Deputada Aldilene Souza presta solidariedade à família de vítima de feminicídio no Araxá


A deputada estadual Aldilene Souza (PPL), integrante da Frente Parlamentar de Combate à Violência Doméstica e Redução do Feminicidio da Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), e procuradora adjunta da Procuradoria da Mulher da ALAP, visitou, neste domingo (20), a família de Samara Soares Mendes, de 21 anos, que foi assassinada pelo ex-companheiro, Josiel de Souza Martins, na madrugada do dia 19 de outubro, no bairro Araxá.

As filhas gêmeas do casal testemunharam o crime. O acusado não teria aceitado o fim do relacionamento e desferiu nove facadas em Samara, que não resistiu aos ferimentos.

Na oportunidade, a deputada se colocou à disposição da família, prestou atendimento jurídico por meio de sua equipe e prometeu trabalhar junto ao poder excutivo para que, além de garantir apoio psicossocial aos familiares de Samara, sejam realizadas ações para intensificar o combate à violência doméstica e ao feminicídio no Amapá.

“Vamos apoiar esta família no que for necessário e trabalhar junto às instituições para garantir atendimento pscológico, entre outras ações de acolhimento. Vamos acompanhar o caso para que a justiça seja feita. Não podemos aceitar uma brutalidade como essa. Estou empenhada em garantir o apoio institucional e em promover uma interlocução para que o ex-companheiro pague pelo crime. A luta contra o feminicídio requer a participação de toda a sociedade. Trata-se de garantir o cumprimento da lei, para que os agressores sejam rigorosamente punidos, bem como disponibilizar uma rede de assistência a essa mulher vítima de violência”, enfatizou a deputada Aldilene Souza.

Feminicídio

O crime está previsto no Código Penal (Art. 121, § 2º, inciso VI, do Código Penal) com pena de reclusão de 12 a 30 anos para casos de feminicídio (homicídio contra a mulher, por sua condição de mulher).

Dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que a cada duas horas uma mulher morre no Brasil vítima de violência. No Amapá, em 2018, a Delegacia de Crimes Contra Mulher (DCCM) registrou quase oito mil denúncias de violência doméstica.

A Lei do Feminicídio representa uma necessária ação afirmativa que favorece o romper com o silêncio das vítimas, denotando uma das estratégias mais efetivas na prevenção da morte de mulheres.

Assessoria de comunicação da deputada Aldilene Souza

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