Devaneio de terça: Texto nada a ver…mas que diz muito pra quem sacar


Me deu vontade de escrever, mas não sabia sobre. Aí comecei a esmo e deu nisso aí: 

Eu gosto da luz de fim de tarde para fotografar, de exagerar na dose ou em muitas delas. Também curto um pouco de indecência. Não sou dado a uma vida normal ou viver igual a todo mundo. Sou um tanto inquieto, brigão, incandescente. 

Gosto de coisas desnecessárias, que passam corrente, até levemente venenosas. Fico feliz em lembrar histórias do passado, mas sigo em frente sempre, já deixei de ficar preso a memórias há tempos. 

Sou obcecado por fazer quem amo feliz, ironicamente firo essas mesmas pessoas por conta de pedras em minha mão, tudo por falta de paciência. 

Às vezes, tenho que voltar para os trilhos, por conta de minha natureza animalesca, quase doentia. O que não combina com a sede de conhecimento, espiritualidade e discernimento.

Ao mesmo tempo em que adoro figuras inteligentes, que falam de tudo, misturam elementos do cinema, literatura e músicas, detesto a arrogância da maioria delas. Mesmo erro recorrente deste jornalista. 

Não sonho mais acordado, mas tenho alucinações grotescas de madrugada. Ah, aprendi que há algo sempre algo de podre no Reino. E não é na Dinamarca não!

Só sei que aquela “amizade” deu fruto (romance, amor, sás coisas). Dou valor no meu trampo, nos que amo, em creme de cupuaçu, mesmo que  suco de maracujá não tenha nada a ver com asfalto. Às como um cachorro num aquário ou uma baleia voando. 

Como eu disse, este escrito é desconexo, sem muito sentido, texto nada a ver. Eu só queria dizer que gosto da luz de fim de tarde para fotografar. 

Elton Tavares

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