Colação de grau

Eu com meus amigos Alieneu e Édson – Juramento.
Eu e meus colegas da faculdade Seama colamos grau ontem (10), no Teatro das Bacabeiras. Agora podemos dizer que somos jornalistas por formação acadêmica e com muito orgulho. Mesmo o Supremo Tribunal Federal (STF) ter afirmado que a prática é como corte e costura e que não precisamos estudar para sermos jornalistas.

É inegável que a mídia local melhorou e muito, após a soma da prática dos antigos jornalistas com a teoria dos novatos. Esta interação positiva é vista na qualidade de nossos noticiários, programas de rádio e impressos.

Senti falta de amigos na cerimônia, que foi emocionante, muitas pessoas competentes não colaram grau por adversidades. Formamos juntos com mais três turmas de Comunicação da Seama, de Relações Públicas, Publicidade e Sistema de Informação. Destaque para o discurso da professora Raquel Schorn, que descreveu características de alguns acadêmicos e de si própria.

Pensei que não iria me emocionar ou ficar nervoso. Pensava que era só nos vestirmos de “Harry Porter”, como brinquei com o professor Alexandre Brito, mas aquele momento é realmente único, um ritual de passagem, uma verdadeira vitória.

O ponto negativo foi a organização do evento, que deixou muito á desejar. A outorga demorou demais, ficamos no Teatro das 19:30h ás 23:30h, cansativo. Acho que suei uns cinco litros (risos). Fora isso, o negócio foi bonito, muita gente emocionada, pais e amigos orgulhosos.

Tomara que o juramento de honrar a profissão se concretize. Tomara que eu e meus colegas consigamos questionar e informar, esclarecer fatos e abrir os olhos da sociedade.

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