

De acordo com o supervisor operacional, Denilson Nunes, que ministrou o treinamento, qualquer pessoa acima de 3 anos de idade pode participar, desde que não tenha problemas cardíacos e outros com altura, pressão alta. O peso máximo é 110 quilos. “A primeira modalidade será a parede de escalada, que possui 8 metros de altura. Em seguida segue pela trilha de arvorismo, com 300 metros de extensão e 7 metros de altura, que passa por cima de vários pontos do parque, como trilhas, incluindo animais. E finaliza na tirolesa, de 270 metros, que já estava na ativa antes da pandemia”, informa.

A coordenadora da Biodiversidade do Bioparque, Tatiana Costa, explica que essas modalidades terão guias, e este é o motivo do treinamento, pois a equipe está recebendo as orientações e fazendo todo o circuito, testando os equipamentos para garantir a segurança para os visitantes e praticantes de aventura. “A equipe ficará cuidando do circuito de aventura e terá todo o equipamento para quem for praticar as modalidades, que contará com a manutenção periódica para garantir a segurança”.

Durante o treinamento, a equipe recebeu capacitação teórica e prática para utilizar os equipamentos de proteção. “Eles receberam conhecimento teórico e prático dos EPIs, e de como conduzir os grupos que irão participar do circuito. Todos os equipamentos foram testados na estrutura, com a presença de fiscais quando ficaram prontos, que assistiram aos testes, estão com toda a documentação e prontos para funcionarem, e agora a equipe do parque está se preparando para a utilização e condução dos visitantes nas modalidades”, explica Denilson.

Secretaria de Comunicação de Macapá
Pérola Pedrosa
Assessora de comunicação
Fotos: Gabriel Flores

Turismo: Sete roteiros no Amapá

Convidamos o Gestor Ambiental, Guia de Turismo e Coordenador de Turismo e Meio Ambiente da Associação Amapaense de Folclore e Cultura Popular Marcelo de Sá.

A data escolhida para esta live, que será transmitida pela página Trip no Amapá, no Facebook, não poderia ser outra. 13.06, dia do Turista. Esta data é destinada a homenagear as pessoas que gostam de viajar para conhecer diferentes lugares, seja no Brasil ou ao redor do mundo.

Leia sobre Marcelo Sá e sua vasta experiência nos roteiros turísticos do Amapá. 

Vem conhecer 7 roteiros no Amapá!

Fonte: Trip no Amapá

Dia do Turismo Ecológico: de parques a ilha, conheça 5 roteiros para conhecer mais do Amapá

Recanto da Aldeia, praia que fica na Ilha de Santana, no Amapá — Foto: Marcelo Sá/Arquivo Pessoal

Por Victor Vidigal

O Amapá, como estado com área mais preservada do Brasil, tem muito a oferecer a quem procura a natureza, que valorize o meio ambiente e a cultura dos povos tradicionais e ribeirinhos. Pensando nisso, o G1 preparou, neste domingo (1º), Dia do Turismo Ecológico, um guia com 5 opções de passeios no estado.

As dicas vão desde lugares próximos da capital, como a Ilha de Santana, até os com mais dificuldade de acesso, como o Cabo Orange.

Cada roteiro conta com um comentário do guia de turismo Marcelo de Sá Gomes, especializado em turismo ecológico no Amapá. Ele deixa algumas dicas de passeios e uma média de custo, que pode variar dependendo da estação do ano, número de pessoas e objetivo da viagem.

Recanto da Aldeia tem praia para o Rio Amazonas — Foto: Marcelo Sá/Arquivo Pessoal

Ilha de Santana

A 23 quilômetros do Centro de Macapá essa é uma das opções mais próximas da capital para aos amantes da prática de “trekking”. Durante o percurso de mais de 3 quilômetros o turista tem contato com ecossistema de mata de várzea e cerrado, além de árvores como a Samaúma. A trilha não é formatada, mas tem um caminho usado pelos comunitários.

Atrativo principal: Ao final da trilha, chega-se ao Recanto da Aldeia, uma espécie de praia com areias claras, em uma das margens do Rio Amazonas.

Acesso para a Ilha de Santana pode ser feito de catraia — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

O guia de turismo Marcelo de Sá Gomes descreve que nesse roteiro o visitante pode conhecer a vivência da comunidade amazônica que conta com extrativismo de açaí, agricultura familiar, plantações de frutas e carpintaria naval.

“Lá ele ainda vai ter contato com extrativismo do açaí, agricultura familiar,plantações de acerola, bacaba, mandioca, caju, taperebá. Na parte oeste de ilha tem também a carpintaria naval, além de poder conhecer a pesca de camarão e duas espécies de botos”, disse Gomes.

Acesso: é considerado fácil, pela Rodovia JK. É feito de carro, motocicleta ou ônibus até o Porto do Grego, em Santana. De lá, o turista consegue ir de catraia à ilha. O tempo médio de deslocamento partindo do Centro de Macapá varia de uma a duas horas, dependendo do transporte escolhido.

Média de custo: de acordo com o guia de turismo, um passeio de um dia custa em média R$ 150 por pessoa, com transporte e guiamento. O trajeto só de catraia pode sair mais barato, R$ 2, da sede do município à ilha, mas é necessário conhecer a região para poder fazer a trilha.

Vila de Mazagão Velho guarda muito da história do Amapá — Foto: Gabriel Penha/Arquivo G1

Mazagão Velho

Ótima opção para quem busca conhecer mais sobre a religiosidade, história e cultural do Amapá. A vila, construída durante a época do império português, ainda guarda um pouco da arquitetura colonial em algumas casas, e um cemitério com restos mortais das pessoas que moravam na região.

Atrativo principal: uma escavação feita 2006 de um grupo de arqueólogos da Universidade Federal de Pernambuco que mostra as ruínas da primeira Igreja de Nossa Senhora de Assunção, construída no século 18.

Marcelo de Sá aponta outras atrações como um centro de cerâmica das culturas Maracá e Cunani, as mais tradicionais do estado, além de um passeio até o foz do Rio Mutuacá, que passa em frente a cidade, que deságua no Rio Amazonas. Ele ainda destaca a riqueza cultural da região.

Ruínas da primeira igreja em honra à Nossa Senhora de Assunção, em Mazagão Velho, no Amapá — Foto: Marcelo Sá/Arquivo Pessoal

“Cada época que a gente vai no Mazagão tem uma manifestação cultural. Não é só a festa de São Tiago, o resto do ano todinho tem muitas festas no município, como a festa de São Gonçalo, em janeiro”, disse o guia de turismo.

Acesso: é considerado fácil, pela AP-010. A cidade fica a cerca de 70 quilômetros de Macapá. Pode-se chegar por meio de carro, motocicleta ou ônibus, por estrada asfaltada. O tempo médio de deslocamento do Centro de Macapá até a cidade também varia de uma a duas horas, dependendo do transporte escolhido.

Centro de Cerâmica Maracá e Cunani em Mazagão Velho — Foto: Marcelo Sá/Arquivo Pessoal

Custo: de acordo com o guia de turismo um passeio de um dia custa em média R$ 90 por pessoa, com transporte e guiamento. Sem auxílio de guia, o passeio pode ser gratuito, já que as atrações não cobram valor para entrada.

Trilhas podem ser feitas na Floresta Nacional do Amapá (Flona) — Foto: Alex Silveira/O Globo

Floresta Nacional do Amapá

Para fazer a visita é necessário ter autorização do Instituto Chico Mendes da Preservação da Biodiversidade (ICMBio), contactar um guia que conheça o local e ser acompanhado por alguém da comunidade. A floresta com mais de 450 mil hectares é uma das Unidades de Conservação do estado.

Principal atrativo: a rica biodiversidade do local com espécies de animais e árvores ainda não catalogadas pela ciência.

O guia de turismo Marcelo de Sá Gomes explica que a Flona oferece diferentes roteiros desde caminhadas pela floresta, banhos e produtos artesanais. O turista pode decidir qual encaminhamento dar ao passeio.

“A gente apresenta o roteiro e ele [turista] escolhe aonde quer visitar. Além da floresta com várias árvores gigantescas, dentro desse roteiro tem cachoeiras, tem corredeiras e até a visita a uma cooperativa da região que trabalha com sabonetes e pastas de andiroba, copaíba, breu branco e fava”, explicou Gomes.

Turistas durante viagem à Floresta Nacional do Amapá — Foto: Marcelo Sá/Arquivo Pessoal

Acesso: a dificuldade é mediana. O principal acesso é feito pelo Rio Araguari partindo de Porto Grande, município a 102 quilômetros de Macapá (o acesso é pela BR-210). O tempo de deslocamento da capital até a Flona varia de 3 a 5 horas, dependendo da estação do ano.

Custo: de acordo com o guia de turismo um passeio de três dias dia custa em média R$ 1 mil por pessoa, contando transporte, guiamento. É recomendável que o turista leve material de acampamento e alimentação, pois no local não há hotel e nem restaurante.

Vila Brasil, em Oiapoque, e Camopi, comunidade fica do lado francês do Rio Oiapoque — Foto: Guillaume Feuillet/Parc amazonien de Guyane

Vila Brasil e Camopi

No extremo Norte do estado fica a Vila Brasil, um distrito de Oiapoque. Estando na área, é fácil também conhecer de bônus a comunidade Camopi, pertencente ao território da Guiana Francesa. Ambas as localidades estão na área do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, o maior do país.

Principal atrativo: intercâmbio cultural entre a população indígena brasileira e francesa.

Visitas a florestas precisam de guia — Foto: Rede Globo

Marcelo de Sá fala que a visita é mais do que um passeio, e sim uma expedição. As comunidades têm pousadas, o que facilita a vida do turista, mas durante a entrada em regiões de floresta não há infraestrutura.

Ele também ressalta que o turista precisa estar com passaporte regularizado por se tratar de um território estrangeiro. Também é necessária autorização do ICMbio para entrar no parque.

Acesso: é considerado difícil. É preciso ir até Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá, via BR-156. No município é feita uma viagem de barco, “subindo” o rio de mesmo nome da cidade. O deslocamento de Macapá até as comunidades leva em média 15 horas.

Custo: de acordo com o guia de turismo um passeio de 3 dias dia custa em média R$ 2 mil por pessoa, contando transporte e guiamento. Há viagens de ônibus com saída todos os dias da Rodoviária de Macapá rumo à sede de Oiapoque.

Vista do passeio feito de barco no Cabo Orange — Foto: Marcelo Sá/Arquivo Pessoal

Cabo Orange

Também uma região entre o Amapá e a Guiana Francesa, a viagem até o Parque Nacional do Cabo Orange é feita de barco pelo Rio Oiapoque. Até a chegada no parque, o turista passa por comunidades de pescadores e indígenas, além de regiões montanhosas na comuna francesa de Ouanary.

Principal atrativo: conhecer as montanhas do lado francês, e o ecossistema de manguezais, predominante na costa do Amapá.

O guia de turismo orienta que a saída de Oiapoque seja feita antes do amanhecer, para aproveitar a aurora e ver ecossistema “acordando” de dentro da embarcação. Ainda podem ser feitas caminhadas pelas montanhas de Ouanary.

Passeio no Cabo Orange, no Norte do Amapá — Foto: Marcelo Sá/Arquivo Pessoal

“Nesse percurso vai amanhecendo e a gente consegue visualizar a entrada de cardumes de peixes, revoada de pássaros, a gente conhece o ecossistema dos manguezais. Ficamos fazendo meio que zigue-zague entre Amapá e Guiana Francesa até a chegada no parque nacional, onde turista tira fotos e registra o momento da forma que preferir”, disse Gomes.

Acesso: também é considerado difícil e precisa do acompanhamento de um guia de turismo e autorização do ICMbio. A saída é feita pelo rio do município de Oiapoque até o Cabo Orange. O deslocamento de Macapá até o parque leva em média 15 horas.

Custo: de acordo com o guia de turismo, um passeio de 3 dias dia custa em média R$ 2 mil por pessoa, contando transporte e guiamento.

Fonte: G1 Amapá

MOSTRA DE TURISMO NO AMAPÁ GARDEN COMEMORA DIA MUNDIAL DO TURISMO ECOLÓGICO

O Amapá Garden Shopping realiza neste fim de semana a 1ª Mostra de Turismo Ecológico. O evento busca reunir os principais profissionais que atuam no segmento, para divulgar roteiros de turismo ecológico no estado. A programação acontece nos dias 29 de fevereiro e 1º de março, a partir das 17h, no espaço Idealiza com exposição de arte, roda de conversa, exibição de documentário, degustação, vendas de roteiros, mostra de técnicas verticais, Kit Surf e Stand Up Paddle.

Os documentários que serão exibidos fazem parte do Inventário de Folias Religiosas do Amapá realizado pelo Ponto de Cultura “Povo de Fé e de Festa” da Associação Amapaense de Folclore e Cultura Popular, e retratam as festas tradicionais de São Pedro, na reserva extrativista do Rio Cajari, no município de Mazagão, e a festa de Santa Maria, no Parque Nacional do Cabo Orange, no município de Oiapoque. O evento dará ainda aos participantes certificado com hora/aula.

O evento conta com a parceria do Associação Amapaense de Folclore e Cultura Popular, Ponto de Cultura Povo de Fé e Festa, Néctar Consultoria e comunidade do Mel da Pedreira, Galeria Samaúma, Associação de Guarda-Parques do Amapá, Club do Stand Up, Mais Ponto Com e Equatorial Hotel.

Dia Mundial do Turismo Ecológico

Dia 1 de Março é considerado o Dia Mundial do Turismo Ecológico. Ou dia Mundial do Ecoturismo. Este é uma prática de turismo de lazer, esportivo ou educacional, em áreas naturais, que se utiliza de forma sustentável do patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação, promove a formação de consciência ambientalista e garante o bem-estar das populações envolvidas.

No Amapá o ecoturismo pode ser praticado em espaços reservados na Floresta Nacional do Amapá, Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, Área de Proteção Ambiental do Rio Curiaú, Reseva do Patrimônio Particular Natural Revecom e Área de Proteção ambiental da Fazendinha.

Programação

29/2 (Sábado)

17h – Exposição de arte – Galeria Samaúma

19h – Roda de conversa: Roteiros de turismo ecológico no Amapá – Guia Norte Turismo

19h30 – Mostra de técnicas verticais – Mais Ponto Com: treinamentos profissionalizantes

20h – Documentário: “Soldados de Pedro” – Ponto de Cultura “Povo de Fé e de Festa”

1º/3 (Domingo)

17h – Exposição de arte – Galeria Samaúma

18h30 – Roda de conversa: Acessibilidade e Turismo ecológico – Associação de Guarda-Parques do Amapá

19h – Mostra de Stand Up Paddle e Kit Surf no Amapá – Club do Stand Up

19h30 – Roda de conversa: Patrimônio Cultural e Turismo Ecológico – Associação Amapaense de Folclore e Cultura Popular

20h – Documentário: “Folias de Santa Maria do Cunani” – Ponto de Cultura “Povo de Fé e de Festa”

Serviço:

Mostra de Turismo Ecológico
Data: 29/2 e 1/3
Local: Amapá Garden Shopping
Hora: 17h
Endereço: Rodovia Jk, 2141, Universidade
Contato: (96) 99121-5973 / 98406-1379

262 anos de Macapá: pontos turísticos, referências e identidades da capital amapaense

A cidade de Macapá é a única capital brasileira banhada pelo rio Amazonas e possui pontos turísticos que revelam beleza arquitetônica, história, cultura e religiosidade, como a Fortaleza de São José de Macapá, erguida entre os anos de 1764 e 1782, projetada pelo engenheiro Antônio Henrique Gallúcio. É considerada pelos macapaenses uma das maiores referências por seu valor arquitetônico, histórico e cultural.

O Marco Zero do Equador é a indicação exata da latitude zero, onde passa a linha imaginária que divide o planeta em dois hemisférios: Norte e Sul, onde é possível assistir ao fenômeno do equinócio, quando a luz solar encaixa perfeitamente ao círculo aberto do monumento a 30 metros de altura e projeta a linha imaginária do Equador sobre o solo, o qual acontece nos meses de março e setembro. Com a finalidade de valorizar a produção dos artesãos macapaenses, a Casa do Artesão e do Índio é um importante ponto turístico para a aquisição de lembranças da cidade e geração de renda e negócios para os empreendedores locais.

Ainda sobre os aspectos arquitetônicos destacam-se a Igreja de São José – monumento mais antigo da cidade, sua construção data do século XVIII, inaugurada em 6 de março de 1671 com a presença de Dom Frei Miguel de Bulhões, membro da Companhia de Jesus, ordem religiosa que iniciou a catequese na Amazônia; e o Museu Histórico do Amapá Joaquim Caetano da Silva – criado pelo Decreto nº 112 de 16/11/1990, sendo determinada como sua sede o prédio secular da antiga Intendência de Macapá. O nome do museu é uma homenagem ao médico e diplomata gaúcho Joaquim Caetano da Silva, autor da obra L’Oyapoc et L’Amazone (1861) e está fechado desde 2014.

Outro museu da cidade é o Sacaca, criado com a finalidade de divulgar as riquezas naturais do Amapá, como as espécies de fauna e flora do território, as amostras de minérios e madeiras do território aos visitantes, pessoas de outras cidades e estudantes da rede pública. Também tem o Trapiche Eliezer Levy, sendo um ponto turístico de Macapá inaugurado na década de 1940; e o Estádio Milton de Souza Corrêa, o Zerão, inaugurado em outubro de 1990. O apelido do estádio se deve ao fato de que a linha de meio de campo coincide exatamente com a linha do Equador, fazendo com que cada time jogue em um hemisfério.

Além dos aspectos físicos, o professor de história das redes pública e privada ensino Aroldo Vieira aponta aspectos naturais e imateriais de identidades e referências da capital Macapá e de outros municípios do estado. “O Marabaixo, o Batuque, as festas religiosas como o Círio, a de São Tiago, em Mazagão Velho, a cultura indígena, os muitos quilombos, as Áreas de Proteção Ambiental, ecossistemas, a presença material da colonização com a Fortaleza, a Igreja de São José, a Vila de Serra do Navio, a Base Aérea de Amapá, a mestiçagem como traço marcante do nosso povo e, claro, o imponente rio Amazonas”.

Já nos aspectos naturais e de biodiversidade, a cidade possui o Bioparque da Amazônia – maior parque em área urbana da Região Norte, que tem às terças-feiras entrada gratuita para toda a população. E não podemos esquecer do balneário do Curiaú, localizado a 8 quilômetros da sede da capital, habitado por comunidades formadas por antigos escravos trazidos no século XVIII para a construção da Fortaleza de São José de Macapá. Foram eles que fundaram a Vila do Curiaú e as demais comunidades da região, como a Lagoa dos Índios, que existe desde 1802, serviu de refúgio para negros que escapavam da escravidão. O quilombo da Lagoa dos Índios se localiza em preservada área de ressaca e possui uma extensa área verde.

Falando de balneário, não podemos esquecer do da Fazendinha, praia fluvial, tendo em vista que é banhada pelo rio Amazonas. A paisagem é belíssima e a região da Fazendinha é agradável. Fica a cerca de 16 km de Macapá da capital do estado. O aniversário de Macapá terá cinco dias de festa que começa no dia 31 de janeiro, sexta-feira.

Cliver Campos
Assessor de comunicação/PMM
Contatos: 98126 0880 / 99175 8550
Fotos: Arquivo PMM, Jorge Júnior e Manoel Raimundo Fonseca

Amapaenses e turistas se encantam com Bioparque da Amazônia durante visitação

Após 20 anos fechado, o antigo Zoobotânico, agora chamado de Bioparque da Amazônia, reabriu as portas ao público ainda na última sexta-feira, 25, após cerimônia de entrega. Já no sábado, 26, logo nas primeiras horas do dia, aos poucos, o espaço foi tomado por vários visitantes que chegavam a todo momento.

“Ao chegar aqui, logo me vieram as lembranças de minhas origens, principalmente dos meus ascendentes, que são indígenas. Então, encontrar redes, animais, isso me traz lembranças de minha infância, e legal, porque é uma forma de valorizar a nossa história, a nossa cultura, a nossa identidade e ter esse sentimento de pertencimento”, disse a professora amapaense Aleane Mendes.

A visitação foi uma mistura de gente da terra com turistas brasileiros de outros estados e de estrangeiros. A dona Teresinha Fleury é de Goiânia (GO) e vem sempre a Macapá para visitar o filho que mora em solo amapaense. Ela ficou maravilhada com o Bioparque. “Estou amando, é lindo, maravilhoso, eu recomendo”.

Muitos turistas são de regiões vizinhas, principalmente do Pará. A comerciante Nazaré Melo é de Belém e aproveitou o momento de passagem por Macapá para desfrutar das belezas do espaço. “A cidade está de parabéns com esse parque maravilhoso, com uma biodiversidade incrível e com uma superestrutura”, comentou a paraense.

Um grupo de idosos da Suécia em turismo pelo Amapá aproveitou para conhecer o Bioparque. Eles fizeram um passeio por vários ambientes, como a trilha do Sacaca e os espaços dos animais. “Ficarão no Amapá por 4 dias, e é a primeira vez que estão na Amazônia, e montamos um roteiro especial para conhecerem Macapá, e claro que não podíamos deixar de fora o Bioparque da Amazônia, que é a sensação do momento”, comentou a guia de turismo do grupo sueco, Annie de Carvalho.

Os dias de visitação no Bioparque serão sempre de terça a domingo, das 9h às 17h. Às terças-feiras, a entrada é de graça para todos. O espaço ficará fechado somente às segundas-feiras para manutenção.

Cléia Andrade
Assessora de comunicação/CTMac
Fotos: Max Renê

Agentes de Viagens apresentam o Amapá na 47ª ABAV Expo Internacional de Turismo, maior feira do setor da América Latina.

 


Com o objetivo de comercializar o destino meio do mundo, o trade turístico do Amapá sob a coordenação dos agentes de viagens levam para o evento uma amostra do Amapá e mais de 40 empresários na comitiva.

A 47ª Abav Expo Internacional de Turismo contará com participação expressiva das empresas do Amapá numa amostra da gastronomia, artesanato, negócios e passeios. De acordo com levantamento da seccional Amapá da Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav/AP), o evento que será realizado na próxima semana, entre os dias 25 e 27 de setembro, na Expo Center Norte, em São Paulo, juntamente com o 52º Encontro Comercial Braztoa, já conta com cerca de 40 empresários confirmados, entre agentes de viagens, hoteleiros e do segmento gastronômico.

“O esforço da Abav Amapá em incentivar a participação na feira, tanto de empresários como entidades do poder público segue no intuito de divulgar o estado e aumentar o fluxo de turistas para a consolidação e o fortalecimento do destino Amapá”, revela a presidente da entidade no estado, Socorro Pereira. Este ano, a participação no evento conta com esforço conjunto entre a entidade, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Turismo, Prefeitura de Macapá e Sebrae Amapá.

“Os agentes de viagens e demais empresários do trade turístico possuem uma oportunidade ímpar de comercializar num evento que congrega todo o setor do turismo e a imprensa especializada na divulgação dos destinos, além de ser um momento de ascensão do setor, onde o mercado começa a reagir com esse movimento de mudanças e inovações, a feira proporciona um ambiente para bons negócios, com a participação de diversos expositores e 100% de ocupação dos 28 mil m² dos pavilhões do Expo Center Norte”, reitera a agente de viagens Socorro Pereira.

Segundo o Censo do Turismo 2018, no qual a Abav Amapá participou, a taxa de ocupação hoteleira cresceu e chegou a 59% em Macapá, 7% a mais que 2017, tendo a capital, recebido mais de 58 mil hóspedes, 85% pelo turismo de negócios. O segmento de transporte aéreo, que apesar de registrar uma queda de 8,3%, perdendo mais de 200 mil passageiros nos últimos 4 anos, conquistou uma grande vitória, o Estado do Amapá foi autorizado pelo Confaz, no primeiro semestre de 2019, a reduzir de 25% para até 3% o ICMS de combustíveis da aviação, maior reivindicação do setor aéreo nos últimos anos, uma oportunidade da retomada de crescimento econômico por meio do turismo.

Além disso, produtos que representam a identidade cultural do Amapá estarão presentes na Feira. Em parceria com a ABAV/AP a Secretaria e Estado do Turismo do Amapá organizou uma amostra com distribuição de bebida típica à base de cachaça e gengibre, a gengibirra; artesanato Maracá e Cunani; vídeos e folhetearia do destino. A previsão é de que o evento reúna mais de 23 mil profissionais do segmento, 1.100 marcas expositoras, 21 destinos internacionais e mais de 600 profissionais de imprensa.

Informações: (96) 98129-6642 / 98135-7900

Macapatur fará cadastro de guias turísticos e turismólogos

O Instituto Municipal de Turismo (Macapatur) iniciará nesta segunda-feira, 6, o cadastro de guias turísticos e turismólogos da capital. O trabalho faz parte da primeira etapa de ordenamento dos profissionais do município. O objetivo é fazer um levantamento dos trabalhadores deste setor em Macapá.

Em um segundo momento será feito o credenciamento para, posterior, capacitação. “Nossa finalidade é organizar o setor em Macapá. Esse é o primeiro momento de prospecção do mercado. A intenção é saber quantos profissionais dessa natureza tem na cidade e organizá-los”, frisa o diretor-presidente do Macapatur, Paulo Brito.

Os profissionais podem fazer o cadastro das 8h às 13h, munidos dos seguintes documentos pessoais: RG, CPF e comprovante de residência. O cadastro ocorrerá de 6 a 17 de maio, no prédio do Macapatur, localizado na Avenida FAB, esquina com a Rua Paraná, nº 2395 B, no bairro Santa Rita.

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Macapatur
Contato: 98104-9355

Conselho Municipal de Turismo traça metas para 2019

A primeira reunião do Conselho Municipal de Turismo de 2019 ocorreu nesta terça-feira, 16, e já definiu planejamentos para o setor em Macapá. Além de eventos, censos e fiscalizações, a entidade tem como meta propor políticas públicas de fomento ao turismo para a capital. O encontro ocorreu no Instituto Municipal de Turismo (Macapatur).

Na oportunidade, foram empossados o presidente do conselho, Paulo Brito e o vice, Maykom Magalhães, além de conselheiros da entidade. “O conselho é o órgão que trabalha a política pública de turismo em Macapá, com base na política nacional. Temos como meta fomentar esse setor e formular estratégias e planejamentos. Já pontuamos ações para o primeiro e segundo semestres de 2019”, disse o presidente Paulo Brito.

O encontro teve a participação de representantes do Instituto Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Improir), Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), Secretaria Municipal de Planejamento (Sempla), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam), Instituto Municipal do Turismo (Macapatur), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e Secretaria de Estado do Turismo (Setur).

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Macapatur
Contato: 98104-9355

Abav tenta impedir cancelamento de voos, da Gol Linhas Aéreas, nos trechos Macapá/Brasília e Brasília/Macapá (a previsão para o fim do serviço é abril de 2019)

A Associação Brasileira das Agências de Viagens/Amapá (Abav/AP) formalizará apoio junto ao Governo do Estado para a retomada do voo da Gol Linhas Aéreas dos trechos Macapá/Brasília e Brasília/Macapá, previsto para ser extinto no início do mês de abril deste ano.

O referido voo é de extrema importância para o transporte de cargas e passageiros para Braasíla e os demais centros do Brasil, devido a sua posição estratégica, permitindo conexões rápidas para todas as cidades do país.

Com a interrupção do voo, haverá uma perda de aproximadamente 6 mil vagas por mês e mais de 68 mil vagas ao ano, impactando em falta de vagas nas demais companhias e aumento do valor das tarifas em outros voos com o mesmo trecho, sendo que restará apenas um voo que vai fazer a referida rota, o que não será suficiente para atender a demanda do estado do Amapá.

Atualmente o Amapá recebe cerca de 40 mil visitantes, segundo o censo hoteleiro. Com a perda do voo, o setor de turismo será prejudicado em cadeia (hotelaria, gastronomia, artesanato, transporte terrestre, comércio e etc.)

Além disso, a Abav também solicitará medidas para redução do ICMS do combustível de aviação (QAV) no âmbito do estado do Amapá, tendo em vista que o referido imposto no Amapá é um dos mais altos do país. Atualmente, no Amapá a alíquota praticada é de 25%, mesmo com poucos voos. Já no estado vizinho, o Pará, a alíquota é de 11%, prejudicando a vinda de novos voos para o estado.

Com a redução da alíquota, vai ser possível a articulação para novos voos, sendo um deles a rota Macapá- Cayena e novos trechos nacionais. Vale ressaltar que o percentual de ocupação dos assentos nas aeronaves é bastante elevado nos voos que chegam e parte do aeroporto internacional de Macapá.

Assessoria de comunicação da Abav no Amapá
Contato: (96) 981357900

Cozinha dos Chefs comercializará pratos ao preço de 10 reais

O Instituto Municipal de Turismo e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) presenteiam os macapaenses com a Cozinha dos Chefs, nos dias 3 e 4 de fevereiro, na Praça Floriano Peixoto. O evento é montado para servir refeições ao preço de R$ 10,00.

Além da comercialização de pratos sofisticados, preparados por profissionais experientes da gastronomia amapaense, a culinária regional estará presente na área gastronômica como parte de uma extensa programação promovida pela Prefeitura de Macapá para o aniversário da capital.

Serviço:

Data: 03 e 04/02 (domingo e segunda-feira)
Hora: 12h às 14h e das 18h às 20h
Local: Praça Floriano Peixoto
Preço: R$ 10,00

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Macapatur
Contato: 98104-9355