Dicionário do colunista social

O colunista social é o inútil mais profissionalizado da face da Terra (seguido pelo Administrador de Empresas e pelo Técnico em Informática), sendo um profissional potencialmente homicida (opa).


Mas eu dou o braço a torcer. Mesmo que repetitivos, burros e mesquinhos, eles são criativos. Ah, são. Criativos ao ponto de criarem as mais bregas e infames frases e/ou títulos a pessoas e situações. Você precisa adequar seu vocabulário para compreender um colunista social. Este “profissional” é conhecedor da sua importância dentro da sociedade brasileira, não se furta na hora de participar de importantes causas e instruções educacionais que sejam relevantes para a vida das pessoas.
Seja mais feliz entendendo a coluna social. Observe o nosso mini dicionário de bolso. Não é grande porque colunista tem preguiça de ler – os que sabem – e não tá em ordem alfabética porque eles acham cafona.
Bem nascido: rico e adequado ao padrão de beleza mundial.
Mal nascido: feio, usuário de transporte coletivo e estudante de escola publica.
Colunável: meu amigo.
Badalando: gastando o dinheiro que não tem.
Convida este colunista: ele recebeu, junto de todos os veículos do comunicação do estado, um release da festa.
A linda e o experiente fazendeiro: ex-garota de programa e velho corno.
O intelectual publicitário: erro de digitação.
A chique e poderosa: consumista e dependente do marido rico.
Jovem empresário: herdeiro do patrimônio do pai, depressivo e viciado em pó.
Primeira dama curte merecidas férias: repousa depois da quinta plástica e viaja com dinheiro publico.
Warm up: todo mundo bebendo em casa pra não gastar na festa.
Privê party: um lugar onde você não vai.
Queridíssimas: olham nos meus olhos e me dão oi no shopping.
Falta glamour no jornalismo mundial, é isso que falta.

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