Das tristezas invisíveis de todos nós – Crônica de Lú de Oliveira

Crônica de Lú de Oliveira

Não é comum que alguém às vezes nos fale: Você parece triste hoje. Comumente respondemos: Ah… impressão sua. Não, não é. Na maioria das vezes, a tristeza existe e é real, porém a tornamos invisível. Eu por exemplo, não costumo falar das minhas tristezas. Elas são minhas e ponto final. Não é que eu seja egoísta, mas de que adianta espalhar que estou triste se ninguém poderá resolver minha situação?

Vivemos num mundo onde as pessoas comumente são curiosas. Querem a todo custo saber o que se passa na vida alheia. Para quê? Não sei. “Fuçam” nas redes sociais para ver se conseguem alguma informação com respeito às nossas vidas.

Havendo informações, começa o “disque-disque”. Alguém pode dizer: Ah, ela finge que é feliz nas redes sociais mas vive num “inferno”. Definitivamente não é isso. Quando estou um pouco “triste”, as pessoas percebem. Minha vida não é um mar de rosas, mas também não tenho tanto a reclamar… Tenho muito mais a agradecer. Aliás… só tenho a agradecer.

Tenho tido muitos motivos para profundo agradecimento… isso vale também para as tristezas. Os problemas nos fazem crescer. Nos fazem buscar soluções. O que não é benção. é lição. Não vou “agigantar” problemas. Vou buscar soluções e/ou, conformar-me com o que não pode ser mudado.

Isso… Bola pra frente! Meu falecido pai sempre dizia: “Levanta, sacode a poeira e dá volta por cima”.

Então… Vamos lá!

Beijos da Lú!

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